CARTILHA DE PRÁTICAS COLABORATIVAS
|
|
|
- Amadeu Beretta Madureira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 CARTILHA DE PRÁTICAS COLABORATIVAS O presente trabalho integra as ações da primeira Comissão de Práticas Colaborativas do Brasil, criada pela OAB/RJ na gestão do Presidente Felipe Santa Cruz. No ano de 2013, o Prêmio Innovare, que identifica, premia e dissemina práticas inovadoras que estejam contribuindo com a modernização da Justiça Brasileira, conferiu às Práticas Colaborativas a premiação na categoria Advocacia.
3
4 O QUE SÃO AS PRÁTICAS COLABORATIVAS? As Práticas Colaborativas são um método não adversarial e extrajudicial de gestão de conflitos, que conta com uma equipe multidisciplinar (advogados, profissionais de saúde, especialistas financeiros, entre outros), devidamente capacitada pelo Instituto Brasileiro de Práticas Colaborativas IBPC, ou outro Instituto que atenda os padrões estabelecidos pelo IBPC ( Nas Práticas Colaborativas os advogados de ambas as partes trabalham em parceria e assumem o compromisso de não recorrer ao Judiciário caso o acordo não seja alcançado. Para tanto, é assinado um Termo de Compromisso com cláusula específica de não litigância e confidencialidade. A assinatura da referida cláusula, que desqualifica os advogados para o litígio em relação àqueles clientes específicos, tem um efeito transformador para todas as pessoas envolvidas na negociação. diálogo, onde é possível que todas as partes envolvidas advogados, clientes e demais profissionais façam a chamada chuva de ideias (brainstorming), identificando inúmeras possibilidades, para então eleger propostas e alternativas com criatividade. O advogado que atue colaborativamente em um caso específico não está impedido de participar de casos litigiosos (envolvendo outros temas ou outros clientes), só não poderá fazê-lo quando houver firmado o Termo de Compromisso acima mencionado. Com as Práticas Colaborativas as pessoas mantêm o controle de suas vidas e negócios e trabalham em conjunto para chegar a um entendimento que atenda a todos os envolvidos, por meio de diálogos pautados na colaboração, respeitando o tempo e a individualidade de cada um. Quando os advogados passam a atuar colaborativamente ou seja, um com o outro e não um contra o outro cria-se um ambiente protegido de
5
6 QUAIS BENEFÍCIOS AS PRÁTICAS COLABORATIVAS OFERECEM: Celeridade Redução de custos Confidencialidade Preservação da autonomia Consideração da individualidade de cada pessoa envolvida Soluções de benefícios mútuos Amparo e desenvolvimento emocional de todos os envolvidos Soluções construídas em conjunto Foco no sistema familiar Manutenção de parcerias importantes em parceria com o outro advogado colaborativo na busca por soluções criativas que beneficiem a todos. As Práticas Colaborativas privilegiam e fortalecem o papel do advogado, na medida em que trazem para o âmbito de seu escritório todo o processo de resolução da controvérsia, evitando o litígio judicial. E ainda, resgata a missão precípua do advogado que é a de resolver conflitos o que não significa, necessariamente, ajuizar processos agindo em prol da pacificação social de maneira efetiva, em consonância com o que estatui o artigo 2º do Código de Ética e Disciplina da OAB. A IMPORTÂNCIA DO ADVOGADO NAS PRÁTICAS COLABORATIVAS O advogado possui um papel central: sua participação define a prática como colaborativa. É o advogado quem identifica, junto com o seu cliente, o melhor método de solução para a controvérsia apresentada. Auxilia na identificação de valores, conceitos, interesses e prioridades do seu cliente. Estuda possibilidades e ajuda na compreensão dos elementos do conflito, trabalhando
7
8 O DIFERENCIAL DA EQUIPE MULTIDISCIPLINAR O enfoque multidisciplinar na resolução das controvérsias, o diálogo, o benefício mútuo das partes envolvidas e a transparência são os pilares das Práticas Colaborativas. Durante as negociações, se necessário, profissionais de saúde podem ser chamados para dar suporte psicológico às partes, individualmente, auxiliando-as no manejo dos sentimentos nos momentos mais críticos, comuns a processos que demandem esse tipo de ajuda especializada. Da mesma forma, quando necessário, a equipe poderá valer-se de peritos, terapeutas infanto-juvenis, especialistas contábeis e financeiros, ou outros especialistas, que, de forma neutra, integrarão o time colaborativo, trazendo informações e ampliando as alternativas, enriquecendo significativamente o processo decisório. AS PRÁTICAS COLABORATIVAS NO DIREITO DE FAMÍLIA Todos concordam que nos processos familiares não há vencedores todos perdem! Em especial os filhos. As Práticas Colaborativas no Direito de Família são regidas pela cooperação e não pela disputa de interesses, que visa preservar a harmonia do sistema familiar e a autonomia de seus membros. As crianças e adolescentes que passam por essa experiência estarão testemunhando o esforço de seus pais em dirimir suas diferenças e administrar seus conflitos com respeito mútuo, responsabilidade e autopreservação. A cooperação das partes combinada ao trabalho da equipe multidisciplinar promove a transparência e o restabelecimento do diálogo, que são necessários à elaboração de um acordo que atenda às reais necessidades de toda a família. Cada parte terá o seu coach ou profissional de saúde como aliado e provedor de ajuda emocional para, por exemplo, o desfazimento da relação conjugal ou, nos casos em que existam conflitos envolvendo os filhos, para a construção de uma boa parceria parental pósdivórcio.
9
10 AS PRÁTICAS COLABORATIVAS NO DIREITO CÍVEL E EMPRESARIAL Disputas envolvendo questões imobiliárias, problemas de vizinhança, sociedades, parcerias, contratos de qualquer natureza, seguros, responsabilidade civil, relação de consumo, questões ambientais, dentre inúmeros outros exemplos, são temas que podem ser contemplados pelas Práticas Colaborativas. desenho de uma solução otimizada, sob a garantia conferida pela assinatura do termo de confidencialidade e não-litigância. As Práticas Colaborativas têm pertinência nas áreas cível e empresarial sempre que, para as partes em disputa, for relevante, a título de exemplo: a manutenção de parcerias importantes, confidencialidade, administração de risco, relações em rede (Ex.: Franchising) e/ou necessidade de se poupar custo e tempo. Ou seja, sempre que houver necessidade de resolver a controvérsia de modo não adversarial, com a construção de um acordo customizado que atenda a todos. Diante de determinada disputa de natureza cível ou empresarial, advogados colaborativos e outros profissionais, que detenham o conhecimento específico de temas que envolvam a questão, podem formar uma equipe multidisciplinar que trabalhará em parceria no
11
12 SAIBA MAIS: A OAB/RJ possui uma Comissão Especial de Práticas Colaborativas, que é composta por profissionais das áreas jurídicas, de saúde e financeira, tendo por princípio basilar a atuação não adversarial, extrajudicial e multidisciplinar na busca das soluções dos conflitos. As Práticas Colaborativas foram idealizadas por um advogado de família norte-americano, Stuart Webb, na década de 80, que estava insatisfeito com a sua prática litigante por constatar os efeitos devastadores dos processos judiciais para todo o sistema familiar (mesmo nas situações em que seus clientes tinham êxito em seus pleitos). Comissão Especial de Práticas Colaborativas Presidente Olivia Fürst Vice-presidente Marisa Gaudio Redação Elizabeth Heimenis Flávia Scio Livia Caetano Revisão Olivia Fürst Arte Andrei Bastos Atualmente, é amplamente utilizada em diversos países, como Estados Unidos, Canadá, África do Sul, Austrália, assim como na Europa, com ampla aplicação também em âmbito cível e empresarial. Para maiores informações, acesse:
AJURIS Escola Superior da Magistratura
AJURIS Escola Superior da Magistratura PRÁTICAS COLABORATIVAS INTERDISCIPLINARES Gestão Adequada de Conflitos Olivia Fürst Advogada Colaborativa e Mediadora de Conflitos HISTÓRICO Início dos anos 1990,
ADVOCACIA COLABORATIVA
Resumo ADVOCACIA COLABORATIVA Apresentam-se, neste texto, os aspectos relativos a Advocacia Colaborativa, consistindo esta em se criar um ambiente de cooperação em que todos possam buscar uma solução viável,
CÂMARAS DE MEDIAÇÃO E ARBITRAL COMO UTILIZÁ-LAS NA SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIAS
CÂMARAS DE MEDIAÇÃO E ARBITRAL COMO UTILIZÁ-LAS NA SOLUÇÃO DE DIVERGÊNCIAS Meios de Condução de Conflitos Adversariais Estado dizendo o direito - Jurisdição Estadual Juiz autorizado legalmente, ouve as
Solução de Controvérsias na Área de Propriedade Intelectual Tatiana Campello Lopes Todos os Direitos Reservados.
Solução de Controvérsias na Área de Propriedade Intelectual Todos os Direitos Reservados. QUANDO AS CONTROVÉRSIAS OCORREM? Numa visão bem abrangente: Quando as expectativas da contratação não prosperaram
Revisando. Revisando. Revisando 02/03/12. Teoria do Conflito e os mecanismos autocompositivos, técnicas de negociação e mediação.
Prof. Me. Aécio Borba (UFPA) Teoria do Conflito e os mecanismos autocompositivos, técnicas de negociação e mediação. Procedimentos, postura, condutas e mecanismos aptos a obter a solução conciliada dos
CARTILHA DE MEDIAÇÃO
CARTILHA DE MEDIAÇÃO Apoio: 1. A RELAÇÃO DE FRANQUIA Quando um empresário decide expandir o seu negócio por meio de franchising, ele adota a estratégia de divulgar a sua marca em outros mercados, concedendo
Manual de Negociação
Disciplina: Processo Decisório Prof. Gustavo Nogueira Manual de Negociação Organizador: Gilberto Sarfati 1º Edição 2010 Denise Manfredi Denise Manfredi é mestre em Psicologia da Saúde pela Universidade
Auxiliando empresas dinâmicas a liberarem seu potencial de crescimento Grant Thornton Brazil Ltd. All rights reserved.
Auxiliando empresas dinâmicas a liberarem seu potencial de crescimento 2017 Grant Thornton Brazil Ltd. All rights reserved. A Grant Thornton Somos uma das cinco maiores empresas em serviços de auditoria,
22/10/2013. O que estudar? Dinâmica dos conflitos. Tema 6: O Envolvimento de uma Terceira Parte no Conflito. Profª Msc.
Tema 6: O Envolvimento de uma Terceira Parte no Conflito Profª Msc. Mônica Satolani O que estudar? O envolvimento de uma terceira parte no conflito e a sua importância para a solução do conflito. As visões
TERMO DE PARTICIPAÇÃO EM MEDIAÇÃO
Mediação nº TERMO DE PARTICIPAÇÃO EM MEDIAÇÃO Pelo presente Termo de Participação em Mediação ( Termo ), a Câmara MEDIARE ( Câmara ), os mediadores e os mediandos, na qualidade de Contratantes entre si,
Portfólio Galvão Advocacia & Consultoria Jurídica
Portfólio Galvão Advocacia & Consultoria Jurídica Rua Tiradentes, n 391 - Sala 04 CEP: 66053-330 Reduto - Belém/PA Fones: (91) 98364 2001 [email protected] www.karlagalvao.com.br O Escritório
Versão digital: CARTILHA DE MEDIAÇÃO CMA COMISSÃO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA OAB/MG
CARTILHA DE MEDIAÇÃO COMISSÃO DE MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM DA OAB/MG Direito autoral OAB/MG 2009 REPRODUÇÃO PERMITIDA, DESDE QUE CITADA A FONTE Direito autoral OAB/MG 2009 Elaboração Comissão de Mediação e
A Prova Técnica na Arbitragem
1 CRC/SP São Paulo, 25.11.2016 A Prova Técnica na Arbitragem Profa. Dra. Selma Ferreira Lemes Sumário 2 I. Arbitragem - Noções Gerais II. III. IV. A Instituição da Arbitragem A Prova Técnica e suas Formas
Espallargas Gonzalez Sampaio ADVOGADOS
Espallargas Gonzalez Sampaio A mais bela função da humanidade é a de administrar a justiça. Voltaire Histórico Resultado da reunião de experientes advogados, ESPALLARGAS GONZALEZ SAMPAIO é uma das mais
SUMÁRIO. Introdução CAPÍTULO 1 Conflitos civis e meios de composição... 3
SUMÁRIO Introdução... 1 CAPÍTULO 1 Conflitos civis e meios de composição... 3 1.1 Conflito: conceito e abordagem... 3 1.1.1 Abordagem cuidadosa das controvérsias... 7 1.1.2 Uma nova visão também nos conflitos
PAINEL 5. Nome de Domínio Solução de Conflitos pelo Sistema Administrativo de Conflitos de Internet (SACI), Mediação ou Arbitragem
PAINEL 5 Nome de Domínio Solução de Conflitos pelo Sistema Administrativo de Conflitos de Internet (SACI), Mediação ou Arbitragem Marcelo Dias Gonçalves Vilela O sucesso do SACI-Adm e do CASD-ND são inspiradores
G M ADVOGADOS GOUVEIA MAGALHÃES MOURY FERNANDES
G M ADVOGADOS GOUVEIA MAGALHÃES MOURY FERNANDES Preocupação com o detalhe, qualidade do trabalho e soluções eficientes. Apresentação A preocupação com o detalhe, a qualidade do trabalho executado artesanalmente,
ARBITRAGEM Lei 9.307/96 SOLUÇÃO MODERNA DE CONFLITOS
1 ARBITRAGEM Lei 9.307/96 SOLUÇÃO MODERNA DE CONFLITOS 2 O QUE SE BUSCA COM ESTA APRESENTAÇÃO: a) Desmistificar o instituto da arbitragem; b) Desenvolver um espírito crítico dos contadores em relação ao
APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL
APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Apresentação, Missão e Valores A RAYEL, MIRANDA e WEIGAND SOCIEDADE DE ADVOGADOS, sociedade de advocacia especializada em Direito Empresarial, possui a missão de gerar resultados
Av. Gov. Agamenon Magalhães, 4779, 13º andar Empresarial Isaac Newton Ilha do Leite Recife-PE CEP: pabx (81)
Av. Gov. Agamenon Magalhães, 4779, 13º andar Empresarial Isaac Newton Ilha do Leite Recife-PE CEP: 50.070-160 pabx (81) 3126.5700 www.aepa.adv.br Soluções em Direito Civil Nossa Área: A equipe da área
ARQUITETURA E ENGENHARIA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS ASSISTÊNCIA TÉCNICA JUDICIAL AUTOVISTORIAS
ARQUITETURA E ENGENHARIA AVALIAÇÕES E PERÍCIAS ASSISTÊNCIA TÉCNICA JUDICIAL AUTOVISTORIAS Sobre a ObjetivaBR Com vasta experiência no mercado, consolidada em seus 30 anos de atuação, a ObjetivaBR visa
KARINA VOLPATO KENIA VOLPATO CAMILO A MEDIAÇÃO E O DIVÓRCIO
KARINA VOLPATO KENIA VOLPATO CAMILO A MEDIAÇÃO E O DIVÓRCIO ESTOU ME SEPARANDO. E AGORA? Para a maioria, o fim de um casamento ou união estável "é um momento delicado". É raro encontrar pessoas preparadas
DECLARAÇÃO ESTRATÉGICA MAIS DE 18 ANOS DE EXPERIÊNCIA, ALIADOS À ÉTICA + determinação + profissionalismo
HISTÓRIA Em março de 1999, iniciaram-se as atividades do escritório Jacó Coelho Advogados fundado pelo sócio Jacó Carlos Silva Coelho, que atua, desde então, com espírito empreendedor e acreditando num
MEDIAÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS
Pós em Direito CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MEDIAÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS INFORMAÇÕES BÁSICAS ÁREA: Mediação e Gestão de Conflitos COORDENADORA: Ana Luiza Isoldi INÍCIO MÓDULO I: 23/03/2018 INÍCIO MÓDULO II:
MEDIAÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS
Pós em Direito CONTEÚDO PROGRAMÁTICO MEDIAÇÃO E GESTÃO DE CONFLITOS INFORMAÇÕES BÁSICAS ÁREA: Mediação e Gestão de Conflitos COORDENADORA: Ana Luiza Isoldi INÍCIO MÓDULO I: 09/03/2018 INÍCIO MÓDULO II:
A MEDIAÇÃO E A CONCILIAÇÃO COMO MECANISMOS PARA A SOLUÇÃO DE CONFLITOS NO CONTEXTO DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL
A MEDIAÇÃO E A CONCILIAÇÃO COMO MECANISMOS PARA A SOLUÇÃO DE CONFLITOS NO CONTEXTO DO NOVO CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL Kamila Cardoso Faria 1 Luciano Souto Dias 2 RESUMO A mediação e a conciliação têm sido
Workshops Temas Importantes para Escritórios de Advocacia
Workshops Temas Importantes para Escritórios de Advocacia Proposta Contratar treinamentos personalizados para um escritório é, muitas vezes, a escolha perfeita para advogados ocupados. Pensando nisso,
CÓDIGO DE CONDUTA. Santi, Estevão, Cabrera Advogados
CÓDIGO DE CONDUTA Santi, Estevão, Cabrera Advogados 1 Código de Conduta Santi, Estevão, Cabrera Advogados 1 MANIFESTAÇÃO DE POSICIONAMENTO O escritório SANTI, ESTEVÃO, CABRERA Advogados ( SEC Advogados
Poder Judiciário Conselho Nacional de Justiça ESTRATÉGIA JUDICIÁRIO Poder Judiciário 2015/2020
Poder Judiciário Conselho Nacional de Justiça ESTRATÉGIA JUDICIÁRIO 2020 Poder Judiciário 2015/2020 ESTRATÉGIA JUDICIÁRIO 2020 Missão do Poder Judiciário - Realizar Justiça. Descrição - Fortalecer o Estado
Anelise Haertel Grehs Promotora de Justiça Coordenadora NUCAM.
Anelise Haertel Grehs Promotora de Justiça Coordenadora NUCAM [email protected] Métodos Alternativos de Solução de Conflitos Art. 3 o Não se excluirá da apreciação jurisdicional ameaça ou lesão a direito.
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS. Educação infantil Creche e pré escolas
PARÂMETROS CURRICULARES NACIONAIS Educação infantil Creche e pré escolas O QUE É? Os Parâmetros Curriculares Nacionais - PCN - são referências de qualidade para os Ensinos Fundamental e Médio do país,
Mediação Novo Conceito de Acesso a Justiça. Lei /2015 Dra. Carleane L. Souza
Mediação Novo Conceito de Acesso a Justiça Lei 13.140/2015 Dra. Carleane L. Souza CÓDIGO DE PROCESSO CIVIL 13.105/15 Em 2010, o projeto de Lei 166/10, deu entrada no Senado tratando das alterações no Código
Clemenceau Chiabi Saliba Junior Presidente da CMA CREA-MG
Clemenceau Chiabi Saliba Junior Presidente da CMA CREA-MG [email protected] TEORIA DO CONFLITO As divergências emocionais, sociais, políticas, ideológicas, familiares ou profissionais, que ocorrem nas
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA JUSTIÇA DO TRABALHO
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DA JUSTIÇA DO TRABALHO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Processo gerencial, contínuo e dinâmico, que envolve toda estrutura organizacional, tendo em vista o planejamento do futuro mediante
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 2 1. Introdução A Cooperativa de Economia e Crédito Mútuo dos Servidores Públicos dos Municípios da Região Metropolitana da Grande Vitória COOPMETRO é uma entidade
- Desenvolver um ensino de qualidade, tendo por base o desenvolvimento global e harmonioso das crianças;
INSTITUTO D. FRANCISCO GOMES O RELÓGIO 1º Ciclo PROJETO EDUCATIVO OBJETIVOS - Desenvolver um ensino de qualidade, tendo por base o desenvolvimento global e harmonioso das crianças; - Oferecer uma aprendizagem
ESCUTA ESPECIALIZADA DE CRIANÇAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA PROFª DRª IONARA RABELO
ESCUTA ESPECIALIZADA DE CRIANÇAS VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA PROFª DRª IONARA RABELO GT ESCUTA DE CRIANÇAS NO SISTEMA DE JUSTIÇA 2013_ Suspensão da Resolução do Conselho Federal de Psicologia nº 010/2010, que
Parceria entre Ministério da Justiça e da Cidadania e Associações Comerciais vai beneficiar empresários locais
Parceria entre Ministério da Justiça e da Cidadania e Associações Comerciais vai beneficiar empresários locais 19 de junho de 2016 O ministro da Justiça e da Cidadania, Alexandre de Moraes, afirmou que
