Joaquim da Costa Leite
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- Vitorino Oliveira Olivares
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1 Joaquim da Costa Leite
2 No início de uma investigação ou de um trabalho, o cenário é quase sempre idêntico. Sabemos vagamente que queremos estudar tal ou tal problema por exemplo, o desenvolvimento da nossa própria região, o funcionamento de uma empresa, a introdução das novas tecnologias na escola, a emigração ou as actividadesde uma associação que frequentamos, mas não sabemos muito bem como abordar a questão. Desejamos que este trabalho seja útil e resulte em proposições concretas, mas temos a sensação de nos perdermos nele ainda antes de o termos realmente começado. Eis aproximadamente a forma como começa a maior parte dos trabalhos de estudantes, mas também, por vezes, de investigadores, nos domínios que dizem respeito àquilo a que costumamos chamar as «ciências sociais». Este caos original não deve ser motivo de inquietação; pelo contrário, é a marca de um espírito que não se alimenta de simplismos e de certezas estabelecidas. O problema consiste em sair dele sem demorar demasiado e em fazê-lo em nosso proveito.
3 Para não andarmos a navegar às cegas, com toda a angústia, incerteza e perda de tempo que isso acarreta, importa termos uma visão de conjunto do procedimento de investigação e escrita. Proponho uma apresentação muito sintética, em três partes: Investigação: Etapas do procedimento científico Escrita: Organização dos capítulos Aspectos práticos: Normas etc.
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6 Uma boa pergunta de partida ajuda-nos a começar bem, clarificando o tema e direccionando a nossa energia, mas serve também como fio condutor ou referência permanente, do princípio ao fim do trabalho de investigação. Para cumprir bem essa função, a pergunta precisa de atender a um conjunto de requisitos. Qualidades exigidas: Clareza Exequibilidade Pertinência
7 Clareza significa que a pergunta define sem ambiguidades o que se pretende fazer, permitindo-nos separar o que é essencial do que é supérfluo ou irrelevante. (Poupa tempo e esforço.) Pertinência significa que ela não é apenas uma curiosidade, sendo cientificamente válida e relevante. (Vale a pena.) Exequibilidade significa que podemos dar-lhe resposta com os meios e no tempo de que dispomos. (Tarefa possível.)
8 Trata-se de fazer o ponto da situação, de modo a avaliar o contributo possível do trabalho a realizar. A exploração compreende a revisão de literatura, mas pode também incluir entrevistas exploratórias, etc. Em termos práticos: Determinar o que já se conhece, para podermos acrescentar conhecimento. Não há investigação sem conhecimento actualizado.
9 O tratamento de um tema de investigação pode ser feito segundo diferentes perspectivas e áreas científicas diferenciadas. Q & C dão o exemplo do suicídio, que pode ser tratado sob o ponto de vista da sociologia ou da psicologia, etc. A problemática consiste na discussão das diferentes perspectivas de tratamento do tema, resultando na escolha de uma delas. A escolha devidamente justificada de uma perspectiva de investigação tem implicações nos procedimentos seguintes, desde a construção do modelo até à constituição do júri e defesa da dissertação. Em termos práticos: o âmbito do mestrado enquadra a problemática, mas pode ser necessária uma clarificação adicional. Ninguém tem que saber tudo, mas o candidato ao grau tem que estar bem informado sobre a perspectiva científica que escolheu.
10 Partindo dos conceitos e hipóteses próprios de uma área científica, o modelo de análise estabelece entre eles uma relação inteligível, geralmente de ordem qualitativa. O modelo de análise representa uma proposta explicativa que servirá de guia na recolha de dados, etc. Em termos práticos: a construção de um modelo de análise impõe racionalidade ao trabalho de investigação, evitando esforços genéricos, erráticos ou dispersos.
11 Estabelecido um modelo de análise, é necessário observar a realidade de modo a poder verificar a aplicabilidade do modelo. A observação compreende a recolha de dados (estatísticas, relatórios, etc.), podendo também incluir entrevistas, questionários, experiências Em termos práticos: trata-se de obter os dados suficientes para podermos testar o modelo explicativo proposto.
12 Feita a recolha de dados, é necessário verificar a conformidade dos resultados com os pressupostos do modelo. A análise das informações compreende a descrição e tratamento de dados; a verificação das relações entre variáveis; a comparação dos resultados esperados com os resultados obtidos. Em termos práticos: a análise dos dados obtidos permite-nos confirmar o modelo e passar às conclusões? Ou temos que voltar atrás, recolher mais dados, ou mesmo reformular o modelo? O processo de investigação é um processo de descoberta, não é um processo linear.
13 A etapa final apresenta as conclusões do trabalho realizado, discutindo as suas implicações na respectiva área científica. As conclusões resumem o caminho percorrido desde a pergunta inicial; colocam em evidência o contributo efectuado, discutindo as suas diversas implicações; podem incluir recomendações práticas, e sugestões de investigação futura. Algumas pessoas começam por ler as conclusões para decidirem se lhes interessa ler a obra; bastaria isso para que o autor saiba que não deve concluir de modo apressado. Em termos práticos: A redacção das conclusões representa uma oportunidade de afirmação de maturidade científica do autor.
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15 O trabalho científico é um processo social objectivo e aberto a todos. Não basta fazer investigação, é preciso comunicar os resultados segundo normas estabelecidas. As etapas do procedimento de investigação não devem ser confundidas com a estrutura da dissertação. Precisamos de andaimes para construir uma casa, mas depois retiramos os andaimes, quando queremos mostrar a casa Vejamos um exemplo da estrutura de uma dissertação.
16 Capa Agradecimentos Resumo Índice Lista de Abreviaturas Lista de Tabelas Lista de Figuras Revisão da literatura Método Análise dos Resultados Discussão Referências Anexos Referência: D Oliveira (2002) p. 31 Lista heterogénea Introdução? Conclusão?
17 Índice / Sumário Índices de Quadros, Figuras, Tabelas, Equações Agradecimentos Resumo Introdução Enquadramento Teórico (revisão de literatura) Método Resultados Bibliografia Anexos (se existirem) Glossário (se existir) Índice Remissivo (se existir) Referência: Pereira e Poupa (2003) p. 19 Lista metódica Porque não Introdução no grupo de Enquadramento Teórico? Discussão? Conclusão?
18 Resumo 2 % Introdução 7 % Revisão da literatura 25 % Métodos 10 % Resultados 20 % Discussão 25 % Conclusão 7 % Referências bibliográficas 4 % Sugestão de distribuição, adaptar
19 Capítulo 1: Introdução Capítulo 2: Revisão da Literatura Capítulo 3: Métodos e Materiais Capítulo 4: Resultados Capítulo 5: Conclusão e Discussão Referência: Mário Azevedo (2003) p. 15 Simples, claro e lógico na arrumação dos capítulos Não informa sobre aspectos complementares (índices, bibliografia, etc.) Nota sobre a risca ao meio
20 Os diversos capítulos estão organizados numa sequência lógica. Tal como no procedimento de investigação, a apresentação de um trabalho de investigação apresenta pontos comuns, quer se trate de um artigo científico, de um relatório ou de uma dissertação. Mas há diferenças e adaptações: por exemplo, um artigo da American Economic Reviewpode consolidar a introdução e a revisão da literatura em dois ou três parágrafos iniciais. O aluno deve organizar os capítulos numa sequência adaptada ao seu tema de investigação, em consulta com o orientador. (O esquema inicial pode ser ajustado posteriormente.)
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22 Aquando da decisão sobre um tema de investigação, vale a pena considerar desde início a disponibilidade de documentação, facilidade de entrevistas, etc. Não interessa escolher um tema fascinante para o qual não haja dados disponíveis. Alunos que partilhem interesse numa determinada época, sector, ou país, podem propor temas paralelos que potenciarão os resultados dos seus esforços.
23 No que diz respeito a capas, agradecimentos, etc. Os modelos e normas da Universidade de Aveiro estão disponíveis online: 10 Fev. 2014) Recomendo que façam downloade comecem cedo a organizar capítulos e secções. Poderão ter que refazer a estrutura mais do que uma vez, mas isso ajuda a estabelecer desde cedo uma relação funcional entre o trabalho de investigação e a elaboração da tese: à medida que vão investigando, vão somando páginas escritas e antecipando o produto final. Isso dá confiança e estímulo para continuar. No entanto, sempre a regra de bom senso: cada um deve adoptar o método de trabalho que é para si mais natural e produtivo.
24 Diferentes autores dão indicações diferentes, o que deve alertar-nos para as diferentes perspectivas e estilos de possíveis arguentes. Mas devemos sempre encarar as indicações com bom senso, e não esquecer o essencial. É preciso bom sensopara adaptar os princípios gerais ao caso particular, para avaliar opiniões e conselhos contraditórios, e manter um sentido prático. Exemplo: se algumas recomendações do professor de Metodologia da Investigação parecerem não ter o acordo do orientador, primeiro devemos tentar esclarecer em que se baseia a divergência; se esta persistir, seguir o orientador. O essencialé contar bem a história, isto é, transmitir de forma clara, exacta, proporcional e bem argumentada o problema escolhido como tema da dissertação, a sua relevância científica, o modo como foi tratado, e as conclusões a que foi possível chegar.
25 QUIVY, Raymond ; VAN CAMPENHOUDT, Luc Manual de investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Gradiva, (Esp. processo de investigação.) AZEVEDO, Mário Teses, Relatórios e Trabalhos Escolares: Sugestões para estruturação da escrita. Lisboa: Universidade Católica, (Esp. organização e conteúdo dos capítulos.) PEREIRA, Alexandre; POUPA, Carlos Como escrever uma tese, monografia ou livro científico usando o Word. Lisboa: Edições Sílabo, (Esp. escrita, incluindo normas de citação, etc.) Livro de Estilo. 2ª edição. Lisboa: Público, (Esp. questões de estilo.)
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