Fernanda Appel Müller
|
|
|
- Alícia Bento Garrido
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Fernanda Appel Müller 1
2 INSETOS DE SOLO DEFINIÇÃO: São insetos que vivem no solo ou que nele se desenvolvem pelo menos durante uma fase do ciclo biológico. 2
3 Todas as fases do desenvolvimento Scaptocoris spp. Phyllophaga spp. Phyllophaga sp. 3
4 Uma fase do desenvolvimento Anastrepha fraterculus Spdoptera frugiperda 4
5 Importância dos insetos de solos Produção de húmus Aeração do solo Pragas das raízes 5
6 Principais insetos-praga de solo no Brasil COLEOPTERA Família Chrysomelidae Cerambycidae Curculionidae Elateridae Scarabaeidae Melyridae Hospedeiro Soja, feijão, milho, batata Cana-de-açúcar Batata, alfafa, citros, arroz, cana-de-açúcar, soja Batata Pastagens, hortaliças, milho, sorgo, trigo, cana-de-açúcar, soja, cafeeiro Milho DIPTERA Stratiomidae Cafeeiro HEMIPTERA Pseudococcidae Margarodidae Cydnidae Cafeeiro Videira Soja, milho, arroz, pastagens 6
7 Diabrotica speciosa Gênero Diabrotica possui cerca de 338 espécies; Diabrotica speciosa (Germar, 1824) predomina BR adultos parte aérea larvas parte subterrânea (raízes e tubérculos). (Gallo et al., 2002). 7
8 Diabrotica speciosa Dinâmica populacional tipo de planta hospedeira disponível forte influência na sobrevivência e reprodução; associação de milho e feijão favorável para a multiplicação do inseto. Ávila (1999) Feijão alimento favorável para adultos Milho favorável para as larvas 8
9 Dinâmica populacional Diabrotica speciosa maior atividade em lavouras de milho após às 17h; temperatura média de 24,2 a 27,2º C; umidade superior a 80%. Nava et al. (1999) 9
10 Diabrotica speciosa Umidade do Solo Nº médio de ovos a a a ab b c 0 Fonte: Milanez & Parra (2000) Linha 63 6 Linha 32 7 Linha 29 8 Linha 26 9 Linha 2410 Linha 2211 Umidade do solo (%) Número médio de ovos colocados por Diabrotica speciosa em Terra Roxa Estruturada distrófica, com diferentes teores de umidade. 10
11 Diabrotica speciosa Danos em milho Larvas danificam o sistema radicular; região da emissão das raízes adventícias; Enfraquece planta; reduz absorção de água e nutrientes, tornando-a menos produtiva. As larvas são de coloração branca-leitosa e de formato afilado. 11
12 Diabrotica speciosa Danos em milho Pescoço-de-ganso Parte aérea fica com o colmo curvado, comprometendo a arquitetura da planta e sua eficiência para realizar fotossíntese. 12
13 Diabrotica speciosa Severidade do dano: Danos em milho regiões mais quentes do Paraná, (Arapoti) produtividade do milho cerca de 200 kg/ha temperaturas mais baixas (Ponta Grossa e Castro) redução de 600 kg/ha. Silva (1999) Milho adequada para a larva inadequada para o adulto (baixa longevidade e fecundidade). (Ávila & Parra, 2002). 13
14 Diabrotica speciosa Danos em batata Larvas perfuram tubérculos Redução do valor comercial. Adultos intensa desfolha e redução da produtividade. Batata hospedeiro ideal para a multiplicação da praga em campo (Ávila & Parra, 2002). Larvas desenvolvem-se bem nos tubérculos. 14
15 Elasmopalpus lignosellus (Zeller, 1848) (Lepidoptera: Pyralidae) broca-do-colo. Polífaga gramíneas e leguminosas produtoras de grãos; Danos mais intensos clima e ambientes quentes e secos; Brasil danos a cultura do milho, cana-de-acúcar, trigo, soja, arroz, feijão, sorgo, amendoim, algodão. 15
16 Lagarta Elasmo Elasmopalpus lignosellus Lagartas: atacam a base dos colmos; cavam galerias em direção ao centro; provocam seccionamento das folhas centrais; secam e dão origem ao sintoma coraçãomorto. Sua injúria facilita a entrada de patógenos 16
17 Lagarta Elasmo Elasmopalpus lignosellus Lagarta penetra na região do colo, fazendo galerias no interior do caule. Adulto Dano em Milho Sintoma do ataque Porta de entrada para patógenos. 17
18 Elasmopalpus lignosellus Bioecologia alta umidade do solo contribui para reduzir problemas; Maiores danos solos leves e bem drenados; menor incidência sob plantio direto. 18
19 Umidade do solo Elasmopalpus lignosellus a b b 2 bc c c 0 Linha 0 5 Linha 10 6 Linha 207 Linha 30 8 Linha 409 Linha 5010 Lâmina de água aplicada no solo (mm) Fonte: Viana & Costa (1995) Plantas atacadas (%) Efeito da umidade do solo sobre o dano de Elasmoplapus lignosellus em milho. 19
20 Scaptocoris castanea Scaptocoris castanea (Perty, 1830) (Hemiptera: Cydnidae) presente na maioria dos Estados; danos provocados por ninfas e adultos; sucção da seiva através das raízes. (Oliveira et al. 2000). 20
21 Percevejos-castanhos percevejo-castanho designa espécies de percevejos que habitam o solo; primeiro registro no Brasil = Final do século XIX; referências de sete espécies no Brasil; Scaptocoris castanea Causam prejuízos em diversas culturas de importância econômica, principalmente em soja, milho, algodão e pastagens (SILOTO e RAGA, 1998). 21
22 Percevejos-castanhos Scaptocoris castanea plantas atacadas desenvolvimento reduzido; ataques severos estádios iniciais da cultura, pode haver necessidade de replantio. Uma característica que denuncia a presença deste inseto no campo é o forte cheiro exalado quando o solo é revolvido 22 para plantio.
23 Percevejos-castanhos Scaptocoris castanea Adulto Adulto Ninfa Ninfa perfil do solo 23
24 Estratégias de manejo Scaptocoris castanea Estudos flutuação populacional distribuição vertical no solo adultos e ninfas de S. carvalhoi encontrados no solo durante todo o ano. revoadas novembro e final de outubro 24
25 Estratégias de manejo Ninfas e adultos: camadas superficiais do solo no período chuvoso, aprofundam-se nas épocas mais secas Scaptocoris castanea (Sousa 2002, Oliveira 2003, Oliveira & Malaguido 2004) Em períodos chuvosos = 20cm de profundidade Em épocas secas = 41 cm a 80cm *Mais de 85% 25
26 Eurhizococcus brasiliensis Eurhizococcus brasiliensis (Hempel, 1922) Margarodidae ou pérola-da-terra principal praga vinhedos do sul do Brasil (Soria & Gallotti 1986, Gassen 1989, Hickel 1998). Abandono da cultura da videira Dificuldade de controle Ocorre somente no Brasil Principalmente na Região Sul. 26
27 Ciclo biológico Eurhizococcus brasiliensis 27 (Fotos: E. Hickel) Fonte: Salvadori, 2004
28 Eurhizococcus brasiliensis Bioecologia Formigas doceiras associam-se aos cistos de pérola-da-terra; Cochonilha: excrementos açucarados; Formiga: transporte das ninfas, proteção contra inimigos naturais; Na ausência da formiga os cistos ficam encrustados com fungos devido aos excrementos açucarados. 28
29 Eurhizococcus brasiliensis Danos Infesta raízes das parreiras; definhamento progressivo da videira; (Foto: E. Hickel) redução da produção; morte das plantas. 29
30 Corós-pragas corós-pragas mais importantes culturas produtoras de grãos Trigo, outros cereais de inverno (aveia, centeio, cevada e triticale), milho, canola e soja. 30
31 Diloboderus abderus Diloboderusabderus (Sturm) (Coleoptera: Melolonthidae) Importância Econômica Em pastagens, gramados Predominância Argentina, Uruguai e Brasil Brasil Rio Grande do Sul Espécie Univoltina Coró-das-pastagens Profundidade solo = 10 e 19 cm 31
32 Diloboderus abderus Ciclo biológico Fonte: Salvadori, 2004 Ciclo de vida de Diloboderus abderus e relação com o ciclo das culturas de trigo, soja e milho no Rio Grande 32 do Sul.
33 Diloboderus abderus Bioecologia Adultos = hábito crepuscular 19h15min às 20h30min; revoadas importante mecanismo de sobrevivência e disseminação; duração do período larval é de 225 dias; Movimentação influenciada pela disponibilidade de alimento, temperatura, umidade e tipo de solo. (Silva & Loeck, 1996) 33
34 Diloboderus abderus Danos Larvas, especialmente as de 3º instar; alimentam de raízes, sementes e parte aérea de plantas pequenas. Mortalidade de plântulas e diminuição da produtividade. 34
35 Importância Econômica Diloboderus abderus Sua ocorrência está associada ao Plantio direto. Requisitos biológicos = restos culturais Larvas de 3º ínstar Danos são mais evidentes nas culturas de inverno (maio-setembro). 35
36 Importância Econômica Diloboderus abderus Secundariamente = Pode proporcionar benefícios galerias verticais no solo; Mineralização de nutrientes; aumento da densidade e distribuição de organismos no perfil do solo. 36
37 Diloboderus abderus (A) (B) (C) (D) Teores de fósforo (A), cálcio (B), potássio (C) e matéria orgânica (D) no perfil do solo e em câmaras com larvas 37 de Diloboderus abdereus. Fonte: Gassen & Kochann (1993)
38 Phyllophaga triticophaga Coró-do-trigo Phyllophaga triticophaga (Coleoptera: Melolonthidae) uma das espécies mais comuns em sistemas de produção que incluem trigo e outros cereais de inverno no RS; espécie polífaga de hábito rizófago; danos também em: aveia, cevada, triticale e centeio; além de culturas de verão como: soja e milho 38
39 Phyllophaga triticophaga Coró-do-trigo Sob sistema convencional e plantio direto; Larvas vivem próximas a superfície do solo; As larvas alimentam-se principalmente de raízes, mas também consomem sementes e a parte aérea de pequenas plantas; Não foi constatado a alimentação de adultos. 39
40 Phyllophaga triticophaga Ciclo biológico O ciclo de vida da espécie completa-se em 2 anos Fonte: Salvadori,
41 Dinâmica populacional Phyllophaga triticophaga Flutuam naturalmente em função de inimigos naturais e condições ambientais; Altas infestações em áreas até então sem problemas evidentes causados por este coró; Condições extremas de excesso ou falta de umidade no solo são prejudiciais ao desenvolvimento e sobrevivência da espécie. 41
42 Phyllophaga triticophaga Danos Mortalidade de plântulas; Diminuição da capacidade produtiva de plantas; Populações de 20 a 30 corós/ m 2 redução no rendimento de grãos superiores a 50% (Salvadori, 2000) Sintomas: murchamento, secamento, morte e desaparecimento de plântulas. 42
43 Nem todo coró presente no solo representa ameaça. Espécies não-rizófagas: construtoras de galerias infiltração de água das chuvas; incorporação de nutrientes; crescimento de raízes; melhor estruturação física do solo. Hábitos alimentares facultativos: toleradas até certa densidade populacional; 43
44 Corós não pragas O coró-pequeno (Cyclocephala flavipennis), muito abundante em lavouras, sob plantio direto e em pastagens, não causa danos consideráveis (Salvadori, 1999); Benefícios: Alimenta-se de palha e não causa danos às plantas cultivadas, mesmo em populações elevadas (100 larvas/m2). 44
45 Corós não pragas O coró-da-palha (Bothynus sp.) pode ser caracterizado como símbolo do plantio direto, pela adaptação às condições de lavouras. Ocorrência: Desde o sul do Brasil até a região Amazônica. Benefícios: incorporação de palha e depósito de excrementos em galerias profundas e pela ausência de danos diretos às plantas cultivadas 45
46 Corós não pragas Diversas espécies de corós coprófagos: Promovem a decomposição e a incorporação do esterco de animais, bem como o controle biológico de pragas de importância veterinária (Honer et al., 1992). 46
47 Agradecimento à: Bióloga, Doutoranda, Departamento de Fitossanidade, FAEM/UFPel Adrise Medeiros Nunes Na Natureza tudo se transforma em mais Natureza. 47
Dentre as diversas espécies de corós. Paulo Roberto V. S. Pereira1, José Roberto Salvadori1. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 204 ISSN 1517-4964 Dezembro, 2006 Passo Fundo, RS Fotos/Imagens: Paulo Roberto V. S. Pereira Guia para identificação de corós rizófagos (Coleoptera:
Cultivo do Milheto. Os principais insetos que atacam a cultura do milheto podem ser divididos em:
Sumário Apresentação Importância econômica Clima Ecofisiologia Fertilidade de solos Cultivares Plantio Plantas daninhas Doenças Pragas Colheita e pós-colheita Referências Glossário Autores Expediente Pragas
AÇÃO DE INSETICIDAS SOBRE O PERCEVEJO CASTANHO Scaptocoris castanea Perty, 1833 (HEMIPTERA: CYDNIDAE) NA CULTURA DO ALGODOEIRO *
AÇÃO DE INSETICIDAS SOBRE O PERCEVEJO CASTANHO Scaptocoris castanea Perty, 833 (HEMIPTERA: CYDNIDAE) NA CULTURA DO ALGODOEIRO * Crébio José Ávila, Sérgio Arce Gómez 2. () Embrapa Agropecuária Oeste, Rodovia
Plantio direto favorece controle natural de pragas
Ecoagricultura Plantio direto favorece controle natural de pragas Lenita Jacob Oliveira, José Roberto Salvadori e Ivan Carlos Corso* São diversas as características do Sistema de Plantio Direto (SPD) que
AMOSTRAGEM DE PRAGAS EM SOJA. Beatriz S. Corrêa Ferreira Entomologia
AMOSTRAGEM DE PRAGAS EM SOJA Beatriz S. Corrêa Ferreira Entomologia INSETICIDAS CONTROLE BIOLÓGICO FEROMÔNIOS MANIPULAÇÃO GENÉTICA DE PRAGAS VARIEDADES RESISTENTES A INSETOS (plantas modificadas geneticamente)
Viabilidade do Biocontrole de Pragas em Sistemas Integrados. Sergio Abud Biólogo Embrapa Cerrados
Viabilidade do Biocontrole de Pragas em Sistemas Integrados Sergio Abud Biólogo Embrapa Cerrados Ameaças Fitossanitárias Segundo a Sociedade Brasileira de Defesa Agropecuária (SBDA), 150 Pragas Quarentenárias
AS CINCO PRINCIPAIS LAGARTAS DA CULTURA DO MILHO NO BRASIL.
INFORMATIVO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO ANO 2 NÚMERO 1 ABRIL 2013 AS CINCO PRINCIPAIS LAGARTAS DA CULTURA DO MILHO NO BRASIL. A cultura do milho é uma das mais importantes na agricultura brasileira,
MANEJO BIOLÓGICO DE PRAGAS DE SOLO
4º TECNOBIO PRAGAS MANEJO BIOLÓGICO DE PRAGAS DE SOLO Enrico De Beni Arrigoni ENRICO ARRIGONI SOLUÇÕES EM MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS LTDA. (019) 97128-6262 17 DE AGOSTO DE 2016 Importância econômica das
Manejo integrado de corós em trigo e culturas associadas
203 Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ISSN 1517-4964 Dezembro, 2006 Passo Fundo, RS Foto: José Roberto Salvadori Manejo integrado de corós em trigo e culturas associadas José Roberto
Sistema Embrapa de Produção Agroindustrial de Sorgo Sacarino para Bioetanol Sistema BRS1G Tecnologia Qualidade Embrapa
57 Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento e cadastrados na secretaria de Agricultura de cada estado. Normas gerais para o uso de defensivos agrícolas Antes da aquisição de qualquer herbicida,
Produção de sementes Espaçamento entre as linhas (cm)
Adubação Verde ADUBAÇÃO VERDE O que é adubação verde Consiste no cultivo e na incorporação ao solo de plantas (principalmente as leguminosas) que contribuem para a melhoria das condições físicas, químicas
Tecnologias de Manejo As cinco principais lagartas da cultura do milho no Brasil
A cultura do milho é uma das mais importantes na agricultura brasileira. Presente em mais de 14 milhões de hectares, representa uma importante fonte de renda e desenvolvimento para muitas regiões produtoras
PRAGAS DE GRÃOS ARMAZENADOS
PRAGAS DE GRÃOS ARMAZENADOS 1 Tipos de Pragas Conforme hábito alimentar são considerados: Pragas primárias Pragas primárias Internas Pragas primárias Externas Pragas secundárias PRAGAS PRIMÁRIAS São capazes
LEVANTAMENTO PRELIMINAR DA ENTOMOFAUNA DAS PRAÇAS DE BAGÉ, RS - ORDEM COLEOPTERA
LEVANTAMENTO PRELIMINAR DA ENTOMOFAUNA DAS PRAÇAS DE BAGÉ, RS - ORDEM COLEOPTERA BONFADA, Y.¹, CIMIRRO, L.¹, RAMOS, T.¹ ¹ Universidade da Região da Campanha URCAMP/Campus Bagé Bagé RS Brasil RESUMO Devido
Controle biológico de percevejo castanho da raiz [ Scaptocoris castanea Perty (1830)] Resumo:
Controle biológico de percevejo castanho da raiz [Scaptocoris castanea Perty (1830)] Resumo: Com o objetivo de avaliar a eficiência de dois fungos entomopatogênicos, no controle do percevejo castanho da
6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS
6.4 CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS Prejuízos: -Competição por água; -Competição por luz; -Competição por nutrientes; -Hospedeiros de pragas e doenças; -Interferência na operação de colheita. Período de competição:
Manejo de Doenças do Solo
Manejo de Doenças do Solo Eng. Agr. Nilvo Altmann Sócio Proprietário e Diretor Técnico SIGMA SOLUÇÕES AGRONÔMICAS LTDA ROTEIRO DA PALESTRA Identificação e manejo de rebouleiras nas lavouras Evolução dos
PRAGAS DA CULTURA DO MILHO FORRAGEIRO
PRAGAS DA CULTURA DO MILHO FORRAGEIRO Paulo Afonso Viana 1 Vários fatores contribuem para reduzir a produtividade da cultura do milho. Entre eles, destacam-se os insetos-pragas. Para o milho forrageiro,
USO DE INSETICIDAS PARA PERCEVEJOS E LAGARTAS NA CULTURA DO MILHO SEMEANDO O FUTURO
USO DE INSETICIDAS PARA PERCEVEJOS E LAGARTAS NA CULTURA DO MILHO INTRODUÇÃO A fase de implantação da lavoura, partindo da escolha de sementes de qualidade até o manejo fitossanitário inicial, é fundamental
VII Workshop Tecnológico sobre Pragas da Cana-de-Açúcar
VII Workshop Tecnológico sobre Pragas da Cana-de-Açúcar Projeto Programa de Pesquisa em Políticas Públicas Sessão 1: Pragas de solo Palestrante: Enrico De Beni Arrigoni Centro de Tecnologia Canavieira
Importância do Manejo de Solos
CENTRO UNIVERSITÁRIO DO TRIÂNGULO IMPORTÂNCIA DO SOLO O seu uso adequado, além de garantir o suprimento de água para Importância do Manejo de Solos as culturas, criações e comunidades; previne a erosão
CLASSIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE PLANTAS: MCNEW GRUPO III ABSORÇÃO DE ÁGUA E SAIS MINEIRAIS. Grupo III PODRIDÕES DE RAÍZ E COLO
CLASSIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE MCNEW Processos fisiológicos vitais: Grupos de doenças: CLASSIFICAÇÃO DE DOENÇAS DE PLANTAS: MCNEW GRUPO III MARGARETE CAMARGO Segundo semestre de 2013 1. Acúmulo de material
RUI MANGIERI A AGROPECUÁRIA NO MUNDO
RUI MANGIERI A AGROPECUÁRIA NO MUNDO A agropecuária na América Anglo- Saxônica I- Os norte-americanos são os principais representantes da agropecuária comercial no mundo,com cultivos e criações intensamente
Pragas da cultura da erva-mate. ERVA-MATE - Ilex paraguariensis St. Hil., Família Aquifolíaceae
Pragas da cultura da erva-mate ERVA-MATE - Ilex paraguariensis St. Hil., Família Aquifolíaceae ÁREA DE OCORRÊNCIA NO BRASIL Mato Grosso do Sul,Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul IMPORTÂNCIA ECONÔMICA
08/04/2013 PRAGAS DO FEIJOEIRO. Broca do caule (Elasmopalpus legnosellus) Lagarta rosca (Agrotis ipsilon)
Pragas que atacam as plântulas PRAGAS DO FEIJOEIRO Pragas que atacam as folhas Lagarta enroladeira (Omiodes indicata) Pragas que atacam as vargens Lagarta elasmo (ataca também a soja, algodão, milho, arroz,
O presente estudo foi instalado no município de Alfenas-MG, a 900 m de altitude. Rodolfo Carvalho Cesar de San Juan 1
ESTUDO DO EFEITO DO INSETICIDA CROPSTAR SOBRE PLANTAS DE MILHO CONVENCIONAL E Bt YIELDGARD E HERCULEX SUBMETIDAS À ALTA PRESSÃO DE ATAQUE DE Spodoptera frugiperda Rodolfo Carvalho Cesar de San Juan 1 1.
Manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho
Manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho Atualmente, pode-se dizer que um dos aspectos mais importantes no manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho refere-se à época de aplicação e
PRINCIPAIS PRAGAS INICIAIS PARA AS CULTURAS DE SOJA E MILHO
INFORMATIVO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO ANO 3 NÚMERO 10 OUTUBRO 2014 PRINCIPAIS PRAGAS INICIAIS PARA AS CULTURAS DE SOJA E MILHO Introdução Os insetos de hábito subterrâneo que se alimentam de plantas
Manejo integrado das principais pragas que atacam a cultura do milho no país
Controle Manejo integrado das principais pragas que atacam a cultura do milho no país Crébio José Ávila * Freeimages / Zeeshan Qureshi Lagartas atacam folhas e espigas: controle pode ser realizado com
Rui Scaramella Furiatti Furiatti, 2009
Rui Scaramella Furiatti [email protected] Furiatti, 2009 Furiatti, 2009 Vaquinha - Diabrotica speciosa Inseto polífago Por um lado reduz a possibilidade de seleção de populações resistentes a inseticidas
Pragas comuns no sistema algodão-soja-milho
Pragas comuns no sistema algodão-soja-milho Grupos Algodão Soja Milho e Sorgo Ácaros Ácaro-rajado Tetranychus urticae Ácaro-branco Polyphagotarsonemus latus Manchas avermelhadas a partir das nervuras,
BROCA GIGANTE. Como controlar esta praga? Telchin licus licus (Lepidoptera, Castniidae) José de Souza Santos Consultor
BROCA GIGANTE Telchin licus licus (Lepidoptera, Castniidae) Como controlar esta praga? José de Souza Santos Consultor IMPORTÂNCIA ECONÔMICA CONSIDERADA UMA DAS MAIS IMPORTANTES PRAGAS DA CANA NO NORDESTE
Tecnologias de Manejo Manejo Integrado de Milho Bt
O milho Bt é obtido por meio da transformação genética de plantas de milho com genes da bactéria Bacillus thuringiensis, os quais resultam em proteínas com ação inseticida. Uma inovação que exige muita
OCORRÊNCIA DE PRAGAS E DOENÇAS DO CONSÓRCIO DE MILHO (Zea mays) E FEIJÃO (Vigna unguiculata L. Walp)
OCORRÊNCIA DE PRAGAS E DOENÇAS DO CONSÓRCIO DE MILHO (Zea mays) E FEIJÃO (Vigna unguiculata L. Walp) Éley Rute Oliveira da Costa 1 ; Edivânia de Oliveira Santana 2 ; Ricardo Aparecido Bento 3 ; Evandro
TÉCNICA CULTURAL PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES
1 TÉCNICA CULTURAL PARA PRODUÇÃO DE SEMENTES 1. Introdução Silvio Moure Cicero Instalação de campos de produção de sementes requer planejamento muito criterioso: diferentes espécies requerem técnicas especiais;
7. Manejo de pragas. compreende as principais causadoras de danos na citricultura do Rio Grande do Sul. Mosca-das-frutas sul-americana
Tecnologias para Produção de Citros na Propriedade de Base Familiar 63 7. Manejo de pragas Dori Edson Nava A cultura dos citros possui no Brasil mais de 50 espécies de artrópodes-praga, das quais pelo
Documentos. ISSN Dezembro, Lepidoptera como Pragas de Milho
Documentos ISSN 1518-4277 Dezembro, 2010 111 Lepidoptera como Pragas de Milho Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo Ministério da Agricultura, Pecuária
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS (MIPD)
MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS (MIPD) Envolve a seleção, integração, e implementação de táticas de manejo de plantas daninhas, levando em consideração as conseqüências econômicas, ecológicas e sociológicas
Nematoides em Plantio Direto no Brasil
Nematoides em Plantio Direto no Brasil Andressa C. Z. Machado Pesquisadora IAPAR Nematologista Importância Perdas mundiais de 10-15% por ano 100 bilhões de dólares Grande número de espécies Extremamente
MIP - Unidades de Referência (UR) e Resultados do Monitoramento da Safra Soja 2015/16
MIP - Unidades de Referência (UR) e Resultados do Monitoramento da Safra Soja 2015/16 Eng. Agr. Ms. Fernando Teixeira de Oliveira InsJtuto Emater Andirá-PR 43 3538-4504 E-mail: [email protected]
Tecnologias de Manejo Nematoides da soja e cultura do milho: mitos e verdades
No Brasil, tem sido relatado um aumento de incidência de nematoides e maior preocupação dos agricultores. Segundo pesquisadores da Embrapa Dourados, MS, os maiores prejuízos vêm sendo registrados na região
Programa de Pós-Graduação UFAL JUN
MESTRADO Proteção de Plantas 2 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS 1. Dentre os insetos sugadores considerados pragas de plantas podem ser incluídos: A) Cigarrinhas, besouros e formigas B) Percevejos, pulgões e
O plantio compreende a colocação do órgão da planta no solo, de tal forma que ele tenha condição de germinar.
SEMEADORAS 1 O plantio compreende a colocação do órgão da planta no solo, de tal forma que ele tenha condição de germinar. O órgão da planta utilizado para sua propagação pode ser: semente, tubérculo,
QUALIDADE DE SEMENTES CARACTERÍSTICAS QUE AFETAM A QUALIDADE DAS SEMENTES. Componentes:
LPV - 0638: PRODUÇÃO DE SEMENTES CARACTERÍSTICAS QUE AFETAM A QUALIDADE DAS SEMENTES Julio Marcos Filho Departamento de Produção Vegetal USP/ESALQ INSTALAÇÃO DE CULTURAS Planejamento Estrutura disponível
Geologia e conservação de solos. Luiz José Cruz Bezerra
Geologia e conservação de solos Luiz José Cruz Bezerra SOLO É a parte natural e integrada à paisagem que dá suporte às plantas que nele se desenvolvem. Parte mais superficial e fina da crosta terrestre.
OCORRÊNCIA E INFESTAÇÃO DE Diatraea saccharalis (FABRICIUS, 1794) (LEPIDOPTERA: CRAMBIDAE) EM SALTO DO JACUÍ - RS 1
OCORRÊNCIA E INFESTAÇÃO DE Diatraea saccharalis (FABRICIUS, 1794) (LEPIDOPTERA: CRAMBIDAE) EM SALTO DO JACUÍ - RS 1 STACKE, Regis F. 4 ; GUEDES, Jerson V. C. 2 ; STEFANELO, Lucas da S. 4 ; TOMAZI, Bruno
6.3 CALAGEM E ADUBAÇÃO
6.3 CALAGEM E ADUBAÇÃO 6.3.1 - CALAGEM Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina A quantidade de corretivo de acidez a ser usada varia conforme o Índice SMP determinado na análise do solo e a dose
1O que é. A adubação verde é uma prática agrícola utilizada há
Milton Parron Padovan Rogério Ferreira da Silva Adubação Verde - Opções para Outono/Inverno, Primavera/Verão e Espécies Perenes 1O que é. A adubação verde é uma prática agrícola utilizada há milhares de
CULTIVO DE ARROZ DE TERRAS ALTAS
CULTIVO DE ARROZ DE TERRAS ALTAS Agenor Vicente Pelissa-(Diretor, Sócio- Proprietário da Agropel Sementes ) Berenice Teodosio dos Santos Engª. Agrônoma/Responsável Técnica Fábio Fadanelli Técnico em Agropecuária/Rep.Téc.
Método Mecânico de Controlo de Rato de Campo
DIRECÇÃO NACIONAL DE AGRICULTURA E SILVICULTURA Método Mecânico de Controlo de Rato de Campo Transferência de Tecnologia, 30 de Novembro e 1 de Dezembro de 2015 1 1. Introdução 2. Descrição da experiência
Pragas. Larva-arame (Conoderus spp., Melanotus spp)
Cultivo do Milho Economia de Produção Zoneamento Agrícola Clima e Solo Ecofisiologia Manejo de Solos Fertilidade de Solos Cultivares Plantio Irrigação Plantas daninhas Doenças Pragas Colheita e pós-colheita
Ocorrência de artrópodes em área recuperada com o Sistema de Integração Lavoura- Pecuária 1. Paulo A. Viana 2 e Maria C. M.
Ocorrência de artrópodes em área recuperada com o Sistema de Integração Lavoura- Pecuária Paulo A. Viana e Maria C. M. Viana 3 Pesquisador Embrapa Milho e Sorgo, [email protected]. CP. 5, CEP 357-97,
A tecnologia INSIDE protegendo o potencial de sementes e plântulas
A tecnologia INSIDE protegendo o potencial de sementes e plântulas João Carlos Nunes - Ger. TS Latam Nufarm CSM PR _ Agosto, 2016 INSIDE FS é o novo inseticida para tratamento de sementes no portfólio
A agricultura: Atividade económica do setor primário; A palavra agricultura significa a cultura do campo;
A agricultura A agricultura: Atividade económica do setor primário; A palavra agricultura significa a cultura do campo; Paisagem agrária: É a forma de cultivo e a divisão dos campos; É condicionada por
COMPLEXO SPODOPTERA: IDENTIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES E AVALIAÇÃO DE DANOS NA ESCALA DAVIS.
INFORMATIVO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO ANO 2 NÚMERO 2 MAIO 2013 COMPLEXO SPODOPTERA: IDENTIFICAÇÃO DAS ESPÉCIES E AVALIAÇÃO DE DANOS NA ESCALA DAVIS. 1 - O COMPLEXO SPODOPTERA Spodoptera frugiperda
QUALIDADE DE SEMENTES CARACTERÍSTICAS QUE AFETAM A QUALIDADE DAS SEMENTES QUALIDADE DE SEMENTES 1. PUREZA GENÉTICA. Sementes geneticamente puras
LPV - 0638: PRODUÇÃO DE SEMENTES CARACTERÍSTICAS QUE AFETAM A QUALIDADE DAS SEMENTES Julio Marcos Filho Departamento de Produção Vegetal USP/ESALQ INSTALAÇÃO DE CULTURAS Estrutura disponível Planejamento
GASTOS COM INSETICIDAS, FUNGICIDAS E HERBICIDAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA, BRASIL,
GASTOS COM INSETICIDAS, FUNGICIDAS E HERBICIDAS NA CULTURA DO MILHO SAFRINHA, BRASIL, 2008-2012 Maximiliano Miura (1), Alfredo Tsunechiro (2), Célia Regina Roncato Penteado Tavares Ferreira (1) Introdução
MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO NO CERRADO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO NO CERRADO Edicarlos Damacena
Posicionamento de Cultivares Convencionais
DIA DE CAMPO SOBRE MILHO CATI -MANDURI - 15/03/2017 Posicionamento de Cultivares Convencionais e Diferenças de Manejo em Relação às Transgênicas Aildson Pereira Duarte Programa Milho IAC/APTA Milho Safrinha
APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT
APRESENTAÇÃO: FERTILIZANTE TERRAPLANT DESCRIÇÃO DO PRODUTO Fertilizante proveniente de cama de aviário; Fonte de macro e micro nutrientes; Fonte excepcional de matéria orgânica. DESCRIÇÃO DO PRODUTO Para
Implicações da compactação sobre o crescimento de raízes
Implicações da compactação sobre o crescimento de raízes Moacir Tuzzin de Moraes, Eng. Agr., Dr. Henrique Debiasi, Eng. Agr., Dr. Julio C. Franchini, Eng. Agr., Dr. Londrina, 29 de junho de 2017 1 Roteiro
1 Lavouras. Cereais, leguminosas e oleaginosas. Área e Produção - Brasil 1980 a 2008
1 Lavouras 1.1 Produção de cereais, leguminosas e oleaginosas A quinta estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas 1, indica uma produção da ordem de 144,3 milhões de toneladas,
IT AGRICULTURA IRRIGADA
4 Manejo da irrigação 4.1 Introdução A água é fator limitante para o desenvolvimento agrícola, sendo que tanto a falta ou excesso afetam o crescimento, a sanidade e a produção das plantas. O manejo racional
Doenças da Pupunha no Estado do Paraná
Doenças da Pupunha no Estado do Paraná Álvaro Figueredo dos Santos Dauri José Tessmann João Batista Vida Rudimar Mafacioli A pupunha é cultura de introdução recente no Estado do Paraná e tem sido cultivada
MILHO PARA SILAGEM E SEU EFEITO SOBRE O MANEJO DO SOLO. Dr. Rodrigo Pizzani
MILHO PARA SILAGEM E SEU EFEITO SOBRE O MANEJO DO SOLO Dr. Rodrigo Pizzani Cenário atual: desafios para agricultura Alimentar 9 bilhões de pessoas em 2050 Contornar problemas: Fatores-chaves para atingir
AGRICULTURA GERAL. Conceito COMPOSTAGEM COMPOSTAGEM POMBAL PB. Prof. Dr. Francisco Hevilásio F. Pereira (UAGRA/CCTA/UFCG)
AGRICULTURA GERAL COMPOSTAGEM POMBAL PB COMPOSTAGEM Conceito 1) Processo de transformação de materiais orgânicos grosseiros (palhas, estercos, etc.) em composto orgânico prontamente utilizáveis na agricultura
BALANÇO DE NUTRIENTES NA AGRICULTURA DO CERRADO. Dr. Eros Francisco Diretor Adjunto do IPNI
BALANÇO DE NUTRIENTES NA AGRICULTURA DO CERRADO Dr. Eros Francisco Diretor Adjunto do IPNI IPNI ü O International Plant Nutrition Institute (IPNI) é uma organização nova, sem fins lucrativos, dedicada
LSPA. Levantamento Sistemático da Produção Agrícola. Dezembro de Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas no ano civil
Diretoria de Pesquisas Coordenação de Agropecuária Gerência de Agricultura LSPA Dezembro de 2013 Levantamento Sistemático da Produção Agrícola Pesquisa mensal de previsão e acompanhamento das safras agrícolas
CURSO DE AGRONOMIA FERTILIDADE DO SOLO
CURSO DE AGRONOMIA FERTILIDADE DO SOLO Prof. Leandro Souza da Silva Prof. Carlos Alberto Ceretta Prof. Danilo R. dos Santos Aula 1 Bases conceituais à fertilidade do solo Fertilidade do solo Solo -Sistema
AGR 146 Entomologia Geral Aula Teórica 8
AGR 146 Entomologia Geral Aula Teórica 8 Introdução às interações ecológicas Todos os organismos ou conjunto de organismos (populações) que compartilham de um mesmo local, no tempo e no espaço, estão sujeitos
Insetos que atacam raízes e nódulos da soja 75 INSETOS QUE ATACAM RAÍZES E NÓDULOS DA SOJA
Insetos que atacam raízes e nódulos da soja 75 Capítulo 2 INSETOS QUE ATACAM RAÍZES E NÓDULOS DA SOJA Lenita Jacob Oliveira Samuel Roggia José Roberto Salvadori Crébio José Ávila Paulo Marçal Fernandes
Enxofre Nutrição Mineral de Plantas ENXOFRE. Prof. Volnei Pauletti. Departamento de Solos e Engenharia Agrícola
ENXOFRE Prof. Volnei Pauletti Departamento de Solos e Engenharia Agrícola [email protected] REPRESENTAÇÃO ESQUEMÁTICA DOS PRINCIPAIS COMPONENTES E PROCESSOS DO CICLO DO ENXOFRE. Enxofre S -fontes Matéria
Epidemias Severas da Ferrugem Polissora do Milho na Região Sul do Brasil na. safra 2009/2010
Epidemias Severas da Ferrugem Polissora do Milho na Região Sul do Brasil na Autores Rodrigo Véras da Costa 1 Luciano Viana Cota 1 Dagma Dionisia da Silva 2 Douglas Ferreira Parreira 3 Leonardo Melo Pereira
Desenvolvimento do Coqueiro-Anão- Verde em Cultivo Consorciado com Laranjeira, Limoeiro e Mamoeiro
Desenvolvimento do Coqueiro-Anão- Verde em Cultivo Consorciado com Laranjeira, Limoeiro e Mamoeiro Edson Eduardo Melo Passos Joana Maria Santos Ferreira Humberto Rollemberg Fontes IV Seminário de Intensificação
ROTAÇÃO DE CULTURAS E O CONTROLE DOS NEMATÓIDES E DAS DOENÇAS. Eng. Agr. Nilvo Altmann
ROTAÇÃO DE CULTURAS E O CONTROLE DOS NEMATÓIDES E DAS DOENÇAS Eng. Agr. Nilvo Altmann Roteiro da Palestra Sustentabilidade do sistema de produção Monocultura de soja Sucessão de culturas com soja Rotação
Nematóide é o nome utilizado para os helmintos parasitas de plantas. Nematóides são animais do Sub-Reino Metazoa e Filo Nemata
FITONEMATOLOGI A Nematóide é o nome utilizado para os helmintos parasitas de plantas Nematóides são animais do Sub-Reino Metazoa e Filo Nemata CARACTERÍSTICAS Forma: cilíndricos com as extremidades afiladas
Dinâmica e manejo de doenças. Carlos A. Forcelini
Dinâmica e manejo de doenças Carlos A. Forcelini Campo Experimental UPF (28º10 S, 52º20 W, 687m) 6 km Manejo de doenças e rendimento de grãos Com manejo Sem manejo 2009 58 27 2010 56 33 2011 61 45 Fatores
Disciplina: Ciências 8º ano Turma: CONHECENDO OS CARBOIDRATOS
Disciplina: Ciências Ficha nº 8º ano Turma: CONHECENDO OS CARBOIDRATOS Nesta ficha você conhecerá: O que são os carboidratos; Onde encontrar os carboidratos; A diferença entre carboidratos de alto e baixo
Espécies de Tricogramatídeos em Posturas de Spodoptera frugiperda (Lep.: Noctuidae) e Flutuação Populacional em Cultivo de Milho
Espécies de Tricogramatídeos em Posturas de Spodoptera frugiperda (Lep.: Noctuidae) e Flutuação Populacional em Cultivo de Milho Vinícius S. Sturza 1, Cátia Câmera 1, Leandro P. Ribeiro 2 e Sônia T. B.
Levantamento dos Insetos Presentes em Espigas de Milho em Cultivo de Segunda Safra
Levantamento dos Insetos Presentes em Espigas de Milho em Cultivo de Segunda Safra Alexandre de S. Pinto, Henrique Swiech Filho, Vinícius L. Lopes e Vinicius Pedrão Instituição Universitária Moura Lacerda,
Profa Dra. Fernanda Basso Eng. Agr. Msc. Bruno Lodo
UNIPAC Curso de Agronomia Manejo Fitossanitário na Cana-de-açúcar Insetos-Pragas GRANDES CULTURAS I - Cultura da Cana-de-açúcar Profa Dra. Fernanda Basso Eng. Agr. Msc. Bruno Lodo Introdução Os danos causados
Melhoria sustentável das condições biológicas, químicas e físicas do solos dos Cerrados
Melhoria sustentável das condições biológicas, químicas e físicas do solos dos Cerrados Eng. Agr. Nilvo Altmann Sócio Proprietário e Diretor Técnico SIGMA SOLUÇÕES AGRONÔMICAS LTDA FOCO: ROTEIRO DA PALESTRA
5/12/2017. Besouros. FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA ORDEM COLEOPTERA. Coleus = caixinha, estojo. Ptera = asas ORDEM COLEOPTERA ORDEM COLEOPTERA
FACULDADE EDUCACIONAL DE MEDIANEIRA COLEOPTERA Profª. Dra. Patrícia Bellon. Coleus = caixinha, estojo Ptera = asas Besouros. Maio/2017 Nomes populares vaga-lume, bicudo, vaquinha e caruncho. CORPO 1mm
22/2/2012. Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar. Introdução. Coeficiente de esgotamento (f)
Universidade Federal de Campina Grande Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar Aula 8: Projeto Agronômico Disciplina: Irrigação e drenagem Prof.: Marcos Eric Barbosa Brito Introdução Necessidade
MAIOR PRODUTIVIDADE PARA SUA LAVOURA, SEMENTES DE MILHO E SORGO PARA GRÃOS E SILAGEM.
MAIOR PRODUTIVIDADE PARA SUA LAVOURA, SEMENTES DE MILHO E SORGO PARA GRÃOS E SILAGEM. SEMENTES BIOMATRI É SINAL VERDE PARA A PRODUTIVIDADE. Apresentamos nossa linha de produtos para a safra 2017/2018,
BIOLOGIA E PREFERÊNCIA ALIMENTAR DE Spodoptera frugiperda (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE) EM DIFERENTES FONTES HOSPEDEIRAS
BIOLOGIA E PREFERÊNCIA ALIMENTAR DE Spodoptera frugiperda (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE) EM DIFERENTES FONTES HOSPEDEIRAS BIOLOGY AND PREFERENCE FOOD Spodoptera frugiperda (LEPIDOPTERA: NOCTUIDAE) IN DIFFERENT
Tecnologias de Manejo Complexo Spodoptera Identificação das espécies e avaliação de danos na escala Davis
Complexo Spodoptera Identificação das espécies O Complexo Spodoptera Spodoptera frugiperda (Lagarta-do-cartucho) Esta praga ocorre em todas as fases da cultura do milho e pode atacar outras culturas, como
MANEJO DA MANCHA DE RAMULÁRIA E MOFO BRANCO
MANEJO DA MANCHA DE RAMULÁRIA E MOFO BRANCO Luiz Gonzaga Chitarra Fitopatologista Embrapa Algodão [email protected] ASPECTOS GERAIS MANCHA DE RAMULARIA Causada pelo fungo Ramularia areola Atk.;
Tabela 1. Dados comparativos da safra anterior em relação à atual.
11º Levantamento da Safra Baiana de Grãos De acordo com o décimo primeiro levantamento (realizado entre os dias 24 a 28 de julho de 2017), estima-se que nessa safra sejam colhidas 8.032,3 mil toneladas
QUEBRA DE PLANTAS DE SOJA
QUEBRA DE PLANTAS DE SOJA? SINTOMA Dano caracterizado por depressão na haste, logo acima do nó cotiledonar, que pode evoluir para um anelamento, resultando no tombamento ou quebra das plantas de soja.
Adubação do Milho Safrinha. Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico (IAC), Campinas
Adubação do Milho Safrinha Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico (IAC), Campinas Produtividade, kg/ha Área (milhões ha) AUMENTO DA ÁREA E PRODUTIVIDADE 8000,0 7000,0 6000,0 Total MT 7.012 5000,0
Controle químico de percevejo castanho da raiz [ Scaptocoris castanea Perty (1830)] em algodão Resumo:
Controle químico de percevejo castanho da raiz [Scaptocoris castanea Perty (1830)] em algodão Resumo: Com o objetivo de avaliar a eficiência de diversos inseticidas sobre a população de percevejo castanho
Adubos verdes para Cultivo orgânico
Adubos verdes para Cultivo orgânico Introdução A técnica conhecida como adubação verde é a utilização de plantas com finalidades específicas para melhorar o solo. A principal diferença da adubação verde
