Piracicaba SP / 09 de Junho de 2016
|
|
|
- Leandro Imperial Fidalgo
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Ciência do Solo LSO 526 Adubos e Adubação 1 Attilio Kandrotas Bercht nºusp Érica Tiemi Okamura n USP Mônica Mieko Nakanishi Tamura nºusp Piracicaba SP / 09 de Junho de 2016
2 SUMÁRIO 2 1) INTRODUÇÃO 2) ANÁLISE DE SOLO 3) PRÁTICAS CORRETIVAS 4) PRODUTIVIDADE 5) ADUBAÇÃO MINERAL 6) COMPARAÇÃO ENTRE BOLETINS 7) FORMULAÇÃO 8) CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO
3 1. INTRODUÇÃO Panorama mundial Área de cultivo da cana-de-açúcar Fonte: FAO 3
4 1. INTRODUÇÃO Panorama mundial Produção da cana-de-açúcar Fonte: FAO 4
5 1. INTRODUÇÃO Panorama nacional Área de cultivo da cana-de-açúcar SP:4.746,6 mil hectares Fonte: Conab 5
6 1. INTRODUÇÃO Panorama nacional Produção da cana-de-açúcar SP: ,6 mil toneladas Fonte: Conab 6
7 2. ANÁLISE DE SOLO 7
8 8 2. ANÁLISE DE SOLO
9 9 3. PRÁTICAS CORRETIVAS GESSAGEM CALAGEM
10 GESSAGEM 10
11 11 GESSAGEM
12 CALAGEM 12
13 13 CALAGEM
14 14 CALAGEM
15 15 4. PRODUTIVIDADE 80 t/ha FATORES DE DECISÃO PRODUTIVIDADES DE REFERÊNCIA SP ~ 85 t/ha MA ~60 t/ha Fonte : CONAB, 2016
16 16 5. ADUBAÇÃO MINERAL BOLETIM DE MINAS GERAIS BOLETIM 100 RECOMENDAÇÃO DO LIVRO "PROCESSOS AGRÍCOLAS E MECANIZAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR" BOLETIM CERRADO
17 BOLETIM DE MINAS GERAIS 17 Produtividade esperada Dose de N Disponibilidade de P ¹ Disponibilidade de K¹ Baixa Média Boa Baixa Média Boa Dose de P 2 O 5 Dose de K₂O -----t/ha kg/ha < > ¹ Melich-1 Fonte : Ribeiro et al., 1999 Nitrogênio, se necessário, aplicar > 60 kg/ha na adubação de cobertura Solos arenosos ou textura média, aplicar no máximo 90 kg/ha de K2O no sulco de plantio e o restante junto com o nitrogênio na cobertura. Quando não há aplicação de vinhaça ou gesso agrícola, aplicar no mínimo 30 kg/ha de enxofre Áreas deficientes em micronutrientes( Mn, Zn e Cu ), aplicar 2 a 5 kg/ha do nutriente.
18 BOLETIM Adubação mineral de plantio 30 kg/ha N independente da produtividade esperada Produtividade esperada t/ha P resina, mg/dm³ > P 2 O 5, kg/ha < >150 * Teores no solo: P resina: 7 mg/dm³ K: 0,9 mmolc/dm³ Produtividade esperada t/ha K + trocável, mmol c /dm 3 0-0,07 0,8-1,5 1,5-3,0 3,1-6,0 >6, K 2 O, kg/ha < >
19 BOLETIM Adubação mineral de plantio Zinco no solo Zn Cobre no solo Cu mg/dm³ kg/ha mg/dm³ kg/ha 0-0, ,2 4 > 0,5 0 >0,2 0 Adubação de cobertura De 30 a 60 kg/ha de N de 30 a 60 dias após plantio A diferença entre a dose de K do plantio quando maior que 100kg/ha
20 20 LIVRO " PROCESSOS AGRÍCOLAS E MECANIZAÇÃO DA CANA-DE-AÇÚCAR Aplicar kg/ha N dependendo das características da área - 40 kg/ha: solos de expansão, arenosos, preparo convencional do solo - 60 kg/ha: solos em áreas de reforma, mais argilosos e revolvimento mínimo Teor P resina P₂O₅ mg/dm³ kg/ha Muito baixo 0 a 6¹ 180 Baixo 7 a 15¹ 150 Médio 16 a Alto > Teor de P = 7 mg/dm³ (baixo) Fonte: VITTI et al.,2015
21 LIVRO " PROCESSOS AGRÍCOLAS E MECANIZAÇÃO DA CANA- DE-AÇÚCAR 21 Teor K mmolc/dm³ K₂O Plantio Cobertura² Total kg/ha Muito baixo 0 a 0, Baixo 0,8 a 1, Médio 1,6 a 3, Alto 3,1 a 6, Muito alto > 6, Teor de K = 0,9 mmolc/dm³ Fonte: VITTI et al.,2015 Aplicar no máximo 100 kg/ha em solos arenosos e o restante no fechamento do canavial.
22 LIVRO " PROCESSOS AGRÍCOLAS E MECANIZAÇÃO DA CANA- DE-AÇÚCAR 22 Micronutriente Teor Dose recomendada mg/dm³ kg/ha Zn (DTPA) < 0,6 3 a 5 Cu (DTPA) < 0,3 2 a 3 B (água quente) < 0,2 1 a 2 Mn (DTPA) > 1,2 2 a 3 Fonte: VITTI et al.,2015 Aplicação junto com o formulado
23 BOLETIM CERRADO 23 Expectativa de rendimento N t/ha kg/ha < a > a 60 kg/ha de N em cobertura S < 4 mg/dm³ (baixo) - 30kg/ha Expectativa de rendimento P extraível Adequado Alto t/ha kg/ha de P₂O₅ < a > Fosfatagem : Expectativa de rendimento K extraível Adequado Alto t/ha kg/ha de K₂O < a > Fonte: SOUSA et al., 2004
24 BOLETIM CERRADO - FOSFATAGEM 24 Argila Disponibilidade de P no solo Muito baixa Baixa Média % kg/ha/ano P₂O₅ a a > Adubação fosfatada corretiva de uma vez só Adubação fosfatada corretiva gradual Fonte: SOUSA et al., 2004
25 BOLETIM CERRADO 25 Interpretação B¹ Cu² Mn² Zn² mg/dm³ Baixo 0 a 0,2 0 a 0,4 0 a 1,9 0 a 1,0 Médio 0,3 a 0,5 0,5 a 0,8 2,0 a 5,0 1,1 a 1,6 Alto > 0,5 > 0,8 > 5,0 > 1,6 Aplicação de 5 kg/ha Zn Aplicação de 2 kg/ha B Fonte: SOUSA et al., 2004
26 6. COMPARAÇÃO 26 Pré-plantio Plantio Cobertura NC NG NF N P2O5 K2O S B Zn N K2O São Paulo ( 1997) Minas Gerais ( 1999) ,0-5,0 >60 - Cerrado ( 2004) Case FOSFATAGEM: -P resina < 15mmolc/dm³ ou P Mehlich nas classes baixo muito baixo de 0-20cm; -CTC < 60mmolc/dm³ -teor de argila < 30%. À lanço em área total com fontes de fosfato menos solúveis em água, e incorporação superficial
27 Qual recomendação utilizar? 27 Condições edafoclimáticas Extratores da análise do solo x boletim Portanto, Boletim Cerrado Produtividade esperada Plantio Cobertura N P₂O₅ K₂O S Cu Zn N < > Fonte: SOUSA et al., 2004
28 7. FORMULAÇÃO - Fertilizante simples 28 1 ª possibilidade : Plantio : DAP ( 17% N e 45 % P₂O₅ ) +KCl ( 58% K₂O) + Sulfato de Zinco ( 20 % Zn ) + Ulexita ( 8 % B ) 1000 DAP 450 kg P₂O₅ x 80 kg P₂O₅ x=180 kg DAP 1000 kg DAP 180 Kg DAP x = 30, 6 kg N kg N -- x kg N 1000 KCl kg K₂O x x= 100 kg KCl kg K₂O 1000 kg Ulexita kg B x kg B x=25 kg Ulexita 1000 kg Sulfato de zinco x kg Sulfato x= 25 kg Sulfato de Zinco kg Zn kg Zn --
29 7. FORMULAÇÃO - Fertilizante simples 29 1 ª possibilidade : Cobertura: sulfato de amônio ( 20 % N e 22% de S ) 1000 kg sulfato de amônio 200 kg N 1000 kg sulfato de amônio 220 kg S x kg sulfato de amônio x= 33 kg sulfato de amônio 30 kg N 150 kg sulfato de amônio x kg S x= 33 kg S DAP +KCl+ Sulfato de Zinco+ Ulexita+ Sulfato de amônio=363 kg
30 7. FORMULAÇÃO - Fertilizante simples 30 2 ª possibilidade : Plantio : SPS ( 18% P₂O₅ e 8% S ) +KCl ( 58%K₂O )+ Sulfato de Zinco ( 20 % S ) + Ulexita ( 8 % B )+ Ureia ( 45% N) 1000 SPS 180 kg P₂O₅ x x=445 kg SPS 1000 kg SPS 445Kg SPS x = 35,6 kg S 80 kg P₂O₅ kg S -- x kg S 1000 KCl kg K₂O --- x 60 kg K₂O x= 100 kg KCl 1000 kg Ulexita kg B x x=25 kg Ulexita x kg B 1000 kg Sulfato de zinco x= 25 kg Sulfato de Zinco kg Zn 5 kg Zn 1000 kg ureia kg N x x= 67 kg ureia kg N
31 7. FORMULAÇÃO - Fertilizante simples 31 2 ª possibilidade : Cobertura: Ureia ( 45 % N) 1000 kg ureia kg N x kg N x= 67 kg ureia SPS+KCl+ Sulfato de Zinco+ Ulexita+ Ureia= 729 kg
32 7. FORMULAÇÃO 32 Formulados : Necessidade de nutrientes N-P-K Relação 30 : 80:60 / 30 PORTANTO 1:2,6:2 10 : 30: ,7% B + 1,7% Zn FORMULAÇÃO COMERCIAL 1:2,6:2 * 10 = 10 :26:20 => 10:30:20 ( )/ 100 =0,6 ( ) / 0,6 = 340 kg de fertilizante formulado 285 kg 10 : 30 : % 2 kg Zn x % B x= 0,7 % B 285 kg 10 : 30 : % 5 kg Zn x % Zn x= 1,7 % Zn
33 7. FORMULAÇÃO 33 Formulados : Necessidade de nutrientes N-P-K Relação 30 : 80:60 / 30 PORTANTO 1:2,6:2 FORMULAÇÃO COMERCIAL 1:2,6:2 * 8 = 08 :26:20 => 08:26:16 ( )/100 = 0,5 ( ) / 0,5 = 285 kg de fertilizante formulado 285 kg 08 : 26 :16 100% 2 kg Zn x % B x= 0,6% B 08: 26: ,6% B + 1,5% Zn 285 kg 08: 26: % 5 kg Zn x % Zn x= 1,5% Zn
34 8. CRONOGRAMA DE IMPLANTAÇÃO 34 Gradagem pesada Subsolagem Grade niveladora Abertura de sulcos e aplicação de adubação de plantio 285 kg/ha de ,7 Zn + 0,7 B 100 kg/ha de fosfato natural reativo Aplicação de cobertura 60 dias após o plantio 140 kg/ha sulfato do amônio
35 REFERÊNCIAS 35 RAIJ, B van.; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A.; FURLANI, A.M.C Recomendação de adubação e calagem para o Estado de São Paulo, 2ª ed. Boletim 100. Campinas. Instituto Agronômico de Campinas. 285p. RIBEIRO, A.C.; GUIMARÃES, P.T.G.; ALVAREZ V., V.H. Recomendações para o uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais - 5ª Aproximação. Viçosa : Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais- CFSEMG, p SOUZA, D.M.G.; LOBATO, E. (Eds.). Cerrado correção do solo e adubação. Planaltina : EMBRAPA CERRADOS, p. VITTI, G.C.; OTTO, R.; FERREIRA, L.R.P. Nutrição e adubação da cana-de-açúcar: Manejo nutricional da cultura da cana-de-açúcar. In: BERLARDO, G.C.; CASSIA, M.T.; SILVA, R.P. ( Ed.). Processos Agrícolas e mecanização da cana-de-açúcar. Jaboticabal: SBEA, p.
Recomendação de adubação e correção de solo para cultura da Cana-de-açúcar
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Ciências do Solo LSO 526 Adubos e Adubação Recomendação de adubação e correção de solo para cultura da Cana-de-açúcar
Recomendação de Correção de Solo e Adubação de Feijão Ac. Felipe Augusto Stella Ac. João Vicente Bragança Boschiglia Ac. Luana Machado Simão
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO LSO526 Adubos e Adubações Recomendação de Correção de Solo e Adubação de Feijão Ac. Felipe Augusto
Cultura da Soja Recomendação de Correção e Adubação
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz Departamento de Ciência dos Solos LSO 0526 Adubos e Adubação Cultura da Soja Recomendação de Correção e Adubação Lucas Papadópoli
6.3 CALAGEM E ADUBAÇÃO
6.3 CALAGEM E ADUBAÇÃO 6.3.1 - CALAGEM Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina A quantidade de corretivo de acidez a ser usada varia conforme o Índice SMP determinado na análise do solo e a dose
6 CALAGEM E ADUBAÇÃO
CULTURA DO MILHO 6 CALAGEM E ADUBAÇÃO 6.1 - CALAGEM -Neutralização do Al; -Buscando atingir 70% da saturação de bases corrige a camada de incorporação; -Correção mais profunda incorporação mais profunda
Nutrição e Adubação Cana-de-açúcar. Fabiana Fernandes Doutoranda UNESP Ilha Solteira 2016
Nutrição e Adubação Cana-de-açúcar Fabiana Fernandes Doutoranda UNESP Ilha Solteira 2016 Introdução PLANTA SOLO FERTILIZANTES ADUBAÇÃO (kg/ha) = (PLANTA - SOLO) x f Introdução O que aplicar? Fontes e Nutrientes
Recomendação de correção e adubação para citros
Universidade de São Paulo Escola Superior De Agricultura Luiz De Queiroz Departamento de ciências do solo LSO-526 Adubos e Adubação Recomendação de correção e adubação para citros Grupo Turma 5ª feira
INOVACOES EM METOLOGIAS DE FERTILIZACAO DE CAFE. Bernardo van Raij Instituto Agronômico Campinas, SP - Brasil
INOVACOES EM METOLOGIAS DE FERTILIZACAO DE CAFE Bernardo van Raij Instituto Agronômico Campinas, SP - Brasil RAMACAFÉ 2001 Objetivo Discutir a adubação do café em uma nova abordagem, para identificar pontos
OTIMIZAÇÃO DE INSUMOS NO SISTEMA DE PRODUÇÃO SOJA-MILHO SAFRINHA
OTIMIZAÇÃO DE INSUMOS NO SISTEMA DE PRODUÇÃO SOJA-MILHO SAFRINHA Aildson P. Duarte Heitor Cantarella IAC-APTA IAC INSTITUTO AGRONÔMICO Recomendação de adubação para soja e milho-safrinha Análise do solo
Recomendação de calagem e adubação
Recomendação de calagem e adubação Na agricultura, a recomendação de calagem e adubação para as culturas é geralmente efetuada com base nas doses de corretivos e fertilizantes que assegurem entre 80% e
ADUBAÇÃO POTÁSSICA DA SOJA EM SISTEMA DE PLANTIO DIRETO NO SUDOESTE DE GOIÁS
XXVII Reunião Brasileira de Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas XI Reunião Brasileira sobre Micorrizas IX Simpósio Brasileiro de Microbiologia do Solo VI Re un iã o Bra sile ira d e Bio lo g ia d
Nutrição, Adubação e Calagem
Nutrição, Adubação e Calagem Importância da nutrição mineral Embora o eucalipto tenha rápido crescimento, este é muito variável. Os principais fatores que interferem no crescimento estão relacionados com
Calcário e gesso: os corretivos essenciais ao Plantio Direto
Correção do solo Calcário e gesso: os corretivos essenciais ao Plantio Direto Godofredo César Vitti e Júlio César Priori* Rodrigo Estevam Munhoz de Almeida Aplicação de calcário em área de cana de açúcar,
INTERESSE PELA UTILIZAÇÃO DE MICRONUTRIENTES
INTERESSE PELA UTILIZAÇÃO DE MICRONUTRIENTES Solos dos cerrados são originalmente deficientes em micronutrientes; O aumento da produtividade com > remoção de micronutrientes; A incorporação inadequada
Boas Práticas para Uso Eficiente de Fertilizantes na Cultura do Milho. Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico, Campinas (IAC)
Boas Práticas para Uso Eficiente de Fertilizantes na Cultura do Milho Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico, Campinas (IAC) Sucessão Soja e Milho Safrinha em Sistema Plantio Direto Antecipar a semeadura
ANÁLISE FOLIAR E AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS
UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DO SOLO ANÁLISE FOLIAR E AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DAS PLANTAS Milton Ferreira de Moraes Técnico Agrícola, Eng. Agrônomo, M.Sc.
Adubar a planta ou o sistema? Dr. Eros Francisco Diretor Adjunto IPNI Brasil
Adubar a planta ou o sistema? Dr. Eros Francisco Diretor Adjunto IPNI Brasil Bonito/MS 13 Agosto, 2014 IPNI O International Plant Nutrition Institute (IPNI) é uma organização nova, sem fins lucrativos,
Manejo da Adubação do Milho Safrinha
01 Manejo da Adubação do Milho Safrinha Introdução Manejar adequadamente as adubações envolve um complexo processo de tomada de decisão, onde estão envolvidas as características do solo e da planta, o
Adubação Foliar da Cultura do Milho Utilizando Produtos Multinutrientes. Antônio M. Coelho 1/ e Amélio C. Filho 2/
Adubação Foliar da Cultura do Milho Utilizando Produtos Multinutrientes Antônio M. Coelho 1/ e Amélio C. Filho 2/ 1/ Pesquisador da Embrapa Milho e Sorgo, Sete Lagoas, MG; CP 151, Email: [email protected]
IMPORTÂNCIA DA CALAGEM PARA OS SOLOS DO CERRADO
IMPORTÂNCIA DA CALAGEM PARA OS SOLOS DO CERRADO Palestra apresenta no I Seminário alusivo ao Dia Nacional do Calcário, no dia 23 de maio de 2013, no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
ISSN Dezembro, Guia Prático para a Adubação da Laranjeira com Base em Análises de Solo e Folha
ISSN 1678-1953 Dezembro, 2015 205 Guia Prático para a Adubação da Laranjeira com Base em Análises de Solo e Folha ISSN 1678-1953 Dezembro, 2015 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Tabuleiros
5. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DAS ANÁLISES DE SOLOS
5. INTERPRETAÇÃO DOS RESULTADOS DAS ANÁLISES DE SOLOS Victor Hugo Alvarez V. 1 Roberto Ferreira de Novais 2 Nairam Félix de Barros 3 Reinaldo Bertola Cantarutti 4 Alfredo Scheid Lopes 5 Os critérios a
Construção da fertilidade do solo no ambiente Cerrado. Carlos Alberto Silva (UFLA) Paulo T. G. Guimarães (EPAMIG)
Construção da fertilidade do solo no ambiente Cerrado Carlos Alberto Silva (UFLA) Paulo T. G. Guimarães (EPAMIG) Parte I Solo fértil? Solos do Brasil sob condições naturais: grau de fetilidade Solo ph
Corretivos Adubos e Adubações. Prof. ELOIR MISSIO
Corretivos Adubos e Adubações Prof. ELOIR MISSIO ADUBAÇÃO ORGÂNICA Fertilidade dos solos e manejo da adubação de culturas. Carlos A. Bissani; Clesio Gianello; Marino J. Tedesco; Flávio A. O. Camargo. Porto
Manejo de Nutrientes para Sistemas de Produção de Alta Produtividade. Dr. Eros Francisco IPNI Brasil
Manejo de Nutrientes para Sistemas de Produção de Alta Produtividade Dr. Eros Francisco IPNI Brasil IPNI missão O International Plant Nutrition Institute (IPNI) é uma organização nova, sem fins lucrativos,
NUTRIÇÃO EQUILIBRADA DO CAFEEIRO. ROBERTO SANTINATO 40º CBPC Serra Negra - SP
NUTRIÇÃO EQUILIBRADA DO CAFEEIRO ROBERTO SANTINATO 40º CBPC Serra Negra - SP Nutrição equilibrada em cafezais Equilíbrio Desequilíbrio Importância e respostas da correção do solo no equilíbrio nutricional
Ensaio na cultura da Cana de Açúcar
Ensaio na cultura da Cana de Açúcar (Saccharum hibridas) Introdução Originária do sudeste da Ásia, onde é cultivada desde épocas remotas, a exploração canavieira assentou-se, no início, sobre a espécie
CULTURA DA SOJA: NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO. Disciplina: Culturas de Plantas Oleaginosas Curso: Agronomia Responsável: Fernando Celoto
CULTURA DA SOJA: NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO Disciplina: Culturas de Plantas Oleaginosas Curso: Agronomia Responsável: Fernando Celoto P fonte de energia; K parede celular; Ca comunicação da chegada de inóculo
Efeito do uso de MAP revestido com polímeros de liberação gradual em teores de nitrogênio e fósforo foliares na cultura do milho.
Efeito do uso de MAP revestido com polímeros de liberação gradual em teores de nitrogênio e fósforo foliares na cultura do milho. É. A. S 1. Borges, F. B. Agostinho 1, W. S. Rezende 1, 2 F. E. Santos,
Tecnologia americana gerando resultado no agronegócio brasileiro
Tecnologia americana gerando resultado no agronegócio brasileiro Empresas Análises Meio Ambiente 2013 2013 software de gestão da informação 2005 Consultoria SULVET 1996/2002 2002 Construção da fertilidade
Calagem e gessagem na cultura dos citros. Prof. Dr. José Eduardo Creste Presidente Prudente - SP
Calagem e gessagem na cultura dos citros. Prof. Dr. José Eduardo Creste Presidente Prudente - SP Produtividade: Pomar A:70 ton/ha Pomar B:10 ton/ha 52 fatores influenciam a produção vegetal: 07 deles são
Calagem na cana-de-acúçar
Boletim - Dezembro / 2001 Calagem na cana-de-acúçar 1 - INTRODUÇÃO O maior desenvolvimento do sistema radicular de uma planta irá refletir inicialmente em maior resistência à seca, maior absorção de nutrientes
Recomendação de Calagem e Adubação para Plantações Florestais Prof. José Leonardo M. Gonçalves ESALQ/USP
Recomendação de Calagem e Adubação para Plantações Florestais Prof. José Leonardo M. Gonçalves ESALQ/USP! "#$ FASES NUTRICIONAIS DO POVOAMENTO FLORESTAL FASE INICIAL Adaptação e crescimento inicial pós-plantio
Manejo da adubação nitrogenada para altas produtividades da cana-de-açúcar
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ Departamento de Ciência do Solo Manejo da adubação nitrogenada para altas produtividades da cana-de-açúcar Prof. Dr. Rafael Otto
O POTÁSSIO NO SOLO CLASSIFICAÇÃO DO POTÁSSIO TOTAL DO SOLO: 1. Tisdale & Nelson (1975): Critério de disponibilidade no nutriente no solo:
INTRODUÇÃO POTÁSSIO: Segundo elemento mais exigido pelas culturas; Aumento da quantidade utilizada, originada pela agricultura intensiva e tecnificada; Solos brasileiros não possuem teores adequados de
Construção de Perfil do Solo
Gargalos Tecnológicos para Produção Agrícola Construção de Perfil do Solo Eduardo Fávero Caires Universidade Estadual de Ponta Grossa Solos com Fertilidade Baixa ou Muito Baixa Acidez Excessiva Teor tóxico
ADUBOS FLUÍDOS (líquidos)
Universidade Federal do Paraná Departamento de Solos e Engenharia Agrícola Volnei Pauletti ADUBOS FLUÍDOS (líquidos) Conceitos Uso Vantagens Matérias primas Fabricação 1 Adubos líquidos ou fluídos: CONCEITOS
Corretivos Adubos e Adubações. Prof. ELOIR MISSIO
Corretivos Adubos e Adubações Prof. ELOIR MISSIO FORMULAÇÃO DE FERTILIZANTES Fertilidade dos solos e manejo da adubação de culturas. Carlos A. Bissani; Clesio Gianello; Marino J. Tedesco; Flávio A. O.
BPUPs para MILHO. Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico, Campinas (IAC)
BPUPs para MILHO Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico, Campinas (IAC) Área Milho Segunda Safra - Brasil 2012 Parte da segunda safra não é milho safrinha Fonte: IBGE Fonte: Fonte: Conab Conab Fonte:
REPENSANDO A ADUBAÇÃO NPK EM SISTEMAS DE ALTA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS. Álvaro V. Resende
REPENSANDO A ADUBAÇÃO NPK EM SISTEMAS DE ALTA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS Álvaro V. Resende Araxá, 19/09/2014 Roteiro Contexto dos sistemas soja-milho Repensando a adubação NPK Considerações finais Contexto
Nutrição e Adubação do Milho Visando Obtenção do Minimilho 09
ISSN 1679-1150 Nutrição e Adubação do Milho Visando Obtenção do Minimilho 09 Introdução O cultivo do minimilho é uma atividade nova no cenário agrícola do Brasil e, como tal, carente de uma série de informações.
Adubação da Cultura da Soja no Paraná e Goiás
Tema 2 Manejo da adubação com ênfase na aplicação a lanço Adubação da Cultura da Soja no Paraná e Goiás Adilson de Oliveira Junior César de Castro Fábio Álvares de Oliveira Vinícius Benites Pesquisadores
Adubação do Milho Safrinha. Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico (IAC), Campinas
Adubação do Milho Safrinha Aildson Pereira Duarte Instituto Agronômico (IAC), Campinas Produtividade, kg/ha Área (milhões ha) AUMENTO DA ÁREA E PRODUTIVIDADE 8000,0 7000,0 6000,0 Total MT 7.012 5000,0
Efeito do uso de MAP revestido com polímeros de liberação gradual em atributos de solo e produtividade de matéria seca no milho.
Efeito do uso de MAP revestido com polímeros de liberação gradual em atributos de solo e produtividade de matéria seca no milho. Flávia B. Agostinho 1,4, Érico A. S. Borges 1,5, Wender S. Rezende 1,6,
MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO, EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E ADUBAÇÃO DO MILHO
IV CURSO SOBRE PRODUÇÃO INTEGRADA EM SISTEMAS DE INTEGRAÇÃO LAVOURA PECUÁRIA - BOAS PRÁTICAS PARA O MILHO Goiânia 15 a 17 de Abril de 2009 MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO, EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS E ADUBAÇÃO
INDICADORES QUÍMICOS DE QUALIDADE DO SOLO
INDICADORES QUÍMICOS DE QUALIDADE DO SOLO Eduardo Fávero Caires Professor Associado - Fertilidade do Solo Reunião Paranaense de Ciência do Solo UNIVERSIDADE ESTADUAL DE PONTA GROSSA III REUNIÃO PARANAENSE
Calagem, adubação de base, de plantio e de cobertura
Universidade Tecnológica Federal do Paraná Campus Dois Vizinhos Engenharia Florestal Tratos e Métodos Silviculturais Calagem, adubação de base, de plantio e de cobertura Eng. Ftal. Dr. Prof. Eleandro José
Formação de pastagens
Campus de Ilha Solteira Cronograma para formação das pastagens Formação de pastagens Prof. Leandro C. Araujo (DBZ) Zootecnista 2 Cronograma para manutenção das pastagens AMOSTRAGEM DE SOLOS Primeira etapa
ADUBOS FLUIDOS E ADUBAÇÃO FOLIAR
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO ESCOLA SUPERIOR DE AGRICULTURA LUIZ DE QUEIROZ DEPARTAMENTO DE CIÊNCIA DO SOLO LSO 526 Adubos e Adubação ADUBOS FLUIDOS E ADUBAÇÃO FOLIAR Prof. Dr. Rafael Otto Piracicaba, SP
MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO NO CERRADO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO CAMPUS UNIVERSITÁRIO DE RONDONÓPOLIS INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS E TECNOLÓGICAS MANEJO DA FERTILIDADE DO SOLO EM SISTEMAS DE PRODUÇÃO NO CERRADO Edicarlos Damacena
Efeito de Fontes e Doses de Fertilizantes Fosfatados na Cultura do Milho Elvio Brasil Pinotti 1, Leandro José Grava de Godoy 2 e Mateus Manji 3
XXIX CONGRESSO NACIONAL DE MILHO E SORGO - Águas de Lindóia - 26 a 30 de Agosto de 2012 Efeito de Fontes e Doses de Fertilizantes Fosfatados na Cultura do Milho Elvio Brasil Pinotti 1, Leandro José Grava
FONTES DE MICRONUTRIENTES
FONTES DE MICRONUTRIENTES Inorgânicas (Minerais) Orgânicas - Ácidos - Sais - Óxidos - Oxi-Sulfatos - Silicatos (F.T.E.) - Cloretos - Quelatos - Esteres B PRINCIPAIS FONTES DE MICRONUTRIENTES UTILIZADAS
UTILIZAÇÃO DE MICRONUTRIENTES
VI CURSO DE FERTILIDADE DO SOLO E PLANTIO DIRETO UTILIZAÇÃO DE ICRONUTRIENTES Carlos Alberto Bissani Clesio Gianello UFRGS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL Departamento de Solos Faculdade de Agronomia
Circular. Técnica. Autores. Calagem e Adubação do Algodoeiro no Cerrado. Amostragem de Solos para Fins de Avaliação da Fertilidade
Calagem e Adubação do Algodoeiro no Cerrado 1 ISSN 0100-6460 Calagem e Adubação do Algodoeiro no Cerrado 92 Circular Técnica Campina Grande, PB Agosto, 2006 Autores Maria da Conceição Santana Carvalho
Manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho
Manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho Atualmente, pode-se dizer que um dos aspectos mais importantes no manejo da adubação nitrogenada na cultura do milho refere-se à época de aplicação e
MANEJO DA ADUBAÇÃO. Prof. Dr. Danilo Eduardo Rozane.
CURSO DE FORMAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS E AUDITORES EM PI MÓDULO GOIABA CATI - CAMPINAS 07 a 11 de novembro de 2011 MANEJO DA ADUBAÇÃO Prof. Dr. Danilo Eduardo Rozane [email protected]
ADUBAÇÃO da SERINGUEIRA. ONDINO C. BATAGLIA
ADUBAÇÃO da SERINGUEIRA ONDINO C. BATAGLIA [email protected] CULTIVO DA SERINGUEIRA TOMAR A DECISÃO DE PLANTAR Talvez seja a fase mais difícil pois uma vez tomada a convivência com a planta será muito
Feijão. 9.3 Calagem e Adubação
Feijão 9.3 Calagem e Adubação Fonte: Fageria et al. (1996). 1996 CORREÇÃO DO SOLO -CALAGEM -GESSAGEM -SILICATAGEM CALAGEM -Aumento da eficiência dos adubos -Produtividade -Rentabilidade Agropecuária. Lopes
Efeito do uso de MAP revestido com polímeros de liberação gradual em parâmetros vegetativos do milho.
Efeito do uso de MAP revestido com polímeros de liberação gradual em parâmetros vegetativos do milho. Wender S. Rezende 1,5, Flavia B. Agostinho 1,6, Érico A.S. Borges 1,7, Francis E. da Silva 2,8, Adriane
CÁLCULOS PARA ADUBAÇÃO E CALAGEM
CPEA Centro Paulista de Estudos Agropecuários Elaborado por Profa. Elaine Apostila de CÁLCULOS PARA ADUBAÇÃO E CALAGEM Aluno: 1 Curso: 1) CÁLCULO DA NECESSIDADE DE CALAGEM CTC x (V2 V1) NC = -----------------------
Manejo Químico e Atributos de Fertilidade de Solos Arenosos. Equipe Fundação MT / PMA Leandro Zancanaro
Manejo Químico e Atributos de Fertilidade de Solos Arenosos Equipe Fundação MT / PMA Leandro Zancanaro Maringá - PR, 23 de maio de 2017 Manejo Químico e Atributos de Fertilidade de Solos Arenosos Manejo?
Balanço do Potássio em Solo do Cerrado no Sistema Plantio Direto Termos para indexação Introdução
Balanço do Potássio em Solo do Cerrado no Sistema Plantio Direto Daiene Bittencourt Mendes Santos 1, Djalma Martinhão Gomes de Sousa 2, Wenceslau J. Goedert 1 ( 1 Universidade de Brasília, Campus Universitário
Adubação dos Sistemas de Produção de Grãos e Fibras
P R O M O Ç Ã O E R E A L I Z A Ç Ã O O R G A N I Z A Ç Ã O Adubação dos Sistemas de Produção de Grãos e Fibras Eros Francisco IPNI Brasil Diretor Adjunto IPNI missão ü O International Plant Nutrition
Fertilidade de Solos
Cultivo do Milho Economia da Produção Zoneamento Agrícola Clima e Solo Ecofisiologia Manejo de Solos Fertilidade de Solos Cultivares Plantio Irrigação Plantas daninhas Doenças Pragas Colheita e póscolheita
ANÁLISE DO SOLO. Determinações, cálculos e interpretação
ANÁLISE DO SOLO Determinações, cálculos e interpretação INTRODUÇÃO Esta cartilha tem por objetivo levar informações sobre interpretação de análises de solos para fins de recomendação de calagem e adubação.
GASPAR H. KORNDÖRFER RFER UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA
GASPAR H. KORNDÖRFER RFER UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLANDIA FÓSFORO - IMPORTÂNCIA Elemento vital na dieta de todos os organismos (macro e microorganismos) É o 2º 2 nutriente mineral mais abundante no
Fertilidade de Solos
Cultivo do Milho Economia da Produção Zoneamento Agrícola Clima e Solo Ecofisiologia Manejo de Solos Fertilidade de Solos Cultivares Plantio Irrigação Plantas daninhas Doenças Pragas Colheita e pós-colheita
ABSORÇÃO FOLIAR. Prof. Josinaldo Lopes Araujo. Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes
ABSORÇÃO FOLIAR Prof. Josinaldo Lopes Araujo 1 INTRODUÇÃO Plantas cultivadas dividem-se em: Folhas Caule Raízes Cada parte tem uma função definida As folhas absorvem água e nutrientes Porque essa capacidade?
Dinâmica de nutrientes no Solo
8º Curso de Atualização em Cafeicultura Dinâmica de nutrientes no Solo Alysson Vilela Fagundes Eng. Agr.Fundação Procafé Antônio Wander R. Garcia Eng. Agr.MAPA/Fundação Procafé Introdução: Solo: Fase Gasosa
8. CALAGEM E ADUBAÇÃO
CULTURA DO ARROZ 8. CALAGEM E ADUBAÇÃO ADUBAÇÃO = (PLANTA - SOLO) x f Para quantificar o primeiro parâmetro realizar 4 perguntar : 1 O que aplicar? 2 Quanto aplicar? 3 Quando aplicar? 4 Como aplicar? 1
VALORES DE REFERÊNCIA DE MICRONUTRIENTES PARA A CULTURA DO ALGODÃO PARA O CENTRO-OESTE DO BRASIL 1
VALORES DE REFERÊNCIA DE MICRONUTRIENTES PARA A CULTURA DO ALGODÃO PARA O CENTRO-OESTE DO BRASIL 1 Marcos Antonio Camacho da Silva (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Aquidauana / [email protected]),
Interpretação da análise de solo
Interpretação da análise de solo Tabela de interpretação A orientação para interpretação da análise de solo são organizadas em manuais estaduais e regionais. Manual Tabelas de interpretação Recomendações
EFEITO DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM MILHO SAFRINHA CULTIVADO EM ESPAÇAMENTO REDUZIDO, EM DOURADOS, MS
EFEITO DE ADUBAÇÃO NITROGENADA EM MILHO SAFRINHA CULTIVADO EM ESPAÇAMENTO REDUZIDO, EM DOURADOS, MS Carlos Hissao Kurihara (1), Bruno Patrício Tsujigushi (2) Introdução A adubação da cultura do milho safrinha
Claudinei Kurtz Eng Agr MSc Epagri EE Ituporanga Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas. Governo do Estado
NUTRIÇÃO E ADUBAÇÃO DA CULTURA DA CEBOLA Claudinei Kurtz Eng Agr MSc Epagri EE Ituporanga Fertilidade do Solo e Nutrição de Plantas Governo do Estado AMOSTRAGEM DO SOLO Solo da camada 0-20cm 1ha = 2000
Nutrição de Plantas: Técnicas para aumento da produtividade da Soja. Eng. Agr. Dr. Douglas Gitti Pesquisador de Manejo e Fertilidade do Solo
Nutrição de Plantas: Técnicas para aumento da produtividade da Soja Eng. Agr. Dr. Douglas Gitti Pesquisador de Manejo e Fertilidade do Solo Roteiro 1- Ativos Biológicos na Soja: Azospirillum 2- Sais e
Relatório de pesquisa de utilização de basalto na agricultura biodinâmica em parceria com o Grupo Siqueira.
Relatório de pesquisa de utilização de basalto na agricultura biodinâmica em parceria com o Grupo Siqueira. Efeito de basalto e preparados biodinâmicos na produtividade de aveia preta e milho em cultivo
Efeito da adubação nitrogenada no cultivo de taro
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica, 10., 2013, Belo Horizonte Efeito da adubação nitrogenada no cultivo de taro Bianca Fialho Bonicontro (1), Sanzio Mollica Vidigal (2), Iza Paula de Carvalho
Manejo da adubação no sistema soja-milho
Evento Agro Excelência Manejo da adubação no sistema soja-milho Dr. Eros Francisco - Diretor Adjunto IPNI Brasil SUMÁRIO Apresentação do IPNI; Soja e milho: contexto atual; Introdução: tipos de solos;
A NUTRIÇÃO MINERAL E A ADUBAÇÃO DO SISAL
A NUTRIÇÃO MINERAL E A ADUBAÇÃO DO SISAL Gilvan Barbosa Ferreira Dr. Solos e Nutrição de Plantas Pesquisador da Embrapa Algodão O sisal (Agave siselana Perr.) é uma espécie de origem tropical (notadamente
AVALIAÇÃO DO USO DO PÓ DE ROCHA NO DESEMPENHO DE DUAS VARIEDADES DE MANDIOCA DE MESA
AVALIAÇÃO DO USO DO PÓ DE ROCHA NO DESEMPENHO DE DUAS VARIEDADES DE MANDIOCA DE MESA Fernanda Pereira de Souza 1 Eder de Souza Martins 2 Luise Lottici Krahl 3 Eduardo Alano Vieira 4 Josefino de Freitas
431 - AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHO EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO EM SISTEMA ORGÂNICO DE PRODUÇÃO
Manejo de Agroecosistemas Sustentaveis Monferrer 431 - AVALIAÇÃO DE VARIEDADES DE MILHO EM DIFERENTES DENSIDADES DE PLANTIO EM SISTEMA ORGÂNICO DE PRODUÇÃO José C. Cruz 1 ; Israel A. Pereira Filho 1 ;
Implantação e Manejo Florestal
8º. Curso de Atualização em Eucaliptocultura Implantação e Manejo Florestal Eng o. João Carlos T. Mendes [email protected] Departamento de Ciências Florestais Estação Experimental de Itatinga Outubro/2008
Quadro 1 - Fatores para conversão de unidades antigas em unidades do Sistema Internacional de Unidades.
Informação sobre interpretação de Análise de Solo, segundo o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento de Solos e Recursos Ambientais, Instituto Agronômico de Campinas. Quadro 1 - Fatores para conversão de
PRODUTIVIDADE DA CEBOLA EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO NITROGENADA
PRODUTIVIDADE DA CEBOLA EM FUNÇÃO DA ADUBAÇÃO NITROGENADA Daniel Rodrigues Ribeiro (1), Sanzio Mollica Vidigal (2), Maria Aparecida Nogueira Sediyama (2), Paulo Roberto Gomes Pereira (3), Rachel Soares
BPUFs em Pastagem. Adilson de Paula Almeida Aguiar FAZU CONSUPEC Uberaba MG
BPUFs em Pastagem Adilson de Paula Almeida Aguiar FAZU CONSUPEC Uberaba MG INTRODUÇÃO Mapa de classes de fertilidade dos solos brasileiros Muito baixa Baixa Média Média a alta Alta O uso de fertilizantes
DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL E ANÁLISE FOLIAR
Universidade Federal do Paraná Setor de Ciências Agrárias Departamento de Solos e Engenharia Agrícola AL 320 - Nutrição Mineral de Plantas DIAGNÓSTICO NUTRICIONAL E ANÁLISE FOLIAR Professor: Volnei Pauletti
Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura. de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães
Nutrição do cafeeiro e uso de Sódio S na agricultura Júlio César C de Oliveira Silva Guilherme Maluf Breno Geraldo Rabelo Leblon Urbano Guimarães Sumário 1. História do café no Brasil 2. Conceitos e legislação
CALAGEM SUPERFICIAL E GESSAGEM EM PLANTIO DIRETO
SISTEMAS INTEGRADOS DE MANEJO NA PRODUÇÃO AGRÍCOLA SUSTENTÁVEL CALAGEM SUPERFICIAL E GESSAGEM EM PLANTIO DIRETO SINOP MATO GROSSO 23 a 25 de Novembro de 2015 Eduardo Fávero Caires Universidade Estadual
Nutrição e Adubação do Milho 78
ISSN 1679-1150 Nutrição e Adubação do Milho 78 Introdução Nos últimos anos, a cultura do milho no Brasil, vem passando por importantes mudanças tecnológica, resultando em aumentos significativos da produtividade
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS DA MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) 1
EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS DA MANDIOCA (Manihot esculenta Crantz) 1 Paula Ciléia Thomas 2 Joaquim Júlio Almeida Júnior 3 Katya Bonfim Ataides Smiljanic 3 Francisco Solano Araújo Matos 3 Gabriela Maria Kuss
Capítulo III Calagem e Adubação
Capítulo III Calagem e Adubação Ana Lúcia Borges A bananeira é uma planta de crescimento rápido que requer, para seu desenvolvimento e produção, quantidades adequadas de nutrientes disponíveis no solo.
79 ISSN Dezembro, 2009 Corumbá, MS
79 ISSN 98-723 Dezembro, 2009 Corumbá, MS Análise de Solos: Finalidade e Procedimentos de Amostragem Evaldo Luis Cardoso Ana Helena Bergamim Marozzi Fernandes 2 Fernando Antonio Fernandes 3 Introdução
Adubação do milho safrinha: Nitrogênio e Fósforo.
Adubação do milho safrinha: Nitrogênio e Fósforo. Eng. Agr. Dr. Douglas de Castilho Gitti Pesquisador Manejo e Fertilidade do Solo (67) 9681-7293 [email protected] Roteiro da Palestra 1. Ambientes
16 EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FARTURE
16 EFEITO DA APLICAÇÃO DO FERTILIZANTE FARTURE EM RELAÇÃO AO FORMULADO PADRÃO O objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho do fertilizante Farture (00-12-12) em diferentes dosagens em relação ao
