Tipos Básicos BAG BRG
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- Aurélio Gusmão Felgueiras
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1 Tipos Básicos B BA BAG BG BR BRG GA GR
2 Como Utilizar este Catálogo...5 Índice Função do Retentor... Características do Lábio de Vedação... Materiais Elastoméricos...7 Recomendações quanto à Aplicação...8 Recomendações quanto à Superfície do Eixo...9 Recomendações quanto às Condições de Montagem...1 Normalização de Medidas...12 Conceitos Básicos de Construção...13 Tipos Básicos...14 Grupo A - Tipos Alternativos...2 Tipos Especiais Grupo B - Retentores com 2 Alturas...29 Grupo C - Retentores para Sistemas Hidráulicos...31 Grupo D - Retentores para Movimento Axial... Grupo E - Pista para o Vedador...34 Grupo F - Retentores para Haste de Válvulas... Grupo G - Retentores para Vedação Externa...3 Grupo H - Tampão...37 Grupo I - Grupo J - Retentores Especiais...38 Arruela para Vedação...39 Grupo K - Retentores com Aba no Externo... Grupo L - Retentores Integrados...41 Grupo M - Retentores com Pista Própria...42 Grupo N - Só Borracha...43 Grupo O - Retentores Fixados por Parafusos...44 Grupo P - Retentores de Metal e Ferro...45 Grupo Q - Retentores de Feltro...4 Grupo R - Retentores Estampados... Grupo S - Retentores em PTFE...48 Grupo T - Grupo U - Sistema de Vedação...49 Retentores Tipo S...5 Índice Numérico (Ordem Crescente Nº Sabó)... 4
3 Como utilizar este catálogo Para consultar este catálogo veja as instruções abaixo: 254 BAO LI 133 BB LI (-) 1997 BRO LI 1 BAGE () H 249 GRG LI 1988 BAGE LI 2911 BRAGP AH Tipos Básicos B BA BAG Tipos Básicos Retentores A B C D E F G Diâmetro Diâmetro do Altura do Número Material do Eixo Alojamento Retentor Sabó Tipo Orientação do Lábio 5, 14,5 4,5 54 BR LI NBR, 1, 2, GR LI CR, 1,, BRG LI NBR,4 1,5,4 87 BA LI NBR,4 19,1,4 1 BR LI NBR,5 14,5 7, 23 BRG LI NBR 7, 1, 7, 28 BA LI NBR 7,7 14,5 5, 778 BR LI HNBR 7,8 13,8 3, 2198 GR LI NBR 7,8 14,1 3, 1984 GA LI NBR 7,8 14, 4,8 482 GAF LI FPM 8, 14, 3, 2495 BRF LI FPM 8, 14, 3, 253 BR LI NBR Diâmetro Diâmetro do Altura do Número Tipo Orientação Material do Eixo Alojamento Retentor Sabó do Lábio 12,7 25,3 9,5 158 B LI NBR 12,7 25,,4 981 GA LI NBR 12,7 25,,4 19 BA BI NBR 12,7 25, 9,5 129 BR LI NBR 12,7 28,5 9,5 311 B LI NBR 12,7 28,55, BA BI NBR 12,7 3, 8, 197 BR LI NBR 13, 2, 7, 2373 BRG LI NBR 13, 2, 9, 174 BRG LI NBR 14, 2, 3,5 5 BA LI NBR 14,, 4, 259 BRGP LI ACM 14,, 5, BRG BI NBR 14, 23,9, 1717 GA LI NBR I Grupo A Tipos Alternativos BRG BRGE BRGE(2) BRGE(3) BRGE(4) BRGG H Diâmetro Diâmetro do Altura do Número Tipo Orientação Material do Eixo Alojamento Retentor Sabó do Lábio 3,, 8, 29 BRGG LI NBR 3, 5, 7, 2817 BRAGF H FPM 3,, 7, 293 BRAGP H ACM 3,,,5 2 BRG BI NBR 31, 43, 1,3 49 BRO LI NBR 31, 5, 8, 2317 BRAGF H FPM 31,,1 4,/5, BRF LI FPM 31,8 44,73,4 45 BRH LI NBR 34, 55, 11,/15, 21 BAGGG LI NBR 34,5 4,5, GRG LI NBR, 48, 7, 2178 BRAGS H MVQ, 48, 11, 48 BRO LI NBR, 48,5 5,/7, 293 GRO LI NBR Tipos Básicos Legendas BR - Vedação principal de borracha com mola, recoberto externamente com borracha. BRG - Vedação principal de borracha com mola, proteção contra poeira e recoberto externamente com borracha. BA - Vedação principal de borracha com mola, e diâmetro externo de metal. BAG - Vedação principal de borracha com mola, proteção contra poeira e diâmetro externo de metal. B - Vedação principal de borracha com mola, diâmetro externo de metal e com tampa. BG 8, 15, 3, 2491 GR LI NBR 8, 15, 5,5 27 BR LI NBR 8, 1, 7, 213 BAP H ACM 8, 17,45 8, 198 BA LI NBR 14, 24,, 21 BRG LI NBR 14, 24, 7, 1389 BAG LI NBR 14, 28, 7, 238 BRG LI NBR 14,, 1, 1875 BR LI NBR BRGGG BRGH BRGH, 5, 8, 2481 BRAGF BI FPM 38, 5, 8, 2794 BRAGF H FPM 38, 5, 1,/1, 954 BAE LI NBR 38,1 5, 1,9 183 BAG LI NBR BG - Vedação principal de borracha com mola, diâmetro externo de metal, proteção contra poeira e com tampa. 8, 18, 5, 1423 BR LI NBR 8, 18, 5, 213 BRG LI NBR 8,, 8, 1587 BR LI NBR 8,5 1,,5 998 BR H NBR 14,3, 3, GR LI NBR 14,3 23,95 7, 18 BR LI NBR 14,3 25, 9,5 71 B LI NBR 14,3 28,5,4 293 BR LI NBR 38,1 57,1 11, 254 BAO LI NBR 38,1 3,45 19, 133 BB LI NBR 39,4,3 12, BRO LI NBR H NBR 39,4 8,2,4/11,8 1 () BAGE GR - Vedação principal de borracha sem mola e diâmetro externo recoberto com borracha. BR BRG 9,4 21, 5, 48 GA LI NBR 9,5 19,5 7, 13 BR H NBR 9,5 19,2 7, 193 BR LI NBR 9,5 25, 9,5 89 B LI NBR 1, 14, 3, 21 GA LI NBR 1, 19,, BR LI NBR 1, 21, 5, 35 BR AH NBR 1,, 7, 1 BR LI NBR 1,, 7, 194 BRP H ACM 1,, 7, 21 BR AH NBR 1, 3, 7, 74 BA LI NBR 1,3 1, 4, 21 GA LI NBR 1,8,2 5,4 17 BR LI NBR 11, 17, 4, 1737 BR LI NBR 14,3 28,5 9,5 541 B LI NBR 14,3 39,55, BAG LI NBR 15, 21, 3, 2589 GR LI NBR 15, 21, 4, 213 BAG LI NBR 15, 21, 5, 7397 BRAGP LI ACM 15, 23, 3, 239 GR LI NBR 15, 24, 7, 79 BR LI NBR 15, 24, 7, 1929 BRG LI NBR 15, 24, 7,4 181 BA AH NBR 15, 25, 7, 239 BRP AH ACM 15, 25, 7, 2454 BRG LI NBR 15, 2,, 79 BAG LI NBR 15, 28, 7, 91 BA LI NBR 15, 28,55 8, 17 B LI NBR BRGO BRGO(5) BHR BRO FC GAE GAE GAG GAO, 5, 5, 249 GRG LI NBR,, 7, 1988 BAGE LI NBR, 55, 8, 2911 BRAGP AH ACM, 55, 8,8 29 BRGH LI NBR/ FPM/ NY, 5, 7, 2893 BRAGP H ACM, 5, 7, 2844 BRAGF H FPM,, 1,/11, BRGGP BI ACM,, 12, 184 BRGGG LI NBR,, 7, 7387 GAE LI NBR,1, 7, BAGE LI NBR 41, 73, 13, 2737 GB LI NBR 42, 55, 1, 282 BRAGF AH FPM 42,, 1, 2494 BRAGF H FPM Tipos Alternativos GA - Vedação principal de borracha sem mola e diâmetro externo de metal. Estrias do Lábio (orientação) L = Liso H = Horário AH = Anti-horário BI = Bidirecional RE = Rosca esquerda 11, 17, 4, 23 BRF LI FPM 11,1,2,5 24 BRG LI NBR 15, 3, 5, 515 GA LI NBR 15, 3,, 1915 BAGP LI ACM 42,9 73, 15,9 199 BRO LI NBR 44,4 53,95 8, 18 BAGE LI NBR Material do Lábio GA 11,1 25,, 19 BR LI NBR 11, 24, 1, 78 BRGP LI ACM 12, 18, 3, 238 GR LI NBR 12, 19, 5, 5148 BR BI NBR 12, 2, 5, 289 BAG LI NBR 12, 21, 4, 55 BR LI NBR 15, 3, 7, 177 BR LI NBR 15, 3, 7, 184 BAG LI NBR 15, 3, 8, 7 BA LI NBR 15, 3, 1, 1348 BR LI NBR 15,, 7, 197 BR LI NBR 15,, 7, 158 BR LI NBR GB GE GR 44,5 57,7 1, GGO LI NBR 44,5 59,25, 175 GAG LI NBR 44,5, 1, 95 GB LI NBR 44,7 1,2 8,8 28 BRAGF H FPM 45, 5,,/7, 295 BRGG LI NBR 45, 73,12 13, 2395 BAGG BI NBR NBR = Nitrílica ACM = Poliacrílica MVQ = Silicone FPM = Fluorelastômero PU = Uretano 12,, 5, 25 BRG LI NBR 15,, 7, 1959 BAG LI NBR, 58, 7, 4 BRGG LI NBR CR = Neoprene 12,, 7, 289 BA LI NBR 15,,1 1, 151 BR LI NBR,, 7, 295 BRGG LI NBR FE = Feltro GR 12, 28,5 8, 2792 BAG LI NBR 12, 28,1 7, 142 BR LI NBR 12,, 7, 1445 BA LI NBR 12,5 2, 5, 23 BRF BI FPM 12,5 25, 8, 5 BRG LI NBR 12, 21, 5, 49 GA LI NBR 12,7,2 8, 1559 BR LI NBR 12,7,2 8, 2343 BAP LI ACM 15,9,2 4,3 23 BAG LI NBR 15,9 23,8 4,8 119 GA LI NBR 15,9 25,, BA LI NBR 15,9 25, 4,5 28 BR LI NBR 15,9 28,5 7, 1493 BR LI NBR 15,9 28,55 9,5 15 B LI NBR 15,9 3,, 1934 BAG H NBR 15,9 3,3 4,5 17 GR LI NBR GRE GRG GRG(9) GRG(8) GRGG GRO,7 73,1 9,5/17, BRAGGG BI NBR 49, 7, 17, GB LI NBR 5, 5, 9, 2818 BRAGF H FPM 5, 8, 12, 25 BRO LI NBR 51, 5, 7, 2777 BRAS H MVQ,4 7, 7,9 974 GAO LI NBR 55, 7,1 8, 25 BRAF AH FPM 57,5 74, 8, GRGG LI NBR PTFE = Teflon PH = Velumoide CO = Couro NY = Nylon M = Metal PA = Amianto HNBR = Hidrogenada Ilustrações dos Tipos Básicos Retentores pelo diâmetro do eixo e agrupados pela função (Tipos Básicos, Tipos Alternativos e Tipos Especiais) Legendas Como localizar o retentor desejado 1) Tipos Básicos (páginas 14 a 25) Conhecendo-se o diâmetro do eixo, localizá-lo na coluna Diâmetro do eixo (A), onde encontrará as informações complementares: Diâmetro do alojamento (B), Altura do retentor (C), número Sabó (D), Tipo (E), Orientação (F) e Material do lábio (G). 2) Tipos Alternativos e Tipos Especiais (páginas 2 a 5) Conhecendo-se a função e o diâmetro do eixo, localizar dentro dos Grupos A a U (H) o perfil do retentor desejado e, pelo diâmetro do eixo, chegar às informações complementares. As ilustrações correspondentes (I) encontram-se ao lado do texto de cada grupo, sendo que os tipos identificados com expoente numérico (-) possuem perfil específico. 3) Índice Numérico (páginas a 9) Conhecendo-se o número Sabó, localize-o no Índice Numérico onde encontrará o diâmetro do eixo. Caso o retentor encontrado seja Tipo Alternativo ou Tipo Especial, estará indicado o grupo a que pertence. Para informações complementares, proceder conforme descrito acima nos itens 1 e 2. 5
4 Função do retentor O vedador do lábio ou retentor, como é usualmente conhecido, é composto essencialmente de uma membrana elastomérica em forma de lábio e uma parte estrutural metálica, que permite a fixação do lábio na posição correta de trabalho na aplicação. Fig. 1 O retentor tem por função primordial reter óleos, graxas ou outros fluidos que devam ser contidos no interior de uma máquina ou um agregado mecânico. O retentor é sempre aplicado entre duas peças que tenham um movimento relativo, por exemplo: entre um eixo que transmite um movimento e a carcaça de sustentação do mancal deste eixo (figura 1). Ele cumpre esta função de vedação tanto na condição estática, de máquina parada, como na condição dinâmica, em movimento, e também na variedade de condições de temperatura e meio externo para as quais a máquina está projetada. A vedação se dá pelo contato permanente que ocorre entre a aresta do lábio de vedação e o eixo da máquina. Para completar a estanqueidade com o meio externo, é preciso que haja também a vedação entre a parte externa estrutural do vedador e a carcaça. Fig. 2 Ilustração do Efeito Hidrodinâmico Características do lábio de vedação Partindo-se do lábio convencional como ilustrado na figura 2, pode-se obter uma maior eficiência de vedação adicionando-se nervuras moldadas ao ângulo de ar, que proporcionam o conhecido efeito hidrodinâmico de vedação. Efeito hidrodinâmico para o sentido horário de rotação do eixo área de contato do lábio sobre o eixo Lado Ar Lado Óleo Este efeito hidrodinâmico promove o refluxo ao óleo que, eventualmente, tenha ultrapassado a aresta de vedação, conferindo assim ao lábio uma maior capacidade de estanqueidade, e ainda, uma maior durabilidade, por garantir uma permanente lubrificação na área de contato sob a aresta de vedação. Existem várias formas geométricas de nervuras hidrodinâmicas, cuja escolha é determinada pelas condições de aplicação do vedador. Efeito hidrodinâmico para o sentido antihorário de rotação do eixo Efeito hidrodinâmico para ambos os sentidos de rotação do eixo. Bidirecional área de contato do lábio sobre o eixo área de contato do lábio sobre o eixo Exemplos de configuração das nervuras bidirecionais
5 Materiais elastoméricos Como já citado anteriormente, a vedação se dá por meio da interferência do lábio elastomérico sobre o eixo. Esta condição de trabalho provoca o aparecimento de uma força de atrito na área do lábio com a direção do movimento do eixo e sentido contrário ao mesmo. A força de atrito e a velocidade periférica do eixo tornam-se responsáveis por uma geração de calor localizada na área de contato do lábio, que tende a promover a degeneração do material e o desgaste do lábio de vedação. A contenção destes efeitos é conseguida primordialmente pela escolha correta do material elastomérico. É de suma importância que esta escolha seja definida em conjunto com o fabricante do vedador, pois há uma série de fatores de projeto que devem ser igualmente considerados para conferir uma vida prolongada ao vedador. Na figura 3 estão mostradas as várias qualidades de elastômeros e recomendações genéricas de uso para os diferente fluidos e limites de temperaturas de trabalho. Código do elastômero, de acordo com as Normas ISO 19 e DIN 371 Tipo de Borracha Limite de temperatura mínima de trabalho (ºC) Óleos para motor Óleo para Caixa de Mudanças Óleos Hipóides Óleos p/ Transm. Automãtica (A.T.F.) Graxa Gasolina + Óleo Motor 2T Limites de Temperatura máxima de trabalho (ºC) Álcool + Aditivos Aplicações Gerais Fig. 3 NBR Nitrílica ACM Poliacríica MVQ Silicone Material normalmente utilizado para máquinas e equipamentos industriais. Muito utilizado na indústria automotiva para aplicações gerais. Material largamente utilizado para motores e transmissões na indústria automobilística. Material usualmente empregado em motores de elevado desempenho e em conversores de torque de transmissões automáticas. FPM Fluorelastômetro Material empregado em motores e transmissões, altamente solicitados. Na figura 4 é mostrado um ábado que indica os limites de velocidade periférica do eixo para cada material, prevendose que haja uma boa lubrificação do lábio e também que a pressão interna da máquina seja praticamente igual à pressão externa. Estas considerações para escolha do material ela tomérico devem ser consideradas somente como umaorientação geral. Recomendamos portanto, que para cada nova aplicação de vedador, o projeto seja previamente discutido com a Engenharia de Produtos da Sabó. Velocidade Periférica do eixo m/s RPM MVQ FPM ACM Fig. 4 NBR CONFORME NORMA DIN Diâmetro do eixo mm NBR Nítrica ACM Poliacrilíca MVQ e FPM Silicone e Fluorelastômero 7
6 Recomendações quanto à aplicação Execução do alojamento: (figura 5) A seguir estão descritas as recomendações para execução do alojamento, as quais se aplicam a todos os tipos de vedadores. Fig. 5 Para o diâmetro do furo do alojamento DF deve ser prevista a tolerância ISO H8. O vedador geralmente é retido no alojamento por interferência entre os diâmetros do alojamento DF e o externo do DR e sua montagem deve ser executada com auxílio de uma prensa hidráulica. Os valores recomendados para esta interferência, bem como as tolerâncias de DF e DR, segundo a norma DIN 371, estão mostrados na figura. O acabamento da superfície do furo poderá ser obtido por usinagem fina com rugosidade de até Rt 25µ. Deste modo será garantida uma boa retenção e estanqueidade entre o rententor e o alojamento. Para se obter uma boa condição de montagem do retentor, deve ser previsto um chanfro de entrada no início do alojamento, com inclinação da ordem de 5º a 15º, numa profundidade de,8 mm mínimo. Os cantos desta superfície chanfrada deverão estar livres de rebarbas de usinagem. Execução do eixo de trabalho: (figura 5) Para o diâmetro do eixo d deverá ser prevista a tolerância conforme recomendação da norma DIN 371, ISO h11. ø Nominal de 1 a 18 de 18 a 3 de 3 a 5 Tolerância de D F e D R e interferência resultante Dimensões em milímetro Retentor tipo BR Tol. D F Tol. D Interferência R Tol. D (H8) Resultante R ,3 +,15 +,3 +,15 +,3 +,15 +,3 +,123 +,3 +,117 +,3 +,111 Retentor tipo BA ou B +,2 +,1 +,2 +,1 +,2 +,1 Fig. Interferência Resultante +,2 +,73 +,2 +,7 +,2 +,1 de 5 a , +,2 +, +,154 +,23 +,13 +,23 +,84 de 8 a , +,2 +, +,14 +,25 +,15 +,25 +,9 de 12 a ,45 +,25 +,45 +,187 +,28 +,18 +,28 +,117 de 18 a 3 + +,45 +,25 +,45 +,178 +,3 +,2 +,3 +,128 Exemplos de utilização: Cálculo de D F = ø + Tol. D F...Ex. D Fmín = 5 +. = 5. D Fmáx = = 5.4 Cálculo de D R = ø + Tol. D R...Ex. D Rmín = = 5.2 D Rmáx = 5 +. = 5. Cálculo da Interferência Resultante: Int. máx = D Rmáx D Fmín...Ex =. = Int. máx Int. min = D Rmín D Fmáx...Ex =.154 = Int. mín 8
7 Recomendações quanto à superfície do eixo Objetivando conferir uma boa durabilidade e eficiência de trabalho ao retentor, a superfície do eixo onde trabalho o lábio deverá atender as seguintes exigências: Fig. 7 O acabamento final desta superfície deve ser obtido por operação de retífica de topo com valores de rugosidade RA dentro de,2 a,5 µ ou Rt de 1. a 4. µ. Nesta operação de retífica, deverão ser evitados os movimentos transversais do rebolo, que possam imprimir riscos com orientação helicoidal na superfície do eixo. A superfície de trabalho do lábio do retentor deve ser isenta de danificações, tais como: batidas, sulcos, trincas, falhas de material, oxidações ou deformações. A dureza do eixo na região de trabalho do retentor deverá estar acima de 28 RC. Mancal Excentricidade Estática Visando uma boa condição de montagem, de modo que o lábio do retentor não sofra danificações ou deformações no ato da instalação, é recomendável que os cantos dos eixos sejam chanfrados com inclinação de 15 a 25º ou arredondados com raio de, a 1, mm na região que passa sob o lábio. Os cantos devem ser arredondados e livres de rebarbas. É importante também que o lábio de vedação durante a instalação do vedador evite contato direto com regiões do eixo contendo rasgos de chaveta, entalhados ou com usinagem grosseira. Caso isto seja inevitável, deve-se prover uma luva protetora com superfície em seu diâmetro externo respeitando as mesmas recomendações sugeridas para o eixo de trabalho. Tolerâncias de excentricidade do alojamento: Devido a inevitáveis variações de usinagem do alojamento e do mancal, é previsto que haja uma certa excentricidade entre os mesmos. Em outras palavras, a linha de centro geométrico do alojamento do retentor não coincide exatamente com a linha de centro efetiva de giro do eixo (figura 7). A distância entre estas duas linhas de centros, assim definida como excentricidade estática, deverá ser mantida dentro dos limites estreitos indicados na figura 8. Tolerâncias de excentricidade do eixo: Igualmente é previsto que na usinagem do eixo haja uma certa excentricidade entre a linha de centro efetiva de giro do eixo e a linha de centro do diâmetro da pista de trabalho do retentor (figura 9). A excentricidade dinâmica, assim definida, também deverá estar contida dentro dos valores recomendados na figura 1. Para valores muito acima dos recomendados, haverá o risco do lábio de vedação, devido à sua inércia, não conseguir manter o contato com o eixo. Principalmente no caso de elevadas velocidades angulares. Alojamento Fig. 8 Fig. 9 LTI Excentricidade Estática,4 mm,3,2,1 Mancal Diâmetro do eixo mm Excentricidade Dinâmica Eixo Fig. 1 LTI Excentricidade Estática,5 mm,4,,3,25,2 MVQ,15,1 NBR,5 ACM FPM min 1 7 Rotação RPM 9
8 Recomendações quanto às condições de montagem Fig Cuidados no armazenamento: Durante o período de armazenamento, os retentores deverão ser mantidos na própria embalagem Sabó, estocados em local limpo e de forma apropriada, com temperaturas médias recomendadas entre 1 a C, livre de contaminações e manipulações desnecessárias que possam provocar deformações ou danificações. 2 Cuidados na manipulação do retentor: Ao ser desembalado para a montagem, recomenda-se todo cuidado possível para não tocar desnecessariamente no lábio de vedação, de modo a não introduzir deformações, danificações ou deposição de elementos estranhos na aresta de vedação que possam comprometer o bom desempenho na aplicação. 3 Cuidados na pré-lubrificação do retentor: Para garantir uma instalação perfeita do retentor no furo do alojamento e também para propiciar a lubrificação inicial da aresta de vedação, por ocasião dos primeiros giros no funcionamento do agregado, recomenda-se pré-lubrificar o lábio do retentor, no próprio fluido da aplicação, mantendo-o em recipiente apropriado e perfeitamente protegido de contaminações externas. 4 Montagem do retentor no alojamento: A prensagem do retentor na sede deverá ser feita mediante o uso de uma prensa mecânica ou hidráulica, utilizando-se dispositivos apropriados que atendam as seguintes recomendações: Deve-se garantir uma perfeita précentralização do retentor, de modo que o mesmo seja prensado na posição correta no alojamento. A superfície de apoio no dispositivo do retentor deverá estar o mais próximo possível do diâmetro externo do retentor, de modo a evitar deformações no ato da prensagem. De forma alguma o dispositivo deve danificar o lábio de vedação. Na figura 11 estão ilustrados alguns tipos de dispositivos usualmente empregados. 1
9 5 Montagem do retentor no eixo de trabalho: Não havendo possibilidade de chanfrar ou arredondar as superfícies do eixo sobre as quais deve ser introduzido o retentor, ou então, no caso do retentor ter que passar obrigatoriamente por uma região irregular, como entalhados ou rasgos de chaveta, recomenda-se o uso de uma luva de proteção para o lábio, conforme ilustrado na figura 12, observando que o diâmetro da luva não deforme o lábio. Fig. 12 É de extrema importância que estas luvas estejam com as superfícies externas, por onde passa o lábio do retentor, bem polidas, perfeitamente limpas e livres de danificações ou arestas vivas, provocadas por batidas durante o seu manuseio constante. Cuidados na substituição do retentor: Em princípio, sempre que houver a desmontagem de um agregado, por qualquer motivo que implique na desmontagem do retentor ou do eixo de trabalho após o uso, recomenda-se a reposição do retentor por um novo. Quando a substituição do eixo não for possível, a aresta de vedação do novo retentor não deverá trabalhar na mesma pista deixada pelo retentor anterior. Sempre dever-se-á montá-lo deslocado para o lado interior, observando-se que o eixo esteja em perfeitas condições, livres de defeitos, deposições sólidas ou oxidação. Não lixar a superfície do eixo. Muitas vezes, devido ao estado da superfície do furo do alojamento, é inevitável o uso de massa de vedação no externo do retentor para garantir a estanqueidade através do furo do alojamento. Nestes casos deve-se tomar cuidado para que essa massa de vedação não atinja o lábio de vedação ou o eixo de trabalho, pois, em tais casos, poderá impedir o bom desempenho do retentor e acarretar vazamento. 11
10 Normalização de medidas dos retentores segundo a norma DIN 371 Na figura 13 estão indicadas as medidas do diâmetro do eixo, diâmetro nominal do alojamento e altura dos retentores recomendados pela Norma DIN 371. c b c Fig. 13 d Diametro do eixo d Φ b c min Diametro do eixo d Φ b c min Diametro do eixo d Φ b c min ) Tolerâncias permissíveis para Φ, vide fig.
11 Conceitos básicos de construção 7 1. Membrana elastomérica (ou lábio) 1.a. Ângulo de ar BR 4 1.b. Aresta de vedação 1.c. Ângulo de óleo 1.d. Região de cobertura da mola 1.e. Alojamento de mola 1.f. Região interna do lábio 1.g. Região de engaste do lábio 2. Mola de tração 3 5d 5e 4b 4a 1f 5c 1d 1e 5 5b 5a 3. Região interna do vedador, eventualmente recoberta por material elastomérico. 4. Anel de reforço metálico ou carcaça. 4.a. Porção cilíndrica de sustentação 4.b. Flange radial de engaste 8 9 1g 1a 1 1b 1c 2 5. Cobertura externa elastomérica 5.a. Borda 5.b. Chanfro da borda 5.c. Superfície cilíndrica externa ou diâmetro externo 5.d. Chanfro das costas 5.e. Costas. Filetes de escoamento de moldagem 7. Carcaça externa metálica 8. Vedação auxiliar 9. Carcaça interna metálica 13
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