Política de Gestão de Risco
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- Carlos Eduardo Alvarenga Amarante
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1 Política de Gestão de Risco Alternative Investments Março de 2017 Credit Suisse Hedging-Griffo Asset Management Partners Gestão de Recursos S.A. Credit Suisse Hedging-Griffo Corretora de Valores S.A. Credit Suisse Hedging-Griffo Serviços Internacionais S.A. Este material foi desenvolvido pela Credit Suisse Hedging-Griffo e não pode ser distribuído, copiado ou reproduzido, no todo ou em partes, sem a autorização expressa da CSHG.
2 Válido a partir de Área responsável Autor Contato Idioma original Escopo/destinatários Versões 30/Março/2017 Controle de Risco Credit Suisse Hedging-Griffo Compliance Português Público em geral v1. 01/Junho/2016 v2. 30/Março/2017 Política de Gestão de Risco 1
3 Sumário 1. Introdução 3 2. Organograma e responsabilidades da área de risco 4 3. Visão geral do processo 5 4. Processo dos fundos Gestão Renda Fixa/Crédito Privado Gerenciamento e análise de dados Identificação dos fatores de risco Modelos e metodologias Análise de risco Relatório e parecer Processo dos Fundos Gestão Multimercados Gerenciamento e análise de dados Identificação dos fatores de risco Modelos e metodologias Análise de risco Relatório e parecer Processo dos Fundos Imobiliários Gerenciamento e análise de dados Identificação dos fatores de risco Modelos e metodologias Análise de risco Relatório Semanal Relatório Mensal Relatório Trimestral Relatório e parecer Projetos de desenvolvimento Imobiliário Projetos com responsabilidades de desenvolvimento CSHG Projetos com responsabilidades de desenvolvimento de terceiros 24 Política de Gestão de Risco 2
4 1. Introdução A política de risco de mercado da Credit Suisse Hedging-Griffo traz detalhes das atividades exercidas pela área de SRM (Strategic Risk Management) para o controle e monitoramento dos riscos de mercado, além de esclarecer metodologias utilizadas. O documento apresenta politica para a área de alternative investments (AI) que é composto por: fundos de gestão Renda Fixa/Crédito Privado - Gauss, fundos de gestão Multimercados - Gauss, fundos imobiliários e fundos de gestão de terceiros Partners. a) Fundos de gestão Renda Fixa/Crédito Privado - gestão focada em ativos de crédito privado e renda fixa. b) Fundos de gestão Multimercados - gestão focada em múltiplos mercados. c) Fundos Imobiliários - cuja gestão é focada em ativos imobiliários. d) Fundos de gestão de terceiros (Partners) Gestores externos em que o Credit Suisse tem participação ou seed capital. Cada categoria tem um processo e metodologia definidos que serão apresentados ao longo do documento. Os principais riscos que afetam a área de investimento alternativo são: O Risco de mercado - comprime a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes da exposição de operações as flutuações nos valores dos fatores de risco inerentes a cada carteira. Risco do uso de derivativos O uso de instrumentos de derivativos pode ser utilizado para potencializar ganhos ou hedgear o capital investido. Porém, essas estratégias podem ter um desempenho diferente do esperado, resultando em perdas financeiras. Risco de crédito a ocorrência do não cumprimento do pagamento principal e/ou do rendimento do ativo. Risco de investimento no exterior Ativos financeiros que são negociados no exterior estão sujeitos à variação do real em relação a outras moedas, que pode ser ocasionado por alterações na condição politica, econômica ou social nos países em que o ativo é negociado. Podem ocorrer atrasos na transferência de juros e dividendos, ganhos de valor do ativo, afetando a liquidez e o valor do ativo. Risco de Liquidez A possibilidade de um fundo não cumprir os seus compromissos de pagamento no curto prazo ou para honrar os compromissos, o fundo força a liquidação de ativos com um preço menor que o mercado incorrendo em perdas significativas. Risco Operacional A possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação de processos internosou pessoas e sistema. A política desenvolvida ao longo deste documento tem como foco o risco de mercado, derivativos e investimento no exterior. O documento é atualizado e revisado anualmente. Política de Gestão de Risco 3
5 2. Organograma e responsabilidades da área de risco A estrutura e as responsabilidade da área de risco é organizada da seguinte forma: Política de Gestão de Risco 4
6 3. Visão geral do processo A seguir é apresentado o fluxograma simplificado para o acompanhamento do risco de mercado das diversas áreas do Alternative Investment: Figura 1- Fluxograma do processo Gerenciamento/gestão e análise de dados - A informação é de essencial importância para o desenvolvimento de uma análise e controle. O SRM realiza processos sistemáticos, periódicos e automatizados para validar e monitorar a qualidade da informação para a análise de risco de mercado da carteira. o Principais fontes e dados importados Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Anbima): taxas indicativas de títulos públicos, debêntures e projeções de inflação (IPCA e IGPM) Bovespa: preço médio, último preço, volume de negociação de ações e informações sobre opções BM&F: número de contratos negociados, de contratos em aberto e de preços de ajuste de futuros, curva de juros pré, cupom cambial, prêmio referencial e dólar referencial, taxas de swap e IGPM Banco Central do Brasil (Bacen): cotações da taxa Selic e do dólar PTAX de venda Política de Gestão de Risco 5
7 Câmara de Custódia e Liquidação (Cetip): taxa CDI Bloomberg Data License: Diversos. Broadcast: cotação de dólar casado para obtenção do dólar spot Participantes de mercados: corretoras, bancos e market makers o Identificação de fatores de risco - Análise dos ativos da carteira e os fatores de risco associados a cada um ou ao conjunto. o Modelos / metodologias: a SRM utiliza uma variedade de instrumentos para modelar o risco, os principais instrumentos são a Bloomberg e modelos internos. o Análise de Risco a área de risco monitora e acompanha os resultados dos modelos em conjunto com os dados fornecidos, fazendo uma análise global e sistêmica. o Relatório/ Reporte A área de SRM utiliza as informações apresentadas neste documento para um constante monitoramento dos fundos, uma vez identificado uma mudança no perfil de risco, o analista de SRM entra em contato com o gestor e com o auxílio do relatório discute-se a melhor medida a se tomar. Os relatórios de risco sumarizam as informações essenciais para essa análise de risco e os comitês ocorrem periodicamente e são fundamentais para a análise do processo como um todo. Política de Gestão de Risco 6
8 4. Processo dos fundos Gestão Renda Fixa/Crédito Privado 4.1. Gerenciamento e análise de dados No processo de gerenciamento de dados ocorre um processamento inicial das informações fornecidas pelas fontes externas, unificando-os dentro do sistema e realizando um processo de validação. Todas as informações são armazenadas em uma base de dados, de modo a manter o histórico de preço e as taxas disponíveis para eventuais consultas e conferências. Para os fundos de gestão RF/CP, as atualizações da carteira são fornecidas pelo custodiante (Itaú- Unibanco S.A), através dos arquivos de fechamento em formato de xml Identificação dos fatores de risco Após o gerenciamento de dados, inicia-se o processo de consolidação da composição da carteira analisada, com o correto mapeamento dos ativos e das posições. Com o processo consolidado mapeia-se os ativos com os fatores a serem analisados. Os fatores são definidos pela área de Risco e serão usados, conforme exposicão a fatores de risco de mercado, nos tipos de modelos utilizados para a análise de Risco. Figura 2 Mapeamento de ativos 4.3. Modelos e metodologias A metodologia é uma estratégia que descreve a maneira em que a investigação deve ser realizada e os métodos a serem utilizados, assegurando a existência de um processo estruturado que reflita a complexidade da análise, identificação, monitoramento e comunicação do risco, servindo como uma forma a conduzir a caracterização do risco e atendimento as exigências de agentes externos e órgãos reguladores e fiscalizadores. Para o processo de análise do risco de mercado, após o tratamento e classificação de dados, a área de Risco define os modelos que mais se enquadram nas condições do fundo, conforme caraterística deste. Os principais modelos utilizados pelo mercado para a análise de risco de mercado são: Modelos VaR - O VaR é uma medida estatística que captura o risco da carteira sob condições normais de mercado, incorporando efeitos de correlação entre os ativos. Representa uma medida da pior perda esperada, para um determinado período de tempo e um intervalo de confiança especificado. Política de Gestão de Risco 7
9 Para a modelagem do VaR são utilizados a simulação de Monte Carlo, simulação paramétrica e a Simulação Historica. Backtesting - Para testar a eficácia e a validade do resultados do VaR é aplicado o processo de Back-testing, que compara as estimativas previstas do VaR com o resultado efetivo na carteira do fundo. Modelo de sensibilidade variando indicadores do mercado, determinando os efeitos sobre o ativo sob cenários variados. Modelo de Correlação com o portfólio por classe de ativo. Modelo de stress - O cálculo de stress-test tem por objetivo estimar comportamento de uma carteira em situações adversas de mercado, determinando potenciais ganhos/perdas sob cenários extremos, nos quais os preços dos ativos tenderiam a ser substancialmente diferentes dos atuais. A principal vantagem desta análise é poder avaliar o impacto de situações completamente adversas, ausentes das séries históricas, onde quebras de correlações podem ocorrer, sejam temporárias ou permanentes Análise de risco Com o conjunto dos modelos e análise de dados e os fatores de risco já identificados, o SRM faz inúmeras análises de risco para a carteira de renda fixa que são apresentados a seguir: Análise de Risco/Retorno - Um dos indicadores utilizados é o Índice de Sharpe, que permite avaliar a relação entre o retorno e o risco de um investimento. Análise da Volatilidade - Uma das medidas utilizadas para mensurar o risco. A análise é feita com os ativos da carteira e em conjunto com a análise de Risco/Retorno. Análise da exposição da carteira por meio de vários indicadores, entre eles: o Exposição por emissor de ativos - ex: empresas listadas na BMF. Política de Gestão de Risco 8
10 Figura 3- Exemplo de exposição da carteira por emissor do ativo. o Exposição por tipo de ativo Debêntures, LF, Compromissadas e etc. Figura 4- Exposição por tipo de ativo. Política de Gestão de Risco 9
11 o Exposição por rating de ativos da carteira - A análise serve para verficar a qualidade das carteiras de ativos, sendo uma forma de avaliação objetiva do risco de inadimplência. Figura 5 Exemplo de rating de carteira. o Exposição por setor industrial Figura 6- Exemplo de exposição da carteira por setores. o Exposição por vencimento o Exposição por índice: Por exemplo: Selic, CDI, Inflação e etc. Análise de cenários o Variando o default na carteira de 1,2,3,4,5 e 10% do valor dos ativos e avaliando o impacto no carregamento. o Variando a curva pré em 10, 50 e 100 Bps e avaliando o impacto no valor do ativo e da carteira Issuer Index %NAV Bump 10bps (%NAV) Bump 50bps (%NAV) Bump 100bps (%NAV) SPOF YTM to CDI Yield MtM TESOURO IPCA X% % % % 0.00% 6.30% 6.27% BR PROPERTIES S.A. IPCA X% % % % 2.34% 9.19% 8.70% RODOVIAS DAS COLINAS S.A. IPCA X% % % % 2.09% 8.44% 8.49% AMPLA ENERGIA E SERVIÇOS IPCA X% % % % 2.33% 8.58% 8.73% CONCESSIONÁRIA ROTA DAS BANDEIRAS S.A. IPCA X% % % % 1.81% 8.24% 8.20% ITAU IPCA X% % % % 0.00% 0.00% 7.05% BR MALLS PARTICIPAÇÕES S.A. IPCA X% % % % 1.55% 9.28% 9.43% ELEKTRO IPCA X% % % % 1.50% 7.85% 7.82% TRIÂNGULO DO SOL AUTO-ESTRADAS S.A. IPCA X% % % % 2.37% 8.87% 8.79% CONCESSIONARIA RODOVIAS DO TIETE S.A. IPCA X% % % % 2.96% 9.17% 9.42% TRANS.ALIANCA DE ENERGIA ELETRICA S/A IPCA X% % % % 2.24% 8.65% 8.67% SABESP IPCA X% % % % 3.57% 10.01% 10.01% JULIO SIMOES LOG SA IPCA X% % % % 3.52% 9.84% 9.88% LOJAS AMERICANAS S.A. IPCA X% % % % 1.97% 8.29% 8.30% CEMIG IPCA X% % % % 4.37% 10.79% 10.88% AUTOVIAS S.A. IPCA X% % % % 1.41% 8.17% 8.18% TERMELETRICA PERNAMBUCO III S.A. IPCA X% % % % 8.94% 15.48% 15.79% BRADESCO IPCA X% % % % 0.00% 0.00% 6.70% LOJAS RENNER S.A IPCA X% % % % 1.39% 7.70% 7.73% Figura 7 Impacto na variação da curva Pré nos ativos da carteira. Política de Gestão de Risco 10
12 Análise do DV01 Para a avaliação da sensibilidade do rendimento do ativos em relação a alteração de curvas em 1bp. Análise do fluxo de caixa do fundo considerando o vencimento dos ativos da carteira Relatório e Parecer Para a melhor transparência do risco, o SRM libera relatórios dirários com todas as análises citadas acima para os fundos de Gestão Renda Fixa/Crédito Privado e mensalmente ocorre o comitê de risco em que se discute a rentabilidade do fundo em relação ao benchmark, definição ou revisão de estratégias e ratificar/retificar procedimentos operacionais e decisórios, sendo que a convocações extraordinárias podem ser feitas pelas áreas envolvidas a qualquer momento. O comitê mensal é composto pelas área: SRM (área de Risco) responsáveis por: o Controlar os modelos da SRM. o Gerar relatórios para gestores da SRM. o Acompanhamento da posição consolidada da carteira. o Acompanhamento da performance do fundo. o Escalar possíveis problemas para o senior management. Gestores do fundo responsáveis por: o Apresentar os limites estabelecidos pelo risco, monitorar e controlar os limites. o Discutir os problemas do mês anterior. Compliance responsável pela verificação do cumprimento dos regulamentos externos e internos pelo fundo. Os principais pontos abordados pelo Comitê são: Rentabilidade no mês anterior. As principais estratégias do fundo. Sensibilidade da carteira do fundo. Apresentação das análises de Risco. Estudos de cenários. Regulação do fundo. Após cada comitê é produzida uma ata com os tópicos tratados e as soluções. Política de Gestão de Risco 11
13 5. Processo dos Fundos Gestão Multimercados 5.1. Gerenciamento e análise de dados No processo de gerenciamento de dados ocorre um processamento inicial das informações fornecidas pelas fontes externas, unificando-os dentro do sistema e realizando um processo de checagem. Todas as informações são armazenadas em uma base de dados, de modo a manter o histórico de preço e as taxas disponíveis para eventuais consultas e conferências. Para os fundos de gestão multimercado, as atualizações da carteira são fornecidas pelo custodiante (Itaú-Unibanco S.A) através dos arquivos de fechamento em formato de xml Identificação dos fatores de risco Após o gerenciamento de dados, inicia-se o processo de consolidação da composição da carteira analisada, com o correto mapeamento dos ativos e das posições. Com o processo consolidado mapeia-se os ativos em fatores a serem analisados. Os fatores são definidos pela área de Risco e serão usados, conforme exposicão a fatores de risco de mercado, nos tipos de modelos utilizados para a análise de Risco. Para os fundos de gestão multimercado os ativos são agrupados em tipos. Valor Mercado Exposição CAIXA Z Z Caixa X Y Compromissadas On GOVT X Y Pré Off GOVT X Y COMMODITY Z Z Crude Oil X Y Soja X Y ABGPRE X Y CRÉDITO Z Z Pós On CORP X Y EQUITY Z Z GSIPRE X Y MOEDA Z Z AUDUSD X Y CADUSD X Y CLPUSD X Y Figura 8- Agrupamento de ativos Caso o fundo possua estrutura no exterior as posições são explodidas na carteira e a análise da carteiras é realizada na carteira consolidada entre ativos locais e offshore Modelos e metodologias A metodologia é uma estratégia que descreve a maneira em que a investigação deve ser realizada e os métodos a serem utilizados, assegurando a existência de um processo estruturado que reflita a complexidade da análise, identificação, monitoramento e comunicação do risco, servindo como uma forma a conduzir a caracterização do risco e atendimento as exigências de agentes externos e órgãos reguladores e fiscalizadores. Política de Gestão de Risco 12
14 Para o processo de análise do risco de mercado, após o tratamento e classificação de dados, a área de Risco define os modelos que mais se enquadram nas condições do fundo, conforme característica deste. Os principais modelos utilizados pelo mercado para a análise de risco de mercado são: Modelos VaR - O VaR é uma medida estatística que captura o risco da carteira sob condições normais de mercado, incorporando efeitos de correlação entre os ativos. Representa uma medida da pior perda esperada, para um determinado período de tempo e um intervalo de confiança especificado. Para a modelagem do VaR são utilizados a simulação de Monte Carlo e a Simulação Historica. Backtesting - Para testar a eficácia e a validade do resultados do VaR é aplicado o processo de Back-testing, que compara as estimativas previstas do VaR com o resultado efetivo na carteira do fundo. Modelo de sensibilidade variando indicadores do mercado, determinando os efeitos sobre o ativo sob cenários variados. Modelo de Correlação com o portfólio por classe de ativo. Modelo de stress - O cálculo de stress-test tem por objetivo estimar comportamento de uma carteira em situações adversas de mercado, determinando potenciais ganhos/perdas sob cenários extremos, nos quais os preços dos ativos tenderiam a ser substancialmente diferentes dos atuais. A principal vantagem desta análise é poder avaliar o impacto de situações completamente adversas, ausentes das séries históricas, onde quebras de correlações podem ocorrer, sejam temporárias ou permanentes Análise de risco Com o conjunto dos modelos, análise de dados e os fatores de risco já identificados, o analista de SRM faz inúmeras análises de risco para a carteira de multimercado que são apresentados a seguir: Risco/Retorno Ver 4.4. Volatilidade Ver 4.4. VaR - faz-se a análise dos resultados da modelagem do VaR. Política de Gestão de Risco 13
15 Figura 9- Exemplo de análise Análise dos principais fatores ao risco. Figura 10- Contribuições e fatores ao Risco Política de Gestão de Risco 14
16 Análise e verificação dos modelos utilizando o Backtesting do VaR. Figura 11- Exemplo de Backtesting. Análise da sensibilidade/stress dos fatores de risco: o Exemplo - curva pré: Figura 12- Exemplo de sensibilidade a movimento da curva Pré. o Exemplo - paridade Dolar-Real. Figura 13- Exemplo de sensibilidade a movimento da paridade Dólar/Real. Política de Gestão de Risco 15
17 Análise de performance attribution: Em que se analisa a diferença entre a performance da carteira e o benchmark do fundo. Figura 14 Exemplo de Perfomance attribution para uma das carteira Relatório e Parecer Para a melhor transparência do risco, a área de SRM libera relatórios diários com todas as análises citadas acima para o fundos de Gestão Multimercado e, mensalmente, ocorre o comitê de risco em a área de SRM discute com os gestores do fundo a rentabilidade do fundo em relação ao benchmark, definição ou revisão de estratégias e e ratificar/retificar procedimentos operacionais e decisórios, sendo que a convocações extraordinárias podem ser feitas pelas áreas envolvidas a qualquer momento. O comitê mensal é composto pelas área: SRM (área de Risco) Responsáveis por: o Acompanhamento da performance e rentabilidade do fundo. o Controlar os modelos da SRM e dos cenários para as análises. o Consolidar a avaliação de risco da empresa, por meio de elaboração de relatórios para reportálos à diretoria. o Acompanhamento do risco de forma sistemática. o Acompanhar a sensibilidade do portifólio do fundo. o Escalar possíveis problemas para o senior management. Representantes do Front-office Responsáveis por: o Apresentar os relatórios da primeira linha de defesa. o Apresentar os limites de estabelecidos pelo risco, monitorar e controlar os limites. o Discutir os problemas do mês anterior. Política de Gestão de Risco 16
18 o Justificar as exposições da carteira e os questionamentos feito pela SRM. Os principais pontos abordados pelo Comitê são: Rentabilidade e performance no mês anterior. As principais estratégias do fundo. Sensibilidade da carteira do fundo. Apresentação das análises de Risco. Estudos de cenários. Monitoramento do target de risco definido pelo front-office e discussão do monitoramento do target de risco em função da posição do último mês. Regulação do fundo Após cada comitê é produzida uma ata com os tópicos tratados e as soluções. Política de Gestão de Risco 17
19 6. Processo dos Fundos Imobiliários 6.1. Gerenciamento e análise de dados No processo de gerenciamento de dados ocorre um processamento inicial das informações fornecidas pelas fontes externas, unificando-os dentro do sistema e realizando um processo de checagem. Todas as informações são armazenadas em uma base de dados, de modo a manter o histórico de preço e as taxas disponíveis para eventuais consultas e conferências. Para os fundos imobiliários, as atualizações da carteira são feitas através do cruzamento de informações fornecidos pelo custodiante (Itaú-Unibanco SA) através do xml e os dados fornecidos pelo front office. A CSHG recebe trimestralmente a visita de um consultor externo para a apresentação do relatório trimestral de pesquisa de mercados imobiliários Identificação dos fatores de risco Após o gerenciamento de dados, inicia-se o processo de classificação dos ativos da carteira, que são divididos em setores imobiliários. Com o processo consolidado mapeia-se os ativos em fatores a serem analisados. Os Fatores são definidos pela área de Risco e se refletirá nos tipos de modelos utilizados para a análise de Risco Modelos e metodologias A metodologia é uma estratégia que descreve a maneira em que a investigação deve ser realizada e os métodos a serem utilizados, assegurando a existência de um processo estruturado que reflita a complexidade da análise, identificação, monitoramento e comunicação do risco, servindo como uma forma a conduzir a caracterização do risco e atendimento as exigências de agentes externos e orgão reguladores e fiscalizadores. Para o processo de análise do risco de mercado, após o tratamento e classificação de dados, a área de Risco define os modelos que mais se enquadram nas condições do fundo. Os principais modelos utilizados pelo mercado para a análise de risco de mercado são: Modelo de stress - O cálculo de stress-test tem por objetivo estimar comportamento de uma carteira em situações adversas de mercado, determinando potenciais ganhos/perdas sob cenários extremos, nos quais os preços dos ativos tenderiam a ser substancialmente diferentes dos atuais. A principal vantagem desta análise é poder avaliar o impacto de situações completamente adversas, ausentes das séries históricas, onde quebras de correlações podem ocorrer, sejam temporárias ou permanentes. Modelo de Valuation para a precificação dos ativos imobiliários na carteira, as principais variáveis do modelo são: o GLA (área bruta locável) o Valor Recebido Último Mês Política de Gestão de Risco 18
20 o Prazo do Fluxo de Caixa Descontado o Tempo para Vencimento (Meses) o Tempo de Contrato Novo e Renovação (Meses) o Prazo de Absorção de Vacância (Meses) o Probabilidade Renovação o Preço Esperado de Renovação o Taxa de Desconto o Taxa de Capitalização o Receitas Extraordinárias o Crescimento Real o Variável de Calibração do Modelo 6.4. Análise de risco Com o conjunto dos modelos, análise de dados e os fatores de risco já identificados, a área de SRM faz análises de risco para a carteira de ativos imobiliários cuja peridiocidade e conteúdo são apresentados a seguir: Relatório Semanal Análise de retorno em relação ao benchmark que para esses tipos de fundos é o índice IFIX. Figura 15 Exemplo de retorno em relação ao benchmark Política de Gestão de Risco 19
21 Análise da variação do valor do ativo em relação a taxa de desconto. Figura 16- Análise entre indicadores Relatório Mensal Análise do Rent at Risk análise dos vencimentos dos contratos de aluguéis. Figura 17- Análise do rent a Risk Política de Gestão de Risco 20
22 Analise do valor esperado em cenário neutro e cenário estressado em que se varia a taxa de desconto, a probabilidade de renovação do contrato de locação, preço da renovação do contrato e a taxa de capitalização. Figura 18 Valution no cenário neutro e cenário estressado Análise do DV100 - Para a avaliação da sensibilidade do rendimento do ativos em relação a alteração da taxa de desconto ou da taxa de capitalização Relatório Trimestral Análise de retorno em relação aos indices analisados (IFIX e CDI ). Figura 19 Retorno em relação aos indíces Análise do valor Esperado Comparação anual. Figura 20 valuation anuais de ativos Política de Gestão de Risco 21
23 6.5. Relatório e Parecer Os relatórios são gerados para os fundos imobiliários semanalmente, mensalmente e trimestralmente. Em conjunto com os relatórios são realizados comitês de valuation trimestralmente em que são discutidos a reavaliação, a venda e compra de ativos. O comitê trimestral é composto pelas área: SRM (área de Risco) responsável por: o Controlar os modelos da SRM. o Gerar relatório para gestores da SRM. o Acompanhamento da valuation dos ativos. o Acompanhamento da performance do fundo. o Escalar possíveis problemas para o senior rmanagement. Gestores do fundo responsável por: o Apresentar as movimentações de ativos no trimestre anterior. o Discutir os problemas do trimestre anterior. o Justificar os questionamentos feito pela área de SRM. Sendo que são convidados: Compliance COO Executivo Chefe de Operações (Shared Services/Asset Management). Representantes da administração do fundos. Opcional: área de Legal convidado caso o assunto necessitar presença. Os convidados têm direito ao voto assim como os integrantes do comitê, sendo que no comitê são votados a necessidade de valuation antecipada dos ativos. A votação será contabilizada por maioria simples. O comitê só ocorrerá caso se tenha a presença de um representande de cada área. Os principais pontos abordados pelo Comitê são: Rentabilidade do fundo no trimestre anterior em relação ao benchmark. As principais estratégias do fundo. As movimentações de ativos no trimestre anterior. Apresentação das análises de Risco. Reavaliação dos ativos. Andamentos dos projetos dos fundos de desenvolvimento imobiliário. Política de Gestão de Risco 22
24 Após cada comitê é produzida uma ata com os tópicos tratados e as soluções Projetos de desenvolvimento Imobiliário A Credit Suisse Hedging-Griffo estruturou fundos de investimentos em participações (FIP) com objetivo de participar do investimento em projetos de desenvolvimento imobiliário nos segmentos de shopping centers, edifícios corporativos e imóveis logísticos industriais. Os projetos em que o FIP investirá devem ser aprovados pelo Comitê de Investimentos passando pelo processo dinâmico abaixo descrito. Figura 21 Processo para aprovação de investimentos Após aprovado pelo comitê, os investimentos podem ser projetos com responsabilidade de desenvolvimento CSHG ou de terceiros Projetos com responsabilidades de desenvolvimento CSHG Contratação de terceiros Para esses projetos, o fundo de investimentos possui participação majoritária e a área de risco da CSHG, a fim de acompanhar o desenvolvimento do projeto de forma independente do business, contrata um prestador de serviço externo por meio de um processo apresentado a seguir: 1. Indicação de até 5 prestadores de serviços especializada no tipo de obra do projeto 2. Apresentação dos prestadores de serviços para a CSHG. 3. Seleção de até 3 prestadores de serviços para a discussão do escopo e solicitação do orçamento. 4. Fazer um Clsearch do prestador selecionado (1). (1) O sistema Clsearch serve para analisar a empresa escolhida e se há chance de aumentar o risco reputacional do banco ao contratá-la Política de Gestão de Risco 23
25 Escopo da visita O escopo da visita deve conter no mínimo os pontos listados abaixo: Acompanhamento dos fluxos financeiros comparação entre o cenário projetado vs realizado. Cronograma/Status da obra comparação entre o cenário projetado vs realizado. Compatibilização do projeto. Checagem e revisão da documentação inerente a obra. Outros aspectos podem ser incluídos dependendo do tipo de obra a ser realizado Relatórios e Parecer O relátorio da visita deverá conter o parecer de cada ponto especificado no escopo da visita e será apresentado à área de Strategic Risk Management do CSHG para ser analisado. Após a análise, o relatório será apresentado ao comitê trimestral de risco/real estate em que os participantes do comitê poderão questionar o front office sobre o parecer fornecido pelo prestador. As visitas são realizados com uma periodicidade definida de acordo com o escopo e andamento do projeto e devem ser pelo menos trimestrais Projetos com responsabilidades de desenvolvimento de terceiros Para esses projetos, o fundo de investimentos possui participação minoritária e responsabilidade limitada na obra. Para monitorar o desenvolvimento do projeto, a área de front office faz visitas periódicas a obra. Nas visitas, o front office deverá cobrir o andamento da obra fazendo uma comparação entre o cenário projetado vs realizado, acompanhamento do fluxo financeiro da obra fazendo uma comparação entre o cenário projetado vs realizado e outras análises pré determinadas. A necessidade de análises adicionais independentes serão discutidos pela área de SRM, de acordo com o escopo do projeto na fase de pré-investimento. O relátorio da visita deverá conter os pontos listados acima e deverá ser apresentado ao comitê trimestral de risco/real estate em que os participantes do comitê poderão questionar o front office sobre o parecer fornecido. Política de Gestão de Risco 24
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