Problemas Diversos de Invariantes e Semi-invariantes
|
|
|
- Sebastião da Conceição Zagalo
- 7 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Problemas Diversos de Invariantes e Semi-invariantes XXI Semana Olímpica Maceió, Janeiro 2018 Prof. George Lucas 1. Escrevemos os números inteiros de 1 a 10 (inclusive) no quadro. A cada passo, escolhemos dois números quaisquer do quadro e trocamos pela soma deles. Ao final, vai sobrar somente um número. Quem é esse número? 2. Seja n um inteiro positivo ímpar. Inicialmente Douradinho escreve os números 1,2,...,2n no quadro. Uma operação consiste em escolher dois números a e b no quadro, apagá-los e escrever no lugar a b. Ele realiza essas operações até que sobre apenas um número. Prove que o número final é ímpar. 3. Há vários sinais + e escritos em uma lousa. A cada segundo podemos apagar dois sinais e, no lugar deles, escrever um sinal de +, se os sinais apagados eram iguais, ou um sinal -, se os sinais apagados eram diferentes. Mostre que, quando restar um só sinal escrito na lousa, este não dependerá da ordem em que fizemos as substituições. 4. Removemos dois cantos opostos de um tabuleiro 8 x 8. É possível cobrir o tabuleiro resultante com dominós 1 x 2? 5. Cada um dos números 1 a 10 6 é repetidamente substituído pela soma de seus dígitos até obtermos 10 6 números de um dígito. Teremos mais 1s ou 2s? 6. Escrevemos os números de 1 a 19 no quadro. A cada passo trocamos dois números da lousa a e b por a 2 + b 2. Ao final irá restar apenas um número. Quais os possíveis valores desse número? 7. Temos 2018 moedas sobre uma mesa. Dessas, 199 estão com a face cara virada para cima, e as demais com a face coroa. Uma operação consiste em escolher duas moedas e virá-las simultaneamente. É possível, após um número finito de operações, obtermos todas as moedas com a mesma face virada para cima? 8. Em cada casa de um tabuleiro n x n escreve-se um número real. Uma operação consiste em trocar todos os sinais dos números de uma linha ou coluna. Prove que, realizando algumas operações, é possível obter um novo tabuleiro para o qual a soma de cada linha e coluna é não-negativa. 9. Um círculo é dividido em seis setores. Então os números 1, 0, 1, 0, 0, 0 são escritos nos setores (no sentido anti-horário). Uma operação permitida é adicionar uma unidade em dois setores vizinhos. É possível, após um número finito de operações, obter todos os números dos setores iguais?
2 10. São escritos os números 1,2,3,...,n (n>1) no quadro. Uma operação consiste em apagar dois números a e b e escrever ab a+b. Após as operações irá restar apenas um número ao final. É possível que esse número seja o inverso de um inteiro? 11. Seja a 1, a 2,, a n uma permutação de 1, 2,..., n. Se n é ímpar, prove que (a 1 1)(a 2 2) (a n n) é par. 12. Em cada vértice de um quadrado temos certa quantidade de fichas (possivelmente nenhuma). Uma operação permitida é remover certa quantidade de fichas de um vértice e colocar o dobro de fichas em um dos vértices adjacentes a esse. Suponha que começamos com apenas uma ficha em um dos vértices, os outros três vértices estando vazios. É possível, após certo número de movimentos, termos 1, 9, 8, 9 fichas nos vértices do quadrado, quando este é percorrida no sentido horário? 13. (St. Petersburg 1997) O número (1997 9s) é escrito no quadro. A cada minuto, um dos números escritos no quadro é fatorado em dois fatores e é apagado do quadro. Cada um desses fatores é (independentemente) acrescentado ou diminuído de duas unidades, e os dois números resultantes são escritos no quadro. É possível, em algum momento, obter todos os números escritos no quadro iguais a 9? 14. Os números 1,2,...,2n são divididos em duas sequências: a 1 < a 2 < < a n e b 1 > b 2 > > b n. Determine (em função de n) todos os possíveis valores de a 1 b 1 + a 2 b a n b n. 15. Há a fichas brancas, b fichas pretas e c fichas vermelhas em uma mesa. Em cada passo, trocamos duas fichas de cores diferentes por uma ficha da terceira cor. Determine as condições necessárias e suficientes para a, b e c tal que é possível chegarmos a apenas uma ficha no final. 16. Cada um dos números a 1,, a n é +1 ou -1. Suponha que a 1 a 2 a 3 a 4 + a 2 a 3 a 4 a a n a 1 a 2 a 3 = 0 Prove que 4 n. 17. (OCM 2015) Em um planeta distante há apenas três habitantes, chamados Alfa, Beta e Gama. Alfa e Beta são amigos, Beta e Gama são amigos, mas Alfa e Gama são inimigos. Neste planeta há exatamente três fichas, uma azul, uma branca e uma cinza, e cada um dos habitantes carrega consigo uma das fichas. Cada vez que Alfa e Beta se encontram, eles trocam as fichas que carregam consigo. Beta e Gama também trocam as fichas que carregam consigo cada vez que se encontram. Alfa e Gama, porém, não trocam suas fichas quando se encontram. No início do dia, Alfa estava com a ficha azul, Beta estava com a ficha branca e Gama estava com a ficha cinza. Se Beta trocou de ficha 18 vezes durante o dia, é possível que no final do dia Alfa esteja com a ficha cinza, Beta esteja com a ficha branca e Gama esteja com a ficha azul?
3 18. Os números de 1 a n são colocados em uma ordem arbitrária. Definimos uma operação como segue: se o primeiro número na sequência é k, então invertemos a ordem dos primeiros k números na sequência (então o primeiro termo se torna o k- ésimo, o segundo se torna o (k-1)-ésimo e assim sucessivamente). Prove que após um número finito de operações, o primeiro termo será Inicialmente os números 3,4 e 12 estão escritos em uma folha de papel. Em cada passo, devem-se escolher dois número a e b e substituí-los por 0.6a 0.8b e 0.6a + 0.8b. (a) É possível, em algum momento, obter os números 4, 6 e 12? (b) É possível, em algum momento, obter x, y e z com x 4 < 1 1, y 6 < z 12 < Uma torre se move em um tabuleiro infinito de xadrez. O seu primeiro movimento é horizontal, seu segundo movimento é vertical e ela segue alternando os movimentos. O comprimento do primeiro movimento é 1, ou seja, a torre vai para uma casa vizinha, o comprimento do segundo movimento é 2 e assim por diante. (a) É possível que a torre volte para casa onde começou após realizar exatamente 2013 movimentos? (b) Determine todos os n para os quais a torre pode voltar para a casa inicial após realizar exatamente n movimentos. 3 3 e 21. (OBM 2004) Esmeralda tem uma pilha com 100 pedras. Ela divide essa pilha em duas novas pilhas e em seguida multiplica as quantidades de pedras nessas duas novas pilhas e escreve o produto no quadro. Ela então escolhe uma pilha com mais de uma pedra e repete esse procedimento: a pilha é dividida em duas, as quantidades de pedras nessas pilhas são multiplicadas e o produto escrito no quadro. Esta operação é realizada até se obter todas as pilhas com uma pedra. Quais são os possíveis valores da soma de todos os produtos escritos no quadro? 22. Temos os números 2048 e 1024 escritos no quadro. A cada passo trocamos dois números a e b do quadro por 3a+b 4 e 3b+a 4 (a) É possível obter os números 1540 e 1532? (b) É possível obter os números 1546 e 1526? 23. (Bulgária) Há 2000 bolas brancas em uma caixa. Há ainda um número suficiente de bolas brancas, verdes e vermelhas fora da caixa. As seguintes operações são permitidas com as bolas: (a) Trocar duas bolas brancas por uma verde. (b) Trocar duas bolas vermelhas por uma verde. (c) Trocar duas bolas verdes por uma branca e uma vermelha. (d) Trocar uma bola branca e uma verde por uma vermelha. (e) Trocar uma bola verde e uma vermelha por uma branca..
4 Após uma quantidade finita de operações, restam três bolas na caixa. Prove que ao menos uma delas é verde. Existe um número finito de operações que deixa na caixa somente uma bola? 24. Existem n 2 números não-nulos escritos em um quadro. Um movimento consiste em escolher dois números a e b e trocá-los por a+b. Prove que, após um número e b a 2 2 finito (e positivo) de movimentos, não poderemos obter os números iniciais novamente. 25. Os vértices de um n-ágono são rotulados com os números x 1,, x n. Sejam a, b, c e d quatro rótulos consecutivos. Se (a-d)(b-c) < 0, então trocamos de lugar b e c. É possível realizar essa operação infinitamente? 26. Considere um conjunto de pessoas. Prove que é possível dividir o conjunto em dois grupos de modo que cada pessoa tenha uma quantidade de amigos no outro grupo maior ou igual à quantidade de amigos no grupo em que está. Considere a amizade como uma relação recíproca. 27. (União Soviética) Inicialmente temos n>1 números escritos em uma lousa. Uma operação permitida com esses números é escolher dois deles, digamos a e b, apagá-los e escrever na lousa a+b. Assim, após cada operação, a quantidade de números escritos 4 na lousa diminui em uma unidade. Se, inicialmente, todos os números escritos eram iguais a 1, prove que quando restar somente um número, ele será maior ou igual que 1 n 28. Seja c um inteiro não-negativo. São escritos n números inteiros em um quadro. Uma operação consiste em escolher dois números escritos x e y, 0 x y c, e substituílos por x + 1 e y 1. Prove que, após um número finito de operações, não será possível realizar mais operação alguma pessoas estão divididas entre os 115 quartos de uma mansão. A cada minuto, uma pessoa anda para um quarto com número maior ou igual de pessoas do qual ela estava. Prove que eventualmente todas as pessoas vão estar em um mesmo quarto. 30. Cada termo da sequência 1, 0, 1, 0, 1, 0,... começando pelo sétimo é o último dígito da soma dos seis últimos termos. Prove que a subseqüência de seis termos consecutivos 0,1,0,1,0,1 nunca aparece. 31. Na figura abaixo, uma operação permitida é trocar os sinais de todos os números de uma mesma linha, coluna ou paralela a uma das diagonais. Em particular, é permitido trocar o sinal de um dos quatro cantos. É possível obtermos todos os números do tabuleiro iguais a 1?
5 32. (IMO SL 2009) Considere 2009 cartas, cada uma com um lado luminoso e outro lado negro enfileirados paralelamente sobre uma longa mesa. Inicialmente todas as cartas exibem seu lado luminoso. Dois jogadores, do mesmo lado da longa mesa, jogam um jogo com movimentos alternados. Cada movimento consiste em escolher um bloco de 50 cartas consecutivas, a mais á esquerda exibindo seu lado luminoso, e virá-las. Assim as que exibem o lado luminoso passam a exibir o lado negro e vice-versa. Quem não puder mais realizar um movimento, perde. a) O jogo necessariamente termina? b) Existe uma estratégia vencedora para o primeiro jogador? 33. (Alemanha) Em um tabuleiro de xadrez infinito, considere um cavalo cujo movimento consiste em pular p casas em uma direção (vertical ou horizontal) seguido de q casas na outra, p,q > 0. Suponha que em algum momento o cavalo retorne a sua casa de origem. Prove que ele realizou uma quantidade par de movimentos. 34. Há um inteiro positivo em cada quadrado de uma mesa retangular. Um movimento consiste em escolher uma linha e dobrar cada um dos números dessa linha ou escolher uma coluna e subtrair uma unidade de cada número dessa coluna. É sempre possível que, após um número finito de operações, obtenhamos todos os números da mesa iguais a zero? 35. (Bulgária 2004) Considere todas as palavras formadas pelas letras a e b. São permitidas as seguintes operações: (i) Trocar um bloco aba por um bloco b e vice-versa. (ii) Trocar um bloco bba por um bloco a e vice-versa. É possível obter a sequência baa...a (com 2003 as) a partir da sequência aa...ab (com 2003 as)? 36. (Torneio das cidades) Em uma lousa, vários inteiros positivos são escritos. Uma operação permitida é apagar dois números distintos, dentre os escritos, e escrever no lugar deles seu mmc e mdc. Prove que, após repetirmos um número finito de vezes essa operação, os números escritos não mudam mais, não importando que operações adicionais fizermos. 37. É possível rearranjar os inteiros 1, 1, 2, 2,..., 1998, 1998 tal que há exatamente i-1 números entre dois i s para todo i?
6 38. Os números 1,2...,100 são escritos em um tabuleiro 10 x 10 tal que a intersecção da i- ésima linha com a j-ésima coluna tem escrito o número 10(i-1)+j. Em cada passo realizamos o seguinte movimento: escolhemos uma casa e dois de seus vizinhos opostos (isto é, o de cima e o de baixo ou o da direita e o da esquerda) e decrescemos duas unidades desse número e acrescentamos uma unidade a cada um de seus vizinhos escolhidos ou acrescentamos duas unidades a esse número e decrescemos uma unidade de cada um de seus vizinhos. Após um número finito de passos, obtemos novamente os números 1,2,3,...,100 em alguma ordem. Prove que eles estão na mesma ordem que estavam no início. 39. (C-P-S Match 2011) São escritos no quadro n inteiros não-negativos cujo maior divisor comum é 1. Um movimento consiste de apagar dois números x e y, onde x y, no quadro e substituí-los por x-y e 2y. Determine para quais n-úplas iniciais de números no quadro é possível, após um número finito de movimentos, obter (n-1) dos números escritos no quadro iguais a zero. 40. Inicialmente os números reais u, v e t estão escritos, nessa ordem, no quadro. Uma operação consiste em trocar os números x, y e z escritos, nessa ordem, por xu + yt + zv, xv + yu + zt e xt + yv + zu, nessa ordem. Suponha que, após realizarmos um número finito (e positivo) de operações, obtemos novamente os números u, v e t, nessa ordem, no quadro. Prove que u=v=t= (Teste Cone Sul 2016) Em uma lousa estão escritos alguns números inteiros. Wesley pode fazer duas operações com os números escritos na lousa. A operação safa consiste em apagar dois números n e n+1 e escrever o número n-2. A operação fadão consiste em apagar dois números n e n+4 e escrever o número n-1. Wesley pode fazer safa ou fadão quantas vezes quiser. (a) Prove que é possível Wesley escrever uma quantidade finita de inteiros positivos distintos dois a dois na lousa e, usando as operações, obter o número -3. Observe que após fazer as operações é permitido que existam números repetidos, mas não há inteiros positivos repetidos entre os números escritos inicialmente por Wesley. (b) Prove que, partindo de inteiros positivos distintos dois a dois, não é possível obter um inteiro menor que (OBM 2004-Adaptado) Inicialmente estão escritos no quadro os números reais a (à esquerda) e b (à direita). Uma operação consiste em trocar os dois números x (à esquerda) e y (à direita) escritos no quadro por y x 2 (à esquerda) e x (à direita). É possível após um número finito (e positivo) de operações obter novamente os números a (à esquerda) e b (à direita) no quadro para algum par de reais (a,b)? 43. (Rússia 1995) São dados quatro triângulos retângulos congruentes. Uma operação consiste em cortar um dos triângulos ao longo de sua altura relativa à hipotenusa, substituindo-o pelos dois novos triângulos resultantes. Prove que, independente de como realizamos as operações, sempre haverá dois triângulos congruentes.
7 Referências [1] Arthur Engel. Problem-Solving Strategies [2] Andrei Negut. Problems For the Mathematical Olympiads [3] Antonio Caminha. Tópicos de Matemática Elementar V.4 [4] Razvan Gelca, Titu Andreescu. Putnam and Beyond
Invariantes BRUNO HOLANDA
Invariantes BRUNO HOLANDA Neste artigo vamos estudar o princípio da invariância. Ou seja, vamos resolver problemas que, dada uma transformação, existe uma propriedade associada que nunca muda. 1 Analisando
XXVI OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA TERCEIRA FASE NÍVEL 1 (5ª e 6ª séries - Ensino Fundamental)
TERCEIRA FASE NÍVEL 1 (5ª e 6ª séries - Ensino Fundamental) PROBLEMA 1 Encontre todos os números naturais n de três algarismos que possuem todas as propriedades abaixo: n é ímpar; n é um quadrado perfeito;
Jogos e Brincadeiras I. 1. Brincadeiras
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 1 Prof. Bruno Holanda Aula 1 Jogos e Brincadeiras I 1. Brincadeiras Nesta primeira parte da aula resolveremos duas questões retiradas da Olimpíada
Invariantes com Restos
Programa Olímpico de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 12 Invariantes com Restos Problema 1. (Leningrado 1987) As moedas dos países Dillia e Dallia são o diller e o daller,
XXXVII OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Primeira Fase 9 de agosto de 2014 Nível (6º e 7º anos do Ensino Fundamental)
XXXVII OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Primeira Fase 9 de agosto de 2014 Nível (6º e 7º anos do Ensino Fundamental) Resoluções www.opm.mat.br PROBLEMA 1 a) O total de segundos destinados à visualização
XXXV Olimpíada Cearense de Matemática Nível 2 - Oitavo e Nono Anos
XXXV Olimpíada Cearense de Matemática Nível 2 - Oitavo e Nono Anos Reservado para a correção Prova Probl. 1 Probl. 2 Probl. 3 Probl. 4 Probl. 5 Total # 2000 Nota - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
COLETÂNEA DE PROBLEMAS PARA TREINAMENTO (*) NÍVEL III (ENSINO MÉDIO)
COLETÂNEA DE PROBLEMAS PARA TREINAMENTO (*) NÍVEL III (ENSINO MÉDIO) PROBLEMA 1 Uma calculadora tem o número 1 na tela. Devemos efetuar 2001 operações, cada uma das quais consistindo em pressionar a tecla
Buscando um Invariante
Resolução de Problemas Lista 01 com dicas e discussão Faça mentalmente as seguintes multiplicações: 1. 27 37 2. 21 23 Invente e resolva um problema, usando como inspiração o problema anterior. Decida o
XX OLIMPÍADA DE MATEMÁTICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - Em 19/09/2009
XX OLIMPÍADA DE MATEMÁTICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE - Em 19/09/2009 PROVA DA SEGUNDA ETAPA NÍVEL I (Estudantes da 6 a e 7 a Séries) Problema 1 A expressão E, a seguir, é o produto de 20 números:
JOGOS Bruno Holanda, Fortaleza CE
JOGOS Bruno Holanda, Fortaleza CE Nível Iniciante Problemas sobre jogos estão entre os mais atrativos para a maioria dos alunos que estão iniciando o seu gosto pela matemática e, por isso, vêm ganhando
Aula 3 - Estratégias básicas - Invariantes e Monovariantes
Murilo Vasconcelos Andrade 8 de Fevereiro de 2015 1 Introdução A terceira parte de nossas estratégias básicas consiste nas técnicas de Invariantes e Monovariantes. Como as técnicas anteriores, são conceitos
Princípio da Casa dos Pombos
Capítulo 1 Princípio da Casa dos Pombos O Princípio da Casa dos Pombos é um dos métodos de demonstração mais utilizados em competições de matemática. Também é conhecido em alguns países (na Rússia, por
38ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 2 (8º e 9º anos do Ensino Fundamental) GABARITO
38ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 2 (8º e 9º anos do Ensino Fundamental) GABARITO GABARITO NÍVEL 2 1) C 6) B 11) B 16) D 21) A 2) C 7) C 12) C 17) D 22) A 3) D 8) E 13) D 18) C
Problemas dos Círculos Matemáticos. Problemas extras para o Capítulo 4
Problemas dos Círculos Matemáticos Problemas extras para o Capítulo 4 Problemas dos Círculos Matemáticos - Capítulo 4 1 Exercícios Introdutórios Exercício 1. Quantos triângulos existem na figura abaixo?
Contagem II. Neste material vamos aprender novas técnicas relacionadas a problemas de contagem. 1. Separando em casos
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 5 Contagem II Neste material vamos aprender novas técnicas relacionadas a problemas de contagem. 1. Separando em
OBMEP 2010 Soluções da prova da 2ª Fase Nível 2. Questão 1
Questão a) Para saber o número que deve dizer ao matemágico, Joãozinho deve fazer quatro contas: ª conta: multiplicar o número no cartão escolhido por 2; 2ª conta: somar 3 ao resultado da primeira conta;
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 3. Curso de Combinatória - Nível 2. Paridade. Prof. Bruno Holanda
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 3 Paridade Todo número é par ou ímpar. Óbvio, não? Pois é com essa simples afirmação que vamos resolver os problemas
XXI Olimpíada de Matemática do Estado do Rio Grande do Norte. Prova do Nível I Em 25/09/2010
XXI Olimpíada de Matemática do Estado do Rio Grande do Norte Prova do Nível I Em 25/09/2010 Problema 1 Um professor de Matemática definiu a seguinte operação entre dois números naturais: Ele exemplificou
Semana Oĺımpica 2017
Semana Oĺımpica 017 Indução Nível Samuel Feitosa Exercício 1 Prove, por indução, que para todo n N, temos Exercício 1 Prove que 1 + + + n = nn + 1) Exercício Prove que, para todo n N, 1 + 3 + 5 + + n 1)
1. Onze cubinhos, todos de mesma aresta, foram colados conforme a figura a seguir.
XXV OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA Primeira Fase Nível a. Fase Olimpíada Regional AL BA GO PA PB PI RS RN SC - A duração da prova é de 3 horas. - Não é permitido o uso de calculadoras nem consultas
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano) Propostas de resolução
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano) Propostas de resolução Exercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. Verificando que em cada termo: o número de cubos cinzentos é igual à
Sequências - Aula 06
Sequências - Aula 06 Muitos problemas, de álgebra ou teoria dos números, envolvem sequências. Elas podem ser definidas como uma lista ordenada de elementos. Por exemplo, na sequência (, 3, 5, 8) o primeiro
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 1. Curso de Combinatória - Nível 2. Prof. Bruno Holanda
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 1 Lógica Nos últimos anos, a participação brasileira em competições internacionais de matemática vem melhorado significamente.
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Nível 1 - POTI Aula 1 - Combinatória
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Nível 1 - POTI Aula 1 - Combinatória Exercícios: 1. Maria inventou uma brincadeira. Digitou alguns algarismos na primeira linha de uma folha. Depois, no segunda linha, fez
Programa Olímpico de Treinamento. Aula 19. Curso de Combinatória - Nível 2. Miscelânea II. Prof. Bruno Holanda
Programa Olímpico de Treinamento Curso de Combinatória - Nível Prof. Bruno Holanda Aula 19 Miscelânea II Como prometido, em nesta última aula do treinamento em combinatória para alunos do nível, iremos
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano)
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano) Exercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. Na figura ao lado, estão representados os quatro primeiros termos de uma sequência de conjuntos
Equipamento. 6 Ladrilhos Iniciais mostrando a famosa Fonte dos Leões.
Alhambra Um jogo para 2 a 6 jogadores A partir dos 8 anos Duração de 45 a 60 minutos Copyright 2003 Queen Games, D-53842 Troisdorf, Germany Autor : Dirk Henn Design : Bernd Dietrich Os melhores mestres
1. O retângulo da figura a seguir está dividido em 7 quadrados. Se a área do menor quadrado é igual a 1, a área do retângulo é igual a:
XXV OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA Primeira Fase Nível - A duração da prova é de horas. - Não é permitido o uso de calculadoras nem consultas a notas ou livros. - Você pode solicitar papel para rascunho.
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 3. Curso de Combinatória - Nível 2. Paridade. Prof. Bruno Holanda
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível Prof. Bruno Holanda Aula 3 Paridade Todo número é par ou ímpar. Óbvio, não? Pois é com essa simples afirmação que vamos resolver os problemas
Contagem I. Figura 1: Abrindo uma Porta.
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 4 Contagem I De quantos modos podemos nos vestir? Quantos números menores que 1000 possuem todos os algarismos pares?
01) Qual é o valor da soma ? Esta soma é par ou é ímpar?
LISTA 01 PARIDADE PROF: Isabela Ribeiro Brosco 18/06/2016 Aluno(a): 01) Qual é o valor da soma 1 + 2 + 3 +... + 2014 + 2015 + 2016? Esta soma é par ou é ímpar? 02) Qual é a soma dos múltiplos de 3 entre
PEGUE 10. Quantidade: 08 unidades
1 PEGUE 10 Materiais Um tabuleiro e 66 cartas redondas com os numerais de 1 a 7 nas seguintes quantidades: 1 22 cartas; 6-2 cartas; 2-16 cartas; 7-2 cartas; 3-12 cartas; Coringa 1 carta. 4-7 cartas; 5-4
_32109, _42109, _52109 e (o traço indica onde deve ser colocado o algarismo das centenas de milhar)
Questão 1 Como o algarismo das unidades é 1, para que o número seja aditivado, a soma dos algarismos das casas das dezenas, centenas e unidades de milhar deve ser igual a 1. Existe só um número com quatro
5ª Lista de Exercícios de Programação I
5ª Lista de Exercícios de Programação I Instrução As questões devem ser implementadas em C. Questões que envolvam leitura de matrizes, a construção dessas matrizes pode ser realizada através da geração
Contagem. Professor Matheus Secco. 29 de janeiro de (1 3) n.
Professor Matheus Secco 9 de janeiro de 015 1 Ilustrando algumas técnicas Bijeções (IMC 1) Para cada inteiro positivo n, seja p(n) o número de maneiras de expressar n como soma de inteiros positivos. Por
Parte 1 - Matrizes e Sistemas Lineares
Parte 1 - Matrizes e Sistemas Lineares Matrizes: Uma matriz de tipo m n é uma tabela com mn elementos, denominados entradas, e formada por m linhas e n colunas. A matriz identidade de ordem 2, por exemplo,
Nome: N.º: endereço: data: Telefone: PARA QUEM CURSA O 7 Ọ ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM 2015 Disciplina: MaTeMÁTiCa
Nome: N.º: endereço: data: Telefone: E-mail: Colégio PARA QUEM CURSA O 7 Ọ ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL EM 2015 Disciplina: MaTeMÁTiCa Prova: desafio nota: QUESTÃO 16 (OBM) Entre os números 1, 2, 3, 4, 5,
COLETÂNEA DE PROBLEMAS N O Nível I
Olimpíada Brasileira de Matemática Sociedade Brasileira de Matemática PROGRAMA DE EDUCAÇÃO TUTORIAL OLIMPÍADA DE MATEMÁTICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE COLETÂNEA DE PROBLEMAS N O 0 009 Nível I Problema
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano)
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano) Exercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. Na figura seguinte, estão representados os quatro primeiros termos de uma sucessão de sólidos
Exercícios sobre Métodos de Contagem
Exercícios sobre Métodos de Contagem 1) Um grupo de 4 alunos (Alice, Bernardo, Carolina e Daniel) tem que escolher um líder e um vice-líder para um debate. (a) Faça uma lista de todas as possíveis escolhas
ADAPTAÇÃO PEGA VARETAS (Números Inteiros Negativos)
1 ADAPTAÇÃO PEGA VARETAS (Números Inteiros Negativos) Objetivos Introduzir o conceito de números inteiros negativos; Desenvolvimento O professor confeccionará o jogo com os alunos ou distribuirá os jogos
REGRAS DOS JOGOS do CNJM15
REGRAS DOS JOGOS do CNJM15 Semáforo Autor: Alan Parr 8 peças verdes, 8 amarelas e 8 vermelhas partilhadas pelos jogadores. Ser o primeiro a conseguir uma linha de três peças da mesma cor na horizontal,
+ 1, segue que o 103º termo dessa sequência é
1 N1Q1 a) A sequência é 415 537 810 91 10 1 b) Os seis primeiros termos são 995 1814 995 1814 995 1814 c) Os primeiros termos da sequência são 33333 6666 111 33333 6666 e vemos que os termos se repetem
XXVIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA TERCEIRA FASE NÍVEL 1 (5 a. e 6 a. Séries)
TERCEIRA FASE NÍVEL 1 (5 a. e 6 a. Séries) PROBLEMA 1 Considere as seguintes seqüências: S 1 : 12345678, 81234567, 78123456,..., na qual o último algarismo do termo anterior (algarismo das unidades) torna-se
Polos Olímpicos de Treinamento. Aula 1. Curso de Combinatória - Nível 2. Prof. Bruno Holanda
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 2 Prof. Bruno Holanda Aula 1 Lógica Nos últimos anos, a participação brasileira em competições internacionais de matemática vem melhorado significamente.
Gatos & Cães Simon Norton, 1970s
Gatos & Cães Simon Norton, 1970s Um tabuleiro quadrado 8 por 8. 28 peças gato e 28 peças cão (representadas respectivamente por peças negras e brancas). Ganha o jogador que realizar a última jogada. zona
SOLUÇÕES OBMEP 2ª. FASE 2016 NÍVEL 3
SOLUÇÕES OBMEP 2ª. FASE 2016 NÍVEL 3 N3Q1 Solução item a) Para facilitar, colocamos letras nas casas vazias: O número a deve ser a média dos números 3 e 19: a = O número 8 deve ser a média entre 3 e b,
JOGOS LIVRO REGRAS M AT E M Á T I CO S. 11.º Campeonato Nacional
Vila Real JOGOS M AT E M Á T I CO S.º Campeonato Nacional LIVRO DE REGRAS Semáforo Autor: Alan Parr Material Um tabuleiro retangular por. 8 peças verdes, 8 amarelas e 8 vermelhas partilhadas pelos jogadores.
PROBABILIDADE. Numero de Resultados Desejado Numero de Resultados Possiveis EXERCÍCIOS DE AULA
PROBABILIDADE São duas as questões pertinentes na resolução de um problema envolvendo probabilidades. Primeiro, é preciso quantificar o conjunto de todos os resultados possíveis, que será chamado de espaço
Exercícios de Análise Combinatória 1) Quantos pares ordenados podemos formar com os elementos do conjunto A={0, 2, 3, 5, 6, 7, 8, 9}?
Exercícios de Análise Combinatória 1) Quantos pares ordenados podemos formar com os elementos do conjunto A={0,, 3, 5,, 7, 8, 9}? ) Quantos pares ordenados com elementos distintos podemos formar com os
Canguru Matemático sem Fronteiras 2012
http://wwwmatucpt/canguru/ Destinatários: alunos dos 10 o e 11 o anos de escolaridade Nome: Turma: Duração: 1h 0min Não podes usar calculadora Em cada questão deves assinalar a resposta correta As questões
Prova de Habilitação
Prova de Habilitação professor 13 de setembro de 2014 INStRUÇÕES 1. Verifi que se os seus dados informados no quadro abaixo estão corretos. Caso as informações não estejam corretas, comunique o erro ao
Prova Resolvida Matemática (IBGE/2016) Prof. Guilherme Neves
Prova Resolvida Matemática (IBGE/2016) 36. (IBGE 2016/FGV) As meninas Alice, Beatriz e Celia brincam na balança. Alice e Beatriz juntas pesam 100 kg, Alice e Celia juntas pesam 96 kg e Beatriz e Celia
(b) Em quantos destes anagramas as letras CI aparecem juntas e nesta ordem? (c) Em quantos anagramas a letra A aparece antes (a esquerda) da letra E?
Exercício 1. (a) Quantos são os anagramas da palavra CINEMA. (b) Em quantos destes anagramas as letras CI aparecem juntas e nesta ordem? (c) Em quantos anagramas a letra A aparece antes (a esquerda) da
Jogos e Brincadeiras II
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível 1 Prof. runo Holanda ula 2 Jogos e rincadeiras II Neste artigo continuaremos o assunto iniciado no material anterior. O primeiro exercício,
Matrizes - Parte II. Juliana Pimentel. juliana.pimentel. Sala Bloco A, Torre 2
Matrizes - Parte II Juliana Pimentel [email protected] http://hostel.ufabc.edu.br/ juliana.pimentel Sala 507-2 - Bloco A, Torre 2 AB BA (Comutativa) Considere as matrizes [ ] [ 1 0 1 2 A =
Q1. (OBM) Escreva um número em cada quadrado da fila abaixo (figura 1), de modo que a soma de três números quaisquer vizinhos (consecutivos) seja 12.
Pré-F 2017 Simulado #4 24 de maio de 2017 Q1. (OM) Escreva um número em cada quadrado da fila abaixo (figura 1), de modo que a soma de três números quaisquer vizinhos (consecutivos) seja 12. 5 Figura 1
Contagem e Probabilidade Exercícios Adicionais. Paulo Cezar Pinto Carvalho
Contagem e Probabilidade Exercícios Adicionais Paulo Cezar Pinto Carvalho Exercícios Adicionais Contagem e Probabilidade Para os alunos dos Grupos 1 e 2 1. Um grupo de 4 alunos (Alice, Bernardo, Carolina
a) Temos da tabela C 3, A 1, B 2, I 9, D 4 e E 5. O número da palavra CABIDE é então = 1080
1 NQ1 a) Temos da tabela C 3, A 1, B, I 9, D 4 e E 5. O número da palavra CABIDE é então 3 1 9 4 5 = 1080. b) A decomposição de 455 em fatores primos é 455 = 5 7 13 ; as letras correspondentes a 5, 7 e
Números Primos, MDC e MMC. O próximo teorema nos diz que os primos são as peças fundamentais dos números inteiros:
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Teoria dos Números - Nível Prof. Samuel Feitosa Aula 4 Números Primos, MDC e MMC. Definição 1. Um inteiro p > 1 é chamado número primo se não possui um divisor d
XXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA Segunda Fase Nível 2 (7 a. ou 8 a. séries)
XXIII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA Segunda Fase Nível 2 (7 a. ou 8 a. séries) PROBLEMA 1 As peças de um jogo chamado Tangram são construídas cortando-se um quadrado em sete partes, como mostra o
Aula 4 - Números Primos, MDC e MMC
Polos Olímpicos de Treinamento Intensivo (POTI) Curso de Teoria dos Números - Nível Aula 4 - Números Primos, MDC e MMC Prof. Samuel Feitosa Arquivo Original 1 1 Documento:...gaia/educacional/matematica/teoria
A) são da mesma cor. B) são vermelhas. C) uma é vermelha e duas são brancas. D) uma é branca e duas são vermelhas. E) pelo menos uma é vermelha.
XXII OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTIA Primeira Fase Nível 1 - A duração da prova é de 3 horas. - Não é permitido o uso de calculadoras nem consultas a notas ou livros. - Você pode solicitar papel para
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano)
MATEMÁTICA - 3o ciclo Sequências e sucessões (7 o ano) Exercícios de provas nacionais e testes intermédios 1. Representam-se a seguir os três primeiros termos de uma sucessão de figuras constituídas por
COLETÂNEA DE PROBLEMAS PARA TREINAMENTO (*) NÍVEL II (ENSINO FUNDAMENTAL: 7 a e 8 a Séries)
COLETÂNEA DE PROBLEMAS PARA TREINAMENTO (*) NÍVEL II (ENSINO FUNDAMENTAL: 7 a e 8 a Séries) PROBLEMA 1 Considere o conjunto dos 100 números: 1, 1/2, 1/3,..., 1/100. Eliminam-se dois elementos quaisquer
Princípio do Extremo. Todo conjunto finito de reais tem um mínimo e um máximo, que não são necessariamente
Programa Olímpico de Treinamento Curso de Combinatória Nível 3 Prof. Carlos Shine Aula 8 Princípio do Extremo A ideia chave na solução de muitos problemas em combinatória, ou até mesmo em teoria dos números
Gatos & Cães Simon Norton, 1970s
Gatos & Cães Simon Norton, 970s Um tabuleiro quadrado 8 por 8. 8 peças gato e 8 peças cão (representadas respectivamente por peças negras e brancas). Ganha o jogador que realizar a última jogada. zona
Belos Problemas: Indução e Princípio das Gavetas de Dirichlet
Belos Problemas: Indução e Princípio das Gavetas de Dirichlet Rogério Ricardo Steffenon 1 1 Universidade do Vale do Rio dos Sinos, Email: [email protected] Neste minicurso serão apresentados e
Combinatória. Samuel Barbosa. 28 de março de 2006
Combinatória Samuel Barbosa 28 de março de 2006 1 Princípios Básicos de Contagem Em contagem, tentamos abordar o problema de contar o número de elementos de um conjunto sem efetivamente contá-los de um
Soluções Simulado OBMEP 2017 Nível 1 6º e 7º anos do Ensino Fundamental. = 7 cm. Logo, ela parou na marca de = 13 cm.
Soluções Simulado OBMEP 2017 Nível 1 6º e 7º anos do Ensino Fundamental 1. ALTERNATIVA C Alvimar recebeu de troco 5,00 3,50 = 1,50 reais. Dividindo 1,50 por 0,25, obtemos o número de moedas de 25 centavos
O PRINCÍPIO DAS GAVETAS Paulo Cezar Pinto Carvalho - IMPA
Nível Intermediário O PRINCÍPIO DAS GAVETAS Paulo Cezar Pinto Carvalho - IMPA Muitos problemas atraentes de matemática elementar exploram relações entre conjuntos finitos, expressas em linguagem coloquial.
Tabuleiros. Problema 1. Determine se é possível cobrir ou não o tabuleiro abaixo (sem sobreposições) usando apenas dominós?
Polos Olímpicos de Treinamento Curso de Combinatória - Nível Prof. Bruno Holanda Aula 9 Tabuleiros Quem nunca brincou de quebra-cabeça? Temos várias pecinhas e temos que encontrar uma maneira de unir todas
Distribuição de Jogos por Ciclo
REGRAS DOS JOGOS Distribuição de Jogos por Ciclo 1º CEB 2º CEB 3º CEB Sec. Semáforo x Gatos & Cães x x Rastros x x x Produto x x x Avanço x x Flume x 2 Semáforo Autor: Alan Parr 8 peças verdes, 8 amarelas
QUESTÃO 1 ALTERNATIVA E
a Solução da prova da fase OBMEP 0 Nível QUESTÃO ALTERNATIVA E Como Ana contribuiu com reais e Aurora com 68 reais, os três livros juntos custaram + 68 = reais; desse modo, cada livro custou = reais, que
38ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO
38ª OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA PRIMEIRA FASE NÍVEL 3 (Ensino Médio) GABARITO GABARITO NÍVEL 3 1) E 6) E 11) E 16) B 21) D 2) A 7) B 12) D 17) D 22) A 3) C 8) D 13) A 18) E 23) C 4) B 9) D 14) A
PROFESSORA: GEÓRGIA SOARES DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO: XADREZ AULA 2
PROFESSORA: GEÓRGIA SOARES DISCIPLINA: EDUCAÇÃO FÍSICA CONTEÚDO: XADREZ AULA 2 Questões 1. Como você conceituaria Jogo? 2. Quais as vantagens dos Jogos? 3. Classifique os tipos de Jogo. 4. Qual a diferença
MATEMÁTICA MÓDULO 4 PROBABILIDADE
PROBABILIDADE Consideremos um experimento com resultados imprevisíveis e mutuamente exclusivos, ou seja, cada repetição desse experimento é impossível prever com certeza qual o resultado que será obtido,
Contagem e Probabilidade Soluções do Exercícios Adicionais. Paulo Cezar Pinto Carvalho
Contagem e Probabilidade Soluções do Exercícios Adicionais Paulo Cezar Pinto Carvalho 1. a) AB, AC, AD, BA, BC, BD, CA, CB, CD, DA, DB, DC b) O líder pode ser escolhido de modos; uma vez escolhido o líder,
Análise Combinatória AULA 1. Métodos Simples de Contagem
Análise Combinatória AULA 1 Métodos Simples de Contagem Tales Augusto de Almeida 1. Introdução A primeira ideia que surge no imaginário de qualquer estudante quando ele ouve a palavra contagem seria exatamente
Aplicações das Técnicas Desenvolvidas. Soluções de Exercícios e Tópicos Relacionados a Combinatória. 2 a série E.M.
Aplicações das Técnicas Desenvolvidas Soluções de Exercícios e Tópicos Relacionados a Combinatória 2 a série E.M. Professores Tiago Miranda e Cleber Assis Aplicações das Técnicas Desenvolvidas Soluções
Semáforo. Um tabuleiro retangular 4 por 3. 8 peças verdes, 8 amarelas e 8 vermelhas partilhadas pelos jogadores.
Semáforo Autor: Alan Parr Um tabuleiro retangular por. 8 peças verdes, 8 amarelas e 8 vermelhas partilhadas pelos jogadores. Ser o primeiro a conseguir uma linha de três peças da mesma cor na horizontal,
livro das regras (provisório)
livro das regras (provisório) Avanço Autor: Dan Troyka, 2000 Um tabuleiro quadrado 7 por 7; 14 peças brancas e 14 peças negras. Um jogador ganha se chegar com uma das suas peças à primeira linha do adversário,
Aula 01 Ciclo 03. Professora Laís Pereira EMEF Antônio Aires de Almeida Gravataí
Aula 01 Ciclo 03 Professora Laís Pereira EMEF Antônio Aires de Almeida Gravataí Área e Perímetro Área e perímetro são duas medidas distintas, onde a área é a medida de uma superfície e o perímetro é a
Aula 1 - Estratégias básicas - Princípio da casa dos pombos
Murilo Vasconcelos Andrade 20 de Janeiro de 2015 1 Introdução Durante esta primeira parte do curso, iremos ver algumas das estratégias básicas usadas em olimpíadas de Matemática. São conceitos bastaste
Solução da prova da 2.ª Fase
Solução da prova da.ª Fase Nível 8.º e 9.º anos do Ensino Fundamental. a Fase de setembro de 08 QUESTÃO a) As páginas pares do álbum têm os números,,,..., 0 num total de 0 = 0 páginas e as páginas ímpares
Polo Olímpico de Treinamento Intensivo UFPR Curso de Combinatória, Nível 3 1 o semestre de 2019
Polo Olímpico de Treinamento Intensivo UFPR Curso de Combinatória, Nível 3 1 o semestre de 2019 Marcel Thadeu de Abreu e Souza Vitor Emanuel Gulisz Análise Combinatória: Introdução Vamos buscar contar
38 a OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA 2 a Fase Nível 1 (6 o ou 7 o ano)
38 a OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA a Fase Nível 1 (6 o ou 7 o ano) GABARITO PARTE A - Cada problema vale 5 pontos CRITÉRIO DE CORREÇÃO: PARTE A Na parte A serão atribuídos 5 pontos para cada resposta
Problemas dos Círculos Matemáticos. Problemas extras para os capítulos 0 e 1
Problemas dos Círculos Matemáticos Problemas extras para os capítulos 0 e 1 Problemas dos Círculos Matemáticos - Capítulos 0 e 1 Problemas extras para os capítulos 0 e 1 1 Exercícios Introdutórios Exercício
OBMEP ª fase Soluções - Nível 1
OBMEP 009 ª fase Soluções - Nível 1 Nível 1 questão 1 a) Há apenas três maneiras de escrever 1 como soma de três números naturais: 1 = 1+ 0 + 0, 1 = 0 + 1+ 0 e 1 = 0 + 0 + 1, que nos dão as possibilidades
Problemas de Teoria dos Números e Contagem - Aula 09
Problemas de Teoria dos Números e Contagem - Aula 09 Após os conceitos de números inteiros que foram trabalhados até este ponto, como divisores, múltiplos e outros, estes podem ser utilizados em problemas
XXXII OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Primeira Fase (16 de agosto de 2008) Nível α (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental)
Instruções: XXXII OLIMPÍADA PAULISTA DE MATEMÁTICA Prova da Primeira Fase (16 de agosto de 2008) Nível α (6 o e 7 o anos do Ensino Fundamental) Folha de Perguntas A duração da prova é de 3h30min. O tempo
