AULA 8 CAPÍTULO 8 CÂMBIO VASCULAR
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- Catarina Domingos Martinho
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1 AULA 8 CAPÍTULO 8 CÂMBIO VASCULAR
2 Câmbio vascular CÂMBIO VASCULAR promove o crescimento do caule e raiz em espessura Crescimento secundário meristema secundário ou lateral Origina: Xilema secundário Floema secundário
3 Figura Seção transversal do caule de louropardo (Cordia trichotoma _ Boraginaceae) mostrando o câmbio vascular entre o xilema e o floema secundários.
4 Figuras 8.2 e 8.3 Seções transversais de raiz Clusia criuva - Clusiaceae, evidenciando-se os raios largos do xilema, originados a partir do câmbio.
5 Seção transversais do caule jovem de aboboreira (Cucurbita pepo - Cucurbitaceae) Detalhe do crescimento secundário restrito ao feixe vascular. M = medula; X e X2 = xilema secundário; X1 = xilema primário; C = câmbio vascular; F = floema; px = protoxilema; mx = metaxilema; (*) = raios xilemáticos largos.
6 Figuras 8.6 a Seções transversais do caule de cipó-timbó (Serjania caracasana - Sapindaceae) Câmbio vascular cilíndrico (*) formado a partir do procâmbio cilíndrico.
7 Figuras 8.6 a Seções transversais do caule de cipó-timbó (Serjania caracasana - Sapindaceae) Detalhe do câmbio vascular. M = medula; X1 = xilema primário; X2 = xilema secundário; C = câmbio vascular; F = floema. (Fotos: N. Tamaio e V. Angyalossy-Alfonso).
8 Figuras 8.9 a Seções transversais do caule. Cipocereus crassisepalus, Cactaceae Crescimento secundário instalando-se nos feixes vasculares pela atividade do câmbio fascicular.
9 Figuras 8.9 a Seções transversais do caule. Cipocereus crassisepalus, Cactaceae Detalhe da foto anterior.
10 Figuras 8.9 a Seções transversais do caule. Cipocereus crassisepalus, Cactaceae Divisões das células interfasciculares, dando início ao câmbio interfascicular (seta).
11 Figuras 8.13 a Seções transversais do caule de mamona (Ricinus communis - Euphorbiaceae) Câmbios fascicular e interfascicular em caule jovem.
12 Figuras 8.13 a Seções transversais do caule de mamona (Ricinus communis - Euphorbiaceae) e Detalhe do câmbio interfascicular de origem pericíclica (seta) e endoderme.
13 Figuras 8.13 a Seções transversais do caule de mamona (Ricinus communis - Euphorbiaceae) Estádio mais desenvolvido com o câmbio vascular concêntrico originando xilema e floema secundários.
14 Figuras 8.13 a Seções transversais do caule de mamona (Ricinus communis - Euphorbiaceae) Porção de xilema secundário formada pelo câmbio vascular, onde se observa a uniformidade do tecido xilemático evidenciando a mesma atividade do câmbio fascicular e do interfascicular.
15 Figuras 8.19 a Seções transversais do caule de vedélia (Wedelia paludosa - Compositae) Atividade diferenciada do câmbio vascular: o câmbio interfascicular forma somente fibras (seta maior) e o câmbio fascicular forma elementos de vaso e fibras, em proporções similares (seta menor).
16 Figuras 8.19 a Seções transversais do caule de vedélia (Wedelia paludosa - Compositae) Detalhe da estria de Caspary (seta maior) e de amiloplastos (seta menor) nas células da endoderme. Câmbio interfascicular (*) originando apenas fibras (setas). ci = câmbio interfascicular; cf = câmbio fascicular; e = endoderme; Fi = fibras. (Fotos: N. L. Menezes).
17 Figuras 8.22 a Seções transversais do caule de papo-de-peru (Aristolochia sp. - Aristolochiaceae) Aspecto ge-ral. Atividade desigual do câmbio vascular: câmbio interfascicular dando origem apenas aos raios e câmbio fascicular, aos elementos axiais.
18 Figuras 8.25 a Seções transversais do caule Klotzchia rhizophylla, Umbeliferae. Câmbio vascular com duas células de largura.
19 Figuras 8.28 a Seções do caule de pau-de-viola (Citharexylum miryanthum - Verbenaceae) Seção transversal. Detalhe do câmbio e do xilema e floema recém-formados. As setas indicam as paredes recémformadas pela divisão celular das células iniciais. Notam-se a inicial radial e as derivadas no raio.
20 CONSIDERAÇÕES FINAIS
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promeristema protoderme Tecidos meristemáticos apicais ou primários procâmbio Meristema fundamental Sistema de revestimento Sistema fundamental ou de preenchimento Epiderme Sistema vascular Periciclo,
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ANATOMIA INTERNA Nó: parte do caule onde estão inseridas uma ou mais folhas. Entrenó: região de um caule entre dois nós sucessivos Ápice do sistema caulinar: folhas e gemas axilares Primórdio foliar: produz
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