ESTUDANDO A MEDIUNIDADE
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- Henrique Vilanova Santos
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1 ESTUDANDO A MEDIUNIDADE
2 NEUROFISIOLOGIA DA MEDIUNIDADE Prof. Dr. Décio Iandoli Jr.
3 DEFINIÇÕES Mediunidade: Faculdade inerente a todos os seres e que lhes da a capacidade de perceber, em um grau qualquer, a influência dos espíritos*. *OLM, Cap XIV
4 SINTOMAS (CHICO XAVIER) Irritabilidade Sonolência sem motivo Dores sem diagnóstico (ectoplasmia?) Mau humor Choro inexplicável
5 SINTOMAS (MARLENE NOBRE) Distúrbios do apetite (bulimia ou anorexia) Distúrbios do sono Sonolência ou insônia Sonambulismo/ terror noturno/ bruxismo (sintomas comiciais) Distúrbios na esfera sexual Alterações da imunidade
6 MELATONINA E CATECOLAMINAS PLASMÁTICAS, ATIVIDADE ELÉTRICA CEREBRAL E ATIVIDADE AUTONÔMICA CARDÍACA DURANTE EXPERÎENCIAS ANÕMALAS EM UM CONTEXTO RELIGIOSO Ms. Marco Aurélio Vinhosa Bastos Tese de mestrado defendida na UFMS em
7 buscarporcurso/page:3/cursoid:89 Bastos Jr. MAV et al. / Arch Clin Psychiatry. 2016;43(2):20-6
8 SINTOMAS Dependem do tipo de mediunidade Predominantemente adrenérgicos: Taquicardia Aumento do tônus muscular Aumento discreto da glicemia (confirmado) Aumento do cortisol (confirmado) Cefaleia (?)
9 MEDIUNIDADE É DIAGNÓSTICO DE EXCEÇÃO Devem ser afastadas causas físicas e psicológicas antes de afirmar que determinado quadro seja decorrente da mediunidade
10 BASES NEUROFISIOLÓGICAS Mediunidade
11 ATRIBUIÇÕES DO SISTEMA NERVOSO Sensitiva Coleta de informações Integrativa Interpretação Emissão de resposta Motora Execução da resposta
12 FUNÇÃO SENSORIAL No encarnado desperto Limita-se aos receptores Visão Audição Gustação Olfação Somestésicas e proprioceptivas 5 sentidos clássicos
13 RECEPTORES (FUNÇÃO ANALÓGICA) Especializados em captar tipos específicos de estímulos
14 RECEPTORES Todos os estímulos são transformados em ondas elétricas (função digital ou binária)
15 DISCRIMINAÇÃO (INICIAL) No Diencéfalo (Tálamo)
16 TÁLAMO Concentra quase todos os estímulos sensoriais Funciona como um prisma distribuindo as informações pré-digeridas às áreas primárias
17 DISCRIMINAÇÃO (REFINADA) Telencéfalo (córtex) Discrimina Localiza Interpreta
18 HOMÚNCULO DE PENFIELD
19 ÁREAS PRIMÁRIAS E ASSOCIATIVAS Da visão Da audição Gustação Olfação Sensações somestésicas e proprioceptivas
20 NO CÓRTEX (FUNÇÃO QUÂNTICA) memória Área primária (discriminação refinada) Córtex associativo (diagnósticos sensoriais) Tálamo Área Gnósica Junta as informações de todos os córtex associativos
21 NEUROFISIOLOGIA DA MEDIUNIDADE Hipótese de Trabalho
22 SEXTO SENTIDO (MEDIUNIDADE) Receptor Sensorial Pineal
23 NEUROFISIOLOGIA DA MEDIUNIDADE (TEORIA) Córtex Direito Intuição Pineal Visual Vidência Auditivo Audiência Olfativo Olfativa Tálamo? Etc... Informação captada pode gerar uma resposta motora: Psicografia Pintura mediúnica
24 A mediunidade é uma capacidade orgânica, ligada à disposição dos tractos neurais
25 MELATONINA NA MEDIUNIDADE Efeito sedativo sobre o SNC: Presença dos receptores MEL-1a,b,c MEL-2 Concentração de receptores*: 1º Cerebelo, 2º Córtex Occipital, 3º Córtex parietal, 4º Córtex Temporal, 5º Tálamo, 6º Córtex Frontal, 7º Hipocampo *Mazzucchelli et al. The melatonin receptor in the human brain. Molecular Brain Research, 39(1996)
26 MELATONINA NA MEDIUNIDADE Moduladora Neural População de receptores + receptores = grau de consciência - receptores = grau de interferência (animismo) Distribuição dos receptores Características da mediunidade Sensorial Integrativa Motora
27 DMT Se a melatonina não é indutora do transe mediúnico, qual substância seria? Dimetiltriptamina (DMT) Ayahuasca Psicodisléptico Produzido na pineal (?)
28 O assunto é complexo e ainda merece muito estudo e muitas discussões. Considerem estas propostas como embriões dos estudos a serem desenvolvidos OBRIGADO PELA PACIÊNCIA
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