Calculando resistor limitador para LED.
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- Marco Viveiros Sampaio
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1 Calculando resistor limitador para LED. Texto Adaptado de: Acesso em: 01/03/2011 Aviso: Leia este texto completamente, não pule partes, pois explico o básico do básico para você não sair torrando leds a toa, e afinal não custa nada aprender um pouco mais. Atenção: Se você quer usar leds em 127 ou 220V, tenha todo o cuidado se não tiver intimidade com eletricidade, afinal não quero ser o culpado se você levar um choque. E principalmente, CUIDADO... eletricidade pode matar! O texto foi originado da pergunta: Como ligar um LED em 127 ou 220Vac (note bem: Corrente Alternada)? Ou simplificando mais ainda, na tomada... Como calcular o valor do resistor limitador? Primeiro precisamos definir direitinho as coisas. Na tomada de uma parede temos Corrente Alternada, ou seja uma tensão que alterna a sua polaridade ( ) em 60 vezes por segundo. É por isso que todo e qualquer aparelho elétrico você vai ver em sua plaqueta identificadora marcado: 60Hz. Note bem, no Brasil o sistema elétrico é padronizado em 60Hz. Na nossa vizinha Argentina eles usam 50Hz. Cito isto apenas pra lembrar que sempre irei citar 60Hz por aqui, que é o nosso caso. E os Leds trabalham com Corrente Continua, ou seja uma tensão que não troca de polaridade durante o tempo, mas quem gera corrente continua? Pilhas e baterias, entre outras coisas que não convém ao caso agora. Calcular o resistor limitador é uma dúvida muito simples mas que assombra muita gente por ai. Vou ser Prático e direto, sem muita embolação. Tudo o que precisamos saber são duas fórmulas básicas da Lei de Ohm. R = V I e W = V I E qual a tensão e corrente do LED (ou associação de LEDs) que será utilizado e a tensão que irá alimentar o LED ou conjunto deles. Vamos supor um único LED branco, e uma tensão de 127Vcc (note bem: Corrente Continua! para usar o led em Corrente Alternada, leia este texto todo, eu explico mais no final como fazer isso). O LED Branco que iremos usar nos cálculos, como exemplo, precisa de 2.78V a 10mA para funcionar. Partindo disso então, a primeira coisa a fazer é descobrir quanto volts precisamos "jogar fora".
2 = 124.2V Logo precisamos dissipar 124.2V, sob uma corrente de 10mA. Substituindo os valores na primeira fórmula (R=V/I), iremos descobrir o valor do resistor necessário para absorver esses 124.2V: = Ou 12K aproximando para um valor comercial que vamos encontrar no balcão das lojas. Agora que sabemos o valor do resistor, precisamos saber qual a potencia dissipada a fim de calcular a potencia do resistor utilizado. Para isso utilizaremos a segunda fórmula (W=V*I): = 1.24 W No caso, por segurança utilizaremos um resistor com o 1,5 ou 2 vezes a potencia necessária, um resistor de 2W atende perfeitamente. Logo o circuito fica como abaixo: Isto foi para um único LED, mas e para uma associação? Simples, se for ligar os LEDs em série, multiplique a tensão de um único LED pela quantidade usada, ex. 15 LEDs brancos: = 41.7V Quando colocamos os LEDs em série a corrente circulante se mantêm no valor de um único LED, no caso 10mA. Se fossem em paralelo seria o inverso, a tensão se manteria nos 2.78V mas corrente seria multiplicada por 15, sendo 150mA. Com isso percebe-se que cada arranjo tem suas vantagens e desvantagens. Em Série: Corrente mantida em níveis baixos; Potência dissipada no resistor limitador será baixa; Queimando um LED o conjunto todo apaga;
3 Tensão de alimentação mais elevada. Em Paralelo: Corrente será alta; Potência dissipada no resistor limitador será ALTA; Queimando um LED, os demais permanecem acessos (mas utilizando corrente em excesso); Tensão de alimentação mais baixa. Cabe avaliar qual perfil se encaixa melhor. Para alimentar um grupo de LEDs com uma bateria de 12V por exemplo, o mais recomendável seria em paralelo. Mas pode-se utilizar um arranjo misto de série/paralelo, por exemplo colocando Os LEDs em série de 2 em 2 e depois tudo em paralelo. Mas o circuito acima tem um porém. O LED precisa de Corrente Contínua para funcionar e não pode ser ligado em Corrente Alternada. Um LED suporta muito pouca tensão reversa em sua junção, essa tensão situa-se por volta de 4 ou 5V, portanto há risco de se queimar um LED ligandoo invertido com uma tensão acima deste patamar. E como a Corrente Alternada muda de polaridade 60 vezes por segundo o led estará ligado em polaridade invertida 30 vezes num segundo. Uma adaptação que fiz para este circuito e funciona muito bem é a mostrada abaixo. O diodo incluído no circuito vai constituir um retificador de 1/2 onda (no link ai da wikipédia, half-wave, não temos esta página em português ainda), descartando os semiciclos negativos da Corrente Alternada. Este diodo tem o pequeno inconveniente de acrescentar uma queda extra de 0,7V no circuito. Assim se for calcular o resistor para uso em Corrente Alternada, não se esqueça de somar 0,7V a tensão do(s) Led(s), ou marcar a caixa "Led em AC, acrescentar 0,7V do diodo". O capacitor eletrolítico serve para dar uma "aplainada" na tensão pulsante resultante da retificação de 1/2 onda, pois sem ele você vai perceber a luminosidade do LED cintilando devido
4 aos 60hz da rede elétrica. Se você não se importar de ver o LED cintilando, pode omitir o capacitor e o resistor de 220R. A tensão deste capacitor deverá ser compatível com a tensão do led ou associação destes. Ex.: Se fosse usar apenas um led azul, a tensão deste é de cerca de 2.76V. Um capacitor de 6,3V estará de bom tamanho. Se fossem 4 leds azuis a tensão seria de 11V, um capacitor de 16V estará de bom tamanho. Assim sendo, sempre use a tensão do capacitor um pouco acima da tensão máxima do led ou associação destes. Obs.: Raramente você irá encontrar capacitores com isolação menor do que 16V. Tensão de isolação maior não faz mal, apenas que o capacitor tende a ter um tamanhos físico maior, ocupando um espaço maior. Uma pergunta inevitável é: Mas eu não tenho o datasheet, qual a corrente do led? Bom... ai vale o bom senso. Led de 3mm difuso, use algo entre 4 e 7mA; Led de 5mm difuso, use algo entre 5 e 10mA; Led de 5mm de alto brilho (geralmente são os tipo "cristal") use algo entre 10 e 15mA. Lembrando que: Corrente em excesso diminui consideravelmente a vida útil do LED. Assim, procure sempre nivelar um pouco por baixo, se o fabricante especifica 10mA, use 8mA por exemplo (a corrente máxima esta disponível no datashet do fabricante), a vida útil de um LED é de aproximadamente horas quando trabalhando dentro do limite máximo de corrente e temperatura especificado pelo fabricante. Informações: Tensão dos LEDs x COR: Infravermelho: 1.5V a 1.8V Amarelo: 1.90V a 1.92V Verde: 1.92V a 1.94V Vermelho: 1.96V a 1.98V Azul: 2.76V a 2.78V Branco: 2.76V a 2.78V Rosa: 2.84V a 2.90V Ultravioleta: 3.10V a 3.16V Corrente: Uma corrente de 0.01A é a mesma coisa que 10mA, apenas estamos convertendo a unidade de medida. A calculadora só aceita valores em ma.
5 Recomendação: Sempre consultar o datasheet do LED para o valor exato de tensão e corrente, ou use a recomendação que fiz durante a explicação no texto acima. Potencia de dissipação fracionária de resistores: 1/8W = 0.125W 3W 1/4W = 0.25W 5W 1/2W = 0.5W 10W 1W 15W De 1/8 a 1/2W use resistores de carvão, de 1 a 3W use resistores de metal-film, de 5 a 15W use resistores de fio, acima disso são resistores de fio, mas muito difíceis de encontrar e por consequência, caros. O capacitor eletrolítico, quando em modo AC, pode ser omitido como já foi explicado acima. Todo caso a calculadora irá informar a tensão mínima aceitável para o eletrolítico, com base na tensão do LED + 35%. Partindo disso procure o valor comercial mais próximo acima deste.
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