O Carnaval Visto dos Bastidores
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- Carolina de Figueiredo Campelo
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1 Ponto Urbe Revista do núcleo de antropologia urbana da USP Ponto Urbe 5 O Carnaval Visto dos Bastidores Marina Mazze Cerchiaro Electronic version URL: DOI: /pontourbe.1609 ISSN: Publisher Núcleo de Antropologia Urbana da Universidade de São Paulo Electronic reference Marina Mazze Cerchiaro, «O Carnaval Visto dos Bastidores», Ponto Urbe [Online], , posto online no dia 31 Dezembro 2009, consultado o 05 Outubro URL : pontourbe.revues.org/1609 ; DOI : /pontourbe.1609 This text was automatically generated on 5 octobre NAU
2 1 O Carnaval Visto dos Bastidores Marina Mazze Cerchiaro REFERENCES Maria Laura Viveiros de Castro Cavalcanti. Carnaval carioca: dos bastidores ao desfile. 3.ed. rev. ampl. Rio de Janeiro: EdUFRJ., pp Sonhar não custa nada e o meu sonho é tão real mergulhei nessa magia era tudo o que eu queria para esse Carnaval. Deixe a sua mente vagar não custa nada sonhar viajar nos braços do infinito onde tudo é mais bonito nesse mundo de ilusão transformar o sonho em realidade e sonhar com a Mocidade é sonhar com o pé no chão. Estrela de luz que me conduz estrela que me faz sonhar. ( bis) (...) (trecho do samba-enredo da escola Mocidade Independente de Padre Miguel, 1992, de Paulinho Mocidade, Dico da Viola e Moleque Silveira. Apêndice, pg. 261)
3 2 1 O livro é uma versão revista de sua tese de doutorado defendida em 1993 no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional da UFRJ (PPGAS/UFRJ). Tratase do exame em profundidade da confecção de um Carnaval, o de 1992, por uma escola de samba -- no caso a Mocidade Independente de Padre Miguel durante um ano. Entende-se aqui por Carnaval não apenas o desfile mas toda a preparação que se inicia com a escolha do enredo, logo que finda a apresentação anterior. 2 O Carnaval do Rio de Janeiro é entendido como uma arena na qual se confrontam visões políticas e culturais diferenciadas. Assim, essa típica festa brasileira se torna interessante do ponto de vista da antropologia urbana, pois o desfile pode ser pensado como uma absorção dos conflitos da cidade, um imenso dispositivo ritual de articulação das mais diversas ordens de diferenças (pg. 25). A autora afirma que se trata de um tipo de processo cultural que cruza fronteiras incorporando tensões e conflitos. 3 O propósito de seu livro é, portanto, entender a interação social de diversos segmentos sociais para, assim, compreender a cidade que o realiza e suas tensões. Para isso, analisa os bastidores do desfile, mostrando como se dá sua confecção, não ocultando os conflitos existentes e idéias paradoxais. 4 No primeiro capítulo A competição festiva, Cavalcanti faz uma rápida crítica da literatura sobre Carnaval e aponta a importância da idéia de competição no desfile. Parte do conceito de reciprocidade de Mauss e Simmel concluindo que para ambos os autores relacionar-se é também confrontar-se. Assim, o desfile propicia a comunicação, troca e proximidade entre as escolas de samba e no interior delas, bem como hostilidade, conflito e confronto de valores. A autora segue fazendo um breve histórico do surgimento das escolas de samba no Rio de Janeiro, que data de Também trata do espaço do Sambódromo e seu caráter especial, no qual apresentar-se é sempre local de prestígio. Cavalcanti corajosamente aborda a ligação entre jogo do bicho e o Carnaval revelando a relação de mecenato entre bicheiro e escola de samba e a combinação de idéias aparentemente opostas de empresariamento e patronagem. Se a primeira traz a noção do contrato, a segunda consiste na troca de favores, na palavra dada. Aponta ainda, que nessa festa a moeda prestígio tem tanta circulação e relevância quanto o dinheiro. ( pg. 51). 5 Por fim, define duas categorias que se misturam no desfile e que permearão toda a sua análise: Samba e Visual. A primeira se relaciona com o caráter festivo o canto, a música e a dança. A segunda liga-se à noção de espetáculo a admiração e o êxtase diante das alegorias, fantasias e coreografias. Seriam, assim, duas formas de participação que estão no cerne do Carnaval e organizam sua confecção.
4 3 6 No capítulo O carnavalesco e a primazia do visual a autora trata do aspecto visual e do artista por excelência na confecção do desfile o carnavalesco. Aqui mais paradoxos são revelados: ao mesmo tempo que a escola tem personalidade própria, o carnavalesco pode dar personalidade à escola; chocam-se também os valores de patronagem e profissionalização. 7 Coloca-se então a dualidade espacial entre quadra e barracão : a primeira espaço da diretoria da escola e a segunda da comissão de Carnaval que decidia com plenos poderes tudo sobre a confecção do desfile. Aqui entram também as categorias de Samba e Visualidade; a primeira estaria ligada à quadra, lugar dos ensaios, e a segunda ao barracão onde são produzidas as alegorias, fantasias e adereços. 8 No terceiro capítulo, Como tudo acaba em samba procura-se entender o processo de produção e escolha do samba-enredo, deixando claro o confronto entre duas visões de mundo: a do carnavalesco e a dos compositores. Há uma competição interna a escola, o carnavalesco propõe o enredo e muitos compositores entram na disputa pelo melhor samba-enredo, o que muitas vezes gera rancores e rompimentos de sociabilidades entre eles, esquecidos após a escolha do samba. Afinal, a escola deve se unir, há a necessidade de coesão. Mostra-se ainda a idéia de parceria entre compositores na qual um faz a letra e outro a melodia. Por fim, Cavalcanti analisa as letras de samba apresentadas. 9 Se nesse capítulo a autora foca no que se enquadraria a categoria Samba e no espaço da quadra, no seguinte As alegorias carnavalescas ela se volta para o barracão e trata da Visualidade. Cavalcanti procura entender como se transforma o enredo em algo plástico e analisa o processo de confecção das alegorias começando pela ferragem, carpintaria e mecânica, passando pela escultura e modelagem até chegar à fase final de pintura, vidraçaria e movimento. A autora discute as noções de arte que estão contidas nesse processo. Mais uma vez surgem paradoxos. Se, por um lado, a confecção dá ênfase ao corpo e à materialidade, a um fazer constante, uma execução coletiva, por outro lado, há uma concepção idealista de arte, criando um lugar mais individualizado do desfile: o do carnavalesco. Essa oposição de execução versus concepção gera outra, a de obediência e autoridade, na qual o carnavalesco é a autoridade máxima do barracão. 10 Analisando a confecção das alegorias, a autora descobre inesperadamente que há uma primazia do Visual sobre o Samba. São confeccionadas inclusive várias alegorias que não são mencionadas no enredo. A autora, então, baseando-se na idéia de Walter Benjamin de que alegoria é uma expressão por excelência do barroco, conclui que a crescente força das alegorias pode ser atribuída ao fato de que possibilitam a expressão da experiência fragmentada dos próprios habitantes da cidade, assim como inúmeras leituras.
5 4 11 O último capítulo, O caminho da fantasia, aborda o processo de confecção das fantasias e adereços, além do significado das diferentes alas, incluindo a das baianas, os destaques, o mestre-sala e a porta-bandeira. Cavalcanti explica como as fantasias expandem ao máximo as redes de relações do Carnaval, renovando-as ano a ano. Como diz a autora: 12 Ao longo dos anos, a fantasia tece trajetórias pessoais ou de grupos muitas vezes carinhosa e orgulhosamente guardadas em álbuns de fotografia que falam da justaposição entre a vida de cada um e a história dos Carnavais. ( pg. 229) 13 A autora conclui o livro pensando a temporalidade e o desfile. O último representa o ponto máximo de expansão das redes de relações construídas ao longo do processo. A escola então aspira comunicar-se com toda a cidade. Poderíamos até ampliar e dizer que durante o desfile, a escola se comunica também com o país e com o mundo. Assim, o Carnaval revela uma necessidade de preencher o fluxo do tempo com um sentido coletivo compartilhado. 14 Portanto, o trabalho de Cavalcanti aborda, por meio de uma linguagem fluida e prazerosa as relações, permeadas por conflitos e tensões, existentes nos bastidores do Carnaval carioca. Acompanhar a confecção do desfile, por uma escola durante um ano é o que faz dele original e uma referência no assunto. 15 Buscando sempre o que essa festa tem a dizer sobre as interações na cidade, torna-se uma importante obra na área de antropologia urbana. Um livro recomendado não apenas para especialistas no assunto, mas também ao público em geral que se interesse em saber mais sobre essa grande festa brasileira. AUTHOR MARINA MAZZE CERCHIARO NAU - Nucleo de Antropologia Urbana da USP
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