Pº R.P. 206/2009 SJC-CT
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- Pedro Lucas Denílson Camarinho Olivares
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1 Pº R.P. 206/2009 SJC-CT Extinção de usufruto causada pelo óbito do usufrutuário. Obrigatoriedade do registo. Sujeito da obrigação de promover o registo. Termo inicial da contagem do prazo de cumprimento da obrigação. Promoção do registo por via electrónica. Artigo 28º, nº 27 do RERN DELIBERAÇÃO 1. No dia / / a recorrente pediu on line o cancelamento da inscrição de usufruto da Ap. de / /, incidente sobre a fracção autónoma do prédio descrito na Conservatória do Registo Predial de sob o nº da freguesia de, pedido que foi distribuído à Conservatória do Registo Predial de e a que coube a Ap. de / / Para titular a extinção do usufruto juntou uma certidão do assento de óbito nº /, de / /, relativo ao titular inscrito - do qual consta que este faleceu nessa datae para satisfazer o custo do registo efectuou o pagamento de 80. A recorrida, em sede de suprimento de deficiências e mencionando a cominação de recusa do registo, solicitou à recorrente no dia / / o pagamento da quantia de 80,00 em falta, referente ao agravamento emolumentar correspondente ao cumprimento intempestivo da obrigação de promover o registo, pagamento que foi efectuado no dia... seguinte. O registo foi definitivamente efectuado e no dia do mesmo mês foram remetidos à recorrente o recibo e a chave respeitante à certidão permanente. 2. Da conta que coube àquele registo interpôs o recorrente o presente recurso hierárquico, cujos termos aqui se dão por integralmente reproduzidos. O recurso foi remetido, por telecópia, directamente ao IRN,IP 1 no dia / /, que por sua vez o remeteu à conservatória recorrida, onde foi recebido no dia seguinte. Em síntese, a recorrente alega que embora a extinção do usufruto seja um facto sujeito a registo obrigatório ( artigos 2º, nº 1, x), 8º, nº 1 do C.R.P.), cujo prazo será de 30 dias( art. 8º-C, nº 1 do C.R.P.), não consta do art. 8º-B do C.R.P. quem é o sujeito da obrigação, dado que o mesmo foi requerido isoladamente, sem ser integrado em qualquer outro acto, pelo que não é aplicável a agravamento previsto 1 Esta prática de remeter o recurso hierárquico directamente para a entidade ad quem, em violação do disposto no art. 142º, nº2 do C.R.P., concretamente em situação de impugnação de conta e identificando uma clara distinção com a situação de impugnação de decisão registrai, já foi objecto de apreciação deste Conselho no Pº C.P. 83/2008 SJC-CT, disponível intranet
2 no art, 8º-D do C.R.P., que dispõe que o pagamento desse agravamento compete às entidades obrigadas a promover o registo. Em conformidade com o que alegou, solicita a restituição dos 80 pagos a título de agravamento emolumentar. 3. A senhora conservadora lavrou despacho de sustentação da conta, nos termos do art. 142º-A, nº 1 do C.R.P., concluindo-o com a afirmação de que decorre da Tabela e do Despacho nº 74/2008 do Presidente do I.R.N. no ponto VI que o agravamento emolumentar do nº 1 do art. 8º-D do C.R.P. deve ser cobrado a quem apresentar o registo, independentemente de se tratar ou não do sujeito obrigado à sua promoção, nos termos do Artº 151, nº 3 do C.Registo Predial. 4. O processo é o próprio, as partes legítimas, o recurso tempestivo e não existem questões prévias ou prejudiciais à apreciação do mérito, a qual vai expressa na seguinte Deliberação 1. A extinção de usufruto causada pelo óbito do seu titular, ocorrido após a entrada em vigor do D.L. 116/2008, de 4 de Julho, é facto sujeito a registo obrigatório (Cfr. artigos 2º, nº 1, x) e 8º-A, nº 1 do C.R.P. e art. 33º, nº 1 do D.L. 116/2008), cabendo a obrigação de promover esse registo ao titular da propriedade que por esse efeito deixou de estar por ele onerada ( art. 8º-B, nº 1, f) do C.R.P.) 2. 2 Se a letra da lei não deixa margem para dúvidas quanto à sujeição à obrigatoriedade, já o mesmo não se pode dizer quanto ao sujeito da obrigação. A recorrida não se manifesta quanto a este ponto, ficando-se por referir que o agravamento emolumentar deve ser pago pelo apresentante, seja ou não o sujeito da obrigação. O recorrente alega que estamos perante uma obrigação sem sujeito, não havendo assim lugar ao agravamento emolumentar. Diga-se desde logo que constituiria um total absurdo jurídico que a lei tivesse criado uma obrigação sem sujeito. É certo que identificar o titular dessa obrigação na extensa ordenação de possíveis sujeitos que consta da previsão legal ( art. 8º-B do C.R.P. ) nem sempre é uma tarefa linear e fácil, mas isso não significa que se possa admitir a impossibilidade dessa identificação ou determinação. O que está in casu sujeito a registo predial é um efeito atribuído por lei ao facto natural morte do usufrutuário( cfr. art. 1476º, nº 1 a) do Código Civil), ficando à partida afastadas as previsões constantes das alíneas a) a e) do nº 1 e do nº 3 do art. 8º-B, restando portanto a previsão residual da alínea f) do nº 1, relativa aos sujeitos activos do facto sujeito a registo. No citado Pº C.P. 83/2008 SJC-CT, já houve oportunidade de defender, a propósito de extinção de penhora (que não deva ser cancelada oficiosamente) e pegando na coincidência da terminologia utilizada na dita alínea f) e na alínea e) do nº 1 do art.93º do C.R.P..- sujeitos activos do facto -, que o sujeito activo do facto - 2 -
3 2. O termo inicial do prazo de cumprimento da obrigação de registar a extinção de usufruto indicada no numero anterior é a data a partir da qual for legalmente possível efectuar prova documental do óbito, a qual corresponde à data do seu registo (assento) Pedido o registo on line, a redução do nº27 do art. 28º do RERN não deve repercutir-se no valor a pagar a título de agravamento pelo cumprimento tardio da obrigação de registar 4. extintivo é o beneficiário da extinção, donde resultou a atribuição da titularidade da obrigação ao proprietário ou titular do bem ou direito objecto de penhora, que viu extinguir-se esse encargo. O usufruto é ius in re aliena e um dos princípios do direito das coisas é o chamado Princípio da Elasticidade ou da Consolidação ( Todo o direito sobre as coisas tende a expandir-se( ou a reexpandir-se) até ao máximo de faculdades que abstractamente contém Orlando de Carvalho, Direito das Coisas, pág.238, Coimbra, 1977), impondo-se assim que se atribua o benefício da extinção do usufruto ao proprietário. O mesmo sentido de benefício está presente atribuição da obrigação de registar ao titular do direito de propriedade no caso de cancelamento de hipoteca que deva ser requerido isoladamente( nº 7 do mesmo art. 8º-B)- cfr. a este propósito o que se disse no Pº R.P. 239/2008 SJC-CT, disponível intranet. 3 Com propriedade se poderia neste contexto dizer que o que está sujeito a registo são os efeitos dos factos jurídicos e não esses factos ( os factos jurídicos que importem a extinção de direitos, ónus ou encargos registados ( art. 2º, nº 1, x) do C.R.P.). O que se regista, em sede de registo predial( obrigatório) é o efeito atribuído pela mesma lei à morte do usufrutuário, porque ele interfere com a situação jurídica do prédio, e não a morte do usufrutuário. Dada a natureza do facto jurídico morte, não pode aqui falar-se da data do título do facto como termo inicial do prazo de cumprimento da obrigação de promover o registo ( data em que tiverem sido titulados - art. 8º-C, nº 1 do C.R.P.). Ou seja, estamos neste caso, pela própria natureza das coisas - que não permite a distinção entre título do facto e o documento comprovativo do título - limitados à data a partir da qual se pode legalmente comprovar a morte e, por força da lei, a extinção do usufruto, a qual, no ordenamento jurídico português, corresponde à data do assento de óbito( Cfr., entre outros, os artigos 3º ( Salvo disposição legal em contrário, os factos cujo registo é obrigatório não podem ser invocados, quer pelas pessoas a quem respeitem, ou seus herdeiros, quer por terceiros, enquanto não for lavarado o respectivo registo ), 4º/1 ( A prova resultante do registo civil quanto aos factos que a ele estão obrigatoriamente sujeitos e ao estado civil correspondente não pode ser ilidida por qualquer outra, a não ser nas acções de estado e nas acções de registo ) e 5º ( A prova dos factos sujeitos a registo obrigatório, qualquer que seja a data em que tenham ocorrido, só pode ser feita pelosmeios previstos neste Código ), todos do Código do Registo Civil. Concluindo: Embora a data do óbito fixe a data de extinção do usufruto, o termo inicial do prazo de cumprimento da obrigação só acontece com a do assento de óbito. 4 É transcrição da resposta dada por este Conselho a uma das questões objecto de consulta no Pº C.P. 13/2009 SJC-CT e C.P. 31/2009 SJC-CT, homologado por despacho de 21 de Outubro de 2009, disponível intranet. Há assim que dar cumprimento ao disposto no art. 128º/2 do Regulamento dos Serviços dos Registos e do Notariado, aprovado pelo Decreto Regulamentar Nº 55/80, de 8 de Outubro, rectificando a conta - 3 -
4 Nos termos expostos é entendimento deste Conselho que o recurso não merece provimento, não devendo haver lugar à restituição da quantia paga pela recorrente a título de do agravamento emolumentar. Deliberação aprovada em sessão do Conselho Técnico de 28 de Abril de Luís Manuel Nunes Martins, relator. Esta deliberação foi homologada pelo Exmo. Senhor Presidente em no sentido de nela incluir os 20 em falta, correspondentes aos 20% do emolumento emolumentar que não foram cobrados. do agravamento - 4 -
5 Pº R.P.206/2009 SJC-CT (Ficha) Súmula das questões tratadas Extinção de usufruto causada pelo óbito do usufrutuário. Obrigatoriedade do registo. Sujeito da obrigação de promover o registo. Termo inicial da contagem do prazo de cumprimento da obrigação. Promoção do registo por via electrónica A redução emolumentar do ar.28º, nº 27 do RERN não se repercute no agravamento emolumentar devido pelo cumprimento tardio da obrigação de registar - 5 -
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