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- Fábio Vieira Lisboa
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3 Soja Maio Plano estratégico Na batalha travada a cada safra pelos produtores de soja contra a ferrugem asiática e outras doenças que afetam a cultura, contar com tecnologia, previsibilidade, monitoramento e correto posicionamento das aplicações de fungicidas é fundamental para alcançar bons resultados no manejo integrado desses patógenos limitadores de produtividade Bayer CropScience A ferrugem asiática continua sendo a doença foliar mais importante na cultura da soja. Mas doenças como as de final de ciclo (DFC), mancha alvo, antracnose, oídio e mela passaram a ser responsáveis por perdas importantes e que oscilam entre 5% e 15%. Nas últimas safras foi possível visualizar uma regionalização de algumas doenças. A mancha alvo ocorria em alguns locais do Mato Grosso e a antracnose, principalmente em regiões do norte do Mato Grosso, Vale do Araguaia e algumas áreas de Goiás. O oídio sempre foi identificado como uma doença das regiões altas do Sul do Brasil. Na safra 2014/2015 foi observada uma incidência destas doenças, mesmo que em severidades variáveis, em praticamente todas as regiões do Brasil.
4 04 Maio 2015 Soja Figura 1 - Locais onde foram instalados os experimentos do projeto De Primeira, Sem Dúvida - FOX epidemias. Como normalmente são patógenos com baixa taxa de progresso, a percepção de sua importância somente é definida nos estádios mais avançados e após o florescimento. No caso de oídio e ferrugem, como a reposição de inóculo ocorre durante todo o ciclo da planta e de forma crescente à medida que a safra avança, programas de controle químico têm Fotos Bayer CropScience Este novo quadro de distribuição pode estar associado às condições climáticas específicas desta safra, à presença de inóculo e, sobretudo, a níveis de suscetibilidade varietal que permitiram o aparecimento das doenças em locais onde não eram comumente encontradas. Esta alteração pode ser atestada pela comparação da importância relativa ao período entre 2000 e 2010 (Tabela 1) e o cenário atual. Mesmo com o ganho genético para produtividade e o incremento nas estratégias de controle, as medias brasileiras têm oscilado ao redor de três toneladas por hectare. A importância da ferrugem da soja segue destacada nesta safra, sendo responsável por danos que podem ter atingido 30%, em algumas regiões ou situações de manejo, mas o complexo de manchas certamente teve sua importância aumentada, podendo ter sido responsável por um dano de até 15%. Manejo das doenças O manejo das doenças na cultura da soja pode ser estruturado em função do inóculo disponível para infecção ou as estratégias de controle com base na taxa de progresso. No primeiro caso podem ser consideradas aquelas doenças cujo inóculo origina-se do solo ou da semente, ou em relação à ferrugem e ao oídio, cujo inóculo migra de regiões distantes. Este grupo apresenta uma janela de infecção que começa na emergência e tende a se prolongar por todo o ciclo da soja. No caso das manchas, causadas por organismos saprofíticos, o inóculo se origina da semente ou dos resíduos de lavoura. Ambas as fontes são altamente eficazes na transferência de inóculo e permitem que a doença se instale ainda nos primeiros estádios do período vegetativo da soja. Produtos utilizados no tratamento de sementes podem resultar em controle efetivo, mas em virtude do complexo de patógenos que podem estar estabelecidos, um percentual significativo de inóculo pode satisfatoriamente dar início às
5 Soja Maio sido utilizados. Recentemente, cultivares com mecanismos quantitativos de resistência têm sido observadas a campo associadas a progressões de ferrugem mais lentas e demandando programas de controle químico menos intenso. Entretanto, a área semeada destas cultivares ainda é limitada e o seu impacto em termos de eficácia de controle e rentabilidade da lavoura ainda não é sentido de forma consistente. Atualmente, o combate à ferrugem asiática da soja se dá pelo controle químico com o uso de fungicidas (Del Ponte e Esker, 2008), sendo a aplicação baseada em estádios fenológicos da cultura. Quando as pulverizações baseadas em calendário ou intervalos fixos regulares são substituídas por aplicações baseadas em sistemas de previsão, menos aplicações são necessárias, o que gera ganhos para o produtor por poupar tempo e dinheiro, além de ganhos para o ambiente porque apenas o número certo de pulverizações é aplicado (Gillespie et al, 2008). Andrade e Andrade (2002) observaram que um atraso de 14 dias na aplicação do fungicida para controle de ferrugem asiática, após a detecção da doença, foi suficiente para aumentar
6 significativamente a desfolha em relação às parcelas submetidas ao tratamento fungicida efetuado no aparecimento da doença. FUNDAMENTOS E IMPORTÂNCIA RELATIVA DE CADA APLICAÇÃO Dentre as doenças que atacam a soja, a ferrugem (Phakopsora pachyrhizi) é uma das que mais têm preocupado os produtores de soja. Seu principal dano é a desfolha precoce, impedindo a completa formação dos grãos, com consequente redução da produtividade. O nível de dano que a doença pode ocasionar depende do momento em que incide na cultura e das condições climáticas favoráveis à sua multiplicação (CI Soja, 2013). Segundo Godoy et al (2005), atualmente a utilização de fungicidas permite efetivo controle da ferrugem na soja, embora sob determinadas circunstâncias sua eficácia possa ser comprometida devido aos altos custos de produção. Este controle, na maioria das vezes, é feito de forma calendarizada, sem levar em conta os fatores de risco (Godoy et al, 2009). Essa prática pode resultar tanto em aplicações desnecessárias como em pulverizações atrasadas, diminuindo a eficiência do controle ou acarretando impactos 06 Maio 2015 Soja Figura 2a - Site do projeto De Primeira, Sem Dúvida - FOX, onde ficam evidenciadas a recomendação de acordo com o aplicativo, a imagem produzida pelas câmeras instaladas em cada um dos locais e a ficha técnica indicando o manejo utilizado ambientais elevados. Segundo Levy (2005), o momento da primeira aplicação é um dos fatores mais importantes para o sucesso do controle desta doença. Caso as aplicações sejam realizadas quando a doença já tenha níveis elevados, isso pode resultar em perdas significativas de produtividade e rentabilidade. Tsukahara et al (2008) rela- tam que com a determinação das condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento da ferrugem da soja, considerando as cultivares utilizadas no Brasil e as épocas de semeadura, pode-se ter subsídios importantes para a tomada de decisão referente ao momento ideal para se fazer o controle químico. Para otimizar o uso de fungicidas e estabelecer programas de controle, pode-se fazer uso de modelos de previsão de risco de ocorrência da doença. Com base nas variáveis ambientais, os sistemas de previsão de doença têm como princípio correlacionar os dados climáticos com a interação patógeno- -hospedeiro e assim descrever a possível chance de ocorrência da doença. Para a construção desses modelos é preciso conhecer qual o comportamento do patógeno sobre o hospedeiro em uma dada condição de uma localidade (Lima, 2009). INOVAÇÕES NO CONTROLE DA FERRUGEM Atualmente, três questões são fundamentais para a tomada Figura 2b - Site do projeto De Primeira, Sem Dúvida - FOX, onde ficam evidenciados os resultados obtidos nos locais colhidos e sua distribuição no Brasil Figura 4 - População de Máxima Eficiência Técnica (MET), para o híbrido BG 7318YH, média de seis locais na região Sul do Brasil,
7 Soja Maio de decisão do produtor para o controle químico das doenças na cultura da soja: quando realizar a primeira aplicação, qual o intervalo entre as aplicações e qual o momento para encerrar as aplicações. Primeira aplicação A definição da primeira aplicação é fundamental para que o nível de inóculo se mantenha muito baixo e não apresente reflexos importantes na taxa de progresso. Entretanto, são tantas as variáveis que normalmente o produtor utiliza o estádio fenológico como a referência de controle. Reis et al, (2007), em estudo para avaliar o controle químico da ferrugem asiática da soja, concluiu que o controle químico, com base no estádio fenológico da cultura, não é um indicativo de controle eficiente, devido ao patógeno estabelecer-se em qualquer estádio da planta durante o ciclo vegetativo. A ocorrência de infecção nos estádios iniciais da soja sob condições climáticas favoráveis para o desenvolvimento do patógeno pode determinar a necessidade de controle antecipado ou não. Corroborando estes resultados, Godoy e Henning (2008), em estudos para avaliar a aplicação foliar de fungicidas na soja com diferentes épocas de semeadura, observaram incidência inicial de ferrugem em diferentes estádios fenológicos da cultura e, considerando esta variação, juntamente com a influência das condições climáticas, concluíram que não é justificável a adoção de um modelo único para manejo desta doença, baseado em calendários de aplicação. Bayer CropScience elevadas de progresso é baixa. Contudo, à medida que os estádios de maturação avançam, os patógenos encontram condições favoráveis para uma progressão mais rápida e exigem que as aplicações de fungicidas sejam mais frequentes. Diversos fatores podem interferir no residual de um fungicida, destacando-se posição da folha, idade dos tecidos, quantidade de doença estabelecida, quantidade de gotas de calda depositadas nas folhas, condições gerais envolvendo a tecnologia da aplicação, características intrínsecas do fungicida. Tabela 1 - Dano das doenças da soja no período de 2000 a 2010 Doença Antracnose Mancha parda Mancha parda Mancha olho de rã Oídio Mancha por cercospora Ferrugem Ton Dano (%) 0,24 0,38 0,04 0,04 0,05 0,80 5,24 Tabela 2 - Resultados obtidos nos locais de condução do projeto De Primeira, Sem Dúvida - FOX Local Cafelândia Rio Verde Campo Novo do Parecis Itaara Planaltina Paulínia Manejo Correto Atrasado 86,12 80,43 84,88 80,14 69,30 69,70 66,01 64,18 75,41 73,04 52,10 46,60 Diferença 7,08% 5,91% -0,57% 2,85% 3,24% 11,80% Momento para encerrar as aplicações As aplicações devem se encerrar no momento em que a probabilidade de infecção não comprometer a produtividade da cultura. A partir do estádio R6, o dano devido à infecção pelas doenças torna-se inexpressível. De qualquer modo, a severidade das doenças durante os estádios R5 e R6 está vinculada diretamente com a estratégia de controle empregada durante todo o ciclo da cultura. Deve ficar claro que o controle eficaz de doenças está diretamente associado ao manejo do inóculo inicial e a todas as estratégias que possam ser utilizadas de forma a diminuir a taxa de progresso das doenças. PREVISÃO DA FERRUGEM: ALGORITMO MATEMÁTICO Uma forma de se ter um melhor aproveitamento do controle químico ocorre por meio do uso de sistemas de previsão de risco de ocorrência de uma certa doença. Sistemas de alerta são elementos- Intervalo entre aplicações O intervalo entre aplicações deve levar em consideração as condições climáticas envolvendo a progressão das doenças, bem como o estádio de crescimento da cultura. Normalmente, na fase vegetativa, a possibilidade das doenças apresentarem taxas Folha de soja com a presença de sintomas da ferrugem asiática
8 08 Maio 2015 Soja -chave no manejo integrado de doenças por reunir esforços para otimizar o uso de defensivos agrícolas. Em alguns casos, estes sistemas podem contribuir para o aumento da rentabilidade do produtor por meio também da otimização dos investimentos feitos em insumos (Gleason et al, 2008). O desenvolvimento de modelos matemáticos que indiquem o momento aproximado para o controle eficaz da ferrugem da soja pode racionalizar os programas de controle químico, além de aumentar sua eficácia. Segundo Godoy et al, (2009), a utilização de monitoramento da doença para tomada de decisão para o início das aplicações é importante para o correto manejo desta doença. Segundo Reis et al, (2004), os modelos de previsão estão fundamentados na interação patógeno, hospedeiro e ambiente, mas poucos modelos se baseiam no monitoramento do aparecimento do inóculo por serem de difícil mensuração. A maioria dos sistemas se baseia nas condições climáticas necessárias para infecção e multiplicação do inóculo. As variáveis de umidade envolvidas são umidade relativa, a duração do período de molhamento foliar ou precipitação (Gillespie et al, 2008; Gleason et al, 2008). Del Ponte et al (2006), em estudo para avaliar a ocorrência e severidade de ferrugem em 21 locais, distribuídos por nove estados brasileiros nas safras 2002/03 e 2004/05, relata que nos locais onde a severidade de ferrugem foi maior que 70%, as chuvas durante o período de um mês, após a detecção da doença, variaram entre 250mm e 450mm distribuídos em 14 a 24 dias. Já onde a severidade foi menor que 30%, a precipitação variou entre 20mm e 125mm distribuídos em cinco dias a dez dias de chuva durante o período de um mês. Também nos locais de maior severidade foram observadas maiores temperaturas. As análises de correlação realizadas neste estudo indicaram que a precipitação foi mais fortemente correlacionada com a doença que as variáveis de temperatura. Del Ponte e Esker (2008), em estudo abordando fatores meteorológicos e epidemias de ferrugem asiática, relatam que no Brasil os sistemas de previsão de ocorrência de ferrugem asiática são limitados a alertas locais específicos, relacionando temperatura e molhamento foliar a um sistema nacional que monitora a primeira Bayer CropScience A mancha alvo tem apresentado alta incidência em áreas de cultivo do Mato Grosso
9 Soja Maio Projeto De Primeira, Sem Dúvida - Fox projeto De Primeira, Sem Dúvida, da O Bayer CropScience, foi desenvolvido na safra 2014/2015. Consistiu na estruturação de áreas com a cultura da soja e naturalmente infectadas pelo patógeno. Foi realizada a captação de imagens para fins de acompanhamento da evolução da cultura, da doença, das aplicações do produto Fox e de recomendações. O monitoramento ocorreu em seis locais do Brasil (Figura 1) e foi transmitido ao vivo, 24 horas por dia, via Internet (www. semduvidadeprimeira.com.br). Foram envolvidos no projeto os pesquisadores Luis Carregal (Rio Verde, Goiás), Nedio Tormen (Planaltina, Distrito Federal), Ricardo Balardin (Itaara, Rio Grande do Sul), Silvania Furlan (Paulínia, São Paulo), Tiago Madalosso (Cafelândia, Paraná) e Valtemir Carlin (Campo Novo do Parecis, Mato Grosso). Estes profissionais foram responsáveis por recomendações, determinação dos momentos de aplicação e gerenciamento dos experimentos em cada um dos locais. Deste modo, foi possível obter pareceres locais com repercussão regional com benefícios diretos aos produtores cadastrados em um site (Figura 2a e 2b) e um aplicativo. Por meio do acompanhamento de imagens foi realizado o monitoramento das aplicações do fungicida Fox, da Bayer CropScience, para o controle de ferrugem-asiática da soja, mancha alvo, antracnose, DFC e oídio. Objetivos do projeto Definir o melhor momento para aplicação de fungicidas; Analisar os experimentos considerando variáveis reais medidas em tempo real; A partir da primeira aplicação, indicar os melhores momentos para as aplicações subsequentes de fungicidas ligados ao Programa Bayer de Controle. Neste caso, foram implantadas uma parcela com o programa correto e uma parcela com um atraso de sete dias na implantação do programa; Relatos semanais por parte dos pesquisadores envolvidos no projeto, justificando o manejo utilizado, bem como fornecendo um panorama detalhado sobre o progresso da ferrugem em cada um dos locais. Uma das ferramentas do projeto é um algoritmo cuja finalidade reside em prever o nível de risco quando da tomada de decisão para a aplicação de Fox. Com o desenvolvimento deste algoritmo, a Bayer CropScience consegue fornecer ao produtor uma ferramenta para ajudar na tomada de decisão das aplicações. O algoritmo em desenvolvimento é baseado em precipitação acumulada, temperatura mínima, épocas de semeadura, estádio fenológico da cultura e local, sendo atribuídos níveis de importância para cada variável. Para as próximas safras de soja o projeto deve contar com quatro novos locais. Com esta iniciativa, a empresa pretende aumentar sua área de abrangência, permitindo que mais profissionais participem do projeto e que suas recomendações mais apropriadas alcancem um maior número de produtores. A essência do projeto De Primeira, Sem Dúvida - Fox, que é orientar a aplicação de fungicidas, será estendida nos estados do Sul, em Itaara e Passo Fundo, por meio do acompanhamento de áreas de trigo. ocorrência de ferrugem em alguns municípios, o Consórcio Antiferrugem, no qual instituições ou órgãos de pesquisa fornecem os dados. Em nível de campo existe um conjunto vasto e complexo de fatores que influenciam o início de uma epidemia de ferrugem. Usando algumas variáveis que captam a maior parte da variabilidade da severidade da doença, foi diminuída consideravelmente a probabilidade de erros, melhorando a informação quantitativa de risco com a simples entrada de modelos empíricos (Del Ponte et al, 2006). RESULTADOS Trabalhos conduzidos em campo, parte do projeto De Primeira, Sem Dúvida - Fox, demonstraram que em locais onde a doença encontrou condições para sua evolução, na comparação entre os programas de controle aplicados no momento em que as condições locais indicavam como corretos e os programas de controle aplicados com sete dias de atraso, resultaram em diferenças que variaram entre -0,57% e 11,80% (Tabela 2). Neste caso, a comparação ocorreu entre programas de controle iguais, nos quais apenas o atraso de sete dias acarretou a diferença no rendimento. Este dado, importante do ponto de vista do manejo do controle, também indica quão importante é a manutenção de intervalos corretos entre aplicações. Em outros projetos foi observado que, sob diversas condições de aplicação, comparação similar dos mesmos programas de controle utilizados
10 10 Maio 2015 Soja Bayer CropScience no projeto De Primeira, Sem Dúvida - Fox da Bayer CropScience, a variação entre os programas foi de mais de 15%. Um dos aspectos fundamentais no manejo das doenças foliares da cultura da soja consiste no correto posicionamento da primeira aplicação, que deve ser preventivo e seguido de uma sequência de aplicações que, orientadas por critérios técnicos, sejam executadas de forma a possibilitar controle eficaz das doenças, mas evitando a aplicação excessiva de fungicidas. C Ricardo Balardin, UFSM/CCR/DFS Everson Zin, Bayer CropScience Encarte Técnico: Soja Circula encartado na revista Cultivar Grandes Culturas nº 192 Maio 2015 Capa - Bayer CropScience Reimpressões podem ser solicitadas através do telefone: (53)
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