SISTEMAS DIGITAIS CIRCUITOS SEQUENCIAIS SÍNCRONOS
|
|
|
- Luca Rijo Pedroso
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 SISTEMS IGITIS CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS H. Neto, N. Horta, J.P. Carvalho Novembro 2
2 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 2! SUMÁRIO:! CIRCUITOS E MOORE E MELY! CRCTERIZÇÃO! ESPECIFICÇÃO! SÍNTESE! EEMPLOS! PROJECTOS LTERNTIVOS! FLIP-FLOP / ESTO! UTILIZÇÃO E CONTORES 2
3 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 3! CIRCUITOS E MOORE E MELY - CRCTERIZÇÃO MOELO GERL Máquina Sequencial (Sincrona) Modelo Geral Entradas ctuais () * * * C.C. (Circuito Combinatório) * * * Saídas ctuais (z) Estado ctual (E) * * * Memória (Flip-Flops) * * * Estado Seguinte (ES) CP 3
4 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 4! CIRCUITOS E MOORE E MELY - CRCTERIZÇÃO Modelo de Moore s saídas são função directa do estado. Entradas ctuais C.C. (Lógica de Est. Seguinte) (ES) Máquina de MOORE Memória (Flip-Flops) (E) C.C. (Lógica de Saída) Saídas ctuais CP Modelo de Mealy s saídas são função do estado e das entradas. Entradas ctuais C.C. (Lógica de Est. Seguinte) (ES) Memória (Flip-Flops) (E) C.C. (Lógica de Saída) Saídas ctuais CP Nota: Em geral, os circuitos de Moore são mais simples (na geração das saídas), mas os circuitos de Mealy têm um número de estados menor ou igual, o que permite reduzir, nalguns casos, o número de FFs necessários. 4
5 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 5! MÁQUIN E MOORE - ESPECIFICÇÃO Eemplo: Projecto de um detector de sequência. O projecto a realizar tem como objectivo identificar uma sequência de três s na entrada. iagrama de estados Cada estado é identificado através de um círculo com uma referência única e (habitualmente) com os valores que as saídas têm nesse estado. E: no estado a saída toma o valor ; no estado a saída toma o valor. Cada transição entre estados é descrita através de um vector ao qual está associado o valor das entradas que conduzem a essa transição. E: se estiver no estado e a entrada for, a máquina irá passar para o estado ; se estiver no estado e a entrada for, a máquina manter-se-á no estado ; = = = = = = / / C/ / = = = 5
6 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 6! MÁQUIN E MOORE - SÍNTESE tabela de transição de estados eplicita as saídas para cada estado (Moore) e os estados seguintes em função das várias entradas. = = = = = = / / C/ / = = = Estado Presente C Saída Presente Z Estado Seguinte = = C 6
7 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 7! COIFICÇÃO E ESTOS codificação de estados substitui a representação simbólica dos estados por códigos binários. Para representar M estados o código tem que ter pelo menos N bits, tal que M 2 N. Em geral, usa-se o número mínimo de bits necessário (número mínimo de flip-flops). No entanto, veremos adiante que a utilização de um número de bits de estado superior ao mínimo pode ser vantajosa nalguns casos. Por facilidade, as codificações mais utilizadas são as que correspondem à ordenação segundo o código binário ou segundo o código de Gray. No entanto, qualquer codificação que atribua códigos diferentes a estados diferentes conduz a implementações correctas. selecção do código mais apropriado para uma dada implementação (p.e. o código que conduz ao circuito mais simples) não é trivial. Eistem algoritmos mais ou menos compleos para tentar obter a melhor codificação, mas o seu estudo está fora do âmbito desta cadeira (uma heurística simples é, por eemplo, escolher o código de modo a minimizar as mudanças de bits em estados consecutivos da máquina). 7
8 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 8! MÁQUIN E MOORE - SÍNTESE O processo de síntese inicia-se com a atribuição de uma codificação aos estados e com a selecção dos FFs a utilizar (conforme descrito na síntese de contadores). Tabela de Codificação de Estados Estado Q Q C Estado Presente C Estado Presente Q Q em (n) Saída Presente Z Saída Presente Z Estado Seguinte = = Estado Seguinte Q Q em (n+) = = C 8
9 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 9! MÁQUIN E MOORE SÍNTESE COM FF O processo de síntese prossegue com a determinação, p.e. através de mapas de Karnaugh, das entradas dos FFs como função das entradas do circuito e do estado anterior. Estado Presente Q Q em (n) Saída Presente Z Estado Seguinte Q Q em (n+) = = CLK C Q Z Q Q Q Q Q Q Q C Z = Q Q = Q + Q = Q + Q 9
10 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS -! MÁQUIN E MOORE FF COIFICÇÃO LTERNTIV O que muda se a codificação de estados for diferente? Codificação de Estados Q Q C = = Q + Q ( Q + Q ) CLK C Q Z Q Q Z = Q Q Q Q = Q C Q
11 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS -! MÁQUIN E MOORE SÍNTESE COM FF JK Estado Presente Q Q em (n) Saída Presente Z Estado Seguinte Q Q em (n+) = = Q-Transição de para JK Estado Presente Q Q em (n) Saída Presente Z Valores a colocar nas entradas dos FF = JK JK = JK JK
12 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 2! MÁQUIN E MOORE SÍNTESE COM FF JK Q Q Q Q Estado Presente Q Q em (n) Saída Presente Z Valores a colocar nas entradas dos FF = JK JK = JK JK J K Q Q Q Q J K Q Q Z J Q J Q Z K K CLK C C 2
13 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 3! MÁQUIN E MOORE IGRM TEMPORL Na máquina de Moore a saída depende apenas do estado: a saída varia na sequência da mudança de estado, portanto muda na sequência da transição de relógio e mantém-se constante durante o resto do ciclo de relógio. Eemplo: CLK = = = = = = / / C/ / = = = Estado Z C C { Z CLK J Q J Q CLK K C K C C Z Z Correcto 3
14 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 4! MÁQUIN E MELY - ESPECIFICÇÃO Na máquina de Mealy a saída depende do estado e das entradas. O diagrama de estados reflecte, portanto, a influência das entradas nas saídas. Esta influência é habitualmente representada nos vectores correspondentes às transições entre estados. Eemplo: O mesmo projecto de um detector de sequência de três s na entrada. /Z / / / / C / / Neste caso particular o comportamento do circuito pode ser modelado com um número de estados inferior ao modelo de Moore. Contudo, não há redução do número de FFs, apenas a eistência de indiferenças suplementares nos mapas de Karnaugh que podem conduzir a uma maior simplificação da lógica associada à geração das entradas. Em contrapartida, a geração da saída será mais complea. 4
15 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 5! MÁQUIN E MELY SÍNTESE estrutura da tabela de transição de estados é alterada de modo a reflectir a diferente opção na geração das saídas. /Z / / / / C / / Estado Presente C Estado Seguinte e Saída Presente (Z) = = / / / / C/ C/ 5
16 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 6! MÁQUIN E MELY SÍNTESE Tabela de Codificação de Estados Estado Presente C Estado Seguinte e Saída Presente (Z) = = / / / / C/ C/ Estado Q Q C Estado Presente Q Q Estado Seguinte e Saída Presente (Z) = = / / / / / / 6
17 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 7! MÁQUIN E MELY SÍNTESE COM FF codificação Estado Presente Q Q Estado Seguinte e Saída Presente (Z) Codificação de Estados C = = / / / / / / Q Q = Q = + Q ( Q + Q ) CLK Q Q Q Q = Q Q Z = Q C Q Z Q C 7
18 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 8! MÁQUIN E MELY SÍNTESE COM FF codificação 2 Estado Presente Q Q Estado Seguinte e Saída Presente (Z) = = / / / / / / Q Q = = Q Q Q Q Q Z = Q Codificação de Estados Q Z CLK C C Q C 8
19 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 9! MÁQUIN E MELY SÍNTESE COM FF JK Estado Presente Q Q Estado Seguinte e Saída Presente (Z) = = / / / / / / Q-Transição de para JK Estado Presente Q Q Valores a colocar nas entradas dos FF / Saída Presente (Z) = = JK JK /Z JK JK /Z / / / / / / 9
20 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 2! MÁQUIN E MELY SÍNTESE COM FF JK Estado Presente Q Q Valores a colocar nas entradas dos FF / Saída Presente (Z) = = JK JK /Z JK JK /Z / / / / / / Q Q Q Q J J Q Q Q Q K K Z Q Q J Q J Q CLK K C "" K C J = Q K = J = Q K = Z Z = Q 2
21 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 2! MÁQUIN E MELY IGRM TEMPORL Na máquina de Mealy a saída pode ser diretamente afectada por uma variação na entrada, mesmo que não haja mudança de estado. saída tenta antecipar o valor que só é, de facto, correto imediatamente antes da transição de relógio. CLK /Z / / / / C / / Estado C C C C Z { Z J K Q "" J K Q C CLK C C Z Correcto 2
22 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 22! MÁQUIN E MOORE VS. MÁQUIN E MELY s saídas em ambas as máquinas são equivalentes, mas não idênticas. máquina de Mealy disponibiliza as saídas imediatamente antes do flanco de relógio; estas só são garantidamente válidas eatamente nesse instante. Em contrapartida, na máquina de Moore as saídas são válidas durante todo o ciclo de relógio após o flanco de relógio (menos o tempo inicial de comutação dos FF/portas). = = = = = = / / C/ / = = = /Z / / / / C / / 22
23 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 23! EEMPLO Máquina de istribuição de Pastilhas (MP) Projecto de um controlador de uma máquina de distribuição de pastilhas: máquina entrega pastilha quando recebe 5 cêntimos em moedas; Recebe moeda de cada vez; ceita moedas de 5 e de cêntimos; Um sensor mecânico indica se foi recebida moeda de 5 cêntimos ou se foi recebida uma moeda de cêntimos; O circuito tem uma única saída que, quando ativa, abre a gaveta e entrega a pastilha ao cliente; Não é entregue troco se forem recebidas moedas a mais. m m5 clk reset Controlador bre 23
24 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 24! MP IGRM E ESTOS Reset O controlador pode ser realizado com uma máquina de 4 estados: Entradas: m5,m Saída: abre S estado inicial, não foi introduzida moeda. S/ S5 foram introduzidos 5 cêntimos. S foram introduzidos cêntimos (é indiferente se moeda de c ou 2 de 5c). S5 foram introduzidos 5 cêntimos (ou mais). saída é activada apenas quando é atingido o estado S5. S5/ S/, S5/ 24
25 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 25! MP TEL E TRNSIÇÃO E ESTOS Reset S/ S5/ S/, S5/ Entradas: m5,m Saída: abre Estado ctual Entradas Estado Seguinte Saída Q Q m5 m Q Q RE SC SC SC S5C S5C S5C S5C SC SC SC S5C S5C S5C SC SC SC 25
26 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 26! MP PROJECTO LÓGIC COMINTÓRI Q Q m5 m K-mapa para m5 m Q Q + Q Q = Q m + Q Q m5 Q Q K-mapa para Saída bre = Q Q = Q m5 + Q Q m5 + Q Q m K-mapa para 26
27 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 27! MP LOGIGRM O CIRCUITO m m5 clk reset R C Q abre R Q C 27
28 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 28! EEMPLO Comparador Série (CMP) Pretende-se projectar um comparador série, que compara 2 números binários e. Os números são recebidos em série (bit a bit), com o bit de menor peso a ser recebido primeiro. clk reset Comparador-série = > < 28
29 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 29! CMP IGRM E ESTOS Reset, Entradas:, Saídas: =, >, < O controlador pode ser realizado como uma máquina de Moore de 3 estados. MIOR / IGUIS / MENOR /,,,, CLK Estado IGUL IGUL IGUL MENOR MENOR MIOR MIOR MENOR MENOR MENOR = > < 29
30 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 3! CMP TEL E TRNSIÇÃO E ESTOS Reset, Entradas:, Saídas: =, >, < MIOR / IGUIS / MENOR /,,,, Estado ctual Entradas Estado Seguinte Saídas Q Q Q Q = > < IGUIS IGUIS MENOR MIOR IGUIS MENOR MENOR MENOR MIOR MENOR MIOR MIOR MENOR MIOR MIOR 3
31 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 3! CMP PROJECTO LÓGIC COMINTÓRI Q Q K-mapas para Saídas = Q + + Q Q Q ( = ) = Q Q K-mapa para Q Q Q Q ( > ) = Q = + Q + Q Q Q ( < ) = Q K-mapa para 3
32 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 32! CMP LOGIGRM O CIRCUITO CLK RESET R C Q < R C Q > = 32
33 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 33! CMP2 IGRM E ESTOS Reset, / Entradas:, Saídas: =, >, < O controlador pode também ser realizado como uma máquina de Mealy de 3 estados. / IGUIS / / MIOR MENOR /,, /,, /! Eemplo CLK Estado IGUL IGUL IGUL MENOR MENOR MIOR MIOR MENOR MENOR MENOR = > < 33
34 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 34! CMP2 TEL E TRNSIÇÃO E ESTOS Reset, / Entradas:, Saídas: =, >, < MIOR / / IGUIS / / MENOR,, /,, / Estado ctual Entradas Estado Seguinte Saídas Q Q Q Q = > < IGUIS IGUIS MENOR MIOR IGUIS MENOR MENOR MENOR MIOR MENOR MIOR MIOR MENOR MIOR MIOR 34
35 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 35! CMP2 PROJECTO LÓGIC COMINTÓRI Q Q = Q + + Q Q Q Q Q ( = ) = Q = Q Q Q + Q ( ) Q Q Q ( > ) = Q + Q + Q Q = + Q + Q ( < ) = + Q Q + 35
36 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 36! CMP2 LOGIGRM O CIRCUITO < Q CLK R C RESET R Q C = > 36
37 {< CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 37! CMP FORMS E ON Moore vs. Mealy CLK Estado IGUL IGUL IGUL MENOR MENOR MIOR MIOR MENOR MENOR MENOR { Moore = > < = Mealy > 37
38 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 38! PROJECTOS LTERNTIVOS síntese de circuitos sequenciais síncronos foi abordada segundo o método clássico cujo objectivo é o de minimizar o número de flip-flops do circuito. e seguida, referir-se-ão alguns métodos alternativos que, nalguns casos, podem ser mais vantajosos. No capítulo seguinte será abordada ainda a implementação de máquinas de estados com recurso a memórias. 38
39 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 39! PROJECTOS LTERNTIVOS FLIP-FLOP POR ESTO One-hot encoding - metodologia de projecto alternativa que consiste em utilizar um número de flip-flops igual ao número de estados e codificar os estados de modo a eistir um e um só FF activo por estado. O projecto tem as seguintes características: Cada estado corresponde à activação de e só um FF; e.g., - correcto; - incorrecto. inicialização do circuito corresponde à activação do FF correspondente ao estado inicial e à desactivação de todos os outros; e.g., (para oito estados). O projecto fica bastante simplificado porque é possível obter as equações e/ou o diagrama lógico do circuito directamente a partir da especificação da máquina. (No entanto, o projecto pode ser realizado também segundo o procedimento habitual) 39
40 ! UM FLIP-FLOP / ESTO CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 4 No caso de FF por estado o diagrama lógico pode ser determinado sem recurso a tabelas de estado ou a mapas de Karnaugh. determinação do diagrama lógico é conseguida através da implementação directa de subestruturas do diagrama de estados ou de um fluograma. () Transição Incondicional entre Estados: Estado Estado Estado / Estado Estado Saída: Seq_H Estado Saída: Seq_L Equações: SEQ_H = Q CP C C SEQ_L SEQ _ H = Q 4
41 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 4! UM FLIP-FLOP / ESTO (cont.) (2) Transição Condicional entre Estados: Estado / /? Seq_H C Estado Estado C Equações: SEQ C _ H = = = Q Q Q CP C & & SEQ_H C C C 4
42 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 42! UM FLIP-FLOP / ESTO (cont.) (3) Convergência de Ramos correspondentes a Transições entre Estados: Estado Estado C Estado C Equação: = Q + Q C C > C C CP C 42
43 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 43! UM FLIP-FLOP / ESTO EEMPLO SEQ-MELY /Z / Estado Presente C / / / C / / Estado Seguinte e Saída Presente (Z) = = / / / / C/ C/ erivação directa das equações: C = = = = = Z = Q Q Q Q ( Q + Q + Q ) C + Q + Q C + Q C C 43
44 SISTEMS IGITIS CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 44 H. Neto, N. Horta, J.P. Carvalho 44! UM FLIP-FLOP / ESTO EEMPLO SEQ-MOORE / / C/ / = = = = = = = = = ( ) C C C C Q Z Q Q Q Q Q Q Q Q Q Q Q Q = + = = = = = = Equações:
45 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 45! UM FLIP-FLOP / ESTO EEMPLO (CONT.) No presente caso, devido ao reduzido número de estados a síntese clássica permite uma maior simplicidade na solução sem grande trabalho adicional ao nível da síntese. Contudo, este eemplo serve para evidenciar a facilidade com que se pode passa de um diagrama de estados ou fluograma directamente para um diagrama lógico. Nota : por simplicidade não se representam os sinais de preset e clear dos FFs que permitem impôr o estado inicial no circuito neste tipo de codificação é sempre necessário inicializar a máquina! (porquê?) Nota 2: em tecnologias em que o custo de um flip-flop é o mesmo de uma porta lógica básica, este tipo de codificação é muitas vezes o mais adequado, pois o acréscimo de FFs é compensado pela simplicidade do projecto e, algumas vezes, também por uma redução na lógica combinatória. 45
46 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 46! UM FLIP-FLOP / ESTO EEMPLO FLUOGRM E_H E_H & _H _H & _H _H _H E CLOCK_H C C _H Y_H C & C _H C C_H Y_H E & = + C E = E C = E + C E = E Y = C 46
47 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 47! PROJECTOS LTERNTIVOS CONTORES Uma outra alternativa em termos de projecto corresponde à utilização de contadores integrados na implementação das máquinas de estados. Esta solução é especialmente útil no caso de eistir um elevado número de transições incondicionais entre estados, o que reduz consideravelmente a necessidade de carregamento paralelo. este modo a utilização de contadores na implementação de máquinas de estado requer o projecto da: lógica combinatória que gera o sinal de carregamento paralelo (LO) lógica combinatória que gera as entradas de carregamento paralelo (dada pelo estado seguinte quando há quebra de sequência) 47
48 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 48! PROJECTOS LTERNTIVOS CONTORES EEMPLO: etector da sequência = = = = = = / / C/ / = = = Naturalmente, este eemplo apenas requer a utilização de um contador de módulo 4. dmitindo que só está disponível um contador de módulo 6, só se utilizarão os 2 bits de menor peso. Considerando a seguinte codificação de estados: =; =, C=; = teremos a seguinte sequência de estados de contagem: C 48
49 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 49! PROJECTOS LTERNTIVOS CONTORES EEMPLO (cont)... e os seguintes casos em que a máquina de estados quebra a sequência de contagem: E.. Entrada E.S. = = = = = = = = = = / / C/ / = = = = e seguida devem construir-se os mapas de Karnaugh de 3 entradas (2 bits de E.. e ) para as várias funções pretendidas: sinal de carregamento paralelo (LO_L); entradas de carregamento paralelo para os 2 bits de menor peso do contador. 49
50 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 5! PROJECTOS LTERNTIVOS CONTORES EEMPLO (cont) ) Sinal de ctivação do Carregamento Paralelo: QQ LO_L =. Q Q 2) eterminação da entrada : 3) eterminação da entrada : QQ QQ = = 5
51 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 5! PROJECTOS LTERNTIVOS CONTORES EEMPLO (cont): LO_L '' CTR IV 6 5CT= M[Load] '' M2[Count] G3 3CT=5 Nota: para situações mais compleas faria sentido a utilização de um descodificador para detectar os estados que conduzem a carregamentos paralelos = = G4 CP C5/2,3,4+, 2,5 [] Q & & Q [2] 2 [4] Q2 3 [8] Q3 LO _ L = Q Q 5
52 CIRCUITOS SEQUENCIIS SÍNCRONOS - 52 ILIOGRFI [] rroz,g., Monteiro,J.C., Oliveira,., rquitectura de Computadores, dos Sistemas igitais aos Microprocessadores, cap.7, 2ª Edição, 29 [2] M. Morris Mano, Charles R. Kime, Logic and Computer esign Fundamentals, Prentice-Hall International, Inc. (Capítulo 4, Secções 4.4 a 4.7) 52
SISTEMAS DIGITAIS CIRCUITOS SEQUENCIAIS SÍNCRONOS
IRUITOS SEQUENIIS SÍNRONOS Setembro de IRUITOS SEQUENIIS SÍNRONOS - 2 SUMÁRIO: IRUITOS E MOORE E MELY RTERIZÇÃO ESPEIFIÇÃO SÍNTESE ONVERSÃO EEMPLOS PROJETOS LTERNTIVOS FLIP-FLOP / ESTO UTILIZÇÃO E ONTORES
SISTEMAS DIGITAIS CIRCUITOS SEQUENCIAIS SÍNCRONOS
IRUITOS SEQUENIIS SÍNRONOS Setembro de 4 IRUITOS SEQUENIIS SÍNRONOS - 2 SUMÁRIO: IRUITOS E MOORE E MELY RTERIZÇÃO ESPEIFIÇÃO SÍNTESE ONVERSÃO EEMPLOS PROJETOS LTERNTIVOS FLIP-FLOP / ESTO UTILIZÇÃO E ONTORES
Síntese de circuitos sequenciais síncronos(máquinas de estados finitos)
ESTV-ESI-Sistemas igitais-circuitos Sequenciais Síncronos (2) /2 Síntese de circuitos sequenciais síncronos(máquinas de estados finitos) O procedimento para o projecto (síntese) de um circuito sequencial
Sistemas Digitais (SD) Síntese de Circuitos Sequenciais: Definições
Sistemas Digitais (SD) Síntese de Circuitos Sequenciais: Definições Aula Anterior Na aula anterior: Contadores síncronos Contadores de módulo 2 n Projecto de contadores Frequência máxima de funcionamento
SISTEMAS DIGITAIS CONTADORES
CONTADORES Setembro de 4 CONTADORES - 2 SUMÁRIO: CONTADORES SÍNCRONOS CONTADORES DE MÓDULO 2 N PROJECTO DE CONTADORES FREQUÊNCIA MÁIMA DE FUNCIONAMENTO SITUAÇÃO DE LOCKOUT SIMBOLOGIA CONTADOR EM ANEL CONTADOR
Circuitos sequenciais síncronos
Circuitos sequenciais síncronos Considerações gerais Modelos de Mealy e de Moore Projecto de circuitos sequenciais síncronos Usando lógica discreta Usando ROMs 2 1 Um contador ou um registo como os que
Sistemas Digitais (SD)
Sistemas Digitais (SD) Síntese de Circuitos Sequenciais: Minimização do Número de Estados S1 S2 S3 S4 S5 S6 S1-S3 S2-S4 S1-S5 S3-S5 S2-S6 S4-S6 S0 S1 S2 S3 S4 S5 Aula Anterior Na aula anterior: Definição
a)[1 val] Desenhe o esquema lógico que implementa directamente a função f (i.e., sem simplificar).
Exame 1 Sistemas Digitais - LETI/LEE 2016-17 1 1. Dado f A, B, C = AB + BC. BC a)[1 val] Desenhe o esquema lógico que implementa directamente a função f (i.e., sem simplificar). b)[1 val] Simplifique f
Sistemas Digitais (SD) Contadores
Sistemas Digitais (SD) Contadores Aula Anterior Na aula anterior: Registos Registos simples Banco de registos Registos de deslocamento Registos multimodo 2 Planeamento SEMANA TEÓRICA TEÓRICA 2 PROBLEMAS/LABORATÓRIO
SISTEMAS DIGITAIS (SD)
SISTEMAS DIGITAIS (SD) MEEC Acetatos das Aulas Teóricas Versão 2.0 - Português Aula N o 18: Título: Sumário: Síntese de Circuitos Sequenciais: Minimização do Número de Estados Especificação e projecto
Circuitos sequenciais síncronos
Circuitos sequenciais síncronos Considerações gerais Modelos de Mealy e de Moore Projecto de circuitos sequenciais síncronos Usando lógica discreta Usando ROMs 2 1 Um contador ou um registo como os que
A) A C + A B D + A B C D B) A B + A B D + A B C D C) A C + A C D + A B C D D) A C + A B D + A B C D
luno nº: Nome: LEI-T, LER, LEE Sistemas igitais 2º Exame - 9 de Fevereiro de 212 uração: 2h3. Identifique todas as folhas. Responda a cada pergunta no quadrado à direita ou deixe em branco. ada resposta
Sistemas Digitais (SD) Máquinas de Estado Microprogramadas: Microprograma
Sistemas Digitais (SD) Máquinas de Estado Microprogramadas: Microprograma Aula Anterior Na aula anterior: Projecto de máquinas de estados microprogramadas: Circuito de dados Circuito de controlo Implementação
Eletrônica Digital II
FACULDADE SANTO AGOSTINHO - FSA ENGENHARIA ELÉTRICA Eletrônica Digital II Prof. Fábio Leite, Esp Tópicos Procedimento de projeto de circuitos sequenciais Projeto com FFs tipo D Projeto com FFs tipo JK
Sistemas Digitais (SD) Máquinas de Estado Microprogramadas: Circuito de Dados e Circuito de Controlo
Sistemas Digitais (SD) Máquinas de Estado Microprogramadas: Circuito de Dados e Circuito de Controlo Aula Anterior Na aula anterior: Memórias: Circuitos e tecnologias de memória: o RAM: Estática Dinâmica
SISTEMAS DIGITAIS (SD)
SISTEMAS DIGITAIS (SD) MEEC Acetatos das Aulas Teóricas Versão 4.0 - Português Aula N o 23: Título: Sumário: Máquinas de Estado Microprogramadas: Endereçamento Expĺıcito/Impĺıcito Projecto de máquinas
SISTEMAS DIGITAIS (SD)
SISTEMAS DIGITAIS (SD) MEEC Acetatos das Aulas Teóricas Versão 3.0 - Português Aula N o 22: Título: Sumário: Máquinas de Estado Microprogramadas: Circuito de Dados e Circuito de Controlo Projecto de máquinas
SISTEMAS DIGITAIS MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL
MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL Setembro de 4 MEMÓRIAS - SUMÁRIO: MEMÓRIAS INTEGRADAS RAM ROM PROM EPROM LÓGICA PROGRAMÁVEL PLAs PALs FPGAs Setembro de 4 MEMÓRIAS - MEMÓRIAS Na sequência do
SISTEMAS DIGITAIS II Enunciados de Laboratório
SISTEMAS DIGITAIS II Enunciados de Laboratório Prof. José Sousa 2003/2004 JS/04 0 Sumário Trabalho - Memórias RAM... 2 Trabalho 2 - Memórias EPROM... 3 Trabalho 3 - Circuitos Sequenciais Síncronos Realização
Sistemas Digitais. Módulo 14 Prof. Celso CIRCUITOS SEQÜÊNCIAIS
Módulo 4 Prof. Celso CIRCUITOS SEQÜÊNCIAIS s São estágios através dos quais um circuito seqüencial avança. Em cada estado o circuito armazena informação sobre sua história passada de modo que possa saber
Análise de Circuitos Sequënciais Máquinas de Mealy e Moore
INF 8 Técnicas Digitais para Computação Análise de Circuitos Sequënciais Máquinas de Mealy e Moore Aula 23 Técnicas Digitais. Introdução circuito seqüencial síncrono reconhecido se contém flip-flops (ou
Aula 18. Máquina de Estados Parte 2. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Aula 8 Máquina de Estados Parte 2 SEL 44 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Eemplo de Projetos Síntese de Circuitos Sequenciais Eemplo de Projeto: l Contador binário síncrono
SÍNTESE DE SIST. SEQUENCIAIS SÍNCRONOS. Sel Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel
SÍNTESE DE SIST. SEQUENCIAIS SÍNCRONOS Sel 414 - Sistemas Digitais Prof. Homero Schiabel Síntese Sist. Síncronos Contagem = 0 Saídas: Z 1 = 0 Z 0 = 0 Contagem = 3 Saídas: Z 1 = 1 Z 0 = 1 A/00 D/11 Contagem
ELT601 Eletrônica Digital II
Graduação em Engenharia Eletrônica Universidadee Federal de Itajubá IESTI Máquinas de Estados Finitos de Paula Rodrigues Contexto Aplicações dos Flip-flops síncronos Armazenamento de dados Q Transferência
ELETRÔNICA DIGITAL II
ELETRÔNICA DIGITAL II Parte 8 Máquina de Estados Professor Dr. Michael Klug 1 Lembrando Circuitos Combinacionais: o valor da saída no instante t depende apenas da combinação dos valores das entradas neste
Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Aeroespacial Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores.
Instituto Superior Técnico Licenciatura em Engenharia Aeroespacial Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de Computadores Sistemas Digitais Exame de 1ª Época - 27 de Junho de 2001 Antes de começar
Circuitos sequenciais
Circuitos sequenciais Saídas dependem da sequência das entradas não basta uma tabela de verdade! Exemplo: controlo do nível de água num tanque: entrada de água electro-válvula ABRE sistema digital de controlo
Circuitos Sequenciais Escola Naval - Dep. Armas e Electrónica v
CIRCUITOS SEQUENCIAIS ESTRUTURA GERAL Varáveis de entrada Variáveis de saída Variáveis de estado Circ. combinatório Memória Circuito Combinatório Memória Actual Seguinte CIRCUITOS SEQUENCIAIS Exemplo :
Como todos os 1 s estão resolvidos pelos implicantes primos essenciais não é necessário considerar mais nenhum implicante primo.
Exame Sistemas igitais - MEE 8/9. [,5 val] onverta (justificando) o número () para: a) Hexadecimal b) ecimal c) {{{ = 5(6) 5 9 = + + + + + = 5 + 8+ 6 + 6 + + = 75 7 () 6 75 7 5 ( ) = {{{ ( ). [,5 val]
Os sistemas combinacionais a saída depende exclusivamente das condições das entradas, portanto o sistema não possui memória interna.
AULA 1 Introdução aos Sistemas Seqüenciais pg. 111 a 117 1. SISTEMAS COMBINACIONAIS Os sistemas combinacionais a saída depende exclusivamente das condições das entradas, portanto o sistema não possui memória
Sistemas Digitais Circuitos Sequenciais Básicos (Latches e Flip-Flops) Horácio Neto Nuno Horta João Paulo Carvalho
Sistemas Digitais Circuitos Sequenciais Básicos (Latches e Flip-Flops) Horácio Neto Nuno Horta João Paulo Carvalho Circuitos Sequenciais Circuitos Sequenciais: o comportamento do circuito depende não só
Trabalho Prático Nº 8
ESTV-ESI-Sistemas Digitais-Trabalho Prático Nº8 /7 Trabalho Prático Nº 8 Projecto de um controlador de semáforos V2 S2 V S S GY R S2 R2 Y2 G2 Especificações funcionais: Controlador de semáforos de um cruzamento
EELi02. Prof. Vinícius Valamiel https://sites.google.com/site/vvalamiel/
EELi02 Prof. Vinícius Valamiel [email protected] https://sites.google.com/site/vvalamiel/ TABELAS DE TRANSIÇÃO DE ESTADOS Q a Q f J K 0 0 0 X 0 1 1 X 1 0 X 1 1 1 X 0 Q a Q f D 0 0 0 0 1 1 1 0 0 1 1 1
Circuitos sequenciais síncronos
Circuitos sequenciais síncronos ESTV-ESI-Sistemas Digitais-Circuitos Sequenciais Síncronos / Os circuitos sequenciais síncronos, também designados por máquinas sequenciais síncronas ou máquinas de estados,
Exame 2 Sistemas Digitais - MEEC 2008/9 1. Aluno Nº
Exame 2 Sistemas Digitais - MEEC 28/9. [,5 val] Converta (justificando) o número (2) para: a) Hexadecimal b) Decimal c) BCD 2. [2,5 val] Considere a seguinte função booleana, em que A é a variável de maior
Organização e Arquitetura de Computadores I
Universidade Federal de Campina Grande Departamento de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de Computadores I Circuitos Lógicos Sequenciais (Parte
SISTEMAS DIGITAIS MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL
MEMÓRIAS E CIRCUITOS DE LÓGICA PROGRAMÁVEL Sistemas Digitais MEMÓRIAS -! SUMÁRIO:! MEMÓRIAS INTEGRADAS! RAMs! ROMs! LÓGICA PROGRAMÁVEL! PROMs! PLAs! PALs! FPGAs! IMPLEMENTAÇÃO DE MÁQUINAS DE ESTADO UTILIZANDO
Flip-Flops. Introdução Tipos Circuitos Integrados. Flip-Flops
Introdução Tipos Circuitos Integrados Introdução - Um Flip-flop é uma célula de memória, accionada por um dos flancos do relógio. - Em geral, os flip-flops aparecem com duas entradas independentes do sinal
FSM de Mealy. Exemplo:
Exemplo: FSM de Mealy o mesmo circuito anterior (detector de 1011) assunção: o valor de X muda logo após o a saída Y depende do estado actual e da entrada X INI INI S1 S1 S2 S3 S1 S1 S2 INI S1 S2 S3 X
Aula 17. Máquina de Estados Parte 1. SEL Sistemas Digitais. Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira
Aula 17 Máquina de Estados Parte 1 SEL 0414 - Sistemas Digitais Prof. Dr. Marcelo Andrade da Costa Vieira Bibliografia l l l Tocci, R. J.; Widmer, N. S. Sistemas Digitais Princípios e Aplicações. 8ª Ed.,
2º TESTE (Questões 5, 6, 7, 8, 9 e 10)... 1h30m EXAME (Questões 1 a 10)... 2h30m
ntes de iniciar a prova, tenha em atenção o seguinte: i. O enunciado da prova inclui 14 páginas. ii. O teste contempla as perguntas 5, 6, 7, 8, 9 e 10 e tem a duração de 1h30m. iii. O exame contempla todas
Contadores ( Counters )
ontadores ( ounters ) ircuitos sequenciais que : não dependem de entradas externas (para além do relógio); seguem uma sequência de estados pré-definida (ciclo do contador = nº de estados). plicações ontagem
Sistemas Digitais Módulo 10 Circuitos Sequenciais: Latches e Flip-Flops
Universidade Federal de Uberlândia Faculdade de Computação Sistemas Digitais Módulo 0 Circuitos Sequenciais: Latches e Flip-Flops Graduação em Sistemas de Informação Disciplina: Sistemas Digitais Prof.
Representação de Informação. 1. Converta cada um dos seguintes números para o seu equivalente decimal: a)
SISTEMAS DIGITAIS Caderno de Exercícios Representação de Informação 1. Converta cada um dos seguintes números para o seu equivalente decimal: a) b) i) 1101110.101 2 ii) 0.00101 2 iii) 1011010.1010 2 i)
Organização e Arquitetura de Computadores
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Engenharia Elétrica e Informática Unidade Acadêmica de Sistemas e Computação Curso de Bacharelado em Ciência da Computação Organização e Arquitetura de
SISTEMAS DIGITAIS MEFT / MEAer de Julho de 2016, 08:00
SISTEMS DIGITIS MEFT / MEer 5-6 4 de Julho de 6, 8: EXME ntes de iniciar a prova, tenha em atenção o seguinte: i. prova contempla 8 perguntas, distribuídas por 4 páginas, e tem a duração de hm. ii. Existem
ENGª DE ELECTRÓNICA E COMPUTADORES
ENGª DE ELECTRÓNICA E COMPUTADORES SISTEMAS DIGITAIS II Colectânea de Exercícios de Exame José Sousa 2-22 Sumário MEMÓRIAS 2 MÁQUINAS DE ESTADOS SÍNCRONAS 6 MÁQUINAS DE ESTADOS ASSÍNCRONAS OUTRAS REALIZAÇÕES
Circuitos sequenciais Adaptado dos transparentes das autoras do livro The Essentials of Computer Organization and Architecture
Capítulo 3 Circuitos sequenciais Adaptado dos transparentes das autoras do livro The Essentials of Computer Organization and Architecture Objectivos Conhecer alguns dos principais circuitos digitais sequenciais
11/12/10. Básculas Flip-flops. Mário Serafim Nunes Guilherme Silva Arroz. Sistemas Digitais - Taguspark
Básculas Flip-flops Sinal de relógio Básculas actualizadas no flanco Flip-flops master-slave Flip-flops edge-triggered Flip-flops SR, D, JK e T Entradas directas Características temporais 2 1 Um circuito
Flip-flop D disparado pelo bordo ascendente ( Positive edge-triggered D flip-flop )
Células de memória síncronas ESV-ESI-Sistemas igitais-fundamentos dos Circuitos Sequenciais (2) 1/14 As células de memória síncronas reagem de forma sincronizada com um sinal de relógio ( Clock -), o qual
Circuitos Seqüenciais (Máquinas Síncronas ou de Estados Finitos)
COTUCA - Colégio Técnico de Campinas e da UNICAMP TDM II - Técnicas Digitais e de Microprocessadores II - 1ºBim-2011 - Prof. Corradi 1-Introdução Circuitos Seqüenciais (Máquinas Síncronas ou de Estados
Laboratório 6 (Trabalho com Relatório) Semana 25 de Outubro a 29 de Outubro
Laboratório 6 (Trabalho com Relatório) Semana 25 de Outubro a 29 de Outubro Realização de módulo somador-subtractor. Utilização de ambiente Xilinx WebPack de edição de esquemáticos e simulação. Realização
CONTADORES DIGITAIS (Unidade 6)
MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA BACHARELADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO DISCIPLINA: ELETRÔNICA
