Acampamento, Cultura e Luta Social
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- Helena Galindo Camarinho
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1 Ponto Urbe Revista do núcleo de antropologia urbana da USP Ponto Urbe 18 Acampamento, Cultura e Luta Social Camp Culture and Social Fight Marciano Kappaun Electronic version URL: DOI: /pontourbe.3026 ISSN: Publisher Núcleo de Antropologia Urbana da Universidade de São Paulo Electronic reference Marciano Kappaun, «Acampamento, Cultura e Luta Social», Ponto Urbe [Online], , posto online no dia 31 Julho 2016, consultado o 02 Outubro URL : ; DOI : /pontourbe.3026 This text was automatically generated on 2 octobre NAU
2 1 Acampamento, Cultura e Luta Social Camp Culture and Social Fight Marciano Kappaun 1 Este ensaio fotográfico apresenta a dinâmica cultural e social da ocupação Copa do Povo, protagonizada pelo Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST), que mobilizou e organizou trabalhadores/as da periferia da cidade de São Paulo na luta pelo direito de moradia digna e como protesto dos gastos públicos com a realização da Copa do Mundo de Futebol da FIFA Minha inserção no campo foi por meio de uma incursão coletiva coordenada pelo professor Dr. José Guilherme Cantor Magnani, onde participaram integrantes do Núcleo de Antropologia Urbana (NAU) e estudantes da disciplina de Práticas Culturais no Contexto Urbano, do Programa de Pós-Graduação de Antropologia Social da USP. Após essa incursão, negociamos a nossa presença na ocupação com uma barraca que serviu de base para os pesquisadores que estiveram cooperando nessa pesquisa. 3 As fotos foram produzidas durante a realização de pesquisa etnográfica, cerca de dois meses e meio, tempo que permaneci acampado no G3, um dos oito grupos da ocupação, em um terreno de 60 mil metros quadrados, onde foram montadas cerca de 5 mil barracos de lona preta. Propriedade de uma construtora que pagava o equivalente a R$ 195,00 de imposto anual e, segundo o movimento social, mantinha o terreno para especulação imobiliária. 4 A posição da nossa barraca era estratégica, em frente a cozinha do grupo e ao lado do barracão da militância e da quadra improvisada da ocupação, palco central da vida na ocupação, onde ocorriam as assembleias regulares, as festas, atividades culturais e o torneio de futebol organizado pelos acampados. 5 É possível perceber pelas imagens a organização do acampamento como estratégia de ocupação espacial da cidade, a partir dos conceitos de portabilidade e mobilidade, que possibilitam uma ação estratégica e efetiva na luta social por moradia popular em metrópoles como a cidade de São Paulo.
3 2 6 Na ocupação Copa do Povo verifica-se um diálogo entre o acampamento e a cidade, seus atores sociais e a cultura. É um espaço privilegiado para a sociabilidade entre os/as trabalhadores/as, a mídia, os movimentos sociais, a política e a sociedade civil. Portanto, contribui para uma vivência sociocultural e política que abre caminho para um processo de conscientização e de luta social dos/as trabalhadores/as. Visão lateral da ocupação Copa do Povo ao lado a Gleba do Pêssego, grupo quatro ou, como se lê na lona do barraco, G4. Acampada na cozinha do G2. A organização dos acampados é feita por grupos; no caso da ocupação Copa do Povo, eram oito grupos e as cozinhas eram o centro de organização desses grupos.
4 3 Adelaide dos Santos, acampada do G3, mostra o recibo de aluguel que paga para morar em dois cômodos na Zona Leste da cidade de São Paulo. Em razão do recesso escolar devido a realização da Copa do Mundo da FIFA, o acampamento estava repleto de crianças. Prof. José Guilherme Magnani mostrando as fotos para as crianças.
5 4 Meninos ajudando a restaurar o barraco onde moram no G3. Acampados se dirigindo para as cozinhas dos grupos após uma assembleia na ocupação Copa do Povo para dar presença. Na ocupação, as pessoas são organizadas em grupos do G1 ao G8. A tomada da presença ocorre normalmente na quadra, mas, algumas vezes, os acampados se dirigiam no meio da escuridão entre os barracos até uma das oito cozinhas existentes na ocupação.
6 5 Domingo: uma assembleia regular na ocupação Copa do Povo. Ocupação em frente à Câmara de Vereadores da cidade de São Paulo durante a votação das alterações que beneficiavam áreas para a construção de moradias populares (Plano Diretor Estratégico do município de São Paulo).
7 6 Festa na aprovação do Plano Diretor Estratégico do município de São Paulo, que altera o zoneamento da cidade para construção de moradias populares. Uma grande churrasqueira foi improvisada para comemoração dos sem-teto. Durante a Copa do Mundo da FIFA, a ocupação Copa do Povo organizou um torneio de futebol com equipes de trabalhadores. Foto da final do torneio de futebol feminino na ocupação.
8 7 AUTHOR MARCIANO KAPPAUN Graduando em Ciências Sociais, Bacharel em Teologia pelo Centro Universitário Filadélfia - UNIFIL e Mestre em Ciências da Religião pela Universidade Metodista de São Paulo - UMESP. Membro pesquisador do Centro de Estudos de Religiosidades Contemporâneas e das Culturas Negra - CERNe e do Núcleo de Antropologia Urbana - NAU da Universidade de São Paulo.
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