MICOTOXINA E SISTEMA IMUNE. EXISTE CORRELAÇÃO?
|
|
|
- Betty Quintanilha Balsemão
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 MICOTOXINA E SISTEMA IMUNE. EXISTE CORRELAÇÃO? Francisco Fireman Zootecnista, Doutor em Nutrição Animal 19/06/2012 Realização
2 COMO ESTÃO OS DESAFIOS DE MICOTOXINAS?
3 3 Lamic (2010)
4 análises de 2007 a 2011 Resultados de % FUMONISINA AFLATOXINA ZEARALENONA DON CPA NIVALENOL DAS T2 OCRATOXINA % - Análisis 25,50 25,37 20,94 18,76 4,02 2,47 1,69 1,22 0,04 % Posisivas 73,7 27,17 60,5 29,8 19,7 24,0 0,0 1,2 0,0 FUMONISINA AFLATOXINA ZEARALENONA DON CPA NIVALENOL DAS T2 OCRATOXINA Contamianción - ppb 2.246,33 7,0 164,0 379,7 21,7 96,9 0,0 2,8 0,0 4 Análises de clientes da Nutriad de
5 % análises de 2007 a 2011 Porcentagem de positividade 100,00 90,00 80,00 70,00 60,00 50,00 40,00 30,00 20,00 10,00 - FUMONISINA AFLATOXINA ZEARALENONA DON CPA NIVALENOL ,46 35,57 26,18 23, ,44 28,60 51,20 19, ,46 30,84 81,95 20,32 31, ,51 20,89 79,47 39,53 15,31 18, ,83 19,94 63,94 46,13 12,30 29,43 Média 73,7 27,2 60,5 29,8 19,71 24,01 5 Análises de clientes da Nutriad de
6 Média mensal de 2007 a 2011 FUMONISINA 3300, , , , ,00 ppb 2300, , , , , ,00 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ FUMONISINA 2255, , , , , , , , , , , ,34 6
7 Média mensal de 2007 a 2011 AFLATOXINA 11,50 10,50 9,50 8,50 ppb 7,50 6,50 7,0 5,50 4,50 3,50 2,50 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ AFLATOXINA 4,90 9,22 11,28 8,42 6,88 7,68 10,70 5,70 2,92 5,72 5,02 5,70 7
8 Média mensal de 2007 a 2011 DON 490,00 440,00 ppb 390,00 340,00 379,7 290,00 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ DON 298,04 326,20 292,96 364,34 427,84 337,80 416,60 506,66 426,68 381,88 385,78 391,46 8
9 Média mensal de 2007 a 2011 CPA 60,00 50,00 40,00 ppb 30,00 20,00 15,5 10,00 0,00 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ CPA 23,50 8,70 9,90 9,75 63,05 9,65 35,07 32,95 25,00 26,20 7,10 9,30 9
10 Média mensal de 2007 a 2011 NIVALENOL 200,00 180,00 160,00 140,00 ppb 120,00 100,00 80,00 96,9 60,00 40,00 20,00 0,00 JAN FEV MAR ABR MAI JUN JUL AGO SET OUT NOV DEZ NIVALENOL 123,60 0,00 58,30 81,75 57,00 0,00 51,00 127,05 167,55 173,00 173,25 150,75 10
11 Condições de Janeiro a Dezembro de 2011 Outros: sorgo, silagem, arroz, glúten 60, etc... ND: Nível não detectável
12 Grupo primário tóxico de fungos e micotoxinas Fusarium Aspergillus *Deoxynivalenol *Aflatoxinas *Zearalenona *Ocratoxina *Acido Ciclopiazônico *T-2 Sterigmatocistina *Fumonisina Fumitremorgens *Nivalenol Fumigaclavines Moniliformina Fumitoxinas Diacetoxyscirpenol Gliotoxina Citrinina Butenolide Conhecidos Estudados Penetrem Neosolaniol Espécies de fungos Acido Metabólitos Fusarico secundários Fusariocromanona Micotoxinas < 300 Wortmannina Penicillium *Ocratoxina *Acido Ciclopiazônico Toxina PR Patulina Roquefortine C Acido Mycofenolico Acido Penicilico Stachybotrys Satratoxina Claviceps Alcaloide de Ergot
13 Visão Geral Micotoxinas estão potencialmente presentes em todos os alimentos e em várias épocas do ano. Das 9 micotoxinas mais analisadas (AFL, FUM, ZEA, OCR, DON, T2, NIV, CPA, DAS). FUMONISINA, AFLATOXINA, ZEARALENONA, DON e CPA são as encontradas em maior frequência. Geralmente encontram-se mais de uma micotoxina em uma análise de pelo menos 4 micotoxinas. 13
14 Realização SISTEMA IMUNOLÓGICO
15 Imunidade Inata (não específica) Conjunto de defesas não específicas, que constituem uma resposta indiferente ao agente invasor. Barreiras físicas, estruturais, químicas e enzimáticas para controlar a entrada de patógenos. Atividades dos fagócitos (macrófagos e neutrófilos=heterófilos) e das células Natural Killer(NK), que destroem as células infectadas pelo patógeno. Imunidade Adquirida (adaptativa antígenos específicos) Ação seletiva dos linfócitos B (imunidade humoral) e dos linfócitos T (imunidade celular) para produção de anticorpos específicos.
16 16 Sistema Imunológico
17 Imunidade Adquirida Imunidade Pasiva Anticorpos maternos presente ao nascer. Imunidade Ativa Desenvolvida pela ave mediante exposição direta ao patógeno (infecção natural ou vacinação) 17
18 Imunidade Passiva OVÁRIO IgG do sangue OVIDUTO IgA de secreção local IgA no albumem IgG na gema Tizard, 1998
19 Porcentagem de Contribuição Imunidade Inata e Adquirida em frangos de corte Inata Adquirida Idade días Edens (2009)
20 QUAL É O MAIOR ÓRGÃO DO SISTEMA IMUNE?
21
22 Visão sobre o intestino ANTIGA Local de digestão e absorção NOVA Local de interação entre alimento (nutriente) x microflora x animal, influenciando na saúde do animal e seu estado nutricional através da capacidade de digestão e absorção. PAREDE INTESTINAL É A PRIMEIRA LINHA DE DEFESA IMUNOLÓGICA MAIS DE 70% DO TECIDO IMUNE ESTÁ LOCALIZADO NA PAREDE INTESTINAL
23 Glândula de Harder Tonsilas Esofágica Medula ossea Tonsilas cecais Timo Traqueia e Brônquios Baço Divertículo de Meckel Placa de Peyer Bursa de Fabricius Tecidos linfoides assoc. a mucosas Sistema GALT (Intestinos) Sistema linfoide Primário 23 Grogan et. al (2007) Sistema linfoide Secundário
24 QUAIS OS EFEITOS DAS MICOTOXINAS NO SISTEMA IMUNE??? Realização
25 Sensibilidade do sistema imune à imunossupressão induzida por micotoxinas A vulnerabilidade das células de proliferação e diferenciação que participam continuamente nas atividades imunes e que participam das comunicações complexas entre os componentes celulares e humorais. 25
26
27 Micotoxinas induzem a imunossupressão reduzindo a resposta inata e adquirida Redução da atividade fagocítica (macrófagos e neutrófilos=heterófilos) Depressão da atividade dos linfócitos T y B (Timo e Bursa de Fabrício) Supressão da produção de imunoglobulinas e anticorpos Redução da atividade do interferon Redução dos títulos de anticorpos 27
28 Aflatoxinas Aspergillus 18 compostos (B,M,G) B1, B2, G1, G2 Piora geral no desempenho produtivo; Intoxicação do fígado; Anomalías ósseas; Despigmentacão; Piora na qualidade da casca do ovo Supressão do sistema imune; 28
29 Aparência do fígado influenciada por Aflatoxinas - Frangos 0 ppb AF 2800 ppb AF
30 Peso relativo do baço influenciado por Aflatoxinas em frangos de corte com 21 dias Baço Tratamento Peso Relativo (%) Controle 0,24 a 2,8 ppm Aflatoxinas 0,18 b Mallmann et al, 2005 (UFSM Laboratório de Análises Micotoxicológicas) 30
31 Peso relativo da Bursa de Fabrícius influenciada por Aflatoxinas em Frangos de corte com 21 dias Bursa Tratamento Peso Relativo (%) Controle 0,39 ª 2,8 ppm Aflatoxinas 0,28 b Mallmann et al, 2005 (UFSM Laboratório de Análises Micotoxicológicas) 31
32 Fumonisina Fusarium 6 compostos A1, A2,B1, B2, B3 e B4 Reduz os níveis circulantes de esfingolipídeos (esfingosina e esfinganina); Afeta o sistema imune; 32
33 Fumonisinas : São Hepatotóxicas (Gelderbloom et al.,1988). Fumonisina B1 inibe a enzima N-aciltransferase, que atua na conversão de esfingosina e esfinganina em ceramidas, subsequentemente convertida para o complexo esfingolipídico. A ruptura desta via produz consequências graves porque este processo é base para la regulação celular e outros eventos bioquímicos (Wang et al. 1991). Resposta vacinal influenciada por fumonisina em frangos de corte Grupos Titulo para VDN 14 dias Titulo para VDN 21 dias Control 3,44 2,16 7 ppm de fumonisina 3,29 1,86 Valor de P 0,180 0,575 Scavazza (2009)
34 Bursa de fabrício influenciada por fumonisina em frangos de corte Controle Grupos Mitose das células na bursa de Fabricius Control 19,40 ± 4,94 ª 7 ppm de fumonisina 11,28 ± 2,96 b Valor de P 0,000 7 ppm de fumonisina Scavazza (2009)
35 Tricotecenos Fusarium: 100 micotoxinas A -> T2, HT-2, DAS (Diacetoxiscirpenol) B -> Dioxinivalenol (DON) 35
36 DON (Deoxinivalenol): Efeito inibidor da síntese de proteínas. Reduz a produção de imunoglobulinas e linfócitos oriundos do baço, placas de Peyer e timo (Ehrlich and Daigle,1987). Tricotecenos induzem a apoptose das células do timo, baço, Placas de Peyer, medula óssea e fígado. (Poapolathep et al., 2002, 2003, Shinozuka et al., 1997a,b). Baixas doses de Deoxinivalenol (DON) interferem sobre a diferenciação de enterócitos (KASUGA et al., 1998) 36
37 Ácido Ciclopiazônico Aspergillus e Penicilium Queda de produção (Ganho de peso); Degeneração e necrose hepática; Lesões hemorragicas do miocardio, proventrículo, moela e baço; 37
38 38 Na moela, o ÁCIDO CICLPIZÔNICO é conhecido como um potente indutor de EROSÕES.
39 39 Fonte: Kumar & Balanchandra (2009)
40 CONCLUSÃO AS MICOTOXINAS AFETAM NEGATIVAMENTE A RESPOSTA IMUNE DOS ANIMAIS
41 INTERAÇÃO ENTRE TOXINAS Virus Hongos Parásitos Bactéria Micotoxinas Metais Pesados Naturalmente presentes no ambiente ou Metabólicos NH3 Pesticidas Drogas H2S Factores Antinutricionales Toxinas Aminas Putrefación Intestinal
42 Universidade de Missouri: Interação entre lipopolisacarídeos de E.coli e micotoxinas D R Ledoux 1, P Butkeraitis 2, C L Walk 1, Y Broomhead 2, and J Broomhead 1 1 Department of Animal Sciences, 2 Department of Veterinary Pathobiology
43 Diferenças entre bactérias Gram-positivas e gram-negativas
44 Mortalidade (%) MORTALIDADE DE FRANGOS DEPOIS DO TRATAMENTO COM LPS E AFB1 POR 14 DIAS P < 0,
45 Mortalidade (%) MORTALIDADE EM FRANGOS DEPOIS DO TRATAMENTO COM LPS E AFB1 POR 14 DIAS P < 0,
46 QUAIS AS CONSEQUÊNCIAS DE UMA RESPOSTA IMUNE REDUZIDA??? Elevado riscos de infecção Aumento de enfermidades Redução de respostas terapêuticas Redução de respostas vacinais Severas Perdas econômicas!!! 46
47 Morte Animais enfermos Enfermidade Saúde
48 O QUE FAZER PARA FORTALECER O SISTEMA IMUNE DO ANIMAL??? 48
49 AÇÕES PARA FORTALECER O SISTEMA IMUNE Manejo minimizar estresse; Níveis nutricionais adequados (AA); Garantia de qualidade de ingredientes (metais pesados, peróxido, etc.); Uso de antifúngico; Utilização de sequestrante de micotoxinas de amplo espectro - multi funcional (ex: com proteção hepática); Utilização de butirato de sódio para melhorar a saúde intestinal; Uso de antioxidante; 49
50 OBRIGADO! O mundo está nas mãos daqueles que têm coragem de sonhar... E de correr o risco para viver seus sonhos. 50 Francisco Fireman [email protected]
Imunologia. Propriedades das Respostas imunes e órgãos linfóides. Bibliografia Básica. Introdução. Tipos de imunidade. Histórico 12/03/2012
Bibliografia Básica Imunologia Prof. Dr. Gilson C. Macedo www.ufjf.br/imunologia Introdução Propriedades das Respostas imunes e órgãos linfóides Prof: Dr. Gilson C. Macedo Derivado do latim immunitas Refere-se
INTRODUÇÃO A ORNITOPATOLOGIA. M.V. ESP. Walderson Zuza Barbosa
INTRODUÇÃO A ORNITOPATOLOGIA M.V. ESP. Walderson Zuza Barbosa 1 2 M.V. ESP. Walderson Zuza Barbosa 3 M.V. ESP. Walderson Zuza Barbosa CENÁRIO NACIONAL A indústria avícola brasileira tem aliado tecnologia,
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA II
MICROBIOLOGIA E PARASITOLOGIA II MICROBIOLOGIA: Mikros (= pequeno) + Bio (= vida) + logos (= ciência) A Microbiologia é definida, como a área da ciência que dedica - se ao estudo de microrganismos. Os
GESTÃO DE MICOTOXINAS
GESTÃO DE RUMINANTES SOBRE A ALLTECH 37 ANOS DE EXPERIÊNCIA EM PESQUISA EMPRESA LÍDER EM NUTRIÇÃO ANIMAL A demanda mundial do agronegócio, hoje, é produzir mais com menos. A Alltech busca ser parceira
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA
EXAMES LABORATORIAIS: IMUNOLOGIA Aula 2 CONCEITOS GERAIS Imunidade: conjunto de processos fisiológicos que permite ao organismo reconhecer corpos estranhos e responder contra os mesmos. Sistema imune:
- Tecidos e órgãos linfoides - Inflamação aguda
- Tecidos e órgãos linfoides - Inflamação aguda ÓRGÃOS LINFÓIDES ÓRGÃOS LINFÓIDES PRIMÁRIOS: - Medula óssea - Timo ÓRGÃOS LINFÓIDES SECUNDÁRIOS: - Linfonodos - Placas de Peyer - Tonsilas - Baço ÓRGÃO LINFÓIDE
BIOLOGIA Sistema imunológico e excretor
Sistema imunológico Módulo 31 Página 01 à 14 O Pulso - Titãs Composição: Arnaldo Antunes O pulso ainda pulsa O pulso ainda pulsa... Peste bubônica Câncer, pneumonia Raiva, rubéola Tuberculose e anemia
Imunologia. Introdução ao Sistema Imune. Lairton Souza Borja. Módulo Imunopatológico I (MED B21)
Imunologia Introdução ao Sistema Imune Módulo Imunopatológico I (MED B21) Lairton Souza Borja Objetivos 1. O que é o sistema imune (SI) 2. Revisão dos componentes do SI 3. Resposta imune inata 4. Inflamação
Carlos Sinogas Imunologia 2016/17
Teoria de Paul-Ehrlich (1900) Características da resposta imune Especificidade Discriminação entre diferente moléculas e resposta apenas às relevantes Adaptabilidade Capacidade de resposta a entidades
Bases celulares, histológicas e anatômicas da resposta imune. Pós-doutoranda Viviane Mariguela
Bases celulares, histológicas e anatômicas da resposta imune Pós-doutoranda Viviane Mariguela As células do SI inato e adaptativo estão presentes como: - células circulantes no sangue e na linfa; - aglomerados
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
Resposta Imunológica celular. Alessandra Barone
Resposta Imunológica celular Alessandra Barone Resposta mediada pelos linfócitos T: TCD4 e TCD8 Resposta contra microrganismos que estão localizados no interior de fagócitos e de células não fagocíticas
O sistema imune é composto por células e substâncias solúveis.
Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender seus corpos da invasão de microorganimos Eficiente no combate a microorganismos invasores.
Imunologia. Diferenciar as células e os mecanismos efetores do Sistema imune adquirido do sistema imune inato. AULA 02: Sistema imune adquirido
Imunologia AULA 02: Sistema imune adquirido Professor Luiz Felipe Leomil Coelho Departamento de Ciências Biológicas E-mail: [email protected] OBJETIVO Diferenciar as células e os mecanismos efetores
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais
Universidade Federal Fluminense Resposta do hospedeiro às infecções virais Disciplina de Virologia Departamento de Microbiologia e Parasitologia (MIP) Mecanismos de resposta inespecífica Barreiras anatômicas
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
Sangue e Sistema Linfoide
Sangue e Sistema Linfoide Objetivos da aula os estudantes deverão ser capazes de... Listar os componentes celulares (fração celular) e não celulares (fração fluida) do sangue e relatar sua morfologia e
Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas
Ativação de linfócitos B mecanismos efetores da resposta Humoral Estrutura e função de imunoglobulinas Estrutura de uma molécula de anticorpo Imunoglobulinas. São glicoproteínas heterodiméricas e bifuncionais
Estudo do sistema imune do corpo e suas funções e alterações. uuhsc.utah.edu/healthinfo/adult/path/glossary.htm
O estudo de todos os aspectos do sistema imune, incluindo sua estrutura e função, falhas e alterações do sistema imune, banco de sangue, imunização e transplantes de órgãos. www.als.net/als101/glossary.asp
Células e propriedades gerais do sistema imune
Células e propriedades gerais do sistema imune O que precisamos? Reconhecer Interagir Eliminar Lembrar PROGENITOR MIELOIDE COMUM Contagem Normal das Células no Sangue Diferenciaçãode MSDC em condiçoes
SEMINÁRIO ARMAZENAMENTO E PREPARO DE GRÃOS PALESTRA: MICOTOXINAS
SEMINÁRIO ARMAZENAMENTO E PREPARO DE GRÃOS PALESTRA: MICOTOXINAS Palestrante: Eduardo Micotti da Gloria Formação: Eng. Agr. USP/ESALQ Doutor Tecnologia de Alimentos FEA/UNICAMP Atuação Profissional: USP/ESALQ
10/02/2011 VACINAS IMUNIZAÇÃO. Referências Bibliográficas:
INTRODUÇÃO À IMUNOLOGIA: PROPRIEDADES GERAIS Prof. MSc. Weverson Pires [email protected] [email protected] Referências Bibliográficas: ANTUNES, L. Imunologia Geral. Rio de Janeiro: Atheneu, 1998.
Anemia Infecciosa das Galinhas
Anemia Infecciosa das Galinhas Leonardo Bozzi Miglino Programa de Pós-graduação - UFPR Mestrado Ciências Veterinárias 2010 Histórico: Isolado e descrito no Japão (1979), chamado de agente da anemia das
Células do Sistema Imune
Células Células do Sistema Imune Linfócitos NK Células Dendríticas Macrófagos e Monócitos Neutrófilos Eosinófilos Mastócitos Basófilos 1 2 Linfócitos São as únicas células com receptores específicos para
4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano)
4ª Ficha de Trabalho para Avaliação Biologia (12º ano) Ano Lectivo: 2008/2009 Nome: Nº Turma: CT Curso: CH-CT Data: 06/03/2009 Docente: Catarina Reis NOTA: Todas as Respostas são obrigatoriamente dadas
SISTEMA IMUNITÁRIO ou IMUNOLÓGICO. O sangue e as defesas corporais
SISTEMA IMUNITÁRIO ou IMUNOLÓGICO O sangue e as defesas corporais INTRODUÇÃO Promove o combate a microrganismos invasores e a limpeza do organismo (retirada de células mortas e de células alteradas) Altamente
Sumário. Anatomia funcional do trato gastrintestinal e dos órgãos que drenam nele 1
Sumário SEÇÃO I Capítulo 1 A resposta integrada a uma refeição Anatomia funcional do trato gastrintestinal e dos órgãos que drenam nele 1 Objetivos / 1 Visão geral do sistema gastrintestinal e de suas
HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA
1 HISTÓRIA DA IMUNOLOGIA O termo imunidade provém do latim immunitas, que se refere a isenções a taxas que os senadores romanos auferiam; Os conceitos de contágio e a teoria dos germes surgem, em 1546,
1.4 Metodologias analíticas para isolamento e identificação de micro-organismos em alimentos
Áreas para Submissão de Resumos (1) Microbiologia de Alimentos Trabalhos relacionados com micro-organismos associados aos alimentos: crescimento, identificação, biossíntese, controle, interação com o hospedeiro,
Resposta inicial que, em muitos casos, impede a infecção do hospedeiro podendo eliminar os micróbios
Resposta inicial que, em muitos casos, impede a infecção do hospedeiro podendo eliminar os micróbios Células da imunidade inata (macrófagos e neutrófilos) chegam rapidamente e em grande número no foco
Resposta imune inata (natural ou nativa)
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Imunologia Resposta imune inata (natural ou nativa) Profa. Dra. Silvana Boeira Acreditou-se por muitos anos que a imunidade inata fosse inespecífica
IMUNOLOGIA. Felipe Seixas
IMUNOLOGIA Felipe Seixas De 1884 a 1960 Surgimento da teorias microbianas Única causa específica para cada doença Compreensão das formas de contágio Início de programas de combate às infecções; Tratamento
Resposta imune adquirida
Resposta imune adquirida Resposta imune adquirida Também denominada: - Resposta imune tardia - Resposta imune adaptativa É caracterizada por ocorrer em períodos mais tardios após o contato com um agente
São macromoléculas com alto peso molecular, formadas por unidades denominadas aminoácidos (aa), ligados entre si através de ligações peptídicas.
AS PROTEÍNAS São macromoléculas com alto peso molecular, formadas por unidades denominadas aminoácidos (aa), ligados entre si através de ligações peptídicas. Mais de 100 aa Menos de 100 aa polipeptídeo
O SISTEMA IMUNITÁRIO
O SISTEMA IMUNITÁRIO Orgãos do Sistema Immunitário Nódulos linfáticos Timo Baço Medula Óssea ORIGEM DOS DIFERENTES COMPONENTES CELULARES Medula Óssea Linfócitos T Osso Células NK Células progenitoras linfoides
è Exemplificar situações de doença e desequilibrio do sistema imunitário.
è Relacionar a individualidade biológica com marcadores membranares determinados geneticamente. è Enumerar a grande diversidade de agentes patogénicos que podem invadir um organismo humano. è Distinguir
Prática 00. Total 02 Pré-requisitos 2 CBI257. N o. de Créditos 02. Período 3º. Aprovado pelo Colegiado de curso DATA: Presidente do Colegiado
1 Disciplina IMUNOLOGIA PROGRAMA DE DISCIPLINA Departamento DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Carga Horária Semanal Pré-requisitos Teórica 02 Prática 00 Total 02 Pré-requisitos Unidade ICEB Código CBI126
INTRODUÇÃO À IMUNOLOGIA
INTRODUÇÃO À IMUNOLOGIA IMUNOLOGIA NO ENSINO DE CIÊNCIAS BIOLÓGICAS Prof. Helio José Montassier unesp Por que o Sistema Imune (SI) é importante? O SI é essencial à vida dos Vertebrados: A falta ou deficiência
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
1. A amostragem. 1.1.Princípios gerais
Gestão da contaminação por micotoxinas em matérias-primas e alimentos para animais Erwan Leroux Chefe de Produto Aditivos, NEOVIA, empresa do grupo INVIVO NSA As micotoxinas são bem conhecidas pelos seus
PLANO DE ENSINO EMENTA
PLANO DE ENSINO DADOS DA DISCIPLINA Nome da Disciplina: Imunologia Curso: Farmácia Termo: 3º Carga Horária Semanal (h/a): 4 Carga Horária Semestral (h/a): 75 Teórica: 2 Prática: 2 Total: 4 Teórica: 30
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA Imunidade Adquirida Específica ou Adaptativa: Respostas a antígenos específicos Imunidade Adquirida Incluem linfócitos e seus produtos, como os anticorpos; Substâncias estranhas
Resposta Imunológica humoral. Alessandra Barone
Resposta Imunológica humoral Alessandra Barone Estimulada por antígenos extracelulares Mediada por anticorpos produzidos por plasmócitos. Linfócito B Resposta T independente: Estimulada diretamente por
Sistema Imunológico. 1) Introdução. É o sistema responsável pela defesa do organismo contra a ação de agente patogênicos (que causam doenças).
1) Introdução É o sistema responsável pela defesa do organismo contra a ação de agente patogênicos (que causam doenças). 2) Componentes Células de defesa (Leucócitos ou glóbulos brancos) Órgãos linfáticos
GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA
Fatores válidos para recolhimento em 01/02/2017 JANEIRO 3,4634 3,3316 3,1086 2,9486 2,7852 2,6042 2,3996 2,2471 2,0710 1,9331 1,8123 1,6867 FEVEREIRO 3,4534 3,3078 3,0941 2,9384 2,7727 2,5859 2,3888 2,2349
Questionário - Proficiência Clínica
Tema IMUNOLOGIA BÁSICA Elaborador Texto Introdutório João Renato Rebello Pinho, Médico Patologista Clínico, Doutor em Bioquímica, Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e Hospital Israelita
Aula: Histologia II. Sangue e linfa. Funções de hemácias, plaquetas e leucócitos.
Sangue e linfa. Funções de hemácias, plaquetas e leucócitos. PROFESSORA: Brenda Braga DATA: 10/04/2014 7. Tecidos Conjuntivos de Transporte 7.1. Sangue Centrifugação 55 % Plasma 45 % Elementos figurados
Nº 191 CAMAS HÚMIDAS ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO
Nº 191 CAMAS HÚMIDAS ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO E CONTROLO O sistema digestivo é um sistema complexo, que numa análise mais superficial não é mais do que uma interface entre a ave e o meio exterior. Como
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio O Sistema Imune e os agentes infecciosos Técnicas sorológicas e de biologia molecular no diagnóstico de agentes infecciosos Órgãos do sistema linfóide Introdução:
Órgãos e Células do Sistema Imune
Curso: farmácia Componente curricular: Imunologia Órgãos e Células do Sistema Imune DEYSIANE OLIVEIRA BRANDÃO ORIGEM DO SISTEMA IMUNE Origina-se a partir de células jovens denominadas STEM CELLS ou hemocitoblastos.
Professora Sandra Nunes
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO Parte II Glóbulos Brancos Professora Sandra Nunes Leucócitos = glóbulos brancos Localização: (Sangue, linfa, órgãos linfóides e vários tecidos conjuntivos) Origem: Medula
Senha para inscrição no Moodle Mecanismos de Agressão e Defesa turma E. #aluno-mad1e
Senha para inscrição no Moodle Mecanismos de Agressão e Defesa turma E #aluno-mad1e Células do Sistema Imunitário e órgãos linfóides Neutrófilo fagocitando Candida albicans Professora Patrícia Albuquerque
PROJET O SANGUE PROFº ME. FERNANDO BELAN DAT A CLIENT E BIOLOGIA MAIS
PROJET O SANGUE PROFº ME. FERNANDO BELAN DAT A 2016 CLIENT E BIOLOGIA MAIS Função Leva O2 e nutrientes para todas as células; Retra CO2 e excretas. Transporta hormônios; Proteção contra invasores (leucócitos)
Mecanismo de ação do cortisol Ação genômica
Mecanismo de ação do cortisol Ação genômica Efeitos metabólicos do cortisol Hormônio catabólico ou anti-anabólico Mobilização de combustível Ação direta ou permissiva Metabolização Transporte transcortina
06/11/2009 TIMO. Seleção e educação de linfócitos ÓRGÃOS LINFÓIDES E CÉLULAS DO SISTEMA IMUNE ÓRGÃOS LINFÓIDES. Primários: Medula óssea e timo
ÓRGÃOS LINFÓIDES Primários: Medula óssea e timo ÓRGÃOS LINFÓIDES E CÉLULAS DO SISTEMA IMUNE Secundários: Linfonodos Baço Tecidos linfóides associado a mucosa Prof. Renato Nisihara Ossos chatos Esterno,,
Imunologia. Células do Sistema Imune. Professora Melissa Kayser
Imunologia Células do Sistema Imune Professora Melissa Kayser Composição do sangue Origem Origem Células sanguíneas Hematoxilina: Corante básico. Eosina: Corante ácido. Células do sistema imune Leucograma
Sangue e Sistema Imunitário. Isabel Alcobia IHBD-FM/IMM
Sangue e Sistema Imunitário Isabel Alcobia IHBD-FM/IMM [email protected] Anatomia e Histologia Mestrado Integrado de Engenharia Biomédica 2016/2017 Células hematopoiéticas Sangue Medula óssea
Defesa não Especifica. Realizado por: Ricardo Neves
Defesa não Especifica Realizado por: Ricardo Neves Como se defende o nosso corpo das doenças? Vacinas? Como são feitas? Como funcionam? http://www.theimmunology.com/animations/vaccine.htm Constituição
Imunidade adaptativa (adquirida / específica):
Prof. Thais Almeida Imunidade inata (natural / nativa): defesa de primeira linha impede infecção do hospedeiro podendo eliminar o patógeno Imunidade adaptativa (adquirida / específica): após contato inicial
A Resposta Imune Adaptativa
A Resposta Imune Adaptativa Defesa Inata Infecção domina Acúmulo de antígeno Replicação do patógeno Mudanças no ambiente celular Ativação da Resposta Imune Adaptativa Envolve células T e B antígenoespecíficas
Estrutura e função dos anticorpos. Alessandra Barone
Estrutura e função dos anticorpos Alessandra Barone Estrutura e função dos anticorpos Anticorpos Glicoproteínas produzidas e excretadas por plasmócitos derivadas dos linfócitos B após exposição a antígenos
Imunologia Veterinária. Aula 1 A defesa do organismo
Imunologia Veterinária Aula 1 A defesa do organismo Uma Breve História da Imunologia Veterinária Quando infecções como a varíola e a peste se espalharam pela sociedade antiga, embora muitos tenham morrido,
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI
ESPECIALIZAÇÃO EM MICROBIOLOGIA APLICADA UNIOESTE PROF. RAFAEL ANDRADE MENOLLI Imunologia Definição: estudo do sistema imune (SI) e dos mecanismos que os seres humanos e outros animais usam para defender
Disciplina: Imunologia Tema: Imunologia Iniciando o Conteúdo
Disciplina: Imunologia Tema: Imunologia Iniciando o Conteúdo Os microrganismos patogênicos são capazes de provocar doenças? A principal função do sistema imunológico é, prevenir ou limitar infecções causadas
RESPOSTA IMUNE CONTRA MICRORGANISMOS
RESPOSTA IMUNE CONTRA MICRORGANISMOS Prof. Patrícia Costa Microrganismos Ø Bactérias extracelulares Clostridium tetani Ø Bactérias intracelulares Micobactérias Ø Vírus HepaDte B, HIV Ø Parasitas Ø Protozoários
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194
Universidade Federal da Bahia Faculdade de Medicina Departamento de Anatomia Patológica e Medicina Legal Disciplina de Imunologia MED 194 Imunologia das Viroses Monitor: Daniel Valente 1.Introdução...
Resposta imune adquirida do tipo celular
Universidade Federal do Pampa Campus Itaqui Curso de Nutrição Imunologia Resposta imune adquirida do tipo celular Profa. Dra. Silvana Boeira Imunidade adquirida Imunidade adaptativa = específica = adquirida
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio. Técnicas sorológicas e de biologia molecular no diagnóstico de agentes infecciosos
Resposta Imune Humoral Dr. Carlos R Prudencio Técnicas sorológicas e de biologia molecular no diagnóstico de agentes infecciosos O Sistema Imune e os agentes infecciosos Introdução Introdução: Sistema
Resposta imune inata e adaptativa. Profa. Alessandra Barone
Resposta imune inata e adaptativa Profa. Alessandra Barone Resposta imune Resposta imunológica Reação a componentes de microrganismos, macromoléculas como proteínas, polissacarídeos e substâncias químicas
Número de animais nas propriedades Região Média N Castro Minas Gerais Goiás Toledo Santa Catarina RMC Média
XVII PEC NORDESTE Produção de silagem: saiba como melhorar a qualidade Prof. Dr. Patrick Schmidt Zootecnista UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ Silagem de milho (?) Silagem de milho (?) 109 propriedades Silagem
Imunidade Humoral. Células efectoras: Linfócitos B. (Imunoglobulinas)
Imunidade Humoral Células efectoras: Linfócitos B (Imunoglobulinas) Determinantes antigénicos Também conhecidos como epítopos, são porções do antigénio que reúnem aspectos físicos e químicos que favorecem
Expansão clonal de Linfócitos T Helper
Expansão clonal de Linfócitos T Helper Ativação dos linfócitos T Entrada do antígeno no organismo Captura do antígeno pelas células dendríticas Migração da célula dendrítica para gânglio linfático ou baço
24/11/2015. Biologia de Microrganismos - 2º Semestre de Prof. Cláudio 1. O mundo microbiano. Profa. Alessandra B. F. Machado
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA DEPARTAMENTO DE PARASITOLOGIA, MICROBIOLOGIA E IMUNOLOGIA Relação bactéria-hospedeiro Profa. Alessandra B. F. Machado O mundo microbiano Os microrganismos são ubíquos.
TECIDOS LINFÓIDES PRIMÁRIOS ONTOGENIA DE LINFÓCITOS
TECIDOS LINFÓIDES PRIMÁRIOS ONTOGENIA DE LINFÓCITOS Organização anatômica do sistema imune De onde vêm e para onde vão as células do sistema imune Como é a organização dos tecidos/órgãos linfóides Tecidos
Evolução do sistema imunológico. Suelle Duarte Túlio Gabriel Oliveira Lucas Avelino Leonardo Queiroz
Evolução do sistema imunológico Suelle Duarte Túlio Gabriel Oliveira Lucas Avelino Leonardo Queiroz Dificuldades em trabalhos de evolução Dificuldade de encontrar fatos e provas; As pesquisas são recentes;
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12
JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562
Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida
Escola Secundária Dr. Manuel Gomes de Almeida Ficha de trabalho de Biologia - 12º Ano Sistema Imunitário Nome: N º: Turma: Data: Professor: Encarregado(a) de Educação: 1. Para cada uma das seguintes questões,
Evolução do Sistema Imune
UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA - UNESP FACULDADE DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E VETERINÁRIAS FCAV CAMPUS DE JABOTICABAL Evolução do Sistema Imune Mariana Monezi Borzi Estágio de Docência CAPES PG- MICROBIOLOGIA
PLANO DE ENSINO. OBJETIVOS ESPECÍFICOS DA DISCIPLINA Possibilitar a compreensão das respostas imunológicas do organismo humano.
PLANO DE ENSINO 1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Instituição: Universidade Alto Vale do Rio do Peixe Curso: Enfermagem Professora: Thaiz Malakoski [email protected] Período/ Fase: 2ª Semestre: 2º Ano:
Imunidade adaptativa celular
Universidade de São Paulo Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto Pós-graduação em Imunologia Básica e Aplicada Disciplina RIM 5757 Integração Imunologia Básica-Clínica Imunidade adaptativa celular Cássia
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA
FUNDAMENTOS DE IMUNOLOGIA Aula 4 SATIE KATAGIRI BRUNO LASMAR BUENO VALADARES META Esclarecer os principais mecanismos que o nosso sistema imune utiliza para nos proteger contra os agentes externos, patogênicos
V e t e r i n a r i a n D o c s Imunologia
V e t e r i n a r i a n D o c s Imunologia Imunologia Órgãos Linfóides Primários 01-Timo: é responsável pela diferenciação e seleção dos linfócitos T. Produz timosina α, timopoetina, fator tímico humoral
Qualidade de grãos de milho
55ª Reunião Técnica Anual do Milho 38ª Reunião Técnica Anual do Sorgo 19 a 21 de Julho de 2010 (Vacaria, RS) Qualidade de grãos de milho Composição do grão de milho Proteína 9% Óleo 4% Açucares 1,7% Minerais
SISTEMA LINFÁTICO OU IMUNE. Prof. Dr. José Gomes Pereira
SISTEMA LINFÁTICO OU IMUNE Prof. Dr. José Gomes Pereira SISTEMA LINFÁTICO OU IMUNE 1. Considerações Gerais Sistema linfático/vascular unidade funcional - sistema hematolinfático - sistema secundário de
Safra 2016/2017. Safra 2015/2016
Valores de ATR e Preço da Tonelada de Cana-de-açúcar - Consecana do Estado do Paraná Safra 2016/2017 Mar/16 0,6048 0,6048 0,6048 66,04 73,77 Abr 0,6232 0,6232 0,5927 64,72 72,29 Mai 0,5585 0,5878 0,5868
Vacinas e Vacinação 24/02/2014. Prof. Jean Berg. Defesas orgânicas. Imunoprofilaxia. Imunoprofilaxia. Resistência à infecção.
Prof. Jean Berg Imunologia Resposta imune Mecanismo pelo qual o organismo é capaz de reconhecer e eliminar as substâncias heterólogas. Resposta imune Substâncias heterólogas Endógena células mortas Exógena
CLOSTRIDIOSES EM AVES
CLOSTRIDIOSES EM AVES Instituto Biológico Centro Avançado de Pesquisa Tecnológica do Agronegócio Avícola Greice Filomena Zanatta Stoppa CLOSTRIDIOSE Infecções provocadas por toxinas ou bactérias do gênero
O SANGUE HUMANO. Professora Catarina
O SANGUE HUMANO Professora Catarina SANGUE Principais funções: Transportar O 2 e nutrientes a todas as células do corpo; Recolher CO 2 e excreções; Transportar hormônios; Proteger o corpo contra a invasão
Interação Antígeno Anticorpo. Profª Heide Baida
Interação Antígeno Anticorpo Profª Heide Baida Introdução T CD4+ memória MØ Resposta imune Ag Linfócito T CD4+ T CD4+ efetor * * * * * * * * * citocinas * * Linfócito B anticorpos B memória B Efetor (plasmócito)
ESTUDO DOS ALIMENTOS
ESTUDO DOS ALIMENTOS A) Alimentos volumosos classificação adaptada de Morrison: 18% de FB. alimentos essenciais para herbívoros (ruminantes); alimentos com função de lastro para os monogástricos,
EFEITOS GERAIS DA INFLAMAÇÃO
EFEITOS GERAIS DA INFLAMAÇÃO Inflamação: reação local, multimediada e esteriotipada, mas tende a envolver o organismo como um todo. Mensageiros químicos liberados do foco de lesão: Moléculas de células
