Prof.º Diógenes de Bitencourt
|
|
|
- Sofia Bugalho Candal
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 TOLERÂNCIAS Prof.º Diógenes de Bitencourt
2 INTRODUÇÃO Na fabricação em série, é necessário que as peças acopladas sejam passíveis de serem trocadas por outras, que tenham as mesmas especificações das peças originais.
3 INTRODUÇÃO A possibilidade de se substituir umas peças por outras ao montar ou consertar um equipamento (ou conjunto mecânico) denomina-se intercambiabilidade.
4 INTRODUÇÃO
5 INTRODUÇÃO Esta intercambiabilidade é garantida através de uma adequada seleção das tolerâncias e ajustes. Um requisito fundamental da intercambiabilidade é a seleção de um processo de fabricação que assegure a produção de peças com igual exatidão. Exatidão: Correspondência entre as dimensões reais da peça e aquelas indicadas no desenho.
6 INTRODUÇÃO Não existe processo de fabricação capaz de produzir um número ilimitado de peças com exatidão absoluta, ou seja, as dimensões reais(efetivas) diferem das dimensões nominais.
7 INTRODUÇÃO Dimensões nominais: São as dimensões indicadas no desenho de uma peça. Dimensões reais (ou efetivas): São as dimensões reais da peça.
8 INTRODUÇÃO Assim, para uma peça com uma cota nominal de 145 mm podem ser encontradas peças com 145,023 mm, 144,978 mm, mm e assim por diante. Todas as peças cujas dimensões não ultrapassarem as dimensões limites serão úteis, enquanto as demais serão rejeitadas.
9 INTRODUÇÃO Deve-se portanto, determinar a menor precisão possível dentro da qual a peça em questão exerça sua função adequadamente. Qualquer melhoria adicional elevaria o custo do produto.
10 INTRODUÇÃO As dimensões reais são diferentes das dimensões nominais. Estas variações devem ser mantidas dentro de certos limites. Para que a intercambiabilidade seja garantida é necessário que todos os fabricantes obedeçam a normas pré-definidas, ou seja a um sistema de tolerâncias e ajustes.
11 Sistema de tolerâncias e ajustes É um conjunto de normas, regras e tabelas que têm como objetivo normalizar e limitar as variações das dimensões de componentes mecânicos visando a intercambiabilidade e garantir sua funcionabilidade.
12 ANALISE A intercambiabilidade é importante no mundo globalizado? Compare dimensão nominal com dimensão efetiva. Qual diferença entre exatidão e precisão?
13 Terminologia de Tolerâncias As dimensões de peças diferentes, fabricadas com mesmo diâmetro nominal, cujo funcionamento foi experimentado e considerado adequado, podem oscilar dentro de certos limites, mantendo-se as condições de funcionamento anteriormente previstas. Assim, a conjugação requerida de duas peças se assegura somente quando as dimensões limites de tolerância tenham sido previamente estabelecidas.
14 Terminologia de Tolerâncias DIMENSÕES LIMITES: São os valores máximo e mínimo admissíveis para a dimensão efetiva. DIMENSÃO MÁXIMA: É o valor máximo admissível para a dimensão efetiva. Símbolo: D máx para furos e d máx para eixos. DIMENSÃO MINIMA: É o valor mínimo admissível para a dimensão efetiva. Símbolo: D min para furos e d min para eixos
15 Terminologia de Tolerâncias
16 Terminologia de Tolerâncias
17 Terminologia de Tolerâncias
18
19 Terminologia de Ajustes O que é Ajuste? Ajuste é o modo de se conjugar duas peças introduzidas uma na outra. Através do ajuste pode-se assegurar que as peças acopladas terão movimento relativo entre si ou estarão firmemente unidas.
20 Terminologia de Ajustes
21 Terminologia de Ajustes
22 Terminologia de Ajustes
23 Terminologia de Ajustes
24 Terminologia de Ajustes
25 Terminologia de Ajustes
26 Terminologia de Ajustes INTERFERÊNCIA: É a diferença, em um acoplamento, entre as dimensões do furo e do eixo, quando o eixo é maior que o furo. Símbolo I.
27 Terminologia de Ajustes
28 Terminologia de Ajustes
29 Terminologia de Ajustes
30 Terminologia de Ajustes
31 Terminologia de Ajustes
32 Terminologia de Ajustes
33 Terminologia de Ajustes
34 Sistemas de Ajustes Para solucionar o problema de variações dimensionais para um mesmo ajuste, criou-se os sistemas de ajustes, que compreendem uma série de ajustes metodicamente estabelecidos com distintas folgas e interferências.
35 Sistemas de Ajustes
36 Sistema Eixo-Base É um sistema de ajuste nos qual as dimensões máximas dos eixos são iguais à dimensão nominal. Os furos são maiores ou menores conforme o tipo de ajuste desejado.
37 Sistema Furo-Base É um sistema de ajuste no qual a dimensão mínima dos furos é igual à dimensão nominal. Os eixos são maiores ou menores conforme o tipo de ajuste desejado.
Calibradores fixos: forquilha para eixo e mecha para furo. Calibradores de dupla forquilha e dupla mecha. P passa, NP não passa, t tolerância
D max. D min. t D min. D max. D max. D min. TOLERÂNCIA E AJUSTE 1. Histórico Calibradores fixos: forquilha para eixo e mecha para furo. P NP P NP Calibradores de dupla forquilha e dupla mecha. P passa,
AULA 2 TOLERÂNCIA DIMENSIONAL. Disciplina. SEM Fabricação Mecânica por Usinagem. Professores
AULA 2 TOLERÂNCIA DIMENSIONAL Disciplina SEM 0560 - Fabricação Mecânica por Usinagem Professores Alessandro Roger Rodrigues Renato Goulart Jasinevicius Conjunto Mecânico Intercambiabilidade: É a possibilidade
Escola de Engenharia de São Carlos Universidade de São Paulo. Tolerância Dimensional
Escola de Engenharia de São Carlos Universidade de São Paulo Tolerância Dimensional Tolerância Dimensional O que é tolerância dimensional? São desvios dentro dos quais a peça possa funcionar corretamente.
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA. Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng.
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng. [email protected] PROGRAMAÇÃO Aula 1 2 Data 05/11 07/11 Conteúdo Correção da avaliação, blocos-padrão, calibradores,
Conjuntos mecânicos V
A U A UL LA Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Conjuntos mecânicos V Introdução Os funcionários acharam importante a aula anterior porque puderam conhecer bem o calço-regulável e as diversas formas pelas
CONJUNTOS MECÂNICOS. Figura 1. Representação de conjunto mecânico usando vistas ortográficas.
CONJUNTOS MECÂNICOS Tão importante quanto conhecer os elementos de máquinas e projetá-los, é saber representar graficamente e interpretar esses elementos em desenhos técnicos. Máquinas (torno mecânico,
Desenho Técnico Moderno TOLERANCIAMENTO DIMENSIONAL E ESTADOS DE SUPERFÍCIE. Capítulo 8 Toleranciamento Dimensional e Estados de Superfície
TOLERANCIAMENTO Desenho Técnico DIMENSIONAL Moderno E ESTADOS DE Capítulo 8 Toleranciamento Dimensional e Estados de Superfície OBJECTIVOS Compreender a importância do toleranciamento dimensional para
ROLAMENTOS PARA EQUIPAMENTOS VIBRATÓRIOS
ROLAMENTOS PARA EQUIPAMENTOS VIBRATÓRIOS Alta performance em equipamentos vibratórios Rolamentos para Equipamentos Vibratórios Designações dos rolamentos NSK para equipamentos vibratórios Rolamentos para
ROLAMENTOS AXIAIS DE ESFERAS DE CONTATO ANGULAR
B 234 ROLAMENTOS AXIAIS DE ESFERAS DE CONTATO ANGULAR ROLAMENTOS AXIAIS DE ESFERAS DE CONTATO ANGULAR DE ESCORA DUPLA ROLAMENTOS PARA SUPORTE DE FUSOS DE ESFERAS Diâmetro do Furo 35-280 mm... B238 Diâmetro
Universidade Estadual de Ponta Grossa Departamento de Engenharia de Materiais Disciplina: Desenho Técnico Computacional Indicações
Universidade Estadual de Ponta Grossa Departamento de Engenharia de Materiais Disciplina: Desenho Técnico Computacional Indicações Estado de superfícies Tolerância Dimensional Tolerância Geométrica 2º
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 07 ESTADO DE SUPERFÍCIE TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM0564) AULA 07 ESTADO DE SUPERFÍCIE TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS ESTADO DE SUPERFÍCIE SUPERFÍCIES Ideal Real SIMBOLOGIA QUALITATIVA SIMBOLOGIA QUANTITATIVA
B M Purquerio Eng. Mec., Ft., MSc., PhD. B. de M. Purquerio, Eng. Mec., Ft., MSc., PhD. LTC SEM EESC USP - São Carlos - SP
B M Purquerio. de. Eng. Mec., Ft., MSc., PhD. EIXO E MANCAL - CONCEITOS Mancal de Deslizamento EIXO E MANCAL - CONCEITOS Mancal de Rolamento EIXO E MANCAL (Furo) - CONCEITOS TOLERÂNCIAS DIMENSIONAIS TOLERÂNCIAS
Teste Avaliação. UFCD - Desenho Técnico de Aeronáutica. Formador: Avaliação: Grupo I (5 val.)
Teste Avaliação UFCD - Desenho Técnico de Aeronáutica Nome formando: Data: / / Formador: Avaliação: Grupo I (5 val.) Classifique como verdadeiras (V) ou falsas (F) as seguintes afirmações: 1 - Os desenhos
Aula 09 Cotas, Escalas, Tolerâncias e Símbolos
9. 1 Aula 09 Cotas, Escalas, Tolerâncias e Símbolos ESCALA A escala é a relação entre as medidas da peça e as do desenho. É a de representação que mantém as proporções das medidas lineares do objeto representado
2 - Afastamentos fundamentais para Furos
AULA 8 Afastamentos fundamentais para furos Pág. - 1-2 - Afastamentos fundamentais para Furos A representação dos afastamentos fundamentais para furos e seus respectivos sinais (+ ou -) estão mostrados
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Módulo IV Aula 02 Tolerância de forma e posição Símbolos, inscrições e interpretações sobre o desenho (norma ISO R 1101-1969) As tolerâncias de forma
METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL PROF. ALESSANDRO MARQUES SISTEMAS DE AJUSTES E TOLERÂNCIAS Ajustes e Tolerâncias É bastante abrangente; Está ligado simultaneamente Projetos de Máquinas Processo de
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Módulo IV Aula 01 Acabamento superficial Rugosidade A importância do estudo de acabamento superficial aumenta à medida que cresce a precisão de ajuste
METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL PROF. ALESSANDRO MARQUES SISTEMAS DE AJUSTES E TOLERÂNCIAS Ajustes e Tolerâncias É bastante abrangente; Está ligado simultaneamente Projetos de Máquinas Processo de
Tolerância dimensional
Tolerância dimensional Introdução É muito difícil executar peças com as medidas rigorosamente exatas porque todo processo de fabricação está sujeito a imprecisões. Sempre acontecem variações ou desvios
Conjuntos mecânicos III
Conjuntos mecânicos III A UU L AL A Desenho de componente é o desenho de uma peça isolada que compõe um conjunto mecânico. Introdução Desenho de detalhe é o desenho de um elemento, de uma parte de um elemento,
UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao
SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2018 Aula 06 Tolerâncias: dimensional, forma e posição Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia
SEM DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
SEM 0564 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I Notas de Aulas v.2017 Aula 06 Tolerâncias: dimensional, forma e posição Prof. Assoc. Carlos Alberto Fortulan Departamento de Engenharia Mecânica Escola de Engenharia
TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS
UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA UDESC CENTRO DE CIÊNCIAS TECNOLÓGICAS CCT ENGENHARIA DE PRODUÇÃO E SISTEMAS TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS ELANA TAWANE PUCHOLOBEK HEBERT FELIPE ZULIAN MASTELARI HELOISA
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS CATÁLOGO TÉCNICO DE MATERIAIS VOLUME I MATERIAIS EM FERRO FUNDIDO TOMO XII LUVA DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL
COMPANHIA DE SANEAMENTO DE MINAS GERAIS CATÁLOGO TÉCNICO DE MATERIAIS VOLUME I MATERIAIS EM FERRO FUNDIDO TOMO XII LUVA DE FERRO FUNDIDO DÚCTIL NOVEMBRO/2013 ÍNDICE 2 MATERIAIS EM FERRO FUNDIDO... 3 2.12
Tolerâncias. Normas técnicas para tolerâncias
1 Tolerâncias As medidas das peças têm variabilidade e, dentro de certos limites, a qualidade da peça não é prejudicada. Tolerância é uma variação permitida da dimensão ou na geometria da peça. Normas
Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares
DAC Desenho Assistido por Computador Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção Mecânica (MiEM),
Aula 1 Nomenclatura - Sistema de Tolerâncias e Ajustes Pág
Aula 1 Nomenclatura - Sistema de Tolerâncias e Ajustes Pág. - 1-11 1- NOMENCLATURA NBR 6158 1.1- Objetivos Esta Norma fixa o conjunto de princípios, regras e tabelas que se aplicam à tecnologia mecânica,
OBJECTIVOS!" #$ %&'!'$!*(+! $, -!. $! '$! (+!()
OBJECTIVOS!" #$ %&'!()!'$!*(+! $, -!. $! '$! (+!() / 012 - O toleranciamento dimensional apenas permite limitar os erros dimensionais. - O toleranciamento geométrico permite limitar erros de forma, de
Mancais de deslizamento - Buchas formadas Parte 2: Especificação em desenho para a medição dos diâmetros externo e interno
ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-8º andar CEP 0003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (01) 10-31 Fax: (01) 0-176/0-6436 Endereço
1 - Apresentação. 2 - Montagem
1 - Apresentação Parabéns, você adquiriu o que há de melhor em antenas para recepção via satélite. A AVS-150 K é fabricada com a mesma tecnologia e na mesma linha de produção das mini-parabólicas. Esta
Rolamentos Autocompensadores de Esferas
Rolamentos Autocompensadores de Esferas Tolerância Página 52 Folga interna Página 64 Modelo Os Rolamentos Autocompensadores de Esferas são particularmente apropriados para aplicações onde ocorram desalinhamentos
Tipo do chassi F700 F800 F950 F957 F958 Largura e tolerância do chassi (mm) 9,5 R11 R11. Peso (kg) por viga e por metro (kg) 21,4 26,2 30,7 50,7 54,0
Faixa de chassis da Scania Faixa de chassis da Scania A faixa de chassis abrange os seguintes tipos: Tipo do chassi F700 F800 F950 F957 F958 Largura e tolerância do chassi (mm) 766 +1 768 +1 771 +1 768
Eixos e árvores Projeto para eixos: restrições geométricas. Aula 9. Elementos de máquinas 2 Eixos e árvores
Eixos e árvores Projeto para eixos: restrições geométricas Aula 9 Elementos de máquinas 2 Eixos e árvores 1 Acoplamentos: tipos de ligações o Ligações por atrito: o Ajuste prensado o Elementos intermediários
Capítulo I: Elementos de Fixação
Capítulo I: Elementos de Fixação Profª. Luziane M. Barbosa 1 Profª. Luziane M. Barbosa 2 1 Profª. Luziane M. Barbosa 3 Uniões Móveis Permanentes Profª. Luziane M. Barbosa 4 2 PINOS Funções: Possibilitar
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geral
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geral João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção Mecânica
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico
Leitura e Interpretação de Desenho Técnico Mecânico Módulo IV Aula 03 Conjuntos O desenho de conjunto representa um grupo de peças montadas tais como: dispositivos, ferramentas, máquinas, motores, equipamentos
Toleranciamento Geral
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geral João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção Mecânica
Controle Geométrico. Trata dos procedimentos de determinação de medições, forma e posição de sólidos. Para tal deve-se considerar:
Controle Geométrico O objetivo do controle geométrico é dar suporte à gestão de processos de fabricação na obtenção da qualidade geométrica dos produtos. Para tal, contribui: na avaliação de conformidade
Ajustagem Mecânica. Convenções para Acabamento de Superfícies. Material elaborado por Prof.MEng.Ivandro Bonetti
Convenções para Acabamento de Superfícies Ajustagem Mecânica Rugosidade Rugosidade são erros microgeométricos existentes nas superfícies das peças. Símbolo sem indicação de rugosidade A ABNT adota o desvio
Cintas tubulares de poliéster em anel para elevação de cargas
1. OBJETIVO NTC 890027 Esta especificação tem por finalidade estabelecer as características mínimas exigíveis para as cintas tubulares em poliéster utilizadas nos trabalhos em redes de distribuição com
TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA
TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA FORMA Um erro de forma corresponde à diferença entre a superfície real da peça e a forma geométrica teórica. POSIÇÃO A tolerância de posição estuda a relação entre dois ou mais elementos.
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador
CFAC Concepção e Fabrico Assistidos por Computador Toleranciamento Geométrico João Manuel R. S. Tavares Bibliografia Simões Morais, José Almacinha, Texto de Apoio à Disciplina de Desenho de Construção
Cotagem Abnt NBR 10126
Capítulo 06 Cotagem Abnt NBR 10126 O objetivo da norma NBR 10126 é fixar os princípios gerais de cotagem a serem aplicados em todos os desenhos técnicos. Aplicação Toda cotagem necessária para descrever
ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA
IF SUDESTE MG REITORIA Av. Francisco Bernardino, 165 4º andar Centro 36.013-100 Juiz de Fora MG Telefax: (32) 3257-4100 ORIENTAÇÕES SOBRE A PROVA DISCURSIVA O sorteio do tema da prova discursiva ocorrerá
Configuração das peças contíguas Ajustes Assentamentos. Configuração das peças contíguas Tolerâncias de eixo
Ajustes Assentamentos Configuração das peças contíguas Tolerâncias de eixo Distinção entre carga rotativa e carga fixa Cinética do Exemplo Esquema Espécie Ajuste rolamento de carga gira eixo o anel externo
RKB-Rolamentos autocompensadores de rolos: Nova Série ROVSX para máquinas vibratórias
RKB-Rolamentos autocompensadores de rolos: Nova Série ROVSX para máquinas vibratórias Desenvolvidos com tecnologia de ponta RKB RKB ROVS (antigo) RKB ROVSX novo projeto Para produzir a nova série ROVSX,
UFPR TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES. Especificações Geométricas de Produto. Geometrical Product Specifications (GPS)
UFPR METROLOGIA MECÂNICA DIMENSIONAL Especificações Geométricas de Produto Geometrical Product Specifications (GPS) TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS PROF. ALESSANDRO MARQUES Tolerâncias geométricas As peças ao
I CIMMEC 1º CONGRESSO INTERNACIOANAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2008 Rio de janeiro, Brasil
I CIMMEC 1º CONGRESSO INTERNACIOANAL DE METROLOGIA MECÂNICA DE 8 A 10 DE OUTUBRO DE 2008 Rio de janeiro, Brasil ANÁLISE FUNCIONAL E METROLÓGICA DOS PRINCÍPIOS DE TAYLOR E DA INDEPENDÊNCIA NA ESPECIFICAÇÃO
3.1 Indicação de rugosidade superficial no desenho Técnico Mecânico NBR
3 INDICAÇÕES Indicações são sinais e informações acrescentadas aos desenho mecânicos, que especificam uma condição que deverá ser obtida pela peça durante sua fabricação. 3.1 Indicação de rugosidade superficial
Preparativos Antes da Montagem
Preparativos Antes da Montagem Manter o local da montagem seco e livre de poeira. Observar a limpeza do eixo, alojamento e das ferramentas. Organizar a área de trabalho. Selecionar as ferramentas adequadas
Portaria n.º 357, de 30 de outubro de 2018.
Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 357, de 30 de outubro de 2018. O PRESIDENTE
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA. Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng.
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng. [email protected] PROGRAMAÇÃO Aula Data Conteúdo 1 07/11 2 14/11 Correção da avaliação, blocos-padrão, calibradores,
Preparativos Antes da Montagem
Preparativos Antes da Montagem Manter o local da montagem seco e livre de poeira. Observar a limpeza do eixo, alojamento e das ferramentas. Organizar a área de trabalho. Selecionar as ferramentas adequadas
Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica MAIO/2014
Profa. Janaina Fracaro Engenharia Mecânica MAIO/2014 Leitura no Sistema Inglês : Fração Ordinária Goniômetro simples O goniômetro simples, também conhecido como transferidor de grau, é utilizado em medidas
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA. Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng.
TÉCNICO EM ELETROMECÂNICA METROLOGIA Prof. Fábio Evangelista Santana, MSc. Eng. [email protected] PROGRAMAÇÃO Aula 1 2 Data 07/11 14/11 Conteúdo Correção da avaliação, blocos-padrão, calibradores,
ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE DE PNEUS NOVOS PARA VEÍCULOS COMERCIAIS, COMERCIAIS LEVES E REBOCADOS
ANEXO REGULAMENTO TÉCNICO DA QUALIDADE DE PNEUS NOVOS PARA VEÍCULOS COMERCIAIS, COMERCIAIS LEVES E REBOCADOS 1 OBJETIVO Determinar os critérios técnicos necessários ao programa de avaliação da conformidade
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0502)
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I (SEM 0502) Aula 10 Tolerância de forma e posição, roscas, parafusos e porcas 10. 02 Aula 10 Tolerância de forma e posição, roscas, parafusos e porcas TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA: FORMA
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA. Disciplina. SEM Fabricação Mecânica por Usinagem. Professores
AULA 3 TOLERÂNCIA GEOMÉTRICA Disciplina SEM 0560 - Fabricação Mecânica por Usinagem Professores Alessandro Roger Rodrigues Renato Goulart Jasinevicius DEFINIÇÕES Tolerância Dimensional: não garante a obtenção
Mancais de deslizamento - Buchas formadas Parte 3: Furos de lubrificação, canais de lubrificação e bolsas de lubrificação
ABNT-Associação Brasileira de Normas Técnicas Sede: Rio de Janeiro Av. Treze de Maio, 13-28º andar CEP 20003-900 - Caixa Postal 1680 Rio de Janeiro - RJ Tel.: PABX (021) 210-3122 Fax: (021) 220-1762/220-6436
Fig Folga interna radial e axial da série 69 Fig Folga interna radial e axial da série 62
7. Dados técnicos 7. Folga interna radial e axial de rolamentos rígidos de esferas........8 68 68 68 68 68 68....8 6 6 6 6 6 6.6....... Fig.7.. Folga interna radial e axial da série 68.6....... Fig. 7..
IMETEX ÍNDICE. PDF created with pdffactory trial version
Assunto ÍNDICE Página 1 - INFORMAÇÕES GERAIS...2 1.1 - Introdução...2 1.2 - Vantagens...2 1.3 - Campos de Aplicação...2 1.4 - Exemplos de aplicação...3 2 - EXECUÇÃO DAS BUCHAS DE PRESSÃO...4 2.1 - Formas...4
Metrologia Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora).
6464 - Metrologia Plano de Aula - 24 Aulas (Aulas de 1 Hora). Aula 1 Capítulo 1 - Introdução 1.1. O que é Metrologia... 23 1.2. Por que Medir?... 24 1.3. Metrologia e Controle Dimensional na Indústria...
SAN.T.IN.NT
ISO 91 1 / 14 Sumário: 1. OBJETIVO 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 3. CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS 4. INSPEÇÃO, ENSAIOS DE FABRICAÇÃO E DE RECEBIMENTO: 5. CONSIDERAÇÕES FINAIS: 6. REFERÊNCIAS 7. ANEXOS 1.
alpha Basic Line ENGRENAGENS HELICOIDAIS CVH / CVS
alpha EGREAGES HELICOIDAIS CVH / CVS Se o foco for em movimento suave, propriedades de sincronização suave e operação contínua, o V-Drive Basic será a opção certa para você. 86 CVH engrenagens helicoidais
DIRETORIA GERAL NÚMERO EEM TECNOLOGIA FOLHA 1/23 ESPECIFICAÇÃO DE EMBALAGEM REV DATA 03-27/01/05
TECNOLOGIA FOLHA 1/23 ÍNDICE DE REVISÕES REVISÃO DATA MOTIVO/DESCRIÇÃO 00 18/03/97 EMISSÃO ORIGINAL. 01 15/08/01 ALT. NO EMITENTE; EXCL. DO CARIMBO ESPECIFICAÇÃO SOB CONSIDERAÇÃO; ALT. ITEM 5 GARANTIA
Plano de Aula - Metrologia - cód Horas/Aula
Plano de Aula - Metrologia - cód. 0000 24 Horas/Aula Aula 1 Capítulo 1 - Introdução Aula 2 Capítulo 1 - Sistemas de Medidas Aula 3 Continuação Capítulo 2 - Sistemas de Medidas Aula 4 Capítulo 3 - Técnicas
INSTRUMENTOS DE PESAGEM USADOS EM ENSAIOS DE MATERIAIS
INSTRUMENTOS DE PESAGEM USADOS EM ENSAIOS DE MATERIAIS C D T - CENTRO DE DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO Setembro de 2014 DESIGNAÇÃO - ARTERIS ET- 231-02 09/2014 ET 231 pg1 - Centro de Desenvolvimento Tecnológico
Tais desvios devem ser limitados e enquadrados em tolerâncias, de tal forma a não prejudicar o funcionamento do conjunto.
3. Desvios e Tolerâncias Geométricas - 45-3. DESVIOS E TOLERÂNCIAS GEOMÉTRICAS 3.1 Introdução Em muitas aplicações as tolerâncias dimensionais são insuficientes para se determinar exatamente como deve
Tels.: Campinas-sp Itupeva-sp
Principais características: Inserção do tipo mandíbula Pode ser entregue a prova de falha ou a favor do rompimento Reduz vibrações Materiais: EN-GJL-250 (GG-25) Alta resistência ao desgaste Desenho compacto
Metrologia VIM - Vocabulário Internacional de Metrologia
VIM - Vocabulário Internacional de Metrologia Como a metrologia possui interferência em quase todas as áreas da sociedade, torna-se imperativo que exista uma linguagem comum em todas elas, de forma que
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I
DESENHO TÉCNICO MECÂNICO I AULA 8 - ELEMENTOS DE MÁQUINA (UNIÃO E FIXAÇÃO) Notas de Aulas v.2015 ELEMENTOS DE FIXAÇÃO REBITES ELEMENTOS DE FIXAÇÃO REBITES ELEMENTOS DE FIXAÇÃO REBITES Costuras:
Plano de Ensino. Identificação. Câmpus de Ilha Solteira. Curso Engenharia Mecânica. Ênfase. Disciplina 907-ST2 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO
Curso 445 - Engenharia Mecânica Ênfase Identificação Disciplina 907-ST2 - DESENHO TÉCNICO MECÂNICO Docente(s) DOUGLAS DOMINGUES BUENO Unidade Faculdade de Engenharia Departamento Departamento de Matemática
Unidade de sustentação
Modelos EK, BK, FK, EF, BF e FF Tampa de contenção Vedação Alojamento Mancal Parafuso de aperto sextavado de cabeça cilíndrica Peça de aperto Castanha de travamento Colar Mancal Alojamento Anel de pressão
Universidade Federal do Paraná - Engenharia Mecânica DEMEC Prof. Alessandro Marques Disciplina: Metrologia e Instrumentação (2ª Lista de Exercícios)
Tolerância ( m) Tolerância ( m) 1- Calcule as características dos ajustes. a) 30H8h8 b) 78N8h7 c) 90H7r6 d) 30X10h10 2 Utilizando as tabelas determine as características dos ajustes. a) 40H8f9 b) 40K8h5
GRUPO 02 PINOS ELÁSTICOS LEVES DIN 7346
Diâmetro nominal 2 2,5 3 3,5 4 4,5 s 0,2 0,25 0,3 0,35 0,5 0,5 d 1 2,3 2,8 3,3 3,8 4,4 4,8 + 0,1 + 0,2 F (kn) 1,5 2,4 3,5 4,6 8 8,8 O número é o código DOBER ; o indica o peso de 0 peças (kg). Ex.: desejando
CARACTERÍSTICAS ESTÁTICAS DE SISTEMAS DE MEDIÇÃO
DETERMINAÇÃO DA DERIVA DO ZERO: ENSAIO: Manter P o = 0 e variar a temperatura T dentro da faixa de temperaturas ambientes [T max, T min ] previstas para uso do SM. Os ensaios feitos em CÂMARA de temperatura
Anel de fixação MMP - Principais Características
Anel de fixação MMP - Principais Características Os anéis de fixação MMP oferecem as vantagens de um sistema de ajuste forçado, com uma simplificada instalação e remoção. Estão baseados no sistema de cunha:
PQI. Rotor em Balanço Bipartida Radialmente. Linha. Bombas de Processo ISO 13709/API 610 (OH2) Soluções em Bombeamento. Soluções em Bombeamento
Linha PQI Bombas de Processo ISO 179/API 1 (OH2) Rotor em Balanço Bipartida Radialmente API 1 (OH2) INTRODUÇÃO Neste Catálogo estão descritos todos os modelos de bombas da linha PQI de nossa fabricação.
ENGENHARIA DA QUALIDADE A ENG AULA 7 FUNÇÃO PERDA QUADRÁTICA
ENGENHARIA DA QUALIDADE A ENG 09008 AULA 7 FUNÇÃO PERDA QUADRÁTICA PROFESSORES: CARLA SCHWENGBER TEN CATEN Tópicos desta aula Função de Perda de Taguchi (ou Função Perda Quadrática) Abordagem Tradicional
CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA. Cotagem em Desenho Técnico
UNIVERSIDADE INSTITUTO FEDERAL FEDERAL DO DE RIO SANTA GRANDE CATARINA DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA MECÂNICA Cotagem em Desenho Técnico Introdução Além da representação da forma,
DATA BOOK REFORMA EM REDUTOR FALK 2175YB2
CLIENTE: VALE S/A DATA BOOK REFORMA EM REDUTOR FALK 2175YB2 PEDIDO: 2021162 REDUTOR REFORMA NOSSO CONTROLE: ORR 2159 Índice: Folha de garantia Instruções para instalação e manutenção Foto do Redutor Relatório
Rolamentos de rolos cilíndricos
Rolamentos de rolos cilíndricos Rolamentos de rolos cilíndricos 292 Definições e aptidões 292 Séries 292 Variantes 293 Tolerâncias e jogos 294 Elementos de cálculo 296 Elementos de montagem 297 Sufixos
Desenho Técnico Moderno
TOLERANCIAMENTO Desenho Técnico GEOMÉTRICO Moderno Toleranciamento Geométrico OBJECTIVOS Identificar os símbolos geométricos e aplicá-los convenientemente no toleranciamento das peças. Compreender as vantagens
ENGENHARIA DE CONTROLE E AUTOMAÇÃO Oficina Mecânica para Automação - OMA
II. AJUSTE & TOLERÂNCIA: Livro recomendado: Tolerâncias, Ajustes, Desvios e Análise de Dimençôes. Autores: Osvaldo Luiz Agostinho; Antonio Carlos dos Santos Rodrigues e Joâo Lirani. Editora Edgard Blucher
Anéis elásticos. O anel elástico é um elemento usado em. eixos ou furos, tendo como principais funções:.
A U A UL LA Anéis elásticos Introdução O anel elástico é um elemento usado em eixos ou furos, tendo como principais funções:. Evitar deslocamento axial de peças ou componentes. Posicionar ou limitar o
SCR. Guia linear com gaiola de esferas cruzada modelo SCR
Guia linear com gaiola de esferas cruzada modelo Trilho Raspador Trilho Raspador lateral Bloco Esfera Gaiola de esferas Recirculador Niple de lubrificação * Para a gaiola de esferas, consulte A. Diagrama
01/11/2017. Classes de Ajustes. Ajustes com Folga. Três classes de ajustes: Folga, Interferência e incertos
Departamento de Engenharia Mecânica Classes de Ajustes Três classes de ajustes: Folga, Interferência e incertos Para evitar um número muito elevado de combinações deve-se usar ajustes no sistema furobase
Gerenciamento Dimensional de Produtos
Formação Avançada em Metrologia 3D Gerenciamento Dimensional de Produtos O Gerenciamento corresponde ao conjunto de operações sistêmicas destinadas a prever, evitar e reduzir a ocorrência de variações
Rua do Manifesto, Ipiranga - São Paulo Fone: +55 (11)
299 Calibradores para Furos Pequenos (Passantes) Série 829 3,2-12,7mm / 0,125-1,500" Utilizados para trabalhos gerais, estes calibradores têm pontas de contato em esfera completa. Calibradores para Furos
Preparativos Antes da Montagem
Preparativos Antes da Montagem Manter o local da montagem seco e livre de poeira. Observar a limpeza do eixo, alojamento e das ferramentas. Organizar a área de trabalho. Selecionar as ferramentas adequadas
