Conjunto de Instruções e Modelos de Arquiteturas
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- Marina Pinhal Pinho
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1 Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação EESC-USP SEL-0415 Introdução à Organização de Computadores Conjunto de Instruções e Modelos de Arquiteturas Aula 7 Prof. Marcelo Andrade da Costa Vieira Profa. Luiza Maria Romeiro Codá Porfa. Maria Stela Veludo de Paiva
2 INSTRUÇÕES Padrão de código binário armazenado em um dispositivo de memória para comandar o microprocessador na execução de determinada tarefa: Microcontroladores: gravado na memória de programa (tipo ROM); PC: gravado em arquivo *.exe, que é carregado na memória principal (RAM) para ser executado; Cada máquina tem seu próprio conjunto de instruções baseadas no projeto de seu μp;
3 Conjunto de Instruções - Programa Fabricante: seleciona combinações de padrões de bits (opcodes), atribuindo-lhes um significado, utilizando circuitos lógicos específicos Conjunto de Instruções número de bits que a ULA reconhece e processa de uma só vez define o tipo de microprocessador - Usualmente de 4 bits para os mais simples até de 64 bits para computadores de alta velocidade -
4 Conjunto de Instruções - Programa Cada instrução tem a ela associado um código binário de operação (OPCODE) Além do opcode a instrução pode conter mais bytes que representam dados ou endereços associados à instrução; O tamanho do OPCODE varia de acordo com a arquitetura do μp; Ex.: máquina com OPCODE de 8 bits pode ter até 256 (2 8 ) tipos de instruções diferentes Uma instrução é constituída pelo seu opcode, podendo incluir também bytes extras, que representam dados ou endereços associados à instrução
5 Conjunto de Instruções - Programa O OPCODE especifica : a função da instrução os registradores usados pela instrução ( se houverem) se existem mais bytes na memória de programa, pertencentes a este opcode, que precisam ser buscados (lidos)
6 Conjunto de Instruções - Programa Programa em Linguagem de Máquina programa escrito com Instruções Binárias Ex.: (opcode) (dado de 8 bits) significa Soma: A = A + 13H Para o homem, os programas em linguagem de máquina são difíceis de serem escritos e não ilustram as operações
7 Conjunto de Instruções - Programa Os fabricantes criaram palavras curtas em inglês que representam a instrução binária na máquina (MNEMÔNICOS), facilitando a escrita dos programas. Programa em Linguagem Assembly programa escrito utilizando MNEMÔNICOS. EX: ADD A,#13H ; soma conteúdo de A com o valor 13H
8 Conjunto de Instruções - Programa Programas em Linguagem Assembly necessitam de um programa tradutor (Assembler) : converte o programa para Linguagem de máquina. Programas em Linguagens de alto nível ( Fortran, Pascal, C, Basic...) necessitam de um programa tradutor (compilador) para transformar em linguagem de máquina.
9 Conjunto de Instruções - Programa Cada linha de um programa em Linguagem Assembly é constituída por quatro campos distintos: rótulo (Label): nome atribuído ao endereço da instrução Opcode Operandos: podem ser registradores e/ou valores que representam dados ou endereços da instrução comentários : precedidos por ; exemplo:
10 Conjunto de Instruções - Programa Um programa em Linguagem Assembly inclui instruções especiais (pseudo-instruções ou Diretivas), que são usadas pelo programa tradutor para a estruturação do programa. Pseudo-instruções não tem opcode Exemplo: 1 - ORG endereço Função do ORG: o endereço especificado no operando representa endereço inicial da área de programa, ou subrotina ou área de dados (Ex: ORG 1000H (O endereço da próxima instrução é 1000H) 2 - Nome EQU valor Função da diretiva EQU: O Nome especificado é associado com o valor especificado no operando. (Ex: val1 EQU 89H)
11 Conjunto de Instruções - Programa Exemplo de Diretivas (cont): 3- DB dado1(8bits), dado2(8bits),...dadon(8bits) Função do DB: os dados de oito bits do operando são inseridos em sequência, diretamente no programa objeto. (EX: Dados: DB 01H, 2AH. 3CH ) 4 - END Função : Indica até onde o programa deve ser compilado.
12 Programa do uc Atmel 8051
13 Programa do uc Atmel 8051
14 Conjunto de Instruções - Programa Programa em Linguagem Assembly (resumo): cada instrução do up tem um código binário (opcode) a ela associado, que especifica a função da instrução e seus operandos. os fabricantes criaram Mnemônicos (abreviaturas associadas com a função da instrução) para cada instrução, com o objetivo de facilitar a escrita de programas. Exemplo: ADD A, #13H ; soma o acumulador com o valor 13H Mnemônico : ADD Operando: A e o valor 13H o opcode é: 24H e em binário; Programa em Linguagem Assembly é um programa contendo mnemônicos. Cada up tem seu próprio conjunto de instruções um programa em Linguagem Assembly é específico para um determinado processador
15 Conjunto de Instruções - Programa Como o Programa é inserido na memória ROM: O programador edita um programa em Linguagem Assembly (Programa Fonte), contendo instruções (Mnemônicos) do mp O programador usa um programa tradutor (Assembler) para gerar o programa executável (Programa Objeto) O programa objeto é carregado na ROM através de um circuito programador (PROM, EPROM, EEPROM, FLASH) A memória ROM, após ser programada, é inserida no circuito do microcomputador Programa Fonte (mnemônicos) Tradutor (Assembler) Programa Objeto (opcodes)
16 Ciclo de Máquina x Ciclo de Instrução Busca Execução Ciclos de Máquina Cada instrução gasta um ou mais ciclos de máquina para ser executada
17 Grupo de Sistemas Digitais Ciclo de Máquina x Ciclo de Instrução Exemplo para o 8051(INTEL): Cada ciclo de máquina: ciclo de busca do opcode + leitura ou gravação, em memória ou I/O (duração de 12T); Existem instruções de 1, 2 e 4 ciclos de máquina (até 48T); Exemplo para o PIC ("Peripheral Interface Controller" ) fabricado pela Microchip Technology: Cada ciclo de máquina: ciclo de busca do opcode + leitura ou gravação, em memória ou I/O (duração de 4T); Existem instruções de 1 ou 2 ciclos de máquina;
18 Ciclo de Instrução Ciclo de Busca: busca do opcode na memória de programa e armazena no IR; Ciclo de Execução: executa a instrução armazenada no IR ou busca mais bytes da mesma instrução, se houver, e executa a instrução PC endereço inicial do programa Busca do opcode IR opcode Execução da instrução Ciclo de instrução O microprocessador executa operações cíclicas
19 Ciclo de Instrução Existem ciclos de instrução que utilizam mais de 1 ciclo de máquina: Não tem Término
20 Ciclo de instrução Cada instrução é caracterizada por : Opcode Número de ciclos de máquina Número de períodos de clock (T) Flags alterados pela instrução Modos de endereçamento Ciclo de Instrução: CICLO DE BUSCA DO OPCODE E SUA EXECUÇÃO
21 Exemplo- Características de uma instrução Cada ciclo de máquina gasta 12 períodos de clock (12T Característica da instrução MOV A,30H: Número de bytes: 2 Ciclos de máquina : 1 Tempo de execução: 12 T Se Freq= 12 MHz, T = 1/12 us Portanto, o tempo de execução é = 1us
22 Classificação da arquitetura quanto ao conjunto de Instruções Conjunto de Instruções - Processador Específico CISC - Complex Instruction Set Computers Maioria dos μp Suporta um conjunto maior de instruções Quantidade de instruções num programa geralmente é menor (mais instruções disponíveis ao programador) Processamento mais lento (instruções mais complexas que gastam mais de um ciclo de máquina)
23 Classificação da arquitetura quanto ao conjunto de Instruções Conjunto de Instruções - Processador Específico RISC - Reduced Instruction Set Computers Implementa quantidade limitada de instruções otimizadas maior rapidez mais simples Gastam em sua maioria apenas um ciclo de máquina Todas as instruções ocupam o mesmo tamanho na memória Programa quantidade maior de instruções menos instruções disponíveis ao programador.
24 RISC x CISC μp CISC As instruções NÃO necessariamente têm o mesmo comprimento (em bytes). O tempo de execução das instruções é diferente, e dependente da freqüência do clock interno do mp. Mais instruções disponíveis= programa mais simples Ex: Microcontrolador 8051(Intel) μp RISC As instruções têm o mesmo comprimento (em bytes); O tempo de execução das instruções é o mesmo (com exceção para instruções de salto) e são dependentes da freqüência do clock interno do μp. menos instruções disponíveis = programa mais complexo Ex: Microcontrolador PIC (Microchip)
25 Exemplos de Instruções CISC CLR A MOV A,30h LJMP 3FB2h
26 Exemplos de Instruções RISC MOVF STATUS, W BCF STATUS, RP0 MOVLW B CALL SUBROTINA
27 Modelos de Arquiteturas para Computadores Arquitetura Von Neumann X Arquitetura Harvard
28 Arquitetura Von Neumann
29 Arquitetura Von Neumann Von Neumann: Arquitetura mais simples; Mais lento pois não permite acesso simultâneo às memórias; Geralmente CISC Exemplo: instruções instruções instruções Z80 Mais de 500 instruções
30 Microcontrolador Intel 8051 Arquitetura Von Neumann Modificada (MISTA) Apesar de duas memórias, elas compartilham o mesmo barramento
31 Arquitetura Harvard
32 Arquitetura Harvard Busca e execução em apenas 1 ciclo de máquina; Todas as instruções tem largura fixa; Poucas instruções gastam mais de 1 ciclo de máquina;
33 Arquitetura Harvard Harvard: Arquitetura mais complexa; Mais rápida, pois permite acesso simultâneo às memórias; Geralmente RISC Permite o Pipelining Exemplo: Processadores Digitais de Sinais (DSP) Microchip PIC 35 instruções
34 Arquitetura Von Neummann com Conjunto de Instruções RISC Texas MSP430: Arquitetura Von Neumann; Instruções RISC de 16 bits;
35 Conceito de Pipeline de 2 estágios: μcontroladores PIC No pipeline de instruções do PIC, a busca e execução de instruções é separada em dois estágios, permitindo a busca da próxima instrução, enquanto a instrução atual está sendo executada Busca e execução em 1 ciclo de máquina; Instruções de salto gastam dois ciclos de máquina;
36 Pipelining de 2 estágios: μcontroladores PIC Ciclo de máquina = fosc/4 para os μcontroladores PIC As instruções devem ser de um ciclo de máquina
37 Pipelining Pipeline é mais fácil de ser implementado em processadores RISC Pipelining de 2 ou mais estágios: Intel 8086, 8088, PIC: 2 estágios Pentium: 5 estágios Pentium 4: 20 estágios ( ultimo modelo 31 estágios)
38 FIM
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