AULAS ESPECIAIS OBRAS DA UNICAMP
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- Flávio Porto Casado
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3 AULAS ESPECIAIS OBRAS DA UNICAMP PORTUGUÊS NEGRINHA 1. BIOGRAFIA DO AUTOR 1882 José Bento Renato Monteiro Lobato nasceu em Taubaté em 18 de abril Formou-se na Faculdade de Direito do Largo do São Francisco Nomeado promotor em Areias, no interior de São Paulo Começou a compor o seu primeiro conto, O Boca Torta Herdou a fazenda Buquira. Criou seu arquifamoso Jeca Tatu Publicou em O Estado de S. Paulo o artigo Velha Praga, no qual condenou a prática de queimada na agricultura brasileira Tornou-se colaborador da Revista do Brasil Vendeu sua fazenda Buquira por causa de difi - cul dades econômicas (não tinha talento para a agricultura). Publicou o artigo Paranoia ou Mistificação?, em que atacou ferozmente a pintura moderna de Anita Malfatti Publicou Urupês. Empolgado com o sucesso de Urupês, tornou-se editor: fundou a Editora Monteiro Lobato, agitando o mercado editorial brasileiro Surgiu seu primeiro livro infantojuvenil, A Me - nina do Narizinho Arrebitado, inaugurando a célebre coleção de obras do Sítio do Picapau Amarelo Por causa de uma crise energética provocada por um longo período de seca, sua editora foi à falência. Abriu a Companhia Editora Nacional Nomeado adido cultural nos Estados Unidos Empolgado com o progresso que vira na América do Norte, voltou ao Brasil para iniciar uma cruzada pelo desenvolvimento do nosso país graças à defesa da extração nacional de ferro e petróleo. Por isso, fundou a Companhia Nacional do Petróleo, à qual se dedicou por dez anos Foi preso por denunciar os abusos que existiam no setor de petróleo e ferro, dominado por interesses estrangeiros Saiu da prisão. Abriu a Editora Brasiliense, existente até hoje Mudou-se para a Argentina, onde obteve sucesso principalmente com a publicação de suas obras infantojuvenis Voltou ao Brasil. Passou a apresentar simpatia pelos ideais do Partido Comunista Morreu em São Paulo em 4 de julho. 2. PRINCIPAIS OBRAS DO AUTOR Urupês (1918) Cidades Mortas (1919) Negrinha (1920) O Presidente Negro (1926) Reinações de Narizinho (1931) O Poço do Visconde (1937) A Chave do Tamanho (1942) A Barca de Gleyre (1944). 1
4 3. NEGRINHA 3.1. Resumo Negrinha, primeiro conto do livro homônimo, narra a vida de uma órfã filha de escrava, como se pode perceber já a partir de sua célebre abertura: Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não, fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados. Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. 1 A história da protagonista está ligada à de sua antagonista, dona Inácia, chamada inicialmente de patroa. Fora uma senhora de escravos que não aceitava a mudança trazida pela Abolição, pois, além de igualar negros a brancos (o que ela achava uma indecência), retirava-lhe a possibilidade de praticar seu sadismo. É por isso que resolvera manter Negrinha ao seu pé era uma forma de descarregar seus frenesis e desopilar seu fígado, nos dizeres do narrador. Assim, a menina estava destinada a receber toda forma de maus-tratos, tanto físicos (levava beliscões e cascudos de diversos tipos) quanto psicológicos (recebia uma lista gigantesca de apelidos pejorativos). Além disso, não podia brincar, nem mesmo se movimentar, sendo obrigada a passar boa parte do seu tempo calada ao pé da patroa para não bagunçar a casa. Dessa forma, a menina tem um desenvolvimento atrofiado, o que se percebe por ser magra (o que revela um retraimento do corpo) e de olhos assustados (o que revela um retraimento da personalidade). Dentro desse cotidiano sádico, destaca-se um episódio antológico pela forma cinematográfica com que o narrador o relata. Certa vez, uma criada havia roubado um pedaço de carne que Negrinha havia deixado para o final da refeição. A menina, indignada, chamou a ladra de peste, o que na época (final do século XIX) era considerado um nome feio. A ofendida foi dar parte à patroa, que achou uma falta de educação o que a pequena havia feito e por isso resolveu puni-la. Na verdade, o enunciador do texto aponta outro motivo: a senhora devia estar numa fase de mau humor. A digna mulher então colocou um ovo ao fogo e, quando este já está devidamente cozido, enfiou-o ainda quente na boca da criança, amordaçando-lhe a cabeça com as mãos para impedir que a coitada cuspisse ou gritasse. A infeliz teve de aguentá-lo até que esfriasse. Sintomático é o que aconteceu imediatamente após esse episódio. Mal dona Inácia havia terminado de executar essa maldade, foi receber o padre, confessando-se cansada do trabalho de educar a órfã. O reverendo, que sempre teve a ilustre proprietária como dama das mais elevadas inclinações cristãs, lembra que a caridade é a melhor das virtudes, por isso a grande senhora não deveria esmorecer em sua santa missão. Nota-se que o autor manipula os fatos para descarregar, de maneira irônica, uma crítica à hipocrisia que ele via na alta sociedade rural paulista da passagem do século XIX para o XX. Há também um ataque ao clero que se mostra subserviente aos que detêm poder econômico-social. No entanto, toda essa rotina foi alterada em um dezembro, quando apareceram as sobrinhas de dona Inácia, duas meninas loiras, chamadas pelo narrador de anjos criados em ninho de plumas. É com a presença delas que Negrinha, para seu espanto, descobriu que brincar não era proibido, pois pôde ver como dona Inácia ficava feliz com a animação das meninas. Entretanto, ao tentar fazer parte dessa alegria, foi duramente repreendida. Mas, pior do que a dor do beliscão que havia recebido no umbigo fora a dor infligida na alma ao perceber pela primeira vez a desigualdade social. Com a chegada das malas das visitantes, todavia, um fato surpreendente ocorreu. Descarregados os brinque - dos, Negrinha deparou-se com algo nunca antes visto: uma boneca. Tão fora de si ficou que não percebeu que 1 LOBATO, Monteiro. Negrinha. 15.ª ed., São Paulo: Brasiliense, 1972, p. 3. 2
5 se tornou motivo de chacota dos anjos loiros. Ainda assim, as meninas, diante da admiração da coitada, permitiram que ela pegasse no objeto. A protagonista entregou-se a um momento de êxtase. Tão forte era a emoção em que Negrinha estava mergulhada que não notou a chegada da temida dona Inácia. A princípio entrou em pânico, pressentindo um castigo inimaginável e muito pior do que o do episódio do ovo. No entanto, a reação da patroa, como que tocada pela cena de enlevo provocada pela boneca, foi surpreen dente: apiedou-se da menina, permitindo que brincasse com os anjos loiros. É o momento de glória da protagonista. Passado o período de férias, as sobrinhas foram embora e tudo voltou à rotina. Ou melhor, quase tudo. Uma criada nova e bondosa para com Negrinha substituiu a malvada. Dona Inácia deixara de lado sua sanha sádica contra a menina. Já esta mudara também, deixando de ter olhos assustados para possuir olhos saudosos, sempre se lembrando do tempo divino em que pudera brincar no jardim. Aquele tinha sido o momento em que sua alma desabrochara, em que se percebera humana. E essa consciência, informa o narrador, matou Negrinha, pois ela passou a ficar cada vez mais melancólica, deixando até de comer. Morreu como um animal abandonado, na mesma esteira rota dos primeiros anos. Seus últimos instantes se deram em meio a uma tontura concomitante a um delírio, em que se via rodeada por anjos e bonecas loiras. Depois: vala comum. A terra papou com indife rença aquela carnezinha de terceira uma miséria, trinta quilos mal pesados... E de Negrinha ficaram no mundo apenas duas impressões. Uma cômica, na memória das meninas ricas. Lembras-te daquela bobinha da titia, que nunca vira boneca? Outra de saudade, no nó dos dedos de dona Inácia. Como era boa para um cocre! Análise Monteiro Lobato viveu em um período literário conhecido com Pré-Modernismo, que não era propria - men te uma escola literária (já que não apresentava um programa estético), mas uma fase de sincretismo entre as velhas tendências do século XIX (Realismo, Natura lismo, Parnasianismo, Simbolismo) e o enfoque crítico dos problemas da realidade brasileira. É o que se vê, por exemplo, em Os Sertões, de Euclides da Cunha, com a denúncia da situação de opressão e subdesen vol vi mento do Nordeste brasileiro. É o que se observa, também, em Triste Fim de Policarpo Quaresma e Recordações do Escrivão Isaías Caminha, de Lima Barreto, com a crítica escrachada à sociedade dos primeiros anos da República. Monteiro Lobato seguirá outro caminho, que não é nem o sertão nordestino, nem a periferia da cidade do Rio de Janeiro. Seu olhar cairá sobre o Vale do Paraíba, região que enriquecera muito com a chegada do café, mas que no momento abordado pelo autor já não mais apresentava a pujança de outrora. É nesse contexto que deve ser analisado Negrinha. O primeiro elemento que chama a atenção em Negrinha é a maneira como a história é contada. Lobato, ciente do que ele chamava de assombroso analfabetismo do país, dotou seus contos de elementos do cinema, já bastante popular na época. É por isso que sua narrativa assume uma movimentação de cenas e personagens típica dessa nova forma de arte. Era uma maneira de alcançar um maior número de leitores. Lobato também se preocupou em dar a seu conto um caráter trágico, com sofrimento que funcione como denúncia, bem ao estilo de mestres do gênero, como o português Camilo Castelo Branco e o francês Guy de Maupassant. Outro aspecto a ser apontado é a preocupação em atribuir ao seu texto um feitio semelhante ao do soneto, carregando-o não só de um caráter enxuto, mas também de uma finalidade reflexiva, capaz de fazer o leitor olhar para uma mosca invisível. 2 LOBATO, Monteiro. Op. Cit., p. 9. 3
6 Há ainda o costume de fazer do conto o flagrante de cenas do cotidiano doméstico rural. Assim, sua narrativa assume um tom de ouvi dizer que faz o leitor ter vontade de espalhar a história, popularizando-a ainda mais. Em compensação, acaba-se perdendo a densidade narrativa ou psicológica que costumamos ver no Machado de Assis de Várias Histórias ou no Mário de Andrade de Contos Novos. Talvez venha daí uma queixa constante do autor de que suas obras estariam mais próximas da crônica. Outro fator bastante influente para o sucesso de Negrinha é o tom irônico do narrador, que serve para desancar dona Inácia, uma típica representante da decadente nobreza rural paulista: Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo na igreja e camarote de luxo reservado no céu. Entaladas as banhas no trono (uma cadeira de balanço na sala de jantar), ali bordava, recebia as amigas e o vigário, dando audiências, discutindo o tempo. Uma virtuosa senhora em suma dama de grandes virtudes apostólicas, esteio da religião e da moral, dizia o reverendo. Ótima, a dona Inácia. (...) A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. 3 As expressões excelente senhora, a patroa, dona do mundo, dando audiências, uma virtuosa senhora, ótima, a dona Inácia e a excelente dona Inácia, isoladas, serviriam para qualificar positivamente a personagem. No entanto, quando associadas a [com] camarote de luxo reservado no céu ou arte de judiar de crianças, começam a produzir uma instabilidade no discurso. Tal desequilíbrio, que comprometeria o sentido do texto, só é desfeito quando se tem ciência de que o que se está querendo dizer é exatamente o contrário do que está sendo afirmado. Em outras palavras, a ideia de que dona Inácia maltratava crianças inviabiliza que se entenda como verdadeira a afirmação de que essa proprietária era excelente, virtuosa, ótima, dona do mundo. Da mesma forma, é impossível chamar de arte o que seria o sadismo, assim como não faria sentido possuir um camarote de luxo no céu, lugar cristão em que os valores materiais seriam desprezados. Dentro da mesma linha de raciocínio, a afirmação do reverendo, de que a senhora seria dama de grandes virtudes apostólicas, esteio da religião e da moral, não pode ser entendida como irônica, pois o que ao pé da letra a personagem disse não deve ser entendido de outra forma. Esse é um recurso linguístico que o narrador manipula para fazer com que o leitor tome partido contrário à proprietária rural e favorável a Negrinha. Ter isso em mente ajuda a perceber a complexidade da personalidade do autor, que na verdade reflete as contradições de sua época. Lobato mostra-se racista não só na forma como trata a protagonista ( fusca, mulatinha escura ), mas também como caracteriza as sobrinhas da patroa ( anjos loiros ). Ainda assim, ele é o mesmo enunciador que condena uma senhora que gosta de maltratar negros e que chama de indecência um regime no qual afrodescen dentes devem ser tratados como iguais aos brancos. A crítica lobatiana, portanto, recai sobre um sistema social que trata os ex-escravos e seus descendentes não como pessoas, mas como objetos. É por isso que Negrinha não tem nome, mas apelidos pejorativos. É por isso que Negrinha muitas vezes é comparada a um animal sem dono, largada numa esteira rota na cozinha. É por isso que Negrinha não tem direito a brincar, a falar, nem mesmo a reclamar por seus direitos. Em meio a tanta opressão, a escapatória da protago - nis ta é o mundo da fantasia: primeiro, divertindo-se com o cuco do relógio da sala; depois, com a boneca loira que acalenta; por fim, com o delírio às portas da morte. E sua morte, enfim, revela a visão que Lobato tem da sociedade pós-abolicionista, em que o negro, liberto, não tinha mais es pa ço. A fuga para a fantasia e prin cipal men te para a morte é sinal do impasse que é produzido pela situação de não lugar a que o ex-escravo e seus descendentes estavam condenados. 3 LOBATO, Monteiro. Op. cit., p
7 Exercícios Texto para as questões de 1 a 6. NEGRINHA Negrinha era uma pobre órfã de sete anos. Preta? Não; fusca, mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados. Nascera na senzala, de mãe escrava, e seus primeiros anos vivera-os pelos cantos escuros da cozinha, sobre velha esteira e trapos imundos. Sempre escondida, que a patroa não gostava de crianças. Excelente senhora, a patroa. Gorda, rica, dona do mundo, amimada dos padres, com lugar certo na igreja e camarote de luxo reservado no céu. Entaladas as banhas no trono (uma cadeira de balanço na sala de jantar), ali bordava, recebia as amigas e o vigário, dan - do audiências, discutindo o tempo. Uma virtuosa senho - ra em suma dama de grandes virtudes apostólicas, esteio da religião e da moral, dizia o reverendo. Ótima, a dona Inácia. Mas não admitia choro de criança. Ai! Punha-lhe os nervos em carne viva. [...] A excelente dona Inácia era mestra na arte de judiar de crianças. Vinha da escravidão, fora senhora de es - cravos e daquelas ferozes, amigas de ouvir cantar o bolo e zera ao regime novo essa indecência de negro igual. (Monteiro Lobato. Negrinha. In: I. Moricone Os cem melhores contos brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2000 (fragmento).) 1. (ENEM) A narrativa focaliza um momento histórico-social de valores contraditórios. Essa contradição infere-se, no contexto, pela a) falta de aproximação entre a menina e a senhora, preocupada com as amigas. b) receptividade da senhora para com os padres, mas deselegante para com as beatas. c) ironia do padre a respeito da senhora, que era perversa com as crianças. d) resistência da senhora em aceitar a liberdade dos negros, evidenciada no final do texto. e) rejeição aos criados por parte da senhora, que preferia tratá-los com castigos. 2. Destaque do texto três exemplos de ironia. 3. Por que não se pode afirmar que o reverendo está sendo irônico no discurso que produz a respeito de dona Inácia? 4. Qual crítica o texto acima apresenta em relação à postura de certos membros da Igreja Católica? 5. O narrador também faz veicular em sua enunciação uma crítica à hipocrisia atribuída à elite rural paulista. Explique de que maneira se dá esse ataque. 6. Como a forma de nomeação das personagens acaba representando no texto a oposição entre opressora e oprimida que perpassa todo o conto? Texto para as questões 7 e 8. Morreu na esteirinha rota, abandonada de todos, como um gato sem dono. Jamais, entretanto, ninguém morreu com maior beleza. O delírio rodeou-a de bonecas, todas louras, de olhos azuis. E de anjos... E bonecas e anjos remoinhavam-lhe em torno, numa farândola do céu. Sentia-se agarrada por aquelas mãozinhas de louça abraçada, rodopiada. Veio a tontura; uma névoa envolveu tudo. E tudo regirou em seguida, confusamente, num disco. Ressoaram vozes apagadas, longe, e pela última vez cuco lhe apareceu de boca aberta. (Monteiro Lobato. Negrinha. 15.ª ed., São Paulo: Brasiliense, 1972, p. 8-9.) 7. Explique a oposição que o texto acima apresenta entre mundo objetivo e mundo subjetivo. 8. Há ainda no excerto em análise uma identificação entre o universo objetivo e o universo subjetivo. Como esse processo se dá? 5
8 GABARITO OBRAS DA UNICAMP PORTUGUÊS NEGRINHA 1) A resistência de dona Inácia em aceitar a libertação dos escravos fica evidente na passagem Nunca se afizera ao regime novo essa indecência de negro igual [ao branco]. Resposta: D 2) Ocorre ironia em excelente senhora, a patroa, camarote de luxo reservado no céu, dando audiências, Ótima, a dona Inácia, excelente dona Inácia, arte de judiar de crianças. 3) Ironia é o recurso de linguagem por meio do qual se deixa a entender o contrário do que se está afirmando literalmente. Dessa forma, quando o reverendo elogia dona Inácia, sua intenção é apenas a de enaltecer a proprietária rural. Ele sinceramente não tem intenção de fazer o contrário, ou seja, falar mal dela. 4) O excerto de Negrinha permite perceber uma crítica do narrador à postura subserviente que certos membros da Igreja Católica tinham com relação aos proprietários rurais. Em outras palavras, expressa-se uma condenação irônica ao apoio do clero em relação aos ricos e poderosos em detrimento de valores cristãos como o amparo aos oprimidos, grupo no qual se encaixa Negrinha. 6) A protagonista do conto, que assume na narrativa o papel de oprimida, é apenas nomeada como Negri nha, o que indica sua posição inferior, pois nem direito a nome tem. Já a antagonista, que assume o papel de opressora, é primeiramente nomeada como a patroa e depois como dona Inácia, título e nome. Dessa forma, ela ganha status de superio ridade social em relação à personagem principal. 7) O mundo objetivo de Negrinha é pobre, o que se nota pelo fato de a personagem se encontrar abandonada como gato sem dono e em uma esteira rota. Seu mundo subjetivo no entanto é rico, pois é engran decido pela fantasia de anjos e bonecas envolvendo-a em extrema beleza e prazer. 8) O excerto de Negrinha apresenta uma correlação entre universo objetivo, externo à per - so nagem, e universo subjetivo, interno à perso na - gem, no momento em que a tontura que a prota - gonista sente às portas da morte identifica-se com o delírio que ela tem, imaginando-se dançando e rodopiando com anjos e bonecas. 5) Monteiro Lobato critica a hipocrisia de uma senhora que tem para os olhos da sociedade uma imagem de mulher caridosa, dama dotada de virtudes cristãs, mas que dentro de casa se mostra como sádica, opressora e preconceituosa. 6
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