Relação Jurídica de Consumo
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- Maria de Lourdes Mascarenhas Cruz
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1 AULA INTRODUTÓRIA DA PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DO CONSUMIDOR INTRODUÇÃO AO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR - LEI N /90 Relação Jurídica de Consumo 1
2 1. Apresentação do curso de pós-graduação em Direito do Consumidor 2. Conteúdo programático 2
3 3. Referências bibliográficas I - Módulo Rizzatto Nunes. Curso de direito do consumidor. 11. ed. São Paulo: Saraiva,
4 3. Referências bibliográficas II - Módulo MARQUES, Cláudia Lima. Contratos no código de defesa do consumidor: o novo regime das relações contratuais. 7. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais,
5 3. Referências bibliográficas III - Módulo Viana, Joseval Martins. Prática forense em Processual Civil. 2ª edição. Salvador: JusPodivm,
6 O Código de Defesa do Consumidor e os Princípios Constitucionais 1. Conceito de princípios 2. A importância dos princípios constitucionais para interpretar o Código de Defesa do Consumidor 6
7 Art. 1º da Constituição Federal A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: III - a dignidade da pessoa humana; 7
8 Princípios Constitucionais e o Código de Defesa do Consumidor 8
9 Art. 24 da Constituição Federal Compete à União, aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: VIII - responsabilidade por dano ao meio ambiente, ao consumidor, a bens e direitos de valor artístico, estético, histórico, turístico e paisagístico; 9
10 Art. 170 da Constituição Federal A ordem econômica, fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa, tem por fim assegurar a todos existência digna, conforme os ditames da justiça social, observados os seguintes princípios: V - defesa do consumidor; 10
11 CONCEITO DE CONSUMIDOR Artigo 2º da Lei n /90 Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. 11
12 PESSOA FÍSICA Pessoa física é todo ser humano enquanto indivíduo a partir de seu nascimento com vida até a morte. 12
13 PESSOA JURÍDICA Pessoa jurídica é a união de pessoas naturais, ou pessoas físicas, reconhecidas pela ordem jurídica como sujeito de direitos e obrigações. 13
14 PESSOA JURÍDICA COMO CONSUMIDORA A pessoa jurídica adquire produtos e utiliza serviços Exemplos: aquisição de maquinário para produção de matéria-prima, contratação de ascensorista. 14
15 O legislador consumerista entendeu por bem empregar o verbo adquirir para produtos e o verbo utilizar para serviços. 15
16 A aquisição de produtos pode ser gratuita? 16
17 DESTINATÁRIO FINAL CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR CONSUMIDOR C0NCESSIONÁRIA 17
18 DIREITO CIVIL CONCESSIONÁRIA AUTOMÓVEIS 18
19 CONCEITO DE FORNECEDOR Art. 3º da Lei n /90 Fornecedor é toda pessoa física ou jurídica, pública ou privada, nacional ou estrangeira, bem como os entes despersonalizados, que desenvolvem atividade de produção, montagem, criação, construção, transformação, importação, exportação, distribuição ou comercialização de produtos ou prestação de serviços. 19
20 COMPRA E VENDA DE VEÍCULO ENTRE ADVOGADOS 20
21 RELAÇÃO JURÍDICA DE CONSUMO Aquisição de produtos e utilização da prestação de serviço na relação jurídica de consumo. 21
22 RESPONSABILIDADE OBJETIVA DO FORNECEDOR - Art. 14 do CDC O fornecedor de serviços responde, independentemente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados aos consumidores por defeitos relativos à prestação dos serviços, bem como por informações insuficientes ou inadequadas sobre sua fruição e riscos. 22
23 23
24 DANOS MORAIS E MATERIAIS. Furto de objetos deixados no interior do veículo em estacionamento de lanchonete. Estabelecimento comercial que ao disponibilizar estacionamento, mesmo que gratuito, tem responsabilidade pela guarda e vigilância sobre os veículos. Súm. 130/STJ. Documentos juntados aos autos suficientes à demonstração de que parte dos objetos furtados se encontrava, de fato, no interior do veículo. Apresentação, ademais, das notas fiscais relativas aos pertences do consumidor, atestando a sua existência e o seu valor. Indenização material que é devida excepcionalmente, dadas as peculiaridades do caso concreto. Dano moral não evidenciado, eis que não atingidos os direitos da personalidade do consumidor, com gravidade suficiente a caracterizar essa espécie de prejuízo. Sentença mantida. Sucumbência recíproca. Recursos desprovidos. TJSP; Apelação ; Relator (a): Teixeira Leite; Órgão Julgador: 4ª Câmara de Direito Privado; Foro de Mogi das Cruzes - 6ª Vara Cível; Data do Julgamento: 05/12/2017; Data de Registro: 05/12/2017). 24
25 SÚMULA N. 130 DO STJ A empresa responde, perante o cliente, pela reparação de dano ou furto de veiculo ocorridos em seu estacionamento. 25
26 INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA NO CDC - Entendendo um pouco do procedimento das ações judiciais que envolvem relação de consumo Ação Judicial do Direito do Consumidor que discute matéria de direito A quem compete provar o defeito do produto ou a má prestação de serviço? Na relação de consumo, necessitando a perícia, a quem compete arcar com o pagamento do perito? 26
27 Artigo 6º, inciso VIII, do CDC Art. 6º São direitos básicos do consumidor: VIII - a facilitação da defesa de seus direitos, inclusive com a inversão do ônus da prova, a seu favor, no processo civil, quando, a critério do juiz, for verossímil a alegação ou quando for ele hipossuficiente, segundo as regras ordinárias de experiências. 27
28 AGRAVO DE INSTRUMENTO. AÇÃO INDENIZATÓRIA. DIREITO DO CONSUMIDOR. INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA. ART. 6º INCISO VIII DO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. A inversão do ônus da prova não é automática e somente se apresenta viável quando o Julgador constatar a verossimilhança das alegações ou a hipossuficiência do consumidor e a prova somente puder ser produzida pela parte contrária a que postula a produção. No caso dos autos, ainda que se trate de relação de consumo, não há como ser invertido o ônus da prova, posto que não se verifica a dificuldade declarada pela parte autora na produção de provas a comprovar seu direito. Com isso, deve prevalecer a regra da distribuição do ônus da prova conforme o artigo 373, inc. I, do Código de Processo Civil, sendo ônus da parte autora comprovar o fato constitutivo do seu direito. Forçoso, portanto, concluir pela aplicação do verbete sumular nº227 deste Egrégio Tribunal. Por conta de tais fundamentos, conheço e nego provimento ao recurso, nos termos do art. 932, inciso IV, a, do Código de Processo Civil. Des(a). ANTONIO CARLOS DOS SANTOS BITENCOURT - Julgamento: 18/12/ VIGÉSIMA SÉTIMA CÂMARA CÍVEL CONSUMIDOR AGRAVO DE INSTRUMENTO 28
29 No caso de perícia, quem arca com a pagamento? AGRAVO REGIMENTAL NO AGRAVO EM RECURSO ESPECIAL. INVERSÃO DO ÔNUS DA PROVA. HONORÁRIOS PERICIAIS. ATRIBUIÇÃO DO ÔNUS DE PAGAMENTO À PARTE CONTRÁRIA. IMPOSSIBILIDADE. PRECEDENTES. AGRAVO NÃO PROVIDO. 1. A jurisprudência do STJ orienta-se no sentido de que inversão do ônus probatório não acarreta a obrigação de suportar as despesas com a perícia, implicando, tão somente, que a parte requerida arque com as consequências jurídicas decorrentes da não produção da prova. Precedentes. 2. Agravo regimental não provido. (AgRg no AgRg no AREsp /MS, Rel. Ministro RAUL ARAÚJO, QUARTA TURMA, julgado em 07/04/2015, DJe 29/04/2015) 29
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