PEA 2404 MÁQUINAS ELÉTRICAS E ACIONAMENTOS
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- Isabella Bergler Garrido
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1 PEA 2404 MÁQUINAS ELÉTRICAS E ACIONAMENTOS Resumo das notas de aula 1
2 A1 PROGRAMA: 1 MÁQUINAS ASSÍNCRONAS: Caracterização e classificação das máquinas assíncronas - Aspectos construtivos Princípio de funcionamento das máquinas de indução polifásicas Formação do campo magnético rotativo Campos harmônicos Enrolamentos trifásicos Fluxo por polo F.E.M. induzida - Interação do campo rotativo com os condutores rotóricos Conjugado e escorregamento Modos de operação Natureza da impedância rotórica Circuito equivalente Fluxo de potências ativas Expressão do conjugado Características externas Conformação de curvas Categorias de conjugado Métodos de partida Transitório de partida Variação de rotação da máquina assíncrona Alimentação com frequencia variável Efeito das harmônicas sobre as características Modos de operação especiais da máquinas assíncrona Motores de indução monofásicos Modelo de circuito e métodos de partida 2 ACIONAMENTOS: Aspectos gerais dos acionamentos industriais Coordenação do sistema: Carga + Motor + Controlador - Aplicação e caracterização dos principais tipos de cargas mecânicas - Aplicação e caracterização dos principais tipos de motores elétricos Tipos de acoplamentos entre motor e carga Tempo de aceleração Métodos de partida e frenagem transitório térmico de aquecimento e resfriamento Regimes de operação Potência eficaz Classes térmicas dos materiais isolantes Efeito da temperatura ambiente e altitude Conversores CA-CC Chopper Inversores de frequencia Exemplos de aplicaçao. 2
3 BIBLIOGRAFIA: ELECTRIC MACHINERY FUNDAMENTALS S. J. Chapman Ed. McGraw-Hill 1991 SELEÇÃO E APLICAÇÃO DE MOTORES ELÉTRICOS O. S. Lobosco Ed. McGraw-Hill 1988 ELETROMECÂNICA A.G. Falcone Ed. Edgard Blucher 1996 ALTERNATING CURRENT MACHINES - M. G. Say Pitman Publishing 1976 ELECTRIC MOTOR HANDBOOK E. H. Werninck Ed. McGraw-Hill 1978 HANDBOOK OF ELECTRIC MACHINES S. A. Nasar Ed. McGraw-Hill
4 MÁQUINAS ASSÍNCRONAS ( MÁQUINAS DE INDUÇÃO ) ROTOR BOBINADO ROTOR EM CURTO ROTOR ACESSÍVEL ( DE ANÉIS ) ( GAIOLA ) ROTOR INACESSÍVEL CARACTERÍSTICA AJUSTÁVEL GAIOLA SIMPLES DUPLA GAIOLA OU BARRA ALTA POLARIDADE ÚNICA OU MULTIPOLAR CARCTERÍSTICA FIXA VELOCIDADE APROXIMADAMENTE CONSTANTE 4
5 MOTORES ASSÍNCRONOS: CONSTRUÇÃO ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA MÁQUINA ASSÍNCRONA (OU DE INDUÇÃO) ESTATOR ROTOR BOBINADO ( OU DE ANÉIS ) ROTOR EM CURTO (OU DE GAIOLA ) 5
6 MOTOR ASSÍNCRONO OU DE INDUÇÃO: DETALHE DO ROTOR BOBINADO BOBINAS DO ROTOR ISOLADAS ENTRE ESPIRAS E CONTRA A TERRA ACESSO AO ENROLAMENTO POR MEIO DAS ESCOVAS E ANÉIS 6
7 MOTOR ASSÍNCRONO OU DE INDUÇÃO: DETALHE DO ROTOR DE GAIOLA BARRAS ALOJADAS NAS RANHURA SEM ISOLAMENTO 7
8 MOTOR DE ANÉIS DE MÉDIO PORTE MOTOR DE GAIOLA DE PEQUENO PORTE CONSTRUÇÕES TÍPICAS DE MOTORES ASSÍNCRONOS MOTOR DE GAIOLA DE MÉDIO PORTE 8
9 NÚCLEO DO ESTATOR CARCAÇA MANCAL ENROLAMENTO ESTATÓRICO GAIOLA ROTÓRICA NÚCLEO DO ROTOR VISTA EXPLODIDA DE MOTOR DE GAIOLA DE GRANDE PORTE 9
10 CONCEITO DE FUNCIONAMENTO DO MOTOR ASSÍNCRONO ( DE INDUÇÃO ) CAMPO ROTÓRICO F R PRODUZIDO POR CORRENTES INDUZIDAS A PARTIR DO CAMPO DO ESTATOR ω R < ω S BASE DE OPERAÇÃO: CAMPO ROTATIVO NO ENTREFERRO, PRODUZIDO PELO ESTATOR 10
11 MOTORES DE INDUÇÃO: FUNCIONAMENTO BASE DE FUNCIONAMENTO DA MÁQUINA ASSÍNCRONA 11
12 FORMAÇÃO DO CAMPO MAGNÉTICO ROTATIVO NO ENTREFERRO CAMPO MAGNÉTICO ROTATIVO ESSENCIAL NO FUNCIONAMENTO DOS MOTORES ASSÍNCRONOS E SÍNCRONOS FORMAÇÃO DO CAMPO ROTATIVO SÓ É POSSÍVEL COM ENROLAMENTOS POLIFÁSICOS (TRIFÁSICO MAIS COMUMENTE ) CONDIÇÕES PARA FORMAÇÃO DO CAMPO GIRANTE COM ENROLAMENTO POLIFÁSICO: NECESSÁRIO NO ESTATOR UM SISTEMA DE m CONJUNTOS DE BOBINAS, CHAMADOS FASES, ESPAÇADOS DE FORMA EQUIDISTANTE AO LONGO DA SUPERFÍCIE DO ENTREFERRO DESLOCAMENTO ESPACIAL ENTRE FASES DE 2.π / m ( ÂNGULO ELÉTRICO ) NECESSÁRIA A ALIMENTAÇÃO DE CADA FASE COM CORRENTE ALTERNADA PERIÓDICA, SENDO O CONJUNTO DE CORRENTES FORMANDO UM SISTEMA POLIFÁSICO DEFASAGEM TEMPORAL DAS CORRENTES ENTRE FASES TAMBÉM DE 2.π / m ( ÂNGULO ELÉTRICO ) NO CASO TRIFÁSICO: 3 CONJUNTOS DE BOBINAS EQUIDISTANTES NO ESTATOR DESLOCADAS ESPACIALMENTE DE PERCORRIDAS POR CORRENTES ALTERNADAS - DEFASADAS ENTRE SI DE 120 SISTEMA TRIFÁSICO DE CORRENTES APLICADO A UM ENROLAMENTO TRIFÁSICO 12
13 PRINCÍPIO DO ENROLAMENTO TRIFÁSICO CAMPO MAGNÉTICO FORMADO NO ENTREFERRO DIAGRAMA ESQUEMÁTICO DE ENROLAMENTO TRIFÁSICO ELEMENTAR ENROLAMENTO DE 2 PÓLOS DISTRIBUIÇÃO DE CAMPO NO CIRCUITO MAGNÉTICO, PRODUZIDO EXCLUSIVAMENTE PELA FASE A DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE CAMPO AO LONGO DO ENTREFERRO É CO-SENOIDAL ( NO CASO IDEAL ), REPRESENTADA PELO VETOR F A F A = N f. I A = N f.i M. cos(ω.t) = F M. cos(ω.t) 13
14 FORMAÇÃO DO CAMPO MAGNÉTICO ROTATIVO EVOLUÇÃO NO TEMPO E NO ESPAÇO DO CAMPO RESULTANTE, F RES ( AÇÃO CONJUNTA DAS 3 FASES ) ω t = 0º ω t = 30º ω t = 60º DIAGRAMAS FASORIAIS DAS CORRENTES 14
15 PROPRIEDADES DO CAMPO MAGNÉTICO FORMADO NO ENTREFERRO: CAMPO RESULTANTE COM DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL CO-SENOIDAL (CASO IDEAL), DE AMPLITUDE CONSTANTE AMPLITUDE DO CAMPO RESULTANTE : F RES = 1,5. F M (F M : MAGNITUDE MÁXIMA DO CAMPO INDIVIDUAL DE CADA FASE) CAMPO RESULTANTE É ROTATIVO NO ENTREFERRO ( CAMPO GIRANTE ) PARA CONFIGURAÇÃO DE 2 PÓLOS: CAMPO GIRANTE PERFAZ UMA REVOLUÇÃO COMPLETA AO LONGO DO ENTREFERRO A CADA CICLO COMPLETO DA CORRENTE NAS FASES DO ENROLAMENTO CORRENTES DE FASE COM FREQÜÊNCIA ANGULAR : ω = 2.π.f f : FREQÜÊNCIA DA REDE r θ FA = FM.cos( ω. t).cosθ r FB = FM.cos( ω. t 120 ).cos( θ ) r F = F.cos( ω. t 240 ).cos( θ ) C r F RES M r = F A r + F B r + F C COMPONENTES DE CAMPO INDIVIDUAIS DE CADA FASE F RES = 3 2 F M cos( θ ω. t) EQUAÇÃO DA ONDA DE CAMPO ROTATIVO NO ENTREFERRO VELOCIDADE DE PROPAGAÇÃO DA ONDA VELOCIDADE SÍNCRONA DO CAMPO 15
16 DEFINIÇÃO DO NÚMERO DE PÓLOS DO ENROLAMENTO TRIFÁSICO VELOCIDADE SÍNCRONA DO CAMPO ROTATIVO PASSO = 180 PASSO = 90 DUPLICAÇÃO DO PADRÃO DE BOBINAS AO LONGO DO ENTREFERRO ENROLAMENTO DE 2 PÓLOS 2.p = 2 p = 1 ENROLAMENTO DE 4 PÓLOS 2.p = 4 p = 2 A CONFIGURAÇÃO MÍNIMA: 1 CONJUNTO DE BOBINAS POR FASE BOBINAS COM PASSO = π rad. CONFIGURAÇÃO MÍNIMA: 2 CONJUNTOS DE BOBINAS POR FASE BOBINAS COM PASSO = π / 2 rad. VELOCIDADE SÍNCRONA: 1 ROTAÇÃO DO CAMPO A CADA CICLO DA CORRENTE ω S = ω = 2.π.f f = 60 Hz n s = 60 rps = 3600 RPM VELOCIDADE SÍNCRONA: 1/2 ROTAÇÃO DO CAMPO A CADA CICLO DA CORRENTE ω S = ω / 2 = 2.π.f / 2 f = 60 Hz n s = 30 rps = 1800 RPM 16
17 DEFINIÇÃO DO NÚMERO DE PÓLOS DO ENROLAMENTO TRIFÁSICO VELOCIDADE SÍNCRONA DO CAMPO ROTATIVO PASSO = 180 PASSO = 180 / p REPETIÇÃO p VEZES DO PADRÃO DE BOBINAS AO LONGO DO ENTREFERRO ENROLAMENTO GENÉRICO DE 2.p PÓLOS NÚMERO DE PARES DE PÓLOS: p CONFIGURAÇÃO MÍNIMA: p CONJUNTO DE BOBINAS POR FASE BOBINAS COM PASSO 2.π / 2.p rad. VELOCIDADE SÍNCRONA: 1 / p ROTAÇÃO DO CAMPO A CADA CICLO DA CORRENTE OU 1 ROTAÇÃO A CADA p CICLOS DA CORRENTE ω S = ω / p = 2.π.f / p 2 PÓLOS p = 1 n S = 3600 RPM f = 60 Hz n s = f / p rps = 60. f / p RPM 4 PÓLOS p = 2 n S = 1800 RPM 6 PÓLOS p = 3 n S = 1200 RPM 8 PÓLOS p = 4 n S = 900 RPM 17
18 FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE INDUÇÃO INTERAÇÃO DO CAMPO ROTATIVO COM OS ENROLAMENTOS NAS ADJACÊNCIAS DO ENTREFERRO TENSÃO MOCIONAL INDUZIDA PELO CAMPO ROTATIVO NAS BOBINAS DO ESTATOR 18
19 FUNCIONAMENTO DO MOTOR DE INDUÇÃO INTERAÇÃO DO CAMPO ROTATIVO COM OS ENROLAMENTOS NAS ADJACÊNCIAS DO ENTREFERRO TENSÃO MOCIONAL INDUZIDA PELO CAMPO ROTATIVO NAS BARRAS DO ROTOR de = r r r dl.( V Bg ) e = Bg. LV. 19
20 PRODUÇÃO DE CONJUGADO E POTÊNCIA MECÂNICA NA MÁQUINA ASSÍNCRONA ROTOR EM REPOUSO de = r r r dl.( V Bg ) e = Bg. LV. r r r dfmec = I.( dl Bg ) fmec = Bg. L. I 20
21 COMPOSIÇÃO DO CONJUGADO NO EIXO DA MÁQUINA ASSÍNCRONA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE INDUÇÕES NO ENTREFERRO: B g (θ) = B M. cos (θ) DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DE CORRENTES NAS BARRAS DO ROTOR: I 0 (θ) = I 0M. cos (θ) INTERAÇÃO ELETROMAGNÉTICA 21
22 PRODUÇÃO DE CONJUGADO E POTÊNCIA MECÂNICA NA MÁQUINA ASSÍNCRONA ROTOR EM MOVIMENTO TENSÕES INDUZIDAS NAS BARRAS DO ROTOR CORRENTES CIRCULANTES NO ROTOR CONCEITUAÇÃO DO ESCORREGAMENTO s = ω S ω ω S R 22
23 OPERAÇÃO DA MÁQUINA DE INDUÇÃO NA REGIÃO DE MOTOR ASSÍNCRONO s = ωs ωr ω S 23
24 MODOS DE OPERAÇÃO DA MÁQUINA ASSÍNCRONA y x C0NVENÇÃO: C > 0 ; ωr > 0 Pel... MODO MOTOR 0 < s < 1 C > 0 Pmec C ωr < ωs ωr > 0 Pel... MODO FREIO s > 1 Pmec C > 0 ωr < 0 MODO GERADOR s < 0 C ωr Pel... Perdas (gaiola) Potência extraída pelo rotor (anéis) C < 0 ωr > 0 Pmec C ωr > ωs 24
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