Calyptranthes widgreniana
|
|
|
- Rosa de Almeida Klettenberg
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 24
2 25
3 26 Calyptranthes widgreniana Pecíolo O pecíolo, côncavo-convexo, apresenta a superfície com reentrâncias e protuberâncias em secção transversal (Fig. 51) e é revestido por epiderme unisseriada, formada por células retangulares, alongadas no sentido anticlinal, recobertas por cutícula espessa que forma flanges cuticulares (Fig. 52). O córtex amplo é parenquimático, com camadas de células, e nas 2-4 camadas externas, as paredes celulares são levemente mais espessas. As células parenquimáticas corticais apresentam numerosos campos de pontoação e é comum a presença de idioblastos com drusas de oxalato de cálcio e cavidades secretoras nessa região (Fig. 51 e 53 - seta). O sistema vascular, em forma de arco parcialmente fechado, apresenta o xilema com as extremidades fletidas, envolvido externamente pelo tecido floemático (Fig. 51 e 54) e vários feixes acessórios floemáticos internos (Fig ). O floema é envolvido por camadas de células colenquimatosas de paredes pecto-celulósicas levemente espessadas (Fig. 54). Limbo O limbo apresenta epiderme unisseriada, com cutícula evidente, formada por células retangulares, orientadas no sentido periclinal, sendo as células da epiderme da face adaxial mais conspícuas do que as da face abaxial (Fig ). A folha é hipoestomática (Fig. 58). O mesofilo é dorsiventral, com o parênquima paliçádico formado por 1, raramente 2 estratos celulares na face adaxial, e o parênquima lacunoso, com camadas e grandes espaços intercelulares na face abaxial (Fig ). Idioblastos contendo cristais de oxalato de cálcio foram encontrados, distribuídos por todo o mesofilo (Fig. 56). Cavidades secretoras de formato circular também foram observadas entre as células do mesofilo, geralmente próximas ao estrato epidérmico (Fig. 57). A nervura mediana, plana convexa, apresenta-se bastante proeminente na face abaxial (Fig. 59). A epiderme unisseriada associada a essa região apresenta células menores que no restante da lâmina foliar, revestida por cutícula espessa (Fig ). Sob a epiderme, o tecido de sustentação é representado por 3-6 camadas de colênquima, tanto da face adaxial como da face abaxial (Fig ). Internamente ao colênquima
4 27 ocorrem algumas camadas de células parenquimáticas isodiamétricas delimitando poucos espaços intercelulares (Fig. 60). Idioblastos contendo cristais de oxalato de cálcio (Fig setas) e esclereides de paredes lignificadas (Fig. 60) são observados com frequência nessa região. O feixe vascular único mostra o xilema em arco, com as células de condução dispostas em colunas e o floema disposto tanto externamente, como em feixes acessórios internos (Fig. 59), como observado no pecíolo. Grande quantidade de substâncias fenólicas ocorre nas células do parênquima floemático (Fig ). Circundando o sistema vascular nota-se grande quantidade de fibras de paredes lignificadas (Fig ), provavelmente de origem pericíclica. Figuras 51-60: Calyptranthes widgreniana. Fig Secções transversais do pecíolo: Fig. 51 Aspecto geral; Fig. 52 Detalhe da periferia evidenciando a epiderme (Ep) revestida por cutícula bastante espessada; Fig. 53 Trecho da região cortical evidenciando idioblastos contendo drusas (seta), e em detalhe uma cavidade secretora (CS); Fig. 54 Vista geral do cilindro vascular; Fig. 55 Detalhe de um trecho do cilindro vascular evidenciando os feixes acessórios floemáticos (FAF) no interior do arco e as células colenquimatosas (CCl) envolvendo o floema externo; Fig Secções transversais (Fig. 56 e 59-60) e longitudinal (Fig. 57) da lâmina foliar: Fig Aspecto geral do limbo evidenciando uma cavidade secretora (CS); Fig. 58 Detalhe do estômato; Fig. 59 Aspecto geral da nervura mediana. Fig. 60 Detalhe de parte da figura anterior, onde se observam as drusas (setas) e esclereídes (Es) presentes na região cortical e uma grande quantidade de fibras (Fr) envolvendo o sistema vascular. Fl = floema; FV= feixe vascular; PCP = parênquima clorofiliano paliçádico; PCL = parênquima paliçádico lacunoso; Xl = xilema.
5 28
6 29 Trichilia elegans Pecíolo O pecíolo de T. elegans apresenta uma região mais dilatada na região basal formando um pulvino. Em secção transversal, tanto o pulvino, como o restante do pecíolo, são aproximadamente circulares (Fig ), e envolvidos por epiderme unisseriada, revestida por cutícula espessa (Fig. 63). As células epidérmicas são pequenas e arredondadas e tricomas tectores unicelulares recobrem toda a superfície (Fig ). O córtex do pulvino apresenta cerca de camadas de células, enquanto no restante do pecíolo apresenta apenas camadas. Sob a epiderme ocorrem 4-5 camadas de células parenquimáticas, de paredes mais espessas e a seguir várias camadas de células parenquimáticas grandes, aproximadamente isodiamétricas e de paredes mais delgadas (Fig ). Idioblastos contendo drusas de oxalato de cálcio estão dispersos de forma aleatória pelo córtex (Fig Dr). Destaca-se também, na região cortical, a presença de células secretoras contendo mucilagem (Fig. 64) e bainha amilífera delimitando o córtex internamente (Fig. 66). O sistema vascular em forma de ferradura, na região do pulvino, é formado por cerca de 11 feixes colaterais (Fig. 61), que se fundem formando estrutura quase contínua no restante do pecíolo (Fig. 62). Nas duas regiões, os tecidos vasculares delimitam uma medula parenquimática (Me), que é mais ampla no pulvino (Fig Me). Externamente ao floema ocorrem cerca de 3 camadas de fibras, provavelmente de natureza pericíclica, de paredes espessas e levemente lignificadas, exceto na região do pulvino (Fig.65). Limbo A epiderme da lâmina foliar é unisseriada, com células pequenas, aproximadamente retangulares, orientadas periclinalmente na face adaxial, e levemente papilosas na face abaxial (Fig. 69). Recobrindo a epiderme nota-se uma espessa cutícula e tricomas tectores unicelulares (Fig ). A folha é anfiestomática, no entanto, na face adaxial os estômatos foram observados apenas sobre as nervuras. Chama-se a atenção para as cristas estomáticas e as células subsidiárias papilosas protegendo o ostíolo (Fig. 69).
7 30 O mesofilo é dorsiventral, com o parênquima paliçádico formado por 1-2 camadas, e o parênquima lacunoso por 3-4 estratos celulares (Fig. 69). Entre as células do mesofilo é comum a presença de idioblastos contendo drusas (Fig. 69), bem como estruturas secretoras de mucilagem (Fig detalhe). A nervura central é biconvexa e bastante proeminente na face abaxial (Fig. 67). As células epidérmicas, nessa região, são diminutas, arredondadas e revestidas pela cutícula mais espessa do que a observada no restante do limbo (Fig e 70). Adjacente à epiderme notam-se cerca 3 camadas de colênquima, tanto na face adaxial como na abaxial, seguidas de algumas camadas de células parenquimáticas grandes e arredondadas (Fig ). Na região cortical também é comum a presença de cristais de oxalato de cálcio em forma de drusas, bem como de células secretoras de mucilagem. O sistema vascular é bastante conspícuo, formado por dois feixes grandes colaterais voltados um para o outro, que ocupam quase toda a região da nervura central (Fig. 67). Grande quantidade de drusas ocorre no parênquima floemático (Fig. 67 Detalhe) e envolvendo o sistema vascular ocorre uma grande quantidade fibras, provavelmente de origem pericíclica (Fig. 67). A medula formada pela disposição dos tecidos vasculares é parenquimática e também apresenta idioblastos contendo drusas. Figuras 61-70: Trichilia elegans. Fig Secções transversais do pecíolo: Fig. 61 Aspecto geral do pulvino; Fig. 62 Aspecto geral da região média do pecíolo; Fig. 63 Região cortical do pulvino. Notar idioblastos contendo drusas de oxalato de cálcio (Dr); Fig. 64 Idioblasto contendo mucilagem na periferia do córtex (CSM); Fig. 65 Detalhe da periferia do cilindro vascular do pulvino; Fig. 66 Detalhe da bainha amilífera (BA) evidenciada pelo lugol; Fig Secções transversais da lâmina foliar: Fig. 67 Vista geral da nervura mediana e em detalhe, trecho do floema com drusas em suas células parenquimáticas; Fig. 68 Detalhe da face adaxial da nervura mediana; Fig Aspecto geral do limbo. No detalhe, uma estrutura secretora de mucilagem. Chama-se a atenção para as cristas estomáticas e a posição das células subsidiárias (CS); Fig. 70 Detalhe de tricomas tectores (TT). Notar cutícula espessa revestindo toda a epiderme. Co = colênquima; Fl = floema; PCL = parênquima clorofiliano lacunoso; PCP = parênquima clorofiliano paliçádico; Xl = xilema.
8 31
9 32 Guarea guidonia Pecíolo Em corte transversal o pecíolo de G. guidonia é côncavo-convexo, aproximadamente circular, com a superfície levemente ondulada (Fig. 71) O pecíolo é revestido por epiderme unisseriada, de células pequenas, que variam o formato de arredondado a cubóide (Fig. 72). Recobrindo a epiderme, a cutícula é levemente espessada e, apesar de não documentado, tricomas tectores unicelulares. O córtex é amplo, formado por, aproximadamente, 16 camadas de células. Sob a epiderme notam-se de 5-8 camadas de células colenquimatosas, de paredes levemente espessadas e a seguir algumas camadas de células parenquimáticas grandes, aproximadamente isodiamétricas, de paredes delgadas (Fig. 72). Idioblastos contendo drusas ou cristais prismáticos de oxalato de cálcio ocorrem entre as células da região cortical (Fig. 72). Distribuídos de maneira esparsa por toda essa região ocorrem esclereides de paredes fortemente espessadas e lignificadas, isoladas ou mais frequentemente em grupos (Fig Es). Chama-se a atenção para a presença de divisões celulares, em vários sentidos, na periferia da região cortical (Fig detalhe - setas). O sistema vascular, em formato de ferradura, é formado por vários feixes colaterais justapostos (Fig ). Externamente ao floema de cada feixe nota-se a calota de células de parede pecto-celulósicas, levemente espessadas (Fig setas), exceto na face adaxial do sistema vascular, onde essas células apresentam paredes lignificadas (Fig setas). Internamente aos feixes vasculares a medula parenquimática, possui idioblastos contendo cristais de oxalato de cálcio, e grupos de esclereídes (Fig. 71), similares ao do córtex. Limbo A epiderme da lâmina foliar é unisseriada, com células aproximadamente retangulares, e as da face adaxial maiores quando comparadas às da face abaxial (Fig. 75). Poucos tricomas tectores unicelulares distribuem-se na epiderme (Fig. 75). As folhas de G. guidonia são hipoestomáticas (Fig detalhe). O mesofilo é dorsiventral, formado por 2 camadas de parênquima paliçádico, voltado para face adaxial e cerca de
Espécies estudadas Voucher Localidade Herbário A.M.G. Azevedo Flores 420 Santana do Riacho SPF C. pallida Aiton Devecchi 33 Devecchi 47
Espécies estudadas Voucher Localidade Herbário A.M.G. Azevedo Flores 420 C. pallida Aiton Devecchi 33 Devecchi 47 C. paulina Schrank 31374 Vitta 696 São Paulo UEC C. rufipila Benth. CFSC6048 Zappi 1882
Tecidos Vegetais. Professor: Vitor Leite
Tecidos Vegetais Professor: Vitor Leite TECIDOS MERISTEMÁTICOS (MERISTEMAS) Localização: ápices de todas as raízes e caules e gemas laterais. Função: Crescimento longitudinal(comprimento). Originam tecidos
Classificação das Angiospermas. Professor: Vitor Leite
Classificação das Angiospermas Professor: Vitor Leite Tecidos Vegetais Professor: Vitor Leite TECIDOS MERISTEMÁTICOS (MERISTEMAS) Localização: ápices de todas as raízes e caules e gemas laterais. Função:
Quais são os tecidos encontrados no corpo de uma planta?
Tecidos Fundamentais:, Colênquima e Esclerênquima Quais são os tecidos encontrados no corpo de uma planta? Vigiai, pois, porque não sabeis o dia e nem a hora em que o Filho do homem há de vir. Mateus 25:13
TECIDOS FUNDAMENTAIS
TECIDOS FUNDAMENTAIS Totipotência Capacidade da célula madura reter potencialidades para o crescimento e diferenciação, normalmente só encontradas no zigoto. Ex. célula do parênquima. TECIDOS podem ser
Quais são as partes constituintes dos embriões? folha (s) embrionária (s) 2 em eudicotiledôneas
Quais são as partes constituintes dos embriões? Eixo embrionário: _ plúmula - meristema apical caulinar provido ou não de primórdios foliares _ hipocótilo _ radícula raiz embrionária Cotilédone (s) folha
DESENVOLVIMENTO & HISTOLOGIA VEGETAL (TECIDOS)
DESENVOLVIMENTO & HISTOLOGIA VEGETAL (TECIDOS) Eixo hipocótilo -radícula epicótilo cotilédone hipocótilo raiz protoderme meristema fundamental procâmbio Modelo apical-basal Modelo radial Sistemas de tecidos
Consulta Pública 38/2009
ALOE Aloe vera folium Aloe vera (L.) Burm.f. - ASPHODELACEAE A droga vegetal é constituída pelas folhas frescas de Aloe vera (L.) Burm. f., contendo gel incolor, mucilaginoso, obtido das células parenquimáticas,
CÉLULAS E TECIDOS VEGETAIS. Profa. Ana Paula Biologia III
CÉLULAS E TECIDOS VEGETAIS 2016 Profa. Ana Paula Biologia III CÉLULAS E TECIDOS VEGETAIS Quais as diferenças entre a célula vegetal e animal?? Basicamente: parede celular; vacúolo; cloroplastos. Parede
MERISTEMA APICAL Meristema fundamental Tecidos fundamentais (parênquima, colênquima e esclerênquima) Xilema e floema primários (sistema vascular)
TECIDOS VEGETAIS Meristemas Apicais ápice de raízes e caules. Crescimento em comprimento/ primário. Meristemas primários Protoderme Tecidos primários Epiderme (sistema dérmico ou de revestimento) MERISTEMA
Sementes. Cotilédone. Endosperma. Coleóptilo. Folhas embrionárias Radícula Caulículo. Caulículo. Tegumento. Folhas embrionárias.
Histologia vegetal Sementes Cotilédone Coleóptilo Folhas embrionárias Caulículo Endosperma Radícula Tegumento Folhas embrionárias Radícula Caulículo Cotilédones ricos em endosperma Disponível em: .
CAULE ANATOMIA INTERNA
ANATOMIA INTERNA Nó: parte do caule onde estão inseridas uma ou mais folhas. Entrenó: região de um caule entre dois nós sucessivos Ápice do sistema caulinar: folhas e gemas axilares Primórdio foliar: produz
MERISTEMAS. Após o desenvolvimento do embrião. formação de novas células, tecidos e órgãos restritas. aos MERISTEMAS
TECIDOS VEGETAIS MERISTEMAS Após o desenvolvimento do embrião formação de novas células, tecidos e órgãos restritas aos MERISTEMAS tecidos embrionários, sempre jovens. MERISTEMAS MERISTEMAS Apicais (crescimento
Biologia. Tecidos Vegetais. Professor Enrico Blota.
Biologia Tecidos Vegetais Professor Enrico Blota www.acasadoconcurseiro.com.br Biologia TECIDOS VEGETAIS PARTE 1 Desde as sementes, os vegetais apresentam tecidos embrionários e, à medida que crescem,
Aula prática 10 Diversidade das Gimnospermas
Note as folhas reduzidas e esclerificadas, tipo foliar predominante nas coníferas. Também é possível observar microstróbilos e megastróbilos na mesma planta, ou seja, é uma planta monoica. Coníferas podem
TECIDOS VASCULARES XILEMA & FLOEMA
TECIDOS VASCULARES XILEMA & FLOEMA XILEMA (LENHO) a) FUNÇÃO: - condução de água; - condução de nutrientes inorgânicos; - armazenamento de substâncias; - sustentação. b) ORIGEM (Meristemas): - Crescimento
Aula 12 - Grandes grupos de Angiospermas e suas relações filogenéticas
Nesta espécie observamos nervuras foliares paralelinérveas e base foliar alargada formando uma bainha (desenho). O perianto desta flor é trímero; as sépalas e pétalas são muito similares mas no botão é
CARACTERIZAÇÃO MORFOANATÔMICO DA CULTIVAR BRS ENERGIA (Ricinus communis L.)
CARACTERIZAÇÃO MORFOANATÔMICO DA CULTIVAR BRS ENERGIA (Ricinus communis L.) Maria do Socorro Rocha 1, Maria Isaura P. de Oliveira 2, Camila F. de Azevedo 1, Amada Micheline A. de Lucena, Napoleão Esberard
TECIDO: é o conjunto de células morfologicamente idênticas que desempenham a mesma função.
TECIDO: é o conjunto de células morfologicamente idênticas que desempenham a mesma função. MECANISMO DE FORMAÇÃO DOS TECIDOS VEGETAIS: Diferenciação Celular: é a transformação de uma célula embrionária
Aula Multimídia. Prof. David Silveira
Aula Multimídia Prof. David Silveira BOTÂNICA HISTOLOGIA VEGETAL 1) GERMINAÇÃO: Partes da semente: - TEGUMENTO (casca) proteção. - ENDOSPERMA (álbume/3n) reserva nutritiva. - EMBRIÃO Cotilédone (folhas
Estudo Farmacobotiinico de Espécies Usadas No Tratamento do Diabetes
Acta Farm. Bonaerense 19 (1): 7-12 (2000) Recibido el 2 de abril de 1999 Aceptado el 20 de septiembre de 1999 Trabajos originales Estudo Farmacobotiinico de Espécies Usadas No Tratamento do Diabetes Ulysses
ANATOMIA DA RAIZ, FOLHA E CAULE DE RUTA GRAVEOLENS L. (RUTACEAE) ANATOMY OF THE ROOT, LEAF AND STALK IN RUTA GRAVEOLENS L.
ANATOMIA DA RAIZ, FOLHA E CAULE DE RUTA GRAVEOLENS L. (RUTACEAE) ANATOMY OF THE ROOT, LEAF AND STALK IN RUTA GRAVEOLENS L. (RUTACEAE) Introdução Apresentação: Pôster Joyce dos Santos Saraiva 1 ; Carina
TÍTULO: ANÁLISE MORFOANATÔMICA E HISTOQUÍMICA DE FOLHA DE GENIPA AMERICANA
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: ANÁLISE MORFOANATÔMICA E HISTOQUÍMICA DE FOLHA DE GENIPA AMERICANA CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA:
Campus Dom Pedrito Curso de Enologia
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA Campus Dom Pedrito Curso de Enologia Aula: SISTEMA FUNDAMENTAL E DE REVESTIMENTO Morfologia e Fisiologia Vegetal Abril 2018 Dr. Juan Saavedra del Aguila Professor Adjunto
AULA 6 CAPÍTULO 6 FLOEMA
AULA 6 CAPÍTULO 6 FLOEMA FLOEMA Origem = pleroma ou procâmbio (1º) / câmbio (2º) Função: tecido vascular de transporte de solutos orgânicos nas traqueófitas a longas distâncias Substâncias: aa, proteínas,
PODOCARPUS LAMBERTII KLOTZSCH
23 ASPECTOS ANATÔMICOS DA FOLHA DE PODOCARPUS LAMBERTII KLOTZSCH (PODOCARPACEAE) Néa Andrade Macêdo * Kelly Regina Batista Leite ** RESUMO São apresentados dados da anatomia foliar de Podocarpus lambertii
HISTOLOGIA VEGETAL. Tecidos Meristemáticos (embrionários)
HISTOLOGIA VEGETAL Dividido em 2 grandes grupos: Tecidos Meristemáticos (embrionários) Meristema Primário (crescimento em altura); Meristema Secundário (crescimento em espessura); Tecidos Pemanentes (adultos)
Ruta graveolens L.: USO POTENCIAL EM AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA VEGETAL
Ruta graveolens L.: USO POTENCIAL EM AULAS PRÁTICAS DE ANATOMIA VEGETAL ROCHA 1, Adriano Maltezo da; MAIA 1, Rubens Vieira; PAULINO 1, Igor Lennon da Silva; PASSADOR 1, Ailton Luiz;SILVA 2, Ivone Vieira
Anatomia vegetal: como é uma folha por dentro? Luiz Felipe Souza Pinheiro*; Rosana Marta Kolb
1 Anatomia vegetal: como é uma folha por dentro? Luiz Felipe Souza Pinheiro*; Rosana Marta Kolb Departamento de Ciências Biológicas. Faculdade de Ciências e Letras. Univ Estadual Paulista. UNESP- Câmpus
CARACTERIZAÇÃO ANATOMICA DE TRIGO CULTIVADO NAS CONDIÇÕES DO SUDOESTE GOIANO 1. Katya Bonfim Ataides Smiljanic 2
CARACTERIZAÇÃO ANATOMICA DE TRIGO CULTIVADO NAS CONDIÇÕES DO SUDOESTE GOIANO 1. Katya Bonfim Ataides Smiljanic 2 Joaquim Júlio Almeida Júnior 2 Francisco Solano Araújo Matos 2 Pâmela Ramiro Vilela Justino
ESTUDO MORFO-ANATÔMICO DAS FOLHAS DE Urera baccifera GAUDICH 1
ESTUDO MORFO-ANATÔMICO DAS FOLHAS DE Urera baccifera GAUDICH 1 GINDRI, Amanda L. 2 ; DE SOUZA, Letiele B. 3 ; ATHAYDE, Margareth L. 2 ; OLIVEIRA, João M. S. 3 1 Trabalho de Pesquisa Dissertação de Mestrado
DIAGNOSE ANATÔMICA FOLIAR E CAULINAR DE FRUTO-DE-POMBO: Rh a m n u s s p h a e r o s p e r m a Sw. v a r. p u b e s c e n s
Descritores camada subepidérmica, canal secretor, mucilagem, Rhamnus sphaerosperma, tricoma tector Descriptors mucilage, non-glandular trichome, Rhamnus sphaerosperma, secretory canal, sub-epidermal layer
Tecidos Vasculares. TECIDOS CONDUTORES - Introdução. Xilema primário. Procambio. Floema primário. Tecidos vasculares. Xilema.
Tecidos Vasculares TECIDOS CONDUTORES - Introdução Tecidos vasculares Procambio Cambio vascular Xilema primário Floema primário Xilema secundário Floema secundário 1 XILEMA Características Gerais Tecido
Estrutura Anatômica de Órgãos Vegetativos (Raiz e Caule) Profª. M.Sc. Josiane Araújo
Estrutura Anatômica de Órgãos Vegetativos (Raiz e Caule) Profª. M.Sc. Josiane Araújo Vegetal Órgãos Vegetativos Raiz Caule Órgãos Reprodutivos Folha Flor Fruto Semente Meristemas Apicais Caulinar e Radicular
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros
Biologia Professor Leandro Gurgel de Medeiros Histologia e Morfologia Vegetal Histologia Vegetal Ramo da Botânica que se preocupa em estudar os tecidos vegetais quanto as suas características, organização,
RAIZ ANATOMIA INTERNA
ANATOMIA INTERNA A raiz apresenta uma organização interna relativamente mais simples que o do caule, devido a ausência de nós, entrenós e de órgãos semelhantes a folhas. Raiz lateral Raiz lateral Raiz
Tecidos Meristemáticos ou Embrionários
Tecidos Meristemáticos ou Embrionários São tecidos presentes no embrião, os quais, por diferenciação, dão origem a todos os demais tecidos do vegetal, respondendo também pelo crescimento das partes de
CARACTERIZAÇÃO ANATÔMICA DO AMENDOIN CULTIVADO NA REGIÃO DE MINEIROS, GOIÁS 1. Katya Bonfim Ataides Smiljanic 2
CARACTERIZAÇÃO ANATÔMICA DO AMENDOIN CULTIVADO NA REGIÃO DE MINEIROS, GOIÁS 1. Katya Bonfim Ataides Smiljanic 2 Joaquim Júlio Almeida Júnior 2 Francisco Solano Araújo Matos 2 Winston T. R. Silva 3 Letícia
COENTRO, fruto Coriandri fructus. A droga vegetal é constituída pelos frutos secos de Coriandrum sativum L., contendo, no mínimo, 0,3 de óleo volátil.
COENTRO, fruto Coriandri fructus A droga vegetal é constituída pelos frutos secos de Coriandrum sativum L., contendo, no mínimo, 0,3 de óleo volátil. CARACTERÍSTICAS Os frutos possuem odor aromático e
HISTOLOGIA VEGETAL EMBRIÃO
HISTOLOGIA VEGETAL EMBRIÃO Em locais específicos Não fazem mitose Tecidos PERMANENTES Revestimento Sustentação Preenchimento Condução ESPECIALIZAÇÃO Tecidos MERISTEMÁTICOS (Indiferenciados) Taxa de Mitose
Células vivas, achatadas e justapostas. Apresentam cutícula. Possuem grandes vacúolos. Não possuem cloroplastos. Epiderme de cebola
Células vivas, achatadas e justapostas. Apresentam cutícula. Possuem grandes vacúolos. Não possuem cloroplastos. Epiderme de cebola Ocorrem na zona pilífera da raiz e têm função de absorção de água e sais
Os Tecidos das Plantas
Os Tecidos das Plantas Tecido definição: Grupo de células de mesma origem embrionária, organizadas para uma mesma função. Nos vegetais os tecidos pode ser de dois tipos: Os meristemas e os adultos. 1-
PROGRAMA DE DISCIPLINA
PROGRAMA DE DISCIPLINA Disciplina: ANATOMIA VEGETAL Código da Disciplina: NDC124 Curso: Agronomia Semestre de oferta da disciplina: 3 período Faculdade responsável: NÚCLEO DE DISCIPLINAS COMUNS Programa
Profa. Dra. Wânia Vianna
Profa. Dra. Wânia Vianna MERISTEMAS Os meristemas são encontrados nos ápices de todas as raízes e caules e estão envolvidos, principalmente, com o crescimento em comprimento do corpo da planta. Figura
TÍTULO: MORFOANATOMIA E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE EUCALYPTUS UROGRANDIS, CULTIVADO NA REGIÃO DE CAMPO GRANDE MS.
TÍTULO: MORFOANATOMIA E COMPOSIÇÃO QUÍMICA DE EUCALYPTUS UROGRANDIS, CULTIVADO NA REGIÃO DE CAMPO GRANDE MS. CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: CIÊNCIAS AGRÁRIAS INSTITUIÇÃO:
AULA 10 CAPÍTULO 10 RAIZ
AULA 10 CAPÍTULO 10 RAIZ RAIZ RAIZ Estrutura simples, quando comparada ao caule MAR = raiz primária Dicotiledôneas = raiz axial ou pivotante Monocotiledôneas = raiz fasciculada Morfologia externa Coifa
GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: DISCIPLINA: SÉRIE: 2º. ALUNO(a):
GOIÂNIA, / / 2015 PROFESSOR: DISCIPLINA: SÉRIE: 2º ALUNO(a): Lista No Anhanguera você é + Enem Justificar as questões de múltipla escolha. Questão 01) Considerando a histologia vegetal - ciência que estuda
Análise morfoanatômica comparativa da folha de Bauhinia forficata Link e B. variegata Linn. (Leguminosae, Caesalpinioideae)
Acta bot. bras. 23(1): 196-211. 2009. Análise morfoanatômica comparativa da folha de Bauhinia forficata Link e B. variegata Linn. (Leguminosae, Caesalpinioideae) Makeli Garibotti Lusa 1,2 e Cleusa Bona
Sistema vascular e câmbio vascular em raízes, caules e folhas Floema, xilema, câmbio vascular e sistema vascular.
Anhanguera Educacional - Centro Universitário Plínio Leite Faculdade de Ciências da Saúde Curso de Farmácia Sistema vascular e câmbio vascular em raízes, caules e folhas Floema, xilema, câmbio vascular
Figura - Meristemas apicais. FOSKET, D.E. (1994). Plant Growth and Development.
MERISTEMAS Os meristemas são encontrados nos ápices de todas as raízes e caules e estão envolvidos, principalmente, com o crescimento em comprimento do corpo da planta. Figura - Meristemas apicais. FOSKET,
Professora Leonilda Brandão da Silva
COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Pág. 74 Professora Leonilda Brandão da Silva E-mail: [email protected] http://professoraleonilda.wordpress.com/ O Brasil possui uma
TECIDOS DE REVESTIMENTO
TECIDOS DE REVESTIMENTO TECIDOS DE REVESTIMENTO - Introdução Meristema primário protoderme epiderme Tecidos de revestimento Suber ou Felema Meristema secundário felogênio periderme Feloderme 1 TECIDOS
Anatomia das plantas com sementes
Anatomia das plantas com sementes PREFÁCIO À EDIÇÃO BRASILEIRA PREFÁCIO Capítulo 1 - INTRODUÇÃO Organização interna do corpo vegetal Sumário dos tipos de células e tecidos Periderme Parênquima Colênquima
DUARTE, M. do R.; GOLAMBIUK, G.
7 ILUSTRAÇÃO DE CARACTERES MICROSCÓPICOS DE DROGAS VEGETAIS PARA O CONTROLE DE QUALIDADE FARMACOGNÓSTICO. III. ERVA-MATE (Ilex paraguariensis A. ST.-HIL., AQUIFOLIACEAE) ILLUSTRATION OF VEGETAL DRUG MICROSCOPIC
Morfologia Vegetal. Aula I
Morfologia Vegetal Aula I Morfologia da raiz Origem das raízes secundárias Transição entre a raiz e o caule ( colo ) Absorção de sais minerais e água Crescimento das raízes (alongamento) Crescimento das
25/08/2011. Tipos de Meristemas: b) Parênquima (tecido vivo) c) Colênquima(tecido vivo) 2) Tecidos vegetais
Aula Biologia Tema: Histologia Vegetal Marcos Vinícius [email protected] 1) Introdução A histologia vegetal estuda a formação e a constituição dos tecidos das plantas. Tecido: conjunto de células
ANATOMIA E MICROMORFOLOGIA FOLIAR DE Melanopsidium nigrum Colla RESUMO ABSTRACT LEAF ANATOMYAND MICROMORPHOLOGY OF
ANATOMIA E MICROMORFOLOGIA FOLIAR DE Melanopsidium nigrum Colla Mariana Gomes de Oliveira 1 Doria Maria Saiter Gomes 1 Maria Verônica Leite Pereira Moura 1 RESUMO ÿeste artigo são apresentados dados sobre
Estudo morfo-anotômico entre os caules de Lippia alba e Melissa officinalis
Estudo morfo-anotômico entre os caules de Lippia alba e Melissa officinalis Ferreira, J.L.P. 1,2,3, Velasco, E. 1, Araújo, R.B.de 1, Kuster, R.M. 2, Amaral, A.C.F. 1 1 Laboratório de Química de Produtos
Projeto Farmácia Viva, Faculdades Oswaldo Cruz, Rua Brigadeiro Galvão, 540, Barra Funda, São Paulo-SP, Brasil
Revista Brasileira de Farmacognosia Brazilian Journal of Pharmacognosy 18(4): 608-613, Out./Dez. 2008 Received 31 August 2008; Accepted 1 October 2008 Artigo Estudo anatômico comparado de órgãos vegetativos
Bio. Bio. Rubens Oda. Monitor: Rebeca Khouri
Bio. Professor: Alexandre Bandeira Rubens Oda Monitor: Rebeca Khouri Histologia vegetal: meristemas e revestimento 18 set RESUMO Os tecidos vegetais são agrupamentos de células vegetais similares, e formam
Tecidos de revestimentos: Epiderme e periderme
Quais são os principais tecidos encontrados no corpo de uma planta? Vigiai, pois, porque não sabeis o dia e nem a hora em que o Filho do homem há de vir. Mateus 25:13 Temos dois grandes grupos Temos dois
HISTOLOGIA VEGETAL BIOLOGIA. Histologia. Córtex Vestibulares - 7. Classificação dos tecidos vegetais:
Histologia HISOLOGIA VEGEAL É o estudo dos tecidos vegetais. Comparação entre células vegetais jovens e adultas. Classificação dos tecidos vegetais: I. ecidos jovens ou embrionários ou meristemáticos ou
Bio. Rubens Oda. Monitor: Sara Elis
Professor: Alexandre Bandeira Rubens Oda Monitor: Sara Elis Histologia vegetal: sustentação, transporte e parênquimas 18/20 set RESUMO Parênquimas ou tecidos de preenchimento Parênquimas de reserva Amilífero
Estrutura e Desenvolvimento da Raiz e Caule
Estrutura e Desenvolvimento da Raiz e Caule RAIZ funções: 1 o ) fixação e absorção; 2 o ) armazenamento e condução. XILEMA H 2 O e sais minerais partes aéreas raiz substâncias orgânicas FLOEMA Raiz Primária
HISTOLOGIA VEGETAL 24/05/2017. Prof. Leonardo F. Stahnke
Prof. Leonardo F. Stahnke HISTOLOGIA VEGETAL HISTOLOGIA VEGETAL Os tecidos são conjuntos de células especializadas em determinada função. Há quatro tipos básicos de tecido vegetal: Tecido de Revestimento:
TECIDOS FUNDAMENTAIS PARÊNQUIMA
TECIDOS FUNDAMENTAIS PARÊNQUIMA 1 Parênquima - Características Parênquima: (grego parencheo) significa encher de lado Ontogênese : meristema fundamental Características Parede primária delgada celulose,
Morfologia Vegetal de Angiospermas
http://static.panoramio.com/photos/large/2860747.jpg Morfologia Vegetal de Angiospermas Professor: Guilherme Ribeiro Gonçalves Histologia Meristema primário Formado por células derivadas diretamente
MERISTEMAS TECIDOS PERPETUAMENTE JOVENS E EMBRIONÁRIOS
FACULDADE ANHAGUERA CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Meristemas Disc.: Anatomia Vegetal Profa. Zanderluce Gomes Luis MERISTEMAS Tecido não diferenciado, originado das células embriogênicas e responsável pela formação
Folhas e Flores: estrutura, morfologia e adaptações. Licenciatura em Ciências Exatas IFSC Profa. Ana Paula
Folhas e Flores: estrutura, morfologia e adaptações Licenciatura em Ciências Exatas IFSC Profa. Ana Paula - 2017 A FOLHA Órgão lateral: expansão laminar do caule Altamente variável em estrutura e função!!
FOLHA FOLHA. Base foliar Limbo. Pecíolo. Principais funções: fotossíntese e transpiração
Folhas: são apêndices caulinares que se formam no meristema apical; muito variável tanto em estrutura quanto em função; a folha é o órgão para fotossíntese. Base foliar Limbo Pecíolo Principais funções:
BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 25 TECIDOS DE TRANSPORTES
BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 25 TECIDOS DE TRANSPORTES Fixação 1) A remoção de um anel da casca do tronco de uma árvore provoca um espessamento na região situada logo acima do anel. A árvore acaba morrendo.
Structural aspects of Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer (Lauraceae) leaves in two distinctive environments
Artigo Original Aspectos estruturais das folhas de Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer (Lauraceae) em dois ambientes distintos Structural aspects of Ocotea odorifera (Vell.) Rohwer (Lauraceae) leaves in two
3º. CONGRESSO BRASILEIRO DE PLANTAS OLEAGINOSAS, ÓLEOS, GORDURAS E BIODIESEL
3º. CONGRESSO BRASILEIRO DE PLANTAS OLEAGINOSAS, ÓLEOS, GORDURAS E BIODIESEL Biodiesel: evolução tecnológica e qualidade Editores: Pedro Castro Neto Antônio Carlos Fraga RESUMOS Varginha, 26 de julho de
Profª. M.Sc.: Josiane Silva Araújo
Profª. M.Sc.: Josiane Silva Araújo Tecidos Vasculares Quanto ao desenvolvimento distingue-se: Tecido vascular primário; Tecido vascular secundário. Quanto a função distingue-se: Xilema; Floema. Tipos Celulares
Professora Leonilda Brandão da Silva
COLÉGIO ESTADUAL HELENA KOLODY E.M.P. TERRA BOA - PARANÁ Pág. 74 Professora Leonilda Brandão da Silva E-mail: [email protected] http://professoraleonilda.wordpress.com/ PROBLEMATIZAÇÃO Quais
Nutrição orgânica e inorgânica. Aula 20
Nutrição orgânica e inorgânica Aula 20 Tecidos protetores As plantas não tem meio de locomoção para se proteger de ataques de predadores ou outros agentes agressivos do meio Como se protegem? Tecidos de
Plano de Aulas. Biologia. Módulo 13 Morfologia das plantas angiospermas
Plano de Aulas Biologia Módulo 13 Morfologia das plantas angiospermas Resolução dos exercícios propostos Retomada dos conceitos 10 CAPÍTULO 1 1 d A cutícula é uma substância impermeabilizante encontrada
HAM, Arthur W. Histologia. RJ: Guanabara Koogan A) muscular estriado. B) epitelial. C) conjuntivo propriamente dito. D) adiposo. E) ósseo.
Exercício 1: (PUC-RIO 2009) A fotomicrografia apresentada é de um tecido que tem as seguintes características: controle voluntário, presença de células multinucleadas, condrioma desenvolvido, alto gasto
ILLUSTRATION OF VEGETAL DRUG MICROSCOPIC CHARACTERS FOR THE PHARMACOGNOSTIC QUALITY CONTROL.
7 ILUSTRAÇÃO DE CARACTERES MICROSCÓPICOS DE DROGAS VEGETAIS PARA O CONTROLE DE QUALIDADE FARMACOGNÓSTICO. IV. JABORANDI (Pilocarpus pennatifolius LEM., RUTACEAE) ILLUSTRATION OF VEGETAL DRUG MICROSCOPIC
Anatomia foliar de Chenopodium ambrosioides L. (Chenopodiaceae) erva-de-santa Maria
63 Anatomia foliar de Chenopodium ambrosioides L. (Chenopodiaceae) erva-de-santa Maria COSTA, M.V.L. * ; TAVARES E.S. Universidade Federal do Rio de Janeiro, CCS, Instituto de Biologia, Departamento de
ANATOMIA COMPARATIVA DE TRÊS ESPÉCIES DO GÊNERO Cymbopogon
VI Fórum Regional de Agroecologia Às terras inocentes que nos libertam as mãos, ao povo que entende os segredos deste chão. 22 a 24 de agosto de 2013 ANATOMIA COMPARATIVA DE TRÊS ESPÉCIES DO GÊNERO Cymbopogon
Morfo-anatomia do caule e da folha de Piper gaudichaudianum Kuntze (Piperaceae)
Acta Farm. Bonaerense 24 (4): 550-4 (2005) Recibido el 24 de marzo de 2005 Aceptado el 9 de julio de 2005 Comunicaciones breves Morfo-anatomia do caule e da folha de Piper gaudichaudianum Kuntze (Piperaceae)
