Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15"

Transcrição

1 Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 Private Banking Março de 2018 Credit Suisse Hedging-Griffo Wealth Management S.A. Este material foi desenvolvido pela Credit Suisse Hedging-Griffo e não pode ser distribuído, copiado ou reproduzido, no todo ou em partes, sem a autorização expressa da CSHG.

2 Válido a partir de Março de 2018 Área responsável Autor Contato Idioma original Escopo/destinatários Controle de Risco Credit Suisse Hedging-Griffo [email protected] Português Público em geral Versões v1. 1º de junho de 2016 v2. 30 de março de 2017 v3. Março de 2018 Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 1

3 Sumário 1. Introdução 3 2. Processo de investimento Visão geral Ativos de renda fixa Exposição por classe de ativos Exposição a indexadores Exposição a emissores e à contraparte Exposição a vencimento Estudo de retorno Fundos de investimento Fundos de gestão Partners Fundos de gestão terceiros Fundos de gestão CSHG Private Banking Fundos de estratégia Foco em ativos de renda fixa Foco em ativos de renda variável Fundo de fundos Fundos de oportunidades Fundos de previdência Private Banking Fundos imobiliários Relatório e parecer 19 Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 2

4 1. Introdução O manual de risco de mercado da Credit Suisse Hedging-Griffo traz detalhes das atividades exercidas pela área de Strategic Risk Management (SRM) para o controle e monitoramento dos riscos de mercado, além de esclarecer metodologias utilizadas. O documento apresenta o manual para a área de fundos do Private Banking. O departamento de Private Banking (PB) da Credit Suisse Hedging-Griffo é responsável por oferecer serviços financeiros para segmentos de clientes com grandes volumes disponíveis para aplicações financeiras, sendo responsável por captar o investidor no mercado e intermediar a interface com o banco. Após a captação do investidor, traça-se um perfil de risco do investidor. O perfil de risco está diretamente associado com o tempo de horizonte do investimento, a tolerância à tomada de risco, a quantidade dos investimentos e o retorno esperado. Os principais riscos que afetam a área de Private Banking são: Risco de mercado Comprime a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da exposição de operações às flutuações nos valores dos fatores de risco inerentes a cada carteira. Risco do uso de derivativos O uso de instrumentos de derivativos pode servir para potencializar ganhos ou proteger o capital investido. No entanto, essas estratégias podem ter um desempenho diferente do esperado, resultando em perdas financeiras. Risco de crédito A ocorrência do não cumprimento do pagamento principal e/ou do rendimento do ativo. Risco de investimento no exterior Ativos financeiros negociados no exterior estão sujeitos à variação do real em relação a outras moedas, que pode ser ocasionada por alterações na condição política, econômica ou social nos países em que o ativo é negociado. Podem ocorrer atrasos na transferência de juros e dividendos, ganhos de valor do ativo, afetando a liquidez e o valor do ativo. Risco de liquidez A possibilidade de uma sociedade não cumprir os seus compromissos de pagamento no curto prazo ou, para honrar os compromissos, forçar a liquidação de ativos com um preço menor do que praticado no mercado, incorrendo em perdas significativas. Risco operacional A possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação de processos internos, processos ou pessoas e de sistema. O documento é atualizado e revisado anualmente. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 3

5 2. Processo de investimento A área de SRM faz uma análise consolidada do risco dos fundos exclusivos cobrindo as classes de ativos mencionados abaixo. Os fundos exclusivos podem investir em uma série de classes de ativos, inclusive: ativos de renda fixa; ativos de renda variável; produtos estruturados fundos de gestão de terceiros; fundos de gestão Partners; e fundos de gestão CSHG-Private Banking Visão geral Para uma melhor visão geral dos fundos exclusivos, a área de SRM faz uma análise completa e consolidada dos fundos exclusivos com a alocação de ativos e frequência de retorno e volatilidade. Após uma análise global, a área de SRM faz uma análise por classe de ativos para poder quantificar melhor o risco tomado. Estes são apresentados nas seções subsequentes deste documento. Alocação histórica e atual dos ativos dos fundos exclusivos Figura 1 Alocação dos recursos dos fundos exclusivos Alocação dos recursos dos fundos exclusivos por tipo de ativo Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 4

6 Figura 2 Alocação por tipo de ativo Análise da frequência de retornos Figura 3 Frequência de retorno para fundos exclusivos Análise da frequência de volatilidades nos fundos exclusivos Figura 4 Frequência de volatilidade nos fundos exclusivos Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 5

7 2.2. Ativos de renda fixa Os estudos dos ativos de renda fixa ocorrem na forma de várias análises, principalmente: Exposição por classe de ativos A análise da alocação da carteira consolidada dos fundos exclusivos é feita em função dos ativos de renda fixa. Seguem alguns exemplos de classes de ativos de renda fixa (esta lista de classe de ativos pode variar no portfólio conforme o período analisado): letras financeiras; títulos públicos; compromissadas; debêntures; CDB e DPGE; renda fixa offshore. A análise é feita na série histórica da carteira e na carteira atual: Figura 5 Alocação histórica por tipo de ativo Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 6

8 Figura 6 Alocação atual por tipo de ativo Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 7

9 Exposição a indexadores Os ativos de renda fixa estão sensivelmente ligados aos indexadores que influenciam sua rentabilidade. A análise é feita na série histórica da carteira e na carteira atual. Seguem alguns exemplos de indexadores analisados (esta lista de indexadores pode variar no portfólio conforme o período analisado): CDI; IPCA; Selic; pré-fixado; pós-fixado; PTAX 800 V. Figura 7 Alocação histórica por indexadores Figura 8 Alocação atual por tipo de indexadores Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 8

10 Exposição a emissores e à contraparte A análise da exposição a emissores e à contraparte é necessária para se ter conhecimento das concentrações de ativos por emissor e mensurar o risco de crédito ligado ao emissor. A análise é feita na forma de exposição de ativos por emissores, exposição da carteira a ratings de emissores e exposição da carteira a setores. Figura 9 Exposição da carteira a emissores Figura 10 Exposição da carteira a emissores Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 9

11 Exposição a vencimento Analisam-se os ativos de renda fixa pelo mapeamento do fluxo de vencimentos. Para essa análise, os ativos de renda fixa são separados em três classes: emissor privado não debêntures, emissor público e debêntures. Figura 11 Exposição a vencimento dos ativos de renda fixa Estudo de retorno O estudo é feito pela comparação entre o retorno e o respectivo benchmark dos fundos. Seguem alguns exemplos de benchmarks analisados (esta lista de benchmarks pode variar no portfólio conforme o período analisado): CDI; IMA-B; Ibovespa; IPCA + spread. Consolidam-se os fundos por benchmarks e analisa-se o retorno comparado ao benchmark. Figura 12 Retorno do fundo x benchmark Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 10

12 Outra análise realizada é o estudo da volatilidade comparada ao retorno Figura 13 Retorno do fundo x volatilidade Nos diferentes tipos de ativos, incluindo derivativos ajustados ao delta, o estudo feito consiste na exposição do portfólio aos diversos emissores. Com isso, analisa-se o risco de concentração por companhia. Figura 14 Exposicão a emissores de ativos de renda variável 3. Fundos de investimento A CSHG oferece uma gama de fundos, cobrindo os mais diversos perfis de risco de clientes. São apresentadas a seguir as principais famílias de fundos e as análises feitas Fundos de gestão Partners Para saber mais sobre as análises feitas com relação a essa família de fundos, consulte o manual de risco de Alternative Investments da CSHG Fundos de gestão terceiros Para saber mais sobre as análises feitas com relação a essa família de fundos, consulte o manual de risco de Alternative Investments da CSHG. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 11

13 3.3. Fundos de gestão CSHG Private Banking Para os diversos fundos, a área de SRM realiza uma análise em que a etapa inicial é um gerenciamento de dados. No processo de gerenciamento de dados ocorre um processamento inicial das informações fornecidas pelas fontes externas, unificando-os dentro do sistema e realizando um processo de validação. Todas as informações são armazenadas em uma base de dados, de modo a manter o histórico de preço e as taxas disponíveis para eventuais consultas, conferências e auditorias. As atualizações da carteira são fornecidas pelo custodiante, por meio dos arquivos de fechamento em formato xml. As etapas posteriores de análises são distintas para cada família de fundos e serão apresentadas nos próximos tópicos Fundos de estratégia Fundos com estratégia definidas com foco em tipos de ativos Foco em ativos de renda fixa Para esses fundos, as análises feitas são: Exposição dos ativos por classe de ativos, indexadores e emissores, semelhante ao apresentado em Análise de cenários de estresse o Variando o default na carteira de 1%, 2%, 3%, 4%, 5% e 10% do valor dos ativos e avaliando o impacto no carregamento. o Variando a curva pré em 10, 50 e 100 pontos-base e avaliando o impacto no valor do ativo e da carteira. Figura 15 Impacto na variação da curva pré nos ativos da carteira Análise do DV01 Para a avaliação da sensibilidade do rendimento dos ativos em relação à alteração de curvas em 1 ponto-base. Análise do fluxo de caixa do fundo considerando o vencimento dos ativos da carteira. Para esses fundos, o relatório com a análise é elaborado diariamente. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 12

14 Foco em ativos de renda variável Para esses fundos, as análises feitas são: Exposição dos ativos por país, por setor da indústria e por moeda, semelhante ao apresentado em Análise de estresse usando uma ferramenta da Bloomberg que replica o estresse causado nos ativos nos diferentes cenários históricos. O cálculo de estresse tem por objetivo estimar comportamentos de uma carteira em situações adversas de mercado, determinando potenciais ganhos/perdas sob cenários extremos. Alguns dos cenários analisados pela ferramenta da Bloomberg são eventos históricos como a crise de 2009, o terremoto ocorrido no Japão em 2011, a queda no preços do petróleo, o default da Grécia em Análise do VaR que representa uma medida da pior perda esperada em um determinado período de tempo e um intervalo de confiança especificado. Para esses fundos, faz-se a modelagem do VaR utilizando a simulação de Monte Carlo, a simulação paramétrica e a simulação histórica. Análise dos ativos da carteira e a sua contribuição ao VaR utilizando a simulação histórica. Figura 16 Exemplo de contribuição ao VaR de um portfólio Para esses fundos, o relatório com a análise é feito diariamente. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 13

15 Fundo de fundos Para os portfólios de fundos, as principais análises utilizadas para as avaliações de risco de mercado são: Análise de estatísticas de risco Figura 17 Exemplo de estatísticas de risco Realised Volatility (EWMA 0.94) 252du 2.31% Expected Volatility 4.84% VaR (97.5%, 1 D, HIST)* 0.38% Drawdown Statistics Max Drawdown -3.31% Top Day Valley Day 15-May May-17 Drawdown Length -3 General Stats Standard Deviation 0.213% Skewness (4.06) Kurtosis Best Daily Return 0.82% Day - Best Return 12-Jan-17 Worst Daily Return -3.06% Day - Worst Return Distribuição de risco por classe de ativo Volatility Figura 18 Exemplo de distribuição de risco por classe de ativo 100% 18-May % 80% 60% 40% 41.2% %PL %RISCO 20% 19.7% 14.8% 16.0% 15.7% 0% 3.6% 0.2% Pós-Fixado -0.4% Renda Fixa Ativa 4.9% 5.2% Inflação Pré-Fixado Multimercado Local Renda Variável -7.8% Local -20% Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 14

16 Análise de performance e risco Figura 19 Indicadores de performance e risco Retorno Vol Indicadores de Performance e Risco Indicadores de Mercado Indicadores da Carteira CDI % Retorno % Ibov % Vol (a.a.) 2.6% Dolar % Sharpe 0.32 Volatilidades Dólar (a.a.) 16.2% **Stress% -2.0% Ibovespa (a.a.) 24.0% Drawdown% -2.5% **Em 21 dias úteis, acrescido do CDI Acompanhamento da evolução da cota vs. indicadores de mercado Figura 20 Evolução da cota vs. indicadores de mercado 80% 60% 40% 20% 0% -20% -40% Correlação entre fundos do portfólio Para esses portfólios, o relatório com a análise é feito semanalmente. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 15

17 Fundos de oportunidades Para os fundos de oportunidades, as análises dependem da estrutura do fundo. As principais análises utilizadas para as avaliações de risco de mercado são: Análise do retorno e do risco/retorno Figura 21 Exemplo de análise Acompanhamento de alavancagem e posicionamento do mercado atual em relação à estrutura montada Figura 22 Acompanhamento da estrutura Para esses fundos, o relatório com a análise é feito semanalmente. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 16

18 Fundos de previdência Private Banking Para os fundos de previdência, as principais análises utilizadas para as avaliações de risco de mercado são: Análise do retorno do portfolio, do benchmark e o retorno do portfólio em relação ao benchmark Figura 23 Retorno do fundo e do benchmark Composição dos ativos que compõem a carteira do fundo e as medidas de mercado como prazo médio e duration Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 17

19 Figura 24 Ativos da carteira, prazo médio e duration Para esses fundos, o relatório com a análise é feito semanalmente Fundos imobiliários Para saber mais sobre as análises feitas em relação a essa família de fundos, consulte o manual de risco de Alternative Investments da CSHG. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 18

20 4. Relatório e parecer Para fins de transparência do risco, a área de SRM libera os relatórios com a análise dos fundos com todas as análises e periodicidade citadas acima. O comitê de SRM Private Banking é realizado semanalmente. O comitê é composto pelas seguintes áreas: SRM, responsável por: acompanhar a posição consolidada da carteira; acompanhar a performance do fundo; relatar possíveis problemas para o senior management. Private Banking, responsável por: discutir sobre o risco das carteiras com a área de SRM; responder aos questionamentos feitos pela área de SRM; em conjunto com o SRM, analisar os dados e decidir as estratégias a ser tomadas. Os principais pontos abordados pelo Comitê são: pautas e aprovações de fundos ou produtos novos; transfer in da administração para a CSHG; aprovação de aplicação em fundos ou produtos; impactos nos fundos; monitoramentos de contas; aprovação de novos gestores. Após a reunião de cada comitê, é produzida uma ata com os tópicos tratados e as decisões tomadas. Manual de Gerenciamento de Risco - ICVM 558/15 19

Política de Gerenciamento de Risco

Política de Gerenciamento de Risco Política de Gerenciamento de Risco Fundos Administrados Junho de 2016 Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. Válido a partir de Área responsável Autor Contato Idioma original Escopo/destinatários

Leia mais

Política de Gestão de Risco

Política de Gestão de Risco Política de Gestão de Risco Alternative Investments Março de 2017 Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management Partners Gestão de Recursos S.A. Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. Credit

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE RISCO PARA FUNDOS DE INVESTIMENTOS OBJETIVO

MANUAL DE GESTÃO DE RISCO PARA FUNDOS DE INVESTIMENTOS OBJETIVO Código Circular: R001 MANUAL DE GESTÃO DE RISCO PARA FUNDOS DE INVESTIMENTOS Data de Publicação: 01/06/16 OBJETIVO O presente manual tem por objetivo definir os parâmetros a serem utilizados pela JG Capital

Leia mais

Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez

Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez Política de Gerenciamento de Risco de Liquidez Fundos Administrados Outubro de 2016 Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management Partners Gestão de Recursos S.A. Credit Suisse Hedging-Griffo Wealth Management

Leia mais

Grupo Vinci Política de Gestão de Riscos

Grupo Vinci Política de Gestão de Riscos Março 2018 Grupo Vinci Política de Gestão de Riscos 1. Aplicabilidade da Política 1.1 Para efeitos desta Política de Gestão de Risco ( Política ), Grupo Vinci abrange a Vinci Partners Investimentos Ltda.

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E LIQUIDEZ DA NOVA MILANO INVESTIMENTOS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E LIQUIDEZ DA NOVA MILANO INVESTIMENTOS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO E LIQUIDEZ DA NOVA MILANO INVESTIMENTOS Junho de 2016 A Nova Milano Investimentos Ltda. ( Nova Milano ) reconhece que o risco é inerente à atividade de gestão de recursos e

Leia mais

INDUSPREVI. Riscos na Gestão de Investimentos dos Planos da INDUSPREVI

INDUSPREVI. Riscos na Gestão de Investimentos dos Planos da INDUSPREVI Riscos na Gestão de Investimentos dos Planos da INDUSPREVI 1 Definição de RISCO Entende-se por Risco a probabilidade de se obter resultados indesejados ao realizar uma determinada atividade. RISCO DOS

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCO Junho/2016 Esta Política de Gestão de Risco foi elaborada de acordo com as políticas internas da GESTORA GESTÃO DE RECURSOS LTDA., inclusive o Código de Ética e o Manual de

Leia mais

SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR PERÍODO (%)

SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR PERÍODO (%) Carteira: CARTEIRA MODELO - AGRESSIVA Patrimônio: R$300.000,00 Índice de comparação: Extrato Carteira CDI Data Início: 30/08/2013 (melhor data) Data Referência: 28/09/2016 SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR

Leia mais

KPR INVESTIMENTOS LTDA.

KPR INVESTIMENTOS LTDA. POLÍTICA DE CONTROLE DE RISCOS KPR INVESTIMENTOS LTDA. CNPJ/MF 23.361.939/0001-87 NIRE 35.229.490.246 São Paulo POLÍTICA DE CONTROLE DE RISCOS 1. O presente Capítulo dispõe acerca da política de controle

Leia mais

Turim 21 Investimentos Ltda.

Turim 21 Investimentos Ltda. Turim 21 Investimentos Ltda. 1 de 8 SUMÁRIO I. a. Aplicação e Objeto b. Princípios Gerais c. Risco de Liquidez d. Risco de Mercado e. Risco de Crédito/Contraparte f. Risco Operacional g. Risco de Concentração

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS KAPITALO INVESTIMENTOS LTDA.

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS KAPITALO INVESTIMENTOS LTDA. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS KAPITALO INVESTIMENTOS LTDA. Novembro de 2016 Sumário POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 1.1. Introdução... 3 1.2. Objetivo... 3 1.3. Metodologia de Gerenciamento de Risco...

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - MODERADA MIX 15

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - MODERADA MIX 15 Posição e Desempenho da Carteira - Resumo 1 Posição Sintética dos Ativos em 31/01/2018 Saldo Bruto % Cart FUNDOS RENDA FIXA BRAM FIM CREDITO PRIVADO MULTI 60.835.117,39 53,45 BRAM FI RF MULTI IV 16.169.084,94

Leia mais

Manual de Gerenciamento de Risco de Liquidez

Manual de Gerenciamento de Risco de Liquidez Manual de Gerenciamento de Risco de Liquidez Novembro 2015 1. Introdução Este manual de gerenciamento de risco de liquidez foi criado pela equipe da Spectra Investimentos e visa atender os requerimentos

Leia mais

SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR PERÍODO (%)

SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR PERÍODO (%) Carteira: CARTEIRA MODELO - MODERADA Patrimônio: R$300.000,00 Índice de comparação: Extrato Carteira CDI Data Início: 31/10/2013 (melhor data) Data Referência: 11/11/2016 SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX Posição e Desempenho da Carteira - Resumo 1 Posição Sintética dos Ativos em 30/05/2018 Saldo Bruto % Cart FUNDOS RENDA FIXA BRAM FIM CREDITO PRIVADO MULTI 215.408.291,48 100,02 BRAM FI RF MULTI IV 396,51

Leia mais

SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR PERÍODO (%)

SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE POR PERÍODO (%) Carteira: CARTEIRA MODELO - CONSERVADORA Patrimônio: R$300.000,00 Índice de comparação: Extrato Carteira CDI Data Início: 30/08/2013 (melhor data) Data Referência: 29/09/2016 SIMULAÇÃO DE RENTABILIDADE

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX Posição e Desempenho da Carteira - Resumo 1 Posição Sintética dos Ativos em 31/01/2018 Saldo Bruto % Cart FUNDOS RENDA FIXA BRAM FIM CREDITO PRIVADO MULTI 214.274.325,73 97,04 BRAM FI RF MULTI IV 6.588.367,58

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo MULTIBRA INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX Posição e Desempenho da Carteira - Resumo 1 Posição Sintética dos Ativos em 30/04/2018 Saldo Bruto % Cart FUNDOS RENDA FIXA BRAM FIM CREDITO PRIVADO MULTI 216.108.628,04 100,02 BRAM FI RF MULTI IV 395,31

Leia mais

METODOLOGIA DE ESCALA DE RISCO PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO

METODOLOGIA DE ESCALA DE RISCO PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO METODOLOGIA DE ESCALA DE RISCO PARA FUNDOS DE INVESTIMENTO Versão - março/2018 SANTA FÉ PORTFÓLIOS LTDA. 1 Introdução Com a sofisticação do mercado financeiro brasileiro e consequente criação de novos

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CONVEST CONSULTORIA DE INVESTIMENTOS LTDA.

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CONVEST CONSULTORIA DE INVESTIMENTOS LTDA. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS CONVEST CONSULTORIA DE INVESTIMENTOS LTDA. - 1 - Sumário 1. Introdução... 3 2. Risco de Crédito... 4 3. Risco de Mercado... 4 4. Risco Operacional... 5 5. Risco de Liquidez...

Leia mais

Segue abaixo a estrutura organizacional da área de Risco da empresa:

Segue abaixo a estrutura organizacional da área de Risco da empresa: Política de Gestão de Risco 1. Objetivo Este documento tem por objetivo definir as estratégias e políticas para a mensuração e monitoramento dos riscos inerentes a cada uma das carteiras de valores mobiliários

Leia mais

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX

Posição e Desempenho da Carteira - Resumo HSBC INSTITUIDOR FUNDO MULTIPLO - CONSERVADORA FIX BENCHMARK 100.00%CDI Relatório Gerencial Consolidado - Período de 02/12/2013 Posição e Desempenho da Carteira - Resumo a 31/12/2013 pg. 1 Posição Sintética dos Ativos em 31/12/2013 Financeiro % PL FUNDOS

Leia mais

Manual de Gestão de Riscos

Manual de Gestão de Riscos Manual de Gestão de Riscos Porto Alegre, 31 de agosto de 2018 1 Introdução O Manual de Gestão de Riscos elaborado pela AGM BRASIL Investimentos busca estabelecer as políticas e normas que norteiam a gestão

Leia mais

MANUAL DE LIQUIDEZ FUNDOS DE INVESTIMENTO. Brainvest Consultoria Financeira LTDA

MANUAL DE LIQUIDEZ FUNDOS DE INVESTIMENTO. Brainvest Consultoria Financeira LTDA MANUAL DE LIQUIDEZ FUNDOS DE INVESTIMENTO Brainvest Consultoria Financeira LTDA ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO 3 2. POLÍTICAS DO GERENCIAMENTO DO RISCO DE LIQUIDEZ 3 3. ESTRUTURA ORGANIZACIONAL 6 4. RESPONSABILIDADE

Leia mais

Política de Gestão de Riscos

Política de Gestão de Riscos POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 1 de 8 Política de Gestão de Riscos POLÍTICA ECO GESTÃO DE ATIVOS PAG.: 2 de 8 ÍNDICE 1- Introdução...3 2- Tipos de Riscos...3 2.1 Risco de Mercado...3 2.2 Risco de

Leia mais

Visão Mais Perto 2015 Perfil Investimentos 2015

Visão Mais Perto 2015 Perfil Investimentos 2015 Visão Mais Perto 2015 Perfil Investimentos 2015 Gestão Visão Prev Bradesco Custódia e Administração VP Finanças Telefonica-Vivo Conselho Deliberativo Comitê Investimentos Conselho Fiscal Diretoria Executiva

Leia mais

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO

EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO EXPLORITAS ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA LTDA MANUAL DE GERENCIAMENTO DE RISCO DE MERCADO Janeiro 2013 Revisões Revisão Data Alteração Responsáveis 00 01/15/2013 Criação do Documento Gustavo P Gato 2 Índice

Leia mais

CSHG TOP FOFII FII Este material é meramente informativo, não considera objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades individuais e

CSHG TOP FOFII FII Este material é meramente informativo, não considera objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades individuais e CSHG TOP FOFII FII Este material é meramente informativo, não considera objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades individuais e particulares e não contém todas as informações que um

Leia mais

Princípios de Investimento

Princípios de Investimento Enquanto a rentabilidade observada se refere à rentabilidade obtida no passado, a rentabilidade esperada representa: a) uma expectativa com relação à rentabilidade futura de um ativo; b) o quanto um investidor

Leia mais