CALAGEM. MÉTODO DO ALUMÍNIo TROCÁVEL
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- João Vítor Igrejas Lima
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1 CALAGEM E ADUBAÇÃO DO SORGO FORRAGEIRO Gilson V.E. Pitta 1 Gonçalo E. Prençe' Antônio M. Coelho' CALAGEM A cajagem é uma prática imprescindível nos solos onde a acidez, representada basicamente pelo alumínio trocável, limita a produção. É recomendada também quando os teores de cálcio e magnésio, determinados peja análise química do solo, estão abaixo de 2 meq/loo cc do solo. A correção da acidez do solo é feita através do uso adequado do calcário, devendo este ser aplicado e incorporado o mais uniformemente possível ao solo. Devido ao fato de que a grande maioria dos solos brasileiros é deficiente em magnésio, recomenda-se a utilização do calcário dolomítico, teor de Mg acima de 12%, ou calcárío rnagnesiano, teores de MgO entre 5 e 12%. No Brasil, a necessidade de cajagem é determinada por três métodos: método do alumínio trocável; método da saturação de bases e o método SMP, resumidamente descritos: MÉTODO DO ALUMÍNIo TROCÁVEL A necessidade de calagem (NC) baseia-se nos teores de alumínio, cálcio e rnagnésio trocáveis (CFSEMG 1989), segundo a expressão: NC (t/ha) = Y x AI + [X - (Ca + Mg)], onde Y é dependente da textura do solo, sendo, no caso de solos arenosos «15% argila) = 1; para solos de textura média (15 a 35% de argila) Y = 2 e para os solos argilosos (>35% argila) o valor de Y = 3. leng._ Agr., Ph.D, EMBRAPNCentro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo (CNPMS). Caixa Postal 151. CEP Sete Lagoas, MG. 2Eng.- Agr., M.Sc. EMBRAP NCNPMS. 31
2 MÉTODO DE SATURAÇÃO DE BASES Esse método foi proposto por Quaggio, em 1983, para solos do Estado de São Paulo, e baseia-se na elevação do valor da saturação de bases do solo, segundo a expressão: NC (t/ha) = (V2 - VI) T 100 onde: T = capacidade de troca catíônica determinada ao ph 7. V 2 = Saturação de bases desejada. No caso do sorgo, sugere-se 60%. Vi = Saturação de bases do solo. MÉTODOSMP A determinação da necessidade de calagem baseia-se no decréscimo do ph de uma solução tampão, geralmente ajustado a um valor 6,0, após o equilíbrio com o solo. Esse método vem sendo largamente utilizado no sul do país, principalmente no Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Com o valor do ph - SMP, emprega-se uma tabela para estimar a necessidade de calagem. Essa tabela deve ser obtida para cada região, devido à grande diversídade de solos, evitando-se, com isso, uma recomendação imprecisa. O método do alumínio trocável vem sendo amplamente usado em vários estados da região Sudeste, Centro-oeste e também na região Nordeste. O método SMP, originalmente proposto por Shoemaker, Mclean e Pratt, nos Estados Unidos, vem sendo usado quase que exclusivamente na região SuL O método da saturação de bases é o mais recente dos três e seu uso vem se expandindo a outros estados. Na escolha do corretivo, deve-se atentar para o valor do PRNT, o preço da tonelada efetiva na propriedade e também a relação CaOlMgO. As recomendações de calcário deverão ser corrigidas ao valor do PRNT de 100%. A periodicidade da prática da calagem deve ser determinada através da análise qufrnica do solo. Em áreas destinadas à produção de silagem, onde a extração de nutrientes e elevada, esta deverá ser mais freqüente. 32
3 ADUBAÇÃO Especial atenção deve ser dada à adubação do sorgo destinado à silagem, devido à grande remoção de nutrientes do solo e acúmulo na biomassa da parte aérea. Grandes quantidades de potássio, cálcio e magnésio são utilizadas durante o crescimento do sorgo. Elementos como o ferro, manganês, boro e cobre são também exigidos pela cultura. Outro fator também a ser considerado é a utilização da rebrota para o aumento da produção de massa na mesma área. Recomenda-se que os resíduos orgânicos da propriedade sejam aplicados ao solo e práticas de rotação de culturas também façam parte do sistema de produção de silagem. Existem poucas informações relativas à nutrição e adubação do sorgo forrageiro com relação à extração e acúmulo de nutrientes quando a massa é destinada à produção de silagem. Por isso, as recomendações de fertilizantes devem ser reajustadas ao longo do tempo, para que se tenha um adequado balanceamento entre as quantidades de nutrientes requeridas para a máxima produção econômica. As recomendações apresentadas fundamentaram-se em trabalhos de pesquisa com o sorgo granífero, devendo ser adequadas às diversas regiões e metodologias empregadas pelos laboratórios. A 1àbela 19 apresenta as quantidades de nutrientes requeridas pelo sorgo granífero em função de diferentes níveis de nitrogênio aplicado em cobertura. As produções obtidas podem ser dobradas, mediante o aproveitamento da rebrota do sorgo, utilizando-se a adubação residual do primeiro plantio. A 1àbela 20, adaptada de Fribourg et al, (1976) e José (1988), apresenta as exigências nutricionais do sorgo destinado a silagem em função da produção de massa total TABElA 19. Extração de nutrientes (kg/ha) pelo sorgo granffero, em solo aluvial, média de 2 anos. CNPMS/EMBRAPA, Sete Lagoas, MG. Adub. Nitrog. Cobertura 1 MST kg/ha (% Grão)2 Nutrientes N p K Ca Mg O 'Y Dados adaptados de França (1986). 1A adubação de plantio constou de 10 kg N por ha 2Pon:entagem de grãos na matéria seca total (MS1); palhada + grãos. 33
4 TABElA 20. Extração de nutrientes (kg/ha) pela cultura do sorgo forrageiro destinado a silagem, em diversos níveis de produção de massa seca (MS) e verde (MV) totais. Produção Nutrientes (t/ha) N P K Ca Mg Fe Zn o[ 8,8 M.S ,5 M.S ,9 M.S! M.V ,3 1,<\daptadode Fribourg et al.(1976). -t 2Adaptado de José (1988). Observa-se, pelos dados das 'Iabelas 19 e 20, que as quantidades de alguns nutrientes requeridos pelo sorgo forrageiro são significativamente superiores às do sorgo granífero, mostrando que, devido à intensa extração e remoção de elementos, o manejo da adubação para o sorgo destinado à silagem é diferente e requer quantidades maiores de nutrientes. A adubação orgânica, anualmente incorporada, pode vir a substituir totalmente a adubação química nitrogenada e potássica e 50% da fosfatada, considerando-se que o esterco contém, em média, 1,8 a 3,7 % de N, 0,9 a 2,3 % de PPs e 0,7 a 3,0% de Kz0. Para urna produtividade esperada de 30 a 50 toneladas de massa verde por hectare, recomenda-se o uso de 10 t de esterco bovino por hectare. Thdavia, a utilização do adubo orgânico não dispensa o uso dos fertilizantes químicos. A adubação química deve ser utilizada mediante o resultado da análise do solo e a recomendação de fertilizantes está expressa na 1àbela 2I. A interpretação ça análise química do solo, com relação a fósforo e potássio, foi baseada na 4 a aproximação da Comissão de Fertilizantes do Solo do Estado de Minas Gerais (CFSEMG 1989), a qual deverá ser adaptada às diversas regiões, para cujos métodos analíticos e tipos de solo se façam necessárias as respectivas adequações. 34
5 TABELA 21. Interpretação da análise química do solo para o fósforo e o potássio disponfveis, em ppm. Elemento l 'Iextura Baixo Médio Alto Fósforo Arenosa >30 Média >20 Argilosa > 10 Potássio >80 IMétodo Mehlich (duplo ácido Hcl O,05N + H 2 S0 4 + O,025N) 20 a 15% argila 315 a 35% argila 4Acima de 35% argila A 1àbela 22 apresenta forrageiro. uma sugestão para a adubação mineral do sorgo TABELA 22. Sugestão para a adubação mineral do sorgo forrageiro (kgiha). N (No plantio) PPs --'-P_--'nosolo Baixo Médio Alto K - no solo Baixo Médio Alto IA primeira parcela deve ser aplicada de 20 a 25 dias após a emergência e a segunda, aos dias após a emergência. Segundo a CFSEMG, para solos arenosos com até 5 ppm de P e solos de textura média ou argilosos com até 3 ppm de P, recomendam-se 4 kg de P 2 0s solúvel em água ou citrato de arnônio neutro ou ácido cítrico a 2 %, para cada 1 % de argila. Quando os teores de fósforo e potássio estiverem em concentrações muito baixas, sugere-se uma adubação corretiva a lanço. No caso do aproveitamento da rebrota do sorgo, tem sido sugerida a aplicação de 40 a 50 kg de Nzha e, se necessário, igual quantidade de potássio, em uma única cobertura. 35
6 Recentemente, tem sido recomendada a aplicação de 40 kg de "Fritas" - FfE - por hectare, para suprir o solo com quantidades suficientes de mícronutrientes, em mistura com a adubação de plantio. REFEImNCIAS BmUOGRÁFIcAS COMISSÃO DE FERTIUDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GE- RAIS (Lavras, MG) Recomendações para o uso de rorretivos e fertilizantes em Minas Gerais; 4 a aproximação. Lavras, p. FRANçA, G.E.; BAHIA FILHO, AF.C.; CARVALHO, M.E. Produção de grãos, massa seca e demanda de nitrogênio pelas culturas de milho, sorgo, trigo e feijão. Relatório Técnico Anual do Centro Nacional de Pesquisa de Milho e Sorgo , Sete Lagoas, v.3, p.54-56, FRIBOURG, H.A; BRYAN, W.E.; LESSMAN, G.M.; MANNING, D.M. Nutrient uptake by com and grain sorghum silage as affected by soil type, planting date, and moisture regime. Agronomy Journal, v.68, n.2, p , Bal- JOSÉ, M.S. Silagem de milho e sorgo: como anda a sua produtividade? de Branco, v.24, n.287, p.12-18,
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