1. INTRODUÇÃO À FOTOGRAMETRIA DIGITAL
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- Jorge Fontes Correia
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1 1. INTRODUÇÃO À FOTOGRAMETRIA DIGITAL 1.1 FOTOGRAMETRIA CONCEITO INICIAL Para um leigo no assunto, fica difícil expressar com segurança o que vem a ser fotogrametria. Etimologicamente, a palavra fotogrametria vem a ser photon - luz, graphos escrita, metron medições, ou medições executadas através de fotografias. Muitas abordagens e discussões para o tema foram desenvolvidas ao longo do último século, tornando tal assunto confuso para aqueles que estão tomando um primeiro contato com o mesmo. Entretanto, o consenso geral define tal termo, a grosso modo, como a ciência e tecnologia de se obter informação confiável, através de imagens adquiridas por sensores. Ciência pois utiliza-se de métodos científicos para o estudo do funcionamento dos processos de captação da energia eletromagnética e análise dos registros advindos dos mesmos. Tecnologia uma vez que lança mão do estado da arte da tecnologia para tornar tais processos mais rápidos e eficazes para os usuários. Informação confiável seja ela sob a forma de um mapa, lista de coordenadas, modelo tridimensional ou qualquer outro modo de representação geometricamente classificado dentro de tolerâncias de precisão e acurácia desejáveis. Esses requintes variam de aplicação para aplicação, como por exemplo, a identificação do desvio de uma viga de 1.1
2 sustentação em uma usina nuclear, que tolera erros de ordem de milímetros ou menos ou a confecção de uma carta em escala 1:250000, onde são tolerados erros da ordem de metros. Imagens Imagens ópticas podem ser definidas como a reprodução aparente de um objeto, formado por um sistema de lentes ou espelhos, a partir de ondas luminosas refletidas, refratadas ou difratadas (Encyclopædia Britannica, 2001). Tal conceito, pôde, durante anos, cobrir a definição para imagem utilizada pela fotogrametria, pois os processos fotogramétricos concentravam-se somente nas imagens fotográficas, cobrindo a faixa do visível (ou seja, ondas eletromagnéticas de 0,4 a 0,7 µm). Hoje em dia, no entanto, diversos sensores são capazes de imagear nas diversas regiões do espectro eletromagnético, gerando uma profusão de informação nunca antes imaginada. Assim, pode-se definir como imagens utilizadas pela fotogrametria as representações das interações eletromagnéticas entre um ou mais objetos captadas por um dado sensor, em um dado momento. Sensores Remotos Segundo (Novo, 1992), um sensor é qualquer equipamento capaz de transformar alguma forma de energia em um sinal passível de ser convertido em informação sobre o ambiente, sem contato físico entre este sensor e os alvos de interesse. Como citado anteriormente, a energia utilizada neste caso é a eletromagnética. Um exemplo simples de sensor comumente utilizado é a câmara fotográfica, que utiliza a sensibilização química no filme para gerar suas imagens. Diversos tipos de câmaras digitais e sensores de varredura (utilizando CCD's charge coupled devices, detectores que convertem energia eletromagnética em corrente elétrica) também encaixam-se nesta categoria. Basicamente esta definição tem um alto grau de correlação com as inúmeras outras encontradas em livros e textos científicos sobre o tema. Entretanto, ela não se extingue neste ponto, uma vez que o texto ainda é muito vago, deixando a um leitor neófito a nítida impressão de nada ter acrescentado aos seus conhecimentos. Por isso, surgiram inúmeras interpretações, que serão melhor discutidas no tópico seguinte. 1.2
3 1.2 CONTRADIÇÕES E DIVERGÊNCIAS QUANTO AO CONCEITO DE FOTOGRAMETRIA Como já citado anteriormente, a fotogrametria sofreu um grande impacto com a possibilidade de obtenção de imagens multiespectrais (cobrindo diversas bandas do espectro), em geral, através de sensores digitais (como câmaras digitais e varredores), acarretando em uma total reestruturação do pessoal e aparatos empregados para processá-los (uma maior descrição das gerações da fotogrametria e das diferenças entre elas pode ser encontrada no tópico 1.4). Paralelamente a esta revolução, novas plataformas passaram a portar tais tipos de sensores (há uma discussão sobre tais plataformas em 1.3), havendo, notoriamente, a introdução de sensores orbitais (satélites e outros veículos espaciais). Esta nova ciência, então em ascensão, passou a ser chamada de sensoriamento remoto. Inicialmente, as imagens tinham baixa resolução geométrica, ou seja, dificuldade em distinguir-se os inúmeros objetos imageados, ou, em termos leigos, falta de nitidez. Isto era causado pelo aumento ainda insuficiente dos sistemas de lentes e pela grande distância entre os satélites e a superfície, o que levava à impossibilidade de adaptação de tais imagens à estrutura já montada para processamento fotogramétrico, uma vez que os aparelhos eram projetados apenas para imagens tomadas de aviões segundo determinado padrão, os sistemas computacionais de processamento de imagens digitais ainda eram rudimentares para solucionar as pesadas rotinas fotogramétricas e não havia a possibilidade de visualização estereoscópica das mesmas. A fotogrametria, então, seguiu o seu curso anteriormente estabelecido (primando pela restituição de cartas ou mapas do terreno fotografado), e deixando o estudo de tais imagens a cargo de todo um grupo de especialistas que nelas viu a oportunidade de extração de informações para eles consideradas fundamentais (geólogos, pedólogos, geógrafos, oceanógrafos, estatísticos, etc.). 1.3
4 Figura 1.1 Dissensão inicial e errônea entre fotogrametria (plataformas aéreas, fotografias e produtos cartográficos) e sensoriamento remoto (plataformas orbitais, imagens digitais e vários tipos de produtos, como mapas geológicos ou florestais) Assim, a princípio, houve informalmente uma dicotomia entre fotogrametria e sensoriamento remoto (figura 1.1). Curiosamente, as associações que congregavam os profissionais de fotogrametria não seguiram esta divergência, abraçando também o estudo das imagens de sensores remotos. Um caso notório foi a troca do nome de ASP (American Society of Photogrammetry Sociedade Americana de Fotogrametria) para ASPRS (American Society for Photogrammetry and Remote Sensing Sociedade Americana de Fotogrametria e Sensoriamento Remoto). Com a ISPRS (International Society for Photogrammetry and Remote Sensing), acontecimento similar também ocorreu. É óbvio que tais decisões não foram tomadas de maneira 1.4
5 impensada. Tais especialistas verificaram que não era coerente a divisão informal que estava acontecendo, uma vez que o que estava sendo (informalmente) chamado de sensoriamento remoto (imagens digitais e orbitais) era uma ciência irmã do que se chamava (informalmente) de fotogrametria (imagens fotográficas e aéreas). Como cabe a uma sociedade deste escopo, definições foram estabelecidas de modo a orientar os profissionais, estudantes e leigos quanto à abrangência e funções de cada uma. Daí surgiram algumas interessantes contradições: Segundo a ASPRS, fotogrametria é a arte, ciência, e tecnologia de se obter informação confiável sobre objetos físicos e o meio-ambiente, através de processos de gravação, medição e interpretação de imagens e padrões de energia eletromagnética radiante e outros fenômenos, ao passo que sensoriamento remoto não recebe nenhuma definição. A única referência que a associação faz é que técnicas de sensoriamento remoto são usadas para adquirir e processar informação sobre um objeto sem contato físico direto (entre o sensor e o alvo de interesse). Um dos presidentes que a mesma ASPRS teve, Thomas Lillesand, no livro do qual é co-autor, define sensoriamento remoto como a ciência e arte de se obter informação sobre um objeto, área ou fenômeno através da análise dos dados adquiridos por um aparelho que não está em contato com o objeto, área ou fenômeno sob investigação (Lillesand et al., 2000). Como fotogrametria, o mesmo livro descreve sendo a ciência e tecnologia de se obter medições e outros produtos geometricamente confiáveis a partir de fotografias. A ISPRS, por sua vez, enuncia que fotogrametria e sensoriamento remoto é a arte, ciência e tecnologia de se obter informação confiável de imagens de sensores imageadores e outros, sobre a Terra e seu meioambiente, e outros objetos físicos e processos através de gravação, medição, análise e representação. Convém ressaltar o é, no singular, que destaca a idéia de junção de ambos em um só conceito. Uma leitura aprofundada das definições deixa muitas dúvidas no ar. Primeiramente, nenhuma delas coincide completamente com as outras, embora haja o reforço de que a fotogrametria tem um enfoque na 1.5
6 obtenção de informação confiável. Uma conclusão precipitada poderia levar à idéia que a fotogrametria é o sensoriamento remoto confiável. Porém, o que é confiável? Remontando ao exemplo do tópico 1.1, no caso da usina nuclear, confiável implica em precisão e acurácia de milímetros. No caso da carta 1:250000, confiável implica em precisão e acurácia de metros. Outro exemplo seria o de uma carta geológica, elaborada a partir de imagens de satélite. É confiável? Obviamente, se for realizada por pessoal especializado. Logo, é fotogrametria. Ou não? A última das definições (ISPRS) é mais abrangente, não realizando uma separação de conceitos, e, conseqüentemente, fugindo da discussão sobre confiabilidade das informações obtidas. Além disso, a definição dá uma idéia de que ambas as ciências estão altamente relacionadas, como se fossem uma só. Na verdade, nenhuma das definições está incorreta. Cada uma reflete uma visão diferente sobre o tema, que expressa diferentes perfis e diferentes épocas. A tendência, hoje em dia, principalmente com o desenvolvimento da fotogrametria digital e de sensores orbitais compatíveis com a atividade fotogramétrica é que a fotogrametria esteja inserida no contexto global de sensoriamento remoto, a grosso modo definido como ciência e tecnologia de aquisição de informação sobre um objeto sem contato direto entre este e o sensor. Mesmo assim, isso não define onde a fotogrametria atua dentro deste contexto, ou ainda, quais seriam seus objetivos. Estes objetivos serão objeto de estudo no próximo tópico. 1.3 OBJETIVO E CLASSIFICAÇÕES DA FOTOGRAMETRIA Poder-se-ia enumerar vários objetivos da fotogrametria, tais como: reduzir o trabalho de campo no levantamento de coordenadas de um ou vários objetos e reduzir o tempo de obtenção de tais dados. Entretanto, o objetivo principal da fotogrametria pode ser enunciado como a reconstrução de um espaço tridimensional, chamado de espaço objeto, 1.6
7 a partir de imagens bidimensionais, chamadas de espaço imagem. Trata-se, então, de uma transformação entre sistemas. Um sistema bidimensional, chamado sistema fotográfico e um sistema tridimensional, que representa o próprio espaço objeto. Normalmente, utiliza-se um sistema bidimensional próprio de cada câmara, com origem aproximadamente no centro de seu quadro, e de coordenadas determinadas por calibração da câmara em laboratório, antes de sua utilização. O sistema tridimensional, no caso mais comum, representa o sistema de coordenadas do terreno sobre o qual obtém-se as imagens, o qual pode estar sendo representado em coordenadas geodésicas (latitude, longitude e altura ou altitude), planialtimétricas (E, N e altitude) ou cartesianas (X, Y, Z). Para outros tipos de alvos, como monumentos ou objetos pequenos, pode-se criar um sistema de referência próprio, de origem arbitrária. Para que a transformação seja implementada, também é necessário um conjunto de pontos de controle (ou de campo), que são expressos no espaço-objeto. Uma vez locados no espaço imagem, tem-se os parâmetros de entrada para a dedução da função que mapeia um sistema no outro. Quanto maior o número de pontos de controle, melhores são os resultados finais, porém, convém também verificar até onde é economicamente viável a obtenção de tantos pontos de controle. Devido a isso, alguns processos (aerotriangulação, por exemplo) foram desenvolvidos, de modo que, a partir de apenas alguns pontos de controle, possa ser gerada uma infinidade de outros, a precisões aceitáveis para que sejam utilizados como se controle fossem. Em resumo, crê-se na possibilidade de se estabelecer uma área de abrangência da fotogrametria, respondendo às perguntas propostas no tópico anterior, da seguinte maneira: Fotogrametria é a ciência e tecnologia de se reconstruir o espaço tridimensional, ou parte do mesmo (espaço objeto) a partir de imagens bidimensionais, advindas da gravação de padrões de ondas eletromagnéticas (espaço imagem), sem contato físico direto com o objeto ou alvo de interesse. 1.7
8 Figura 1.2 Representação esquemática da fotogrametria Por espaço objeto, entende-se qualquer elemento, ou conjunto de elementos tridimensionais a serem imageados. Desse modo, o sensor pode estar localizado em qualquer plataforma (figura 1.3). Convencionouse usar a classificação de fotogrametria terrestre, fotogrametria aérea (ou aerofotogrametria) e fotogrametria orbital para, a grosso modo, expressar estes diferentes modos de posicionar-se o sensor. A aerofotogrametria é, tradicionalmente, a mais envolvida com a geomática. A fotogrametria terrestre encontra uma gama de aplicações variadas, como arquitetura, controle industrial, engenharia civil e artes plásticas. A fotogrametria orbital é uma tendência para o futuro, já sendo empregada nos dias de hoje em escala crescente. 1.8
9 Figura 1.3 Visão atual de fotogrametria (imagens advindas de diversos sensores, em meio analógico ou digital, gerando produtos que representem o espaço objeto). O sensoriamento remoto é mais abrangente, considerando a geração de outros tipos de produtos, como mapas temáticos, imagens classificadas, etc. O número de imagens envolvidas é variável, sendo desejável que sejam ao menos duas, tomadas de ângulos diferentes, com área de superposição, de modo a viabilizar a visão estereoscópica (tridimensional), que possibilita uma maior acurácia na restituição tridimensional do espaço objeto (figura 1.4). Outras classificações ainda poderiam ser propostas como fotogrametria à curta distância e à longa distância, ou aerofotogrametria com imagens verticais e com imagens oblíquas. Este, porém, não é o objetivo deste texto. A classificação histórica, no entanto, por ser considerada uma das mais importantes, será apresentada no tópico a seguir. 1.9
10 Figura 1.4 Tomada de imagens com região de adjacência a partir de fotos aéreas 1.4 BREVE HISTÓRICO DA FOTOGRAMETRIA FOTOGRAMETRIA PIONEIRA ( ) Poucos anos após a descoberta da fotografia (graças aos trabalhos pioneiros de Nicéphore Nièpce, em 1826 e Louis-Jacques Daguerre, em 1839), surgiram propostas, como a do francês Argo, em 1840, com o objetivo de aproveitá-la para os dispendiosos levantamentos topográficos. Infelizmente, mais alguns anos se passaram sem nada de concreto sobre o tema. Em 1851, Aimé Laussedat desenvolve os primeiros princípios e técnicas fotogramétricos, sendo seguido por trabalhos importantes de documentação de edifícios, e prédios históricos, como os de Meydenbauer e Ernst Mach. A então nascente Ciência recebeu seu primeiro livro 1.10
11 teórico em 1889, o Manual de Fotogrametria, de autoria do alemão C. Koppe. Algumas fotografias aéreas foram inclusive tiradas, sendo as mais notórias a de Nadar, ou Gaspard Félix Tournachon, sobre a cidade de Bièvre, na França, em 1858 (que infelizmente foi perdida com o passar dos anos) e a de James Wallace Black, em 1860, sobre a cidade de Boston, nos Estados Unidos. No entanto, somente com a invenção do avião, tal situação viria a mudar sensivelmente FOTOGRAMETRIA ANALÓGICA ( ) A invenção do aparelho estereocomparador, por Pullfrich, marca a primeira revolução da fotogrametria, através da qual foi possível facilitar surpreendentemente o trabalho dos usuários, graças à substituição dos inúmeros cálculos matemáticos por aparelhos óptico-mecânicos. Em 1911, o austríaco Theodore Scheimpflug cria um método bemsucedido de retificação de fotografias aéreas, iniciando todo um processo de utilização de tais fotografias para mapeamento de extensas superfícies. Os retificadores analógicos passam a ser utilizados largamente, sendo posteriormente substituídos pelos famosos restituidores analógicos, que permitiam visão estereoscópica, através da utilização de um par estereoscópico (ou seja, um par de fotografias com áreas de superposição). Inúmeros aparelhos, sobretudo os suíços e alemães, como os restituidores Wild (figura 1.5), Zeiss e Kern possibilitavam a obtenção de cartas topográficas a precisões surpreendentes. Obviamente, tal trabalho passou a ser altamente específico, tornando fundamental a figura do técnico em fotogrametria, uma vez que tais aparelhos necessitavam de treinamento específico e aprofundado. O trabalho de campo também foi enormemente facilitado, com a introdução do processo da aerotriangulação analógica, que permitia o adensamento em laboratório dos pontos de campo. Paralelamente a estes desenvolvimentos, surgiram câmaras cada 1.11
12 vez mais específicas para esta tarefa, chamadas de câmaras métricas. As mesmas dispunham de mecanismos para imprimir nas fotos informações relevantes quanto ao sistema de coordenadas de imagem, aumentando ainda mais a precisão das medições efetuadas. Um exemplo são as marcas fiduciais, que estão em todas as fotos e cujas coordenadas no sistema fotográfico são determinadas em laboratório. Figura 1.5 Restituidor Analógico Wild B-8 (fonte: Universidade Estadual do Rio de Janeiro) Convém ressaltar que é deste período a criação e fortalecimento de inúmeras associações e entidades congregando todos os interessados na área. A ISP (International Society for Photogrammetry), atual ISPRS (International Society for Photogrammetry and Remote Sensing) foi fundada em 1910, por E. Dolezal, na Áustria FOTOGRAMETRIA ANALÍTICA ( ) A invenção do computador, nos anos 40, deu início a uma transformação nos processos fotogramétricos de então. A grande quantidade de cálculos necessários, que havia sido substituída pelos aparelhos mecânicos, passou a poder ser executada computacionalmente. O primeiro estudo nesta área foi desenvolvido em 1953, pelo Dr. Helmut Schmidt, do Laboratório de Pesquisa Balística, em Aberdeen, Maryland, 1.12
13 Estados Unidos. Neste estudo, foram estabelecidas as bases da fotogrametria analítica, incluindo-se o tratamento matricial, as soluções por mínimos quadrados (um tipo de método estatístico), a solução simultânea utilizando múltiplas imagens e uma análise completa de propagação de erros. Em 1957, o finlandês Uki Helava desenvolve o conceito de restituidor analítico, utilizando servo-mecanismos para medir as coordenadas das marcas fiduciais nas imagens. Computadores realizavam todos os demais cálculos, simplificando bastante o processo final. Os primeiros restituidores analíticos foram apresentados no congresso da ISP (atual ISPRS) em A partir daí, tais aparelhos revolucionaram o conceito de fotogrametria, permitindo a aerotriangulação de blocos (conjuntos de fotos) cada vez maiores e a utilização de câmaras comuns (não-métricas) FOTOGRAMETRIA DIGITAL ( DIAS DE HOJE) A fotogrametria digital teve o seu surgimento nos anos 80, tendo como grande inovação a utilização de imagens digitais como fonte primária de dados. A imagem digital pode ser adquirida diretamente de uma câmara digital, ou mesmo através da digitalização matricial de uma imagem analógica (submetendo-a a um scanner). Nos anos 90, este ramo da fotogrametria realmente pôde ser usado de maneira extensiva, graças ao desenvolvimento de computadores com capacidade suficiente para o processamento interativo de imagens digitais, gerando elevados volumes de dados. O restante do processamento se dá de maneira semelhante à fotogrametria analítica, sendo possível, hoje em dia, a elaboração de produtos digitais (além das cartas digitais) que necessitam de processamento computacional extremamente elaborado, como as ortoimagens ou imagens ortorretificadas (imagens em perspectiva ortogonal) e mosaicos digitais, que consistem na junção de várias 1.13
14 imagens. Esses mosaicos são considerados sendo não-controlados se não houver tratamento sobre as imagens e controlado, caso as imagens já tiverem sido ortorretificadas. Os aparelhos atualmente empregados também mudaram, sendo chamados de estações fotogramétricas digitais, ou seja, estações de trabalho inteiramente voltadas para a fotogrametria. Computadores comuns também podem ser aproveitados para este fim, sendo chamados de computadores repotencializados, por receberem hardware e software específicos. Um comentário que se faz necessário neste ponto é quanto à diferença de fotogrametria digital e fotogrametria apoiada por computador (ou simplesmente, fotogrametria com uso de computadores). Com o objetivo de não perder a experiência de anos de trabalho de operadores habilidosos e também de aumentar a expectativa de vida dos ainda eficazes aviógrafos analógicos e analíticos, computadores foram ligados aos mesmos, possibilitando uma saída de dados digital, ou seja, um arquivo de computador (em geral um formato compatível com os inúmeros programas de CAD Computer Aided Design existentes). Mesmo assim, estes aparelhos não podem ser relacionados à fotogrametria digital, uma vez que a entrada de dados ainda se dá de modo analógico (fotografia impressa em filme). Mesmo o restituidor analítico, que realiza todo o restante do processamento de forma computacional, ainda as considera como dado de entrada. Somente na fotogrametria digital tem-se uma análise computacional completa de todo o processo. Tal assunto ainda pode estar a causar muitas dúvidas. Para lançar alguma luz sobre o assunto, apresenta-se a tabela 1.1: 1.5 OBJETIVO DA FOTOGRAMETRIA DIGITAL A fotogrametria digital tem como seu objetivo principal a reconstrução automática do espaço tridimensional (espaço objeto), a partir de imagens bidimensionais (espaço imagem). 1.14
15 Fotogrametria Entrada Processamento Saída Analógica Foto analógica (em filme) Analógico (optomecânico) Analógica (scribes/fotolitos) no passado ou digital (CAD, por exemplo) no presente Analítica Foto analógica (em filme) Analítico (computacional) Analógica (scribes/fotolitos) no passado ou digital (CAD, por exemplo) no presente Digital Imagem digital Analítico Digital (obtida de câmara digital, por exemplo) ou digitalizada (foto analógica submetida a um scanner) (computacional) Tabela 1.1 Histórico da Fotogrametria (adaptada de Augusto, 2000) Uma observação mais atenta ao parágrafo acima permite uma simples conclusão: a fotogrametria digital preocupa-se em automatizar a fotogrametria, principalmente levando-se em conta que os equipamentos de informática hoje em dia permitem o rápido processamento da avalanche de dados que surge em conseqüência destes processos. Ter-se-ia, então, como ideal a criação de uma máquina de mapeamento automático, capaz de reconhecer automaticamente as feições do terreno (como prédios, pontes e outras construções) e extrair a forma do relevo da região a ser mapeada. Porém, o problema proposto não é tão simples assim, uma vez que não há um espaço 3D tão bem comportado. Pelo contrário, o relevo da superfície terrestre apresenta-se com inúmeras descontinuidades, o que 1.15
16 torna praticamente impossível seu mapeamento automático. Surgem então várias condições de contorno para sua solução, exigindo a interação do homem em vários processos. Hoje em dia, pode-se dizer que o estado da arte em fotogrametria digital é o mapeamento semiautomático, ou seja, os processos implementados tentam ser automáticos, porém, ainda exigem a supervisão, e eventual intervenção humana nos mesmos. Figura 1.6 Processo da ortorretificação, que transforma uma imagem em perspectiva central em outra em perspectiva ortogonal. Graças à fotogrametria digital, processos matematicamente complexos como este puderam ser implementados e popularizados. Hoje, ortoimagens têm alcançado níveis de popularidade próximos aos das cartas convencionais e essa situação tende a continuar. 1.6 A ESTAÇÃO FOTOGRAMÉTRICA DIGITAL Como já mencionado anteriormente, o estado da arte da fotogrametria encontra-se no desenvolvimento de estações 1.16
17 fotogramétricas digitais. Um sistema como este, em geral, é composto de: Monitor(es) de vídeo Dispositivo de visão estereoscópica Óculos, monitores especiais, etc. CPU gráfica, ou placa de vídeo especial CPU geral Periféricos de Entrada/Saída Teclado, mouse, scanner, mesa digitalizadora, plotter e/ou impressora. Dispositivo de medição estereoscópica Trackball, topo-mouse, etc. Módulos de software dedicado às operações fotogramétricas, tais como: Orientação interior, orientação relativa e orientação absoluta, ou orientação exterior (relativa + absoluta simultaneamente), aerotriangulação (medição e cálculo), restituição, retificação e reamostragem de imagens (geometria epipolar), extração de modelos digitais do terreno, geração de orto-imagens, integração com sistemas de informação geográfica, etc. O padrão atual de monitores de vídeo para este tipo de aplicação encontra-se entre 19 e 21 polegadas. Algumas estações apresentam monitores de vídeo próprios de dimensões diferentes das usuais, de modo a maximizar a visualização estereoscópica. Quanto às máquinas utilizadas, há modelos de vários fabricantes. Estações Unix e Silicon Graphics já foram utilizadas amplamente, porém, a tendência hoje em dia é de serem usados PC's com o sistema operacional Windows NT. Os sistemas de visão estereoscópica apresentam soluções ainda mais variadas. Há quatro tipos principais diferentes: Separação espacial a tela do monitor exibe o par lado a lado e utilizase um estereoscópio de espelhos para visualizá-las estereoscopicamente; Anaglifo ambas as imagens são exibidas uma sobre a outra, porém em cores diferentes, necessitando de um óculos especial com uma lente 1.17
18 de cada cor; Separação radiométrica semelhantes aos de anaglifo, apresentam polarizações da luz diferentes; Separação temporal exibem alternadamente as imagens do modelo, a altas freqüências. Os sistemas mais modernos utilizam uma combinação do princípio da polarização (passiva, se a tela de polarização é montada no monitor e ativa, se a tela de polarização é montada nos óculos) e da separação temporal. Entre os fatos positivos do advento das estações fotogramétricas digitais e dos programas de fotogrametria digital, pode-se descrever a possibilidade de, mesmo sem o aparato completo descrito acima, serem executadas várias operações, embora de maneira não-otimizada. Outra vantagem é a concentração de todas as rotinas em um só computador, poupando espaço e ganhando em versatilidade e tempo de operação. No passado, ao contrário, para cada uma das etapas que levavam até a restituição do terreno, as fotos passavam de aparelho para aparelho, de especialista a especialista, em diferentes seções (e até diferentes empresas). A entrada de dados também é muito mais facilitada, já que como se utiliza rotinas genéricas, os softwares aceitam imagens de quaisquer formatos, inclusive de câmaras não-fotogramétricas (ou seja, cujas fotos não têm um sistema de coordenadas a elas atrelado). Os aparelhos restituidores anteriores só aceitavam fotos de determinado padrão, provindas de câmaras de distâncias focais de valores constantes. 1.7 EXEMPLOS DE ESTAÇÕES FOTOGRAMÉTRICAS DIGITAIS E SOFTWARES DE FOTOGRAMETRIA DIGITAL Z/I IMAGING A Z/I Imaging é uma companhia derivada da fusão entre a 1.18
19 tradicional Carl Zeiss, Oberkochen (Alemanha) e a Intergraph (Estados Unidos). Enquanto a primeira consagrou-se no desenvolvimento de câmaras, restituidores analógicos, analíticos e estações fotogramétricas digitais ao longo do último século, a última foi destaque no desenvolvimento das famosas estações ImageStation, muitíssimo aceitas e populares. Com a criação do joint venture entre as duas, a linha de estações fotogramétricas digitais da Zeiss foi descontinuada, deixando espaço para a concentração de todos os esforços na área para a linha ImageStation. O modelo mais recente de ImageStation (2001), na verdade, é um computador extremamente sofisticado, com várias soluções únicas desenvolvidas pela Z/I. Compõe-se, ao todo de: Mesa especial, com altura da área de digitalização e área de suporte dos monitores eletricamente controlada; Controle hand-held para digitalização à mão livre e seleção de menus na ponta dos dedos; Gabinete (localizado na parte inferior) onde fica localizado o computador e um espaço livre para que o usuário coloque seu material; O computador é um Pentium III dual, com 512 MB de RDRAM, drive para o sistema de 36,7 GB, dois drives de dados de 73,4 GB e placa de vídeo com acelerador gráfico WildCat 5110 AGP, de 64 MB; Um ou dois monitores de 21 ou 24 ; Dispositivo de visão estereoscópica combinando polarização ativa e temporal nos óculos; Programas funcionando sob Windows 2000, com a possibilidade de leitura de imagens JPEG; Uma solução mais modesta oferecida pela Z/I chama-se SSK (Stereo Softcopy Kit) (figura 1.8). É formado pelo hardware e software necessário à emulação de uma estação ImageStation: óculos de visualização estereoscópica, mouse de precisão, placa de vídeo e programas fotogramétricos. A título de curiosidade, a Z/I também vende uma versão do restituidor analítico Zeiss Planicomp, o Z/I Planicomp P3 (ou P33) (figura 1.9). Justifica-se a fabricação de tal aparelho devido à sua grande 1.19
20 popularidade ainda nos dias de hoje. Figura 1.7 Estação fotogramétrica ImageStation 2001 (fonte: ImageStation factsheet) Figura 1.8 SSK (fonte: ImageStation factsheet) Figura 1.9 Planicomp P3 (fonte: Z/I Imaging) O fato de tais máquinas estarem sendo fabricadas serve como prova cabal da aplicação ainda hoje de restituidores analíticos e analógicos repotencializados. 1.20
21 1.7.2 LH-SYSTEMS LH-Systems é a divisão da Leica GeoSystems (empresa suíça advinda da tradicionalíssima Wild Heerbrugg) especializada em fotogrametria. Ela apresenta uma solução em fotogrametria digital chamada Socet-Set (figura 1.10), que se constitui de um conjunto de programas que executam obtenção de atributos, triangulação e ortomosaicagem. Orima é o nome do pacote específico para aerotriangulação, enquanto Pro-600 oferece restituição, com integração do sistema ao programa Microstation da empresa Bentley, muito conhecido pelos profissionais de cartografia. Figura 1.11 Restituidor analítico SD2000/3000 (fonte: LH-Systems) Além disso, vêm junto aos softwares o chamado topo-mouse (um dispositivo de precisão para restituição) e óculos para visualização estereoscópica. O pacote Socet-set pode ser instalado em computadores sob Windows NT ou Unix. A LH-Systems também mantém uma linha de restituidores analíticos, os SD2000/3000 (figura 1.11), bem como kits de repotencialização de restituidores analógicos. 1.21
22 Figura 1.10 Pacote Socet-Set em um Sun Solaris (fonte: LH-Systems) ISM A ISM é uma empresa canadense pioneira no segmento de fotogrametria digital. Seu produto principal nos dias de hoje é o conjunto de programas DiAP (Digital image Analytical Plotter), que é composto de um núcleo, chamado também de DiAP, responsável pelas orientações interior, relativa e absoluta e restituição, com integração ao MicroStation e vários módulos adicionais, a saber: DiAP ATM Executa aerotriangulação analítica por ajustamento de feixes; DiAP AIM Permite a automação de várias rotinas, como orientações e aerotriangulação; SysImage Dá todo o suporte necessário para a realização de ortoimagens e ortomosaicos; Figura 1.12 Captura de tela DiAP (fonte: ISM) 1.22
23 TIN/CIP Geração de modelos digitais do terreno na estrutura TIN (rede de triangulação irregular) e quadrangulares (grids). O módulo TIN/CIP pode ser totalmente integrado com o SysImage; Production Works Edição vetorial (CAD) dos dados obtidos por DiAP. Também encontra-se em total integração com MicroStation; DiAP Viewer Permite a visualização estereoscópica dos modelos, após a orientação relativa. Permite também a superposição de um arquivo CAD no formato MicroStation (DGN) KLT A KLT é uma companhia norte-americana, de Massachussets, que produz a linha fotogramétrica Atlas (figura 1.13), para extração de informação do terreno. A estação ATLAS Digital StereoPlotter é composta de um computador pessoal, manivelas para as mãos e pedal rotatório para os pés (de modo a imitar a movimentação da marca flutuante nos antigos resituidores analógicos), teclado e mouse especiais para a produção fotogramétrica. Como de hábito, executa as orientações interior e exterior estereoscópica (relativa + absoluta) e a aerotriangulação analítica. O pacote ATLAS provê a obtenção e edição de mapas digitais a partir dos dados da ATLAS DSP. ATLAS TIN e Ortho são, por sua vez, responsáveis pela extração de modelos digitais do terreno e ortorretificação. Ainda há outros programas complementares, como o Batch, que executa correções do arquivo digital gerado tais como polígonos abertos, linhas cruzadas e atributos indevidamente posicionados. Há ainda o Translator, que interpreta vários formatos de arquivos digitais para assimilação ao sistema. Outras soluções para plotagem e digitalização manual são disponíveis. Um aspecto notável desta estação é a sua existência ainda sob ambiente DOS. Tentando reverter esta situação, a KLT lançou uma 1.23
24 versão para Windows do ATLAS, o WinATLAS, que, segundo o fabricante, permite o correto funcionamento do sistema ATLAS, mesmo os módulos ainda em DOS, sob Windows de 32 bits. Figura 1.13 Estação Fotogramétrica ATLAS DSP (fonte: KLT) DAT/EM Sediada no Alasca, Estados Unidos, a DAT/EM possui dois produtos principais na área de fotogrametria digital: Summit Evolution e Summit PC. Summit Evolution é um conjunto de ferramentas e programas para execução de todas as tarefas fotogramétricas. O kit vendido pela DAT/EM contém os seguintes componentes: Todos os programas do pacote Summit Evolution; Programa Capture NT para MicroStation ou AutoCAD; Automatização da edição vetorial dos mapas gerados pela estação; Programas para permitir a visualização esteroscópica; Placa de vídeo 3D Labs Oxygen GVX 420; Controle de mão para movimentação da marca flutuante ou manivelas e pedal para a execução da mesma tarefa; Z-Screen (tela estereográfica) com três óculos passivos ou emissor Crystal Eyes com dois óculos ativos; 1.24
25 Teclado especial. A DAT/EM recomenda um computador Pentium III dual com 512 MB de memória RAM e disco rígido de 32 GB, sob Windows NT 4.0, de modo a executar estas tarefas com maior precisão. A estação Summit PC (figura 1.14) é uma versão mais modesta e anterior à Summit Evolution. As funções básicas são as mesmas, porém esta tem a propriedade de medição subpixel, além do gerenciamento de projeto, não existente na versão anteriormente mencionada. Obviamente, estas diferenças implicam no preço final, tornando uma mais barata que a outra. Figura 1.14 Estação Fotogramétrica Summit PC (fonte: DAT/EM) VINGEO A companhia ucraniana VinGeo (setor da Vinnitsa) produz a estação fotogramétrica Delta (figura 1.14), que prima por sua praticidade e simplicidade. Seu sistema de visualização utiliza estereoscópio de espelhos, e a marca flutuante pode ser movida apenas com o mouse, embora as tradicionais manivelas e pedais possam ser utilizados. O software empregado permite a operação com estereomodelos ou imagens isoladas (utilizando um modelo digital do terreno) e concentra-se 1.25
26 na restituição, extração de MDTs e suporte para integração com os programas de CAD existentes. Há também outras soluções para aerotriangulação e ortorretificação/ortomosaicagem. Figura 1.14 Estação Fotogramétrica Delta (fonte: VinGeo) DVP A estação DVP (Digital Video Plotter) (figura 1.15), da empresa de mesmo nome, é produto de um bem-sucedido projeto de pesquisa realizado na Universidade Laval, no Québec, Canadá. Hoje em dia, é uma das estações mais baratas e versáteis. A versão completa da mesma é composta de orientação monoscópica ou estereoscópica, aerotriangulação, vetorização (restituição) e geração de ortoimagens. A versatilidade da mesma se manifesta realmente nas inúmeras configurações de hardware possíveis. Para visualização, duas opções estereoscópio de espelhos e um monitor ou monitor com polarização ativa e óculos passivos mais um outro monitor de controle. Para controle da marca estereoscópica, pode-se usar o mouse comum, um mouse 3D ou as tradicionais manivelas e pedais. O sistema propõe-se a calibrar qualquer tipo de scanner, desde os mais simples, de escritório, até os legítimos scanners fotogramétricos. Para executar estas tarefas, exige-se no mínimo uma CPU Pentium 166, 64 MB de RAM e placa de vídeo de 4 MB. 1.26
27 O sistema operacional pode ser qualquer Windows 32-bit, sem a obrigatoriedade de que seja NT. Figura 1.15 Diferentes configurações para o DVP (fonte: DVP) Como a faculdade de Engenharia Geomática da Universidade Laval insere-se no contexto do Departamento de Engenharia Florestal, estudos interessantes foram desenvolvidos nesta área, provendo o DVP com várias ferramentas específicas para planejamento ambiental/florestal e, certamente, dando um atrativo a mais aos interessados em aplicações de tais áreas do conhecimento. Seguindo a tendência de utilização de imagens de satélite em fotogrametria, a estação DVP também oferece um conjunto de ferramentas para processamento fotogramétrico de imagens Spot TOPOL A estação tcheca PhoTopoL, fabricada pela empresa TopoL oferece módulos semelhantes aos das outras: orientações, ortorretificação, edição vetorial e visualização estereoscópica. Algumas diferenças são: a possibilidade de se executar a orientação exterior durante o ajustamento por feixes perspectivos e as diversas opções de visualização e movimentação da marca flutuante, também disponíveis no 1.27
28 DVP SUPRESOFT A Supresoft, uma empresa chinesa baseada em atividades relacionadas à geomática, apresenta a estação fotogramétrica digital VirtuoZo NT. Também vinda de um projeto acadêmico, iniciado em 1978 pelo professor Zhi Zhuo Wang. hoje em dia é uma das estações mais complexas em desenvolvimento. Compõe-se de mais de uma dezena de módulos e processa inúmeros tipos de imagens (Spot, aéreas e terrestres, coloridas ou não) AUTOMETRIC/BOEING A Autometric foi uma das primeiras empresas a investir no mercado de fotogrametria digital. Hoje em dia, sua linha de desenvolvimento baseia-se em dois produtos: o KDSP (Kork Digital StereoPlotter), que é uma estação completa hardware/software e o SoftPlotter, que se constitui apenas de programas para fotogrametria digital. Em termos de plataformas suportadas, esta é uma das versões mais completas, cobrindo cinco ao todo. Maiores informações sobre os produtos anteriormente mencionados podem ser encontradas na bibliografia PROGRAMAS DIVERSOS EM FOTOGRAMETRIA Há atualmente inúmeros programas que executam operações fotogramétricas, especialmente ortorretificação e reconstrução de modelos 1.28
29 3D para fotogrametria à curta distância. Entre os primeiros, destacam-se o Erdas Ortho-Imagine e o PCI OrthoEngine, que admite realizar operações fotogramétricas com imagens do satélite Ikonos, atualmente o de maior resolução geométrica (1m/pixel), mesmo não possuindo parâmetros precisos da órbita do mesmo. Para fotogrametria à curta distância, destaca-se o PhotoModeler, muito utilizado em aplicações arquiteturais, industriais e artísticas. Uma lista com os sítios www de todos os programas citados nos tópicos anteriores e vários outros encontra-se na bibliografia. 1.8 CONCLUSÃO Após uma leitura detalhada deste capítulo, pode-se esperar que algumas perguntas estejam devidamente respondidas e sedimentadas, tais como: - O que é fotogrametria? Resposta item Qual é o objetivo da fotogrametria? Resposta item Onde a fotogrametria se insere no contexto de sensoriamento remoto? Resposta item 1.3, em especial a figura A fotogrametria trata apenas de imagens aéreas ou engloba outras plataformas (satélites, câmaras terrestres, etc.)? item 1.3, em especial a figura Quais são as divisões históricas da fotogrametria? Resposta item O que torna a fotogrametria digital diferente das outras? Seria o formato da imagem? Resposta item Qual é o objetivo da fotogrametria digital? Resposta item De que é composta uma estação fotogramétrica digital? Resposta item O que torna a estação fotogramétrica digital e os programas de fotogrametria digital mais práticos e versáteis que os restituidores 1.29
30 analógicos ou analíticos? Resposta item 1.6. Outras perguntas talvez tenham surgido ou ainda estejam sem explicação, instigando dúvidas e questionamentos. Estas serão explicadas posteriormente, à medida que novos conceitos são introduzidos. Basicamente, os capítulos subseqüentes seguem os seguintes temas: O capítulo 2 trata de conceitos básicos da fotogrametria e da obtenção de imagens fotogramétricas analógicas e digitais e todas as medidas necessárias para que as mesmas possam vir a ser utilizadas nas operações posteriores. Este capítulo visa concentrar todos os conceitos de fotogrametria necessários para uma compreensão global da mesma, sem necessidade de conhecimento prévio. No capítulo 3, discute-se sobre a orientação interior, que tem como objetivo referenciar a imagem a um sistema métrico, relativo à câmara, reconstituindo, assim, o caminho dos feixes perspectivos (os feixes de luz que entravam pelo sistema de lentes da câmara e sensibilizavam o filme ou matriz de detectores). O capítulo 4 trata dos métodos estatísticos de correlação de imagens, que serão úteis em vários procedimentos fotogramétricos. O capítulo 5 apresenta a orientação exterior, que, referencia as imagens advindas da orientação interior ao terreno que as mesmas cobrem. No capítulo 6, é abordada a aerotriangulação por métodos analíticos, de fundamental importância para o adensamento de pontos de controle a partir de alguns existentes. O capítulo 7 aborda os processos de retificação e normalização de imagens, com reamostragem por geometria epipolar, o que as torna preparadas para a extração de um modelo numérico de elevações (capítulo 8). No capítulo 9, é discutida a geração de ortoimagens, que a cada vez são mais populares no meio fotogramétrico. Por fim, o capítulo 10 é uma breve introdução das técnicas de restituição em ambiente digital, da informação espacial contida nas 1.30
31 imagens fotogramétricas digitais. Os apêndices apresentam conceitos não-essenciais, porém igualmente pertinentes nos dias atuais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS Agnard, J-P; Boulianne, M.; Gagnon, P-A.; Nolette, C. Present Status of the DVP System. Geomatica Vol. 49, No. 4, 1995, pp Canadian Institute of Geomatics. Ottawa, Canadá: Albertz, J; Kreiling, Walter. Photogrammetric Guide. Karlsruhe. Wichmann, Alemanha: Altan, Orhan; Toz, Gönül; Seker, Dursun. Photogrammetry Lecture Notes. Istanbul Technical University. 1a Ed. Turquia: Augusto, Eduardo Gurgel Garcia. Fotogrametria Analógica - Notas de Aula. Instituto Militar de Engenharia. Rio de Janeiro, Brasil: Brito, Jorge Luís Nunes e Silva; Prado, Walter da Silva; Augusto, Eduardo Gurgel Garcia. Estágio de Fotogrametria Digital para Engenheiros Cartógrafos - Notas de Aula. Instituto Militar de Engenharia. Rio de Janeiro, Brasil: Burch, Robert. A Short History of Photogrammetry. The Institute for Digital Mapping, Ferris State University. Estados Unidos: Digital Photogrammetry - An Addendum to the Manual of Photogrammetry. The American Society for Photogrammetry and Remote Sensing. Bethesda, MA, Estados Unidos: Heipke, C. State-of-the-art of Digital Photogrammetric Workstations for Topographic Applications. Photogrammetric Engineering and Remote Sensing, 61(1): Estados Unidos: 1995 ImageStation 2001 Factsheet. Z/I Imaging Introduction to Photogrammetry. Universidade de Viena. Viena, Áustria: ISPRS Brochure. The International Society for Photogrammetry and Remote Sensing. Suíça: Jones, Nicole. Photogrammetry Lecture Notes. The University of Melbourne. Melbourne, Austrália: Kraus, Karl. Photogrammetry - Fundamentals and Processes. Volume 1, 4a Ed. Ferg, Dummler Verlag. Bonn, Alemanha: Lillesand, Thomas M.; Kiefer, Ralph W. Remote Sensing and Image Interpretation. John Wiley & Sons. 4a Ed. Estados Unidos: Novo, Evlyn. Sensoriamento Remoto: Princípios e Aplicações. Editora Edgard Blücher. 1.31
32 2a Ed. São Paulo, Brasil: Schenk, Toni. Digital Photogrammetry Volume I. TerraScience. 1a Ed. Estados Unidos: Sítios www (até Março de 2002): Estações Fotogramétricas Digitais EMPRESA PAÍS ESTAÇÃO Z/I Imaging Alemanha/EUA ImageStation e ImageStation SSK LH-Systems Suíça/EUA SocetSet ISM Canadá DiAP KLT EUA Atlas DSP DAT/EM EUA Summit PC e Summit Evolution VinGeo Ucrânia Delta DVP Canadá DVP TopoL Rep. Tcheca PhoTopoL Supresoft China VirtuoZo Autometric EUA SoftPlotter Softwares de fotogrametria: EMPRESA PAÍS ESTAÇÃO RWEL Alemanha DMS - Geração de ortoimagens ERMAPPER EUA ERMAPPER - Geração de ortoimagens PCI Canadá OrthoEngine - Geração de ortoimagens Vexcel EUA OrthoGIS - Geração de ortoimagens Erdas EUA Ortho-Imagine! - Geração de ortoimagens 1.32
33 EOS Canadá Photo Modeler - Fotogrametria a curtas distâncias Rolleimetric Alemanha 3-D Modelle - Fotogrametria a curtas distâncias para aplicação industrial Technet Alemanha Pictran - Fotogrametria a curtas distâncias K2 Alemanha PATB, PATM - Aerotriangulação 1.33
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