MANUAL DE OPERAÇÃO DETERMINADOR DE UMIDADE UNIVERSAL

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MANUAL DE OPERAÇÃO DETERMINADOR DE UMIDADE UNIVERSAL"

Transcrição

1 ÍNDICE Introdução Características do determinador de umidade Aferição Principio de funcionamento Operação Cuidados necessários Tabela de compressão para o determinador de umidade universal 1.0- INTRODUÇÃO O determinador de umidade é um aparelho de extrema importância para uma unidade armazenadora que tem por objetivo guardar e conservar produtos agrícolas. Por se tratar de aparelho que obrigatoriamente deverá oferecer leituras reais dos teores de umidade dos produtos a ele submetidos, obriga também, que o seu operador tenha pleno conhecimento do seu funcionamento e de sua perfeita operação. Portanto, as instruções aqui contidas deverão ser obedecidas rigorosamente por todos aqueles que direta ou indiretamente são responsáveis por estas operações. Objetivando a permanente orientação dos responsáveis diretos e classificadores de nossas unidades armazenadoras quanto aos aspectos operacionais a serem observados para o adequado desenvolvimento da atividade de armazenagem, elaboramos esta instrução normativa a respeito dos procedimentos a serem cumpridos para o eficiente manuseio e operação do determinador de umidade universal. Enfatizamos que se reveste da máxima importância a rigorosa observância às normas aqui estabelecidas de modo à sempre proporcionar se à correta determinação dos teores de umidade para os produtos nas diversas fases de seu armazenamento em que a mesma se fizer necessária.

2 2.0 - CARACTERISITICAS DO DETERMINADOR DE UMIDADE O determinador de umidade universal, é um aparelho robusto, de fácil manejo e locomoção e que gera sua própria energia. É dotado de: êmbolo, copo para provas,escala indicadora de compressa, suporte para termômetro, horímetro, roda micrométrica, disco para correção de leituras e roda dentada, são seus principais componentes. Legenda: 1 Êmbolo 2 Copo de provas 3 Estojo com termômetro 4 Horímetro 5 Disco para correção 6 Roda dentada 7 Termômetro 8 Escala de compressão 9 Roda micrométrica 10 Conversor de leitura 11 Indicador de compressão 12 Alavanca catraca AFERIÇÃO Após o prévio conhecimento dos componentes do equipamento deve se sempre considerar como primeira medida essencial no manuseio do aparelho a sua aferição visto que a mesma vai proporcionar o fornecimento de leituras reais com também, a obtenção de um perfeito desempenho do aparelho. Deve se colocar o copo de provas, vazio, em sua base e girar se manualmente a roda dentada até que o fundo do copo encoste-se ao êmbolo superior, de maneira que fique bem apertado. Ressalta se que nessa operação em hipótese alguma deverá ser utilizada a alavanca. A carência de aferição do aparelho ficará caracterizada sempre que, alcançada a posição do copo descrita anteriormente, não se obtiver o alinhamento visual do zero da escala de compressão. Portanto, não se contatando as coincidências citadas, deve se partir para a aferição do aparelho através do procedimento descrito a seguir: 3.1 RODA MICROMÉTRICA 2

3 Com o auxílio de uma chave ALLEN (chave L ) STANDART de 1/8, desaperta se o parafuso de fixação que se encontra na roda micrométrica, guiando se a mesma até alinhar se o zero da roda com o zero do corpo do aparelho, voltando então, a apertar se o parafuso. 3.2 ESCALA DE ESPESSURA No caso em que a escala de espessura não tenha o seu zero coincidindo com o indicador, desaperta se o parafuso existente na lateral da escala e movimenta se a escala para cima ou para baixo até obter o alinhamento desejado. Voltando se em seguida a apertar se o parafuso e fixando se a escala. 4.0 PRINCÍPIO DE FUNCIONAMENTO A teoria de operação do determinador de umidade universal, segue princípios sólidos e comprovados. O componente elétrico (homímetro) registra a resistência elétrica da amostra que se encontra comprimida a uma espessura pré determinada. A resistência dessa amostra está relacionada com as suas quantidades de água e temperatura, sendo portanto necessária à utilização das leituras do termômetro e do homímetro para a obtenção de seu teor de umidade que será acusado pelo disco de 3

4 correção a partir desses dois fatores. Ressalta se que uma maior umidade contida na amostra, obviamente determinará uma menor resistência da amostra à passagem de eletricidade e vice versa OPERAÇÃO 5.1 Sistema de amostra A amostra a ser analisada deve ser representativa do lote e ser de preferência homogeneizada e pesada, de acordo com a tabela de compressão anexa. 5.2 Copo de provas A amostra deverá ser colocada no copo de provas, tendo o operador o cuidado de não ter contato direto das mãos com o produto, e devendo o copo estar limpo e isento de impurezas. Colocado à amostra no copo de provas, este deve ser encaixado no suporte base, sendo, posteriormente, girado o máximo possível para a direita. 5.3 Copo de provas Consultada a tabela de compressão, devemos comprimir a amostra até aquela indicada especificamente para o produto a ser manuseado, movimentando se, para isso o disco dentado o disco dentado, até que o copo de prova encoste-se ao êmbolo superior, apresentando assim uma resistência. Encaixa se, então a alavanca no eixo quadrado da roda micrométrica e continua se comprimindo até que o indicador de compressão esteja no mesmo alinhamento da compressão desejada, na escala de compressão. Esta leitura será feita observando se por cima do estojo do termômetro até obter se visualmente o alinhamento acima citado, conforme demonstra a ilustração abaixo. 4

5 5.4 RODA MICROMÉTRICA A roda micrométrica é dividida em 50 divisões iguais, cada uma equivalente iguais, cada uma equivalente a um milésimo de polegada. Cada movimento completo da roda micrométrica (de 0 a 50) representa um deslocamento do copo de provas de ordem de ½ ponto na escala de compressão. Quando se quer obter leitura nos intervalos de meio ponto, como por exemplo, 575 polegadas, a amostra deverá ser comprimida até 600 na escala de compressão, ficando o zero da roda micrométrica alinhado com o zero do copo do aparelho e girando se, a partir de então, a roda micrométrica até o alinhamento de seu número 25 com o zero do corpo do aparelho, obtendo se, desse modo a leitura desejada (soja e milho). 5.5 Leitura de temperatura Comprimida a amostra, deve se esperar alguns segundos para fazer, então, leitura da temperatura. Sob condições extremas, como no milho com umidade elevada, milho frio ou mesmo seco extraído imediatamente do secador, ou ainda, soja, farinhas quentes de feijão, soja, 5

6 etc..., cuja temperatura apresenta uma diferença considerável em relação à temperatura do copo de provas, deve se deixar a amostra comprimida por 5 minutos para fazer então, a leitura da temperatura. Ressalta se que o termômetro indica continuamente a temperatura de todo o instrumento, e não só da amostra. Por alta pressão é que se força a amostra a concordar com a temperatura do instrumento e, por conseguinte, a leitura do termômetro não flutuará amplamente. Se por qualquer circunstância, o mercúrio no termômetro separa se, deve se tirar o termômetro de seu estojo aplicar gelo ao extremo do bulbo por cinco minutos para que o mercúrio volte a unir se, caso não se una, o termômetro deve ser trocado imediatamente. 5.6 HOMÍMETRO O homímetro é um dispositivo elétrico que gera sua própria energia e que é acionado a mão. Para o gira da manivela, deve se iniciar devagar e ir aumentando a velocidade até obter se, durante a movimentação da manivela, uma leitura fixa, sem oscilação. No homímetro existem 02 escalas apresentadas no DIAL, indo a primeira de 0 a 47 (exterior) e a segunda de 47 a 100 (interior. Deve se iniciar a operação na segunda escala e caso a agulha não seja deslocada, gira se, então, o botão seletor para a posição de Somente quando a leitura for igual a 47, poderá a mesma ser realizada em ambas as escalas citadas). 6

7 5.7 Leitura do percentual de umidade O disco de correção é constituído de um círculo fixo inferior e um móvel superior. No disco inferior se encontra gravada na borda uma escala que representa os teores de umidade e no seu interior (visto pela abertura do disco superior) então as leituras do homímetro. O disco superior é móvel, possui uma abertura para as leituras do homímetro e apresenta gravadas as temperaturas em ºC. Conhecendo se a temperatura e a leitura do homímetro, deve se alinhar estas duas leituras no disco de correção encontrando se, então, na escala da borda do circulo fixo o percentual de umidade indicado pela seta. Exemplo: Temperatura = 21ºC Leitura do Homímetro = 35 Tem se um teor de umidade de 14,75 conforme a figura a seguir: 7

8 5.8 Remoção de amostra Deve se inverter a alavanca e baixar o copo de provas até que não haja pressão. Remova se, então, à alavanca e gira se manualmente a roda dentada até que a base com o copo de provas tenha baixado completamente. Gira se a alça a alça do copo de provas para direita e levanta se o copo, despejando se a amostra em um recipiente próprio e limpando se o copo e o êmbolo superior com uma flanela seca e limpa, ou papel higiênico. Importante: a) Após a leitura da umidade do disco consultar a tabela de compressão para verificar se há alguma correção a ser feita. No caso da soja deve se diminuir 2,5 pontos da leitura para obter se o valor real da umidade, enquanto que para o milho não há correção sendo a leitura direta o valor da umidade. b) Caso a temperatura seja superior a 28 ºC ou inferior a 15ºC, adotar tais limites como temperatura máxima e mínima. Se o termômetro acusa dentro desta faixa adotar o valor do termômetro. 6.0 CUIDADOS NECESSARIOS 6.1 Evitar que o aparelho fique exposto a raios solares; 6.2 Evitar locais empoeirados ou junto a equipamentos como: secador, máquina de limpeza, máquinas de limpeza, máquinas pré limpeza, etc; 6.3 Não limpar o copo de provas ou êmbolo com objetos que venham a ferir a sua superfície pois, arranhões nestes componentes comprometem o seu perfeito funcionamento; 6.4 Não deixar o aparelho em local de movimentação de pessoas estranhas ao serviço; 6.5 Utilizar sempre, logo após as operações, as capas protetoras dos aparelhos, após ter sido limpo corretamente; 8

9 6.6 Quando movimentar o aparelho não bater de forma a não danificar o megômetro; 6.7 Durante e transporte para classificação FOB, proteger o aparelho contra trepidação; 6.8 Sempre aferir o aparelho, principalmente durante a classificação FOB, pois o mesmo pode ter sido alterado por pessoas estranhas; 6.9 Terminado um trabalho externo, trazer o aparelho de volta a unidade; 6.10 São de responsabilidade do classificador a guarda e conservação do aparelho de umidade. 7.0 TABELA DE COMPRENSÃO Produto Amostra Espessura Fator de correção (g) (polegadas) Alfafa picada (Medicago sativa L.) Picada 10 0,21 Multiplicar por 0,8 Alfafa picada (Medicago sativa L.) Moída 15 0,26 Multiplicar por 0,8 Algodão (Gossypium spp) Deslintado 30 0,36 Subtrair 5 Algodão (Gossypium spp) Não deslintado 15 0,34 Subtrair 4 Amendoim (Arachis hypogea L.) Com casca 25 0,3 Multiplicar por 0,6 Amendoim (Arachis hypogea L.) Grãos maiores 20 0,5 Multiplicar por 0,6 e subtrair por 1 Amendoim (Arachis hypogea L.) Grãos menores 26 0,45 Multiplicar por 0,56 Arroz (Oriza sativa L.) Em casca grãos longos 50 0,55 Arroz (Oriza sativa L.) Em casca grãos longos medida grande 0,55 Arroz (Oriza sativa L.) Em casca grãos curtos 50 0,55 Arroz (Oriza sativa L.) Em casca grãos curtos medida grande 0,525 Arroz (Oriza sativa L.) Beneficiado grãos longos 50 0,425 Arroz (Oriza sativa L.) Beneficiado grãos médios e curtos 50 0,425 Arroz (Oriza sativa L.) Beneficiado macerado 50 0,5 Aveia (Avena sativa L.) 30 0,4 Aveia (Avena sativa L.) medida grande 0,475 Azevém (Lolium spp) 10 0,35 Azevém (Lolium perene L.) 10 0,375 Alpiste (Phalaris canariensis L.) 64 0,55 Multiplicar por 0,9 Alpiste (Phalaris canariensis L.) medida grande 0,55 Cacau (Theobrona cacao L.) 30 0,55 Multiplicar por 0,5 Café (Coffea spp) Não brasileiro em coco seco medida grande 0,5 Subtrair 1,75 Café (Coffea spp) Não brasileiro despolpado medida grande 0,3 Café (Coffea spp) Não brasileiro beneficiado medida grande 0,575 Subtrair 1,3 Café (Coffea spp) Brasileiro em coco seco medida grande 0,5 Subtrair 1,75 Café (Coffea spp) Brasileiro deslopado medida grande 0,375 Multiplicar por 1,1 Café (Coffea spp) Brasileiro beneficiado medida grande 0,675 Subtrair 1,3 Café (Coffea spp) Brasileiro beneficiado 60 0,7 Subtrair 1,3 Capim de campo (poa spp) 10 0,375 Capim cevadilha (Bromus catharticus (Vahl)) 10 0,2 Capim rabo de rato (phleum pratense L.) 50 0,5 Capim sudão (Sorghum sudanense Stapt) medida grande 0,5 9

10 Centeio (Secale cereale L.) 30 0,25 Centeio falso comum 10 0,35 Centeio falso perene 10 0,375 Cevada (Hordeum vulgare L.) 50 0,6 Cevada (Hordeum vulgare L.) medida grande 0,625 Feijão de corda (arandano) 50 0,375 Feijão de corda (arandano) medida grande 0,45 Feijão de corda (macassar) 20 0,45 Feijão (Phaseolus spp) Branco 50 0,43 Adicionar 0,1 por cada grau de Feijão (Phaseolus spp) Branco medida grande 0,55 temperatura abaixo de 30 ºC Feijão (Phaseolus spp) Roxo escuro 50 0,4 Feijão (Phaseolus spp) Roxo escuro medida grande 0,475 Feijão (Phaseolus spp) Pintado 50 0,42 Feijão (Phaseolus spp) Pintado medida grande 0,51 Fetusca (Fetusca spp) 10 0,15 Girassol (Helianthus anmus L.) 30 0,325 Multiplicar por 0,6 Grama Batatais (Paspalum notatum Fluegge) 25 0,22 Grama Batatais (Paspalum notatum Fluegge) medida peq. 0,175 Grama Batatais (Paspalum notatum Fluegge) medida grande 0,5 Multiplicar por 0,5 e somar 3 Grama Branca ou capim de pasto (Agrostis alba L.) 10 0,4 Indigo, anileira (Indigofera Hirsuta L.) medida peq. 0,275 Laranja - polpa (Citrus sinensis Osbeck) medida menor 0,275 Multiplicar por 0,75 Lespedeza - Servecia 30 0,4 Multiplicar por 0,75 Linho (Linus usitatissimum L.) 30 0,4 Subtrair 4 Lupino medida grande 0,525 Multiplicar por 0,7 Melancia (Citrullus vulgare) Sementes maiores medida grande 0,425 Subtrair 3,5 Melancia (Citrullus vulgare) Sementes menores medida grande 0,375 Subtrair 3,5 Milho (Zea mays L.) 60 0,575 Com umidade até 22% Milho (Zea mays L.) medida maior 0,575 Com umidade até 22% Milho (Zea mays L.) 60 0,56 Com umidade maior 22% Milho (Zea mays L.) medida maior 0,56 Com umidade maior 22% Milho pipoca (Zea mays L.) Variedade everta 50 0,5 Milho pipoca (Zea mays L.) Branco 50 0,525 Paina - semente medida grande 0,5 Multiplicar por 0,7 Painço pérola (Pennisetum glaucum L.) medida peq. 0,34 Painço pérola (Pennisetum glaucum L.) 60 0,55 Painço comum (Panicum miliaceum L.) medida grande 0,5 Palmeira - semente (miolo) 45 0,5 Multiplicar por 0,6 e subtrair por 1,7 Pinhão - semente (Araucária brasiliensis) medida grande 0,35 Multiplicar por 0,34 e somar 2,5 Sesbania (Sesbania exaltata Rydb) medida grande 0,65 Multiplicar por 0,761 e somar 1,7 Soja (Glicine max L.) 60 0,575 Subtrair 2,5 Soja (Glicine max L.) medida grande 0,575 Subtrair 2,5 Sorgo (Sorghum vulgare Pers) 50 0,55 Sorgo (Sorghum vulgare Pers) medida grande 0,675 Tremoço (Lupinus angustifolius L.) medida grande 0,525 Multiplicar por 0,7 Trevo encarnado (Trifolium incarnatum) 30 0,28 Trevo encarnado (Trifolium incarnatum) 46 0,28 Subtrair 2 Trevo hibrido (Trifolium hybridus L.) medida grande 0,32 Trigo (Triticum spp) 30 0,275 10

11 Trigo (Triticum spp) medida grande 0,275 Trigo Sarraceno (Fagopyrum esculenta Moench) 50 0,525 Trigo Sarraceno (Fagopyrum esculenta Moench) medida grande 0,55 11

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos

SECAGEM DE GRÃOS. Disciplina: Armazenamento de Grãos SECAGEM DE GRÃOS Disciplina: Armazenamento de Grãos 1. Introdução - grãos colhidos com teores elevados de umidade, para diminuir perdas:. permanecem menos tempo na lavoura;. ficam menos sujeitos ao ataque

Leia mais

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste

Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Aspectos de Segurança - Discos de Corte e Desbaste Os discos de corte e desbaste são produzidos e controlados com rigor, sendo submetidos a testes internos que objetivam a reprodução da qualidade lote

Leia mais

2.2. Antes de iniciar uma perfuração examine se não há instalações elétricas e hidráulicas embutidas ou fontes inflamáveis.

2.2. Antes de iniciar uma perfuração examine se não há instalações elétricas e hidráulicas embutidas ou fontes inflamáveis. 1. Normas de segurança: Aviso! Quando utilizar ferramentas leia atentamente as instruções de segurança. 2. Instruções de segurança: 2.1. Aterramento: Aviso! Verifique se a tomada de força à ser utilizada

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. TEMÁRIO: 1 Instrução Normativa n 45, de 17 de setembro de 2013. Publicação: D.O.U. do dia 20/09/13, Seção 1. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções Kit de Instrumental para Cirurgia do Túnel do Carpo VOLMED Nome Técnico: KIT CIRÚRGICO Fabricante: VOLMED BRASIL EQUIPAMENTOS LTDA -ME AV. SÃO GABRIEL, 291 JD. PAULISTA CEP: 13574-540

Leia mais

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS

TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS Teor de Umidade dos Grãos TEOR DE UMIDADE DOS GRÃOS O teor de umidade dos grãos representa a quantidade de água por unidade de massa do grão úmido ou seco. Pode ser expresso pela relação entre a quantidade

Leia mais

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE

INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS PROCEDIMENTO DE INSTALAÇÃO DA CORRENTE UNP-130408 1 de 6 INSTALAÇÃO, LUBRIFICAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS CORRENTES TRANSPORTADORAS A vida útil das correntes transportadoras e elevadoras está diretamente ligada aos cuidados com a instalação, lubrificação

Leia mais

ZJ20U93 Montagem e Operacional

ZJ20U93 Montagem e Operacional www.zoje.com.br ZJ20U93 Montagem e Operacional ÍNDICE 1. Aplicação...2 2. Operação segura...2 3. Cuidados antes da operação...2 4. Lubrificação...2 5. Seleção da agulha e do fio...3 6. A Inserção da agulha...3

Leia mais

ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO SOLO DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ

ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO SOLO DETERMINAÇÃO DO LIMITE DE LIQUIDEZ ME-4 MÉTODOS DE ENSAIO DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. APARELHAGEM... 3 5. EXECUÇÃO DO ENSAIO... 5 6. RESULTADOS...

Leia mais

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS

ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS ME-25 MÉTODOS DE ENSAIO ENSAIO DE PENETRAÇÃO DE MATERIAIS BETUMINOSOS DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. OBJETIVO... 3 3. E NORMAS COMPLEMENTARES... 3 4. DEFINIÇÃO... 3

Leia mais

Manual de Instruções e Termo de Garantia

Manual de Instruções e Termo de Garantia Manual de Instruções e Termo de Garantia 1.Identificação dos itens. 2.Marque na porta a altura do centro da maçaneta (sugestão: 1,10m em relação ao piso). 4.Com auxílio de ferramentas (formão, furadeira,

Leia mais

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação

Acoplamento. Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, Conceito. Classificação A U A UL LA Acoplamento Introdução Uma pessoa, ao girar o volante de seu automóvel, percebeu um estranho ruído na roda. Preocupada, procurou um mecânico. Ao analisar o problema, o mecânico concluiu que

Leia mais

COMPONENTES PRINCIPAIS DO DESSALINIZADOR

COMPONENTES PRINCIPAIS DO DESSALINIZADOR COMPONENTES PRINCIPAIS DO DESSALINIZADOR 03 TUBOS DE ALTA PRESSÃO Nestes tubos estão instaladas as membranas, onde os espelhos de travamento, tubulações e mangueiras devem estar bem encaixados e sem vazamento.

Leia mais

Instruções de Instalação do Rack

Instruções de Instalação do Rack Instruções de Instalação do Rack Revise a documentação fornecida com o gabinete do rack para obter informações de segurança e cabeamento. Antes de instalar o servidor em um gabinete do rack, revise as

Leia mais

Instruções de auxilio à montagem da roda motorizada. Montagem da roda motorizada na suspensão ou forqueta

Instruções de auxilio à montagem da roda motorizada. Montagem da roda motorizada na suspensão ou forqueta Instruções de auxilio à montagem da roda motorizada Estas instruções servem apenas como orientação da montagem do motor na sua forqueta ou suspensão. A Sanelkit não se responsabiliza por nenhum dano ou

Leia mais

Elementos de Transmissão Correias

Elementos de Transmissão Correias Elementos de Transmissão Correias Prof. João Paulo Barbosa, M.Sc. Transmissão por polias e correias Transmissão por polias e correias As polias são peças cilíndricas, movimentadas pela rotação do eixo

Leia mais

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo.

BOLETIM DE GARANTIA. (N o 05 / 2013) LED do TIMER pisca frequência de 1Hz / segundo. LED do TIMER pisca freqüência de 1Hz / segundo. BOLETIM DE GARANTIA (N o 05 / 2013) Código de erro do Cassete e Piso-Teto No. TIPO DESCRIÇÃO Flash Blink Código Nota 1 Falha 2 Falha 3 Falha 4 Falha 5 Falha 6 Falha Placa acusa erro no sensor de temperatura

Leia mais

TRILHADEIRA. www.vencedoramaqtron.com.br. Manual de Instrução

TRILHADEIRA. www.vencedoramaqtron.com.br. Manual de Instrução TRILHADEIRA R www.vencedoramaqtron.com.br Manual de Instrução Manual de Instrução - Trilhadeira Componentes Externos Legenda 1 - Correia do alimentador 2 - Polia mestre 3 - Braço do movimento e Tampa de

Leia mais

POLICARBONATO CHAPAS ALVEOLARES. Estilo com Tecnologia. Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação

POLICARBONATO CHAPAS ALVEOLARES. Estilo com Tecnologia. Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação POLICARBONATO CHAPAS ALVEOLARES Estilo com Tecnologia Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação CHAPAS ALVEOLARES Chapas em policarbonato alveolar, com tratamento em um dos lados contra ataque

Leia mais

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo.

Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Aquecedor Solar Tubos de Vácuo. Manual de instalação Ultrasolar Tel: (11) 3361 3328 Fax: (11) 3361 5810 www.ultrasolar.com.br Aquecedor Solar de Agua. Os aquecedores solares de água a vácuo Ultrasolar,

Leia mais

KERN KHP V20 Versão 1.0 11/2014 P

KERN KHP V20 Versão 1.0 11/2014 P KERN & Sohn GmbH Ziegelei 1 D-72336 Balingen E-mail: [email protected] Telefone: +49-[0]7433-9933-0 Fax: +49-[0]7433-9933-149 Internet: www.kern-sohn.com Instrução de instalação Ponte de pesagem ( 3000

Leia mais

Tecnologia em encadernações. www.lassane.com.br

Tecnologia em encadernações. www.lassane.com.br Tecnologia em encadernações www.lassane.com.br Encadernação com Wire-o Anel INÍCIO DA OPERAÇÃO A encadernação com Wire-o - ou duplo anel - proporciona um acabamento superior, além de facilitar o manuseio

Leia mais

Refrigerador Frost Free

Refrigerador Frost Free GUIA RÁPIDO Comece por aqui Se você quer tirar o máximo proveito da tecnologia contida neste produto, leia o Guia Rápido por completo. Refrigerador Frost Free Frost Free Seu refrigerador usa o sistema

Leia mais

SOPRADOR ASPIRADOR GASOLINA 2T. Manual do Operador

SOPRADOR ASPIRADOR GASOLINA 2T. Manual do Operador SOPRADOR ASPIRADOR GASOLINA 2T Manual do Operador 360422 Agradecemos por optar por um produto de jardinagem Matsuyama. O Soprador Aspirador Matsuyama é desenhado e construído para proporcionar performance

Leia mais

Manual PORTA PLACAS. Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21

Manual PORTA PLACAS. Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21 Rev 00-12/07/2012 pág - 1 de 21 Manual PORTA PLACAS Rev 00-12/07/2012 pág - 2 de 21 Índice CERTIFICADO ISO 9001:2008 DESENHO DE OPERAÇÃO MANUAL DE OPERAÇÃO DESENHO DE CONJUNTO TABELAS DIMENSIONAIS Histórico

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO. Calibrador Eletrônico de Pneus Arfox Júnior. Rev.0

MANUAL DO USUÁRIO. Calibrador Eletrônico de Pneus Arfox Júnior. Rev.0 MANUAL DO USUÁRIO RUA DO POMAR, 95/97 - VILA DAS MERCÊS 04162-080 SÃO PAULO - SP FONE/FAX: (011) 2165-1221 Site: www.control-liq.com.br - e-mail: [email protected] Calibrador Eletrônico de

Leia mais

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração.

1) MANUAL DO INTEGRADOR Este documento, destinado aos instaladores do sistema, com informações de configuração. O software de tarifação é uma solução destinada a rateio de custos de insumos em sistemas prediais, tais como shopping centers. O manual do sistema é dividido em dois volumes: 1) MANUAL DO INTEGRADOR Este

Leia mais

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00

DECISÃO TÉCNICA DT-124/2007 R-00 /27 R- RECEBIMENTO, ARMAZENAMENTO, EXPEDIÇÃO E CONTROLE DE MATERIAIS DE ESTOQUE NAS DOCUMENTO NORMATIVO I MAR/27 Í N D I C E 1 OBJETIVO...1 2 DISPOSIÇÕES GERAIS...1 2.1 APLICAÇÃO...1 2.2 RESPONSABILIDADE...1

Leia mais

03/13 801-09-05 778119 REV.1 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO. Manual de Instruções

03/13 801-09-05 778119 REV.1 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO. Manual de Instruções 03/13 801-09-05 778119 REV.1 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO Manual de Instruções INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha de um produto Philco. Para garantir o melhor desempenho deste produto, ler atentamente as instruções

Leia mais

Manual do Usuário. Orangexpress. Saeco Solutions do Brasil Comercial Ltda. (11) 3813-7006 [email protected] www.orangexpress.com.

Manual do Usuário. Orangexpress. Saeco Solutions do Brasil Comercial Ltda. (11) 3813-7006 comercial@orangexpress.com.br www.orangexpress.com. Manual do Usuário Orangexpress 1 Índice Apresentação... 3 Características e Especificações Técnicas... 4 Aviso de Tomada... 5 Manutenção e Limpeza... 6 Visão Geral... 6 Desmontagem... 7 Limpeza... 14 Esquema

Leia mais

JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO

JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO www.sinto.com.br JATEAMENTO - INTRODUÇÃO APLICAÇÃO O Jateamento com abrasivo é um método de trabalho a frio que consiste no arremesso de partículas contra uma determinada superfície, a elevadas velocidades,

Leia mais

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO

CONTROLE DIMENSIONAL - CALDEIRARIA CALIBRAÇÃO DE TRENA E ESCALA COM ESCALA PADRÃO E TRENA PADRÃO Página: 1 de 5 1. OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo descrever o processo de calibração de trenas de fita de aço e escalas metálicas, utilizando como padrões trenas padrão ou escalas padrão.

Leia mais

MANUAL DO USO DE ELEVADORES ÍNDICE: I Procedimentos e Cuidados

MANUAL DO USO DE ELEVADORES ÍNDICE: I Procedimentos e Cuidados MANUAL DO USO DE ELEVADORES ÍNDICE: I Procedimento e Cuidados II Verificação pelo usuário do funcionamento seguro do elevador III Procedimentos a evitar na utilização do elevador IV Orientação para a escolha

Leia mais

Recebimento, Manuseio e Armazenamento dos Centros de Controle de Motores CENTERLINE 2500

Recebimento, Manuseio e Armazenamento dos Centros de Controle de Motores CENTERLINE 2500 Instruções Recebimento, Manuseio e Armazenamento dos Centros de Controle de Motores CENTERLINE 2500 Recebimento IMPORTANTE A entrega de equipamentos às empresas de transporte pela Rockwell Automation é

Leia mais

IMPRESSA J7 Resumo das informações mais importantes

IMPRESSA J7 Resumo das informações mais importantes IMPRSSA J7 Resumo das informações mais importantes O Manual de instruções IMPRSSA J7, em conjunto com este manual breve IMPRSSA J7 Resumo das informações mais importantes, recebeu a aprovação do instituto

Leia mais

POLICARBONATO CHAPAS COMPACTAS. Estilo com Tecnologia. Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação

POLICARBONATO CHAPAS COMPACTAS. Estilo com Tecnologia. Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação POLICARBONATO CHAPAS COMPACTAS Estilo com Tecnologia Alveolar - Compacto - Telhas - Acessórios de Instalação CHAPAS COMPACTAS Chapa em policarbonato compacto, com tratamento em um dos lados contra o ataque

Leia mais

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra

Corte e dobra. Nesta aula, você vai ter uma visão geral. Nossa aula. Princípios do corte e da dobra A U A UL LA Corte e dobra Introdução Nesta aula, você vai ter uma visão geral de como são os processos de fabricação por conformação, por meio de estampos de corte e dobra. Inicialmente, veremos os princípios

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DA PRENSA TÉRMICA DE CANECAS JTSB03

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DA PRENSA TÉRMICA DE CANECAS JTSB03 MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DA PRENSA TÉRMICA DE CANECAS JTSB03 1. Identificação dos elementos da prensa JTSB03: Antes de ligar a prensa e iniciar seu trabalho é indispensável verificar se a mesma

Leia mais

Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido

Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido Adaptação do para-brisa inteiriço por bipartido A instalação dos pára-brisas, só deve ser feita por profissionais experientes, em caso de dúvida durante a instalação, favor contatar a assistência disponível

Leia mais

2-Instalação da cuba. 1-Apresentação. Cuba de Ionização Abraçadeira s. Cano. Mangote

2-Instalação da cuba. 1-Apresentação. Cuba de Ionização Abraçadeira s. Cano. Mangote Manual de Instalação Índice 1- Apresentação 2- Instalação da cuba. 3- Instalação do painel de controle 4- Ligação elétrica 5- Dispositivo de segurança 6- Características do Purilaqua 7- Tempo de filtragem

Leia mais

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução

Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL. Introdução Capítulo 11 MOTORES ELÉTRICOS DE CORRENTE CONTÍNUA E UNIVERSAL Esta aula apresenta o princípio de funcionamento dos motores elétricos de corrente contínua, o papel do comutador, as características e relações

Leia mais

Medidor de Umidade CA 50

Medidor de Umidade CA 50 Medidor de Umidade CA 50 Versão 1.04 Data: 21/09/2010 1 Índice C Cuidados com o CA50... 9 D Descrição... 5 E Especificações Técnicas... 10 I Introdução... 3, 4, 5 M Medindo Umidade... 8 Montando o CA50...

Leia mais

Tópico 5. Aula Prática: Paquímetro e Micrômetro: Propagação de Incertezas - Determinação Experimental do Volume de um Objeto

Tópico 5. Aula Prática: Paquímetro e Micrômetro: Propagação de Incertezas - Determinação Experimental do Volume de um Objeto Tópico 5. Aula Prática: Paquímetro e Micrômetro: Propagação de Incertezas - Determinação Experimental do Volume de um Objeto 1. INTRODUÇÃO Será calculado o volume de objetos como esferas, cilindros e cubos

Leia mais

MANUAL TÉCNICO JIRAU PASSANTE ELÉTRICO

MANUAL TÉCNICO JIRAU PASSANTE ELÉTRICO MANUAL TÉCNICO SUMÁRIO Introdução 03 Descrição da plataforma 04 Instruções de montagem 08 Informações de segurança 12 INTRODUÇÃO O ANDAIME SUSPENSO ELÉTRICO JIRAU é recomendado para trabalhos em altura

Leia mais

Organização e Arquitetura de Computadores I

Organização e Arquitetura de Computadores I Organização e Arquitetura de Computadores I Aritmética Computacional Slide 1 Sumário Unidade Lógica e Aritmética Representação de Números Inteiros Aritmética de Números Inteiros Representação de Números

Leia mais

Retrabalhando o Componente SMD

Retrabalhando o Componente SMD Os aparelhos celulares utilizam a técnica de montagem por superfície ou SMT (Surface Mounting Technology) com emprego de componentes ultra-miniaturizados para a montagem em superfície chamados SMD (Surface

Leia mais

PAINEL DE SECAGEM RÁPIDA TITÃ VI

PAINEL DE SECAGEM RÁPIDA TITÃ VI *Imagens meramente ilustrativas PAINEL DE SECAGEM RÁPIDA TITÃ VI Manual de Instruções 1. FUNÇÃO DO PAINEL DE SECAGEM Acelerar a secagem de componentes da pintura em veículos. Massa, fundo, tinta, poliéster,

Leia mais

Segtreinne 5.0 - PROTEÇÃO LATERAL:

Segtreinne 5.0 - PROTEÇÃO LATERAL: 1.0 - OBJETIVO: Estabelecer procedimentos seguros para montagem, desmontagem e utilização de andaimes, em serviços de manutenção nas áreas da fábrica. 2.0 - APLICAÇÃO: Este procedimento se aplica à montagem,

Leia mais

O kit da discadora MED CALL contém: 1 discadora 1 controle remoto 1 adaptador bivolt 1 antena 1 cabo para linha telefônica 1 chave de fenda

O kit da discadora MED CALL contém: 1 discadora 1 controle remoto 1 adaptador bivolt 1 antena 1 cabo para linha telefônica 1 chave de fenda Introdução A discadora MED CALL tem diversas aplicações, como emergências médicas, coação em caso de assalto, crianças sozinhas em casa, ou qualquer outra aplicação que necessite de uma discagem automática

Leia mais

07/07 276-05/00 072446 REV.2. www.britania.com.br [email protected] ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES

07/07 276-05/00 072446 REV.2. www.britania.com.br sac@britania.com.br ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES 07/07 276-05/00 072446 REV.2 www.britania.com.br [email protected] ATENDIMENTO AO CONSUMIDOR MANUAL DE INSTRUÇÕES SOLUÇÃO DE PROBLEMAS Problema Luz que indica o funcionamento está apagada Odores estranhos

Leia mais

International Paper do Brasil Ltda.

International Paper do Brasil Ltda. International Paper do Brasil Ltda. Autor do Doc.: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Editores: Marco Antonio Codo / Wanderley Casarim Título: Técnicas de Inspeção, Montagem, uso de Rebolos ( Esmeris

Leia mais

MANUAL DE COLETA DE AMOSTRAS

MANUAL DE COLETA DE AMOSTRAS MANUAL DE COLETA DE AMOSTRAS Rua: Victor Sopelsa, nº 3000 Bairro Salete E-mail: [email protected] Fone: (49) 3441-1086 Fax: (49) 3441-1084 Cep: 89.700-000 Concórdia Santa Catarina Responsável /Gerente

Leia mais

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas *

Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * Aproveitamento de potência de tratores agrícolas * 1. Introdução Uma das principais fontes de potência, responsáveis pela alta produção agrícola com significante economia de mão-de-obra, é o trator agrícola.

Leia mais

- -Pressionando essa tecla podemos diminuir os valores a serem ajustados no menu de programação.

- -Pressionando essa tecla podemos diminuir os valores a serem ajustados no menu de programação. Apresentação 1 Display LCD 2 Tecla + (aumentar) 3 Tecla Seleção 4 Tecla (diminuir) 5 Tecla Motor manual 6 Tecla Reset contador 7 Led Indica painel ligado 8 Led resistência ligada 9 Led Prensa ligada 10

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DA PRENSA TÉRMICA SUBLIMÁTICA 8X1

MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DA PRENSA TÉRMICA SUBLIMÁTICA 8X1 MANUAL DE INSTRUÇÕES PARA UTILIZAÇÃO DA PRENSA TÉRMICA SUBLIMÁTICA 8X1 1. Identificação dos elementos da prensa 8X1: JTSD72 Antes de ligar a prensa e iniciar seu trabalho é indispensável verificar se a

Leia mais

Identificando áreas de atolamento de papel

Identificando áreas de atolamento de papel Selecionando cuidadosamente os materiais de impressão e carregando-os adequadamente, será possível evitar atolamento de papel na maioria das vezes. (Veja as sugestões em Dicas para evitar atolamentos de

Leia mais

Manual de Instruções BM 86NR. Parabéns você acaba de adquirir um produto de excelente qualidade. Processador de alimentos. Modelo

Manual de Instruções BM 86NR. Parabéns você acaba de adquirir um produto de excelente qualidade. Processador de alimentos. Modelo Manual de Instruções Processador de alimentos TERMO DE GARANTIA TODOS OS PRODUTOS BERMAR TÊM A GARANTIA TOTAL DURANTE 6 MESES DATA DA VENDA / / NOTA FISCAL Nº APARELHO Nº Modelo BM 86NR OS APARELHOS PERDERÃO

Leia mais

MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER

MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER MANUAL PASSO A PASSO DE APLICAÇÃO: GS-SUPER 1. INTRODUÇÃO Este Manual de Aplicação do GS-Super demonstra passo a passo o procedimento correto para aplicação do material bem como os cuidados necessários

Leia mais

Manual de operação TRUCK LASER EDIÇÃO 2004 MOP 0504

Manual de operação TRUCK LASER EDIÇÃO 2004 MOP 0504 Manual de operação TRUCK LASER EDIÇÃO 2004 MOP 0504 INTRODUÇÃO O aparelho TRUCK LASER, permite a aferição dos ângulos característicos de todas as rodas e/ou eixos de caminhões, ônibus e camionetes. CONSIDERAÇÕES

Leia mais

CAFETEIRA INOX 30 TEMP

CAFETEIRA INOX 30 TEMP CAFETEIRA INOX 30 TEMP Manual de Instruções INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha de mais um produto de nossa linha. Para garantir o melhor desempenho de seu produto, o usuário deve ler atentamente as instruções

Leia mais

2aula TEORIA DE ERROS I: ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS, ARREDONDAMENTOS E INCERTEZAS. 2.1 Algarismos Corretos e Avaliados

2aula TEORIA DE ERROS I: ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS, ARREDONDAMENTOS E INCERTEZAS. 2.1 Algarismos Corretos e Avaliados 2aula Janeiro de 2012 TEORIA DE ERROS I: ALGARISMOS SIGNIFICATIVOS, ARREDONDAMENTOS E INCERTEZAS Objetivos: Familiarizar o aluno com os algarismos significativos, com as regras de arredondamento e as incertezas

Leia mais

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto

TR Tanque Flash. 1. Termo de garantia. 2. Informações gerais de segurança. 3. Informações de segurança específicas do produto 1.753.000.080 IM-D176-01 BR Rev.00 TR Tanque Flash Manual de Instalação e Manutenção 1. Termo de garantia 2. Informações gerais de segurança 3. Informações de segurança específicas do produto 4. Informações

Leia mais

As peças a serem usinadas podem ter as

As peças a serem usinadas podem ter as A U A UL LA Fresagem As peças a serem usinadas podem ter as mais variadas formas. Este poderia ser um fator de complicação do processo de usinagem. Porém, graças à máquina fresadora e às suas ferramentas

Leia mais

Componentes do Ponto de Distribuição

Componentes do Ponto de Distribuição Componentes do Ponto de Distribuição Ferramenta(s) Especial(ais) Placa de Alinhamento, Árvore de Comando de Válvulas 303-D039 ou similar Remoção CUIDADO: durante os procedimentos de reparo, a limpeza é

Leia mais

Manual de Instruções e Lista de Peças. Máquina de Costura Industrial Galoneira BC 500-01 CB

Manual de Instruções e Lista de Peças. Máquina de Costura Industrial Galoneira BC 500-01 CB Manual de Instruções e Lista de Peças Máquina de Costura Industrial Galoneira BC 500-01 CB ÍNDICE DETALHES TÉCNICOS, INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA... 01 MONTAGEM MOTOR E ROTAÇÃO DA MÁQUINA... 02 LUBRIFICAÇÃO...

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D

MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D DEKEL MANUAL DE INSTRUÇÕES DA ESTAÇÃO DE SOLDA SMD MODELO DK-960D Leia atentamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do instrumento ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE SEGURANÇA...

Leia mais

Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores.

Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. Tais operações podem utilizar um (operações unárias) ou dois (operações binárias) valores. 7.3.1.2 Registradores: São pequenas unidades de memória, implementadas na CPU, com as seguintes características:

Leia mais

EXPERIMENTO 1: PROPAGAÇÃO DE INCERTEZAS ( Determinaçãoda massa específica )

EXPERIMENTO 1: PROPAGAÇÃO DE INCERTEZAS ( Determinaçãoda massa específica ) EXPERIMENTO 1: PROPAGAÇÃO DE INCERTEZAS ( Determinaçãoda massa específica ) 1- INTRODUÇÃO Este experimento tem como objetivo o aprendizado no manuseio de instrumentos de medição bem como suas respectivas

Leia mais

Plano de curso Operação de Plataforma Aérea

Plano de curso Operação de Plataforma Aérea PLANO DE CURSO MSOBROPPTA08 PAG1 Plano de curso Operação de Plataforma Aérea Justificativa do Curso As plataformas aéreas geralmente são utilizadas para fins de acesso flexível e temporários, tais como

Leia mais

MÁSCARA DE SOLDA CR-02

MÁSCARA DE SOLDA CR-02 *Imagens meramente ilustrativas MÁSCARA DE SOLDA CR-02 Manual de Instruções www.v8brasil.com.br 1. DADOS TÉCNICOS MÁSCARA DE SOLDA SR-02 Modelo: Área de visão: Dimensões do filtro: V8-MS-CR2 92 x 42 mm

Leia mais

Instruções de Instalação em Rack

Instruções de Instalação em Rack Instruções de Instalação em Rack Releia a documentação fornecida com seu gabinete de rack, para obter informações sobre cabeamento e segurança. Ao instalar seu servidor em um gabinete de rack, considere

Leia mais

Caixa de Comando Sincronizada FRAMAR. Manual do Proprietário e Instruções de Instalação. www.framar.ind.br

Caixa de Comando Sincronizada FRAMAR. Manual do Proprietário e Instruções de Instalação. www.framar.ind.br Caixa de Comando Sincronizada FRAMAR Manual do Proprietário e Instruções de Instalação www.framar.ind.br 1. Introdução A caixa de comando sincronizada Framar é produzida para ser prática e funcional, uma

Leia mais

Manual de instrução. Desempenador de Rodas

Manual de instrução. Desempenador de Rodas Manual de instrução Desempenador de Rodas Apresentação Somos uma empresa voltada no ramo de equipamentos para auto center e borracharia em geral, contamos com uma linha de funcionarios altamente qualificada

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO PIPOQUEIRA CADENCE POP201

MANUAL DO USUÁRIO PIPOQUEIRA CADENCE POP201 MANUAL DO USUÁRIO PIPOQUEIRA CADENCE POP201 Obrigado por adquirir a Pipoqueira Cadence POP201, um produto de alta tecnologia, seguro e eficiente. É muito importante ler atentamente este manual de instruções,

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO TELHAS DE POLICARBONATO

MANUAL DE INSTALAÇÃO TELHAS DE POLICARBONATO MANUAL DE INSTALAÇÃO TELHAS DE POLICARBONATO TELHAS DE POLICARBONATO As Telhas de Policarbonato proporcionam ótima transmissão de luz (praticamente idêntica ao vidro) favorecendo maior aproveitamento da

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES MEDIDOR DE ULTRA-VIOLETA MODELO UV-400

MANUAL DE INSTRUÇÕES MEDIDOR DE ULTRA-VIOLETA MODELO UV-400 MANUAL DE INSTRUÇÕES MEDIDOR DE ULTRA-VIOLETA MODELO UV-400 Leia cuidadosamente as instruções contidas neste manual antes de iniciar o uso do medidor ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 1 2. REGRAS DE SEGURANÇA...

Leia mais

Manual de Instruções

Manual de Instruções Manual de Instruções DESL. INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha do Liquidificador Philco. Para garantir o melhor desempenho de seu produto, ler atentamente as instruções a seguir. Recomenda-se não jogar fora

Leia mais

GUIA DO USUÁRIO. Dome fixo AXIS T90C10 IR-LED. Dome fixo AXIS T90C20 IR-LED PORTUGUÊS

GUIA DO USUÁRIO. Dome fixo AXIS T90C10 IR-LED. Dome fixo AXIS T90C20 IR-LED PORTUGUÊS GUIA DO USUÁRIO Dome fixo AXIS T90C10 IR-LED Dome fixo AXIS T90C20 IR-LED PORTUGUÊS Medidas de segurança Leia com atenção este guia de instalação até o final antes de instalar o produto. Guarde o guia

Leia mais

EVAPORADOR ELIMINADOR DE GOTEJAMENTO

EVAPORADOR ELIMINADOR DE GOTEJAMENTO EVAPORADOR ELIMINADOR DE GOTEJAMENTO Aparelho Bivolt 110v 220v ATENÇÃO: INSTALAR EXTERNAMENTE * Capacidade total em 220v. Em 110v, redução de 50% a 60% na capacidade de evaporação. *Não testar com água

Leia mais

Capacetes de Segurança H-700

Capacetes de Segurança H-700 Dados Técnicos Página 1 de 8 Capacetes de Segurança H-700 DESCRIÇÃO GERAL: O capacete de segurança H-700 é composto de: Casco ventilado (com ou sem tira refletiva) ou sem ventilação (com ou sem tira refletiva),

Leia mais

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem

Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Aula 3: Forjamento e Estampagem Conceitos de Forjamento Conceitos de Estampagem Este processo é empregado para produzir peças de diferentes tamanhos e formas, constituído de materiais variados (ferrosos

Leia mais

Thebe Bombas Hidráulicas Ltda.

Thebe Bombas Hidráulicas Ltda. Manual de Montagem com Motores a Combustão Bomba P-11/3 e P-11/4 (Multiestágio) 18 10 12 10 12 10 12 10 7 9 6 2 1 17 8 16 15 14 11 13 11 13 11 13 11 5 4 3 Descrição de Peças 1 Arruela traseira P-11 2 Paraf.

Leia mais

IMPORTANTE. Guia Rápido de Instalação. Utilizando seu projetor AIPTEK V10 Pro para projetar imagens a partir do seu Notebook/PC.

IMPORTANTE. Guia Rápido de Instalação. Utilizando seu projetor AIPTEK V10 Pro para projetar imagens a partir do seu Notebook/PC. IMPORTANTE Guia Rápido de Instalação Utilizando seu projetor AIPTEK V10 Pro para projetar imagens a partir do seu Notebook/PC. Bem-vindo: Prezado usuário, obrigado por comprar este produto. Foi aplicado

Leia mais

Seção 9 PISTÕES - ANÉIS - BIELAS

Seção 9 PISTÕES - ANÉIS - BIELAS Seção 9 PISTÕES - ANÉIS - BIELAS Índice da seção Página Bielas Montagem da biela no pistão... 4 Verificação Instalação... 7 Remoção Torque... 8 Pistões Montagem do pistão na biela... 4 Verificação do desgaste

Leia mais

ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO ( SPEEDY )

ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO DETERMINAÇÃO DA UMIDADE PELO MÉTODO EXPEDITO ( SPEEDY ) ME-10 MÉTODOS DE ENSAIO EXPEDITO ( SPEEDY ) DOCUMENTO DE CIRCULAÇÃO EXTERNA 1 ÍNDICE PÁG. 1. INTRODUÇÃO...3 2. OBJETIVO...3 3. S E NORMAS COMPLEMENTARES...3 4. DEFINIÇÕES...4 5. APARELHAGEM E MATERIAL...4

Leia mais

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro

Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA FACULDADE DE CIÊNCIAS INTEGRADAS DO PONTAL Medidas de Grandezas Fundamentais - Teoria do Erro Objetivo As práticas que serão trabalhadas nesta aula têm os objetivos de

Leia mais

MVB06G Sensor de Vibração de 3 eixos, com Relés de Estado Sólido

MVB06G Sensor de Vibração de 3 eixos, com Relés de Estado Sólido MVB06G Sensor de Vibração de 3 eixos, com Relés de Estado Sólido 1) DESCRIÇÃO O MVB06G é um Sensor de Vibração desenvolvido com Tecnologia Micromachine (MEM s), apresentando alta precisão e confiabilidade.

Leia mais

04/13 877-09-05 779951 REV.1 MANUAL DE INSTRUÇÕES

04/13 877-09-05 779951 REV.1 MANUAL DE INSTRUÇÕES 04/13 877-09-05 779951 REV.1 SOMENTE PARA USO DOMÉSTICO MANUAL DE INSTRUÇÕES INTRODUÇÃO Parabéns pela escolha do Top Grill Inox. Para garantir o melhor desempenho do produto, ler atentamente as recomendações

Leia mais

Guia de montagem. Prolongamento de antena até 450 C. para VEGAPULS 62 e 68. Document ID: 38316

Guia de montagem. Prolongamento de antena até 450 C. para VEGAPULS 62 e 68. Document ID: 38316 Guia de montagem Prolongamento de antena até 450 C para VEGAPULS 62 e 68 Document ID: 38316 Índice Índice 1 Para sua segurança 1.1 Pessoal autorizado... 3 1.2 Utilização conforme a finalidade... 3 1.3

Leia mais

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA

Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA Portaria nº 795 de 15/12/93 D. O. U. 29/12/93 NORMA DE IDENTIDADE, QUALIDADE, EMBALAGEM, MARCAÇÃO E APRESENTAÇÃO DO FARELO DE SOJA 01. OBJETIVO: Esta norma tem por objetivo definir as características de

Leia mais

MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO

MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO MANUAL DE INSTRUÇÃO MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO MODELO: SS-26-1W - 1 - MÁQUINA PARA COSTURAR BOCA DE SACO Leia atentamente as instruções antes de iniciar o uso: a) Verificar se a voltagem está correta

Leia mais

SOLUÇÃO: RESPOSTA (D) 17.

SOLUÇÃO: RESPOSTA (D) 17. 16. O Ceará é hoje um dos principais destinos turísticos do país e uma das suas atrações é o Beach Park, um parque temático de águas. O toboágua, um dos maiores da América Latina, é uma das atrações preferidas

Leia mais

PAR 36 Manual de Operações

PAR 36 Manual de Operações PAR 36 Manual de Operações INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA Este equipamento foi desenvolvido para uso interno. Mantenha-o protegido contra umidade, respingos ou excesso de poeira e calor. Para prevenir fogo ou

Leia mais

HOFFRICHTER. ALARMBOX Instruções de Operação Caixa de Alarme Remoto para o Ventilador de Pulmão CARAT

HOFFRICHTER. ALARMBOX Instruções de Operação Caixa de Alarme Remoto para o Ventilador de Pulmão CARAT HOFFRICHTER ALARM ALARMBOX Instruções de Operação Caixa de Alarme Remoto para o Ventilador de Pulmão CARAT Número de Série HOFFRICHTER GmbH fornece todos os sistemas com um número de série a fim de garantir

Leia mais

Conscientização na Operação com Empilhadeira

Conscientização na Operação com Empilhadeira TREINAMENTO: NR 11 ITEM 11.1.5: Nos equipamentos de transporte, com força motriz própria, o operador deverá receber um treinamento específico, dado pela empresa, que o habilitará nessa função. Índice de

Leia mais

Manual de Instruções e Lista de Peças. Máquina de Corte Circular de Tecido 950C

Manual de Instruções e Lista de Peças. Máquina de Corte Circular de Tecido 950C Manual de Instruções e Lista de Peças Máquina de Corte Circular de Tecido 950C 104A 104B Singer é uma marca registrada da The Singer Company Limited ou suas afiliadas. 2009 Copyright The Singer Company

Leia mais

Manual de Instruções. Aquecedor de Ambiente Halógeno. Modelo: MA - 012 H. Versão 191212. www.martau.com.br SAC: 0800 51 7546. ATENÇÃO: Não Cobrir

Manual de Instruções. Aquecedor de Ambiente Halógeno. Modelo: MA - 012 H. Versão 191212. www.martau.com.br SAC: 0800 51 7546. ATENÇÃO: Não Cobrir ATENÇÃO: Não Cobrir www.martau.com.br SAC: 0800 5 7546 Versão 922 Aquecedor de Ambiente Halógeno Modelo: MA - 02 H Anotações Índice - Introdução...4 2 - Recomendações de segurança...5 2. - Símbolos e

Leia mais

AV. Herminio Gimenez RC - RUC: 80061756-8 COR: CIUDAD DEL ESTE-PY TEL: +595 983 613802 [email protected] - www.options-sa.net

AV. Herminio Gimenez RC - RUC: 80061756-8 COR: CIUDAD DEL ESTE-PY TEL: +595 983 613802 contato@options-sa.net - www.options-sa.net COR: -Instalação rápida e fácil, fixação com resina, ondulação de 2 a 4 mm para passagem dos cabos de energia. - Pode ser instalada em piscinas ou hidromassagens onde não tenha sido previsto sistema de

Leia mais