Lista de Linguagens de Programação 19
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- Salvador Moreira Rodrigues
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1 Lista de Linguagens de Programação 19 Nome: Matrícula: 1. A passagem de parâmetros por expansão de macros é um mecanismo bastante utilizado em C. Um exemplo é dado abaixo: #define SUM(X, Y) (X) + (Y) int main(int argc, char** argv) { printf("sum = %d\n", SUM(argc, argv[0][0])); (a) Macros são expandidas por um componente do compilador chamado pré-processador. Escreva o código do programa acima, após o pré-processamento. (b) Um dos problemas com expansão de macros é a chamada captura de variáveis. Ilustre este problema com um exemplo. (c) Um outro problema é a múltipla avaliação de parâmetros, isto é, o fato de parâmetros serem avaliados múltiplas vezes pode dar ao programa um significado diferente da intenção do programador. Escreva um exemplo em C que prove que parâmetros de macros são avaliados múltiplas vezes. 1
2 2. Consider a classe abaixo, implementada em Java: class MyInt { int i; MyInt(int k) {i = k; void swap1(myint j) { MyInt tmp = j; j = new MyInt(i); i = tmp.i; void swap2(myint j) { MyInt tmp = j; j.i = i; i = tmp.i; void swap3(int j) { int tmp = j; j = i; i = tmp; Cada uma das próximas questões é completamente independente uma das outras. Estas questões devem ser respondidas com base nas definições abaixo: MyInt m1 = new MyInt(3); MyInt m2 = new MyInt(4); (a) Qual é o valor de m1.i e m2.i depois da chamada m1.swap1(m2)? (b) Qual é o valor de m1.i e m2.i depois da chamada m1.swap2(m2)? (c) Qual é o valor de m1.i e m2.i depois da chamada m1.swap3(m2)? (d) Qual é a política 1 que java adota para passar tipos primitivos (int, float, char, etc) como parâmetros de métodos? (e) Qual é a política que java adota para passar objetos como parâmetros de métodos? 1 As políticas existentes são passagem por: valor, referência, nome, expansão de matro, retorno, valorretorno e avaliação preguiçosa 2
3 3. Neste exercício você criará uma class MySet em Python que representa um conjunto de dados. Existem muitas formas de se implementar esta classe, mas para este exercício a classe será implementada como uma árvore binária de busca. Lembra aquela lista em que você implementou uma árvore assim em SML? Pois é... A árvore não precisa ser balanceada. Além da classe MySet, você precisará criar mais algumas classes, para representar os nodos da árvore, por exemplo. A classe MySet deverá ter os seguintes componentes: Um construtor, de modo que MySet() cria objetos que representam o conjunto vazio. Um método find tal que x.find(n) retorne True se n estiver presente em x, e False caso contrário. Ainda bem que a nossa árvore é uma árvore binária de busca, não é? Um método add, de tal forma que x.add(n) não retorne nenhum valor, mas tenha o efeito colateral de inserir n no conjunto x. Se n já estiver em x, então nada deve ser modificado. Um método str (), tal que x. str () retorne uma string representando o conteúdo ordenado do conjunto x. Por exemplo, caso x represente o conjunto {1, 7, 2, 5, então x. str () deveria imprimir {1, 2, 5, 7. 3
4 4. O objetivo deste exercício é entender um pouco melhor os mecanismos de passagem de parâmetros adotados em SML/NJ. Para isto, responda as duas questões abaixo: (a) Faça um experimento em ML que prove que esta linguagem não usa passagem de parâmetros por nome. (b) Escreva duas funções ML, f e g, que demonstrem que ML não faz passagem de parâmetros por expansão de macros. A função f deve chamar apenas a função g, e a função g não deve chamar nenhuma outra função. Explique os resultados que a chamada por expansão de macros produziria, e mostre os resultados que ML efetivamente produz. 4
5 5. Um dos mecanismos de passagem de parámetros chama-se passagem por nome. Na passagem por nome os parâmetros não são avaliados imediatamente. A avaliação acontece quando estes parâmetros são utilizados. Um detalhe importante, contudo, é que a avaliação acontece no contexto da chamada da função, e não no contexto da função chamada. Isto faz com que não ocorra o problema da captura de variáveis, como ocorre em expansão de macros. A idéia de passagem por nomes foi lançada em Algol, e viu uso também em Simula, aquela mesma linguagem que foi a precursora das linguagens orientadas por objeto. Por outro lado, este mecanismo acabou abandonado, pois era difícil de ser implementado, e complicava o código dos programas. É claro, entretanto, que podemos fazer coisas maravilhosas com a chamada por nome. Considere, por exemplo, a função abaixo, escrito em Simula, e responda as perguntas a seguir: Real Procedure Sigma (k, m, n, u); Name k, u; Integer k, m, n; Real u; Begin Real s:=0; k:= m; While k <= n Do Begin s:= s + u; k:= k + 1; End; Sigma:= s; End; (a) Qual o valor de Z na chamada abaixo? Z:= Sigma (i, 1, 4, i ** 2); (b) O que o programa abaixo faz? Não precisa escrever o valor calculado, somente explicar o que ele calcula: a := io.read_integer(); Z := Sigma (i, 1, 100, 1 / (i + a) ** 2); 5
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