Recife (Pernambuco), Brazil
|
|
|
- Mateus Pais Miranda
- 10 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Recife (Pernambuco), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo ( ) Prefeito: Geraldo Julio de Melo Filho Nome do ponto focal: Adalberto Freitas Ferreira Organização: Prefeitura Municipal do Recife Título/Posição: Secretário Executivo de Defesa Civil address: [email protected] Telefone: (81) Período do relatório: Atualizado pela última vez em: 11 September 2014 Imprima a data: 11 September 2014 Idioma do relatório: Português A Local HFA Monitor update published by PreventionWeb Local Progress Report /25
2 Prioridade de Ação 1 Certifique-se de que a redução de desastres seja uma prioridade nacional e local com uma forte base institucional para implantação. Indicador central 1.1 Política nacional e quadro jurídico para a redução de risco de desastres existem com responsabilidades descentralizadas e capacidades em todos os níveis. Até que ponto as organizações locais (incluindo o governo local) estão capacitadas (conhecimento, experiência, mandato oficial) para a redução de risco de desastres e adaptação à mudança climática? Nível de progresso alcançado: 4 Compreendemos que temos resultados significativos relacionado a gestão de risco integrada, com um trabalho forte na prevenção e preparação das população moradores das áreas de risco, cuja maior dificuldade caracterizada pela falta de investimento para proteção das encostas e realização de programas de redução de risco e desastres. Até que ponto existem parcerias entre as comunidades, setor privado e autoridades locais para reduzir o risco? Nível de progresso alcançado: 4 Dentro do programa de Redução de Risco e Desastres do município do Recife, tem Local Progress Report /25
3 uma relação de organização comunitária, participação,fortalecimento e empoderamento, como NUDEC s, Comunicação de risco, Ação Educativa nas Escolas, Grupos de lideranças comiunitárias com capacitações, exercícios de simulado. tendo a necessidade de ampliação, sempre estar reativando o empoderamento. Documentos de referência > keila Ferreira (2014) Indicador central 1.2 Recursos específiicos e adequados estão disponíveis para implantar planos de redução de risco de desastres e atividades em todos os níveis administrativos. Até que ponto o governo local tem acesso a recursos financeiros adequados para realizar as atividades de redução de risco? Nível de progresso alcançado: 3 O disponibilidade de recurso para ações mitigadoras e de erradicação do risco, sofrem uma burocacia muito grande, por isso dificulta o acesso e a maioria de nossas ações são realizadas com recurso próprio. Até que ponto o governo local aloca recursos financeiros suficientes para realizar atividades de Redução de Risco de Desastres incluindo resposta efetiva a desastres e recuperação? Nível de progresso alcançado: 3 Local Progress Report /25
4 Completamentando a questão anterior, existe recurso próprio previsto para atividades de Defesa Civil e também captações de recurso através do Governo Federal e redução de risco. Indicador central 1.3 A participação da comunidade e a descentralização são asseguradas por meio da delegação de autoridade e de recursos aos níveis locais. Quanto o governo local??apoia comunidades vulneráveis locais (especialmente as mulheres, idosos, enfermos, crianças) a participarem ativamente na tomada de decisão sobre redução de risco, formulação de políticas, planejamento e processos de implantação? Nível de progresso alcançado: 4 O trabalho de organização da população das áreas de risco contempla discussões de genero/ mulheres e vulnerabilidade e risco, cuidar de famílias numerosas com crianças, idosos, entre outros. Até que ponto o governo local oferece treinamento em redução de risco para as autoridades locais e líderes comunitários? Nível de progresso alcançado: 3 O governo local faz preparação a população/ lideranças comunitárias, para o Plano de Contingenciamento/ estratégias governamentais a Defesa Civil coordena a ação Local Progress Report /25
5 integrada de todos os ógãos do sistema. Com que regularidade o governo local conduz programas de conscientização e educação sobre Redução de Risco de Desastres e prevenção de catástrofes para as comunidades locais? Nível de progresso alcançado: 5 Programas incluem questões de diversidade cultural Programas são sensíveis às perspectivas de gênero Compreendo que a constancia de conscientização e educação para proteção a desastres naturais e antrópicos, como ações educativas nas Escolas em 2014 fizemos 171 Escolas Municipais e Estaduais na cidade do Recife, como também a comunicação de risco realizado em 2014 mais de visistas domiciliares disseminando a cultura de risco. Indicador central 1.4 Uma plataforma nacional multissetorial para a redução de risco de desastres está funcionando. Até que ponto o governo local participa do planejamento nacional da Redução de Risco de Desastres? Nível de progresso alcançado: 3 Local Progress Report /25
6 Pouco, mas quando temos oportunidade através dos Fóruns Nacionais, Conselho Nacional de Defesa Civil e Conferências. Local Progress Report /25
7 Prioridade de Ação 2 Identifique, avalie e monitore os riscos de desastres e reforce o sistema de alerta e alarme Indicador central 2.1 Avaliações de risco locais e nacionais baseadas em base de dados sobre ameaças e informações sobre vulnerabilidades estão disponíveis e incluem níveis de risco. Até que ponto o governo local realizou avaliações de risco de desastres completos para os principais setores de desenvolvimento vulneráveis??em sua autoridade local? Até que ponto essas avaliações de risco são regularmente atualizadas, por exemplo, anualmente, ou em uma base bi-anual? Local Progress Report /25
8 De que maneira as avaliações de risco de desastres estão incorporadas em todos os planos de desenvolvimento local relevante de uma forma consistente? Até que ponto as escolas, hospitais e unidades de saúde recebem atenção especial para avaliações de risco para "todos as ameaças" em sua autoridade local? Escolas Hospitais / centros de saúde Quão seguras são todas as principais escolas, hospitais e unidades de saúde em relação a desastres de forma que tenham capacidade de se manter operacionais durante emergências? Local Progress Report /25
9 Escolas Hospitais / centros de saúde Indicador central 2.2 Os sistemas existem para monitorar, arquivar e difundir dados sobre riscos chave e vulnerabilidades. -- há questões relacionadas ao contexto local -- Indicador central 2.3 Os sistemas de alerta estão em vigor para todos os grandes riscos, com divulgação às comunidades. Até que ponto os centros de alerta estão estabelecidos, com pessoal adequado (ou pessoal de plantão) e com recursos suficientes (back ups de energia, redundância de equipamentos etc ) o tempo todo? Local Progress Report /25
10 Quanto que os sistemas de alerta e alarme permitem a participação adequada da comunidade? Indicador central 2.4 Avaliações de risco locais e nacionais levam em conta riscos regionais / transfronteiriços, tendo em vista a cooperação regional sobre redução de risco. Até que ponto as avaliações de risco locais, estão associadas e apoiadas nos conhecimentos e avaliações comunitárias e nos planos de gestão nacionais e estaduais? Local Progress Report /25
11 Prioridade de Ação 3 Utilize conhecimento, inovação e educação para criar uma cultura de segurança e resistência em todos os níveis Indicador central 3.1 Informações relevantes sobre desastres estão disponíveis e acessíveis em todos os níveis, a todos os interessados??(por meio de redes, desenvolvimento de sistemas de compartilhamento de informação, etc.) Com que regularidade o governo local transmite para a comunidade informações sobre as tendências locais de ameaças e medidas de redução de risco (utilizando um Plano de Comunicação de Risco, por exemplo), incluindo avisos prévios de provável impacto de risco? Indicador central 3.2 Currículos escolares, material de educação e treinamentos relevantes incluem a redução de risco de desastres e os conceitos de recuperação e práticas. Até que ponto as escolas e faculdades locais incluem cursos, educação ou treinamento na redução do risco de desastres (incluindo os riscos relacionados com o clima), como parte do currículo de educação? Local Progress Report /25
12 Indicador central 3.3 Métodos de pesquisa e ferramentas para multi-avaliações de risco e análise de custobenefício são desenvolvidos e fortalecidos. -- há questões relacionadas ao contexto local -- Indicador central 3.4 Estratégia de consciência pública nacional existe para estimular uma cultura de resistência ao desastre, com extensão às comunidades urbanas e rurais. -- há questões relacionadas ao contexto local -- Local Progress Report /25
13 Reduza os fatores de risco subjacentes Prioridade de Ação 4 Indicador central 4.1 A redução de risco de desastres é um objetivo essencial das políticas e planos ambientais correlatos, inclusive para uso do solo, manejo de recursos naturais e adaptação à mudança climática. Até que ponto as políticas de Redução de Risco de Desastre de governo locais, estratégias e planos de implantação são integrados com o desenvolvimento ambiental e planos de gestão dos recursos naturais existentes? Até que ponto as políticas de uso do solo e os regulamentos de planejamento para habitação e infra-estrutura de desenvolvimento levam o risco de desastre atual e o projetado (incluindo os riscos relacionados com o clima) em conta? Habitação Comunicação Transporte Local Progress Report /25
14 Energia Até que ponto os regulamentos de uso e ocupação do solo para áreas de risco, e os códigos de construção, de segurança e de saúde são aplicados em todas as zonas de desenvolvimento e tipos de construção? Quão fortes são os regulamentos existentes (planos de uso e ocupação do solo, códigos de construção, etc) para apoiar a redução de risco de desastres locais? Local Progress Report /25
15 Até que ponto o governo local apoia a restauração, proteção e gestão sustentável dos serviços ambientais? Florestas Zonas costeiras Zonas húmidas Recursos hídricos Bacias fluviais Pesca Quanto que as organizações da sociedade civil e os cidadãos participam na proteção, restauração e gestão sustentável dos serviços dos ecossistemas? Local Progress Report /25
16 Quanto o setor privado participa na implantação de planos de gestão ambientais e de ecossistemas em seu município? Indicador central 4.2 Políticas e planos de desenvolvimento social estão sendo implantados para reduzir a vulnerabilidade das populações de maior risco. Qual é a extensão dos serviços financeiros (por exemplo, esquemas de poupança e crédito, macro e microsseguro) disponíveis para as famílias vulneráveis??e marginalizadas instaladas em áreas de risco? Até que ponto o micro financiamento, auxílio em dinheiro, empréstimos facilitados, garantias de empréstimos, etc. estão disponíveis para que as famílias afetadas possam reiniciar os meios de subsistência após desastres? Local Progress Report /25
17 Indicador central 4.3 Planos e políticas setoriais econômicas e produtivas foram implantados para reduzir a vulnerabilidade das atividades econômicas. Como os incentivos econômicos para investir na redução de risco de desastres para as famílias e empresas (prêmios de seguro reduzidos para as famílias, isenções fiscais para as empresas) são estabelecidos? Até que ponto as associações empresariais locais, como câmaras de comércio e similares, apoiam empenhos às pequenas empresas para a continuidade dos negócios durante e após os desastres? Local Progress Report /25
18 Indicador central 4.4 Planejamento e gestão dos assentamentos humanos incorporam elementos de redução de risco de desastres, incluindo o cumprimento de códigos de construção. Quão adequadamente equipamentos públicos críticos e infraestruturas localizados em áreas de alto risco recebem avaliações de risco para todos os tipos de ameaça e de segurança? Quão adequadas são as medidas que estão sendo tomadas para proteger instalações públicas e de infra-estrutura críticas aos danos provocados por desastres? Indicador central 4.5 Medidas de redução de riscos são integradas nos processos de recuperação pós- Local Progress Report /25
19 desastre e de reabilitação. Até que ponto as medidas para redução de risco de desastres estão integradas a ações de recuperação pós-desastre e atividades de reabilitação (ou seja, reconstruir melhor, subsistência de reabilitação )? Indicador central 4.6 Procedimentos existem para avaliar os impactos de riscos de desastres de grandes projetos de desenvolvimento, especialmente de infraestrutura. Até que ponto o governo local ou outros níveis de governo têm programas especiais para avaliar regularmente escolas, hospitais e unidades de saúde acerca da manutenção, cumprimento dos códigos de construção, segurança geral, riscos relacionados ao clima, etc? Escolas Hospitais / centros de saúde Local Progress Report /25
20 Local Progress Report /25
21 Prioridade de Ação 5 Reforce a preparação de desastres para uma resposta eficaz em todos os níveis Indicador central 5.1 Capacidade diretiva, técnica e institucional forte, e mecanismos de administração do risco de desastres, com uma perspectiva de redução de risco de desastres estão em andamento. -- há questões relacionadas ao contexto local -- Indicador central 5.2 Planos de preparação para desastres e planos de contingência estão em vigor em todos os níveis administrativos, e exercícios regulares de treinamento e simulados são realizados para testar e desenvolver programas de resposta a desastres. Com que regularidade os exercícios simulados são realizados com a participação de organizações governamentais, não governamentais, líderes locais e voluntários relevantes? Quão disponíveis são os recursos-chave para uma resposta eficaz, tais como suprimentos de emergência, abrigos de emergência, rotas de abandono dentificadas e planos de contingência permanentes? Local Progress Report /25
22 Estoques de suprimentos de emergência Abrigos de emergência Rotas seguras de evacuação identificadas Plano de contingência ou plano de preparação da comunidade para desastres para todos os grandes riscos. Até que ponto o governo local tem um centro de operações de emergência (COE) e / ou um sistema de comunicação de emergência? Quão conscientes estão os cidadãos dos planos de abandono ou exercícios para evacuações, quando necessários? Local Progress Report /25
23 Até que ponto o Plano de Contingência (ou plano similar) inclui um esquema para a recuperação pós-catástrofe e reconstrução, incluindo avaliação das necessidades de reabilitação e meios de subsistência? Até que ponto os simulados e exercícios regulares de preparação para desastres são realizados em escolas, hospitais e centros de saúde? Escolas Hospitais / centros de saúde Local Progress Report /25
24 Indicador central 5.3 Reservas financeiras e mecanismos de contingência estão em vigor para apoiar uma resposta eficaz e ações de recuperação quando necessárias. Até que ponto as instituições locais têm acesso às reservas financeiras para providenciar resposta efetiva a desastres e recuperação rápida? Qual o investimento que o governo local faz em recursos e conhecimentos para ajudar as vítimas de impactos psico-sociais (psicológico, emocional) dos desastres? Indicador central 5.4 Procedimentos existem para trocar informações relevantes durante os eventos de risco e desastres, e para realizar avaliações pós-evento. Local Progress Report /25
25 Powered by TCPDF ( -- há questões relacionadas ao contexto local -- Local Progress Report /25
Sud Mennucci (São Paulo), Brazil
Sud Mennucci (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Prefeito - Julio Cesar Gomes Nome do ponto focal: Maricleia Leati Organização:
Louveira ( São Paulo), Brazil
Louveira ( São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Nicolau Finamore Junior Nome do ponto focal:
Conselheiro Lafaiete (Minas Gerais), Brazil
Conselheiro Lafaiete (Minas Gerais), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Ivar de almeida Cerqueira
Diadema (São Paulo), Brazil
Diadema (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Lauro Michels Sobrinho Nome do ponto focal: José Peres dos Santos Organização:
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: VALBER LUIZ MARCELO DE CARVALHO Nome do ponto focal: Alexander Anthony
Pedreira (São Paulo), Brazil
Pedreira (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Carlos Evandro Pollo Nome do ponto focal: EDUARDO PAZINI Organização: PREFEITURA
Potirendaba (São Paulo), Brazil
Potirendaba (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: GISLAINE MONTANARI FRANZOTTI Nome do ponto focal: OSIAS CORREIA DE OLIVEIRA
Sairé (Pernambuco), Brazil
Sairé (Pernambuco), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Jose Fernando Pergentino de Barros (Prefeito)
Sertãozinho (São Paulo), Brazil
Sertãozinho (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Nome do ponto focal: Organização: Título/Posição: E-mail address: José
Araraquara (São Paulo), Brazil
Araraquara (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Marcelo Fortes Barbieri Nome do ponto focal:
São Vicente (São Paulo), Brazil
São Vicente (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Luis Cláudio Bili Lins da Silva Nome do ponto focal: Maria Rita Barros
Valinhos (São Paulo), Brazil
Valinhos (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Clayton Roberto Machado Nome do ponto focal:
Ibirarema (São Paulo), Brazil
Ibirarema (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: THIAGO ANTONIO BRIGANÓ Nome do ponto focal:
Barra Velha (Santa Catarina), Brazil
Barra Velha (Santa Catarina), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Claudemir Matias Francisco Nome do
Diadema (São Paulo), Brazil
Diadema (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Lauro Michels Sobrinho Nome do ponto focal:
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil
Tanguá (Rio de Janeiro), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: VALBER LUIZ MARCELO DE CARVALHO Nome do
Serra Negra (São Paulo), Brazil
Serra Negra (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Antônio Luigi Ítalo Franchi Nome do ponto
Registro (São Paulo), Brazil
Registro (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Gilson Wagner Fantin Nome do ponto focal: Luciano Miyashita Organização:
Nazaré Paulista (São Paulo), Brazil
Nazaré Paulista (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Joaquim da Cruz Junior Nome do ponto
Potirendaba (São Paulo), Brazil
Potirendaba (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: GISLAINE MONTANARI FRANZOTTI Nome do ponto
Jundiaí (São Paulo), Brazil
Jundiaí (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Pedro Bigardi Nome do ponto focal: Eduardo
Paulinia (São Paulo), Brazil
Paulinia (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Edson Moura Junior Nome do ponto focal: JOSÉ RODRIGO MIRANDA SILVA Organização:
Franco da Rocha (São Paulo), Brazil
Franco da Rocha (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Kiko Celeguim Nome do ponto focal: Norival Rodrigues Filho Organização:
Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) 02 September 2014
Mesquita, Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Nome do ponto focal: Organização: Título/Posição: E-mail
São Vicente (São Paulo), Brazil
São Vicente (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Luis Cláudio Bili Lins da Silva Nome do
Capivari (São Paulo), Brazil
Capivari (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Nome do ponto focal: Organização: Título/Posição:
Campo Limpo Paulista (São Paulo), Brazil
Campo Limpo Paulista (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: José Roberto de Assis Nome do ponto focal: SONIA MARIA CHEQUIN
Americana (São Paulo), Brazil
Americana (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Diego De Nadai Nome do ponto focal: Fred
Caraá (Rio Grande do Sul), Brazil
Caraá (Rio Grande do Sul), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Nome do ponto focal: Organização: Título/Posição:
Birigui (São Paulo), Brazil
Birigui (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Nome do ponto focal: Organização: Título/Posição:
Hortolândia (São Paulo), Brazil
Hortolândia (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Antonio Meira Nome do ponto focal: Iluide
Limeira (São Paulo), Brazil
Limeira (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Paulo Cezar Junqueira Hadich Nome do ponto
Valentim Gentil (São Paulo), Brazil
Valentim Gentil (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Rosa Luchi Caldeira Nome do ponto
São Caetano do Sul (São Paulo), Brazil
São Caetano do Sul (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Paulo Nunes Pinheiro (Prefeito Municipal) Nome do ponto focal:
Curso Agenda 21. Resumo da Agenda 21. Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS
Resumo da Agenda 21 CAPÍTULO 1 - Preâmbulo Seção I - DIMENSÕES SOCIAIS E ECONÔMICAS CAPÍTULO 2 - Cooperação internacional para acelerar o desenvolvimento sustentável dos países em desenvolvimento e políticas
Guarujá (São Paulo), Brazil
Guarujá (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Maria Antonieta de Brito Nome do ponto focal: Ademir de Araújo Altmann Organização:
Síntese e Resultados. III Conferência das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres. 14-18 Março de 2015, Sendai, Japão
Síntese e Resultados III Conferência das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres 14-18 Março de 2015, Sendai, Japão Resultados & Avanços Resultados Implementaçao de Hyogo revista e avaliada*
A CAMPANHA INTERNACIONAL CIDADES RESILIENTES: A IMPORTÂNCIA DO NÍVEL LOCAL
A CAMPANHA INTERNACIONAL CIDADES RESILIENTES: A IMPORTÂNCIA DO NÍVEL LOCAL Luís Carvalho Promotor Nacional da UNISDR Cidades Resilientes Making Cities Resilient Campaign Advocate ÍNDICE 1. EVOLUÇÃO DA
ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA. ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão
ISO 14001:2015 Tendências da nova revisão A ISO 14001 EM SUA NOVA VERSÃO ESTÁ QUASE PRONTA Histórico ECS -ASSESSORIA E CONSULTORIA TÉCNICA As normas da série ISO 14000 foram emitidas pela primeira vez
Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações
Página 144 VIII/11. Cooperação científica e técnica e o mecanismo de intermediação de informações A Conferência das Partes, Informando-se sobre o relatório do Secretário Executivo sobre as atividades do
II Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos
GABINETE DO GOVERNADOR CASA MILITAR COORDENADORIA ESTADUAL DE DEFESA CIVIL II Simpósio Brasileiro de Desastres Naturais e Tecnológicos Dezembro / 2007 POLÍTICA E PROGRAMAS PARA A DEFESA CIVIL DO ESTADO
DECRETO Nº 27.343 DE 06 DE SETEMBRO DE 2013
DECRETO Nº 27.343 DE 06 DE SETEMBRO DE 2013 Ementa: Institui o Comitê de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas do Recife - COMCLIMA e o Grupo de Sustentabilidade e Mudanças Climáticas - GECLIMA e dá outras
Promover um ambiente de trabalho inclusivo que ofereça igualdade de oportunidades;
POLÍTICA DE SUSTENTABILIDADE OBJETIVO Esta Política tem como objetivos: - Apresentar as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente as inovações
SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1)
SISTEMA DE APOIO À MODERNIZAÇÃO E CAPACITAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA CRITÉRIOS DE SELEÇÃO (PI 2.3 E 11.1) CA 9.03.2015 Versão Definitiva Consulta escrita Maio.2015 Página 1 de 13 TIPOLOGIAS DE INVESTIMENTOS
Campos do Jordão (São Paulo), Brazil
Campos do Jordão (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Frederico Guidoni Scaranello Nome do ponto focal: Wander Firmino
GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas
GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão
Delegação da União Europeia no Brasil
Delegação da União Europeia no Brasil A COOPERAÇÃO DA UNIÃO EUROPEIA NO BRASIL Maria Cristina Araujo von Holstein-Rathlou Gestora Operacional Setor de Cooperação Delegação da União Europeia no Brasil Projetos
São Caetano do Sul (São Paulo), Brazil
São Caetano do Sul (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Paulo Nunes Pinheiro (Prefeito
1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios:
1. Esta Política Institucional de Gestão de Continuidade de Negócios: a) é elaborada por proposta da área de gestão de continuidade de negócios da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE
POLÍTICAS DE GESTÃO PROCESSO DE SUSTENTABILIDADE 1) OBJETIVOS - Apresentar de forma transparente as diretrizes de sustentabilidade que permeiam a estratégia e a gestão; - Fomentar e apoiar internamente
Caçapava (São Paulo), Brazil
Caçapava (São Paulo), Brazil Relatório do progresso local sobre a implementação do Quadro de Ação de Hyogo (2013-2014) Prefeito: Henrique Lourivaldo Rinco de Oliveira Nome do ponto focal: José Carlos Marcondes
49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL
ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:
Pequenas e Médias Empresas no Chile. Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios
Pequenas e Médias Empresas no Chile Pequenos Negócios Conceito e Principais instituições de Apoio aos Pequenos Negócios A Lei nº 20.416 estabelece regras especiais para as Empresas de Menor Tamanho (EMT).
EDITAL ONU MULHERES 2011
EDITAL ONU MULHERES 2011 O Escritório Sub-Regional da ONU Mulheres para Brasil e países do Cone Sul (Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai) convida organizações da sociedade civil a apresentarem projetos
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras
Política de Sustentabilidade das empresas Eletrobras 1. DECLARAÇÃO Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável, das áreas onde atuamos e
Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos
Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Referência: An Introductory Overview of ITIL v2 Livros ITIL v2 Cenário de TI nas organizações Aumento da dependência da TI para alcance
Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES
Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza
Programa de Capacitação e Treinamento em Defesa Civil e Políticas de Segurança
PREFEITURA DUQUE DE CAXIAS Programa de Capacitação e Treinamento em Defesa Civil e Políticas de Segurança Uma Estratégia de Ação para Capacitar e Treinar Servidores, Líderes Comunitários e Voluntários
Sistema de Gestão da Qualidade
Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, [email protected] RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma
Monte Mor (São Paulo), Brazil
Monte Mor (São Paulo), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: THIAGO GIATTI ASSIS Nome do ponto focal:
Política Ambiental janeiro 2010
janeiro 2010 5 Objetivo Orientar o tratamento das questões ambientais nas empresas Eletrobras em consonância com os princípios da sustentabilidade. A Política Ambiental deve: estar em conformidade com
MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009
DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e
Curso Plano de Continuidade de Negócios
Curso Plano de Continuidade de Negócios Em um cenário mundial de alto risco e volatilidade, com uma interconexão e interdependência de todas as cadeias de suprimento, a segurança e continuidade dos negócios
ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL A PESSOAS IDOSAS
ESTABELECIMENTOS DE APOIO SOCIAL A PESSOAS IDOSAS PLANOS DE SEGURANÇA A sociedade é feita por todas as pessoas, em todas as idades NÚCLEO DE CERTIFICAÇÃO E FISCALIZAÇÃO ALEXANDRA SANTOS E MARIA ANDERSON
Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs?
QUATRO BARRAS 09/07/2007 Horário: das 13h às 17h30 Local: Atividade I Como podemos fortalecer o Núcleo na Região para garantir a continuidade dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio - ODMs? Grupo 01:
MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Junho, 2006 Anglo American Brasil
MANUAL PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Junho, 2006 Anglo American Brasil 1. Responsabilidade Social na Anglo American Brasil e objetivos deste Manual Já em 1917, o Sr. Ernest Oppenheimer, fundador
MMX - Controladas e Coligadas
POLITICA CORPORATIVA PC. 1.16.01 Política de Meio Ambiente Emissão: 02/10/06 1 Objetivo: Estabelecer diretrizes visando proteger os recursos naturais e o meio ambiente em todas das unidades operacionais.
Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992)
Declaração sobre meio ambiente e desenvolvimento (Rio de Janeiro, 1992) A Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e desenvolvimento, Tendo-se reunido no Rio de Janeiro, de 3 a 21 de junho de
MOC 10. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE ATIVIDADES - COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA
10. CRONOGRAMA DE EXECUÇÃO DE ATIVIDADES - COMUNIDADE NOSSA SENHORA APARECIDA EIXO Macroação ATIVIDADES Compor a equipe técnica com experiências no trabalho de desenvolvimento de comunidade. Identificar
PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR....o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff
PLANO DE GOVERNO 2015-2018 EXPEDITO JÚNIOR...o futuro pode ser melhorado por uma intervenção ativa no presente. Russel Ackoff Julho/2014 0 APRESENTAÇÃO Se fôssemos traduzir o Plano de Governo 2015-2018
Síntese do Plano de Promoção de Convivência Multicultural da Província de Shiga (Edição revisada) <Proposta>
ポルトガル 語 Síntese do Plano de Promoção de Convivência Multicultural da Província de Shiga (Edição revisada) Da revisão do plano 1.Contexto e objetivos Tendo como base o ápice do ano de 2008, quando
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020
Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento
Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira. Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro
Estratégias para evitar o desmatamento na Amazônia brasileira Antônio Carlos Hummel Diretor Geral Serviço Florestal Brasileiro Perfil - 2-1. Fatos sobre Brasil 2. Contexto Florestal 3. Estratégias para
Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Brazil
Rio de Janeiro (Rio de Janeiro), Brazil Relatório de progresso local na implantação dos Dez Passos Essenciais para Construção de Cidades Resilientes (2013-2014) Prefeito: Eduardo da Costa Paes Nome do
Padrão de Príncipes, Critérios e Indicadores para Florestas Modelo. Rede Ibero-Americana de Florestas Modelo 2012
Meta superior (RIABM 2011): A Floresta Modelo é um processo em que grupos que representam uma diversidade de atores trabalham juntos para uma visão comum de desenvolvimento sustentável em um território
Desafio 100 Cidades Resilientes
Desafio 100 Cidades Resilientes Inscreva-se até 24 de novembro de 2015 www.100resilientcities.org/challenge O Desafio 100 Cidades Resilientes quer identificar 100 cidades que estejam preparadas para construir
1. Esta Política institucional de gestão de continuidade de negócios:
1. Esta Política institucional de gestão de continuidade de negócios: a) é elaborada por proposta da área de gestão de continuidade de negócios da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob Sicoob
RELATÓRIO DA 5ª CONFERÊNCIA ETAPA MUNICIPAL APARECIDA DE GOIÂNIA-GO 24 E 25 DE MAIO DE 2013
RELATÓRIO DA 5ª CONFERÊNCIA ETAPA MUNICIPAL 1. Dados Iniciais Estado: Goiás Município: Aparecida de Goiânia APARECIDA DE GOIÂNIA-GO 24 E 25 DE MAIO DE 2013 2. Dados da pessoa responsável pelo preenchimento
5.1 Nome da iniciativa ou Projeto. Academia Popular da Pessoa idosa. 5.2 Caracterização da Situação Anterior
5.1 Nome da iniciativa ou Projeto Academia Popular da Pessoa idosa 5.2 Caracterização da Situação Anterior O envelhecimento é uma realidade da maioria das sociedades. No Brasil, estima-se que exista, atualmente,
Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015. CAROLINA DUBEUX [email protected].
Reflexões sobre o Quinto relatório de avaliação do IPCC constatações e complexidades Natal outubro 2015 CAROLINA DUBEUX [email protected] A mudança do clima e a economia Fonte: Adaptado de Margulis
Política Ambiental das Empresas Eletrobras
Política Ambiental das Empresas Eletrobras Versão 2.0 16/05/2013 Sumário 1 Objetivo... 3 2 Princípios... 3 3 Diretrizes... 3 3.1 Diretrizes Gerais... 3 3.1.1 Articulação Interna... 3 3.1.2 Articulação
COMISSAO DISTRITAL DE GESTAO DE RISCO DE CALAMIDADES (CD-GRC)
COMISSAO DISTRITAL DE GESTAO DE RISCO DE CALAMIDADES (CD-GRC) Conceito CD-GRC... Estrutura permanente Integração e coordenação Aplica metodologías participativas Obrigatoria ...Conceito CD-GRC Executa
