Segregação e Manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde
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- João Henrique da Costa Carrilho
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1 GERENCIAMENTO DE RISCO AMBIENTAL Segregação e Manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde Enfermeira Michele Metz
2 Gerenciamento de Risco Usuário Trabalhador Meio Ambiente
3 Analisando os Riscos!
4 O que é o risco? Risco é uma ou mais condições de uma variável com potencial necessário para causar danos. Esses danos podem ser entendidos como lesões a pessoas, danos a equipamentos e instalações, danos ao meio ambiente, perda de material ou processo, ou redução da capacidade de produção ANVISA, 1995
5 Risco para a saúde: -probabilidade da ocorrência de efeitos adversos à saúde, decorrentes da exposição humana a agentes. Risco para o meio ambiente: -probabilidade da ocorrência de efeitos adversos ao meio ambiente, decorrentes da ação de agentes físicos, químicos ou biológicos, causadores de condições ambientais potencialmente perigosas que favoreçam a persistência, disseminação e/ou modificação desses agentes no ambiente.
6 Tipos de Riscos nos ambientes de saúde BIOLÓGICOS -Risco decorrente da presença de um Agente Biológico (bactérias, fungos, vírus,clamídias, riquétsias, príons, toxinas) -Contaminação por hepatite B ou vírus HIV QUÍMICOS -Características de corrosividade, inflamabilidade, reatividade, toxicidade -Incêndio RADIOLÓGICOS - Radiações Ionizantes -Raio X FÍSICOS - Materiais perfurocortantes (vidros, agulhas, navalhas) - Choque elétrico
7 Objetivos de uma adequada Gestão de Resíduos: Proteger a saúde humana Proteger a qualidade ambiental Preservar recursos naturais Incentivar produção mais limpa Efeitos indesejados para o meio ambiente: Contaminação dos recursos hídricos, do solo, do ar, da BIOTA.
8 Algumas curiosidades... Mais antigo aterro sanitáriodescoberto: ilha de Creta -mar mediterrâneo 3000 AC. Fundição de metal: aumento de resíduos e a descoberta da reciclagemcom este material.
9 Um pouco da História Lixo: um espelho real da sociedade Vocêjáparou pra se perguntar como esse problema começou? Desde quando ele existe no nosso planeta? Para ter a resposta para essas e outras perguntas e necessário viajar no tempo e conhecer a verdadeira história do lixo...
10 Europa Medieval (séc V e XV): Diversas pragasprovocadas pelo incorreto manejo de resíduos. Contaminação de águas Acúmulo de lixo no solo e rios Resíduos eram jogados para fora das janelas das casas idade média
11 Coração Valente final séc XIII Joana d Arc 1412 França
12 Lixo x peste negra na idademédia Antiguidade Idade Média (Medieval) Idade Moderna
13 Mobilidade das famílias - lixo quase inexistente A medida que o tempo foi passando, a sociedade evoluindo e habitando moradias fixas a situação se inverteu e......o que era inofensivo aos poucos foi se transformando em um grande transtorno.
14 O problema se agravou na idade Media... Europa -crescimento desordenado de pessoas, que considerava a higiene algo insignificante tendo o banho, por exemplo, como algo prejudicial se tomado em excesso sendo utilizado somente em ocasiões especiais, cerca de duas ou três vezes ao ano. Juntamente com a falta de higiene pessoal... o lixo se multiplicava e sem nenhum tipo de tratamento eram expostos as ruas insetos e animais possibilitaram o surgimento de diversas doenças e epidemias: peste bubônica ou PESTE NEGRA
15 Baixas condições higiênicas -rápida proliferação de ratos contaminados que chegavam na Europa através dos navios vindos do ocidente......os ratos portavam com eles o transmissor da pior epidemia já ocorrida na Europa, a pulga hospedeira... Bastava a pulga entrar em contato com o humano para a doença se manifestar......levando cerca de 1/3 da população Européia a MORTE!
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18 Somente 1842 (Inglaterra) conhecimento do vínculo entre o aparecimento de certas doenças e as péssimas condições de saneamento das cidades.
19 O CENÁRIO hoje... Atualmente, cerca de um quarto de todas as doenças e mortes que ocorrem no mundo pode ser atribuído ao que a Organização Mundial da Saúde (OMS) define, em termos gerais, como fatores ambientais: Organização Mundial da Saúde - OMS, água imprópria para consumo - saneamento e higiene deficientes - poluição do ar em espaços abertos e fechados - riscos ocupacionais - acidentes industriais - acidentes automobilísticos - mudança climática - más práticas de uso do solo e de gestão dos recursos naturais.
20 Lixo... ele sóse torna um problema quando não étratado da forma correta...
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22 Hierarquia dos resíduos 1º Reduzir 2º Reutilizar 3º Reciclar É um conceito da Gestão dos Resíduos Sólidos prevenir reduzir reutilizar reciclar
23 GESTÃO DOS RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
24 1. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Legislação RDC ANVISA n 306, de 07/12/2004: - dispõe sobre o Regulamento Técnico para o gerenciamento dos RSS - determina que os Resíduos Serviços de Saúde sejam separados, acondicionados e coletados de acordo com sua classificação. Resolução CONAMA n 358, de 29/04/2005: - dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.
25 2. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Classificação GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO GRUPO RESÍDUOS RESÍDUOS QUÍMICOS REJEITOS RESÍDUOS COMUNS PERFUROCORTANTES POTENCIALMENTE RADIATIVOS E MATERIAIS INFECTANTES RECICLÁVEIS RDC 306 Anvisa Res. CONAMA 358
26 3. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Distribuição Grupo D 75% a 85% = resíduo domiciliar Grupo A e E 5% a 25% Resíduo infectante ou biológico Grupo B e C Cerca de 3% Resíduo químico e radioativo Agenda Global Hospitais Verdes e Saudáveis. Uma agenda abrangente de saúde ambiental para hospitais e sistemas de saúde em todo o mundo.
27 Grupo A A1 A2 A3 A4 A5
28 Grupo A1 Resíduos com a possível presença de agentes biológicos que, por suas características de maior virulência ou concentração, podem apresentar risco de infecção. suspeita ou certeza de contaminação biológica por agentes classe de risco 4
29 Riscos Biológicos: Classe 1 - onde se classificam os agentes que não apresentam riscos para o manipulador, nem para a comunidade (ex.: E. coli, B. subtilis); Classes 2 - apresentam risco moderado para o manipulador e fraco para a comunidade e há sempre um tratamento preventivo (ex.: bactérias - Clostridium tetani, Klebsiella pneumoniae, Staphylococcus aureus; vírus - EBV, herpes; fungos - Candida albicans; parasitas - Plasmodium, Schistosoma); Classe 3 - são os agentes que apresentam risco grave para o manipulador e moderado para a comunidade, sendo que as lesões ou sinais clínicos são graves e nem sempre há tratamento (ex.: bactérias - Bacillus anthracis, Brucella, Chlamydia psittaci, Mycobacterium tuberculosis; vírus - hepatites B e C, HTLV 1 e 2, HIV, febre amarela, dengue; fungos - Blastomyces dermatiolis, Histoplasma; parasitos - Echinococcus, Leishmania, Toxoplasma gondii, Trypanosoma cruzi); Classe 4 - os agentes desta classe apresentam risco grave para o manipulador e para a comunidade, não existe tratamento e os riscos em caso de propagação são bastante graves (ex.: vírus de febres hemorrágicas).
30 Grupo A2 Carcaças, peças anatômicas, vísceras e outros resíduos provenientes de animais suspeitos de serem portadores de microrganismos de relevância epidemiológica e com risco de disseminação.
31 Grupo A3 Peças anatômicas do ser humano: produto de fecundação sem sinais vitais, com peso < 500g ou estatura < 25 cm ou IG < 20 semanas, que não tenham valor científico ou legal e não tenha havido requisição pelo paciente ou familiares.
32 Grupo A4 kits de linhas arteriais, endovenosas e dialisadores; filtros de ar e gases aspirados de área contaminada; membrana filtrante de equipamento, entre outros similares; sobras de amostras de laboratório e seus recipientes contendo fezes, urina e secreções, provenientes de pacientes que não contenham e nem sejam suspeitos de conter agentes Classe de Risco 4 ou tenham suspeita de contaminação com príons; recipientes e materiais resultantes do processo de assistência à saúde, que não contenha sangue ou líquidos corpóreos na forma livre; peças anatômicas (órgãos e tecidos) e outros resíduos provenientes de procedimentos cirúrgicos ou de estudos; bolsas transfusionais vazias ou com volume residual póstransfusão; resíduos de tecido adiposo: cirurgia plástica.
33 Grupo A5 Todos os materiais com suspeita ou certeza de contaminação com príons. Partículas compostas por proteínas normais do organismo, que quando modificadas tornam-se patogênicas. Mutadas leva à morte de neurônios causando doenças degenerativas do SNC. Encefalopatia Espongiforme Bovina (EEB) Kuru Doença de Creutzfeldt-Jakob VARIANTES
34 Grupo B Resíduos contendo substâncias químicas que podem apresentar risco à saúde pública ou ao meio ambiente, dependendo de suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade e toxicidade.
35 Grupo C Quaisquer materiais resultantes de atividades humanas que contenham radionuclídeos em quantidades superiores aos limites de eliminação especificados nas normas da Comissão Nacional de Energia Nuclear-CNEN.
36 Grupo D Resíduos que não apresentem risco biológico, químico ou radiológico à saúde ou ao meio ambiente, podendo ser equiparados aos resíduos domiciliares.
37 Grupo E Materiais perfurocortantes ou escarificantes: lâminas de barbear, agulhas, escalpes, ampolas de vidro, brocas, limas endodônticas, pontas diamantadas, lâminas de bisturi, lancetas; tubos capilares; micropipetas; lâminas e lamínulas; espátulas; e todos os utensílios de vidro quebrados no laboratório
38 ANVISA 2011
39 4. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Descarte Grupo A1 Tratamento Prévio Local Saco Branco Identificados necessidade de tto + risco infectante + local geração Subst. 2/3 capac. ou cada 24h Grupo A3 Encaminhados para sistema de tratamento Saco Branco duplo Identificados peças anatômicas + risco infectante + local geração Subst. 2/3 capac. ou cada 24h Grupo A4 Não necessita tratamento prévio Saco Branco símbolo risco infectante Subst. 2/3 capac. ou cada 24h Grupo B Acondicionados conforme a compatibilidade 1 Saco laranja 2 Bombonas: Químico líquido Químico sólido Identificados e separados de acordo com periculosidade Não esperar encher, trocar antes do transbordo. Frascos fechados. Grupo D Regras do DMLU Legislação urbana Saco Verde Saco Preto Saco padrão, somente cor obrigatória Coleta pela Prefeitura de POA Grupo E Fechamento pelo gerador do resíduo e recolhimento pela Higienização Caixa rígida Uso de símbolo infectante Subst. 2/3 capac. ou 5cm do bocal
40 5. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Identificação É obrigatória! RDC 306 Res. 358
41 Gerenciamento de Risco GHC Adesivo do Grupo A
42 Adesivo do Grupo B Resíduos químicos / tóxicos
43 Adesivo do Grupo B Resíduos quimioterápicos Gerenciamento de Risco GHC
44 Adesivo do Grupo D RESÍDUO COMUM Gerenciamento de Risco GHC
45 Adesivo do Grupo D RESÍDUO RECICLÁVEL Gerenciamento de Risco GHC
46 Adesivos do Grupo E Gerenciamento de Risco GHC
47 6. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE EPIs Fonte: PGRSS Hematologia e Hemoterapia 2012
48 7. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Adequação Na altura dos olhos NR 32 e RDC 306 Identificada, com saco da cor correta, com tampa e pedal
49 Inadequações encontradas no GHC:
50 8. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Atividades do GR Ambiental
51 8. RESÍDUOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE Atividades do GR Ambiental Recomendações e orientações Treinamentos gerais e específicos
52 (Teresina, PI) OBRIGADA! Transformando nossos hábitos, transformamos nosso mundo. Gerenciamento de Risco Enf. Michele Tel:
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