- LEGISLAÇÃO PERTINENTE AO CBMDF -
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- Cecília Balsemão Batista
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1 - LEGISLAÇÃO PERTINENTE AO CBMDF - - Decreto GDF nº / Professor: Marcos Girão - - LEGISLAÇÃO PERTINENTE AO CBMDF - - Decreto GDF nº /10 - Professor: Marcos Girão - 1
2 ESTRUTURA DO CBMDF ORGÃOS DE APOIO E ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO 2
3 LEI FEDERAL Nº 8.255/91 Dispõe sobre a organização básica do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal Art. 10-B. A organização, funcionamento, transformação, extinção e definição de competências de órgãos do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal, de acordo com a organização básica e os limites de efetivos definidos em lei, ficarão a cargo: (Incluído pela Lei nº , de 2009). II - do Governador do Distrito Federal, em relação aos órgãos de apoio e de execução, não considerados no inciso I. (Incluído pela Lei nº , de 2009). DECRETO DISTRITAL FEDERAL Nº /10 Regulamenta o inciso II do art. 10-B da Lei nº 8.255/91, que dispõe sobre a organização básica do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal CBMDF - ESTRUTURA 3
4 ORGÃOS DE APOIO Os ÓRGÃOS DE APOIO atendem às necessidades: de pessoal; de material; e de serviços de TODA a Corporação, realizando as ATIVIDADES-MEIO. 4
5 São órgãos de APOIO do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal: São órgãos de APOIO do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal: 5
6 Competências COMUNS São competências comuns aos CENTROS, à ACADEMIA DE BOMBEIRO MILITAR e às POLICLÍNICAS do CBMDF: assessorar o comandante ou diretor do órgão de direção ao qual estejam subordinados; promover estudos e análises com vistas ao aprimoramento da gestão de suas atividades e da legislação pertinente; expedir declarações, certidões e outros documentos específicos de sua competência; colaborar com o Estado-Maior Geral no estabelecimento de indicadores de qualidade e produtividade, tanto dos recursos humanos e materiais empregados, quanto dos processos; cooperar com o Estado-Maior Geral na formulação e no desenvolvimento da doutrina relativa à sua área de atuação; exercer outras atividades que lhe forem conferidas. Subordinados ao Comando-Geral 6
7 O Centro de COMUNICAÇÃO SOCIAL O Centro de COMUNICAÇÃO SOCIAL O CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL do CBMDF é o órgão responsável pelo assessoramento do Comandante Geral nos assuntos de interesse Institucional que envolvam atividades de Comunicação Social. A ele compete: integrar-se diretamente aos diversos órgãos da Corporação para a troca de informações necessárias ao desenvolvimento dos estudos e projetos relativos à Comunicação Social; planejar e coordenar a realização das solenidades de interesse institucional; sensibilizar a sociedade quanto à importância da Corporação; contribuir para preservação das tradições, da memória e dos valores morais, culturais e históricos da Corporação; concorrer para o fortalecimento do moral, da coesão e do espírito de corpo da tropa. 7
8 O Centro de COMUNICAÇÃO SOCIAL Quando necessário, o Comandante-Geral do CBMDF constituirá o Comitê de Gerenciamento de Crise, coordenado pelo COMANDANTE do CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL e composto por militares da Corporação e por especialistas no assunto em questão O Centro de INTELIGÊNCIA 8
9 O Centro de INTELIGÊNCIA Compete ao CENTRO DE INTELIGÊNCIA do CBMDF, órgão responsável por planejar, orientar, coordenar e controlar as ATIVIDADES DE INTELIGÊNCIA, bem como executar ações relativas à obtenção e análise de dados para a PRODUÇÃO DE CONHECIMENTOS destinados a assessorar o Comando-Geral da Corporação, em conformidade com a Doutrina Nacional de Inteligência de Segurança Pública. O Centro de INTELIGÊNCIA Ao CENTRO DE INTELIGÊNCIA compete: realizar a análise de situações de interesse institucional, proporcionando diagnósticos e prognósticos, visando subsidiar o Comando-Geral e, eventualmente, outros órgãos de Inteligência; subsidiar o planejamento estratégico da Corporação com a produção de conhecimentos específicos; subsidiar as atividades preventivas e operacionais por intermédio da produção de conhecimentos e de ações específicas; 9
10 O Centro de INTELIGÊNCIA administrar os bancos de dados de classificação sigilosa disponibilizados ao Centro de Inteligência; produzir e difundir conhecimentos para os órgãos de Inteligência sobre situações que possam desencadear crises, grave perturbação da ordem pública, calamidades e outras intercorrências que possam afetar a segurança pública; preservar o sigilo institucional e governamental sobre necessidades de informações, fontes, fluxos, métodos, técnicas e capacidades de inteligência das agências encarregadas da gestão da segurança pública; monitorar as informações veiculadas nos diversos meios de comunicação, visando à produção de conhecimentos de interesse da Corporação; realizar investigação social de bombeiros militares e candidatos ao ingresso na Corporação; O Centro de INTELIGÊNCIA efetuar e controlar o registro, a emissão e suspensão de porte de arma de fogo, bem como emitir autorização para trânsito de arma de fogo dos militares da Corporação, conforme legislação específica; realizar levantamento de dados operacionais referentes a situações de risco à vida e ao patrimônio, visando a adoção de medidas preventivas; realizar atividade de segurança de autoridade, quando determinado pelo Comandante-Geral; confeccionar, dar publicidade e arquivar o Boletim Reservado da Corporação, bem como recolher e incinerar as cópias difundidas; promover a capacitação de recursos humanos na área de inteligência; consolidar a doutrina de Inteligência no âmbito da Corporação. 10
11 Subordinados à Diretoria de Ensino A ACADEMIA DE BOMBEIRO MILITAR Subordinação 11
12 A ACADEMIA DE BOMBEIRO MILITAR A ACADEMIA DE BOMBEIRO MILITAR é órgão incumbido das atividades de formação, habilitação e preparação de OFICIAIS para a Corporação e, eventualmente, para outras corporações. ACADEMIA DE BOMBEIRO MILITAR À ACADEMIA DE BOMBEIRO MILITAR compete: supervisionar, controlar, coordenar e fiscalizar as atividades de docência no âmbito dos cursos que ministra; planejar, coordenar, fiscalizar, controlar e executar as atividades de formação, habilitação e preparação de OFICIAIS; acompanhar a aplicação do ensino, aferindo-lhe, periodicamente, o rendimento; expedir certificados e diplomas, encaminhando-os à Diretoria de Ensino, para homologação; 12
13 ACADEMIA DE BOMBEIRO MILITAR manter atualizados os registros das atividades escolares; propor à Diretoria de Ensino normas que disciplinem as atividades de orientação psicoeducacional e orientação profissional desenvolvidas na Academia; propor a atualização de currículos e planos de disciplinas dos cursos que ministra; propor intercâmbio técnico-cultural, em nível nacional e internacional. Centro de ESTUDOS, POLÍTICA ESTRATÉGICA E DOUTRINA Subordinação 13
14 Centro de ESTUDOS, POLÍTICA ESTRATÉGICA E DOUTRINA O CENTRO DE ESTUDOS DE POLÍTICA, ESTRATÉGIA E DOUTRINA do CBMDF é o estabelecimento de ENSINO SUPERIOR incumbido do aperfeiçoamento e dos altos estudos para OFICIAIS em nível de pós-graduação e extensão. Centro de ESTUDOS, POLÍTICA ESTRATÉGICA E DOUTRINA Ao CENTRO DE ESTUDOS, POLÍTICA ESTRATÉGICA E DOUTRINA compete: promover estudos sobre política e estratégia bombeiro militar; supervisionar, controlar, coordenar e fiscalizar as atividades de docência no âmbito dos cursos que ministra; acompanhar a aplicação do ensino, aferindo-lhe, periodicamente, o rendimento; expedir certificados e diplomas, encaminhando-os à Diretoria de Ensino, para homologação; 14
15 Centro de ESTUDOS, POLÍTICA ESTRATÉGICA E DOUTRINA Ao CENTRO DE ESTUDOS, POLÍTICA ESTRATÉGICA E DOUTRINA compete: manter registros das atividades escolares; propor a atualização de currículos e planos de disciplinas dos cursos que ministra; propor intercâmbio técnico-cultural, em nível nacional e internacional; fomentar a doutrina bombeiro militar. Centro de APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS Subordinação 15
16 Centro de APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS O CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS é o órgão responsável pela formação, aperfeiçoamento e altos estudos de PRAÇAS da Corporação e, eventualmente, de outras corporações. Centro de APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS Ao CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS compete: supervisionar, controlar, coordenar e fiscalizar as atividades de docência no âmbito dos cursos que ministra; acompanhar a aplicação do ensino, aferindo-lhe, periodicamente, o rendimento; expedir certificados e diplomas, encaminhando-os à Diretoria de Ensino, para homologação; 16
17 Centro de APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS Ao CENTRO DE APERFEIÇOAMENTO DE PRAÇAS compete: manter registros das atividades escolares; propor à Diretoria de Ensino normas que disciplinem as atividades de orientação psicoeducacional e orientação profissional desenvolvidas no Centro; promover estudos e pesquisas para melhoria dos processos executados pelas PRAÇAS; propor a atualização de currículos e planos de disciplinas dos cursos que ministra; Centro de TREINAMENTO OPERACIONAL Subordinação 17
18 Centro de TREINAMENTO OPERACIONAL O CENTRO DE TREINAMENTO OPERACIONAL é o órgão responsável pelo APOIO às atividades de ensino e instrução voltadas para a manutenção e desenvolvimento da capacidade operacional dos militares da Corporação e, eventualmente, de outras corporações Centro de TREINAMENTO OPERACIONAL Ao CENTRO DE TREINAMENTO OPERACIONAL compete: formar e atualizar INSTRUTORES de atividades operacionais; supervisionar, controlar, coordenar e fiscalizar as atividades de docência no âmbito das instruções, disciplinas e cursos que ministra; expedir certificados, e encaminhá-los à Diretoria de Ensino, para homologação; manter registros das atividades de ensino e instrução; propor a atualização de currículos e planos de disciplinas dos cursos que ministra ou dos quais participa; 18
19 Centro de TREINAMENTO OPERACIONAL Ao CENTRO DE TREINAMENTO OPERACIONAL compete: propor intercâmbio técnico-cultural, em nível nacional e internacional; realizar a avaliação, a pesquisa e o desenvolvimento de técnicas e equipamentos operacionais; avaliar os Procedimentos Operacionais Padrão encaminhados pelo Comando Operacional; prestar apoio, quando solicitado, às atividades de socorro e de instrução operacional; contribuir com a organização e a administração de provas profissionais. Centro de ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO DO ENSINO ASSISTENCIAL Subordinação 19
20 Centro de ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO DO ENSINO ASSITENCIAL O CENTRO ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO DO ENSINO ASSISTENCIAL é o órgão de apoio incumbido da orientação e supervisão de instituição de ensino da rede pública do Governo do Distrito Federal, destinada, no âmbito da educação básica, ao atendimento: dos dependentes de militares da Corporação; dos integrantes do Sistema de Segurança Pública do Distrito Federal; e da população em geral. Subordinados à Diretoria de SAÚDE 20
21 A Policlínica MÉDICA Subordinação A Policlínica MÉDICA A POLICLÍNICA MÉDICA é a organização de saúde incumbida da assistência médico-hospitalar e, em caráter excepcional, da assistência médicodomiciliar, aos usuários do Sistema de Saúde da Corporação. 21
22 A Policlínica MÉDICA O Sistema de Saúde da Corporação é o conjunto de órgãos, instituições e pessoas físicas, prestadores de serviços de saúde aos bombeiros militares, seus dependentes e pensionistas, compreendendo as organizações do CBMDF, entidades públicas ou particulares, profissionais de saúde autônomos ou aqueles conveniados, contratados, ou credenciados pela Corporação. A Policlínica MÉDICA À POLICLÍNICA MÉDICA compete: planejar, integrar, coordenar, controlar e, no seu nível, executar as tarefas relacionadas com a prevenção de doenças, com a conservação ou recuperação da saúde e com a reabilitação dos pacientes, bem como prestar apoio técnico-profissional na área de medicina aos demais órgãos da Corporação; integrar-se ao Sistema de Saúde da Corporação e desencadear as medidas para o cumprimento das normas previstas em legislação específica e das entidades médicas; cumprir e fazer cumprir as normas do Regulamento Geral de Assistência Médica e Odontológica da Corporação, no que se refere aos assuntos de sua competência; cooperar para a formulação e o desenvolvimento da doutrina de promoção da saúde, mediante a prevenção de doenças no âmbito da Corporação; 22
23 A Policlínica MÉDICA À POLICLÍNICA MÉDICA compete: elaborar, propor, consolidar, alterar ou executar, quando pertinentes às suas atividades: planos de instruções; legislação, manuais e normas; contratação de serviços e a aquisição de materiais e equipamentos; inquéritos e pareceres; levantar, consolidar e apresentar ao Diretor de Saúde as necessidades de materiais, serviços e recursos financeiros necessários às atividades de sua competência, especificando o objeto da licitação; acompanhar e fiscalizar a execução dos contratos celebrados pela Corporação, pertinentes à sua atividade; interagir com instituições públicas ou privadas nos assuntos de sua competência. A Policlínica ODONTOLÓGICA Subordinação 23
24 A Policlínica ODONTOLÓGICA A POLICLÍNICA ODONTOLÓGICA é a organização de saúde incumbida da assistência odontológica aos usuários do Sistema de Saúde da Corporação. A Policlínica ODONTOLÓGICA À POLICLÍNICA ODONTOLÓGICA compete: planejar, integrar, coordenar, controlar e realizar procedimentos odontológicos de nível primário e secundário, com ênfase na prevenção oral, bem como prestar apoio técnico profissional na área odontológica aos demais órgãos da Corporação; integrar-se ao Sistema de Saúde da Corporação e desencadear as medidas para o cumprimento das regras previstas em legislação específica; cumprir e fazer cumprir as normas do Regulamento Geral de Assistência Médica e Odontológica da Corporação, no que se refere aos assuntos de sua competência; cooperar para a formulação e o desenvolvimento da doutrina de promoção da saúde bucal mediante a prevenção oral, no âmbito da Corporação; 24
25 A Policlínica ODONTOLÓGICA À POLICLÍNICA ODONTOLÓGICA compete: elaborar, propor, consolidar, alterar ou executar, quando pertinentes às suas atividades: planos de instruções; legislação, manuais e normas; contratação de serviços e a aquisição de materiais e equipamentos; inquéritos e pareceres; levantar, consolidar e apresentar ao Diretor de Saúde as necessidades de materiais, serviços e recursos financeiros necessários às atividades de sua competência, especificando o objeto da licitação; acompanhar e fiscalizar a execução dos contratos celebrados pela Corporação, pertinentes à sua atividade; interagir com instituições públicas ou privadas nos assuntos de sua competência. Centro de ASSISTÊNCIA BOMBEIRO MILITAR Subordinação 25
26 Centro de ASSISTÊNCIA BOMBEIRO MILITAR O Centro de ASSISTÊNCIA BOMBEIRO MILITAR é o órgão incumbido do assessoramento aos usuários do Sistema de Saúde da Corporação no atendimento às contingências sociais e às necessidades básicas, com vistas à garantia dos mínimos sociais. Centro de ASSISTÊNCIA BOMBEIRO MILITAR Ao CENTRO DE ASSISTÊNCIA AO BOMBEIRO MILITAR compete: planejar, coordenar, controlar, fiscalizar e executar atividades que busquem o bem-estar físico, mental, espiritual e social do pessoal, por intermédio da prestação de serviços assistenciais; auxiliar na fixação da política de assistência no âmbito da Corporação; assegurar um serviço assistencial abrangente, com prioridade de atenção ao idoso, à pessoa portadora de deficiência, bem como àquelas em situação de risco pessoal e social; desenvolver, executar e controlar programas e projetos para: atender às necessidades habitacionais do pessoal; educação e prevenção na área de saúde, destinadas à família bombeiro militar; preparação para a inatividade dos bombeiros militares; 26
27 Centro de ASSISTÊNCIA BOMBEIRO MILITAR Ao CENTRO DE ASSISTÊNCIA AO BOMBEIRO MILITAR compete: desenvolver ações em articulação com as políticas públicas para assegurar aos usuários o acesso a benefícios, serviços, programas, projetos e direitos usufruídos pelos demais segmentos da população; subsidiar iniciativas que garantam aos grupos em situação de risco pessoal e social, meios para melhoria das condições gerais de subsistência, elevação da qualidade de vida, preservação do meio ambiente e sua organização social; identificar, diagnosticar e eliminar ou minimizar as causas ou focos de desajustes psicológicos, sociais e conjugais bem como do alcoolismo; proporcionar assistência religiosa e espiritual ao pessoal da Corporação e respectivas famílias, bem como, complementar a educação moral e cívica da tropa. Centro de CAPACITAÇÃO FÍSICA Subordinação 27
28 Centro de CAPACITAÇÃO FÍSICA O Centro de CAPACITAÇÃO FÍSICA é o órgão responsável pelas atividades ligadas ao treinamento físico militar, avaliação física, treinamento desportivo e áreas correlatas à capacitação ao exercício da profissão bombeiro militar. Centro de CAPACITAÇÃO FÍSICA Ao CENTRO DE CAPACITAÇÃO FÍSICA compete: planejar, coordenar, executar e controlar programas de promoção à melhoria ou manutenção do desempenho físico, do bem-estar e da higidez dos militares; apoiar os demais órgãos na promoção e na realização de competições, bem como no treinamento de equipes da Corporação; cooperar com a Diretoria de Pesquisa, Ciência e Tecnologia nos assuntos referentes a pesquisas relacionadas à sua área de competência; manter atualizada a doutrina do Treinamento Físico Militar e sua avaliação; 28
29 Centro de CAPACITAÇÃO FÍSICA Ao CENTRO DE CAPACITAÇÃO FÍSICA compete: auxiliar a Diretoria de Ensino na capacitação de recursos humanos para as atividades de Educação Física; planejar, coordenar, programar e executar, regularmente, prova de verificação do desempenho físico, bem como registrar, acompanhar e controlar os resultados obtidos pelo militar; estabelecer os padrões de desempenho físico de acordo com as necessidades peculiares e conveniências da Corporação, observada a situação funcional do militar e sua idade. Centro de PERÍCIAS MÉDICAS Subordinação 29
30 Centro de PERÍCIAS MÉDICAS O Centro de PERÍCIAS MÉDICAS é o órgão que tem por finalidade a realização das inspeções e perícias médicas. Centro de PERÍCIAS MÉDICAS Ao CENTRO DE PERÍCIAS MÉDICAS compete: integrar-se ao Sistema de Saúde da Corporação e desencadear as medidas para o cumprimento das normas previstas em legislação específica e das entidades médicas; cumprir e fazer cumprir as normas do Regulamento Geral de Assistência Médica e Odontológica da Corporação, no que se refere aos assuntos de sua competência; gerenciar os processos e procedimentos de inspeções e perícias médicas, observada a legislação específica; planejar, coordenar, executar e controlar programas e ações relacionadas com a prevenção de doenças e acidentes de trabalho. 30
31 Subordinados à Diretoria de MATERIAIS E SERVIÇOS Centro de MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VIATURAS Subordinação 31
32 Centro de MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VIATURAS O Centro de MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VIATURAS é o órgão responsável pela manutenção, reparação, conservação e transformação de viaturas, embarcações e equipamentos da Corporação. Centro de MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VIATURAS Ao CENTRO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VIATURAS compete: propor e difundir a doutrina referente à manutenção das viaturas, embarcações e equipamentos; desenvolver ações com o objetivo de minimizar gastos de manutenção no âmbito da Corporação; emitir parecer técnico relativo à manutenção e recuperação de viaturas, embarcações e equipamentos; retirar de circulação as viaturas e embarcações sem condições de uso ou em desacordo com a legislação vigente; 32
33 Centro de MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VIATURAS Ao CENTRO DE MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E VIATURAS compete: apoiar a realização de leilões de viaturas e embarcações inservíveis ou de recuperação antieconômica, após avaliação técnica; assessorar tecnicamente os órgãos de direção para compra e especificação de viaturas; fiscalizar junto às Unidades o fiel cumprimento das normas de manutenção; apoiar a Diretoria de Ensino na capacitação de condutores e operadores de viaturas; Centro de OBRAS E MANUTENÇÃO PREDIAL Subordinação 33
34 Centro de OBRAS E MANUTENÇÃO PREDIAL O Centro de OBRAS E MANUTENÇÃO PREDIAL é o órgão responsável pela manutenção e otimização dos bens imóveis da Corporação. Centro de OBRAS E MANUTENÇÃO PREDIAL Ao CENTRO DE OBRAS E MANUTENÇÃO PREDIAL compete: propor e difundir a doutrina referente à manutenção predial e execução de obras; desenvolver ações com o objetivo de minimizar gastos com manutenção predial no âmbito da Corporação; desenvolver e implementar mecanismos de controle de manutenção predial e obras; emitir parecer técnico relativo ao estado de conservação das edificações de uso do CBMDF; 34
35 Centro de OBRAS E MANUTENÇÃO PREDIAL Ao CENTRO DE OBRAS E MANUTENÇÃO PREDIAL compete: prestar assessoria técnica às atividades de especificação, projetos, execução de obras e manutenção predial; fiscalizar, junto às unidades, o fiel cumprimento das normas de manutenção predial; manter programa de capacitação continuada em todos os setores de atividades do Centro; criar instrumentos que permitam realizar controle de qualidade das edificações e instalações. Centro de SUPRIMENTO DE MATERIAL Subordinação 35
36 Centro de SUPRIMENTO DE MATERIAL O Centro de SUPRIMENTO DE MATERIAL é o órgão responsável pelo controle patrimonial e execução de atividades próprias de intendência e subsistência. Centro de SUPRIMENTO DE MATERIAL Ao CENTRO DE SUPRIMENTO DE MATERIAL compete: propor ao Diretor de Materiais e Serviços medidas que visem o aprimoramento das diretrizes gerais e o aperfeiçoamento da legislação; controlar e fiscalizar a conservação e a guarda dos bens patrimoniais móveis, imóveis e semoventes; realizar a distribuição de materiais; solicitar a realização do inventário patrimonial e a tomada de contas anual dos bens adquiridos pela Corporação; 36
37 Centro de SUPRIMENTO DE MATERIAL Ao CENTRO DE SUPRIMENTO DE MATERIAL compete: realizar o balanço físico e financeiro mensal e anual dos bens adquiridos, recebidos e distribuídos pela Corporação; realizar, para fins de controle dos bens patrimoniais, vistorias inopinadas nos diversos setores da Corporação; regular e fiscalizar os procedimentos para recebimento de bens patrimoniais, advindos de doações, cessões ou transferências; realizar inspeção dos bens, no ato de sua entrega pelo fornecedor. ORGÃOS DE EXECUÇÃO 37
38 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Os ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO do CBMDF são classificados, segundo a natureza dos serviços que prestam ou as peculiaridades do emprego, em: Comando Operacional; Unidade de Prevenção e Combate a Incêndio; Unidade de Busca e Salvamento; Unidade de Atendimento de Emergência Pré-Hospitalar; Unidade de Proteção Ambiental; Unidade de Proteção Civil; Unidade de Aviação Operacional; Unidade de Multiemprego. CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Os ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO do CBMDF são classificados, segundo a natureza dos serviços que prestam ou as peculiaridades do emprego, em: 38
39 O COMANDO OPERACIONAL CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO O COMANDO OPERACIONAL (Lei nº 8.255/91) É a denominação genérica dada a Organização Bombeiro- Militar de mais alto escalão, dotada de ESTADO-MAIOR PRÓPRIO e subordinada ao Comandante-Geral, que tem a seu cargo o planejamento estratégico, a coordenação e o emprego das unidades e subunidades que lhes forem subordinadas, com a finalidade de executar atividades de prevenção, guarda e segurança, combate a incêndio, busca e salvamento, atendimento pré-hospitalar e defesa civil, além de outras, em uma determinada área operacional. 39
40 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO O COMANDO OPERACIONAL (Decreto DF nº /10) É o órgão de EXECUÇÃO de mais alto escalão, dotado de ESTADO-MAIOR PRÓPRIO e diretamente subordinado ao Comandante-Geral, incumbido de realizar as atividades-fim e cumprir as missões e as destinações da Corporação mediante a execução de diretrizes e ordens emanadas dos órgãos de direção. CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO O COMANDO OPERACIONAL Compete ao COMANDO OPERACIONAL do CBMDF: realizar o planejamento estratégico setorial, a coordenação e o emprego das Unidades que lhe forem subordinadas; manter a tropa permanentemente treinada para pronto emprego; executar atividades de prevenção e combate a incêndio, busca, salvamento e resgate, atendimento pré-hospitalar, proteção civil, proteção ambiental, operações aéreas, guarda e segurança em suas Unidades operacionais, além de outras atividades que lhe forem delegadas. 40
41 ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO COMANDO OPERACIONAL Para a execução de suas missões, o COMANDO OPERACIONAL tem a seguinte estrutura: CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO Competências COMUNS São COMPETÊNCIAS COMUNS do Comando Operacional, do Subcomando Operacional, do Estado- Maior Operacional, do Comando Especializado e das Unidades a estes subordinadas: promover estudos e análises com vistas ao aprimoramento da gestão de suas atividades e da legislação pertinente; expedir declarações, certidões e outros documentos específicos de sua competência; colaborar com o Estado-Maior Geral no estabelecimento de indicadores de qualidade e produtividade, tanto dos processos, quanto dos recursos humanos e materiais empregados; cooperar com o Estado-Maior Geral na formulação e no desenvolvimento da doutrina relativa à sua área de atuação; exercer outras atividades que lhe forem conferidas pelas autoridades competentes. 41
42 O SUBCOMANDO OPERACIONAL CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO O SUBCOMANDO OPERACIONAL Compete ao SUBCOMANDO OPERACIONAL do CBMDF, órgão responsável pelo emprego, coordenação, controle e fiscalização da execução das ações operacionais realizadas por suas Unidades subordinadas: realizar o levantamento estratégico de suas áreas operacionais; apoiar as atividades desenvolvidas pelas Unidades Especializadas; supervisionar as atividades desempenhadas pelas Unidades de Multiemprego; coordenar o Gabinete de Gerência de Incidentes de que trata o 6º do art
43 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO A critério do Comandante-Geral, sempre que a situação assim exigir, poderá ser instalado um Gabinete de Gerência de Incidentes, órgão de caráter eventual, presidido pelo Comandante Operacional e baseado no Sistema de Comando de Incidentes. (art. 21, 6º) UNIDADES DE MULTIEMPREGO 43
44 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO AS UNIDADES MULTIEMPREGO Unidade de Multiemprego é a que tem a seu cargo, dentro de determinada área operacional, a execução de 2 (duas) ou mais das seguintes missões: prevenção e combate a incêndio, busca e salvamento, atendimento de emergência pré-hospitalar, proteção civil, proteção ambiental e aviação operacional. CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO AS UNIDADES MULTIEMPREGO As UNIDADES DE MULTIEMPREGO serão agrupadas em COMANDOS DE ÁREA, por ato do Comandante-Geral, aos quais competirá a coordenação operacional das unidades subordinadas. 44
45 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO AS UNIDADES MULTIEMPREGO O número de COMANDOS DE ÁREA e sua área de abrangência serão definidos pelo Comandante-Geral, de acordo com critérios técnicos. Os COMANDOS DE ÁREA terão sob sua jurisdição tantos Grupamentos de Bombeiro Militar subordinados quantos forem necessários para o atendimento das respectivas missões. Considerados os aspectos demográficos, os riscos específicos e o fator temporesposta, o Comandante-Geral poderá propor a criação de outros Grupamentos de Bombeiro Militar. CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO AS UNIDADES DE MULTIEMPREGO Compete ao SUBCOMANDO OPERACIONAL do CBMDF, órgão responsável pelo emprego, coordenação, controle e fiscalização da execução das ações operacionais realizadas por suas Unidades subordinadas: realizar o levantamento estratégico de suas áreas operacionais; apoiar as atividades desenvolvidas pelas Unidades Especializadas; supervisionar as atividades desempenhadas pelas Unidades de Multiemprego; coordenar o Gabinete de Gerência de Incidentes de que trata o 6º do art
46 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO AS UNIDADES DE MULTIEMPREGO Compete ao COMANDO DE ÁREA: consolidar os levantamentos estratégicos das diversas áreas de risco; supervisionar as atividades desempenhadas pelas unidades subordinadas. CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO AS UNIDADES DE MULTIEMPREGO Compete aos GRUPAMENTOS DE BOMBEIRO MILITAR DO CBMDF, Unidades operacionais de multiemprego: a execução de DUAS OU MAIS das seguintes atividades OPERACIONAIS: busca, salvamento e resgate; prevenção e combate a incêndio; atendimento pré-hospitalar; proteção civil; proteção ambiental; realizar o levantamento estratégico de sua área operacional e remetê-lo ao Comando de Área a que estiver subordinado; interagir com os demais órgãos internos e externos, visando um melhor desempenho de suas atividades; exercer outras atividades que lhe forem legalmente conferidas. 46
47 As Unidades Especializadas CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS As UNIDADES ESPECIALIZADAS são agrupadas em um Comando Especializado, responsável pelo preparo dos recursos humanos e materiais empregados nas atividades operacionais de busca, salvamento e resgate, de prevenção e combate a incêndio, de atendimento pré-hospitalar, de proteção civil, de proteção ambiental e de operações aéreas, executadas por suas Unidades subordinadas, ao qual compete: zelar pelo emprego e difusão da doutrina operacional; submeter à aprovação do Comandante Operacional os Procedimentos Operacionais Padrão relativos às suas atividades; atualizar e padronizar o adestramento operacional do seu pessoal, bem como validar e contribuir para o desenvolvimento da doutrina de emprego da Corporação. 47
48 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS Compete ao GRUPAMENTO DE PREVENÇÃO E COMBATE A INCÊNDIO DO CBMDF, Unidade operacional especializada responsável pelas atividades de prevenção e extinção de incêndio: executar no âmbito do Distrito Federal as atividades de prevenção e combate a incêndio; promover a capacitação continuada do pessoal lotado nas Unidades de multiemprego para a execução das atividades de prevenção e combate a incêndio; levantar a demanda dos materiais de prevenção e combate a incêndio junto às Unidades de multiemprego, remetendo-as, mensalmente, ao escalão superior; distribuir os materiais e equipamentos utilizados para as atividades de prevenção e combate a incêndio para as Unidades de multiemprego. CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS Compete ao GRUPAMENTO DE BUSCA E SALVAMENTO DO CBMDF, Unidade operacional especializada responsável pelas atividades de busca, salvamento e resgate: executar no âmbito do Distrito Federal as atividades de busca, salvamento e resgate; promover a capacitação continuada do pessoal lotado nas Unidades de multiemprego para a execução das atividades de busca, salvamento e resgate; levantar a demanda dos materiais de busca, salvamento e resgate junto às Unidades de multiemprego, remetendo-as ao escalão superior; distribuir os materiais e equipamentos utilizados para as atividades de busca, salvamento e resgate para as Unidades de multiemprego. 48
49 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS Compete ao GRUPAMENTO DE ATENDIMENTO DE EMERGÊNCIA PRÉ-HOSPITALAR DO CBMDF, Unidade operacional especializada responsável pelas atividades de emergências médicas voltadas para o atendimento pré-hospitalar e socorros de urgência: executar no âmbito do Distrito Federal as atividades de emergências médicas voltadas para o atendimento pré-hospitalar; promover a capacitação continuada do pessoal lotado nas Unidades de multiemprego para a execução das atividades de emergências médicas voltadas para o atendimento pré-hospitalar; levantar a demanda dos materiais de emergências médicas voltadas para o atendimento pré-hospitalar junto às Unidades de multiemprego, remetendo-a, mensalmente, ao escalão superior; CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS distribuir os materiais e equipamentos utilizados para as atividades de emergências médicas voltadas para o atendimento pré-hospitalar para as Unidades de multiemprego; controlar e coordenar as atividades relacionadas ao atendimento pré-hospitalar de suporte básico e avançado de vida, desenvolvidas pela Corporação; realizar ou participar da regulação médica das atividades de atendimento pré-hospitalar, em conjunto com os órgãos oficiais, conforme as resoluções, normas e demais legislações específicas. 49
50 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS Compete ao GRUPAMENTO DE PROTEÇÃO AMBIENTAL DO CBMDF, Unidade operacional especializada responsável pelas atividades de prevenção e combate a incêndios florestais, emergências com produtos perigosos e demais ações de proteção ao meio ambiente: executar, no âmbito do Distrito Federal: as atividades de prevenção e combate a incêndio florestal; as atividades relativas ao atendimento às emergências com produtos perigosos; promover a capacitação continuada do pessoal lotado nas Unidades de multiemprego para a execução das ações de prevenção e combate a incêndio florestal e atendimento às emergências com produtos perigosos; CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS levantar a demanda dos materiais de prevenção e combate a incêndio florestal e atendimento às emergências com produtos perigosos junto às Unidades de multiemprego, remetendo-a, mensalmente, ao escalão superior; distribuir os materiais e equipamentos utilizados para as atividades de prevenção e combate a incêndio florestal e atendimento às emergências com produtos perigosos para as unidades de multiemprego; promover a integração entre os órgãos do Comando Operacional e os órgãos de proteção ambiental; desenvolver programas, projetos e atividades de proteção ao meio ambiente. 50
51 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS Compete ao GRUPAMENTO DE PROTEÇÃO CIVIL DO CBMDF, Unidade operacional especializada responsável pelas atividades de defesa civil: executar, no âmbito do Distrito Federal, as atividades de defesa civil; promover a capacitação continuada do pessoal lotado nas unidades de multiemprego para a execução das atividades de defesa civil; levantar a demanda dos materiais de proteção civil junto às unidades de multiemprego, remetendo- as ao escalão superior; CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS distribuir os materiais e equipamentos utilizados para as atividades de proteção civil para as Unidades de multiemprego; desenvolver programas, projetos e atividades de defesa civil no âmbito da Corporação nas fases de normalidade ou anormalidade, voltados para: prevenção; preparação; resposta; reconstrução; promover a integração entre os órgãos do Comando Operacional e os órgãos de defesa civil. 51
52 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS Compete ao GRUPAMENTO DE AVIAÇÃO OPERACIONAL DO CBMDF, Unidade operacional especializada responsável pela execução das atividades relacionadas à Aviação Operacional nas diversas missões desempenhadas pela Corporação: executar as atividades especializadas de aviação operacional; promover a capacitação continuada do pessoal lotado nos esquadrões; levantar a demanda dos materiais e equipamentos junto às Unidades subordinadas, remetendo-a, mensalmente, ao escalão superior; distribuir os materiais e equipamentos utilizados para as atividades de aviação operacional para os esquadrões; CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS zelar pelo cumprimento da legislação aeronáutica; assessorar os escalões superiores quanto ao cumprimento das recomendações de segurança emitidas para a Corporação pelos órgãos competentes, em decorrência de investigação de acidente ou incidente aeronáutico e da realização de vistorias de segurança de vôo; realizar, em conformidade com a legislação específica, os serviços de manutenção das aeronaves, por meios próprios ou por intermédio de terceiros; prestar o apoio necessário aos órgãos de prevenção e investigação de acidentes aeronáuticos, quando solicitado. 52
53 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO DAS UNIDADES ESPECIALIZADAS Compete aos Esquadrões de Aviação Operacional, a execução das atividades especializadas que acabamos de estudar, bem como aquelas preconizadas em Regimento ou que lhe forem conferidas. O ESTADO MAIOR OPERACIONAL 53
54 CBMDF ÓRGÃOS DE EXECUÇÃO O ESTADO-MAIOR OPERACIONAL Compete ao ESTADO-MAIOR OPERACIONAL do CBMDF, órgão de assessoramento, orientação e planejamento estratégico do Comando Operacional: elaborar as diretrizes e ordens do Comando Operacional; realizar o planejamento estratégico do Comando Operacional relativo a: recursos humanos; logística; emprego operacional e estatística; instrução; assessorar o Comandante Operacional na coordenação e no controle das atividades do Comando Operacional. QUEM FAZ O QUÊ (Órgãos de Apoio e Execução) 54
55 QUEM DIRIGE O QUÊ CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Comando Operacional Subcomando Operacional CORONEL OU TENENTE- CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Estado-Maior Operacional Comando Especializado TENENTE-CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Academia de Policia Militar Centros Comandos de Área Unidades Especializadas (subord. ao Comando Espec.) Assessoria de Legislação, Justiça e Disciplina do Comando Operacional QUEM DIRIGE O QUÊ CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Comando Operacional Subcomando Operacional CORONEL OU TENENTE- CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Estado-Maior Operacional Comando Especializado TENENTE-CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Academia de Policia Militar Centros Comandos de Área Unidades Especializadas (subord. ao Comando Espec.) Assessoria de Legislação, Justiça e Disciplina do Comando Operacional 55
56 QUEM DIRIGE O QUÊ CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Comando Operacional Subcomando Operacional CORONEL OU TENENTE- CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB Estado-Maior Operacional Comando Especializado TENENTE-CORONEL DA ATIVA QOBM/COMB A Policlínica MÉDICA será administrada por Coronel ou Tenente-Coronel do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar de Saúde/MÉDICO, DA ATIVA. A Policlínica ODONTOLÓGICA será administrada por Coronel ou Tenente-Coronel do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar de SAÚDE/CIRURGIÃO DENTISTA, DA ATIVA. Academia de Policia Militar Centros Comandos de Área Unidades Especializadas (subord. ao Comando Espec.) Assessoria de Legislação, Justiça e Disciplina do Comando Operacional QUEM DIRIGE O QUÊ Policlínica Médica Coronel ou Tenente- Coronel do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar de Saúde/MÉDICO, DA ATIVA Policlínica Odontológica Coronel ou Tenente- Coronel do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar de SAÚDE/CIRURGIÃO DENTISTA, DA ATIVA Esquadrões de Aviação Operacional Tenentes- Coronéis ou Majores do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar Combatente, DA ATIVA Grupamentos de Bombeiro Militar Majores do Quadro de Oficiais Bombeiro Militar Combatente, DA ATIVA 56
57 Obrigado Grande abraço e bons estudos! - Professor: Marcos Girão - 57
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