Apreçamento de Opções
|
|
|
- Walter Amarante Rodrigues
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Apreçamento de Opções Introdução ao Mercado de Opções Aula 29 Instituto Educacional BM&FBOVESPA Prof. Paulo Lamosa Berger 06/06/2016 Confidencial Restrita Confidencial x Uso Interno Público 1 Índice Black-Scholes premissas; volatilidade histórica Exercícios Bloco 1; Black-Scholes modelo Exercícios Bloco 2; Volatilidade implícita; Exercícios Bloco
2 Prêmio da Opção Sejam: S o preço da ação, T data de vencimento da opção, e K preço de exercício da opção. O comprador de tal opção tem o direito de comprar uma unidade da ação no instante T por K unidades financeiras. Isto significa que a opção paga max( k,0), no seu vencimento. S T Qual deve ser o prêmio desta opção? 3 Suponha que o valor de K seja 60, rt = 0.08 e que seja igual a: S T 55 - Neste caso a opção paga Neste caso a opção paga Neste caso a opção paga Neste caso a opção paga... Quanto vale a opção em cada estado da natureza? E se estes fossem todos os estados da natureza, como vc calcularia o preço da opção? 4 2
3 O Prêmio de mercado de uma opção pode ser dividido em duas partes: Prêmio da Opção Valor Intrínseco = + (Valor justo) Risco (Extrínseco) (Prêmio pelo Risco) Quanto maior a volatilidade do mercado, maior será o prêmio da opção 5 Valor intrínseco: Diz respeito à relação do preço do ativo subjacente (ação) com o prêmio de exercício da opção. Se a opção possui algum valor real no seu prêmio, isto quer dizer que ela possui valor intrínseco. A fórmula para encontrá-lo é: Fórmula para Opção de Compra Valor Intrínseco = Preço da Ação Preço de Exercício da Opção, se > 0 Fórmula para Opção de Venda Valor Intrínseco = Preço de Exercício da Opção Preço da Ação, se > 0 6 3
4 Valor intrínseco: No caso de uma call com preço de exercício a 28 e preço atual da ação a 30 reais, temos um valor intrínseco de 2 reais, pois será possível exercer essa opção obtendo 2 reais de lucro. Isto porque, comprada a ação a 28 reais, pode-se vendêla a 30 reais no mercado. Observe que se o preço de exercício for superior ao preço da ação, digamos 32 reais, não é vantajoso exercer a opção, pois se pode comprar a ação a 30 no mercado. Uma call só tem valor intrínseco se o preço da ação menos o preço de exercício for positivo ou zero, caso o contrário, diremos que este não existe. O mesmo raciocínio deve ser seguido para encontrarmos o valor intrínseco de uma put, será lucrativo exercer apenas quando o preço de exercício for maior do que o preço da ação. Nesse caso, o valor intrínseco será equivalente ao preço de exercício menos o preço da ação. Da mesma forma que ocorre com a call, só teremos valor intrínseco caso a subtração resulte em um número positivo ou zero, caso contrário diremos que ele não existe. 7 Valor extrínseco: chamado de valor do tempo, também conhecido como gordura. Consiste da parte do prêmio que está fora do dinheiro (out-of-the-money OTM) e que diz respeito à expectativa do mercado em relação a uma possível movimentação futura favorável do preço do ativo objeto, dado o tempo que ainda resta até o vencimento. É a taxa cobrada pelo risco de que essa opção entre no dinheiro até o dia do vencimento. Se refere a possibilidade que ainda existe de que dê exercício nessa opção na data do vencimento. Assim, o VE é o lucro cobrado pelo lançador da opção em razão do risco que este assume. Valor Extrínseco (VE) = Preço da opção Valor Intrínseco. O valor do tempo decorre da probabilidade que a opção tem de ser exercida à medida que ainda há tempo até seu vencimento. Isso faz com que mesmo opções fora do dinheiro possuam preços positivos. 8 4
5 Preço call 9 Exemplo: Uma opção está sendo negociada no mercado a R$ 1,50 e o seu Valor Intrínseco está R$ 1,20. Sabemos então que, se subtrairmos o valor imediato de ganho (intrínseco) com o valor que o mercado está pagando pela opção, teremos o valor de risco (extrínseco), que neste caso é de R$ 0,
6 11 Opções que estão fora do dinheiro (OTM) possuem apenas valor extrínseco. E quanto mais fora do dinheiro a opção estiver, menor será o seu valor (prêmio). Isso se deve ao fato de que a probabilidade de que termine dentro do dinheiro no dia do vencimento atualmente é mínima. Neste caso, todo o valor do seu prêmio é gordura, expectativa de mercado. Nele está precificada a esperança de que o ativo objeto possa realizar um movimento volátil antes do vencimento e essa opção fique dentro do dinheiro. É o preço que se paga pela probabilidade de que isso ocorra e o risco de que a opção seja exercida. 12 6
7 Exemplo: O preço de mercado do ativo objeto OGXP3 é de R$ 10,00 e o preço de mercado da call OGXPG11 (K = 11) é de R$ 0,40. Teoricamente essa opção não tem valor real algum nas condições de atuais de mercado, pois não compensaria o seu exercício. Ninguém vai pagar R$ 0,40 para comprar o direito de comprar o ativo OGXP3 por R$ 11,00, visto que hoje no mercado à vista ele está sendo vendido a R$ 10, Opções com prazos de vencimento mais longos perdem seu VE num ritmo menor do que opções com prazos mais curtos. Assim, quanto mais perto do vencimento, menor será o valor extrínseco de uma opção. As que estão dentro do dinheiro perderão todo o seu valor extrínseco até o dia do vencimento, quando restará apenas o seu valor intrínseco. As que estão fora do dinheiro não possuem valor intrínseco algum, portanto, perderão todo o seu valor, visto que ele consiste totalmente de valor extrínseco. 14 7
8 Modelos de Precificação: Ao longo da evolução do mercado financeiro, a precificação de opções já foi realizada por meio de diversos diferentes modelos, mas atualmente os mais comuns são o Binomial e o modelo Black & Scholes. Ambos levam em consideração várias variáveis no momento de se precificar uma opção e por isso envolvem certa complexidade. No entanto isso também garante que os resultados sejam mais precisos. Devido sua relativa simplicidade e alta eficácia, o modelo Black Scholes é amplamente utilizado para encontrar os preços justos de opções. Foi elaborado por dois cientistas chamados Fisher Black e Myron Scholes, que adaptaram uma fórmula física para descrever um fenômeno financeiro que é a precificação de derivativos. Este modelo foi proposto pela primeira vez em O modelo BS leva em consideração essencialmente cinco variáveis: Volatilidade (anualizada, considerando a função financeira de cálculo de juros compostos calculada continuamente) (+/+) Taxa de Juros livre de risco (SELIC/CDI no caso brasileiro) (+/-) Tempo restante para o exercício da opção (+/+) Preço do ativo objeto (+/-) Preço de Exercício (-/+) Além do fator temporal para o exercício, que é inerente ao processo de precificação uma opção, uma vez que ele elimina as incertezas, a volatilidade é a variável de maior peso na precificação. 16 8
9 VARIÁVEIS EFEITO na CALL EFEITO na PUT Ativo-Objeto Volatilidade Taxa de Juros Evolução no tempo Preço Exercício Diminui Diminui Diminui 17 OmodeloBS,assumequeopreçodoativoobjetosegueumMBG(modelo browniano geométrico). Isso significa que o preço da ativo obedece a seguinte EDE(equação diferencial estocástica): ds = µ S dt + σs dw t Estaindicacomoopreçodaaçãoevoluiaolongodotempo: t t t depende de uma componente determinística que gera um rendimento contínuoàtaxa µ, mais um termo estocástico que depende do movimento browniano, e devido à volatilidade constante, apresenta distribuição normal. 18 9
10 Volatilidade Histórica (VH) É a volatilidade que um ativo apresentou no passado e pode ser observada em diferentes períodos de tempo. Pode-se calcular a volatilidade histórica de um ativo para a última semana, o último mês, o último ano, etc. Imagine que você queira saber qual foi a volatilidade de um ativo no último mês, ou seja, nos últimos 30 dias. Como os mercados não abrem aos finais de semana, assim, para calcular a volatilidade de um ativo para o último mês, você precisaria calcular para o período dos últimos 21 dias. O mesmo princípio deverá ser usado para o calculo da volatilidade em um ano, nesse caso 252 dias e não 365 dias. O que deve ficar claro é que a volatilidade histórica faz parte do passado e não necessariamente reflete os acontecimentos do futuro. Ela apenas é uma tentativa de estimar esse movimento. Podemos dizer que a volatilidade histórica é o ponto de partida para a tentativa de estimar a volatilidade futura. 19 Volatilidade Histórica (VH) O período de cálculo depende de cada investidor. Não deve ser muito grande para que os eventos mais recentes não tenham a sua importância reduzida. Não deve ser muito pequena, pois se corre o risco de se desprezar informações relevantes da série. O período de cálculo de 21 dias úteis é usado pelo mercado como um prazo razoável e presume-se esperar esse tipo de comportamento do ativo para os próximos 21 períodos caso a volatilidade se mantenha nos mesmos níveis. Anualizar a volatilidade é outra convenção que o mercado adota para interpretá-la, mas não significa que seu resultado refletirá o comportamento do ativo para os próximos 252 períodos. Lembre-se que volatilidade histórica é uma medida do passado
11 Volatilidade do Índice Bovespa 15 anos Hist Vol(10M) Hist Vol(30M) Hist Vol(50M) Hist Vol(100M) 80 Crise do Real Eleição de Lula como presidente Quebra do Lehman Brothers 20 0 mai-94 mai-95 mai-96 mai-97 mai-98 mai-99 mai-00 mai-01 mai-02 mai-03 mai-04 mai-05 mai-06 mai-07 mai-08 mai Volatilidade do Índice Bovespa 2 anos Hist Vol(10M) Hist Vol(30M) Hist Vol(50M) Hist Vol(100M) Quebra da Lehman Anúncio: EUA em Brothers recessão desde mai-07 jun-07 jul-07 ago-07 set-07 out-07 nov-07 dez-07 jan-08 fev-08 mar-08 abr-08 mai-08 jun-08 jul-08 ago-08 set-08 out-08 nov-08 dez-08 jan-09 fev-09 mar-09 abr
12 Volatilidade de PETR4 15 anos 120 Hist Vol(10M) Hist Vol(30M) Hist Vol(50M) Hist Vol(100M) Crise do Real Eleição de Lula como presidente Quebra da Lehman Brothers 20 0 mai/94 nov/94 mai/95 nov/95 mai/96 nov/96 mai/97 nov/97 mai/98 nov/98 mai/99 nov/99 mai/00 nov/00 mai/01 nov/01 mai/02 nov/02 mai/03 nov/03 mai/04 nov/04 mai/05 nov/05 mai/06 nov/06 mai/07 nov/07 mai/08 nov/ Volatilidade de PETR4 2 anos Hist Vol(10M) Hist Vol(30M) Hist Vol(50M) Hist Vol(100M) Quebra da Lehman Brothers Anúncio: EUA em recessão desde mai-07 jun-07 jul-07 ago-07 set-07 out-07 nov-07 dez-07 jan-08 fev-08 mar-08 abr-08 mai-08 jun-08 jul-08 ago-08 set-08 out-08 nov-08 dez-08 jan-09 fev-09 mar-09 abr
13 5/28/2016 Volatilidade Histórica (VH) em 29/03/2016 Ações Cotação ano meses meses dias mes Dias PETR4 8,44 64,87% 75,99% 88,34% 88,60% 94,85% 75,97% VALE5 11,71 61,09% 69,07% 83,43% 88,05% 93,81% 69,11% BBDC4 28,06 39,79% 46,18% 52,29% 61,11% 70,22% 69,04% ITUB4 32,13 37,49% 43,49% 47,89% 51,91% 59,45% 59,33% ELET3 6,72 51,37% 55,09% 58,49% 63,29% 66,77% 61,30% Volatilidade Histórica (VH) em 27/05/2016 Ações Cotação ano meses meses dias mes Dias PETR4 8,23 66,39% 75,95% 78,29% 61,48% 54,64% 41,45% VALE5 11,39 64,17% 77,03% 83,08% 76,96% 57,04% 41,23% BBDC4 24,07 41,20% 46,17% 52,59% 35,32% 35,64% 23,39% ITUB4 29,71 39,34% 44,39% 48,39% 37,71% 38,32% 21,94% ELET3 7,96 49,97% 55,47% 59,22% 54,63% 48,94% 62,13% 25 Cálculo da Volatilidade Histórica (VH) É o desvio padrão da amostra da série do logaritmo dos retornos do ativo objeto 1 1 ln ln Onde: σ = volatilidade dia; n = 21 dias úteis tamanho da janela ret = fator diário do retorno do ativo objeto
14 Índice Black-Scholes premissas; volatilidade histórica Exercícios Bloco 1; Black-Scholes modelo Exercícios Bloco 2; Volatilidade implícita; Exercícios Bloco Índice Black-Scholes premissas; volatilidade histórica Exercícios Bloco 1; Black-Scholes modelo Exercícios Bloco 2; Volatilidade implícita; Exercícios Bloco
15 Premissas do Modelo O preço da ação segue um movimento browniano geométrico. Vendas a descoberto são permitidas. Não há custos de transações ou taxas. Não há pagamentos de dividendos durante a existência do derivativo. Transações podem ser realizadas continuamente. A taxa de juros básica é constante e a mesma para todos os prazos de maturação. Assumindo-se ausência de arbitragens obtemos o preço justo dos derivativos. 29 Premissas do Modelo Preços da ação seguem uma distribuição lognormal Logaritmo dos retornos seguem uma distribuição normal 30 15
16 Preço da call européia c = S N( d ) Ke t t 1 r( T t) St 1 + r + 2 ln σ K d = 2 1 σ ( T t) N( d ) 2 ( T t) Onde: c = prêmio da call europeia S = preço do ativo objeto K= preço de exercício T,t = tempo R = taxa de juros σ = volatilidade d 2 = d σ 1 ( T t) Para o preço da put, basta usar a paridade: r T t c t + Ke ( ) = pt + S t 31 Índice Black-Scholes premissas; volatilidade histórica Exercícios Bloco 1; Black-Scholes modelo Exercícios Bloco 2; Volatilidade implícita; Exercícios Bloco
17 Índice Black-Scholes premissas; volatilidade histórica Exercícios Bloco 1; Black-Scholes modelo Exercícios Bloco 2; Volatilidade implícita; Exercícios Bloco Volatilidade implícita: Para um preço spot S t, strike K, taxa de juros r e vencimento T, existe uma relação única entre volatilidade e preço de uma call européia. Em particular, para qualquer preço c t (positivo e menor que S t ), existe um único nível de volatilidade σ tal que: c t = BS(S t, K, r, T t, σ) Qualquer divergência entre preços de mercado e preços teóricos podem ser devido a hipóteses incorretas do modelo ou ineficiências de mercado. É a volatilidade utilizada em um modelo de apreçamento de opções, que faz com que o prêmio originado seja igual ao que está sendo negociado
18 Volatilidade implícita: Se todo o mercado fosse homogêneo e praticasse o modelo de BS para precificar opções, as volatilidades implícitas observadas, para diferentes séries de opções sobre um mesmo ativo-objeto, deveriam ser iguais. Entretanto, observamos o mercado e nota-se que nesta situação, as volatilidades implícitas são diferentes. Isto ocorre deviso a alguns fatores: Diferentes instituições possuem diferentes estimativas de volatilidade e assim precificam opções de forma também diferentes; Existem outros modelos de precificação (binomial, Simulação Monte carlo), com premiisas diferentes; Participantes de mercado que operam somente com métodos gráficos, podem contribuir para existência de preços diferentes; 35 Volatilidade implícita: Alguns participantes de mercado também operam somente na intição, não considerando qualquer modelo de precificação; Pequenos mercados sofrem com a participação de agentes manipuladores. Com isto as volatilidades implícitas não são constantes e se observa que as mesmas tendem a subir quando são consideradas séries com preço de exercício maiores ou menores do que as séries que está at-the-money. Esta tendência é conhecida como efeito-sorriso (smile) das volatilidades implícitas. As volatilidades implícitas mais representativas são as das opções com miores volumes de negócio. As volatilidades médias podem ser calculadas, ponderando seus valores pelos volumes negociados de cada série
19 Exemplo: Verificar as volatilidades implícitas da série abaixo, mostrando graficamente o efeitosorriso, nesta oportunidade a volatilidade histórica foi calculada em 45% CALL PE VOL 13, ,93 4, ,41 1, ,7 0, ,39 0, ,6 37 Volatilidade Implícita 38 19
20 Índice Black-Scholes premissas; volatilidade histórica Exercícios Bloco 1; Black-Scholes modelo Exercícios Bloco 2; Volatilidade implícita; Exercícios Bloco
Definição. Características. Classificações da Opções. Valor das Opções. Modelo Black & Scholes. Gregas. Estratégias de Opções
Definição Características Classificações da Opções Valor das Opções Modelo Black & Scholes Gregas Estratégias de Opções O que é uma opção? É um contrato acordo - que lhe dá o direito de negociar um determinado
DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA DA FEA/USP. Aula 05.1 Opções Padrão (vanilla option)
DEPARTAMENTO DE CONTABILIDADE E ATUÁRIA DA FEA/USP EAC 0466 Precificação de Derivativos e Outros Produtos Aula 05.1 Opções Padrão (vanilla option) Ciências Atuariais 2017 Programa 1. Introdução 2. Aspectos
MANUAL DE APLICAÇÃO DO MODELO BLACK SCHOLES PARA A PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES
São Paulo, 2014 MANUAL DE APLICAÇÃO DO MODELO BLACK SCHOLES PARA A PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES Time: Guilherme Sola Raphael Noronha Luiz Razuk Mateus Schwening NassimGhosn Caio Conde Mateus Ribeiro [email protected]
A Matemática e as Finanças da Matemática Financeira
A Matemática e as Finanças da Matemática Financeira 1 1 Departamento de Matemática Faculdade de Ciências e Tecnologia Universidade de Coimbra Centro de Matemática da Universidade de Coimbra O que é a Matemática
Universidade de São Paulo. Escola de Engenharia de Lorena. O modelo Black & Scholes para tomada de decisões no mercado financeiro.
Universidade de São Paulo Escola de Engenharia de Lorena O modelo Black & Scholes para tomada de decisões no mercado financeiro. Grupo: Gabriel Padovan Professor: Dra. Rebeca Bacani Henrique Sarmento Lucas
São Paulo, 2014 MANUAL DE APLICAÇÃO DO MODELO BINOMIAL PARA A PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES
São Paulo, 2014 MANUAL DE APLICAÇÃO DO MODELO BINOMIAL PARA A PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES Objetivo do Manual O presente manual tem como objetivo explicar os conceitos básicos referentes ao Modelo Binomial de
Mercados e Instrumentos Financeiros II. Fundamentos de Opções. Mercados Futuros. Hedge com Futuros e Opções. Fundamentos de Opções
Mercados e Instrumentos Financeiros II 2 Carlos R. Godoy 22 Agenda da Aula - Aula ) Opções e Futuros comparativo 2) Termos usados 3) Tipos de opções 4) Representação de resultados com opções 5) Denominação
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
Finanças 3. Opções Lista de Exercícios
Finanças 3 Opções Lista de Exercícios Lista 9 2015 semestre 1 (finanças 1) Questão 7 Você é o trader de uma tesouraria e o investidor pediu para você construir uma estratégia de investimento envolvendo
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV. Derivativos
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV Derivativos Parte 4: Opções 1 Introdução (Ch. 8), Payoffs e Estratégias (Ch. 10) e Propriedades dos Preços das Opções (Ch. 9) Derivativos - Alexandre
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
Opções. Opção. Tipos de Opções. Uma opção de compra (call) é um contrato que te da o direito de comprar
Opções Prf. José Fajardo FGV \ EBAPE Opção É um contrato que da o direito, mais não a obrigação de comprar ou vender um determinado ativo subjacente a um determinado preço Tipos de Opções Uma opção de
Precificação de Opções
Um modelo em tempo-discreto Arthur Mendes Alves Instituto de Matemática, Estatística e Física Universidade Federal do Rio Grande 15 de dezembro de 2014 Sumário 1 Introdução Opções Arbitragem 2 Processos
AJUSTE DE STRIKE PARA OPERAÇÕES COM DELTA NEUTRO
ISSN 1984-9354 AJUSTE DE STRIKE PARA OPERAÇÕES COM DELTA NEUTRO Sidney Calenti Franco [email protected] Resumo: Com o atual momento de incertezas no cenário econômico do país, este trabalho utiliza
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV. Curso de Derivativos. Alexandre Lowenkron.
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV Curso de Derivativos Alexandre Lowenkron [email protected] Derivativos - Alexandre Lowenkron Pág. 1 Bibliografia Principal: Hull,
Opções Reais. Modelagem do Ativo Básico. Processos Estocásticos. Modelando Incerteza. Processos Estocásticos. IAG PUC-Rio
Opções Reais Modelagem do Ativo Básico Prof. Luiz Brandão [email protected] IAG PUC-Rio Processos Estocásticos Modelando Incerteza Processos Estocásticos A incerteza em um projeto pode ter mais do
3 Metodologia Objetivo da análise
3 Metodologia 3.1. Objetivo da análise Esse trabalho tem como objetivo comparar os prêmios de referência da BM&F Bovespa para as opções de dólar e de futuro de Ibovespa, disponíveis a cada data analisada,
Opções de IDI. Operando Reuniões do COPOM e o CDI. Riccardo Aranha
Opções de IDI Operando Reuniões do COPOM e o CDI Sumário 1- Introdução... 2 2- CDI Certificado de Depósito Interbancário... 2 3- Taxa SELIC... 2 4- COPOM... 2 5- IDI... 3 6- Opções sobre IDI... 3 a) Exemplo
2 Mercado de Juros no Brasil
16 2 Mercado de Juros no Brasil As taxas de juros negociadas no mercado financeiro são influenciadas pelas políticas econômica, monetária e fiscal do governo federal. A expectativa do mercado por estas
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS. Lorenzo de Carvalho Digiácomo
0 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO SÓCIO ECONÔMICO CURSO DE GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS ECONÔMICAS Lorenzo de Carvalho Digiácomo MODELOS DE PRECIFICAÇÃO DE OPÇÕES DE AÇÕES: ESTRUTURANDO PORTFÓLIOS
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV. Derivativos. Parte 9: Gregas e Delta Hedging
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV Derivativos Parte 9: Gregas e Delta Hedging Derivativos - Alexandre Lowenkron Pág. 1 Fórmula de Black-Scholes Fórmula de Black-Scholes da Call Européia
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV. Curso de Derivativos. Alexandre Lowenkron.
Mestrado em Finanças e Economia Empresarial EPGE - FGV Curso de Derivativos Alexandre Lowenkron [email protected] Derivativos - Alexandre Lowenkron Pág. 1 Bibliografia Principal: Hull,
GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA
Fatores válidos para recolhimento em 01/02/2017 JANEIRO 3,4634 3,3316 3,1086 2,9486 2,7852 2,6042 2,3996 2,2471 2,0710 1,9331 1,8123 1,6867 FEVEREIRO 3,4534 3,3078 3,0941 2,9384 2,7727 2,5859 2,3888 2,2349
CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS CAPÍTULO 3 MERCADO FUTURO DE DÓLAR COMERCIAL
SUMÁRIO CAPÍTULO 1 INTRODUÇÃO CAPÍTULO 2 CONCEITOS BÁSICOS DE MERCADOS FUTUROS 2.1. Introdução 2.2. Posições 2.3. Padronização dos Contratos 2.4. Margem e Ajustes Diários 2.5. Custos Operacionais 2.6.
Prêmios de Referência para Opções sobre Ações, Índices e ETFs
Prêmis de Referência para Opções sbre Ações, Índices e ETFs Wrkshp Prêmi de Referência 14 de dezembr de 2016 Cnfidencial Restrita Cnfidencial Us Intern X Públic 1 Tópics: 1. Nvas Infrmações 2. Prêmis de
7 Modelo de Apreçamento de Opções
47 7 Modelo de Apreçamento de Opções Os modelos de Vasicek (1977) e Black-Derman-Toy (1990) foram implementados respectivamente por simulação de Monte Carlo e árvores Binomiais para o apreçamento de uma
Precificação de Opções sobre o Futuro do DI com o Modelo Black, Derman & Toy
Precificação de Opções sobre o Futuro do DI com o Modelo Black, Derman & Toy Marcos Eugênio da Silva 1 1. Introdução Um dos modelos de precificação de derivativos de instrumentos que rendem juros mais
Avaliação de Empresas Profa. Patricia Maria Bortolon
Avaliação de Empresas RISCO E RETORNO Aula 2 Retorno Total É a variação total da riqueza proporcionada por um ativo ao seu detentor. Fonte: Notas de Aula do Prof. Claudio Cunha Retorno Total Exemplo 1
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS
OPÇÕES FINANCEIRAS - Exame (resolução)
OPÇÕES FINANCEIRAS - Exame (resolução) 18/4/25 1. (a) Integrando ambos os membros entre [,t]: X t = t + Z t W 2 s dw s. Aplicando valores esperados a ambos os membros, E (X t F )=t, visto que R t W 2 s
A Importância do Uso de Estratégias com Opções André Demarco B3
A Importância do Uso de Estratégias com Opções André Demarco B3 São Paulo, 31 de agosto de 2017 AGENDA Mercado de Opções Tarifação e Custos Formador de Mercado Put Casada Operações de Financiamento com
Arbitragem de volatilidade no mercado brasileiro de opções sobre ações
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE ECONOMIA MONOGRAFIA DE BACHARELADO Arbitragem de volatilidade no mercado brasileiro de opções sobre ações Guilherme Franco Barbosa Matrícula: 105054330
Alexandre Teixeira Ferraz COMPARAÇÃO DA ADERÊNCIA DO MODELO DE BLACK- SCHOLES EM MERCADOS LÍQUIDOS E ILÍQUIDOS
Alexandre Teixeira Ferraz COMPARAÇÃO DA ADERÊNCIA DO MODELO DE BLACK- SCHOLES EM MERCADOS LÍQUIDOS E ILÍQUIDOS Trabalho de Formatura apresentado à Escola Politécnica da Universidade de São Paulo para obtenção
CÁLCULO DO PONTO DE EQUILÍBRIO PARA RECOMPRA DE OPÇÕES EM OPERAÇÕES DE LANÇAMENTO COBERTO PRÉ-ANAIS
CÁLCULO DO PONTO DE EQUILÍBRIO PARA RECOMPRA DE OPÇÕES EM OPERAÇÕES DE LANÇAMENTO COBERTO Resumo Kátia Diniz da Silva FATEC Bragança Paulista [email protected] Alexandre Leme Sanches FATEC Bragança
Certificação CPA20 V 9.8
3.5 Derivativos... 2 3.5.1 Termo, Futuros, Swaps e Opções: Características Formais dos Derivativos... 2 3.5.1.1 Contratos a Termo... 2 3.5.1.2 Contratos Futuros... 4 3.5.1.3 Contrato de SWAP... 5 3.5.1.4
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12
JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562
// Opções - descubra como funciona esse mercado. Opções - descubra como funciona esse mercado. Desenvolvido por Fernando Góes
Opções - descubra como funciona esse mercado Desenvolvido por Fernando Góes 1 Conteúdo O que são opções?... 03 Conceitos importantes para quem investe em opções... 05 Como investir... 08 Custos e impostos...
Contratos Derivativos Opções sobre Futuro de DI
Opções Sobre Futuro de Milho Contratos Derivativos Derivativo que auxilia no gerenciamento de risco e na negociaça o de taxa a termo de juro. O produto As opço es sobre contratos futuros sa o um pouco
Conhecimentos Bancários
Conhecimentos Bancários Item 3.8 Derivativos (Continuação) Mercado a Termo Mercado Futuro Swap Item 3.8 - Derivativos Mercado de Opções: Aquele em que uma parte adquire o direito de comprar (opção de compra)
Ativo Ativo--Objeto da Ação Objeto da Ação Ativo Ativo--Objeto da Ação Objeto da Ação ativ ati o v s tangíveis tangívei ou físic físi o c s, como
O QUE É? OPÇÕES AULA 9 É O DIREITO DE COMPRAR OU VENDER UM ATIVO AUM PREÇO PRÉ ESTABELECIDO DENTRO DE UM DETERMINADO PRAZO. Ativo-Objeto da Ação ativos tangíveis ou físicos, como ouro em lingotes ou um
7 Avaliação de Opções Reais Através do Método LSM
Avaliação de Opções Reais Através do Método LSM 88 7 Avaliação de Opções Reais Através do Método LSM Neste capítulo, iremos aplicar o método desenvolvido por Longstaff & Schwartz para a avaliação de opções
Safra 2016/2017. Safra 2015/2016
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868
Custos e Benefícios Fiscais do PSI e Empréstimos do Tesouro ao BNDES. 19 de agosto de 2010
Custos e Benefícios Fiscais do PSI e Empréstimos do Tesouro ao BNDES 19 de agosto de 2010 Os custos fiscais do PSI e dos empréstimos do Tesouro Nacional ao BNDES (1 de 2) Em 2009 e 2010 o Tesouro Nacional
DISTRIBUIÇÃO DOS RETORNOS DE UM ÍNDICE DE AÇÕES COM VOLATILIDADE ESTOCÁSTICA
DISTRIBUIÇÃO DOS RETORNOS DE UM ÍNDICE DE AÇÕES COM VOLATILIDADE ESTOCÁSTICA Isabel Cristina Ribeiro (BIC/CNPq-UEPG) e-mail: [email protected] José Tadeu Teles Lunardi (Orientador) e-mail: [email protected]
PROF. RICARDO RATNER ROCHMAN
Opções Reais PROF. RICARDO RATNER ROCHMAN FGV-EESP [email protected] Orçamento de Capital com o VPL A receita do bolo: Fazer a previsão dos fluxos de caixa futuros esperados do projeto Descontar os
COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA
COMO DETERMINAR O PREÇO DE UMA Modelo Cox-Ross Rubinstein Árvore recombinante de 3 passos Autores: Francisco Cavalcante([email protected]) Administrador de Empresas graduado pela EAESP/FGV. É Sócio-Diretor
Contratos Derivativos. Opções sobre Futuro de Milho
Contratos Derivativos Opções sobre Futuro de Milho Opções sobre Futuro de Milho Proteja o seu preço e administre os riscos da produção O produto O milho é muito utilizado como insumo para fabricação de
Contratos Derivativos Opções sobre Futuro de Soja Brasil
Contratos Derivativos Opções sobre Futuro de Soja Brasil O produto Opções Sobre Futuro de Soja Brasil Proteja o seu preço e administre os riscos da produção A soja é amplamente utilizada como matéria-
Lista de Exercícios 2. Exercício 1*: Considere as informações sobre um projeto de minério contidas na tabela abaixo.
FGV-MFEE Prof. Edson Gonçalves Avaliação de Empresas Monitor: Diogo Saraiva Lista de Exercícios 2 Os exercícios marcados com * deverão ser entregues e terão participação na nota final. Exercício 1*: Considere
Decifrando as Opções com o Bastter Instrutor: Bastter
Decifrando as Opções com o Bastter Instrutor: Bastter Aula 1 O Que é Fundamental para Vencer na Bolsa Você faz na BOLSA o que faz na sua VIDA Organização Financeira Mudanças de Hábitos O custo dos negócios
Opções. Opção. Tipos de Opções. Uma opção de compra (call) é um contrato que te da o direito de comprar
Opções Prf. José Fajardo EBAPE-FGV Opção É um contrato que da o direito, mais não a obrigação de comprar ou vender um determinado ativo subjacente a um determinado preço Tipos de Opções Uma opção de compra
Oferta Pública pela Arcelor Brasil
Oferta Pública pela Arcelor Brasil Relação com Investidores Maio de -1- Avisos Considerações Futuras Este documento contêm considerações futuras e declarações sobre a Mittal Steel Company N.V. ( Arcelor
TAXAS DE CÂMBIO E O MERCADO DE CÂMBIO: ENFOQUE DE ATIVOS
TAXAS DE CÂMBIO E O MERCADO DE CÂMBIO: ENFOQUE DE ATIVOS R e f e r ê n c i a : Cap. 1 4 d e E c o n o m i a I n t e r n a c i o n a l : T e o r i a e P o l í t i c a, 10ª. E d i ç ã o P a u l R. K r u
Turbo Warrants Sumário Executivo. Definição. Turbo Warrants. Inline Warrants 1/281
Sumário Executivo 1. Definição 2. Turbo Warrants 3. Inline Warrants 1/281 Sumário Executivo 1. Definição 2. Turbo Warrants 3. Inline Warrants 2/282 1 - Definição O que são Warrants? Valores mobiliários
Ajuste de dados de Volatilidade Implí cita por meio da parametrizaça o SVI
Ajuste de dados de Volatilidade Implí cita por meio da parametrizaça o SVI 1 Resumo Esta proposta apresenta a parametrização SVI (de Stochastic Volatility Inspired) como alternativa à parametrização por
H11 GESTÃO DE RECURSOS LTDA.
H11 GESTÃO DE RECURSOS LTDA. Empresa: Documento: H11 Gestão de Recursos Ltda. Versão anterior: 30/09/2015 Atualização: 18/02/2016 Data Emissão / Revisão n.º revisão: 18/02/2016 ver. 2 Página: 2 Introdução:
13. Derivativos 1/3/2009 1
13. Derivativos 13.1 Mercados futuros 13.2 Participantes do mercado futuro 13.3 Os preços no mercado futuro 13.4 Exemplo ilustrativo venda a descoberto 13.5 Mercado de opções 13.6 Opção de compra e de
Apresentação disciplina ECO034
215 Apresentação disciplina ECO34 Panorama do primeiro semestre de 215 Alguns fatores no primeiro semestre de 215 vêm afetando a economia, e fazendo com que a população diminua o seu consumo. Aceleração
Taxas de câmbio e o mercado de câmbio: enfoque de ativos
Taxas de câmbio e o mercado de câmbio: enfoque de ativos Referência: Cap 14 de Economia Internacional: Teoria e Política, 6ª. Edição Paul R. Krugman e Maurice Obstfeld Economia Internacional II - Material
RISCO E RETORNO. Exemplo: Probabilidade Investimento A Investimento B
RISCO E RETORNO 1 Mai/17 - Considerações iniciais Risco e retorno são variáveis básicas da tomada de decisão de investimentos. Genericamente, o risco é uma medida de volatilidade ou incerteza dos retornos,
Série 34 E 35 Relatório de Acompanhamento do CRI 31-jan-14
31-jan-14 a - Juros 6.691.919,50 a - Juros 1.672.979,81 b - Amortização 3.757.333,97 b - Amortização 939.333,65 a - Saldo atual dos CRI Seniors (984.936.461,48) b - Saldo atual dos CRI Junior (246.234.105,79)
Câmbio: Mecanismos de hedge. Reinaldo Gonçalves
Câmbio: Mecanismos de hedge Reinaldo Gonçalves [email protected] 1 Sumário 1. Swap 2. Swap cambial reverso 3. Swap inter-bancário de moedas 4. Mercado de futuros (futures) 5. Mercado a termo
volatilidade Josué Xavier de Carvalho Rosane Riera Freire Luca Moriconi Pontifícia Universidade Católica - Rio Universidade Federal do Rio de Janeiro
Opções: cálculo a partir da flutuação empírica da volatilidade Josué Xavier de Carvalho Rosane Riera Freire Luca Moriconi Pontifícia Universidade Católica - Rio Universidade Federal do Rio de Janeiro 2010
Tema: Estimar um modelo para medir o risco sistemático das carteiras no mercado brasileiro utilizando o fator mercado e medidas de liquidez.
Aluno: Rafael Milanesi Caldeira Professor Orientador: Adriana Bruscato Bortoluzzo Tema: Estimar um modelo para medir o risco sistemático das carteiras no mercado brasileiro utilizando o fator mercado e
Fluxos de Capitais, Derivativos Financeiros e Intervenções nos Mercados de Câmbio
Fluxos de Capitais, Derivativos Financeiros e Intervenções nos Mercados de Câmbio Márcio Gomes Pinto Garcia Departamento de Economia - PUC-Rio Reunião de Conjuntura IPEA Rio de Janeiro sexta-feira, 10
ATLANTICO Paridade EUR/USD
Designação Classificação Caracterização do Produto Garantia de Capital Garantia de Remuneração Factores de Risco Instrumentos ou Variáveis Subjacentes ou Associados Perfil de Cliente recomendado ATLANTICO
Contratos Derivativos. Opções sobre Índices de Ações
Instrumentos para gestão de risco de carteiras de ações referenciadas em índices do mercado de renda variável do Brasil. O produto As opções sobre índices de ações são instrumentos derivativos criados
Técnico Diário I 10 de fevereiro de 2017 I Citi Corretora
Dólar Futuro Índice Futuro Ibovespa SP500 ECOR3 ITUB4 TAEE11 R4 3.610 81.420 - - 10.83 - - R3 3.481 72.195 73.920-9.97 - - R2 3.372 71.685 71.990-9.42-24.95 R1 3.286 67.527 68.970 2.300 9.06 40.49 22.62
Objectivo. Ephi-ciência Financeira. Introdução aos Produtos Derivados. Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação
Introdução aos Produtos Derivados Objectivo Definição e Carcterização de Opções Tipos de Opções Princípios de Avaliação João Cantiga Esteves Senior Partner ACTIVOS FINANCEIROS DERIVADOS Introdução às Opções
Forward Points de Dólar
Contratos Derivativos (FRP) A operação estruturada proporciona aos investidores o hedge de operações cambiais nos mercados a vista e futuro em uma única cotação. O produto O (FRP) é uma operação estruturada
