Vissaium, Veseo,Viseu
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- Catarina de Abreu Campelo
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1 Vissaium, Veseo,Viseu 1 O que somos? De onde viemos? Em que nos tornámos? O que fez e faz a nossa identidade? O conhecimento das origens e evolução da cidade de Viseu é um desafio tão apaixonante como necessário. A história, com cerca de 2500 anos, confere-nos um lugar no fio do tempo do país e do mundo, oferece-nos um património material e imaterial de grande valor e singularidade, distingue-nos como povo, proporciona-nos lições e explicações sobre o presente e o futuro. Por tudo isto, desejei muito este Fio da História de Viseu e desejo agora a sua partilha e leitura. Esta publicação, sendo inédita, é também ímpar no plano nacional. Não se conhece outra, e goza do crédito científico de especialistas e do talento de um grande ilustrador. Acredito que para a comunidade viseense, designadamente para os mais jovens, mas também para visitantes e turistas, este seja um valioso recurso para compreender Vissaium, Veseo, Viseu. Da Idade do Ferro à Civitas Romana, do Burgo Medieval à Cidade Moderna que somos. E há também uma galeria incontável de heróis para descobrir. Boas leituras! Um abraço amigo. Almeida Henriques Presidente da Câmara Municipal de Viseu
2 Uma grande história! 2 3 Todos somos adoradores de grandes histórias de grandes feitos, conquistas, mistérios, mitos, homens e mulheres extraordinários, acontecimentos fundadores ou transformadores. Em Viseu, temos tudo isto, num extenso cronograma histórico não isento de enigmas. Para quem cá vive, para quem nos visita. História, património e mitologia fazem um triângulo mágico, encantatório, na Cidade de Viriato, mesmo que o Chefe dos Lusitanos seja aqui um mito. Aqui, também cidade de D. Rodrigo, D. Ramiro II, D. Afonso Henriques, D. João I, D. Duarte, D. Henrique, o Duque de Viseu, D. Miguel da Silva, Grão Vasco, ou viajando até ao Século XX desse herói profundamente moderno que é Almeida Moreira, o Capitão. A ideia inicial desta publicação formulada na encomenda original do Senhor Presidente da Câmara era construir uma régua do tempo de Viseu. Pouco tempo se demorou para que se concluísse que a régua era escassa Viseu é atora e testemunha da História. E a sua paisagem e o seu património são quase um palimpsesto! Embora por vezes apagados e sobrepostos por marcas mais recentes, os sinais do tempo estão lá. É nosso papel fazê-los sobressair e contar a grande história. Seguimos viagem? Jorge Sobrado Vereador da Cultura, Património, Turismo e Marketing Territorial
3 Viseu: 4 5 Actualidade Séc. XX Idade Média Séc. IX ao XV Destaque pág. 22/23 o fio da História Todas as cidades possuem uma história. Mais longa ou mais curta, as cidades são o resultado de centenas de gerações de pessoas que aí viveram e sonharam. Essa história é como uma manta de retalhos ou um puzzle que se vai construindo com mais um achado arqueológico ou um documento esquecido num tombo. Viseu tem uma história fantástica, com cerca de 2500 anos. Contudo, muito está ainda por descobrir e por conhecer. Aqui, e de uma forma inédita, mostramos alguns dos momentos mais marcantes na vida da cidade de Viseu. Época Romana Séc. III e IV Destaque pág. 10/11 Destaque pág. 10 à 19 Destaque pág. 6/7 A heráldica Representa o momento em que Ramiro II dá o sinal para os soldados, escondidos na floresta, ajudarem o monarca na conquista do castelo de Alboazar. Com efeito, a adaptação da lenda medieval de Gaia ficou representada na nossa identidade através do castelo, da árvore e do Rei a tocar a corneta. Época Romana Séc. I/II Destaque pág. 4/5 Idade do Ferro Séc. IV/III (a. C.) Destaque pág. 2/3 Antes de assumir a coroa de Leão em 931, Ramiro II sediou a sua corte em Viseu entre os anos de 926 e 930, fazendo desta cidade a capital da terra Portucalense.
4 6 SÉCulo IV (a. C.) a SÉCulo I (a. C.) 7 A origem: a Idade do Ferro Agricultura. Criaram -se novos hábitos alimentares como a domesticação da vinha, dos galinácios e dos burros. Fosso. Foram identificados vários troços de fossos escavados na rocha que chegam a atingir cerca de 3m de profundidade As casas. A cobertura dos telhados em colmo e ramos vai ser substituida gradualmente pela telha trazida pelos romanos. Muralha. Os povoados fortificados, no cimo dos montes, apresentam as primeiras preocupações urbanísticas. Conservação de alimentos. No castro de Viseu têm surgido imensos silos escavados na rocha que devem ter servido para armazenar e conservar alimentos. Os mais antigos vestígios arqueológicos de Viseu parecem remontar à Idade do Ferro, entre os sécs. v e iv a. C. Nessa época, existiria aqui um povoado fortificado (castro) com cerca de 12 ha de área, rodeado por um fosso escavado na rocha e uma muralha em pedra. As casas, em pedra, madeira e barro, maioritariamente redondas, eram cobertas por colmo e algumas aproveitavam e apoiavam -se nos penedos. Junto a estas, os vissaiegi, nome do povo que aqui vivia, escavaram na rocha imensos silos onde guardavam os alimentos. Os achados arqueológicos efectuados e a própria dimensão deste povoado, são a prova de que Vissaium seria um grande centro proto -urbano que foi crescendo e que no séc. i acaba por ser escolhido pelos romanos para ser a capital da região. Este sítio deveria controlar o território envolvente, onde se encontravam, de forma dispersa, outros pequenos núcleos habitacionais. Lúnula e torques provenientes de Viseu (Museu Nacional de Arqueologia). Novas tecnologias A Idade do Ferro é um período marcado por um conjunto de novas realidades que fazem desta uma das principais fases da história do Homem. Com a progressiva generalização da Escrita, entra -se agora na História. Dominam -se novas tecnologias como a roda de oleiro, o moinho manual circular, o vidro, a redução do ferro e, na ourivesaria, a filigrana, o granulado, a soldadura, usando temas iconográficos até então desconhecidos.
5 8 SÉCulos I a II 9 Roma: a chegada do Império No séc. i, Vissaium transformou se em Veseum, uma importante cidade da Lusitânia. Capital de civitas, muito provavelmente dos Interanienses, daqui partiam vias em todos os sentidos. Veseum será o exemplo perfeito da simbiose entre o mundo romano e o pré romano. Os Romanos optaram por adaptar a sua cidade ao castro da Idade do Ferro. Edificaram o fórum no topo do morro da Sé e espraiaram a cidade até à zona mais plana, a Oeste. A ara A ara romana dedicada aos deuses e deusas vissaieigenses, constitui um dos achados mais notáveis efetuados em Viseu nos últimos anos: as divindades pré-romanas aí registadas revelam o nome deste lugar na Idade do Ferro e na Época Romana e mostram a origem do nome da atual cidade de Viseu. marco miliário Os miliários eram colocados nas estradas romanas principais, milha a milha (1 milha = 1480 metros), indicando a distância do trajeto a percorrer. Tinham também gravado o nome do Imperador sob cujo mandato a estrada foi construída ou reparada. O número de milhas indicado corresponde à distância relativa ao núcleo urbano a partir do qual começava a contagem, facto que acontecia com a cidade de Viseu, atestando a sua importância como capital de um território (civitas). Decumanus Maximus. Este eixo viário, de sentido nascente/poente, atravessava a cidade, cruzando-se com o Cardo no centro, servindo também assim de principal eixo estruturador da malha urbana. Cardo Maximus. Principal eixo viário da cidade de Vissaium/Veseum, de sentido sul/ norte, corresponde hoje em grande medida à Rua Direita. Fórum. Centro político- -administrativo, religioso e comercial, o fórum concentrava as principais atividades públicas da cidade. Terra sigillata Estes fragmentos cerâmicos, datados dos finais do séc. I / inícios do ii d. C, encontrados em Viseu, vêm demonstrar o gosto por este tipo de cerâmica fina, importada talvez do vale do Ebro, em atual território espanhol.
6 10 SÉCulo IV 11 Tempos de mudança Muralha. Edificada por volta do ano de 350, apresenta 4m de largura e teria 9m de altura, possuindo uma série de torreões semicirculares maciços adossados. As moedas Moedas romanas encontradas nas escavações efetuadas na Praça D. Duarte na década de 80 do século passado, sob o edifício episcopal conhecido como "basílica". Este solidus em ouro de Honório (± 400) e o nummus de Magnêncio, em bonze, ( ) atestam a importância deste local nesta época. Durante o séc. iii, o Império viveu uma etapa de instabilidade política e económica que afetou toda a vida hispano -romana. No século seguinte, o imperador hispânico Teodósio trouxe um novo ciclo de recuperação e bonança económica que assentou essencialmente no desenvolvimento da vida rural que marcou profundamente os sécs. iv e v. É também Teodósio que no ano de 380 declara o Cristianismo como religião oficial do Império, forte instrumento político que viria a ter amplas consequências e que trouxe novos ares às cidades. Contudo, a aproximação das hordas bárbaras, tornou imperativa a construção de possantes muralhas que condicionaram a própria dinâmica das urbes. É neste contexto que, por nos finais do séc. iv, é edificada a muralha tardo -romana de Viseu que possuía cerca de 9m de altura, 4m de largura e maciços torreões semicirculares. Foi junto a um desses torreões que foram identificadas alguma sepulturas de crianças entre os 2 e os 7 anos algumas.
7 12 Século VI 13 A pomba derruba a águia A queda do Império Romano e as invasões dos povos provenientes do centro da Europa, ditaram uma transformação nas estruturas sócio -políticas e religiosas da cidade de Viseu. Neste sentido, a colina da Sé, outrora o epicentro da cidade romana de Veseum, começou a ganhar uma nova fisionomia. Com efeito, a rede diocesana portuguesa começou a estruturar -se no território e com ela nasce a diocese de Viseu, referenciada, em 572, no II Concílio de Braga, liderada pelo Bispo Remissol. Com efeito, as intervenções arqueológicas realizadas na Praça D. Duarte permitiram descobrir um edifício do séc. v/ vi provavelmente de carácter episcopal. Nele podemos verificar uma abside e dois absídiolos, que possuíam à sua frente numa posição central uma estrutura cruciforme cuja funcionalidade permanece uma incógnita. Toda a estrutura do imóvel foi construída aproveitando materiais romanos, nomeadamente, bases de coluna, pilastras e pedras almofadadas, enquanto o pavimento era em opus signinum. Para atestar a importância do espaço, as paredes da abside e dos absídiolos estavam cobertos de frescos de tonalidades amarela, preta, azul e ocre. moeda de ouro Moeda de ouro cunhada em no tempo do rei visigodo Recaredo encontrada nas imediações de Viseu. A moeda de ouro visigoda servia de entesouramento e não circularia. A cerâmica Peça de cerâmica cinzenta decorada datada entre os séculos v/vi recuperada nas escavações realizadas junto da Sé na década de 80. São um tipo de cerâmicas raras e que normalmente aparecem em contextos de elites. Edifício episcopal. Composto por três absides, assenta sobre estruturas de época romana. O piso era argamassado e as paredes apresentavam vestígios de pintura.
8 14 Séculos IX X Entre reinos 15 A cava de viriato A Cava de Viriato é um monumento com 32 ha de área, composto por oito taludes de 4m de altura circundados por um fosso com cerca de 16m de largura e 4m de profundidade, primitivamente repleto de água. Cava de Viriato Centro de Viseu Cava de Viriato: Este monumento é um dos maiores mistérios da arqueologia portuguesa. Desde acampamento romano, a estrutura militar árabe, a cava tem sido alvo de diversas interpretações. Contudo, a teoria mais recente sugere que o monumento foi construído durante a ocupação cristã do século ix-x, podendo corresponder a um projeto falhado de uma cidade áulica. A cidade de Viseu teve especial protagonismo durante os séculos ix e x, momento em que as cortes dos reis católicos escolheram a cidade como capital do seu reino. Foi igualmente neste período que Almansor escolheu Viseu para, com o seu exército, planear e perpetrar os ataques às cidades de Leão, Astorga e Santiago de Compostela. Neste momento, a cidade deve ter conhecido a construção de dois monumentos simbólicos: o alcácer, no topo do morro da Sé e a Cava de Viriato. A Cava de Viriato é a maior construção em terra da Península Ibérica formando um perfeito octógono, tendo sido igualmente usada como Passeio Público no séc. xix. Monumento a Viriato: A escultura de Viriato é um dos ícones da cidade de Viseu. Da autoria de Marianno Benlliure, o monumento foi inaugurado em 1940, no âmbito das comemorações do duplo centenário de , exaltado pelo Estado Novo.
9 16 Século XII 17 Alvores da nacionalidade Foral de Viseu. Em 1123, D. Teresa concedeu carta de foral a Viseu como recompensa pelo apoio das gentes da cidade às suas pretensões políticas. Torre de Menagem. A coroar o topo da colina da Sé, a torre de menagem do novo castelo da cidade de Viseu surge documentada pelo menos desde 1188 como um dos elementos mais importantes da defesa da cidade nos próximos séculos. Pormenor. Nos cantos da capa do manuscrito, encontram-se os 4 evangelistas, Mateus, João, Marcos e Lucas. Torre. Em 1109 esta torre fazia parte do Paço Condal reestruturado por D. Henrique e D. Teresa. Existe uma forte probabilidade de ter sido o berço de Afonso Henriques, o primeiro rei de Portugal. Evangeliário Provavelmente executado no mosteiro de Santa Cruz de Coimbra e datado entre o último quartel do séc. xii e os princípios do séc. xiii, o evangeliário de Viseu é um manuscrito em pergaminho, iluminado, composto pelas leituras do evangelho. A encadernação é em prata lavrada do séc. xv composta pelas figurações do calvário e por Cristo em Majestade. A Campanha das Beiras desencadeada pelo Rei Católico, Fernando, o Magno, levou à conquista definitiva da cidade de Viseu em Desde então, esta cidade nunca mais foi ocupada por muçulmanos. Coube, no entanto, aos condes portucalenses D. Henrique e D. Teresa, que aqui estabeleceram a sua corte entre 1109 e 1128, a tarefa de projetar a futura cidade medieval através da construção do castelo, do palácio e da catedral. Na sua generalidade, o urbanismo medieval desenvolveu- se em torno da catedral estendendo -se para lá da rua Direita, em pequenas casas de um ou dois pisos.
10 18 Século XIII 19 O despertar da Sé A Catedral. Durante o século xiii, a catedral de Viseu começou a definir o seu perfil arquitectónico na colina da Sé. Rodeada pelas muralhas do castelo, viu -se confinada a um espaço reduzido impedindo, desta forma, qualquer projeto de grande dimensão para a nova catedral gótica. Marcas de canteiro. Como resultado da edificação da catedral, encontram-se inúmeras siglas nas pedras que identificam os mestres canteiros. Capitel gótico da Sé Enquadrado na remodelação gótica da catedral, data do séc. xiii e apresenta traços singelos e toscos, imitando flor de lis. O século xiii correspondeu a um novo período de reformulação na colina da Sé. À catedral românica, ou do que restava dela, sucedeu uma nova campanha de obras tendo em vista a edificação de uma nova catedral de feição gótica. Para tal, foi necessário remodelar o antigo alcácer e proceder à demolição de algumas das habitações contíguas à fortificação viseense. Com efeito, o bispo D. Egas decide reconstruir parte do alçado sul e melhorar o acesso ao templo através da abertura de uma porta para o adro da Sé. O projeto do prelado viseense contemplou a edificação da catedral de estilo gótico ladeada pelo claustro dos cónegos, a sul, e por um pátio ou claustro do bispo, na vertente norte. A construção do novo templo decorreu até ao século xiv, um período especialmente difícil para a cidade de Viseu. Hoje em dia, conseguimos identificar alguns desses vestígios nomeadamente, o Portal dos Cónegos, o corpo da catedral com as suas imponentes colunas com os elegantes capitéis e a torre sul da fachada da catedral. Ameias. Parapeito saliente que coroa a muralha. Arqueta-relicário da Sé de Viseu Este cofre, de influência da região francesa de Limoges, servia para conservar as relíquias que eram expostas aos fiéis em tempos especiais do calendário litúrgico. Rua Direita. Era conhecida na Idade Média pela Rua das Tendas, pois era o principal eixo comercial da cidade.
11 20 Século XIV 21 O ano zero Fachada gótica. Reconstituição hipotética da fachada com base na descrição de Botelho Pereira, cronista viseense do séc. xvii. Torre de Menagem. Doada à catedral e convertida em aljube ou prisão eclesiástica. Necrópole. Constituída por pelo menos 42 sepulturas simples, com estelas nos topos e 3 ossários, voltadas a poente, revelaram enterramentos de pessoas desfavorecidas. Portal dos cónegos Da segunda metade do século xiii e de inspiração gótica, faz a ligação entre o Claustro dos Cónegos e o corpo da catedral. No topo encontra-se a imagem da Virgem com o Menino, de tradição românica. O claustro gótico marca uma nova era na construção do templo. As grandes reformas iniciadas pelo Bispo D. Egas no final do século xiii tendo em vista a construção da nova catedral de gosto gótico, contemplavam a construção do novo claustro que atraiu mestres pedreiros e canteiros de outros quadrantes do reino para dar corpo e forma às arcarias ogivais que o formavam. O século xiv revelar -se -ia determinante para a história de Viseu. A cidade encontrava -se no meio de uma disputa peninsular pela coroa portuguesa que colocou à prova a resistência das suas gentes e das suas estruturas militares. As três incursões militares provenientes de Castela, no último quartel do século xiv, disseminaram o caos através dos saques e incêndios que levaram a uma quase total destruição do espaço urbano. O peso da responsabilidade pela defesa da cidade recaiu no castelo e no alcácer que acolheu a população em tempo de guerra. A fidelidade do povo de Viseu à causa de Avis, granjeou benefícios para a cidade, nomeadamente através da concessão da carta de Feira, que deu origem à Feira de S. Mateus.
12 22 Século XV 23 A Fénix renascida Virgem com o Menino Imagem da Virgem com o Menino na Porta dos Cavaleiros, um dos ícones mais reproduzidos no imaginário medieval até ao século xv. Muralha afonsina Ao contrário da maioria das cidades medievais portuguesas, Viseu não possuía uma cintura de muralha que defendesse a sua urbe. A defesa da cidade recaía, principalmente, na colina da Sé, onde estava a catedral e o castelo. Foi, no entanto, no reinado de D. João I que a muralha da cidade começou a ser construída, um processo que se estendeu até ao reinado de D. Afonso V. Das sete portas que a compunham, restam somente duas: a Porta dos Cavaleiros e a Porta do Soar. A Feira Neste século as feiras foram determinantes para a recuperação económica da cidade. Entre elas destaca-se a Feira de S. Mateus, que originariamente se realizou na Cava de Viriato, e que se efetuou, também, nas imediações da catedral. Após um período tão conturbado como foi o século anterior, adivinhava -se o intenso labor necessário para a reconstrução da cidade. O tónico foi dado pelo mestre de Avis, D. João I, com a concessão da feira e a autorização da construção da tão desejada muralha. A partir de então, a cidade de Viseu reconstruiu -se no interior da nova cerca, que com as suas sete portas, garantiu a defesa da cidade num momento em que os ecos da guerra voltaram a percorrer as ruas da urbe. A Rua das Tendas passa a designar -se de Rua Direita e nela desenvolver -se -ia toda a dinâmica comercial importante para a revitalização económica da cidade de Viseu. Túmulo de D. João Vicente Bispo de Viseu entre 1444 e 1463 foi o único a reclamar para si uma capela fúnebre na catedral. O túmulo foi transferido da capela para o claustro nos meados do século xx.
13 24 Século XIX A cidade a preto 25 e branco Romantismo O século xix representou um momento de expane Modernidade são urbana da cidade de Viseu. A Rua Formosa e a Rua do Comércio, juntamente com Na ressaca das invasões francesas, a cidade do século xix ganhou o Mercado 2 de Maio, marcaram uma nova uma nova expressividade. O centro da cidade deslocalizou -se etapa no urbanismo da Praça D. Duarte para o atual Rossio que se converteu no novo viseense. A vias, rectilíneas e espaçosas, polo político e administrativo. Ao urbanismo de tradição medieval, contrapõe -se a linearidade imposta pelas Ruas do Comércio vertiginosas do centro contrastam com as ruas e Formosa que introduzem, em simultâneo, novas tendências histórico anunciando um novo período para artísticas alicerçadas no Romantismo. Por outro lado, a colina a cidade que, a partir da Sé reorganizava -se em torno do seu adro. O Paço dos Três de agora, volta as suas atenções para a periferia, Escalões, enquanto não foi ocupado pelo futuro Museu de Grão dando início à reorganização do parque Vasco, acolheu no seu seio algumas das mais importantes instituições públicas da cidade, como a biblioteca, o governo civil habitacional com novas tendências artísticas e a esquadra de polícia. A compor o Adro da Sé, eleva -se diante e arquitectónicas. da catedral a imponente Igreja da Misericórdia, um dos expoentes do estilo barroco final da cidade. Cruzeiro da Sé. Edificado em 1760 pelo bispo de Viseu, D. Júlio Francisco de Oliveira, como se pode ver pelas armas esculpidas no plinto. Durante as campanhas de restauro do século xx, o cruzeiro foi recolocado no coração do Adro da Sé. Paço dos Três Escalões Edificado no séc. xvi por D. Nuno de Noronha, foi, durante as invasões francesas, sede de aquartelamento militar e hospital. No séc. xix foi tribunal da cidade, governo civil, biblioteca, Banco de Portugal e esquadra de polícia. A partir de 1916, passa a acolher as instalações do Museu de Grão Vasco. Igreja da Misericórdia. Templo fundado no séc. xvi e totalmente reformulada em 1775 por António da Costa Faro que se inspirou nos modelos palacianos da época. Bairro desmantelado. O casario apenso à igreja da Misericórdia foi demolido para dar lugar a um jardim e, assim, imprimir ao espaço maior abertura e luminosidade. Muralha afonsina. Persistem na cidade vários troços da muralha edificada no séc. xv, denominada por Muralha Afonsina. Casa da Guarda Nacional Republicana. A Guarda Nacional foi instituída em Viseu em 1836 ocupando-se da principal praça da cidade.
14 26 Século xx 27 Uma nova era O século xx foi um século de transformações e inovações. A cidade teve a astúcia e a tenacidade para se adaptar e contornar todas as adversidades impostas pela História. A colina da Sé volta a ser protagonista num momento em que a Direcção Geral do Edifícios e Monumentos Nacionais pretende proceder ao restauro da catedral tendo em vista a exaltação dos valores do Estado Novo. Como tal, o Adro da Sé foi reordenado com a recolocação do cruzeiro e a demolição de algumas casas anexas à Igreja da Misericórdia. Nas traseiras da Sé, o atual largo de S. Teotónio também foi alvo de reordenamento urbanístico através da remoção da escadaria de acesso ao templo a partir daquele largo. Este foi um século de expansão, em que surgiram novos bairros, novas construções, novas tendências arquitectónicas que marcaram a sua integração no tempo em que vivemos. "Prédio da Caixa" Projetado pelo arquiteto Luís Amoroso Lopes em 1969, este edifício fazia parte de um quarteirão que nunca chegou a ser construído. Painel de azulejos do Rossio Realizado pelo mestre Joaquim Lopes e inaugurado em 13 de Dezembro de 1931, este ícone de Viseu é uma alegoria ao mundo rural e às suas gentes que chegavam à cidade para vender os produtos do campo, aproximando a urbe das tradições rurais. Fonte das 3 Bicas. Singular monumento do séc. xviii, revela uma especial preocupação com o abastecimento de água à acrópole da cidade. A fonte foi colocada junto à Igreja da Misericórdia apenas nos inícios do séc. xx. Estátua D. Duarte. No local onde primitivamente estaria o pelourinho e, nos finais do séc. xix, um busto de Luís de Camões da autoria de Almeida e Silva, encontra-se hoje a estátua de D. Duarte de Álvaro de Brée, inaugurada em 1955.
15 CRONOLOGIA O fio da história 0 a.c. Idade do Ferro Pág. 2/3 Séculos V IV III 180 a.c. d.c. d.c Época Romana Pág. 4 à 9 Idade Média - Ocupação Visigoda Idade Média - Ocupação Mulçumana pág. 10/11 II I I II III IV V VI VII VIII IX X 61 a.c / Segundo os vestígios arqueológicos, a origem de Viseu parece remontar ao séc. V a. C. Generaliza-se o uso da roda de oleiro e a decoração por estampilhagem. Jóias de Viseu As jóias de Viseu que Fernando II de Portugal juntou na sua coleção de arte, fazem hoje parte da coleção do Museu Nacional de Arqueologia. Tratam-se de duas peças em ouro, uma lúnula e um torques, decoradas com motivos que apontam os novos gostos de tradição centro-europeia bem conhecidos na decoração da cerâmica castreja da II Idade do Ferro. Investida de Júlio César contra os Lusitanos e o Mons Herminius (Serra da Estrela). Imperador Augusto 1.º imperador de Roma Viriato Quando falamos de Viriato, a história e a lenda confundem-se. A história fala de um guerreiro lusitano que combateu os romanos, enquanto a lenda fala de um guerreiro que na cidade de Viseu construiu a Cava. Na verdade, Viriato foi um dos mais importantes opositores da cultura e sociedade romana na Lusitânia. Contudo, mesmo que a sua presença em Viseu seja improvável, não deixa de ser a figura emblemática desta cidade. Moeda (sestertius) de Cláudio I encontrado nas escavações arqueológicas da Praça D. Duarte. Marco miliário, encontrado junto à Porta dos Cavaleiros que marca a milha I, mandado fazer pelo imperador Adriano. Nos primeiros anos da era Albinus, dedicou às deusas e deuses vissaieigenses um altar como forma de agradecimento. Moeda (nummus) de Magnêncio, cunhada em Roma, encontrada na Praça D. Duarte. Construção da muralha romana com torreões adossados que rodeava Veseum. Moeda em ouro (solidus) de Honório, cunhada em Milão (Mediolanum) achada na Praça D. Duarte. Primeira menção escrita à diocese de Viseu. Bispado de Remissol. Moeda em ouro cunhada no tempo do rei visigodo Racaredo encontrada nas imediações de Viseu. Conquista muçulmana e fim do Reino Visigodo. Tesouro de 286 dírahmes em prata, encontrado em 1989, nos arredores de Viseu. Datado entre 770 e 870/871 é o único documento numismático do país do período de Afonso III de Leão, o Grande, e de Muhammad I do Andalus, traduzindo uma ocultação em plena guerra de um tesouro, talvez amealhado numa fuga do seu detentor. Este achado, tem que, no entanto, ser visto com algumas reservas, pois a sua proveniência carece de validação. Conquista de Viseu por Afonso III das Astúrias. Ramiro I ataca a cidade de Viseu. Abd al-rahman II enviou al-abbas b. Abd Allah al-kurashi a Viseu para controlar as terras de fronteira X XI XII B C Afonso Henriques D. Miguel da Silva Francisco Almeida Moreira Tudo indica que o primeiro rei de Portugal A sua formação universitária, transformou-o num dos homens O seu legado na cultura viseense estende-se desde a tenha nascido em Viseu, no ano de mais cultos do reino, sendo destacado por D. Manuel I para a fundação e organização do Museu Nacional de Grão Vasco Porém, a sua juventude foi passada no Norte corte papal. Em 1526, foi eleito bispo de Viseu tendo protagonizado ao culto da arte e do colecionismo, da reforma da Feira de do país, onde desenvolveu as primeiras um profundo rejuvenescimento cultural. A sua tomada São Mateus à valorização patrimonial da cidade. Foi igualmente campanhas militares fundamentais para de posição religiosa contrária a D. João III em matérias pioneiro na divulgação da imagem da cidade ao a constituição da nação portuguesa. como a inquisição ditou a sua fuga para Roma, em realizar, em 1930, o primeiro filme promocional de Viseu. d.c Idade Média - Reconquista cristã, pág. 12 à ? A 1542 Idade Moderna Pág. 18 à 19 Época Contemporânea Pág. 20/ B C 1939 XIII XIV XV XVI XVII XVIII XIX XX XXI Séculos Ramiro II instala a sua corte em Viseu. Este é o século da construção da "Cava de Viriato", ícone da cidade de Viseu. Conquista definitiva de Viseu aos mouros por Fernando, o Magno. Concessão do condado portucalense aos condes D. Henrique e D. Teresa. Almançor (O Vitorioso) Natural de Algeciras, foi um dos maiores generais muçulmanos, travando batalhas por quase toda a Península Ibérica. Em Viseu, Almansor preparou as campanhas militares contra Leão (988), Astorga (995) e Santiago de Compostela (997). 1º foral de Viseu, concedido por D. Teresa. Renovação arquitetónica da Sé. D. João I atribui carta de concessão para a realização da Feira de S. Mateus. Início da construção da "Muralha Afonsina". D. Duarte O Eloquente Destacou-se pelo desenvolvimento das políticas expansionistas na costa africana e pela vertente cultural e artística, tendo redigido algumas das principais obras literárias medievais portuguesas como O Leal Conselheiro e o Livro da Ensinansa de Bem Cavalgar a Toda a Sela. Infante D. Henrique é nomeado o 1º Duque de Viseu. Vasco Fernandes pinta o Retábulo de S. Pedro para a Sé de Viseu. Derrocada da fachada da catedral. Conclusão da nova fachada da catedral de autoria de Juan Moreno. Um violento incêndio na Praça D. Duarte destruiu os antigos Paços do Concelho, Tribunal e Cadeia. A Vasco Fernandes, o Grão-Vasco Sendo um dos mais importantes pintores do séc. XVI, pouco se sabe sobre a sua vida até à sua chegada a Viseu em Até à sua morte, o mestre da pintura portuguesa deixou um legado que vai desde de Lamego a Coimbra, sendo o quadro de S. Pedro, patente no Museu Nacional de Grão Vasco, a sua principal obra. Colocação da primeira pedra do novo edifício da Câmara Municipal. Colocação de painel de azulejos no Rossio, de autoria de Joaquim Lopes, um dos expoentes do Modernismo português. Representando uma alegoria às gentes da beira e às suas tradições, é hoje uma das imagens de marca da cidade de Viseu. Pré-inauguração da linha de ferro denominada de "Linha do Dão" que fazia a ligação entre a Linha da Beira Alta e Viseu. Atualmente desativada, foi transformada como Ecopista do Dão, a mais extensa do país.
16 Ficha técnica Título: Viseu: O fio da História; Edição: Câmara Municipal de Viseu / Núcleo de Imagem e Comunicação; Conceito e coordenação: Eon, Indústrias Criativas, Lda.; Grafismo e Ilustrações: Anyforms Design; Textos: Carlos Alves, Catarina Tente, Pedro Sobral de Carvalho. Consultoria científica: Armando Coelho Ferreira da Silva, Catarina Tente, Pedro Carvalho, Raquel Vilaça; 2017 Créditos fotográficos: Catarina Tente: Fragmento cerâmico, pág. 13. João Pedro Pinto: Moeda de Honório, pág. 10; Muralha Romana de Viseu, (cronologia); Moeda Sestertius de Cláudio I (cronologia); Moeda Nummus de Magnêncio (cronologia); Moeda de Honório (cronologia). José Alfredo: Ara Romana, pág. 8; Marco Miliário, pág. 9; Terra Sigillata, pág. 9; Moeda de Recaredo, pág. 13; Evangeliário da Sé de Viseu, pág. 16; Capitel Gótico, pág. 18; Arqueta-relicário da Sé de Viseu, pág. 19; Portal dos Cónegos, pág. 20; Virgem com o Menino, pág. 22; Túmulo de D. João Vicente, pág. 23; Prédio das Caixas, pág. 27; Painel de Azulejos, pág. 27. José Paulo Ruas: Dírhames do Emirado Ândalus. José Pessoa: Lúnula em ouro, (DGPC/ADF) pág. 7. Luísa Oliveira: Torques em ouro, (DGPC/ADF) pág O fio da História Português
O FIO DA HISTÓRIA Ficha técnica
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