A SAÚDE E AS DROGAS NO SISTEMA PRISIONAL
|
|
|
- Luzia Schmidt Paixão
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria de Estado de Administração Penitenciária Superintendência de Saúde SEAP A SAÚDE E AS DROGAS NO SISTEMA PRISIONAL Edison José Biondi Superintendente de Saúde SEAP Membro do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária
2 Lei de Execução Penal Art. 10 A assistência ao preso e ao internado é dever do Estado, objetivando prevenir o crime e orientar o retorno à convivência em sociedade. Art. 14 A assistência à saúde do preso e do internado, de caráter preventivo e curativo, compreenderá o atendimento médico, farmacêutico e odontológico.
3 Fatores que favorecem a alta incidência de problemas de saúde entre os presos: O estresse de seu encarceramento, Condições insalubres, Celas superlotadas com presos em contato físico contínuo, Violência. A violência nos presídios muitas vezes resulta em mortes ou ferimentos por faca ou arma de fogo requerendo tratamento médico emergencial.
4 Agravos à saúde mais comuns entre a população carcerária Doenças sexualmente transmissíveis HIV/AIDS Tuberculose Dermatites Pediculose e escabiose Doenças crônicas Uso de drogas
5 Estrutura Para realizar as ações de saúde e implementar seus programas e projetos, a Superintendência de Saúde conta com: 01 (uma) Coordenação de Saúde; 11 (onze) divisões técnicas; 26 (vinte e seis) ambulatórios para internos; 02 (dois) para funcionários; 07 (sete) hospitais; 01 Centro de Tratamento para Dependentes Químicos que atenderá ao programa Justiça Terapêutica do Ministério Público Estadual (em construção).
6 USO DE DROGAS NO SISTEMA PENITENCIÁRIO DO RIO DE JANEIRO
7 Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Realizado pela Superintendência de Saúde SEAP RJ Dados da Pesquisa Pacientes de Unidades Prisionais Masculinas: Pacientes de Unidades Prisionais Femininas: 513 Pacientes Psiquiátricos: 323 Pacientes HIV positivos: 106 período estudado (março o a novembro de 1998)
8 História de Uso de Drogas na Vida entre os internos do Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 100% 80% 60% 40% 20% 80% 20% 61% 39% 56% 44% 88% 12% Usuários Não Usuários 0% Homens Mulheres Psiquiátricos HIV+ Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
9 Uso Problemático de Drogas entre os internos do Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 100% 80% 60% 56% 68% 76% 66% 40% 20% 0% Homens Mulheres Psiquiátricos HIV + Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
10 Importância proporcional das drogas entre os usuários entrevistados no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro HOMENS MULHERES SUBSTÂNCIAS Antes Depois Antes Depois n % n % n % n % Álcool , , ,0 22 7,0 Maconha , , , ,7 Cocaína , , , ,6 Tranqüilizantes 97 10, , , ,3 Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
11 Relação entre a prática do delito e o uso de drogas Delito sob o efeito de drogas 15% dos homens 10% das mulheres Delito para obter a droga 15% dos homens 13% das mulheres Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
12 Conhecimento quanto aos problemas decorrentes do uso de drogas Mais de 80% dos usuários informaram ter conhecimento sobre os problemas de saúde decorrentes do uso de drogas. Não basta a informação. É indispensável a ajuda terapêutica. Tentativas para interromper o uso de drogas Entre os usuários problemáticos mais de 80% já haviam tentado parar de usar drogas. Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
13 Relação entre o tempo de permanência e uso de cocaína na prisão A cada ano de permanência na prisão, aumenta em 13% a chance de uso de cocaína. Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
14 PERFIL BIOPSICOSOCIAL DOS APENADOS QUE INGRESSAM NO SISTEMA PENITENCIÁRIO DO RIO DE JANEIRO
15 Estudo do Perfil Biopsicossocial dos Apenados que Ingressaram no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 2003 Realizado pela Superintendência de Saúde SEAP RJ Dados da Pesquisa Número de Homens: Número de mulheres: 138 Correspondentes a 100% do ingresso no período estudado período estudado (agosto de 2002 a março o de 2003)
16 Distribuição por faixa etária dos apenados que ingressaram no Sistema Penitenciário do Rio de janeiro entre agosto de 2002 a março de 2003 segundo o sexo Faixa Etária anos anos anos anos 41 em diante Total Masculino (1624) 18,4% 29,2% 25,0% 19,2% 8,0% Feminino (138) 23,2% 16,6% 18,0% 23,2% 19,0%
17 Quanto ao Uso de Álcool e Outras Drogas AOD Uso de drogas pelos internos(as): 100% Masculino (1034) 85% 80% Feminino (65) 72% 60% 46% 53% 40% 27% 23% 31% 20% 0% 3% Álcool Cocaína Maconha Tabaco Antes de serem presos, 64% dos homens e 47% das mulheres informou que fez uso de AOD.
18 Distribuição proporcional de internos(as) que querem ajuda para parar de usar AOD Dos homens presos usuários, cerca de 43% encarava a droga como uma forma de integração ao grupo e 18% afirma que usava por prazer. Dentre eles, 84% já tentou parar e cerca de 54% disse ter conseguido. Entre as mulheres usuárias a maioria (71%) começou a usar drogas entre 10 e 18 anos, em grupos e também como forma de integração. Delas 85% já tentou parar e 61% conseguiu, segundo relataram. 100% 80% 60% 40% 20% 0% 45% 52% Querem ajuda para parar de usar AOD Masculino Feminino
19 Uso de álcool e outras drogas na vida antes da prisão segundo artigo de condenação entre o total de presos entrevistados HOMENS MULHERES n % n % Tráfico , ,1 Roubo , ,4 Homicídio , ,9 Outros , ,8 Total , ,0 Obs.: 166 homens e 96 mulheres não referiram uso de AOD na vida antes de serem presos Estudo da Relação das DST/AIDS e Drogas no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 1998 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
20 Distribuição das práticas delituosas, segundo os artigos do Código C Penal, pelos quais foram condenados Artigo 10 Porte de arma Artigo 12,14 e 18 Tráfico de drogas Artigo 121 Homicídio Artigo 155 Furto Artigo 157 Roubo Artigo 159 Extorsão mediante seqüestro Artigo 171 Estelionato Artigo 180 Receptação Artigo 213 Estupro Artigo 214 Atentado Violento ao pudor Outros Total Masculino (1624) 3,0% 37,0% 5,0% 4,0% 44,0% 1,0% 1,0% 2,0% 1,0% 1,0% Estudo do Perfil Biopsicossocial dos Apenados que Ingressaram no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 2003 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ Feminino (138) 60,0% 13,0% 23,0% 1,0% 1,0% 1,0% 1,0% Obs.: Apenas 5 internos cumpriam pena em regime fechado por uso de drogas (<1%).
21 Distribuição dos motivos de condenação segundo as faixas etárias dos internos(as) Masculino (1619) Faixa Etária Condenação e mais Total Tráfico de Drogas 29,4% 32,1% 18,7% 12,5% 7,2% Homicídios 18,2% 31,2% 31,2% 19,5% Roubo Demais Furto Condenação Tráfico de Drogas Homicídios Roubo Demais 15,9% 4,0% ,9% 25,0% 31,7% 17,5% ,7% 25,0% 11,1% 29,1% 26,9% ,7% 28,1% 16,7% Faixa Etária ,3% 12,5% 44,4% 80,0% 18,0% 35,4% 5,3% 16,1% 61% dos condenados no tráfico têm entre 18 e 25 anos de idade Feminino (138) 41 e mais 20,5% 9,4% 27,8% 20,0% 61% das condenadas por roubo têm entre 22 e 30 anos de idade Estudo do Perfil Biopsicossocial dos Apenados que Ingressaram no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 2003 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ Total
22 Motivo das condenações anteriores Entre os reincidentes condenados atualmente no tráfico, 30% haviam sido condenados por roubo na condenação anterior. Estudo do Perfil Biopsicossocial dos Apenados que Ingressaram no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 2003 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
23 Distribuição da renda familiar antes de ser preso por artigo de maior condenação Masculino (1345) Artigos até 1 sal +1 até 3 sal Renda antes de ser preso +3 até 5 sal +5 até 10 sal + 10 sal Total Tráfico de Drogas (Art. 12, 14 e 18) 15,6% 50,5% 21,4% 7,9% 4,6% Homicídios (Art. 121) 13,7% 46,6% 19,2% 15,1% 5,5% Roubo (Art. 157) 13,2% 44,6% 24,1% 13,4% 4,7% Demais 13,8% 39,4% 21,3% 13,8% 11,7% 66% dos condenados por tráfico de drogas tinham renda familiar menor que 3 salários mínimos. Estudo do Perfil Biopsicossocial dos Apenados que Ingressaram no Sistema Penitenciário do Rio de Janeiro 2003 Fonte: Superintendência de Saúde SEAP / RJ
24 Materiais Informativos Vídeos Cartilha s Infocards Folders
25 Superintendência de Saúde SEAP e mail : [email protected] Site: : Edison José Biondi Superintendente de Saúde SEAP
Prof. (a) Naiama Cabral
Prof. (a) Naiama Cabral DIREITOS HUMANOS @naiamacabral @monster.concursos Olá pessoal me chamo Naiama Cabral, Sou advogada e professora no Monster Concursos, e há algum tempo tenho ajudado diversos alunos
SISTEMA PENITENCIÁRIO
Avante Instituto Brasil SISTEMA PENITENCIÁRIO Natália Macedo Sanzovo Coordenadora e Pesquisadora do Instituto Avante Brasil Data: 31/12/2013 Evolução da População Carcerária (1990-2012*) 2 Evolução da
Direito Penal. Lei dos Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) Professor Joerberth Nunes.
Direito Penal Lei dos Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) Professor Joerberth Nunes www.acasadoconcurseiro.com.br Direito Penal LEI Nº 8.072, DE 25 DE JULHO DE 1990 Dispõe sobre os crimes hediondos, nos termos
Revista de Criminologia e Ciências Penitenciárias Conselho Penitenciário do Estado - COPEN ANO 2 nº 03 Setembro/2012
C A R A C T E R Í S T I C A S D A P O P U L A Ç Ã O C A R C E R Á R I A A T E N D I D A N O S E R V I Ç O D E U R G Ê N C I A P S I Q U I Á T R I C A D O C E N T R O D E A T E N Ç Ã O I N T E G R A D A
LEGISLAÇÃO ESPECIAL: DE DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL
LEGISLAÇÃO ESPECIAL: DE DIREITO PENAL E PROCESSUAL PENAL 143 QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS FUNDAMENTADAS Edição junho 2017 TODOS OS DIREITOS RESERVADOS. É vedada a reprodução total ou parcial deste material,
CRIMES HEDIONDOS. Conceito. Sistema Legal (art. 5º, inc. XLIII, CF) Sistema Judicial Sistema Misto
Conceito Sistema Legal (art. 5º, inc. XLIII, CF) Sistema Judicial Sistema Misto Sistema legal temperado? Habeas Corpus (HC) 118533 tráfico privilegiado; Crimes militares Art. 5º, XLIII - a lei considerará
PORTAL DE TRANSPARÊNCIA CARCERÁRIA
PORTAL DE TRANSPARÊNCIA CARCERÁRIA Atendendo-se os Princípios Constitucionais que regem a Administração Pública no Brasil, as diretrizes de Transparência em Gestão Pública contempladas na Lei n.º 12.527,
Penitenciárias Federais, APAC S e PPP
Penitenciárias Federais, APAC S e PPP O que são Penitenciárias? São estabelecimentos penais destinado ao recolhimento de pessoas presas com condenação a pena privada de liberdade em regime fechado. Há
Pós Penal e Processo Penal. Legale
Pós Penal e Processo Penal Legale PRISÃO PROVISÓRIA A prisão provisória, também chamada de prisão processual ou prisão cautelar se destaca no processo penal brasileiro por ser uma forma de isolar o agente
20. Número de agentes condenados por atos indicados no número anterior nos últimos cinco anos. 21. Há lugares de reclusão separados para presos LGBT?
5. Não obstante isso, e em atenção à complexidade dos quatro assuntos, a Corte considera conveniente uma prévia contextualização geral dos fatos, como uma perspectiva ampla que permita uma melhor e mais
Prof. Marcelo Lebre. Crimes Hediondos. Noções Gerais sobre a Lei nº 8.071/1990
Prof. Marcelo Lebre Crimes Hediondos Noções Gerais sobre a Lei nº 8.071/1990 1. INTRODUÇÃO 1.1. Previsão Constitucional art. 5º, inciso XLIII CF/1988 - A lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen
Habitantes Habitantes no estado 2585000 2482500 506750 na Polícia Polícia 3444 132 3576 1 100% 0 0% 1 100% Presos Provisórios 1900 90 199 População (1) Sistema Penitenciário Presos Condenados Regime Fechado
Lei de Execução Penal (LEP) AULA 01
Lei de Execução Penal (LEP) AULA 01 Do Objeto e da Aplicação da Lei de Execução Penal Monster Guerreiros, a execução penal é um procedimento destinado à efetiva aplicação da pena ou da medida de segurança
EXERCÍCIOS. I - anistia, graça e indulto; II - fiança.
Legislação Especial Wallace França EXERCÍCIOS Lei dos Crimes hediondos Art. 1 o São considerados hediondos os seguintes crimes, todos tipificados no Decreto-Lei n o 2.848, de 7 de dezembro de 1940 - Código
Audiência de custódia: mecanismo de garantia de direitos ou reforço de estruturas sociais desiguais?
Audiência de custódia: mecanismo de garantia de direitos ou reforço de estruturas sociais desiguais? Lívia Bastos Lages Orientação: Ludmila Mendonça Lopes Ribeiro As audiências de custódia, que começaram
PÓS GRADUAÇÃO PENAL E PROCESSO PENAL Legislação e Prática. Professor: Rodrigo J. Capobianco
PÓS GRADUAÇÃO PENAL E PROCESSO PENAL Legislação e Prática Professor: Rodrigo J. Capobianco LEGISLAÇÃO ESPECIAL LEI DOS CRIMES HEDIONDOS Lei 8072/90 Trata dos crimes hediondos e dos assemelhados (equiparados)
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen
Quantidade de Habitantes Habitantes no estado 100528367 77129876 177658243 24 88% 3 12% 27 100% Total 177658243 / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / / /
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen
Quantidade de Habitantes Habitantes no estado - - - - - - - - - Quantidade de Presos na Polícia Polícia - - - - - - - - - Presos Provisórios 2802 67 2869 1 100% 0 0% 1 100% População (1) Regime Fechado
MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DEPARTAMENTO PENITENCIÁRIO NACIONAL Sistema Integrado de Informações Penitenciárias InfoPen
Quantidade de Habitantes Habitantes no estado Quantidade de Presos na Polícia Polícia População (1) Capacidade de Ocupação (1) Estabelecimentos Penais (1) Quantidade de Presos/Internados Sistema Penitenciário
Ela consegue manipular um homem, de preferência, e convence-lo a praticar o crime para ela.
PSICOPATA MULHER POR QUÊ A PORCENTAGEM DE MULHERES PRESAS É MENOR? EXISTE MULHER PSICOPATA? Segundo o Departamento Penitenciário Nacional (Depen), ligado ao Ministério da Justiça, as mulheres representam
SUMÁRIO 1. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA) LEI 8.069/ Introdução 2. Direitos fundamentais 2.1 Direito à vida e à saúde 2.2 Direito à
SUMÁRIO 1. ESTATUTO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE (ECA) LEI 8.069/1990 2. Direitos fundamentais 2.1 Direito à vida e à saúde 2.2 Direito à liberdade, ao respeito e à dignidade 2.3 Direito à convivência familiar
PENAS ALTERNATIVAS. Discriminação Racial e as Penas Alternativas
PENAS ALTERNATIVAS Clyverson da Silva Souza (Bolsista CNPq¹). [email protected]; Profº Ms. Isael José Santana (Orientador²). [email protected] Discriminação Racial e as Penas Alternativas RESUMO
Perfil das Vítimas e Agressores das Ocorrências Registradas pelas Polícias Civis (Janeiro de 2004 a Dezembro de 2005)
Ministério da Justiça Perfil das Vítimas e Agressores das Ocorrências Registradas pelas Polícias Civis (Janeiro de 2004 a Dezembro de 2005) Agosto/2006 Secretaria Nacional de Segurança Pública Departamento
O funcionamento do sistema penal brasiliense diante da criminalidade feminina Edson Ferreira 1 e Cristina Zackseski 2
Boletim IBCCRIM nº. 209 - Abril / 2010 O funcionamento do sistema penal brasiliense diante da criminalidade feminina Edson Ferreira 1 e Cristina Zackseski 2 Neste artigo apresentaremos uma análise dos
ENCARCERAMENTO FEMININO
Policy Paper - Segurança e Cidadania ENCARCERAMENTO FEMININO Rio de Janeiro FGV DAPP 2018 Policy Paper Encarceramento Feminino 1 Mulheres e Prisão O crime de tráfico de drogas é, atualmente, o principal
FIANÇA E PROCEDIMENTO S NOVOS
ATUALIZAÇÕES E ENTENDIMENTOS SOBRE A. LEI 12.403/11 FIANÇA E PROCEDIMENTO S NOVOS Cley Celestino Batista Delegado de Polícia Cuiabá, 2011 I VACATIO LEGIS: Conforme preceitua a Lei 12.403/2011, suas normas
Lei de Execução Penal Lei 7.210/84. Prof. Gladson Miranda
Lei de Execução Penal Lei 7.210/84 Prof. Gladson Miranda Legendas: - Já cobrado de 01 a 04 vezes em provas; - Já cobrado de 05 a 09 vezes em provas; - Já cobrado em Concursos da Banca ou do Cargo; Aplicação
Política Nacional sobre drogas. Leon Garcia- Diretor de Articulação e Projetos
Política Nacional sobre drogas Leon Garcia- Diretor de Articulação e Projetos A arma mais importante que nós temos- os que temos uma perspectiva democrática para a vida social para tratar do tema das drogas
Escola de Formação Política Miguel Arraes
Escola de Formação Política Miguel Arraes Curso de Atualização e Capacitação Sobre Formulação e Gestão de Políticas Públicas Módulo III Políticas Públicas e Direitos Humanos Aula 7 Gestão em Segurança
1.1.4 Execução penal: conceito, pressuposto fundamental e natureza jurídica
SUMÁRIO 1. OBJETO E APLICAÇÃO DA LEI DE EXECUÇÃO PENAL 1.1 Direito de execução penal 1.1.1 Direito de Execução Penal e Direito Penitenciário 1.1.2 Autonomia do Direito de Execução Penal 1.1.3 Antecedentes
Elionaldo Fernandes Julião A RESSOCIALIZAÇÃO ATRAVÉS DO ESTUDO E DO TRABALHO NO SISTEMA PENITENCIÁRIO BRASILEIRO
UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO Instituto de Filosofia e Ciências Humanas Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais Elionaldo Fernandes Julião A RESSOCIALIZAÇÃO ATRAVÉS DO ESTUDO E DO TRABALHO
PENAS PRINCIPAIS E ACESSÓRIAS
DIREITO PENAL MILITAR Prof. Rogério PENAS PRINCIPAIS E ACESSÓRIAS PENAS PRINCIPAIS (art. 55) QUADRO ESQUEMÁTICO PENAS ACESSÓRIAS (art. 98) Morte Perda do posto e da patente Multa PENAS PREVISTAS CPM NÃO
Roberto Motta Segurança Pública. Esboço de projeto de lei (reforma da legislação penal) versão 2
Roberto Motta 2030 - Segurança Pública Esboço de projeto de lei (reforma da legislação penal) versão 2 Justificação Este projeto de lei tem por objetivo principal extinguir o regime semiaberto de execução
Educação no Sistema Prisional
Educação no Sistema Prisional Pacto Federativo Brasil, um sonho intenso, um raio vívido De amor e de esperança à terra desce, Se em teu formoso céu, risonho e límpido, A imagem do Cruzeiro resplandece.
PENAS PRINCIPAIS E ACESSÓRIAS
DIREITO PENAL MILITAR EAP - 2016 Prof. Rogério PENAS PRINCIPAIS E ACESSÓRIAS QUADRO ESQUEMÁTICO PENAS PRINCIPAIS (art. 55) PENAS ACESSÓRIAS (art. 98) Morte Perda do posto e da patente Multa PENAS PREVISTAS
REDAÇÃO População Carcerária No Brasil
REDAÇÃO População Carcerária No Brasil INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija texto dissertativo-argumentativo
FORMULÁRIO DE INSPEÇÃO
FORMULÁRIO DE INSPEÇÃO Estabelecimento Prisional Nome: CADEIA PUBLICA DE SANTOS DO 5 DISTRITO POLICIAL Endereço: Rua Comandante Bucão Vianna, 811, Areia Branca-Jardim Bom Retiro, Santos -SP Fone: 013-3299-3889
Professor Wisley Aula 16
- Professor Wisley www.aprovaconcursos.com.br Página 1 de 7 PRISÕES 1. PRISÃO TEMPORÁRIA: Lei 7.960/89 A prisão temporária caracteriza-se por
1. OBJETO E APLICAÇÃO DA LEI DE EXECUÇÃO PENAL 1.1 Direito de Execução Penal
1. OBJETO E APLICAÇÃO DA LEI DE EXECUÇÃO PENAL 1.1 Direito de Execução Penal 1.2 Pena 1.1.1 Direito de Execução Penal e Direito Penitenciário 1.1.2 Autonomia do Direito de Execução Penal 1.1.3 Antecedentes
Propostas para reduzir a superlotação e melhorar o sistema penitenciário I D D D - I N S T I T U T O D E D E F E S A D O D I R E I T O D E D E F E S A
Propostas para reduzir a superlotação e melhorar o sistema penitenciário IDDD - INSTITUTO DE DEFESA DO DIREITO DE DEFESA O IDDD Organização da sociedade civil de interesse público, fundada em julho de
A FRAGILIDADE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE GENÊRO NO SISTEMA PENITENCIÁRIO: UMA BREVE ANÁLISE DO CASO BRASILEIRO 1
A FRAGILIDADE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS DE GENÊRO NO SISTEMA PENITENCIÁRIO: UMA BREVE ANÁLISE DO CASO BRASILEIRO 1 Tassiana Borcheidt 2, Laís Bassani 3, Lurdes Aparecida Grosmann 4, Ester Eliana Hauser 5.
CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA DESCRIMINALIZAÇÃO DO USO E POSSE DA MACONHA PARA CONSUMO PRÓPRIO
CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA DESCRIMINALIZAÇÃO DO USO E POSSE DA MACONHA PARA CONSUMO PRÓPRIO Salomão Rodrigues Filho Médico psiquiatra Conselheiro por Goiás do CFM DIMENSÃO
DIREITOS HUMANOS. Política Nacional de Direitos Humanos. Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à Violência. Profª.
DIREITOS HUMANOS Política Nacional de Direitos Humanos Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à Violência Profª. Liz Rodrigues segurança pública. Segurança Pública, Acesso à Justiça e Combate à
RESOLUÇÃO Nº 558, DE 29 DE MAIO DE 2015
Governo do Estado do Rio de Janeiro Secretaria Estadual de Administração Penitenciária RESOLUÇÃO Nº 558, DE 29 DE MAIO DE 2015 Estabelece diretrizes e normativas para o tratamento da população LGBT no
Índice Geral. Índice Sistemático do Código Penal Militar
Índice Geral Índice Sistemático do Código Penal Militar Tábua de Abreviaturas Código Penal Militar Decreto-lei 1.001, de 21 de outubro de 1969 Referências Bibliográficas Índice Alfabético-Remissivo Obras
RODRIGO JULIO CAPOBIANCO
RODRIGO JULIO CAPOBIANCO Decisões favoráveis à defesa Penal e Processo Penal EDITORA WEB MÉTODO SÃO PAULO SUMÁRIO 1. Abandono de incapaz e de recém-nascido (arts. 133 e 134 do CP) 15 2. Abandono intelectual
-CRIMES CONTRA O PATRIMÔNIO - CRIMES CONTRA OS COSTUMES - LEIS DAS CONTRAVENÇÕES PENAIS - CRIMES DE ENTORPECENTES - LEI PORTE DE ARMAS
BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTRO NO SISP - RMB E ESTADO DO PARÁ - BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTRO NO SISP VERIFICADAS NA RMB E EM TODO O ESTADO DO PARÁ EM 2011 (JAN-DEZ) -CRIMES
Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/Aids em saúde mental, no Brasil
Ministério da saúde Secretaria de Atenção à saúde Departamento de Ações Programáticas Estratégicas Coordenação de Saúde Mental Políticas Públicas de Prevenção e Atenção para DST/HIV/Aids em saúde mental,
REDAÇÃO Efeitos da crise no sistema carcerário brasileiro
REDAÇÃO Efeitos da crise no sistema carcerário brasileiro INSTRUÇÃO A partir da leitura dos textos motivadores seguintes e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto
CRISE NO SISTEMA CARCERÁRIO
CRISE NO SISTEMA CARCERÁRIO 1 PROPOSTA DE REDAÇÃO A partir da leitura dos textos do MÓDULO TEMÁTICO e com base nos conhecimentos construídos ao longo de sua formação, redija um texto dissertativoargumentativo
COLETIVA COM A IMPRENSA BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTROS NO SISP(*) VERIFICADAS NO ESTADO DO PARÁ. BASE: NOVEMBRO/2012 PARÁ
COLETIVA COM A IMPRENSA PARÁ BALANÇO DAS OCORRÊNCIAS POLICIAIS COM REGISTROS NO SISP(*) VERIFICADAS NO ESTADO DO PARÁ. BASE: NOVEMBRO/2012 (*) SISP = SISTEMA INTEGRADO DE SEGURANÇA PÚBLICA Belém, 19/12/2012
MULHERES NO CÁRCERE: UMA BREVE ANÁLISE DA SITUAÇÃO BRASILEIRA 1 WOMEN IN PRISON: A BRIEF ANALYSIS OF THE BRAZILIAN SITUATION
MULHERES NO CÁRCERE: UMA BREVE ANÁLISE DA SITUAÇÃO BRASILEIRA 1 WOMEN IN PRISON: A BRIEF ANALYSIS OF THE BRAZILIAN SITUATION Laís Bassani 2, Doglas Cesar Lucas 3 1 Pesquisa desenvolvida no Projeto de Iniciação
TÍTULO I DOS CRIMES CONTRA A PESSOA
SUMÁRIO TÍTULO I DOS CRIMES CONTRA A PESSOA Capítulo 1 DOS CRIMES CONTRA A VIDA... 15 Capítulo 2 LESÃO CORPORAL... 35 Capítulo 3 DA PERICLITAÇÃO DA VIDA E DA SAÚDE... 45 Capítulo 4 DA RIXA... 61 Capítulo
NÚCLEO DE ESTUDO E ACOMPANHAMENTO DAS EXECUÇÕES DE PENA NA VARA DE EXECUÇÕES PENAIS NA COMARCA DE PONTA GROSSA
12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( X ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO
A relação entre a iniciação do uso de drogas e o primeiro ato infracional entre os adolescentes em conflito com a lei
A relação entre a iniciação do uso de drogas e o primeiro ato infracional entre os adolescentes em conflito com a lei Relationship between first-time drug use and first offense among adolescents in conflict
CARANDIRU: UMA ANALOGIA ENTRE FICÇÃO E REALIDADE DE SAÚDE EM UM PRESÍDIO REGIONAL 1 PROBEX/UNIFRA
CARANDIRU: UMA ANALOGIA ENTRE FICÇÃO E REALIDADE DE SAÚDE EM UM PRESÍDIO REGIONAL 1 CARLOS, Gabriela Almansa 2 ; BARATTO, Fernanda 3 ; BARBIERI, Caroline Nunes 4 ; SOUZA; Lenice Batista de 5 ; ROQUETE,
Conclusão Peças de informação e outros procedimentos investigatórios
Sumário 1 A REDAÇÃO JURÍDICA 1.1 A nova redação jurídica 1.2 Síntese, clareza e objetividade 1.3 Orações intercaladas 1.4 Introdução, desenvolvimento e conclusão 1.5 Redação impessoal 1.6 Copiar e colar
