Declaração de Apetência pelo Risco
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- Matheus Castanho de Figueiredo
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1 Declaração de Apetência pelo Risco Versão de divulgação 2017
2 1. Introdução à Declaração de Apetência pelo Risco do Grupo CGD ( RAS ) A Declaração de Apetência pelo Risco codifica formalmente a apetência pelo risco do Banco, detalhando o nível máximo de risco que o Banco está disposto a assumir para cada categoria de risco considerada material. Esta estratégia de risco está diretamente relacionada com os objetivos e plano estratégico do Banco, regularmente revisto e monitorizado pelo Conselho de Administração e pela equipa de gestão. De acordo com o objetivo de reforçar as práticas de gestão de risco alinhando-as com as melhores práticas internacionais, a CGD realizou uma revisão e atualização da anterior versão da Declaração de Apetência pelo Risco do Grupo. Esta iniciativa tem como objetivo assegurar a existência de uma linguagem atualizada e consistente no que diz respeito ao entendimento das categorias e níveis de risco que o Grupo CGD está disposto a assumir ao mesmo tempo que cumpre os objetivos estratégicos, requisitos regulatórios e metas acordadas com o seu acionista. A Declaração de Apetência pelo risco é complementada pelas declarações em cascata para as unidades do Grupo (entidades internacionais e atividade doméstica) e pelo Modelo de Governação da Apetência pelo Risco (RAF) que estabelece o modelo de governo e envolvimento das diferentes áreas do Banco, a gestão do risco e os mecanismos de monitorização, e a integração da Apetência pelo Risco nos processos de gestão do risco e de tomada de decisão. A revisão e atualização do RAS e do RAF do Grupo teve por base um envolvimento alargado do Conselho de Administração (CA), da Comissão Executiva (CECA), do Chief Risk Officer (CRO), da Direção de Gestão de Risco (DGR) e da gestão de topo de outras direções funcionais e de negócio. Como detalhado no RAF, ambos os documentos deverão ser revistos anualmente, garantindo uma fluida integração com os processos de gestão e tomada de decisão. 2 de 5
3 2. Principais elementos da Apetência pelo Risco A Apetência pelo Risco está especificada por declarações qualitativas e por métricas quantitativas, quer no global quem em cada categoria de risco. Para cada métrica, foram definidos até quatro valores: Objetivo: define o nível ótimo de risco que cada unidade de negócio define no seu processo de planeamento por forma a cumprir com os objetivos estratégicos estabelecidos Tolerância: determina um nível de risco preocupante que deve resultar na consideração de medidas corretivas Limite: representa um nível de risco que constitui ameaça séria ao negócio e que portanto requer ação imediata Trigger do Plano de Recuperação: define um nível associado à avaliação da necessidade de lançamento, por parte da gestão do Banco, de medidas de recuperação Como detalhado no RAF, as métricas são reportadas e monitorizadas a dois níveis: Nível 1 ( Dashboard do RAS ): traduz a orientação holística de risco do Banco, sintetizando a posição em todas as categorias de risco, devendo ser acompanhado e discutido pelo Conselho de Administração, Comissões do Conselho de Administração e pela Comissão Executiva do Conselho de Administração Nível 2 ( Métricas de suporte : complementa o nível 1 e deve ser monitorizado pela Comissão Executiva do Conselho de Administração e discutido pelo Conselho de Administração e Comissões do Conselho de Administração quando os níveis de tolerância ou limites são quebrados 3 de 5
4 3. Princípios gerais Os princípios gerais da Apetência pelo Risco materializam-se em declarações qualitativas que definem a estratégia de risco do Grupo; estes princípios derivam e estão alinhados com a estratégia de negócio da CGD e do entendimento dos trade-offs de risco-beneficio resultantes. Estes princípios fazem parte da cultura e estratégia do Banco, suportando todas as suas atividades. O Banco definiu os três princípios gerais que se apresentam de seguida. Garantir níveis de solvência e liquidez O Grupo CGD deverá assegurar níveis adequados de solvência e liquidez, aplicando este princípio da seguinte forma: Mantendo a solidez de capital através de uma avaliação regular do balanço Mantendo um nível de capital acima das exigências regulatórias, garantindo um buffer em linha com as expectativas de mercado tanto em cenários normais como em cenários adversos Continuando a assegurar uma posição de liquidez estável, sólida e segura capaz de suportar cenários adversos Mantendo estável a capacidade de financiamento e níveis adequados de buffers de liquidez através de uma abordagem orientada ao mercado que permita adaptar a estrutura do balanço às circunstâncias existentes Controlando a exposição ao risco das entidades internacionais, mantendo simultaneamente a sua independência em termos de financiamento e adequação de capital Este princípio deverá permitir que o Grupo CGD alcance os objetivos principais definidos em termos de: i) rácio de Core Equity Tier 1 (CET 1) fully-loaded; ii) liquidity coverage ratio (LCR); e iii) buffer de colateral descontável no BCE. Assegurar sustentabilidade a longo prazo e manter posição de liderança no mercado O Grupo CGD deverá assegurar a sustentabilidade e a sua posição de liderança da seguinte forma: Assegurando a sustentabilidade a longo prazo através de uma remuneração adequada dos riscos no balanço, de uma melhoria na eficiência operacional, e da gestão dos riscos (em particular os que estão ligados ao crédito) que possam pôr em causa a execução da estratégia do Banco Mantendo a identidade de um Banco comercial e a posição de liderança no mercado Português, tanto em depósitos como em crédito à economia e às famílias, com foco em clientes de retalho e pequenas e médias empresas Perseguindo uma estrutura de Grupo simples e transparente, assente numa infraestrutura moderna, para proporcionar elevados níveis de satisfação aos clientes e minimizar o risco operacional Este princípio deverá permitir que o Grupo CGD alcance os objetivos principais definidos em termos de: i) rácio de return on equity (ROE); e ii) níveis de concentração. 4 de 5
5 Adotar práticas de excelência na gestão de risco O Grupo CGD deverá assegurar a adoção de melhores práticas na gestão de risco, aplicando este princípio da seguinte forma: Reforçando a Governação e as funções de Gestão e Controlo de Risco, garantindo que estão ao nível das melhores práticas do mercado e assim contribuindo para a maior confiança dos stakeholders Operando de acordo com princípios sólidos de gestão de risco, com um modelo de Governo efetivo e políticas que assegurem o cumprimento das leis e regulação, e garantindo o pleno alinhamento com as diretrizes do SREP Desenvolvendo uma forte cultura de gestão de risco focada em salvaguardar a solvência e capacidade de financiamento do Banco, evitando riscos que possam afetar os stakeholders, em particular os depositantes, e assegurando uma forte reputação e imagem no mercado Este princípio deverá permitir que o Grupo CGD alcance os objetivos principais definidos em termos de: i) redução anual de non performing exposures (NPEs); ii) cobertura de NPEs por imparidades; iii) redução do custo de risco. 5 de 5
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