PLANO DE SUCESSÃO DE ADMINISTRADORES
|
|
|
- Matilde Sophia Imperial de Vieira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 PLANO DE SUCESSÃO DE ADMINISTRADORES 1. CONSIDERAÇÕES GERAIS 1.1. O Plano de Sucessão segue as diretrizes da Política de Sucessão de Administradores do Sicoob e caracteriza-se pelo planejamento, estrategicamente alinhado às boas práticas de governança e tem como objetivo zelar pela transparência e sustentabilidade dos processos decisórios, prezando pelo desenvolvimento e a renovação qualificada da alta administração Este documento deve ser aprovado em Assembleia Geral, revisado a cada 5 anos ou quando julgado necessário e deverá complementar o estatuto social da entidade e o normativo que descreve sobre o processo eleitoral Este Plano de Sucessão considera o porte e complexidade das operações, sendo aplicável às Cooperativas de Capital e Empréstimos e Clássicas com ativos totais inferiores a R$ ,00 (cinquenta milhões) O Plano de Sucessão é direcionado à alta administração e seus potenciais sucessores da entidade Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Funcionários da fundação Zerbini - CoopIncor e contempla processos distintos para: a) Diretoria eleita em Assembleia Geral Este plano foi estruturado em etapas sequenciais e inter-relacionadas da seguinte forma: a) I - Identificação; b) S - Seleção; c) A - Avaliação; d) C - Capacitação Estas ações estão descritas no fluxograma apresentado no Anexo I e são aplicáveis aos membros da alta administração da seguinte forma: Quadro 1 Identificação das etapas conforme a condição estatutária: Condição estatutária Conceito Etapas aplicáveis Membro estatutário em exercício de Membro da alta administração cargo em qualquer dos órgãos de C - Capacitação em exercício de mandato. administração da cooperativa. Futuro membro da Diretoria Executiva eleito em Assembleia. Associado pleiteante ao cargo diretor, cuja eleição ocorre em assembleia geral. I Identificação S Seleção A Avaliação; e C Capacitação Página 1 de 9
2 2. SUCESSÃO DE MEMBROS DA ALTA ADMINISTRAÇÃO ELEITOS EM ASSEMBLEIA GERAL Os procedimentos seguintes são aplicáveis na sucessão de Diretores Executivos eleitos pela Assembleia Geral Etapa I Identificação a) O procedimento de identificação é a verificação das pré-condições exigidas pela regulamentação em vigor para o futuro Diretor Executivo; b) Esta etapa não cabe ao Diretor Executivo em exercício mandato, uma vez que já foram identificados; c) Para atendimento aos pré-requisitos do cargo, as informações devem ser apresentadas e detalhadas no currículo e suficientemente evidenciadas por meio de documentos comprobatórios; d) A identificação e checagem das informações apresentadas serão realizadas mediante consulta em sistema de banco de dados disponíveis: fonte pública e privada de dados cadastrais, documentos, certificados ou outras solicitações do Banco Central do Brasil; e) Verificação das pré-condições dos candidatos ao cargo de diretor proveniente de seleção interna ou externa. Quadro 2: Condições exigidas: Condições exigidas ao cargo Apresentar reputação ilibada: Ser residente no país: Não estar impedido por lei especial, nem condenado por crime falimentar, de sonegação fiscal, de prevaricação, de corrupção ativa ou passiva, de concussão, de peculato, contra a economia popular, a fé pública, a propriedade ou o Sistema Financeiro Nacional, ou condenado a pena criminal que vede, ainda que temporariamente, o Providências a) Realizar pesquisa na internet com o nome do candidato e verificar a existência de informação que o desabone; b) Consultar empresas ou organizações que tenham vínculo com o candidato ou com algum parente de 1º grau; c) Caso seja identificado o vínculo, verificar a situação cadastral no sítio da receita federal (CNPJ empresa) a natureza, a integridade e a confiabilidade da organização administrada pelo candidato. a) Solicitar comprovante de residência em do nome do candidato. Exemplo: notificação do Imposto de Renda do último exercício; recibo da declaração referente ao exercício em curso; contrato de locação em que figure como locatário. Emitir os seguintes documentos: a) Certidão de antecedentes criminais (sítio da Polícia Federal); b) Certidões negativas; c) Nada consta cível; d) Criminal, dentre outras disponíveis nos sítios dos tribunais de cada região e comprovante de regularidade no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos do Banco Central (CCF). Página 2 de 9
3 acesso a cargos públicos: Não estar declarado inabilitado ou suspenso para o exercício de cargos de conselheiro fiscal, de conselheiro de administração, de diretor: a) Verificar situação jurídica no sítio do Banco Central do Brasil. Não responder, nem qualquer empresa da qual seja controlador ou administrador, por protesto de títulos, cobranças judiciais, emissão de cheques sem fundos, inadimplemento de obrigações e outras ocorrências ou circunstâncias análogas: a) A identificação e checagem das informações apresentadas serão feitas mediante consulta em sistema de banco de dados disponíveis e demais Não estar declarado falido ou insolvente: órgãos reguladores. Não ter controlado ou administrado, nos 2 anos que antecedem a eleição ou nomeação, firma ou sociedade objeto de declaração de insolvência, liquidação, intervenção, falência ou recuperação judicial: Nota: O quadro 3 contém regras que disciplinam a etapa da (I) Identificação exigida pela resolução em vigor, para tanto, o Sicoob Central Cecresp recomenda a sua adoção. Os potenciais ocupantes de cargos da alta administração devem apresentar condições para o exercício do cargo exigidas pela legislação e pela regulamentação em vigor. Para tanto, sugere-se o cumprimento do atingimento mínimo de 60% dos pré-requisitos relacionados no quadro 3; Os pré-requisitos ao cargo mencionado no quadro 3 não poderão ser alterados, todavia, o peso poderá ser definido pela cooperativa, contanto que o atingimento mínimo seja de 60%. Quadro 3 Complemento de pré-requisitos de acesso ao cargo: Pré requisitos Exigência Instrumentos de Aferição % - Peso (1) Status (2) Escolaridade Formação acadêmica Administração, Contabilidade. Experiência profissional Atender no mínimo 60% dos requisitos de acesso ao cargo Certificado Graduado em nível Superior Acadêmico 30% Economia, Experiência comprovada em cargos de gestão ou experiência e vivência em governança corporativa. Certificado Acadêmico 20% Análise curricular 20% Página 3 de 9
4 Capacidade técnica e gerencial Visão estratégica, sistêmica e de longo prazo, melhores práticas de governança, noções de legislação aplicável às funções do cargo, capacidade de ler e entender relatórios gerenciais, contábeis e financeiros, planejamento estratégico, conceitos de finanças e economia, planejamento orçamentário e conhecimentos sobre o perfil de risco da cooperativa (gestão de riscos). Análise curricular 25% Conhecimentos e Certificações Certificação de dirigente, governança corporativa, documentos societários, planejamento estratégico. Participação em cursos e eventos na área do cooperativismo. Certificação de Participação 5% Total: 100% Resultado Alcançado: (1) Recomendação de distribuição de pesos aos pré- requisitos de acesso aos cargos. (2) Status: Atende (A) / Atende Parcialmente (AP) / Não Atende (N). (3) A cooperativa deverá sinalizar em seu plano de sucessão se adotará os itens mencionados como opcional neste documento Etapa II - Seleção a) O procedimento de seleção é a etapa de escolha do candidato com os melhores conhecimentos e habilidades para desempenhar as atividades determinadas ao cargo, por meio de técnicas de avaliação, análise e comparação de dados, que é a junção entre os pré-requisitos da vaga e o perfil apresentado pelo candidato; b) A Assembleia Geral é responsável pela eleição dos Diretores Executivos, a partir de parecer emitido pelo Sicoob Central Cecresp ou empresa especializada sobre o atendimento do candidato aos critérios previstos no presente plano; c) O Sicoob Central Cecresp será responsável pela aplicação dos instrumentos de aferição e emissão do parecer sobre o atendimento do candidato aos critérios previstos no presente plano de forma a garantir a imparcialidade, justiça e ética na contratação, todavia, poderão ser indicadas empresas especializadas para atender a demanda; d) A cooperativa poderá indicar empresas especializadas, desde que ocorra o alinhamento técnico com o Sicoob Central Cecresp; e) O processo seletivo será conduzido de forma a identificar profissionais por tipo de perfil, mediante utilização da metodologia de gestão por Página 4 de 9
5 competências que aponta de forma objetiva os indicadores comportamentais do perfil da vaga, permitindo planejamentos das etapas do processo de recrutamento e seleção; f) Participarão do processo seletivo os candidatos que atenderem aos requisitos de acesso ao cargo, descritos na etapa de identificação. Quadro 4: Critérios de seleção: Critérios de seleção Providências Capacidade técnica e gerencial Competências profissionais Formação acadêmica Certificação Estilo de liderança, traços de personalidade, habilidade interpessoais. a) Visão estratégica, sistêmica e de longo prazo; b) Conhecimento das melhores práticas de governança; c) Noções de legislação aplicável às funções do cargo; d) Capacidade de ler e entender relatórios gerenciais, contábeis e financeiros; e) Conhecimento do perfil de risco da entidade (gestão de riscos). a) Competências especificas e inerentes ao cargo de gestão definidas pelo Sicoob. a) Reconhecida contribuição para atividade empresarial e para a sociedade; a) Aspectos da governança corporativa, documentos societários, planejamento estratégico, conceitos básicos de finanças e economia, planejamento orçamentário e gestão de riscos; a) Aspectos comportamentais específicos e inerentes ao cargo de gestão. I. Análise curricular e prova técnica; II. Entrevista individual ou coletiva coordenada pelo Sicoob Central Cecresp e participação de 2 membros do Conselho de Administração da cooperativa. I. Roteiro de entrevista individual por competência. I. Certificado acadêmico. Opcional: Não (Não vai adotar) Assessment e Avaliação Psicológica. Experiência e expertise técnica em uma ou mais áreas de interesse da entidade a) Atividade profissional em cargos de gestão; b) Experiência e vivência em governança corporativa, por meio de participação ou apoio a outros conselhos; Análise curricular e entrevista. Observação: A cooperativa deverá sinalizar em seu plano de sucessão se adotará os itens mencionados como opcional neste documento. Página 5 de 9
6 2.3. Etapa III - Avaliação a) O procedimento de avaliação é a mensuração das competências para o desempenho no cargo dos diretores executivos em exercício de mandato; b) Nos casos em que a Alta Administração da Cooperativa seja composta pela Diretoria executiva, não será aplicada a referida etapa. c) Sucessor para o cargo de diretor: I. Sendo candidato proveniente de seleção interna em cargo de gestão, poderá ser utilizado o histórico das duas avaliações de desempenho mais recentes; II. Sendo candidato proveniente de seleção externa, recomenda-se a avaliação por meio de processo de seleção; d) O processo de avaliação é composto pelas seguintes etapas: 2.4. Etapa IV Capacitação a) São ações de desenvolvimento com o objetivo de aperfeiçoar ou adquirir conhecimentos necessários e alinhá-los aos valores e propósito do Sicoob; b) A educação continuada é pré-requisito para uma governança apoiada nas boas práticas de gestão; c) O Sicoob Central Cecresp tem o papel de oferecer ações educacionais sobre os temas relevantes para formação dos diretores executivos que sejam inerentes ao modelo de negócios da cooperativa; d) As ações educacionais poderão ser realizadas mediante proveniência do Sicoob Central Cecresp, seja por ações à distância (Sicoob Universidade) ou presenciais e ainda a critério da contratação da cooperativa; e) Caso a cooperativa associada opte por oferecer capacitação ao Futuro Diretor recomenda-se os temas descritos na alínea a do quadro 5; f) O processo de capacitação deve contemplar um plano de desenvolvimento das competências avaliadas na etapa anterior. Esse procedimento tem como principal objetivo reforçar as competências que apresentaram o resultado acima do esperado e promover a aquisição daquelas que contribuirão para o bom desempenho no exercício da gestão; g) O quadro seguinte apresenta a formação básica aplicada os Diretores Executivos, recomenda-se: Página 6 de 9
7 Quadro 5: Formação básica para Diretores Executivos: Situação Realizar Condições a) DNA SICOOB: Integração Institucional e Futuro Diretor Identidade Institucional. Obrigatória Executivo a) DNA SICOOB: Integração Institucional e Identidade Institucional. Obrigatória b) Curso Preparatório de Certificação de Conselheiros de Administração; Diretor Executivo em exercício mandato* c) Certificações Profissionais: Certificação de Dirigentes do Sicoob e Anbima CPA 10; d) Participação em fórum e eventos estratégicos; Não (Não vai adotar) e) Participação efetiva nos programa de excelência em educação corporativa disponibilizado pelo Sicoob Central Cecresp (*) Nota: As ações devem ser realizadas no primeiro ano de mandato do diretor executivo. Observação1: Além da realização das ações acima, consta no anexo a planilha com demais recomendações educacionais para aprimorar ou adquirir conhecimentos técnicos. Observação 2: A cooperativa deverá sinalizar em seu plano de sucessão se adotará os itens mencionados como opcional neste documento Página 7 de 9
8 Anexo 1 Fluxograma
9 Anexo 2 Planilha de Capacitação
POLÍTICA DE SUCESSÃO DE ADMINISTRADORES
POLÍTICA DE SUCESSÃO DE ADMINISTRADORES COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS PROFESSORES ESTADUAIS DA REGIÃO EDUCREDI Versão Data Elaborado por Revisado por Aprovado por Descrição 01 01/08/2017
Modelo para Elaboração de Plano de Sucessão de Administradores do Sicoob 1. Considerações gerais
1. Considerações gerais 1.1 O Plano de Sucessão de Administradores do Sicoob (Plano de Sucessão) deverá seguir as diretrizes da Política de Sucessão de Administradores do Sicoob, e caracteriza-se pelo
POLITICA DE SUCESSÃO - UNIPRIME XXX
POLITICA DE SUCESSÃO - UNIPRIME XXX 1- Objetivo A presente Política de Sucessão dos Administradores estabelece o processo de recrutamento, de promoção, de eleição e de retenção de administradores na forma
Plano de Sucessão de Administradores da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Paraíso do Tocantins e Região LTDA - Sicoob Credipar
Plano de Sucessão de Administradores da Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Paraíso do Tocantins e Região LTDA - Credipar 1. Considerações gerais 1.1 O Plano de Sucessão de Administradores do Credipar
POLÍTICA DE SUCESSÃO DE ADMINISTRADORES DA CECREF aprovada em Assembléia Geral Extraordinária, realizada em
POLÍTICA DE SUCESSÃO DE ADMINISTRADORES DA CECREF aprovada em Assembléia Geral Extraordinária, realizada em 28.08.2017 1. Considerações gerais 1.1 O Plano de Sucessão de Administradores da CECREF (Plano
POLÍTICA SUCESSÃO. Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados do Banrisul
POLÍTICA DE SUCESSÃO Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Empregados do Banrisul Sumário APRESENTAÇÃO... 3 CAPITULO 1... 4 1. Abrangência... 4 2. Vigência... 4 CAPITULO 2... 5 1. Definição... 5
POLÍTICA DE INDICAÇÃO DE MEMBROS DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, COMITÊS E DIRETORIA ESTATUTÁRIA
Página: 1/10 1. OBJETIVO, APLICAÇÃO E FUNDAMENTO 1.1. A presente Política de Indicação de Membros do Conselho de Administração, Comitês e Diretoria Estatutária ( Política ), aprovada na reunião do Conselho
Programa de Certificação de Conselheiros IBGC
São Paulo, 12 de maio de 2009. Programa de Certificação de Conselheiros IBGC Referência: Abertura das inscrições para o processo de certificação por experiência para conselheiros de administração 1. Modalidades
O PAPEL DOS CONSELHEIROS NOS FUNDOS DE PENSÃO
O PAPEL DOS CONSELHEIROS NOS FUNDOS DE PENSÃO Carlos Marne Dias Alves Diretor de Análise Técnica Superintendência Nacional de Previdência Complementar Curitiba, 11 de agosto de 2016 SUMÁRIO 1. Estrutura
DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS
DIRETRIZES DE GOVERNANÇA CORPORATIVA DA PETROBRAS O objetivo deste documento é estabelecer diretrizes para o modelo de governança corporativa da Petrobras, visando à atuação ativa do Conselho de Administração
Política institucional de governança corporativa. 1. Esta Política institucional de governança corporativa:
1. Esta Política institucional de governança corporativa: a) é elaborada por proposta da área de Normas da Confederação Nacional das Cooperativas do Sicoob (Sicoob Confederação), entidade definida como
MANUAL de GOVERNANÇA CORPORATIVA
MANUAL de GOVERNANÇA CORPORATIVA I OBJETIVO... 3 II MISSÃO... 5 III PRINCÍPIOS BÁSICOS... 7 IV COMPROMISSO... 9 V CONTROLES INTERNOS... 11 VI COMPLIANCE... 13 VII AGENTES DE GOVERNANÇA... 15 VIII LEGISLAÇÃO
Escopo de trabalho para elaboração de material e treinamento junto as OSCs do município de Catalão - Goiás
Escopo de trabalho para elaboração de material e treinamento junto as OSCs do município de Catalão - Goiás 1. Antecedentes Global Communities está buscando empresas parceiras com experiência na elaboração
REGIMENTOS - POUPEX. REGIMENTO DO COMITÊ DE AUDITORIA - COAUD Número e Versão do Documento: MANORPOUPEX V.0
REGIMENTOS - POUPEX REGIMENTO DO COMITÊ DE AUDITORIA - COAUD Número e Versão do Documento: MANORPOUPEX05-014 - V.0 Fase: Vigente CAPÍTULO I DO COMITÊ Art. 1º O Comitê de Auditoria - COAUD rege-se por este
Eleições Fundação Itaú Unibanco - Previdência Complementar - Anexo III. Ficha de Inscrição para Chapa dos Candidatos Representantes dos Assistidos
Conselho Fiscal Foto 3 x 4 3 x 4 Nome Completo Dados Pessoais Apelido (opcional) Data Nascimento / / / / Local Nacimento Sexo RG / Órgão emissor (anexar cópia) CPF (anexar cópia) Estado Civil Endereço
Corporativa e Compliance
Lei 13.303 Lei 13.303 - Aspectos de Governança Corporativa e Compliance Aspectos de Governança 25a CONVECON Corporativa e Eliete Martins Compliance Sócia- Diretora Governança Corporativa - KPMG 25a CONVECON
Data da última atualização Agente Autônomo de Investimento
Procedimento Data da última atualização Agente Autônomo de Investimento 10.05.2017 1. Objetivo: O objetivo deste procedimento é estabelecer as regras e diretrizes das atividades dos Agentes Autônomos de
INTRODUÇÃO COMPOSIÇÃO E MANDATO
SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO... 2 2. COMPOSIÇÃO E MANDATO... 2 2.1. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO... 2 2.2. DIRETORIA... 2 2.3. CONSELHO FISCAL... 3 3. ELEIÇÃO... 3 4. REQUISITOS CANDIDATOS... 4 5. DIVULGAÇÃO DO
REGULAMENTO CONSELHO CONSULTIVO. Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 19 de dezembro de 2016.
REGULAMENTO CONSELHO CONSULTIVO Aprovado na Assembleia Geral Extraordinária, realizada no dia 19 de dezembro de 2016. REGULAMENTO INTERNO DO CONSELHO CONSULTIVO A Assembleia Geral Extraordinária realizada
ESTRUTURA DE GOVERNANÇA NA LIGHT
ESTRUTURA DE GOVERNANÇA NA LIGHT Na estrutura de governança da companhia, o Fórum de Acionistas é o órgão responsável por consolidar o alinhamento das decisões dentro do grupo controlador. Ele é formado
POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA NESTLÉ
POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA NESTLÉ DAS DEFINIÇÕES 1. A política de crédito da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA NESTLÉ é
Exigências para cadastro de parceiros, que deverão ser numeradas e enviadas completas ao gestor responsável:
Caro Parceiro, Os documentos e informações na lista abaixo são indispensáveis para aprovação do jurídico no cadastro de novos parceiros. Na ausência de qualquer informação, por favor, contate imediatamente
Art. 2º Publicar o Termo de Responsabilidade (anexo I) firmado pela Diretoria a respeito das estratégias de investimento.
Resolução Sicoob Cosae 004 Aderir Parcialmente ao Manual de Instruções Gerais (MIG) Risco de Mercado e Liquidez A Diretoria Executiva da Cooperativa de Crédito Mútuo dos Trabalhadores do Setor Aeroespacial
Glossário Acordo entre sócios/acionistas Administração Agenda de reunião
Glossário Acordo entre sócios/acionistas Regula os direitos e obrigações entre sócios/acionistas, as condições que regem as transferências de ações de emissão da organização, o exercício dos direitos políticos,
PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº1176, DE 1º DE JANEIRO DE 2017
DECRETO Nº1176, DE 1º DE JANEIRO DE 2017 Regulamenta as nomeações para cargos em comissão, no âmbito dos órgãos do Poder Executivo Municipal. O PREFEITO MUNICIPAL DE SÃO JOSÉ DE RIBAMAR, ESTADO DO MARANHÃO
OURO VERDE LOCAÇÃO E SERVIÇO S.A. CNPJ/MF Nº / NIRE
OURO VERDE LOCAÇÃO E SERVIÇO S.A. CNPJ/MF Nº 75.609.123/0001-23 NIRE 41.300.078.424 ATA DA REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 14 DE AGOSTO DE 2017 I. DATA, HORA E LOCAL: Realizada aos 14
INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES EM INFRAESTRUTURA S.A. - INVEPAR. CNPJ nº / NIRE nº Código CVM COMPANHIA ABERTA
INVESTIMENTOS E PARTICIPAÇÕES EM INFRAESTRUTURA S.A. - INVEPAR CNPJ nº 03.758.318/0001-24 NIRE nº 33.3.002.6.520-1 Código CVM 18775 COMPANHIA ABERTA Em cumprimento ao disposto no artigo 30, II da Instrução
REGULAMENTO DE AUDITORIA INTERNA. Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo Dos Empregados do Banrisul
REGULAMENTO DE AUDITORIA INTERNA Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo Dos Empregados do Banrisul Sumário APRESENTAÇÃO...1 Objetivo da Auditoria Interna...2 Da Atividade da Auditoria Interna...2 Das
Data da última atualização Agente Autônomo de Investimento
Procedimento Data da última atualização Agente Autônomo de Investimento 10.05.2017 Área Responsável Versão CORRETORA 10 1. Objetivo: O objetivo deste procedimento é estabelecer as regras e diretrizes das
EDITAL DE PROCESSO SELETIVO 002/2017
EDITAL DE PROCESSO SELETIVO 002/2017 A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Habitação do Município de Rio Largo - Alagoas com os poderes que lhe são conferidos pela Lei 12.435 de 06 de Julho
Plano Anual de Auditoria Interna
Plano Anual de Auditoria Interna Responsável Hélder de Queiroz Lacerda Abrangência Sicredi Alagoas Cargo Área Coordenador de Auditoria Auditoria Interna Período de Vigência Exercício 2018 CNPJ: 41.180.092/0001-16
REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO
REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS DE ASSESSORAMENTO O Conselho de Administração da BM&FBOVESPA (respectivamente o Conselho e a Companhia ) será assessorado por quatro comitês permanentes: Auditoria; Governança
POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA
POLÍTICA DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DAS DEFINIÇÕES 1. A política de crédito da NOSSA TERRA COOPERATIVA DE CREDITO DOS EMPREGADOS DAS EMPRESAS DE AGRONEGÓCIO E AFINS é o meio pelo qual o Conselho de Administração
PORTARIA RFB Nº 1384, DE 09 DE SETEMBRO DE 2016
PORTARIA RFB Nº 1384, DE 09 DE SETEMBRO DE 2016 (Publicado(a) no DOU de 12/09/2016, seção 1, pág. 21) Disciplina a disponibilização, pela Secretaria da Receita Federal do Brasil, de dados não protegidos
BRASIL PHARMA S.A. CNPJ/MF Nº / NIRE Nº ( Companhia )
BRASIL PHARMA S.A. CNPJ/MF Nº 11.395.624/0001-71 NIRE Nº 35.300.374.797 ( Companhia ) ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 15 DE MAIO DE 2014 1. DATA, HORA E LOCAL: Aos 15 dias do mês
SICOOB UNIVERSIDADE SICOOB UNIVERSIDADE PODCAST
SICOOB UNIVERSIDADE SICOOB UNIVERSIDADE PODCAST A IMPORTÂNCIA ESTRATÉGICA DA CERTIFICAÇÃO DE DIRIGENTES Uma pesquisa realizada pela Hay Group, uma empresa global de consultoria de gestão, constatou que
POLÍTICA DE CONCESSÃO DE CRÉDITO
POLÍTICA DE CONCESSÃO DE CRÉDITO AS DEFINIÇÕES 1. A política de crédito da Cooperativa de Economia e Mútuo dos Funcionários das Empresas de Cerâmica - COOPASPACER é o meio pelo qual DIRETORIA direciona
Eleição, destituição ou renúncia de ocupante de cargo estatutário.
Eleição, destituição ou renúncia de ocupante de cargo estatutário. Legislação: Lei 6.404, de 1976, Resolução CNSP 330, de 2015, Circular Susep 526, de 2016 e Portaria MTE 132, de 2002 Eleição de Membros
A PETROBRAS E A GOVERNANÇA CORPORATIVA. Desenvolvimento de Sistemas de Gestão. Comunicação Institucional
A PETROBRAS E A GOVERNANÇA CORPORATIVA Desenvolvimento de Sistemas de Gestão Comunicação Institucional A Petrobras já integra o grupo das grandes companhias que adotam as melhores práticas de governança
EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO N.º 0015/2012
1 1 EDITAL DE PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO N.º 0015/2012 Considerando que é obrigação do Município planejar, coordenar, supervisionar, controlar e executar as atividades relativas à administração, fiscalização
HOPI HARI S.A. CNPJ/MF nº / NIRE Companhia Aberta
HOPI HARI S.A. CNPJ/MF nº 00.924.432/0001-99 NIRE 35.300.143.515 Companhia Aberta ATA DE REUNIÃO DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REALIZADA EM 11 DE JANEIRO DE 2016 1. DATA, HORA E LOCAL: Aos 11 dias do mês
QUADRO I - CRONOGRAMA GERAL
EDITAL N 002/2015 MUNICÍPIO DE PORTO NACIONAL / COPESE CONCURSO PÚBLICO - QUADRO DE SERVIDORES DO PODER EXECUTIVO 2015 O MUNICÍPIO DE PORTO NACIONAL ESTADO DO TOCANTINS, pessoa jurídica de direito público
DESCRIÇÃO COMPLETA DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO
DESCRIÇÃO COMPLETA DA ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO DE MERCADO COOPERATIVA DE CRÉDITO MÚTUO DOS EMPREGADOS E SERVIDORES DA DERSA, SUBORDINADOS DO ESTADO DE SÃO PAULO - 1. Sistema Sicoob A estrutura
CADASTRO. 4. Cópia autenticada da Inscrição do ato constitutivo, no caso de sociedades civis, acompanhada de prova de diretoria em exercício.
COMISSÃO DE CADASTRO DE FORNECEDORES CADASTRO Relação dos documentos necessários para CADASTRAMENTO no Serviço de Previdência Municipal - SEPREM, conforme artigos 27 a 31 da Lei Federal nº 8.666, de 21
I. DO OBJETIVO II. DO CONSELHO DELIBERATIVO
REGULAMENTO PARA A ELEIÇÃO DE CONSELHEIROS DELIBERATIVOS E FISCAIS, TITULARES E SUPLENTES, REPRESENTANTES DOS PARTICIPANTES E PENSIONISTAS DA DERMINAS SOCIEDADE CIVIL DE SEGURIDADE SOCIAL I. DO OBJETIVO
CHECK-LIST TRANSFERÊNCIA DE COTA CONTEMPLADA COM O BEM IMÓVEL
CHECK-LIST TRANSFERÊNCIA DE COTA CONTEMPLADA COM O BEM IMÓVEL Cedente: cliente atual que está vendendo a cota. Cessionário: cliente que está adquirindo a cota. A apresentação dos documentos solicitados
POLÍTICA DE CONCESSÃO DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA NESTLÉ
POLÍTICA DE CONCESSÃO DE CRÉDITO DA COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS DA NESTLÉ AS DEFINIÇÕES 1. A política de crédito da COOPERATIVA DE ECONOMIA E CRÉDITO MÚTUO DOS FUNCIONÁRIOS
Lei /2016 Lei das Estatais
Lei 13.303/2016 Lei das Estatais Impactos na Governança Corporativa SUORG 10 NOV 2016 Lei nº 13.303/2016 Estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias, no
Para o exercício de sua atividade o Agente Autônomo de Investimentos deve:
Procedimento Data da última atualização Agente Autônomo de Investimento 02.09.2016 1. Objetivo: Este procedimento visa regular as atividades dos Agentes Autônomos de Investimento no ambiente da Guide Investimentos
Governança Corporativa
Perfil Governança Corporativa Nossas boas práticas de governança corporativa são atestadas pela adesão ao Novo Mercado da B3, listagem que reúne empresas com elevado padrão de governança corporativa 04
CHECK-LIST TRANSFERÊNCIA DE COTA CONTEMPLADA COM O BEM IMÓVEL
CHECK-LIST TRANSFERÊNCIA DE COTA CONTEMPLADA COM O BEM IMÓVEL Cedente: cliente atual que está vendendo a cota. Cessionário: cliente que está adquirindo a cota. A apresentação dos documentos solicitados
D.O.U. de 05/10/1992. INSTRUÇÃO NORMATIVA DpRF Nº 109, DE 2 DE OUTUBRO DE 1992
D.O.U. de 05/10/1992 INSTRUÇÃO NORMATIVA DpRF Nº 109, DE 2 DE OUTUBRO DE 1992 O Diretor do Departamento da Receita Federal, no uso de suas atribuições, e tendo em vista a necessidade de uniformizar os
CÓDIGO ELEITORAL CAPÍTULO I. Disposições iniciais CAPÍTULO II. Do Procedimento Eleitoral nas Cooperativas Singulares com Voto Delegado.
CÓDIGO ELEITORAL CAPÍTULO I Disposições iniciais Art. 1º Este Código Eleitoral estabelece as regras sistêmicas do processo de eleição para o Conselho de Administração e para o Conselho Fiscal das cooperativas
REGULAMENTO INTERNO DA AUDITORIA DA ELETROBRAS
REGULAMENTO INTERNO DA AUDITORIA DA ELETROBRAS Sumário Capítulo I - Da Finalidade... 3 Capítulo II - Das Competências da Auditoria da Eletrobras... 3 Capítulo III - Da Organização da Auditoria da Eletrobras...
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2 1. Introdução A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Públicos dos Municípios da Região Metropolitana da Grande Vitória COOPMETRO é uma entidade
