Monteiro Lobato. Negrinha. [conto]
|
|
|
- Cássio Mangueira Fonseca
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 Monteiro Lobato Negrinha [conto] São Paulo, 2012
3 Editora Globo, 2012 Monteiro Lobato sob licença da Monteiro Lobato Licenciamentos, 2012 Todos os direitos reservados. Nenhuma parte desta obra pode ser apropriada e estocada em sistema de banco de dados ou processo similar, em qualquer forma ou meio, seja eletrônico, de fotocópia, gravação etc. sem a permissão dos detentores dos copyrights. Publicado originalmente no livro "Negrinha" (Globo, 2008), de Monteiro Lobato. Edição: Luciane Ortiz de Castro Edição de Arte: Adriana Bertolla Silveira Edição Digital: Erick Santos Cardoso Consultoria e pesquisa: Marcia Camargos e Vladimir Sacchetta Preparação de texto: Página Ímpar Revisão: Margô Negro e Márcio Guimarães de Araújo Ilustração de J. U. Campos: Arquivo Família Monteiro Lobato
4 Editora Globo S.A. Av. Jaguaré, Jaguaré São Paulo SP Brasil
5 Índice Capa Folha de Rosto Créditos Monteiro Lobato Negrinha 1920
6 Monteiro Lobato
7
8 Monteiro Lobato, por J.U. Campos. Homem de múltiplas facetas, José Bento Monteiro Lobato passou a vida engajado em campanhas para colocar o
9 país no caminho da modernidade. Nascido em Taubaté, interior paulista, no ano de 1882, celebrizou-se como o criador do Sítio do Picapau Amarelo, mas sua atuação extrapola o universo da literatura infantojuvenil, gênero em que foi pioneiro. Apesar da sua inclinação para as artes plásticas, cursou a Faculdade do Largo São Francisco, em São Paulo, por imposição do avô, o Visconde de Tremembé, mas seguiu carreira por pouco tempo. Logo trocaria o Direito
10 pelo mundo das letras, sem deixar de lado a pintura nem a fotografia, outra de suas paixões. Colaborador da imprensa paulista e carioca, Lobato não demoraria a suscitar polêmica com o artigo Velha praga, publicado em 1914 em O Estado de S. Paulo. Um protesto contra as queimadas no Vale do Paraíba, o texto seria seguido de Urupês, no mesmo jornal, título dado também ao livro que, trazendo o Jeca Tatu, seu personagem símbolo, esgotou 30 mil exemplares entre 1918 e Seria, porém, na Revista do Brasil, adquirida em 1918, que ele lançaria as bases da indústria editorial
11 no país. Aliando qualidade gráfica a uma agressiva rede de distribuição, com vendedores autônomos e consignatários, ele revoluciona o mercado livreiro. E não para por aí. Lança, em 1920, A menina do narizinho arrebitado, a primeira da série de histórias que formariam gerações sucessivas de leitores. A infância ganha um sabor tropical, temperado com pitadas de folclore, cultura popular e, principalmente, muita fantasia. Em 1926, meses antes de partir para uma estada como adido comercial junto ao consulado brasileiro em Nova York, Lobato escreve O presidente
12 ne gr o. Neste seu único romance prevê, através das lentes do porviroscópio, um futuro interligado pela rede de computadores. De regresso dos Estados Unidos após a Revolução de 30, investe no ferro e no petróleo. Funda empresas de prospecção, mas contraria poderosos interesses multinacionais que culminam na sua prisão, em Indultado por Vargas, continuou perseguido pela ditadura do Estado Novo, que mandou apreender e queimar seus livros infantis. Depois de um período residindo em Buenos Aires, onde chegou a fundar duas editoras, Monteiro Lobato morreu em 4 de julho de 1948, na cidade de
13 São Paulo, aos 66 anos de idade. Deixou, como legado, o exemplo de independência intelectual e criatividade na obra que continua presente no imaginário de crianças, jovens e adultos.
14 Negrinha Negrinha era uma pobre órfã de 7 anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados. Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de crianças. Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo na igreja e
15 camarote de luxo reservado no céu. Entaladas as banhas no trono (uma cadeira de balanço na sala de jantar), ali bordava, recebia as amigas e o vigário, dando audiências, discutindo o tempo. Uma virtuosa senhora, em suma dama de grandes virtudes apostólicas, esteio da religião e da moral, dizia o reverendo. Ótima, a Dona Inácia. Mas não admitia choro de criança. Ai! Punha-lhe os nervos em carne viva. Viúva sem filhos, não a calejara o choro da carne de sua carne, e por isso não suportava o choro da carne alheia. Assim, mal vagia, longe, na cozinha, a triste criança, gritava logo nervosa: Quem é a peste que está chorando
16 aí? Quem havia de ser? A pia de lavar pratos? O pilão? O forno? A mãe da criminosa abafava a boquinha da filha e afastava-se com ela para os fundos do quintal, torcendo-lhe em caminho beliscões de desespero. Cale a boca, diabo! No entanto, aquele choro nunca vinha sem razão. Fome quase sempre, ou frio, desses que entanguem pés e mãos e fazem-nos doer... Assim cresceu Negrinha magra, atrofiada, com os olhos eternamente assustados. Órfã aos 4 anos, por ali ficou feito gato sem dono, levada a pontapés. Não compreendia a ideia dos grandes. Batiam-lhe sempre, por ação ou
17 omissão. A mesma coisa, o mesmo ato, a mesma palavra provocava ora risadas, ora castigos. Aprendeu a andar, mas quase não andava. Com pretexto de que às soltas reinaria no quintal, estragando as plantas, a boa senhora punha-a na sala, ao pé de si, num desvão da porta. Sentadinha aí, e bico, hein? Negrinha imobilizava-se no canto, horas e horas. Braços cruzados, já, diabo! Cruzava os bracinhos a tremer, sempre com o susto nos olhos. E o tempo corria. E o relógio batia uma, duas, três, quatro, cinco horas um cuco tão engraçadinho! Era seu divertimento vê-lo abrir a janela e cantar as horas com a bocarra vermelha, arrufando as
18 asas. Sorria-se então por dentro, feliz um instante. Puseram-na depois a fazer crochê, e as horas se lhe iam a espichar trancinhas sem fim. Que ideia faria de si essa criança que nunca ouvira uma palavra de carinho? Pestinha, diabo, coruja, barata descascada, bruxa, pata-choca, pinto gorado, mosca-morta, sujeira, bisca, trapo, cachorrinha, coisa-ruim, lixo não tinha conta o número de apelidos com que a mimoseavam. Tempo houve em que foi bubônica. A epidemia andava na berra, como a grande novidade, e Negrinha viu-se logo apelidada assim por sinal que achou linda a palavra. Perceberam-no e suprimiram-na da lista.
19 Estava escrito que não teria um gostinho só na vida nem esse de personalizar a peste... O corpo de Negrinha era tatuado de sinais, cicatrizes, vergões. Batiam nele os da casa todos os dias, houvesse ou não houvesse motivo. Sua pobre carne exercia para os cascudos, cocres e beliscões a mesma atração que o ímã exerce para o aço. Mão em cujos nós de dedos comichasse um cocre, era mão que se descarregaria dos fluidos em sua cabeça. De passagem. Coisa de rir e ver a careta... A excelente Dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora senhora de escravos e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar
20 o bolo e estalar o bacalhau. Nunca se afizera ao regime novo essa indecência de negro igual a branco e qualquer coisinha: a polícia! Qualquer coisinha : uma mucama assada ao forno porque se engraçou dela o senhor; uma novena de relho[1] porque disse: Como é ruim a sinhá!... O 13 de Maio tirou-lhe das mãos o azorrague, mas não lhe tirou da alma a gana. Conservava Negrinha em casa como remédio para os frenesis. Inocente derivativo. Ai! Como alivia a gente uma boa roda de cocres bem fincados!... Tinha de contentar-se com isso, judiaria miúda, os níqueis da crueldade. Cocres: mão fechada com raiva e nós de
21 dedos que cantam no coco do paciente. Puxões de orelha: o torcido, de despegar a concha (bom! bom! bom! gostoso de dar!) e o a duas mãos, o sacudido. A gama inteira dos beliscões: do miudinho, com a ponta da unha, à torcida do umbigo, equivalente ao puxão de orelha. A esfregadela: roda de tapas, cascudos, pontapés e safanões à uma divertidíssimo! A vara de marmelo, flexível, cortante: para doer fino nada melhor! Era pouco, mas antes isso do que nada. Lá de quando em quando vinha um castigo maior para desobstruir o fígado e matar as saudades do bom tempo. Foi assim com aquela história do ovo quente.
22 Não sabem? Ora! Uma criada nova furtara do prato de Negrinha coisa de rir um pedacinho de carne que ela vinha guardando para o fim. A criança não sofreou a revolta atirou-lhe um dos nomes com que a mimoseavam todos os dias. Peste? Espere aí! Você vai ver quem é peste e foi contar o caso à patroa. Dona Inácia estava azeda, necessitadíssima de derivativos. Sua cara iluminou-se. Eu curo ela! disse e desentalando do trono as banhas foi para a cozinha, qual perua choca, a rufar as saias. Traga um ovo.
23 Veio o ovo. Dona Inácia mesma pô-lo na água a ferver; e de mãos à cinta, gozando-se na prelibação da tortura, ficou de pé uns minutos, à espera. Seus olhos contentes envolviam a mísera criança que, encolhidinha a um canto, aguardava trêmula alguma coisa de nunca visto. Quando o ovo chegou a ponto, a boa senhora chamou: Venha cá! Negrinha aproximou-se. Abra a boca! Negrinha abriu a boca, como o cuco, e fechou os olhos. A patroa, então, com uma colher, tirou da água pulando o ovo e zás! na boca da pequena. E antes que o urro de dor saísse, suas mãos amordaçaram-na até que o ovo
24 arrefecesse. Negrinha urrou surdamente, pelo nariz. Esperneou. Mas só. Nem os vizinhos chegaram a perceber aquilo. Depois: Diga nomes feios aos mais velhos outra vez, ouviu, peste? E a virtuosa dama voltou contente da vida para o trono, a fim de receber o vigário que chegava. Ah, monsenhor! Não se pode ser boa nesta vida... Estou criando aquela pobre órfã, filha da Cesária mas que trabalheira me dá! A caridade é a mais bela das virtudes cristãs, minha senhora murmurou o padre. Sim, mas cansa... Quem dá aos pobres empresta a
25 Deus. A boa senhora suspirou resignadamente. Inda é o que vale... Certo dezembro vieram passar as férias com Santa Inácia duas sobrinhas suas, pequenotas, lindas meninas louras, ricas, nascidas e criadas em ninho de plumas. Do seu canto na sala do trono Negrinha viu-as irromperem pela casa como dois anjos do céu alegres, pulando e rindo com a vivacidade de cachorrinhos novos. Negrinha olhou imediatamente para a senhora, certa de vê-la armada para desferir contra os anjos invasores o raio dum castigo
26 tremendo. Mas abriu a boca: a sinhá ria-se também... Quê? Pois não era crime brincar? Estaria tudo mudado e findo o seu inferno e aberto o céu? No enlevo da doce ilusão, Negrinha levantou-se e veio para a festa infantil, fascinada pela alegria dos anjos. Mas a dura lição da desigualdade humana lhe chicoteou a alma. Beliscão no umbigo, e nos ouvidos o som cruel de todos os dias: Já para o seu lugar, pestinha! Não se enxerga? Com lágrimas dolorosas, menos de dor física que de angústia moral sofrimento novo que se vinha acrescer aos já conhecidos, a triste criança encorujou-se no cantinho de sempre.
27 Quem é, titia? perguntou uma das meninas, curiosa. Quem há de ser? disse a tia num suspiro de vítima. Uma caridade minha. Não me corrijo, vivo criando essas pobres de Deus... Uma órfã. Mas brinquem, filhinhas, a casa é grande, brinquem por aí afora. Brinquem! Brincar! Como seria bom brincar! refletiu com suas lágrimas, no canto, a dolorosa martirzinha, que até ali só brincara em imaginação com o cuco. Chegaram as malas e logo: Meus brinquedos! reclamaram as duas meninas. Uma criada abriu-as e tirou os brinquedos.
28 Que maravilha! Um cavalo de pau!... Negrinha arregalava os olhos. Nunca imaginara coisa assim tão galante. Um cavalinho! E mais... Que é aquilo? Uma criancinha de cabelos amarelos... que falava mamã... que dormia... Era de êxtase o olhar de Negrinha. Nunca vira uma boneca e nem sequer sabia o nome desse brinquedo. Mas compreendeu que era uma criança artificial. É feita?... perguntou extasiada. E, dominada pelo enlevo, num momento em que a senhora saiu da sala a providenciar sobre a arrumação das meninas, Negrinha esqueceu o beliscão, o ovo quente, tudo, e aproximou-se da
29 criaturinha de louça. Olhou-a com assombrado encanto, sem jeito, sem ânimo de pegá-la. As meninas admiraram-se daquilo. Nunca viu boneca? Boneca? repetiu Negrinha. Chama-se Boneca? Riram-se as fidalgas de tanta ingenuidade. Como é boba! disseram. E você, como se chama? Negrinha. As meninas novamente torceram-se de riso; mas, vendo que o êxtase da bobinha perdurava, disseram, apresentando-lhe a boneca: Pegue! Negrinha olhou para os lados,
30 ressabiada, com o coração aos pinotes. Que aventura, santo Deus! Seria possível? Depois, pegou a boneca. E, muito sem jeito, como quem pega o Senhor Menino, sorria para ela e para as meninas, com assustados relanços de olhos para a porta. Fora de si, literalmente... Era como se penetrara no céu e os anjos a rodeassem, e um filhinho de anjo lhe tivesse vindo adormecer ao colo. Tamanho foi o seu enlevo que não viu chegar a patroa, já de volta. Dona Inácia entreparou, feroz, e esteve uns instantes assim, presenciando a cena. Mas era tal a alegria das hóspedas ante a surpresa estática de Negrinha, e tão grande a força irradiante da
31 felicidade desta, que o seu duro coração afinal bambeou. E pela primeira vez na vida foi mulher. Apiedou-se. Ao percebê-la na sala Negrinha havia tremido, passando-lhe num relance pela cabeça a imagem do ovo quente e hipóteses de castigos ainda piores. E incoercíveis lágrimas de pavor assomaram-lhe aos olhos. Falhou tudo isso, porém. O que sobreveio foi a coisa mais inesperada do mundo estas palavras, as primeiras que ela ouviu, doces, na vida: Vão todas brincar no jardim, e vá você também, mas veja lá, hein? Negrinha ergueu os olhos para a patroa, olhos ainda de susto e terror. Mas não viu mais a fera antiga.
32 Compreendeu vagamente e sorriu. Se alguma vez a gratidão sorriu na vida, foi naquela surrada carinha... Varia a pele, a condição, mas a alma da criança é a mesma na princesinha e na mendiga. E para ambas é a boneca o supremo enlevo. Dá a natureza dois momentos divinos à vida da mulher: o momento da boneca preparatório, e o momento dos filhos definitivo. Depois disso, está extinta a mulher. Negrinha, coisa humana, percebeu nesse dia da boneca que tinha uma alma. Divina eclosão! Surpresa maravilhosa do mundo que trazia em si e que desabrochava, afinal, como fulgurante
33 flor de luz. Sentiu-se elevada à altura de ente humano. Cessara de ser coisa e doravante ser-lhe-ia impossível viver a vida de coisa. Se não era coisa! Se sentia! Se vibrava! Assim foi e essa consciência a matou. Terminadas as férias, partiram as meninas levando consigo a boneca, e a casa voltou ao ramerrão habitual. Só não voltou a si Negrinha. Sentia-se outra, inteiramente transformada. Dona Inácia, pensativa, já a não atenazava tanto, e na cozinha uma criada nova, boa de coração, amenizava-lhe a vida.
34 Negrinha, não obstante, caíra numa tristeza infinita. Mal comia e perdera a expressão de susto que tinha nos olhos. Trazia-os agora nostálgicos, cismarentos. Aquele dezembro de férias, luminosa rajada de céu trevas adentro do seu doloroso inferno, envenenara-a. Brincara ao sol, no jardim. Brincara!... Acalentara, dias seguidos, a linda boneca loura, tão boa, tão quieta, a dizer mamã, a cerrar os olhos para dormir. Vivera realizando sonhos da imaginação. Desabrochara-se de alma. Morreu na esteirinha rota, abandonada de todos, como um gato sem dono. Jamais, entretanto, ninguém
35 morreu com maior beleza. O delírio rodeou-a de bonecas, todas louras, de olhos azuis. E de anjos... E bonecas e anjos remoinhavam-lhe em torno, numa farândola do céu. Sentia-se agarrada por aquelas mãozinhas de louça abraçada, rodopiada. Veio a tontura; uma névoa envolveu tudo. E tudo regirou em seguida, confusamente, num disco. Ressoaram vozes apagadas, longe, e pela última vez o cuco lhe apareceu de boca aberta. Mas, imóvel, sem rufar as asas. Foi-se apagando. O vermelho da goela desmaiou... E tudo se esvaiu em trevas. Depois, vala comum. A terra papou
36 com indiferença aquela carnezinha de terceira uma miséria, trinta quilos mal pesados... E de Negrinha ficaram no mundo apenas duas impressões. Uma cômica, na memória das meninas ricas. Lembras-te daquela bobinha da titia, que nunca vira boneca? Outra de saudade, no nó dos dedos de Dona Inácia. Como era boa para um cocre!...
37 [1] Surra de chicote durante nove dias. Nota da edição de 1946.
COLÉGIO UNIVERSITÁRIO - PROCESSO SELITIVO PARA O INGRESSO NO ENSINO MÉDIO 1º ANO
Página 0 LÍNGUA PORTUGUESA Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 04. Negrinha Monteiro Lobato Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos
Julia Maria, nº12 Giulia Crovador, nº33 Giulliana Marak, nº8 Luiza Nery, nº21 Mariana Franco, nº 26 3ºA
Julia Maria, nº12 Giulia Crovador, nº33 Giulliana Marak, nº8 Luiza Nery, nº21 Mariana Franco, nº 26 3ºA Resumo do conto O conto A Negrinha de Monteiro Lobato, revela a história, desde o nascimento até
TRECHOS DE CLARA DOS ANJOS (LIMA BARRETO):
LIMA E MONTEIRO: ESTUDANDO O PRECONCEITO SÓCIO-RACIAL EM CLARA DOS ANJOS E NEGRINHA Marina Rodrigues de Oliveira Escola Estadual de Ensino Médio Severino Cabral 1. Uma (breve) introdução O presente artigo
Prof. Eloy Gustavo. Negrinha. Monteiro Lobato Negrinha
Negrinha Monteiro Lobato Negrinha - 1920 A literatura na época - Continuação das escolas e dos autores anteriores Prosa: Realismo/Naturalismo Poesia: Parnasianismo/Simbolismo - Literatura de Belle Époque
Negrinha Monteiro Lobato Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha
Professora: Bianca Produção de Texto Data: / / Aluno: Nº: Série: Negrinha Monteiro Lobato Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados.
BREVE ESTUDO DO CONTO NEGRINHA, DE MONTEIRO LOBATO 1
BREVE ESTUDO DO CONTO NEGRINHA, DE MONTEIRO LOBATO 1 Nilson Fernandes dos Santos * (UFPA) Este trabalho, fruto da dissertação de mestrado que propõe atividades de leitura literária em sala de aula voltadas
Revisando o Pré-Modernismo ( )
Revisando o Pré-Modernismo (1902-1922) Não é escola literária. Conjunto de tendências individuais. É um momento literário de transição. A semelhança é que todos os autores são diferentes. Romantismo Realismo
BANCO DE ESCOLA: EDUCAÇÃO PARA TODOS Negrinha
BANCO DE ESCOLA: EDUCAÇÃO PARA TODOS Negrinha Monteiro Lobato Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados. Nascera na senzala, de
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA - 4 º BIMESTRE
ROTEIRO DE RECUPERAÇÃO DE LITERATURA - 4 º BIMESTRE - 2016 Nome: Nº 2ª Série Professores : Danilo / Fernando / Nicolas Nota: I Introdução Caro aluno, Neste terceiro bimestre, você obteve média inferior
Prof. André de Freitas Barbosa Análise literária. Negrinha (conto do livro homônimo, 1920) Monteiro Lobato ( )
Prof. André de Freitas Barbosa Análise literária Negrinha (conto do livro homônimo, 1920) Monteiro Lobato (1882-1948) NEGRINHA : um conto brasileiro Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não;
''TU DUM, TU DUM, TU DUM'' este era o barulho do coração de uma mulher que estava prestes a ter um filho, o clima estava tenso, Médicos correndo de
''TU DUM, TU DUM, TU DUM'' este era o barulho do coração de uma mulher que estava prestes a ter um filho, o clima estava tenso, Médicos correndo de lá para cá sem descanso, até que um choro é ouvido, sim,
PROCESSO SELETIVO Nº 001/2016
PROCESSO SELETIVO Nº 001/2016 PREFEITURA MUNICIPAL DE LAURO MULLER - SC PROFESSOR ENSINO FUNDAMENTAL PORTUGUÊS (6º AO 9º ANO) NÃO HABILITADO Nome do(a) Candidato(a) Número de Inscrição Este caderno de
FEMININO E ESCRAVIDÃO:
FEMININO E ESCRAVIDÃO: NEGRINHA COMO ACONTECIMENTO E COMO ESTÉTICA FEMALE AND SLAVERY: NEGRINHA AS EVENT AND AS AESTHETIC PROCESS Jacob dos Santos Biziak 1 IFPR, campus Palmas Resumo: A partir do conto
Chico. só queria ser feliz. Ivam Cabral Ilustrações: Marcelo Maffei 5
3 4 Chico só queria ser feliz Ivam Cabral Ilustrações: Marcelo Maffei 5 6 Para Cacilda e Mocinha, com amor 7 8 Fazia um tempo que Chico, o labrador caramelo, percebia o movimento estranho que vinha de
F A Z E N D O E S C O L A C O M I M A G E M. A Menina negra nas imagens de formação docente
F A Z E N D O E S C O L A C O M I M A G E M A Menina negra nas imagens de formação docente Marisol Barenco de Mello A menina negra esteve em meus estudos e trabalhos por três vezes. Primeiro, ao realizar
AULAS ESPECIAIS OBRAS DA UNICAMP
AULAS ESPECIAIS OBRAS DA UNICAMP PORTUGUÊS NEGRINHA 1. BIOGRAFIA DO AUTOR 1882 José Bento Renato Monteiro Lobato nasceu em Taubaté em 18 de abril. 1904 Formou-se na Faculdade de Direito do Largo do São
Num bonito dia de inverno, um grupo de crianças brincava no recreio da sua escola,
Pátio da escola Num bonito dia de inverno, um grupo de crianças brincava no recreio da sua escola, quando começara a cair encantadores flocos de neve. Entre eles estava o Bernardo, um menino muito curioso
Prof. André de Freitas Barbosa Análise literária. O Espelho (conto de PAPÉIS AVULSOS, 1882) Machado de Assis ( )
Prof. André de Freitas Barbosa Análise literária O Espelho (conto de PAPÉIS AVULSOS, 1882) Machado de Assis (1839-1908) O ESPELHO : uma teoria da alma humana O Espelho foi publicado originalmente na Gazeta
PRÁTICA DE ENSINO: JOGOS INTERATIVOS
PRÁTICA DE ENSINO: JOGOS INTERATIVOS Livro digital recontando a história A Bonequinha preta da autora Alaíde Lisboa de Oliveira, livro escrito no ano de 1930, porém só foi publicado no ano de 2004 BELO
QUESTÕES. 2. Quais os principais autores e obras do movimento naturalista?
2º EM Literatura Klaus Av. Dissertativa 21/09/16 INSTRUÇÕES PARA A REALIZAÇÃO DA PROVA LEIA COM MUITA ATENÇÃO 1. Verifique, no cabeçalho desta prova, se seu nome, número e turma estão corretos. 2. Esta
DATA: 02 / 12 / 2013 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA:
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 0 / / 03 UNIDADE: III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 3.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A): VALOR:
AS PERSONAGENS DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO NA CIDADE
AS PERSONAGENS DO SÍTIO DO PICAPAU AMARELO NA CIDADE 4º ano F AUTORES: Enzo Lucas Maria Luiza Prates Mariana Rafaella Spera Vinicíus 4º ano F ILUSTRAÇÕES DA INTERNET EDITORA: CJSP Um dia como outro qualquer
A Menina Que Deixou. De Sonhar. Autora: Waleska Alves
A Menina Que Deixou De Sonhar Autora: Waleska Alves 1. Era uma vez uma linda menina que sonhava com o natal, todas as noites antes de dormi ela olhava pela janela de seu quarto e imaginava papai noel em
LUDICIDADE E VIOLÊNCIA EM NEGRINHA: UMA ANÁLISE SOBRE SUAS MENSAGENS EDUCATIVAS
LUDICIDADE E VIOLÊNCIA EM NEGRINHA: UMA ANÁLISE SOBRE SUAS MENSAGENS EDUCATIVAS PLAYFULNESS AND VIOLENCE IN NEGRINHA: AN ANALYSIS THEIR MESSAGES EDUCATIONAL Thielle Rita Vera de Moura Alcalde ¹ Cleomar
Adeilson Salles. Ilustrações de L. Bandeira. belinha_e_lagarta_bernadete.indd 3 18/10/ :32:55
Adeilson Salles Ilustrações de L. Bandeira belinha_e_lagarta_bernadete.indd 3 18/10/2012 16:32:55 Dedicatória Na figura da minha neta Bellinha, que me inspirou, dedico este trabalho às sementes do amanhã:
1 von :36
1 von 22 24.05.2006 16:36 2 von 22 24.05.2006 16:36 Era uma vez, numa aldeia pequenina, uma menininha linda como uma flor; sua mãe gostava muito dela, e sua vovozinha ainda mais. 3 von 22 24.05.2006 16:36
O Menino NÃO. Era uma vez um menino, NÃO, eram muitas vezes um menino que dizia NÃO. NÃO acreditam, então vejam:
O Menino NÃO Era uma vez um menino, NÃO, eram muitas vezes um menino que dizia NÃO. NÃO acreditam, então vejam: Pela manhã a mãe ia ao seu quarto acordá-lo para ele se levantar e tomar o pequeno-almoço.
Para os meus sobrinhos -netos: Afonso, Flor, Inês, Júlia e Zé Ricardo.
Para os meus sobrinhos -netos: Afonso, Flor, Inês, Júlia e Zé Ricardo. Os Dois Fradinhos Era uma vez dois fradinhos que andavam a pregar pelo mundo. Quer chovesse a cântaros ou quer fizesse um sol de
OndJakI. a menina das cinco tranças. Ilustrações de Joana Lira
OndJakI a menina das cinco tranças Ilustrações de Joana Lira Copyright do texto 2004 by Ondjaki e Editorial Caminho S.a., Lisboa Copyright das ilustrações 2010 by Joana Lira Edição apoiada pela direcção-geral
A conta-gotas. Ana Carolina Carvalho
A conta-gotas Ana Carolina Carvalho Agradeço a Regina Gulla pela leitura atenta e pelas sugestões. Para minha mãe, pela presença. Para Marina, minha afilhada, que quis ler o livro desde o começo. 1 A
Exercício Extra 19 A COISA
Exercício Extra 19 Nome: Turma: LÍNGUA PORTUGUESA 3º ano do Ensino Fundamental Data:20/06/2016 Data de devolução: 27/06/16 A COISA A casa do avô de Alvinho era uma dessas casas antigas, grandes, que têm
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Tema Transversal: Cultivar e guardar a Criação Disciplina: Matemática / ESTUDOS AUTÔNOMOS Ano: 5º - Ensino Fundamental Aluno(a): N o : Turma: Professora: Data: 10 / 2 / 2017 Assunto:
Um belo dia de sol, Jessi caminhava feliz para sua escola.
Jessy Um belo dia de sol, Jessi caminhava feliz para sua escola. Jessi era uma garota linda, tinha a pele escura como o chocolate, seus olhos eram pretos e brilhantes que pareciam duas lindas amoras, seu
Moinhos, Branca Sobreira, Edição: Camila Araujo & Nathan Matos. Revisão: LiteraturaBr Editorial. Projeto Gráfico: André Miyasaki
20 Branca Sobreira 20 Moinhos, 2017. Branca Sobreira, 2017. Edição: Camila Araujo & Nathan Matos Revisão: LiteraturaBr Editorial Projeto Gráfico: André Miyasaki Diagramação: LiteraturaBr Editorial Ilustrações:
A PÍLULA FALANTE II PARTE
Instituto de Educação Infantil e Juvenil Verão, 2018. Londrina, de. Nome: Turma: TEMPO Início: Término: Total: Disciplina: Literatura 4º ano A PÍLULA FALANTE II PARTE Apareceu então um sapo num carrinho.
O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano
O melhor amigo Interpretação de Texto para 4º e 5º Ano O melhor amigo Interpretação de Textos para 4º e 5º Ano O melhor amigo A mãe estava na sala, costurando. O menino abriu a porta da rua, meio ressabiado,
Maria Helena Morais Matos Coisas do Coração
Maria Helena Morais Matos Coisas do Coração Primeira Edição Curitiba 2012 PerSe Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil) ÍN Matos, Maria Helena Morais
Apoio: Patrocínio: Realização:
1 Apoio: Patrocínio: Realização: 2 O PATINHO FEIO 3 O PATINHO FEIO Lá embaixo, na campina, escondido pela grama alta, havia um ninho cheio de ovos. Mamãe Pata deitava-se nele, toda feliz, aquecendo os
Leia o Texto I, para responder às questões de números 37 a 40. TEXTO I
PORTUGUÊS Leia o Texto I, para responder às questões de números 37 a 40. TEXTO I "Nesta época, no ano passado, começou a se constatar nas prateleiras dos supermercados uma "maquiagem" de produtos. Consistia,
Débora Zambi. Aos Olhos do Poeta
Débora Zambi Aos Olhos do Poeta Primeira Edição São Paulo 2015 Agradecimentos Primeiro a Deus pelo dom que me deu, pela foça, pela vida, pelas conquistas, pelo seu amor, carinho e cuidado! Para o meu esposo
1. Negrinha - Monteiro Lobato (o conto está na íntegra - não é resumo) Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura,
1. Negrinha - Monteiro Lobato (o conto está na íntegra - não é resumo) Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados. Nascera na senzala,
Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula Jardim (3 a 5 anos) Título: Revisão do módulo
1 Plano de Aula 09 Centro Espírita Ismênia de Jesus Evangelização Espírita Ismênia de Jesus Plano de Aula Jardim (3 a 5 anos) Educadoras: Edma e Priscila Dia: 11/04/2016 Título: Revisão do módulo Horário:
Carlota pintava de pintinhas os sonhos que tinha ao acordar. Todas as manhãs, à sua mãe dizia: só mais um bocadinho, que estou a sonhar. A mãe saía.
Carlota pintava de pintinhas os sonhos que tinha ao acordar. Todas as manhãs, à sua mãe dizia: só mais um bocadinho, que estou a sonhar. A mãe saía. Regressava minutos depois e com as mantas na cabeça
Era Domingo, dia de passeio! Estava eu e as minhas filhas no
Parque Verde da Várzea: é um dos pontos a visitar na cidade de Torres Vedras. Era Domingo, dia de passeio! Estava eu e as minhas filhas no Parque Verde da Várzea, íamos fazer um piquenique. Quando nos
01- Qual era o nome completo de Monteiro Lobato? R.: 02- Onde e quando ele nasceu? R.:
PROFESSOR: EQUIPE DE PORTUGUÊS BANCO DE QUESTÕES - LÍNGUA PORTUGUESA - 2 ANO - ENSINO FUNDAMENTAL ==================================================================== TEXTO 1 UM ESCRITOR E AS CRIANÇAS
Eis que chega meu grande amigo, Augusto dos Anjos, ele com seu jeitão calado e sempre triste, me fala que não irá existir palavra alguma para
Oceano em Chamas Querida, Tentei em vão, fazer um poema a você, não consegui. Me faltavam palavras para descrever-te, então pedi aos poetas do universo para me ajudarem. O primeiro com quem conversei,
Pergaminho dos Sonhos
Pergaminho dos Sonhos Michel R.S. Era uma vez um poeta... Um jovem poeta que aprendera a amar e deixar de amar. E de uma forma tão simples, assim como o bem e o mal, O amor tornou-se o objetivo de suas
O Livro de Todas as Coisas. Sobre o Tempo
O Livro de Todas as Coisas Sobre o Tempo O Livro de Todas as Coisas Sobre o Tempo Douglas Turolli 1ª Edição Editora Perse Copyright 2012 by Douglas Turolli Capa e Contracapa: Talyta Oliveira e Ivan Domingues
Aos Poetas. Que vem trazer esperança a um povo tristonho, Fazendo os acreditar que ainda existem os sonhos.
Aos Poetas Venho prestar homenagem a uma grande nação, Que são os nossos poetas que escrevem com dedicação, Os poemas mais lindos e que por todos são bemvindos, Que vem trazer esperança a um povo tristonho,
Depois, levou os filhotes para o pátio do castelo. Todos parabenizaram a pata: a sua ninhada era realmente bonita... Exceto um: o patinho das penas
O patinho feio A mamãe pata havia feito um ninho no meio da folhagem, perto do velho castelo. Finalmente, após longa espera, os ovos se abriram, um após o outro, e surgiram patinhos amarelos. Porém, de
Colégio Santa Dorotéia
Colégio Santa Dorotéia Disciplina: Língua Portuguesa / ORIENTAÇÃO DE ESTUDO Ano: 4 o - Ensino Fundamental - Data: 6 / 4 / 2018 Conteúdo de estudo [ Interpretação de texto; Estudo do vocabulário; Substantivos.
1.º C. 1.º A Os livros
1.º A Os livros Os meus olhos veem segredos Que moram dentro dos livros Nas páginas vive a sabedoria, Histórias mágicas E também poemas. Podemos descobrir palavras Com imaginação E letras coloridas Porque
Quando o Sol se apaixonou pela Lua. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Curso Superior de Tecnologia em Jogos Digitais 2016
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Curso Superior de Tecnologia em Jogos Digitais 2016 Quando o Sol se apaixonou pela Lua Letícia Cruz RA00178896 Linguagem Audiovisual e Games Eliseu Lopes Desenho
Tens seis anos, não é?
O Gil não era alto nem baixo, devia ter cinco anos, quase seis. Os rapazes mal fazem cinco anos parecem logo quase seis! Um piparote e zás! É mesmo bom, nem dá tempo para abrir o primeiro presente até
2ª FEIRA 10 DE SETEMBRO
2ª FEIRA 10 DE SETEMBRO INTRODUÇÃO Bom dia. É com grande alegria que estamos todos aqui para iniciar mais um ano de escola. Que bom é ver os nossos amigos e educadores, todos felizes, com ar de quem teve
O Tigre à Beira do Rio
O Tigre à Beira do Rio --Baixe-se Moba! Muito bem Didi, o menino birmanês subiu no elefante e fez carinho em sua cabeça. Didi treinara Moba desde bebê. Como era um elefante asiático, Moba não era tão grande
Que Nevão! Teresa Dangerfield
Que Nevão! Teresa Dangerfield Que Nevão! Teresa Dangerfield Mamã, Mamã, está tudo branquinho lá fora! gritou o Tomás muito contente assim que se levantou e espreitou pela janela. Mariana, vem ver depressa!
UM PÉ DE TATAJUBEIRA QUE APARECE UM ENCANTO
UM PÉ DE TATAJUBEIRA QUE APARECE UM ENCANTO Dona Francisca da Tribo Tremembé contou que há muito tempo atrás, existia um pé de Tatajubeira que aparecia um encanto. Quando as pessoas passavam por lá viam
Um passinho outro passinho
Um passinho outro passinho Inácio tinha o mesmo nome do seu melhor amigo, o avô Nacho. Quando Inácio nasceu, o seu avô disse a toda a gente: O Inácio não irá a aprender a dizer avô antes dos três anos,
1ª Leitura - Hb 12,1-4
1ª Leitura - Hb 12,1-4 Empenhemo-nos com perseverança no combate que nos é proposto. Leitura da Carta aos Hebreus 12,1-4 Irmãos: 1Rodeados como estamos por tamanha multidão de testemunhas, deixemos de
«Foi pela inveja do demónio que a morte entrou no mundo»
Perdão, Senhor. «Foi pela inveja do demónio que a morte entrou no mundo» Leitura do Livro da Sabedoria Sab 1, 13-15; 2, 23-24 Não foi Deus quem fez a morte, nem Ele Se alegra com a perdição dos vivos.
Olhares. Rosângela Trajano. 2 - Por que não permitimos que os outros se aproximem de nós? 4 O que são as coisas mais simples do mundo para você?
Olhares Ando pelas ruas e a multidão quase esbarra em mim. Tenho certeza que se me deitasse no chão seria pisoteada. As pessoas não olham mais para o chão, aliás as pessoas não olham mais nem para si mesmas.
Rafa olhou para a bola que tinha levado. Ele ainda tinha uma bola novinha em folha em casa. Se desse esta ao Dani e a seus amigos, ele os faria
Ame o seu Próximo Parabéns Rafa. Muitas felicidades, muitos anos de vida! Era o aniversário do Rafa, ele estava fazendo seis anos. Há tempos esperava ansioso por esse dia. Dani, seu melhor amigo, tinha
Produção Textual. Foco Narrativo. Profa. Raquel Michelon
Produção Textual Foco Narrativo Profa. Raquel Michelon IDENTIFIQUE O FOCO NARRATIVO DOS TEXTOS SEGUINTES: A) Subiu lentamente a escada, arrastando os pés nos degraus. Estacou para respirar, apenas uma
O príncipe foi andando até que chegou a uma sala de jantar onde havia uma mesa preparada para dois e, em uma poltrona, estava uma gata branca de pêlo
O príncipe e a gata E ra uma vez um rei, pai de três corajosos príncipes, que estava em dúvida sobre qual deles deveria lhe suceder no trono. Por isso, reuniu os filhos e disse a eles que aquele que trouxesse
A Professora de Horizontologia
A Professora de Horizontologia Já tinha parado a chuva e Clara Luz estava louca que a Gota voltasse. Felizmente a Fada-Mãe veio com uma novidade: Minha filha, hoje vem uma professora nova. Você vai ter
Meu amigo mais antigo
Valor Máximo: 10,0 Valor Obtido (VO): Erros Ortográficos (EO): Nota Final (VO-EO): Vencendo Desafios de Língua Portuguesa Ensino Fundamental I 3º ano Texto I Meu amigo mais antigo Meu pai e minha mãe acreditavam
Pe. Agnaldo José NOSSA SENHORA APARECIDA NOVENA E TERÇO
Pe. Agnaldo José NOSSA SENHORA APARECIDA NOVENA E TERÇO Introdução Outubro de 1976. As ruas pareciam um formigueiro. Era quase impossível caminhar na passarela rumo ao Santuário da Padroeira do Brasil.
Slide 1. Slide 2. Slide 3
Slide 1 Slide 2 Slide 3 Slide 3 e 4, 5, 6 - Já sabemos o que é ser testemunha. (visitar uma fazenda e ver animais... e chegar em casa contar o que viu) Slide 4 Slide 5 Slide 6 Slide 7 Slide 7- Nosso segundo
O Sorriso de Clarice
O Sorriso de Clarice Clarice era uma mulher meio menina sabem,doce,meiga,amiga,e apaixonada,aqueles seres que contagiam com seu sorriso, ela tinha algo único conquistava todos com seu sorriso,ninguém sabia
Pois olhe, Paulo, você não pode imaginar o que aconteceu com aquele coelho. Se você pensa que ele falava, está enganado. Nunca disse uma só palavra
Pois olhe, Paulo, você não pode imaginar o que aconteceu com aquele coelho. Se você pensa que ele falava, está enganado. Nunca disse uma só palavra na vida. Se pensa que era diferente dos outros coelhos,
Do seu esconderijo atrás do relógio, Hugo podia ver tudo. Esfregava nervosamente os dedos no caderninho em seu bolso e dizia a si mesmo para ter paciência. O velho na loja de brinquedos estava discutindo
*PRECCI* Programa de Evangelização e Catequese Católico InfantoJuvenil TiaJane. Roteiro
Personagens: J- TIA JANE B- Anjo BENTINHO P- PEDRINHO C- CLARINHA Be- Bebel Roteiro J- É ano novo lalaia, é ano novo lalaia! Vou deixar tudo bonito pra esperar o menino Jesus que vai nascer!!! (cantando
Conto de fadas produzido coletivamente pelos alunos do 2º ano A, da EMEB Prof.ª Maria Aparecida Tomazini, sob orientação da prof.
Conto de fadas produzido coletivamente pelos alunos do 2º ano A, da EMEB Prof.ª Maria Aparecida Tomazini, sob orientação da prof.ª Karen Bulgareli, como produto final do projeto Contos de fadas, do programa
I. Compreensão do oral
Ficha de Avaliação trimestral de Português 2.º Ano 3.º Período Nome: Data: / / Avaliação: Professor(a): Encarregado de educação: I. Compreensão do oral Responde ao que te é pedido sobre o texto que acabaste
Textos e ilustrações dos alunos do 3º ano 1 de junho de 2017 Dia da Criança
Tempo para ser criança e ser feliz Textos e ilustrações dos alunos do 3º ano 1 de junho de 2017 Dia da Criança Ser criança e ser feliz Ser criança é uma das virtudes do homem Podem fazer-se coisas que
O soldadinho de chumbo
O soldadinho de chumbo U m menino ganhou de presente de aniversário uma caixa de papelão com vinte e cinco soldadinhos de chumbo, todos iguaizinhos. Um deles era perneta, pois durante a fabricação havia
Plano de Aula 6. 1) Citação: Não há dor que dure para sempre, depois da chuva o sol sempre aparece. 2) Meditação. 3) História: O anel.
Plano de Aula 6 1) Citação: Não há dor que dure para sempre, depois da chuva o sol sempre aparece. 2) Meditação. 3) História: O anel. 4) Música: Se não teve sucesso. 5) Atividade Integrada: Painel grupal.
UM OLHAR ENTRE DOIS POETAS
UM OLHAR ENTRE DOIS POETAS 1 2 CARLA DETOMI RODRIGO PICON UM OLHAR ENTRE DOIS POETAS 3 Título UM OLHAR ENTRE DOIS POETAS É proibida a reprodução desta obra, em parte ou totalmente, por meio eletrônico,
Roteiro semanal. 5º ano Vespertino De 13 a 17 de abril. Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres.
Roteiro semanal 5º ano Vespertino De 13 a 17 de abril Goiânia, 13 de abril de 2015. Professora: Nome: Segunda-feira 13/04/2015 Ciências - Estudar para prova Goiânia, 14 de abril de 2015. Professora: Nome:
1ª Edição. Ana Gonçalves. Cândida Santos. Ilustração de. Vítor Silva
1ª Edição Ana Gonçalves Cândida Santos Ilustração de Vítor Silva Era uma vez uma casa velha no meio de um prado verde. O seu telhado era velho, as paredes eram brancas e à volta da porta e de todas as
morf.1 25/1/16 10:00 Página 11 O LIVRO DO SENHOR
morf.1 25/1/16 10:00 Página 11 O LIVRO DO SENHOR Há muitas coisas que nós sabemos, e que são tão simples, tão evidentes, tão instintivas, que pensamos que toda a gente as sabe. Estas são aquelas coisas
NAMORADO NA CASA DA AVÓ
PB Episódio #42 Nível III Intermédio (B1-B2) Texto e Voz: Thaïs Machado-Borges Didatização: Telma Rodrigues NAMORADO NA CASA DA AVÓ Essa história se passou nos anos noventa, quando ainda não havia internet
"ESPELHO, ESPELHO MEU" Roteiro de. Deborah Zaniolli
"ESPELHO, ESPELHO MEU" Roteiro de Deborah Zaniolli Copyright 2016 by Deborah Zaniolli Deborah Zaniolli Todos os direitos reservados [email protected] BN: 710355 Roteiro 2011 Piedade- SP 1. "ESPELHO,
* Associação das Antigas Alunas do Instituto de Odivelas, Anexo à Casa do Capelão / IO, Largo D. Dinis, Odivelas. Infobus, Comunicação &
* Associação das Antigas Alunas do Instituto de Odivelas, Anexo à Casa do Capelão / IO, Largo D. Dinis, 2675-332 Odivelas. Infobus, Comunicação & Serviços, Lda, Rua de Moçambique, 9, 2745-180 Queluz. **
Produção de texto. Observe a imagem e produza um texto narrativo, com no mínimo 10 linhas, a partir do título proposto
E. E. Ernesto Solon Borges Disciplina: Língua Portuguesa Profª. Regente: Vania Progetec: Cristina Ano: 8º Ano A Alunos: Dayane Sales e Emily Cristina Data: 12/11/2014 Produção de texto Se eu tivesse um
A MORTE DOS FIGUEREDO - Quero matar você hoje, mamãe TEXTO DE: ARTHUR CANDOTTI. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS.
A MORTE DOS FIGUEREDO - Quero matar você hoje, mamãe TEXTO DE: ARTHUR CANDOTTI. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. CENA: 01 CASA DOS FIGEREDO SALA NOITE. Sala está iluminada só pela televisão ligada em um canal
Sugestões para o estudo em casa 2º ano
Leia silenciosamente o texto e depois em voz alta para um adulto. 1- Faça o que se pede e depois escreva, em seu caderno de estudos, cada número por extenso. 2- Complete as sequências abaixo: 0 - - - 3
Entidade Mantenedora: SEAMB Sociedade Espírita Albertino Marques Barreto CNPJ: / ALUNO(A): A5
Entidade Mantenedora: SEAMB Sociedade Espírita Albertino Marques Barreto CNPJ: 16.242.620/0001-77 ALUNO(A): A5 Entidade Mantenedora: SEAMB Sociedade Espírita Albertino Marques Barreto CNPJ: 16.242.620/0001-77
DATA: 02 / 05 / 2016 I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA:
SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: 02 / 05 / 206 UNIDADE: I ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE LÍNGUA PORTUGUESA 5.º ANO/EF ALUNO(A): N.º: TURMA: PROFESSOR(A):
Era uma vez uma menina que alegremente carregava sua lanterna pelas ruas.
Eu vou com minha lanterna e ela comigo vai No céu brilham estrelas, na Terra brilhamos nós Minha luz se apagou, pra casa eu vou, Com minha lanterna na mão. ( bis ) Era uma vez uma menina que alegremente
O corte, o contínuo e o simultâneo Carlos Vogt... 9
sumário O corte, o contínuo e o simultâneo Carlos Vogt.... 9 vestígios O gosto áspero na boca... 17 Não é mais madrugada... 19 E se ele se depara... 21 O corte no braço... 23 A mulher lhe veio aos braços...
BIBLIOTECA ESCOLAR DO PINHÃO MIBE
BIBLIOTECA ESCOLAR DO PINHÃO MIBE Outubro 2015 Atividades desenvolvidas no âmbito da comemoração do Mês Internacional das Bibliotecas Escolares com os seguintes objetivos: Promover o livro e a leitura;
Desenvolvimento - 0 a 6 meses
Desenvolvimento - 0 a 6 meses 17/08/2017 - Dra. Marcela Noronha Os pais sempre tem curiosidade em saber quando o seu filho vai sentar, andar, falar, brincar e pular, isso porque ficamos felizes e tranquilos
Am7 Bm7 Am7 G Oh! Meu amor não fique triste Saudade existe pra quem sabe ter
VIDA CIGANA / GO BACK / NA RUA, NA CHUVA, NA FAZENDA Fl.01 Am7 Bm7 Am7 G Oh! Meu amor não fique triste Saudade existe pra quem sabe ter Am7 Bm7 C F D Minha vida cigana me afastou de você Por algum tempo
