SÍNTESE E CONCLUSÕES PROPOSTAS FINAIS
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- Luciana Gorjão Eger
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1 Capítulo 7 SÍNTESE E CONCLUSÕES PROPOSTAS FINAIS
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3 Síntese e conclusões. Propostas finais 7.1 SÍNTESE E CONCLUSÕES Tal como é referido no Capítulo 1, analisou-se, na presente dissertação, o dimensionamento hidrológico e hidráulico de passagens hidráulicas, visando essencialmente: - o cálculo do caudal de ponta de cheia nas bacias hidrográficas interceptadas pelas vias de comunicação a construir; - o dimensionamento hidráulico de aquedutos; - a avaliação da necessidade de obras de dissipação de energia; - a elaboração de estimativas de custo; - a elaboração de um programa de cálculo automático (HIDROPAS), que permita o dimensionamento hidrológico e hidráulico e obter estimativas de custo de passagens hidráulicas; - a análise de projectos de passagens hidráulicas, comparando os valores obtidos através do programa HIDROPAS com os valores de projecto; - a apresentação de elementos que facilitem o pré-dimensionamento hidrológico e hidráulico e a elaboração de estimativas de custo ao nível de estudo prévio. 189
4 Capítulo 7 A análise bibliográfica relativa ao dimensionamento hidrológico (capítulo 2) permitiu verificar que: - as fórmulas empíricas para calcular o caudal de ponta de cheia de bacias hidrográficas de passagens hidráulicas são pouco utilizadas por não associarem aos resultados uma probabilidade de ocorrência; - os métodos estatísticos para o cálculo do caudal de ponta de cheia em bacias hidrográficas de passagens hidráulicas não são geralmente aplicáveis porque raramente se dispõe de registos de caudais em bacias hidrográficas destas dimensões; - são de aplicação corrente em Portugal diversos métodos cinemáticos para a determinação de caudais de ponta de cheia em bacias hidrográficas de passagens hidráulicas, sendo o de maior divulgação o baseado na fórmula racional; - deve ser corrigido o coeficiente de escoamento da fórmula racional, definido para um período de retorno compreendido entre 5 e 10 anos, através de um coeficiente de ajustamento para períodos de retorno de 50 e 100 anos (Wright-McLaughlin, 1969); - os métodos do Soil Conservation Service, de Mockus, de David e a fórmula de Temez também são frequentemente utilizados no cálculo do caudal de ponta de cheia em bacias hidrográficas de passagens hidráulicas; - os resultados dos diferentes métodos nem sempre são similares, pelo que, uma análise comparativa dos diversos métodos apresentados se julga necessária; - a utilização de métodos cinemáticos para cálculo do caudal de ponta de cheia, implica o cálculo da intensidade de precipitação, do tempo de concentração da bacia, do coeficiente de escoamento e do período de retorno; - as fórmulas de utilização mais frequente para cálculo do tempo de concentração são as de Kirpich (Pickering e David), SCS e Temez, entre outras; - o cálculo da intensidade de precipitação é, geralmente, efectuado através das curvas IDF definidas por Matos e Silva (1986) para as diferentes regiões pluviométricas do país; - existem curvas IDF mais recentes e obtidas com base em informação udométrica mais vasta (Brandão, 1995 e Brandão e Rodrigues, 2000) cuja aplicação não está ainda suficientemente divulgada; 190
5 Síntese e conclusões. Propostas finais - o período de retorno a utilizar em passagens hidráulicas deve ser estabelecido de acordo com a importância da via de comunicação e de acordo com os possíveis prejuízos na própria via e em terceiros; - o coeficiente de escoamento a utilizar deve ser quantificado tendo em consideração o tipo de solo da bacia e a sua utilização ou cobertura, bem como o período de retorno; - o cálculo do caudal de ponta de cheia definido em bacias hidrográficas de passagens hidráulicas deve ter em consideração a possível redução da capacidade de retenção superficial, ao longo da vida útil da obra, em resultado de fogos florestais no caso de bacias rurais e o aumento de zonas impermeáveis no caso de bacias urbanas. A análise bibliográfica relativa ao dimensionamento hidráulico (capítulo 3) permitiu verificar que: - o funcionamento hidráulico de aquedutos depende essencialmente do modo como o escoamento é controlado; - são definidos seis tipos diferentes de escoamentos em aquedutos, de acordo com as alturas de água a montante e a jusante e as características geométricas das passagens hidráulicas; - os tipos de escoamentos mais utilizados no dimensionamento hidráulico de aquedutos são os escoamentos com controlo à entrada, pois nestes casos o caudal admitido apenas é condicionado pelo tipo de estrutura de entrada e inclinação do aqueduto; - por questões ambientais (atravessamento de espécies animais) e hidráulicas são impostos diâmetros e inclinações mínimas para os aquedutos; - o dimensionamento hidráulico é frequentemente efectuado por intermédio de ábacos, sendo os mais divulgados, e recomendados pela BRISA e pela JAE, os do U.S. Bureau of Public Roads; - sempre que possível, por questões económicas, deve procurar-se que a velocidade a jusante da estrutura de saída seja inferior a 4,50 m/s, evitando assim o recurso a estruturas de dissipação de energia; - para velocidades de escoamento à saída dos aquedutos superiores a 4,50 m/s não é aconselhável a utilização de enrocamentos de protecção, devido às dimensões do enrocamento a utilizar, pelo que se recorre a estruturas de dissipação de energia das 191
6 Capítulo 7 quais se destacam, pela sua simplicidade, as estruturas do tipo PWD (Public Works Department) e WES (Waterways Experiment Station) e as estruturas de queda. Do capítulo 4 Programa de cálculo automático, destacam-se: - a implementação no módulo QPONTA dos procedimentos de cálculo de diferentes métodos para calcular o caudal de ponta de cheia em bacias hidrográficas de passagens hidráulicas; este módulo, para além de permitir o cálculo do caudal de ponta de cheia pelo método que o utilizador julgue mais conveniente, permite também efectuar uma análise comparativa com os valores dos diferentes métodos implementados no programa; - a implementação dos procedimentos de cálculo do dimensionamento hidráulico que permite analisar diversas soluções (módulo HIDCALC); - a possibilidade de elaborar estimativas de custo de passagens hidráulicas (módulo ESTIMA); as quantidades de trabalho são avaliadas com base nas características da secção transversal, no comprimento, nas condições de implantação, nas estruturas de entrada e de saída e na obra de dissipação de energia; No Capítulo 5 Aplicação da metodologia proposta a casos de estudo, efectuou-se uma análise comparativa do dimensionamento hidrológico e hidráulico de projectos executados por diferentes projectistas para a BRISA e para a JAE, com os resultados obtidos por aplicação da metodologia de dimensionamento considerada no programa HIDROPAS. Os resultados obtidos e as análises comparativas efectuadas conduzem às seguintes considerações e conclusões: - em Portugal, na maioria dos projectos de drenagem transversal de vias de comunicação, para calcular o caudal de ponta de cheia das bacias hidrográficas interceptadas, é utilizada a fórmula racional; - entre as análises efectuadas, os valores dos caudais de ponta cheia obtidos pelos métodos do SCS (Soil Conservation Service), de Mockus e de Temez são da mesma ordem de grandeza; - para bacias hidrográficas com área inferiores a cerca de 5 ha, em que o tempo de concentração é inferior a 5 min, os caudais de pontas de cheia são frequentemente sobreavaliados devido às elevadas intensidades médias de precipitação que resultam da extrapolação das curvas IDF disponíveis, pelo que se sugere que o 192
7 Síntese e conclusões. Propostas finais tempo de concentração mínimo de bacias hidrográficas em passagens hidráulicas seja limitado a 5 min; - a utilização de períodos de retorno inferiores a 50 anos, em alguns casos de estudo, é em nosso entender desaconselhável; - o dimensionamento hidráulico de aquedutos é frequentemente efectuado pela metodologia proposta pelo U.S. Bureau of Public Roads; - os resultados da aplicação da metodologia proposta para o dimensionamento hidráulico são, na generalidade, semelhantes aos obtidos nos diferentes casos de estudo considerados; - no dimensionamento hidráulico é habitual evitarem-se velocidades à saída dos aquedutos superiores a 4,5 m/s, uma vez que implicariam a adopção de estruturas de dissipação de energia em betão, normalmente mais caras que o enrocamento de protecção; - nos projectos executados para a BRISA e para a JAE considera-se, em geral, um valor máximo de 1,35 para a relação entre a altura de água a montante e o diâmetro ou altura do aqueduto (Hw/D), no sentido de evitar alturas de água a montante tais que possam causar prejuízos quer na via (danificação ou destruição de pavimentos e bermas) quer em terceiros (inundações de áreas circundantes); - por razões técnico-económicas, as passagens hidráulicas mais comuns em Portugal são de secção circular com estrutura de entrada em recipiente, ou com muros de ala, estrutura de saída com muros de ala e enrocamento de protecção a jusante da estrutura de saída. No capítulo 6, através da utilização sistemática de programa HIDROPAS aos diferentes casos de estudo analisados no capítulo 5 e pela análise de diversos orçamentos de obras de drenagem transversal em curso (Ligação IP3-IP5), apresentam-se elementos de dimensionamento hidrológico, hidráulico e de estimativa de custos, para utilização no prédimensionamento de passagens hidráulicas. Os elementos gráficos que se apresentam para o dimensionamento de passagens hidráulicas referem-se: - ao cálculo do tempo de concentração de bacias hidrográficas em função da área; 193
8 Capítulo 7 - ao cálculo do caudal de ponta de cheia, para as regiões pluviométricas propostas por Matos e Silva (1986) e para diferentes números de escoamento, em função da sua área; - ao dimensionamento hidráulico de aquedutos de secção circular e controlo a montante, em função do caudal de ponta de cheia e da altura de água a montante; - a estimativas de custo de passagens hidráulicas com estruturas de entrada em recipiente ou com muros de ala, com aquedutos de secção circular e assentamento em areia ou betão, estruturas de saída com muros de ala e com enrocamento de protecção a jusante. 7.2 PROPOSTAS FINAIS Referem-se seguidamente os tópicos ou acções que se julgam mais relevantes para a continuação do estudo sobre o dimensionamento hidrológico, hidráulico e técnicoeconómico de passagens hidráulicas: - aperfeiçoamento do programa de cálculo automático desenvolvido, nomeadamente na interface gráfica, de modo a tornar possível a sua utilização em conjunto com programas de desenho assistido por computador; - inclusão no programa HIDROPAS de rotinas de dimensionamento hidráulico de aquedutos de secções diferentes das circulares e rectangulares; - inclusão no programa HIDROPAS de mais tipos de estruturas de dissipação de energia; - inclusão no programa HIDROPAS de critérios técnico-económicos de selecção da estrutura de dissipação de energia; - melhoramento do módulo ESTIMA de forma a ser possível determinar a solução de menor custo para diferentes secções transversais do aqueduto; - estudo em modelo físico de estruturas de entrada e de saída, que, para além de permitirem o estudo das perdas de carga localizadas, permitam averiguar a sua influência no escoamento ao longo do aqueduto; - estudo do escoamento num aqueduto com degraus. 194
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