ANGOLA 11 COMPROMISSOS COM A CRIANÇA
|
|
|
- Madalena Mirandela de Almada
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Versão actualizada, Junho de 2011 REPÚBLICA DE ANGOLA CONSELHO NACIONAL DA CRIANÇA ANGOLA 11 COMPROMISSOS COM A CRIANÇA PARA UM FUTURO MELHOR, CUIDEMOS DA CRIANÇA V FÓRUM NACIONAL SOBRE A CRIANÇA JUNHO/2011 CRIANÇA PRIORIDADE ABSOLUTA
2 ÍNDICE Introdução... 3 A) CRIANÇA DOS ZERO AOS CINCO ANOS DE IDADE Compromisso n.º 1 Esperança de Vida ao Nascer Compromisso n.º 2 Segurança Alimentar e Nutricional.... Compromisso n.º 3 Registo de Nascimento Compromisso n.º 4 Educação da Primeira Infância... B) CRIANÇA DOS SEIS AOS DEZOITO ANOS DE IDADE Compromisso n.º 5 Educação Primária e Formação Profissional. Compromisso n.º 6 Justiça Juvenil... C) TODAS AS CRIANÇAS (DOS ZERO AOS DEZOITO ANOS DE IDADE) Compromisso n.º 7 Prevenção, Tratamento, Apoio e Redução do Impacto do VIH/SIDA nas Famílias e Crianças... Compromisso n.º 8 Prevenção e Combate à Violência Contra a Criança Compromisso n.º 9 Protecção Social e Competências Familiares... D) GARANTIR SUSTENTABILIDADE DAS CONQUISTAS A FAVOR DAS CRIANÇAS Compromisso n.º 10 A Criança e a Comunicação Social, a Cultura e o Desporto Compromisso n.º 11 A Criança no Plano Nacional e no Orçamento Geral do Estado
3 Introdução: Sob o lema POR UM FUTURO MELHOR, CUIDEMOS DA CRIANÇA, foi levado a cabo o V Fórum Nacional Sobre a Criança, em Luanda, no Palácio dos Congressos, de 22 a 24 de Junho do ano em curso. De entre os assuntos postos em discussão, neste Fórum, ressalta-se a avaliação do grau de cumprimento dos 11 compromissos assumidos a favor da criança, relativamente aos quais os participantes deliberaram e recomendaram: i) no sentido da sua manutenção numérica, tal como aprovado em Fora anteriores; e ii) da alteração e ou actualização (conforme os casos) dos compromissos nº 1, 2, 6, 7, 10 e 11, mantendose, por seu turno, a redacção, o alcance e o sentido dos restantes compromissos. 1. Nesta perspectiva, os 11 compromissos com as devidas alterações e actualizações ficam designados como se segue: 3
4 A) CRIANÇA DOS ZERO AOS CINCO ANOS DE IDADE Compromisso nº 1 ESPERANÇA DE VIDA AO NASCER Contribuir para a Redução da mortalidade materna e infantil, garantindo a implementação do Plano Estratégico para a Redução Acelerada da Mortalidade Materno-Infantil e visando a sua cobertura universal, dentro de três modalidades: 1. Rede fixa de serviços públicos de saúde, das ONG's e Igrejas; 2. Equipas avançadas e móveis de saúde para atenção a grupos vulneráveis, sem acesso aos serviços de saúde; 3. Actividades de base comunitária e familiar, visando atingir as seguintes metas: a) Reduzir em 50% a actual taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos; b) Reduzir em 50% a taxa de desnutrição de crianças menores de 5 anos; c) Reduzir em 50% a taxa de mortalidade materna. 4. Água, Saneamento e Ambiente para assegurar um ambiente saudável e sustentável às crianças angolanas, através dos seguintes objectivos estratégicos: a) Aumentar o acesso da água potável, na ordem dos 80% até 2012, às populações urbanas e rurais, no quadro do Programa Água para Todos; b) Aumentar, em todo o país até 2012, a cobertura do saneamento para 85% das áreas urbanas e 50% das zonas rurais, alargando a Abordagem Saneamento Total Liderado pela Comunidade (STLC); c) Promover a educação ambiental e práticas seguras de higiene para 25% da população até
5 Compromisso n.º 2 SEGURANÇA ALIMENTAR E NUTRICIONAL Garantir que todas as crianças disponham, a todo o momento, de alimentos com qualidade e variedade, respeitando os hábitos alimentares locais e assegurando o seguinte: a) O apoio a programas de segurança alimentar e nutricional de base comunitária, utilizando processos participativos de planificação e execução; b) A motivação das famílias e das comunidades, no sentido de adoptarem tecnologias adaptadas, inovadoras e práticas; c) O reforço da monitorização da disponibilidade de alimentos, a nível nacional, particularmente nos grupos vulneráveis; d) A disponibilização atempada de insumos agrícolas às famílias camponesas ou às Empresas Agrícolas Familiares (EAF), em todo o País; e) O reforço dos programas de fomento pecuário, a nível das comunidades rurais e peri-urbanas. 5
6 Compromisso n.º 3 REGISTO DE NASCIMENTO Incrementar medidas que favoreçam o registo de nascimento, incluindo o registo gratuito de crianças com menos de cinco anos de idade, e expandir tal serviço até à base. Isto de forma a assegurar à criança angolana o acesso facilitado e incondicional à cidadania, logo após o seu nascimento, através das seguintes acções: a) Continuar a institucionalização do registo civil, nas maternidades e nas Administrações Municipais e Comunais; b) Reforçar a capacidade dos técnicos envolvidos, no processo de registo de nascimento, sejam eles brigadistas ou funcionários fixos; c) Incrementar e reforçar as campanhas permanentes de sensibilização e mobilização social com vista à massificação da prática de registo civil, após o nascimento, identificando, para o efeito, parcerias sustentáveis com a saúde, a educação e as igrejas; d) Definir um sistema de supervisão e monitoria das acções de massificação do registo de nascimento; e) Definir uma estratégia de comunicação social para a informação da população, relativamente ao registo de nascimento; f) Implementar o sistema de base de dados de registos de nascimento, a nível nacional; 6
7 Compromisso n.º 4 EDUCAÇÃO DA PRIMEIRA INFÂNCIA Expandir e melhorar, em todos os aspectos, os cuidados, bem como a educação das crianças dos 0-5 anos de idade com vista a garantir que, em 2012 e a nível de cada município, sejam atendidas, no mínimo, 30% de crianças, através do seguinte: a) Garantia de continuidade de funcionamento da classe de iniciação, nas escolas, priorizando, desta feita, as crianças que não tiveram acesso às alternativas de educação Pré-escolar; b) Ampliação da cobertura dos programas destinados à mobilização e à educação das famílias e das comunidades, nas questões relativas à protecção e ao desenvolvimento da primeira infância; c) Criação de um programa de formação inicial e continuada de educadoras de infância e de vigilantes de infância. 7
8 B) CRIANÇA DOS SEIS AOS DEZOITO ANOS DE IDADE Compromisso n.º 5 EDUCAÇÃO PRIMÁRIA E FORMAÇÃO PROFISSIONAL Garantir a universalização de uma educação primária de qualidade a todas as crianças dos 6 aos 18 anos, assim como a qualificação profissional dos jovens, visando alcançar as seguintes metas até 2015: a) Aumentar a taxa líquida de escolarização para mais de 90%; b) Aumentar, para mais de 90%, a taxa actual de alfabetização das crianças, na faixa etária dos 12 aos 18 anos; c) Reduzir, em 80%, a taxa de disparidade de género nas escolas; d) Baixar a taxa de abandono para menos de 5%; e) Aumentar a taxa de promoção escolar para mais de 90%; f) Assegurar, a pelo menos 90%, a distribuição atempada dos kits escolares das crianças do ensino primário; g) Expandir os cursos de formação profissional para atender 20% de jovens inscritos, nos programas de alfabetização e de aceleração escolar; h) Implantar um sistema fiável de produção e de difusão de informação relativa à educação, de forma a melhorar a gestão e a monitorização do sistema educativo. 8
9 Compromisso nº 6 JUSTIÇA JUVENIL 1. Assegurar a consolidação do Julgado de Menores como órgão jurisdicional para a efectivação de um modelo de responsabilidade penal juvenil, face ao adolescente em conflito com a lei; 2. Garantir a consolidação dos avanços conquistados, na legislação e na rede de serviços de atendimento e na reintegração social dos menores em conflito com a lei; 3. Divulgação e sensibilização da Lei do Julgado de Menores. 9
10 C) TODAS AS CRIANÇA (DOS ZERO AOS DEZOITO ANOS DE IDADE) Compromisso nº 7 PREVENÇÃO, TRATAMENTO, APOIO E REDUÇÃO DO IMPACTO DO VIH/SIDA NAS FAMÍLIAS E CRIANÇAS 1. Implementar políticas e acções destinadas à redução da transmissão do vírus do VIH e SIDA da mãe para o filho, durante a gravidez, o parto e a amamentação, incrementando: a) Acções de mobilização social para aumentar o conhecimento das mulheres sobre os riscos da transmissão vertical e sobre a disponibilização dos centros de saúde com programas de prevenção da transmissão da mãe para o filho; b) Estruturas e serviços sanitários que disponibilizem os serviços de prevenção da transmissão vertical do VIH e SIDA nas crianças; c) Acompanhamento das mães seropositivas, na continuidade do tratamento medicamentoso, no cuidado dos filhos, sobretudo entre os 0-18 meses, 2. Apoiar a implementação do Plano Nacional de Prevenção, Tratamento, Apoio e Redução do Impacto do VIH/SIDA nas Famílias e Crianças de forma a: Promover políticas e acções para a protecção da criança infectada e afectada pelo VIH-SIDA, defendendo os seus direitos, apoiando as suas famílias, criando um ambiente de não discriminação da criança, garantindo o seu acesso aos serviços de cuidados básicos, incluindo o apoio psicossocial. 10
11 Compromisso n.º 8 PREVENÇÃO E COMBATE À VIOLÊNCIA CONTRA A CRIANÇA 1. Adoptar medidas pertinentes de carácter político, legislativo e educativo, estabelecendo mecanismos de coordenação multi-sectorial para prevenir e combater todas as formas de violência; 2. Adequar o Plano Nacional de Acção adoptado pelo Governo, em 1997, para o combate ao abuso sexual e comercial de menores, estabelecendo mecanismos claros de denúncia, protecção e apoio à reintegração das vítimas; 3. Adoptar e implementar a Estratégia Nacional de Prevenção e Combate à Violência Contra a Criança, de acordo com as cinco áreas propostas: a) Negligência, abuso, violência física e psicológica e discriminação; b) Tráfico; c) Instrumentalização; d) Trabalho infantil; e) Exploração sexual de menores. 4. Implementar o Protocolo de Palermo relativo ao tráfico de seres humanos, particularmente mulheres e crianças; 5. Expandir e fortalecer o papel das redes de protecção e promoção dos direitos da criança como mecanismo de articulação, de conciliação e de mediação; 6. Aprovar, em diploma legal, a Estratégia Nacional de Prevenção e Combate à violência contra a criança.violência contra a criança. 11
12 Compromisso n.º 9 PROTECÇÃO SOCIAL E COMPETÊNCIAS FAMILIARES Adoptar um amplo programa para reforçar a protecção social e as competências familiares relacionadas com a criança, através da: a) Regulamentação da Lei de Base de Protecção social (Lei 7 /04), na vertente da protecção social de base; b) Implementação de medidas multi-sectoriais para aumentar a oferta e o acesso aos serviços essenciais, particularmente às famílias vulneráveis; c) Capacitação de, pelo menos, 50% das lideranças das comunidades, lideranças tradicionais e dos parceiros sociais (organizações não governamentais, igrejas, sindicatos e organizações comunitárias de base) com medidas vitais para os cuidados apropriados da primeira infância, incluindo a componente emocional; d) Produção e disseminação gratuita de material educativo relacionado com a sobrevivência e o desenvolvimento da primeira infância, através dos órgãos de comunicação social, bibliotecas, salas de leitura, canais de comunicação interpessoais e dos parceiros sociais, reforçando, deste modo, as competências familiares; e) Criação, em cada província, de programas de rádio que contribuam para a divulgação de informações edificantes rumo ao desenvolvimento pleno das competências familiares, usando as línguas nacionais; f) Promoção do acolhimento familiar da criança vulnerável, desencorajando a sua institucionalização, e reforçando a capacidade das famílias de garantir o sustento, protecção e educação da criança acolhida; 12
13 g) Promoção da humanização no atendimento das crianças vulneráveis de acolhimento; h) Divulgação da lei contra a violência doméstica; i) Identificação de instituições académicas (Universidades /Institutos) para a realização de estudos sobre a situação da criança. 13
14 D) GARANTIR A SUSTENTABILIDADE DAS CONQUISTAS A FAVOR DAS CRIANÇAS Compromisso n.º 10 A CRIANÇA E A COMUNICAÇÃO SOCIAL, A CULTURA E O DESPORTO Aumentar a vinculação da comunicação social, da cultura e do desporto no desenvolvimento da criança através da: a) Dedicação de espaços, programas e planos para a difusão de temas específicos e de assuntos ligados à saúde, à educação, à cultura, à recreação, ao desporto e aos direitos da criança e da família, bem como a cobertura de eventos de interesse da criança; b) Promoção de acções conducentes à formação específica de adultos e crianças para profissionais de informação sobre questões ligadas aos direitos e aos interesses da criança; c) Garantia de espaços, nas rádios, na televisão e nos jornais para que as crianças possam exteriorizar as suas habilidades e expressar as suas opiniões, no quadro de um processo de participação interactiva; d) Contribuição para a socialização da criança, através da cultura e do desporto, mediante o desenvolvimento de programas de generalização cultural e desportiva Despontar ; e) Recuperação de infra-estruturas culturais e desportivas comunitárias e escolares, como premissas nucleares para o conhecimento da realidade social e cultural, para o resgate dos valores culturais e para o desenvolvimento da actividade desportiva; f) Sensibilização e mobilização das famílias, no sentido de apoiarem as acções do programa de generalização desportiva, mostrando as 14
15 vantagens e os benefícios decorrentes da sua implementação no seio das comunidades infanto-juvenis; g) Promoção de acções de formação e capacitação de monitores, animadores e dirigentes culturais e desportivos em todas províncias; h) Constituição de núcleos de desenvolvimento cultural e desportivo comunitário, em todos os municípios; i) Integração da criança, no sistema desportivo (no âmbito da iniciação desportiva), observando as regras de preparação desportiva (preliminar: 7 10 anos; especialização inicial:11 13 anos; especialização profunda: anos; resultados desportivos: anos e manutenção: + de 18 anos); j) Promoção de competições desportivas inter-comunitárias. 15
16 Compromisso n.º 11 A CRIANÇA NO PLANO NACIONAL E NO ORÇAMENTO GERAL DO ESTADO De modo a garantir a sustentabilidade dos compromissos, em prol do desenvolvimento integral da criança, em Angola, torna-se imprescindível: a) Adequar, a todos os níveis, os Programas Executivos do Governo aos Compromissos, bem como ao exercício da planificação orçamental. b) Implementar o Sistema de Indicadores da Criança Angolana, em todas as Províncias do país, de modo a permitir a monitoria e a avaliação, assim como facilitar a planificação dos programas para a criança. c) Reforçar a liderança dos Administradores Municipais, na implementação dos 11 Compromissos, a nível local, no âmbito da desconcentração e descentralização administrativa, d) Avaliar o impacto da utilização dos recursos na melhoria da qualidade de vida das crianças. e) Espelhar, no Plano Bienal, as actividades, em prol da criança e os respectivos orçamentos a serem afectados pelos Parceiros Sociais. f) Reforçar os mecanismos de monitoria, supervisão e avaliação à implementação dos 11 compromissos; g) Promover acções de mobilização de fundos adicionais, nomeadamente de OGE extra, de modo a assegurar a efectiva implementação das actividades de advocacia e dos programas de protecção à criança a nível do País, garantindo a sua sustentabilidade. Compromissos entre o Governo, Sistemas das Nações Unidas, Parceiros Sociais e Criança, assumidos no encerramento do V Fórum Nacional sobre a Criança, no dia 24 de Junho de LUANDA, JUNHO/
17 ... Pôr a criança na agenda Nacional como prioridade absoluta, considerando que ela representa o futuro de Angola que poderá estar comprometido se todos, Governo e Sociedade, não assumirem o compromisso de garantir os seus direitos imediatamente... Engº José Eduardo dos Santos Presidente da República de Angola Dezembro/2003
PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária.
PROGRAMA DE ACÇÃO A diversidade e complexidade dos assuntos integrados no programa de acção da OMA permitirá obter soluções eficazes nos cuidados primários de saúde, particularmente na saúde reprodutiva
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança
Apresentação de Angola na XII Reunião dos Ministros do Trabalho e dos Assuntos Sociais Os Desafios na Protecção Social para alcançar a Segurança Alimentar e Nutricional Maputo, 25 de Abril de 2013 Constituição
Reforço da Capacidade de Gestão de Informação e de Expansão de Abordagens Inovadoras no Sector de Água e Saneamento em Angola
RESUMO EXECUTIVO DO PROJECTO Reforço da Capacidade de Gestão de Informação e de Expansão de Abordagens Inovadoras no Sector de Água e Saneamento em Angola UNIDADE EXECUTORA /INSTITUIÇÃO: Direcção Nacional
A SITUAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA EM ANGOLA: COMPROMISSOS E DESAFIOS. Joana Manico
A SITUAÇÃO DOS DIREITOS DA CRIANÇA EM ANGOLA: COMPROMISSOS E DESAFIOS Joana Manico SUMÁRIO DEFINIÇÃO DE DIREITOS HUMANOS DEFINIÇÃO DE CRIANÇA DIREITO DA CRIANÇA NO PLANO INTERNACIONAL POLÍTICA DE PROTECÇÃO
MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS
MINISTÉRIO DA ENERGIA E ÁGUAS DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO DE 2013 2013, Ano Internacional da Cooperação pela da Água 2 DECLARAÇÃO ALUSIVA AO DIA MUNDIAL DA ÁGUA O dia 22 de Março
EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL
EIXO 1: EMPREGO, QUALIFICAÇÃO, EMPREENDEDORISMO E INICIATIVA LOCAL Desenvolver as condições facilitadoras da criação de emprego, combate ao desemprego e incentivo à iniciativa local referente ao empreendedorismo
DIREITO À SAÚDE: SUS, HUMANIZAÇÃO E CONTROLE SOCIAL
DIREITO À SAÚDE: SUS, HUMANIZAÇÃO E CONTROLE SOCIAL CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2012 Encontro com os agentes de pastoral Carlos Neder SUS - Base Legal CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA CONSTITUIÇÕES ESTADUAIS LEIS
Quadro Catalisador para Pôr Termo à SIDA, Tuberculose e Eliminar a Malária em África até 20130
Quadro Catalisador para Pôr Termo à SIDA, Tuberculose e Eliminar a Malária em África até 20130 Introdução O quadro catalisador para pôr termo à SIDA, tuberculose e eliminar a malária em África até 2030
S E D S. Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social
S E D S Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social Secretaria de Estado da Família e Desenvolvimento Social SEDS Gabinete Conselhos Assessorias Diretoria Geral Núcleos Grupo de Recursos Humanos
Função Principal do Cargo: Promover a paz e a segurança na Região. Áreas Principais de Resultados
ANÚNCIO DE VAGA O Secretariado da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC) convida os cidadãos dos Estados Membros da SADC, devidamente qualificados e com experiência, a candidatarem-se para
PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA
2012 PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA POLÍTICAS DE PROTEÇÃO POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/ PROTEÇÃO ESPECIAL META: COMBATE AO TRABALHO INFANTIL
REFLEXÕES SOBRE UM REGIME PARA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE E ASSISTÊNCIA NO ACTUAL CONTEXTO
REFLEXÕES SOBRE UM REGIME PARA O FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE E ASSISTÊNCIA NO ACTUAL CONTEXTO DR. JOSÉ CHIVALA Director Geral Adjunto do INSS ENAD. 16 DE NOVEMBRO DE 2015 AS FUNÇÕES DO ESTADO E A PROTECÇÃO
Novo modelo de financiamento e apoio ao movimento associativo Apresentação das linhas gerais
Novo modelo de financiamento e apoio ao movimento associativo Apresentação das linhas gerais Lisboa, 25 de Janeiro de 2007 1 Objectivo da sessão: Apresentar os princípios do novo modelo de financiamento
Objectivos de Desenvolvimento do Milénio
República de Moçambique Objectivos de Desenvolvimento do Milénio Ponto de Situação, Progressos e Metas Conferência Cumprir Bissau Desafios e Contribuições da CPLP para o cumprimento dos ODMS 5 de Junho
PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA
2013 PLANO DE AÇÃO CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DE PALHOÇA 1- POLÍTICAS DE PROTEÇÃO POLÍTICA PÚBLICA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL/ PROTEÇÃO ESPECIAL 1.1- META: COMBATE AO TRABALHO
República de Angola Ministério da Energia e Águas. CONSELHO CONSULTIVO ALARGADO Lubango, 28 e 29 DE JUNHO DE 2012 COMUNICADO FINAL
República de Angola Ministério da Energia e Águas CONSELHO CONSULTIVO ALARGADO Lubango, 28 e 29 DE JUNHO DE 2012 COMUNICADO FINAL Nos dias 28 e 29 de Junho de 2012, na cidade do Lubango, Província da Huíla,
A SAÚDE MENTAL EM ANGOLA Alinhada aos ODS
República de Angola Ministério da Saúde A SAÚDE MENTAL EM ANGOLA Alinhada aos ODS Massoxi Adriana Gaspar Vigário Coordenadora Nacional Programa de Saúde Mental e Abuso de Substâncias 24.01.2019 Area Estimada
União Europeia. Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos (IEDDH) Convite para a apresentação de propostas
União Europeia Instrumento Europeu para Democracia e Direitos Humanos (IEDDH) Convite para a apresentação de propostas Referencia: EuropeAid/132-262/L/ACT/MZ Sessão de Informação Delegação da União Europeia
SEXAGESIMA ASSEMBLEIA MUNDIAL DE SAUDE. Saúde dos Trabalhadores: plano de acção global
SEXAGESIMA ASSEMBLEIA MUNDIAL DE SAUDE WHA60.26 Ponto da Agenda 12.13 23 de Maio de 2007 Saúde dos Trabalhadores: plano de acção global A Sexagésima Assembleia Mundial de Saúde Considerando o projecto
Tema: Protecção Social para Desenvolvimento Inclusivo
SA14261 61/9/12 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE PRIMEIRA SESSÃO DO COMITÉ TÉCNICO ESPECIALIZADO SOBRE O DESENVOLVIMENTO SOCIAL, TRABALHO E EMPREGO (CTE-DSTE-1) ADIS ABEBA, ETIÓPIA 20-24 DE ABRIL DE 2015
O TRABALHO INFANTIL ARMINDA MATEUS CACULO
O TRABALHO INFANTIL ARMINDA MATEUS CACULO SUMÁRIO PERSPECTIVA HISTÓRICA DO TRABALHO INFANTIL INSTRUMENTOS INTERNACIONAIS INSTRUMENTOS REGIONAIS INSTRUMENTOS NACIONAIS O TRABALHO INFANTIL EM ANGOLA CAUSAS
II Reunião de Ministros da Saúde da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa DECLARAÇÃO DO ESTORIL
II Reunião de Ministros da Saúde da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa 15 de Maio de 2009 DECLARAÇÃO DO ESTORIL Os Ministros da Saúde da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) Angola,
RECRUTAMENTO & SELECÇÃO: NUTRICIONISTA PARA PROGRAMA FRESAN (M/F) - PERFIL PROFISSIONAL -
RECRUTAMENTO & SELECÇÃO: NUTRICIONISTA PARA PROGRAMA FRESAN (M/F) - PERFIL PROFISSIONAL - País Angola Referência da posição FRESAN_Nutricionista Duração da Missão 45 meses Descrição do Projeto O Programa
CONSELHO EXECUTIVO Décima-Sétima Sessão Ordinária de Julho de 2010 Kampala, Uganda
AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis-Abeba (ETHIOPIE) P. O. Box 3243 Téléphone (251-11) 5517 700 Fax : 551 78 44 Website: www.africa-union.org CONSELHO EXECUTIVO Décima-Sétima Sessão Ordinária
Municípios e Comunidades. Saudáveis. Promovendo a qualidade de vida através da Estratégia de Municípios e Comunidades. Saudáveis
Organização Pan Americana da Saúde Oficina Regional da Organização Mundial da Saúde Municípios e Comunidades Saudáveis Guia dos prefeitos e outras autoridades locais Promovendo a qualidade de vida através
PLANOS DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR
S DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR DE MONITORAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PAIR ANÁLISE DA SITUAÇÃO NACIONAL 1. Identificar causas/ fatores de vulnerabilidade e modalidades de violência sexual contra
ORIGINAL: INGLÊS DECLARAÇÃO DE BRAZZAVILLE SOBRE A PREVENÇÃO E O CONTROLO DAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NA REGIÃO AFRICANA DA OMS
ORIGINAL: INGLÊS DECLARAÇÃO DE BRAZZAVILLE SOBRE A PREVENÇÃO E O CONTROLO DAS DOENÇAS NÃO TRANSMISSÍVEIS NA REGIÃO AFRICANA DA OMS ORIGINAL: INGLÊS Nós, os Ministros da Saúde e Chefes de Delegação da Região
LEI Nº , DE 16 DE JUNHO DE 2009.
LEI Nº 16.586, DE 16 DE JUNHO DE 2009. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE GOIÁS, nos termos
Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Abastecimento de Água em Angola. 1.º Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa LUCRÉCIO COSTA
1.º Congresso de Engenheiros de Língua Portuguesa A Engenharia como fator decisivo no processo de desenvolvimento" Estratégia de Desenvolvimento do Sector de Abastecimento de Água em Angola LUCRÉCIO COSTA
VIH-SIDA - SITUAÇÃO ACTUAL
VIH-SIDA - SITUAÇÃO ACTUAL 1 Quadro Institucional Estratégias : Até 22 Sanitarização da abordagem Depois de 22 Multisectorialidade e Descentralização Prevalência do VIH (%), em adultos dos 15-49 anos,
Delivering as One (DaO) Angola
Delivering as One (DaO) Angola RASCUNHO DE FICHA TÉCNICA PARA DISCUSSÃO Luanda, 13 setembro 2016 Que é Delivering as One? Delivering as one (DaO) ou Unidos na Acção é uma iniciativa das Nações Unidas que
APRESENTAÇÃO DOS RESULTADOS DA CIMEIRA DE DAKAR SOBRE O ENSINO SUPERIOR (Ponto proposto pela República do Senegal)
AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, Ethiopia P. O. Box 3243 Telephone: 5517 700 Fax: 5517844 Website: www.au.int SC14820 14/14/34/10 CONSELHO EXECUTIVO Vigésima-sétima Sessão Ordinária
Apêndice I 23 ações programáticas relativas à população LGBT, previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3)
Apêndice I 23 ações programáticas relativas à população LGBT, previstas no Programa Nacional de Direitos Humanos 3 (PNDH 3) EIXO ORIENTADOR III - UNIVERSALIZAR DIREITOS EM CONTEXTO DE DESIGUALDADES Diretriz
Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto
Decreto Presidencial n.º 216/11, de 8 de Agosto Página 1 de 10 Considerando que o acesso à terra é fundamental para o processo de reconstrução, construção e desenvolvimento económico e social do País e
PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS
PROPOSTA DE PILARES PARA O PRÓXIMO PROGRAMA DE APOIO AS POLÍTICAS (PSI) APRESENTAÇÃO AO SEMINÁRIO DE AVALIAÇÃO DOS PROGRAMAS DO FMI E PERSPECTIVAS MAPUTO, 11 DE MARÇO DE 2013 ESTRUTURA DA APRESENTAÇÃO
IV CONFERÊNCIA DE MINISTROS DO AMBIENTE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) DECLARAÇÃO DE LUANDA
IV CONFERÊNCIA DE MINISTROS DO AMBIENTE DA COMUNIDADE DOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESA (CPLP) DECLARAÇÃO DE LUANDA Os Ministros de Ambiente de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal,
(DRAFT) CONCLUSÕES DA II REUNIÃO DO FÓRUM DA SOCIEDADE CIVIL DA CPLP Díli, 17 de julho de 2015
(DRAFT) CONCLUSÕES DA II REUNIÃO DO FÓRUM DA SOCIEDADE CIVIL DA CPLP Díli, 17 de julho de 2015 A II Reunião Fórum da Sociedade Civil da CPLP (FSC-CPLP) realizou-se nos dias 13 a 17 de julho de 2015, em
RELATÓRIO DA MESA-REDONDA SOBRE CASAMENTOS PREMATUROS NA PROVÍNCIA DE NAMPULA
RELATÓRIO DA MESA-REDONDA SOBRE CASAMENTOS PREMATUROS NA PROVÍNCIA DE NAMPULA Nampula, Julho de 2017 1. Introdução Decorreu no dia 28 de Junho, na cidade de Nampula, a Mesa Redonda sobre Casamentos Prematuros,
SEMINÁRIO DE ADESÃO E SENSIBILIZAÇÃO DO PROGRAMA PAIR
SEMINÁRIO DE ADESÃO E SENSIBILIZAÇÃO DO PROGRAMA PAIR TEÓFILO OTONI 17 E 18 DE MAIO 2007 Dia 17 de Maio de 2007 PROGRAMAÇÃO 8:30 Abertura 9:00 Apresentação do PAIR e dados do diagnóstico 11:15 Discussão
SERVIÇOS DE ÁGUA PARA
SERVIÇOS DE ÁGUA PARA AS CIDADES DO FUTURO Prof. Lucrécio Costa, Ministério da Energia e Águas da República de Angola Luanda, 24 a 27 de Setembro de 2013 CONFERÊNCIA INTERNACIONAL SOBRE ENERGIA E ÁGUAS
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República
Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República Apresentação de propostas e formalização de Convênios com a SPM - PR Vitória, maio de 2011 Secretaria de Políticas para as Mulheres Criada
PREFEITURA MUNICIPAL DE ITAJUBÁ Av. Jerson Dias, Estiva CEP Itajubá Minas Gerais. Lei nº 2797
Lei nº 2797 JORGE RENÓ MOUALLEM, Prefeito do Município de Itajubá, Estado de Minas Gerais, usando das atribuições que lhe são conferidas por Lei, faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona
DECLARAÇÃO DE SIRTE SOBRE O INVESTIMENTO NA AGRICULTURA PARA O CRESCIMENTO ECONÓMICO E A SEGURANÇA ALIMENTAR (Doc. ASSEMBLY/AU/12 (XIII)
Pág. 1 DECLARAÇÃO DE SIRTE SOBRE O INVESTIMENTO NA AGRICULTURA PARA O CRESCIMENTO ECONÓMICO E A SEGURANÇA ALIMENTAR (Doc. ASSEMBLY/AU/12 (XIII) Nós, Chefes de Estado e de Governo da União Africana, reunidos
FUNÇÃO: COORDENADOR PROGRAMA PAÍS - MOÇAMBIQUE. LOCALIZAÇÃO: Maputo (com deslocações províncias) Moçambique. DURAÇÃO: 12 meses (renovável) CONTEXTO
FUNÇÃO: COORDENADOR PROGRAMA PAÍS - MOÇAMBIQUE LOCALIZAÇÃO: Maputo (com deslocações províncias) Moçambique DURAÇÃO: 12 meses (renovável) CONTEXTO A Fundação Fé e Cooperação (FEC), instituição com estatuto
CLXV Reunião Ordinária do Conselho Pleno da ANDIFES
Presidência da República Secretaria de Governo Secretaria Nacional de Articulação Social CLXV Reunião Ordinária do Conselho Pleno da ANDIFES Natal RN, 27 de julho de 2017 Etapas da Agenda 2030 ETAPA DE
Eleita 103ª 5ª. melhor ONG do mundo melhor ONG do Brasil. Ranking 500 NGOs Global Geneva
Eleita 103ª 5ª melhor ONG do mundo melhor ONG do Brasil Ranking 500 NGOs Global Geneva AM MA GO onde estamos Elaboração, execução e avaliação de programas e projetos sociais; Desenvolvimento
Roteiro da UE para um compromisso com a sociedade civil na Guiné-Bissau
Roteiro da UE para um compromisso com a sociedade civil na Guiné-Bissau 2016-2020 Sessão de lançamento do projeto EU-PAANE Fase di kambansa 17 de Novembro de 2016, Centro Cultural Francês, Bissau Inês
TEMA: SISTEMA PENITENCIÁRIO ANGOLANO. Luanda, Fevereiro de 2016
1 TEMA: SISTEMA PENITENCIÁRIO ANGOLANO Luanda, Fevereiro de 2016 2 OBJECTIVO Prestar informação sobre a situação do Sistema Penitenciário Angolano. 3 SISTEMA PRISIONAL ANGOLANO O Sistema Penitenciário
Parceria pelo Desenvolvimento Sustentável Projeto pelo Fortalecimento dos Municípios para a promoção da Agenda 2030 e Nova Agenda Urbana
Nova Agenda Urbana e Objetivos do Desenvolvimento Sustentável Parceria pelo Desenvolvimento Sustentável Projeto pelo Fortalecimento dos Municípios para a promoção da Agenda 2030 e Nova Agenda Urbana A
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE Profª. Liz Rodrigues - Após a apresentação dos direitos fundamentais, o ECA indica os mecanismos legais destinados à promoção destes direitos. - Política de atendimento:
APRODEL (ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL)
APRODEL (ASSOCIAÇÃO PARA A PROMOÇÃO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL) -Ano de fundação: 2000 - Zona de Intervenção: Leste (Bafatá e Gabu) Sectores de: Bafatá, Contuboel, Bambadinca, Xitole, Ganadu e Cossé (Bafatá)
PLANO DE COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS
II Encontro Hispânico-Brasileiro de Saúde e Direitos Humanos Medidas legislativas e processuais no Brasil: PLANO DE COMBATE AO TRÁFICO DE PESSOAS Dr José Fernando Maia Vinagre Conselheiro Federal de Medicina
UMA PARCERIA DE AGENCIAS EM UM SÓ ESPAÇO GEOGRAFICO.
Projeto Segurança Humana: São Paulo UMA PARCERIA DE AGENCIAS EM UM SÓ ESPAÇO GEOGRAFICO. SETEMBRO 2009 ANÁLISE DO PROJETO PROJETO SEGURANÇA A HUMANA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: Agências envolvidas: OPAS/OMS
RELAT~RIO DAS ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GMP EM 2009
REPÚBLICA DE ANGOLA ASSEMBLEIA NACIONAL GRUPO DE MLTLHERES PARLAMENTARES RELAT~RIO DAS ACTIVIDADES DESENVOLVIDAS PELO GMP EM 2009 Relatório a ser presente a Assembleia de Mulheres Parlamentares da AP-
ÍNDICE ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO RESPONSABILIDADES DIRECTAS DO MINTRANS LIGADAS AO RAMO MARÍTIMO / PORTUÁRIO OBJECTIVOS DO MINTRANS
1 ÍNDICE ENQUADRAMENTO ESTRATÉGICO RESPONSABILIDADES DIRECTAS DO MINTRANS LIGADAS AO RAMO MARÍTIMO / PORTUÁRIO OBJECTIVOS DO MINTRANS 2018-2022 PROJECTOS Concretizados PROJECTOS Em Curso PROJECTOS FUTUROS
Ministério da Defesa Nacional. Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional. Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional
CARTA DE MISSÃO Ministério da Defesa Nacional Secretaria-Geral do Ministério da Defesa Nacional Cargo e Titular: Secretário-geral do Ministério da Defesa Nacional 1. Missão do organismo As atribuições
ANÚNCIO DE VAGA DE SECRETÁRIO EXECUTIVO DA COMISSÃO DO LIMPOPO (LIMCOM)
ANÚNCIO DE VAGA DE SECRETÁRIO EXECUTIVO DA COMISSÃO DO LIMPOPO (LIMCOM) 1 Antecedentes Um dos objectivos do Protocolo da SADC sobre os Cursos de Águas Compartilhados, assinado a 7 de Agosto de 2000, é
DESCRIÇÃO DE TAREFAS. Posição: Oficial de projecto Localização: Nampula. Departmento: Técnico Contrato: 1 ano Role type: Nacional Grade: 6
DESCRIÇÃO DE TAREFAS Posição: Oficial de projecto Localização: Nampula Departmento: Técnico Contrato: 1 ano Role type: Nacional Grade: 6 Viajem: 70% dentro de Moçambique e da província Child safeguarding
O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE PEDSA. Impacto esperado com a implementação do PEDSA através do CAADP
O PACTO PARA O DESENVOLVIMENTO DO SECTOR AGRÁRIO DE MOÇAMBIQUE A SER IMPLEMENTADO ATRAVÉS DO PEDSA O PACTO A SER IMPLEMENTADO PELO PEDSA: PRIORIDADES Impacto esperado com a implementação do PEDSA através
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO
REPÚBLICA DE MOÇAMBIQUE MINISTÉRIO DA PLANIFICAÇÃO E DESENVOLVIMENTO REUNIÃO FINAL DO PROCESSO DE PLANIFICAÇÃO DO QUADRO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA 2012 Intervenção de Sua Excelência, Aiuba Cuereneia
OS INVESTIMENTOS EM ÁGUA E SANEAMENTO EM CURSO NO SUMBE P/COORDENAÇÃO DO PROJECTO ENG.º CARLOS FONSECA
OS INVESTIMENTOS EM ÁGUA E SANEAMENTO EM CURSO NO SUMBE WORKSHOP CONSULTA PÚBLICA SOBRE EIA DO PROJECTO SUMBE SUMBE, 22 DE MARÇO DE 2013 P/COORDENAÇÃO DO PROJECTO ENG.º CARLOS FONSECA 1 1. OBJECTIVOS DO
Carta aberta ao Ministério dos Direitos Humanos sobre Recomendações ao Brasil feitas no III Ciclo do Mecanismo de Revisão Periódica Universal (RPU)
Carta aberta ao Ministério dos Direitos Humanos sobre Recomendações ao Brasil feitas no III Ciclo do Mecanismo de Revisão Periódica Universal (RPU) A REDE NACIONAL DA PRIMEIRA INFÂNCIA, articulação nacional
