Classificação Externa: Geração de Partições Classificadas
|
|
|
- Walter Lencastre Back
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Classificação Externa: Geração de Partições Classificadas Vanessa Braganholo Baseado no Material de: Inhaúma Neves Ferraz (IC/UFF)
2 Importância da Ordenação/Classificação } Vimos até agora várias operações envolvendo arquivos sequenciais } Todas elas exigem que os arquivos estejam ordenados para melhor desempenho (ex.: consulta, atualização) 2
3 Ordenação em Memória Principal } Vimos também que uma possível forma de ordenar um arquivo é: 1. ler todos os registros 2. armazená-los em memória principal 3. ordenar os registros 4. gravá-los em um arquivo de saída 3
4 Mas } E quando os registros não cabem na memória? 4
5 Tipos de Classificação } Classificação interna: utilização exclusiva de memória principal } Todos os registros do arquivo cabem em memória principal } Classificação externa: utilização de memória secundária } Há mais registros a serem classificados do que é possível manter na memória principal em qualquer momento ATENÇÃO: Nessa disciplina usamos o termo classificação como sinônimo de ordenação 5
6 Conceito de Classificação Externa } Na classificação externa o parâmetro fundamental é o número de operações de entrada e saída } Deve ser o menor possível 6
7 Discussão } Como poderíamos resolver o problema de ordenar um arquivo muito grande, que não cabe em memória? 7
8 Ideia básica da Classificação Externa } A Classificação Externa divide os arquivos em pequenas frações que são ordenadas e intercaladas em duas etapas: } Classificação } Intercalação 8
9 Modelo da Classificação Externa 9
10 Na aula de hoje: Etapa de Classificação 10
11 Etapa de Classificação } Partição: sequencia ordenada de n registros. } Registros são lidos de arquivos de entrada (não ordenados) e/ou de partições (ordenadas) } Estes registros são ordenados e gravados em arquivos de saída ou partições ordenadas 11
12 Geração de Partições Classificadas
13 Métodos do Estágio de Classificação } Métodos } Classificação interna } Seleção com substituição } Seleção natural } Considera-se que a memória principal tenha capacidade para armazenar M registros do arquivo a classificar 13
14 Classificação Interna
15 Classificação Interna } Critério fundamental de eficiência da classificação interna: número de comparações entre chaves de registros } Consiste na leitura de M registros para a memória, classificação desses registros por qualquer processo de classificação interna e gravação desses registros classificados em uma partição } Todas as partições classificadas contêm M registros, exceto, talvez, a última 15
16 Processos de classificação interna } Troca: bubble sort, shaker sort, quick sort } Seleção: direta, heap sort, } Inserção: simples, shell sort } Outros: merge sort, etc. 16
17 Visão geral da Geração de partições Classificadas M Entrada Memória Partição de Saída M 17
18 Exemplo } Chaves do arquivo a ordenar } (Sequência de leitura: 29, 14, 76, ) } Assumir que na memória cabem 6 registros simultaneamente
19 Exemplo
20 Exemplo Memória Principal Leitura
21 Exemplo Memória Principal Ordenação
22 Exemplo Memória Principal Ordenação
23 Exemplo Memória Principal Partição 1 (em disco) ordenada
24 Exemplo Partição 1 (em disco) ordenada
25 Área de trabalho Partições obtidas Memória Memória Memória Memória Memória Memória Memória Memória Memória
26 Seleção com Substituição
27 Seleção com substituição } Aproveita a possível classificação parcial do arquivo de entrada 27
28 Seleção com substituição: Algoritmo 1. Ler M registros do arquivo para a memória 2. Selecionar, no array em memória, o registro r com menor chave 3. Gravar o registro r na partição de saída 4. Substituir, no array em memória, o registro r pelo próximo registro do arquivo de entrada 5. Caso a chave deste último seja menor do que a chave recém gravada, considerá-lo congelado e ignorá-lo no restante do processamento 6. Caso existam em memória registros não congelados, voltar ao passo 2 7. Caso contrário: - fechar a partição de saída - descongelar os registros congelados - abrir nova partição de saída - voltar ao passo 2 28
29 Exemplo } Chaves do arquivo a ordenar } (Sequência de leitura: 29, 14, 76, ) } Assumir que na memória cabem 6 registros simultaneamente
30 Área de trabalho Partições obtidas Registros a substituição 20 2 a substituição a substituição Memória A 1 a partição ficou com 10 registros 2 a substituição a substituição Memória A 2 a partição ficou com 10 registros 3 a substituição 43 2 a substituição a substituição Memória A 3 a partição ficou com 13 registros 3 a substituição 60 2 a substituição a substituição Memória A 4 a partição ficou com 12 registros 1 a substituição Memória A 5 a partição ficou com 9 registros Registros congelados Legenda Divisão de regiões na tabela
31 Tamanho das partições geradas } Em média, o tamanho das partições obtidas pelo processo de seleção com substituição é de 2 * M 31
32 Seleção Natural
33 Seleção Natural } Desvantagem da seleção com substituição: no final da partição grande parte do espaço em memória principal está ocupado com registros congelados } Na seleção natural, reserva-se um espaço de memória secundária (o reservatório) para abrigar os registros congelados num processo de substituição } A formação de uma partição se encerra quando o reservatório estiver cheio ou quando terminarem os registros de entrada } Para a memória comportando M registros supõe-se um reservatório comportando n registros } Para M = n o comprimento médio das partições é de M * e, onde e = 2,
34 Seleção Natural: Algoritmo 1. Ler M registros do arquivo para a memória 2. Selecionar, no array em memória, o registro r com menor chave 3. Gravar o registro r na partição de saída 4. Substituir, no array em memória, o registro r pelo próximo registro do arquivo de entrada 5. Caso a chave deste último seja menor do que a chave recém gravada, gravá-lo no reservatório e substituir, no array em memória, o registro r pelo próximo registro do arquivo de entrada 6. Caso ainda exista espaço livre no reservatório, voltar ao passo 2 7. Caso contrário: - fechar a partição de saída - copiar os registros do reservatório para o array em memória - esvaziar o reservatório - abrir nova partição de saída - voltar ao passo 2 34
35 Exemplo } Chaves do arquivo a ordenar } (Sequência de leitura: 29, 14, 76, ) } Assumir que na memória cabem 6 registros simultaneamente (M = 6), e que o tamanho do reservatório também é 6 (n = 6)
36 Área de trabalho Partições obtidas Registros a substituição a substituição Memória Reservatório A 1 a partição ficou com 11 registros 1 a substituição Memória Reservatório A 2 a partição ficou com 9 registros 3 a substituição 54 2 a substituição a substituição Memória Reservatório A 3 a partição ficou com 15 registros 2 a substituição 79 1 a substituição Memória Reservatório A 4 a partição ficou com 12 registros 1 a substituição 80 Memória Reservatório A 5 a partição ficou com 7 registros
37 Comparação dos Processos } A classificação interna gera as menores partições, o que implica em mais arquivos a intercalar } Os processos de seleção geram partições maiores, reduzindo o tempo total de processamento } A seleção natural sofre o ônus adicional de utilizar mais operações de entrada e saída (devido ao reservatório estar em memória secundária) 37
38 Exercício 1 } Gerar partições classificadas segundo o método de Seleção com Substituição para a seguinte situação } Assumir que na memória cabem 7 registros simultaneamente } Arquivo a ordenar
39 Exercício 2 } Repetir o exercício anterior, agora utilizando o método de Seleção Natural } Assumir que na memória cabem 7 registros simultaneamente. Tamanho do reservatório = 7. } Arquivo a ordenar
40 Exercício 3 } Implementar um dos 2 métodos de geração de partições vistos na aula de hoje (Seleção com Substituição ou Seleção Natural) 40
Classificação Externa: Geração de Partições Classificadas
Classificação Externa: Geração de Partições Classificadas Vanessa Braganholo Baseado no Material de: Inhaúma Neves Ferraz (IC/UFF) Cenário: Arquivos Sequencias } Acesso não pode ser feito em posições aleatórias
ORDENAÇÃO EXTERNA DE ARQUIVOS: GERAÇÃO DE PARTIÇÕES CLASSIFICADAS. Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos
ORDENAÇÃO EXTERNA DE ARQUIVOS: GERAÇÃO DE PARTIÇÕES CLASSIFICADAS Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos ORDENAÇÃO DE ARQUIVOS GRANDES Para arquivos binários, é possível implementar o
Classificação Externa: Intercalação de Partições Classificadas
Classificação Externa: Intercalação de Partições Classificadas Vanessa Braganholo Baseado no Material de: Inhaúma Neves Ferraz (IC/UFF) Relembrando: Modelo da Classificação Externa 2 Aula Passada: Etapa
Classificação Externa: Intercalação de Partições Classificadas
Classificação Externa: Intercalação de Partições Classificadas Vanessa Braganholo Baseado no Material de: Inhaúma Neves Ferraz (IC/UFF) Relembrando: Modelo da Classificação Externa 2 Aula Passada: Etapa
Arquivos Seqüenciais: Intercalação
Arquivos Seqüenciais: Intercalação Vanessa Braganholo Baseado no Material de: Inhaúma Neves Ferraz (IC/UFF) Cenário Diversos arquivos sequenciais ordenados Problema: gerar um único arquivo ordenado a partir
heapsort (int *x, int n) { int i, e, s, f, aux; /*fase de pré-processamento - cria heap inicial*/ for (i=1; i<n; i++) { e = x[i]; s = i; f = (s-1)/2;
heapsort (int *x, int n) { int i, e, s, f, aux; /*fase de pré-processamento - cria heap inicial*/ for (i=1; i0 && x[f]
Algoritmos de Ordenação. Profº Carlos Alberto T. Batista
Algoritmos de Ordenação Profº Carlos Alberto T. Batista E-mail: [email protected] [email protected] Por que ordenar os dados? Encontrar elementos em uma lista torna-se algo simples e
Ordenação Externa (Merge Sort)
Ordenação Externa (Merge Sort) Referências: A.V.Aho, J.E.Hopcroft, J.D.Ullman, Data Structures and Algorithms, Cap. 11. Problema: ordenar dados organizados como arquivos, ou de forma mais geral, ordenar
ORDENAÇÃO DE ARQUIVOS. Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos
ORDENAÇÃO DE ARQUIVOS Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos ORDENAÇÃO Busca binária exige que arquivo esteja ordenado Como ordenar um arquivo? INSTITUTO DE COMPUTAÇÃO - UFF 2 MÉTODOS
Ordenação Externa. Ordenação Externa. Ordenação Externa. Ordenação Externa
Ordenação Externa Ordenação Externa Estrutura de Dados II Prof. Guilherme Tavares de Assis Universidade Federal de Ouro Preto UFOP Instituto de Ciências Exatas e Biológicas ICEB Departamento de Computação
ALGORITMOS DE ORDENAÇÃO
ALGORITMOS DE ORDENAÇÃO Prof. André Backes Conceitos básicos 2 Ordenação Ato de colocar um conjunto de dados em uma determinada ordem predefinida Fora de ordem 5, 2, 1, 3, 4 Ordenado 1, 2, 3, 4, 5 OU 5,
Métodos de Classificação
Métodos de Classificação 261 Objetivos e Caracterizações O acesso a um conjunto de dados é facilitado se o mesmo está armazenado conforme uma certa ordem, baseada num critério conhecido. O objetivo básico
Limite assintótico para a ordenação, Ordenação em tempo linear
Algoritmos e Estruturas de Dados I Limite assintótico para a ordenação, Ordenação em tempo linear Prof. Jesús P. Mena-Chalco [email protected] 1Q-2017 1 Ordenação Ordenar corresponde ao processo
Ordenação. Prof. Jonas Potros
Ordenação Prof. Jonas Potros Conceitos Básicos Ordenar: processo de rearranjar um conjunto de objetos em uma ordem ascendente ou descendente. A ordenação visa facilitar a recuperação posterior de itens
Métodos de Ordenação
Métodos de Ordenação Conceitos básicos sobre ordenação Ordenar corresponde ao processo de rearranjar um conjunto de objetos em uma ordem específica. Objetivo da ordenação: facilitar a recuperação posterior
Arquivos Sequenciais. Estruturas de Dados II Vanessa Braganholo
Arquivos Sequenciais Estruturas de Dados II Vanessa Braganholo Arquivos Sequenciais } Pq arquivos sequenciais? Relembrando } Relembrando: uma tabela ou arquivo é um conjunto de registros que possuem a
Projeto e Análise de Algoritmos
Projeto e Análise de Algoritmos Aula 09 Algoritmos de Ordenação Edirlei Soares de Lima Ordenação Problema: Entrada: conjunto de itens a 1, a 2,..., a n ; Saída: conjunto de itens
Memória secundária. Memória secundária
introdução ordenação interna ordenação externa ordenar processo de rearranjar um conjunto de itens em uma ordem ascendente ou descendente visa facilitar a recuperação posterior de itens do conjunto ordenado
Operações Coseqüenciais. Processamento Coseqüencial. Modelo para implementação de processos coseqüenciais
Processamento Coseqüencial Leandro C. Cintra M.C.F. de Oliveira Fonte: Folk & Zoelick, File Structures Operações Coseqüenciais Envolvem o processamento coordenado (simultâneo) de duas ou mais listas de
Algoritmo MergeSort. Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza
Algoritmo MergeSort Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza Intercalação Generalidades Intercalação é o processo através do qual diversos arquivos seqüenciais classifcados por um mesmo critério
Análise empírica de algoritmos de ordenação
Análise empírica de algoritmos de ordenação Mario E. Matiusso Jr. (11028407) Bacharelado em Ciências da Computação Universidade Federal do ABC (UFABC) Santo André, SP Brasil mario3001[a]ig.com.br Resumo:
ESTRUTURA DE DADOS VETORES E LISTAS LINEARES
ESTRUTURA DE DADOS VETORES E LISTAS LINEARES Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Objetivos Conhecer os vetores Compreender as Listas Sequenciais Implementar uma Lista Sequencial com Vetor GRUPOS? Até o fim
Análise e Complexidade de Algoritmos
Análise e Complexidade de Algoritmos Professor Ariel da Silva Dias Algoritmos Divisão e Conquista Construção incremental Resolver o problema para um sub-conjunto dos elementos de entrada; Então, adicionar
ÁRVORE B. Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos
ÁRVORE B Vanessa Braganholo Estruturas de Dados e Seus Algoritmos INTRODUÇÃO 2 ARQUIVOS DE ACESSO DIRETO Basicamente, duas formas de acesso a um registro: Acesso via cálculo do endereço do registro (hashing)
Etapa III - Implementação de Operadores da Álgebra Relacional; Etapa IV - Comparação experimental de varredura sequencial x acesso aleatório
UFU/FACOM/BCC GBC053 - Gerenciamento de Banco de Dados - 2018/2 Trabalho de Implementação Prof. Ilmério Reis da Silva O trabalho semestral da disciplina em epígrafe tem como objetivo a implementação de
Ordenação Externa. Profa. Graça Nunes
Ordenação Externa Profa. Graça Nunes Ordenação Externa Ordenar arquivos de tamanho maior que a memória interna disponível Algoritmos devem diminuir o número de acessos às unidades de memória externa Custo
ESTRUTURA DE DADOS ORDENANDO LISTAS
ESTRUTURA DE DADOS ORDENANDO LISTAS Prof. Dr. Daniel Caetano 2014-2 Objetivos Compreender o que são ordenações por seleção e por inserção Capacitar para implementar ambos os tipos de ordenação Material
INF111 Programação II Aulas 11, 12, 13 Ordenação
INF Programação II Aulas,, Ordenação Departamento de Informática UFV Ordenação A ordenação é o processo de organizar um conunto (vetor) de n obetos ou registros segundo uma determinada ordem crescente
Métodos de Ordenação: Selection, Insertion, Bubble, Merge (Sort)
Métodos de Ordenação: Selection, Insertion, Bubble, Merge (Sort) Hebert Coelho e Nádia Félix Ordenação É a operação de rearranjar os dados em uma determinada ordem. Problema da ordenação - Definição formal
Algoritmos de Ordenação
Algoritmos de Ordenação! Problema: encontrar um número de telefone em uma lista telefônica! simplificado pelo fato dos nomes estarem em ordem alfabética! e se estivesse sem uma ordem?! Problema: busca
ESTRUTURA DE DADOS ORDENANDO LISTAS
ESTRUTURA DE DADOS ORDENANDO LISTAS Prof. Dr. Daniel Caetano 2012-2 Objetivos Compreender o que são ordenações por seleção e por inserção Capacitar para implementar ambos os tipos de ordenação GRUPOS?
Classificação por Intercalação
458 Classificação por Intercalação Este é um bom exemplo de abordagem top down, ou de aplicação do princípio da divisão e conquista, associado à recursividade. Ao se observar o andamento do processo sobre
Capítulo 11 Sistemas de Arquivos
Sistemas Operacionais Prof. Esp. André Luís Belini Bacharel em Sistemas de Informações MBA em Gestão Estratégica de Negócios Capítulo Sistemas de s Introdução O armazenamento e a recuperação de informações
MCTA028 Programação Estruturada Aula 19 Custos de um algoritmo e funções de complexidade
MCTA028 Programação Estruturada Aula 19 Custos de um algoritmo e funções de complexidade Prof. Jesús P. Mena-Chalco 3Q-2017 1 0 A = n-1... 2 0 A = n-1... - O programa funciona (está correto)? - Como medir/mensurar
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Bacharelado em Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Fabrício Sérgio de Paula
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul Bacharelado em Ciência da Computação Algoritmos e Estruturas de Dados II Prof. Fabrício Sérgio de Paula Tópicos Introdução Ordenação por bolha (bubble sort)
Sistemas Operacionais. Sistema de Arquivos. Edeyson Andrade Gomes.
Sistemas Operacionais Sistema de Arquivos Edeyson Andrade Gomes www.edeyson.com.br Sistema de Arquivos Mecanismo que provê armazenamento e acesso a dados e programas do Sistema Operacional e do usuário;
Índices. SCE-203 Algoritmos e Estruturas de Dados II
Índices SCE-203 Algoritmos e Estruturas de Dados II Índice Em geral, um índice fornece mecanismos para localizar informações Índice de um livro ou catálogo de uma biblioteca Facilitam muito o trabalho
ESTRUTURA DE DADOS LISTAS LINEARES
ESTRUTURA DE DADOS LISTAS LINEARES Prof. Dr. Daniel Caetano 2014-2 Objetivos Compreender as listas sequenciais Implementar uma Lista Sequencial com Vetor Compreender o uso de listas sequenciais Material
void subdivide (LISTA_ENC *pl, LISTA_ENC *pl1, LISTA_ENC *pl2) { int cont, k=1; for (cont=tam(*pl)/2;cont;cont--) {
void subdivide (LISTA_ENC *pl, LISTA_ENC *pl1, LISTA_ENC *pl2) { int cont, k=1; for (cont=tam(*pl)/2;cont;cont--) { } ins(pl1,recup(*pl,1),k++); ret(pl,1); } for (k=1, cont=tam(*pl);cont;cont--) { ins(pl2,recup(*pl,1),k++);
Arquivos Seqüenciais Atualização em Lote
Arquivos Seqüenciais Atualização em Lote Vanessa Braganholo Baseado no Material de: Inhaúma Neves Ferraz (IC/UFF) Cenário } Arquivos Sequenciais Ordenados } Objetivo: atualizar o arquivo, mantendo sua
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 12: Ordenação: Bubble, Selection e Insertion Sort Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes
ALGORITMOS AVANÇADOS. UNIDADE III Algoritmo de Ordenação por Intercalação (Mergesort) Luiz Leão
UNIDADE III Algoritmo de Ordenação por Intercalação (Mergesort) Luiz Leão [email protected] http://www.luizleao.com Conteúdo Programático 3.1 - Definição 3.2 - Dividir para conquistar 3.3 - Problema da
Classificação e Pesquisa de Dados. Aula 23 Organização de Arquivos: Arquivos Indexados, Diretos e Arquivos Invertidos
Classificação e Pesquisa de Dados Aula 23 Organização de Arquivos: Arquivos Indexados, Diretos e Arquivos Invertidos UFRGS INF1124 Arquivo indexado - AI Indicação de uso Baixa freqüência de acessos seqüenciais
Edital de Seleção 032/2016 PROPESP/UFAM. Prova de Conhecimento. Caderno de Questões
Edital de Seleção 032/2016 PROPESP/UFAM Prova de Conhecimento Caderno de Questões CANDIDATO: INSCRIÇÃO: Assinatura conforme identidade INSTRUÇÕES PARA O CANDIDATO: Verifique o seu nome e o número da sua
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 13: Ordenação: MergeSort Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes Email: [email protected]
Intercalação de vários arquivos. Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza
Intercalação de vários arquivos Estrutura de Dados II Prof Jairo Francisco de Souza Arquivos Um conjunto de registros que caracteriza uma classe de entidades pode ser mantido em memória principal, quando
Banco de Dados Profa. Dra. Cristina Dutra de Aguiar Ciferri. Banco de Dados Processamento e Otimização de Consultas
Processamento e Otimização de Consultas Banco de Dados Motivação Consulta pode ter sua resposta computada por uma variedade de métodos (geralmente) Usuário (programador) sugere uma estratégia para achar
Aula 18 Algoritmos básicos de busca e classificação
Aula 18 Algoritmos básicos de busca e classificação Dentre os vários algoritmos fundamentais, os algoritmos de busca em tabelas e classificação de tabelas estão entre os mais usados. Considere por exemplo
Métodos de Ordenação Parte 2
Estrutura de Dados II Métodos de Ordenação Parte 2 Prof a Márcio Bueno [email protected] / [email protected] Material baseado nos materiais da Prof a Ana Eliza e Prof. Robson Lins Introdução
Edital de Seleção 055/2017 PROPESP/UFAM. Prova de Conhecimento. Caderno de Questões
Edital de Seleção 055/2017 PROPESP/UFAM Prova de Conhecimento Caderno de Questões CANDIDATO: INSCRIÇÃO: Assinatura conforme identidade INSTRUÇÕES PARA O CANDIDATO: Verifique o seu nome e o número da sua
Lista de Figuras Figura 1 1: Figura 1 2: Figura 1 3: Figura 1 4: Figura 1 5: Figura 1 6: Figura 1 7: Figura 1 8: Figura 1 9: Figura 1 10:
Lista de Figuras Figura 1 1: Módulo de Memória DRAM 26 Figura 1 2: Um Disco Magnético com Três Pratos e Seis Superfícies 28 Figura 1 3: Geometria de uma Superfície de Disco Magnético 29 Figura 1 4: Um
Marcelo Keese Albertini Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia
Introdução à Análise de Algoritmos Marcelo Keese Albertini Faculdade de Computação Universidade Federal de Uberlândia Aula de hoje Nesta aula veremos: Sobre a disciplina Exemplo: ordenação Sobre a disciplina
BCC202 - Estrutura de Dados I
BCC202 - Estrutura de Dados I Aula 15: Ordenação: ShellSort Reinaldo Fortes Universidade Federal de Ouro Preto, UFOP Departamento de Computação, DECOM Website: www.decom.ufop.br/reifortes Email: [email protected]
INF70 Gerenciamento de Banco de Dados 2 Ordenação Externa. Ilmério Reis da Silva UFU/FACOM/BCC
INF70 Gerenciamento de Banco de Dados 2 Ordenação Externa Ilmério Reis da Silva [email protected] www.facom.ufu.br/~ilmerio/gbd2 UFU/FACOM/BCC Roteiro Fundamentos Two-way Merge Sort External Merge Sort
Algoritmos de Ordenação. Cota inferior. Professora: Fátima L. S. Nunes SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
Algoritmos de Ordenação Cota inferior Professora: Fátima L. S. Nunes 1 1 1 Algoritmos de Ordenação Algoritmos de ordenação que já conhecemos: 2 2 2 Algoritmos de Ordenação Algoritmos de ordenação que já
Sistemas Operacionais. Interrupção e Exceção
Sistemas Operacionais Interrupção e Exceção Interrupção e Exceção Durante a execução de um programa podem ocorrer alguns eventos inesperados, ocasionando um desvio forçado no seu fluxo de execução. Estes
Edital de Seleção 024/2017 PROPESP/UFAM. Prova de Conhecimento. Caderno de Questões
Edital de Seleção 024/2017 PROPESP/UFAM Prova de Conhecimento Caderno de Questões CANDIDATO: «Nome» INSCRIÇÃO: «Inscrição» Assinatura conforme identidade INSTRUÇÕES PARA O CANDIDATO: Verifique o seu nome
O Problema da Ordenação Métodos de Ordenação Parte 1
Métodos de Ordenação Parte 1 SCC-201 Introdução à Ciência da Computação II Rosane Minghim 2010 Ordenação (ou classificação) é largamente utilizada Listas telefônicas e dicionários Grandes sistemas de BD
Métodos de ordenação. Bubble sort:
Métodos de ordenação Bubble sort: O método de ordenação por bubble sort ou conhecido como bolha consiste em compara dados armazenados em um vetor de tamanho qualquer, comparando cada elemento de uma posição
BUSCA EM ARRAYS. Prof. André Backes. Ato de procurar por um elemento em um conjunto de dados
BUSCA EM ARRAYS Prof. André Backes Definição 2 Ato de procurar por um elemento em um conjunto de dados Recuperação de dados armazenados em um repositório ou base de dados A operação de busca visa responder
Árvores Genéricas de Busca
Árvores Genéricas de Busca Árvores não binárias também podem ser usadas para buscar elementos. Essas árvores são chamadas de árvores genéricas de busca, e elas podem ser de dois tipos: árvore de busca
Aula 32: Encadeamento interior. Modelo de encadeamento interior. Algoritmo de busca por encadeamento interior
32.1 Aula 32: Encadeamento interior interior Colisões secundárias Algoritmo de busca por encadeamento interior 32.2 interior heterogêneo As colisões são resolvidas mediante o emprego de listas encadeadas
Extra- Algoritmos de Ordenação
Extra- Algoritmos de Ordenação 1 Introdução Ordenar: processo de rearranjar um conjunto de objetos em uma ordem ascendente ou descendente. A ordenação visa facilitar a recuperação posterior de itens do
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ACESSO, ATRIBUTOS E OPERAÇÕES COM ARQUIVOS PROFESSOR CARLOS MUNIZ
INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA DA OPERAÇÕES COM ARQUIVOS PROFESSOR CARLOS MUNIZ INTRODUÇÃO O Sistema de Arquivos é o modo como as informações são armazenadas nos dispositivos físicos de armazenamento, exemplo
Memória Secundária e Ordenação externa Algoritmos e Estruturas de Dados III
Memória Secundária e Ordenação externa Algoritmos e Estruturas de Dados III Diego de Moura Duarte [email protected] 5 de Junho de 008 1 Memória secundária 1.1 Hierarquia de memórias Para entendermos
Algoritmos e Estrutura de Dados. Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira
Algoritmos e Estrutura de Dados Aula 3 Conceitos Básicos de Algoritmos Prof. Tiago A. E. Ferreira Definição de Algoritmo Informalmente... Um Algoritmo é qualquer procedimento computacional bem definido
Teoria da Computação. Aula 9 Pesquisa em Memória Secundária 5COP096. Aula 9 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior. Sylvio Barbon Jr
5COP096 Teoria da Computação Aula 9 Prof. Dr. Sylvio Barbon Junior Sylvio Barbon Jr [email protected] 1 Sumário 1) Introdução à Pesquisa em Memória Secundária 2) Modelo de Computação para Memória Secundária
Processador: Conceitos Básicos e Componentes
Processador: Conceitos Básicos e Componentes Cristina Boeres Instituto de Computação (UFF) Fundamentos de Arquiteturas de Computadores Material baseado nos slides de Fernanda Passos Cristina Boeres (IC/UFF)
Algoritmos e Estruturas de Dados I1 Prof. Eduardo 1
Algoritmos e Estruturas de Dados I1 Prof. Eduardo 1 ORDENAÇÃO E BUSCA Ordenação: Bublesort, seleção direta e inserção direta. Busca: linear e binária 1 - ORDENAÇÃO (CLASSIFICAÇÃO) DE DADOS Em diversas
Linguagem C vetores multidimensionais
Linguagem C vetores multidimensionais IF61A/IF71A - Computação 1 Prof. Leonelo Almeida Universidade Tecnológica Federal do Paraná Até agora... Introdução à linguagem C... Operadores aritméticos, de comparação
Computação Eletrônica. Vetores e Matrizes. Prof: Luciano Barbosa. CIn.ufpe.br
Computação Eletrônica Vetores e Matrizes Prof: Luciano Barbosa Recapitulando: Funções 2 Recapitulando: Função Void 3 Recapitulando: Escopo das Variáveis Referência à variável global A variável de escopo
Bubble Sort. Tempo total O(n 2 )
Bubble Sort Considere uma seqüência de n elementos que se deseja ordenar. O método da bolha resolve esse problema através de várias passagens sobre a seqüência Não é um algoritmo eficiente, é estudado
Universidade Veiga de Almeida Algoritmos e Linguagem I
Aula 10 Conteúdo: 14. Estruturas de dados homogêneas 14.1. Matrizes de uma dimensão Vetores 14.2. Matrizes com mais de uma dimensão 14. Estruturas de Dados Homogêneas As estruturas de dados homogêneas
ACH2025. Laboratório de Bases de Dados Aula 8. Indexação e Hashing Parte 1. Professora: Fátima L. S. Nunes SISTEMAS DE INFORMAÇÃO
ACH2025 Laboratório de Bases de Dados Aula 8 Indexação e Hashing Parte 1 Professora: Fátima L. S. Nunes Conceitos básicos Boa parte das consultas a BD referem-se a apenas uma parte pequena dos registros.
LINGUAGEM C: FUNÇÕES FUNÇÃO 08/01/2018. Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa.
LINGUAGEM C: FUNÇÕES Prof. André Backes FUNÇÃO Funções são blocos de código que podem ser nomeados e chamados de dentro de um programa. printf(): função que escreve na tela scanf(): função que lê o teclado
