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1 8 - MOTOR ELÉTRICO Placa de identificação do motor Motor Elétrico É uma máquina que transforma energia elétrica em energia mecânica. Há vários tipos, mas devido a simplicidade de construção, custo e manutenção e atender praticamente a qualquer tipo de carga, utiliza-se os motores trifásicos de indução ou assíncronos, na sua grande maioria. O motor de indução ou assíncrono opera normalmente a uma velocidade constante, variando ligeiramente com a aplicação de carga mecânica no eixo. Antes de procedermos a uma caracterização dos motores, faremos algumas considerações sobre as rotações dos mesmos. Sabe-se que o número de rotações nos motores de corrente alternada e a formação de campo girante dependem: (a) Da frequência, f, do sistema que fornece energia elétrica. No Brasil, a legislação pertinente estabeleceu a frequência de 60 Hz; (b) Do número de polos, p, do motor. A rotação síncrona de um motor em rpm é o número de rotações com que, para cada número de polos e da frequência, ele é suscetível de girar. Assim a rotação síncrona, n, do motor é dada por: onde f é a frequência do sistema e p é o número de polos do motor. Nos motores de indução ou assíncronos, ocorre um deslizamento ou defasagem ou escorregamento em relação à rotação síncrona, daí o seu nome, de modo que, as rotações dos motores, dadas pela fórmula acima, passam a serem menores. O escorregamento, s, é expresso por: Projeto Elétrico Industrial drb-m.org 30
2 Nos motores assíncronos a corrente que circula no motor é induzida pelo movimento relativo entre os condutores do rotor e campo girante, produzido pela variação da corrente no indutor fixo. São duas as partes essenciais do motor de indução: o indutor fixo (estator) e o rotor ou induzido. O estator consta de um enrolamento alojado em ranhuras existente na periferia do núcleo de ferro laminado (carcaça). A passagem da corrente trifásica vinda da rede gera um campo magnético que gira com velocidade síncrona (campo girante). O rotor ou induzido é composto de um núcleo ou tambor de ferro laminado, dotado de ranhuras onde se alojam os fios ou barras de cobre. A corrente no estator gera um campo girante no interior da qual se acha o rotor. Os condutores do rotor são cortados pelo fluxo magnético do campo girante e neles são induzidas forças eletromotrizes as quais dão origem as corrente elétricas. Estas correntes, por sua vez, reagem sobre o campo girante, produzindo um conjugado motor que faz o rotor girar no mesmo sentido que o campo. É importante ressaltar que a velocidade do rotor nunca pode se tornar igual à velocidade do campo girante, isto é, a velocidade síncrona, pois, se esta fosse atingida, não se produziria correntes induzidas no rotor. A National Electrical Manufacturing Association (NEMA) classifica os motores em classes, de A a F. Em termos gerais deveremos conhecer as características mais importantes do sistema de alimentação e da carga a ser acionada, tais como: a) Característica da rede de alimentação: Frequência 60Hz Tensões 127/220/380/440 Volts b) Características dos motores Condições usuais de serviço; Condições especiais de serviço; Placa de identificação; Informativos técnicos do fabricante; c) Características da carga a ser acionada Potência no eixo (CV) e altitude (m); Rotação (rpm) e temperatura ambiente ( o C); Regime de funcionamento (contínuo, intermitente ou de curta duração) Projeto Elétrico Industrial drb-m.org 31
3 Local da instalação do motor (abrigado, ao tempo, submerso, poeira, umidade, inflamáveis, entre outros fatores). Na energização - situação de carga presente (presente, ausente ou parcialmente) Placa de identificação do motor Quando um fabricante projeta um motor, ele tem que partir de certos valores adotados para: a) Características da rede de alimentação; b) Características da carga a ser acionada; c) Condições em que o motor vai funcionar. O conjunto desses valores constitui as características nominais do motor. O fabricante comunica estas informações ao cliente são através de: a) Informações padronizadas por norma, que não precisam ser declaradas na placa de identificação, estão as condições sob as quais o motor de fabricação normal foi construído para funcionar, ou seja, as condições usuais de serviço, tais como: Meio refrigerante: na maioria dos casos é o ar do meio ambiente; Temperatura ambiente não superior a 40 o C; Localização à sombra; Altitude não superior à 100m acima do nível do mar; b) Informativos técnicos de motores; c) Condições especiais de serviço: Tudo que não se enquadra nas condições usuais de serviço será considerado como condições especiais de serviço. As mais comuns são: Ambiente contendo elementos prejudiciais ao motor, tais como: fumaça umidade excessiva, poeiras condutoras, vapor d água, ar salgado ou ambiente corrosivo; Funcionamento em locais perigosos, locais contendo poeiras, gases ou vapores inflamáveis ou corrosivos; Funcionamento em lugar pouco ventilado; Exposições à temperatura constantemente inferior à 10oC, os mancais podem necessitar de lubrificantes especiais; Exposições à temperatura superior à 40oC, os enrolamentos podem atingir temperaturas prejudiciais a isolação. Este fato pode ser compensado por um projeto especial do motor, ou pela redução da potência nominal do motor, conforme a tabela abaixo: Projeto Elétrico Industrial drb-m.org 32
4 A seguir iremos identificar todas as informações contidas na placa de identificação do motor necessárias para a elaboração de um projeto industrial. 1. Número de Modelo - MOD: É a referência do fabricante para registro das características nominais do motor e seus detalhes construtivos; 2. Potência Nominal CV: É a potência que o motor pode fornecer no eixo em regime contínuo, sem que os limites de temperatura dos enrolamentos sejam excedidos aos valores máximos permitidos por norma nas condições usuais de serviço; 3. Tensão Nominal V: É a tensão da rede para o qual o motor foi projetado. As tensões mis utilizadas são 220, 380 ou 440V; 4. Frequência Nominal Hz: É a frequência da rede para o qual o motor foi projetado. Por norma, o motor deve funcionar satisfatoriamente quando alimentado com tensão nominal e houver uma variação de 5% na frequência; 5. Corrente Nominal A: É a corrente que o motor solicita da rede de alimentação, trabalhando à potência nominal sob tensão e frequência nominais. A corrente nominal é calculada pela equação abaixo: 6. Velocidade Nominal rpm: É a velocidade do motor, funcionando à potência nominal sob tensão e frequência nominais. 7. Fator de Serviço FS: Projeto Elétrico Industrial drb-m.org 33
5 É um número que pode ser multiplicado pela potência nominal do motor a fim de se obter a carga permissível que o mesmo pode acionar em regime contínuo, dentro de condições estabelecidas por norma; 8. Regime de Funcionamento - REG: Indica a forma de utilização do motor no acionamento de uma carga. a) regime contínuo (S1): Os motores em geral, são projetados para trabalhar regularmente com carga constante, por tempo indeterminado, desenvolvendo potência nominal, b) regime S2: Regime de tempo limitado c) regime S3: Regime intermitente periódico 9. Classe de Isolamento ISOL CL: Indicada por norma como a máxima temperatura que o material isolante pode suportar continuamente, sem que seja afetada sua vida útil. A vida útil de um motor está ligada diretamente ao aquecimento das bobinas do enrolamento. O aquecimento, fator principal da redução da vida útil do motor, provoca o envelhecimento gradual e generalizado do isolamento até o limite da tensão a que está submetido, quando o motor ficará sujeito a um curto-circuito interno de consequências desastrosas. São as seguintes as classes de isolamento empregadas em máquinas elétricas: 10. Categoria CAT: Todo motor dimensionado para acionar adequadamente uma determinada carga acoplada ao seu eixo necessita durante a partida, em cada instante, o conjugado motor superior ao conjugado resistente da carga. A Curva do conjugado motor deve guardar uma distância da curva do conjugado resistente, durante o tempo de aceleração do conjunto (motor/carga) até que o motor adquira a velocidade de regime. Este intervalo de tempo é especificado pelo fabricante, acima do qual o Projeto Elétrico Industrial drb-m.org 34
6 motor deve sofrer sobreaquecimento, podendo danificar a isolação dos enrolamentos. Conforme as suas características de conjugado em relação a velocidade, os motores de indução trifásicos são classificados em categorias, definidas em norma. 11. Grau de Proteção IP: Os invólucros dos equipamentos elétricos, conforme as características do local em que serão instalados e de sua acessibilidade devem oferecer um determinado grau de proteção. O grau de proteção reflete na proteção do motor quanto a entrada de corpos estranhos e penetração de água pelos orifícios destinados à entrada e saída do ar refrigerante. A norma define o grau de proteção dos equipamentos elétricos por meio das letras características IP seguidas por dois algarismos. O primeiro algarismo indica o grau de proteção quanto a penetração de corpos sólido e contatos acidentais enquanto que, o segundo algarismo indica o grau de proteção contra penetração de água no interior do motor. 12. Código de Partida COD: É um número que indica a relação entre a corrente de partida e a corrente nominal, ou seja, Projeto Elétrico Industrial drb-m.org 35
7 A letra-código é convencionada conforme os valores da relação entre a potência aparente (kva) demandada à rede e a potência em CV, com o rotor bloqueado (locked rotor), isto é, de acordo com o valor kva/cv. Naturalmente o motor não opera nestas condições, porém, no instante de partida, ele não está girando, de modo que esta condição pode ser considerada válida até que o rotor comece a girar. A tabela abaixo indica a letra código A corrente nominal e de partida de um motor e dadas por: Projeto Elétrico Industrial drb-m.org 36
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