Ordenação. Prof. Jonas Potros
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- Vera Pereira Farinha
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1 Ordenação Prof. Jonas Potros
2 Conceitos Básicos Ordenar: processo de rearranjar um conjunto de objetos em uma ordem ascendente ou descendente. A ordenação visa facilitar a recuperação posterior de itens do conjunto ordenado.
3 Conceitos Básicos A maioria dos métodos de ordenação é baseada em comparações das chaves. Existem métodos de ordenação que utilizam o princípio da distribuição.
4 Por Distribuição Exemplo:
5 Por Distribuição - Algoritmo 1. Distribuir as cartas abertas em treze montes: ases, dois, três,..., reis. 2. Colete os montes na ordem especificada. 3. Distribua novamente as cartas abertas em quatro montes: paus, ouros, copas e espadas. 4. Colete os montes na ordem especificada.
6 Conceitos Básicos Métodos como o ilustrado são também conhecidos como ordenação digital, radixsort ou bucketsort. Uma das dificuldades de implementar este método está relacionada com o problema de lidar com cada monte. Se para cada monte nós reservarmos uma área, então a demanda por memória extra pode tornar-se proibitiva.
7 Conceitos Básicos O custo para ordenar um arquivo com n elementos é da ordem de O(n), dependendo do caso:
8 Conceitos Básicos Notação utilizada nos algoritmos: Os algoritmos trabalham sobre os registros de um arquivo. Cada registro possui uma chave utilizada para controlar a ordenação.
9 Ordenação Interna
10 Algoritmos Ordenação por Seleção Ordenação por Inserção Shellsort Quicksort Heapsort Ordenação Parcial Seleção Parcial Inserção Parcial Heapsort Parcial Quicksort Parcial
11 Introdução Na escolha de um algoritmo de ordenação interna deve ser considerado o tempo gasto pela ordenação
12 Introdução Sendo n o número registros no arquivo, as medidas de complexidade relevantes são: Número de comparações C (n) entre chaves. Número de movimentações M (n) de item do arquivo
13 Introdução O uso econômico da memória disponível é um requisito primordial na ordenação interna. Métodos de ordenação in situ são os preferidos, por utilizarem a estrutura de vetores.
14 Introdução Métodos que utilizam listas encadeadas não são muito utilizados. Métodos que fazem cópias dos itens a serem ordenados possuem menor importância.
15 Classificação dos métodos Simples: Adequados para pequenos arquivos Requerem O(n²) comparações. Produzem programas pequenos. Algoritmos: Insertion sort, Selection sort, Bubble sort, Comb sort.
16 Classificação dos métodos Eficientes: Adequados para arquivos maiores. Requerem O(n log n) comparações. Usam menos comparações. As comparações são mais complexas nos detalhes. Métodos simples são mais eficientes para pequenos arquivos. Algoritmos: Merge sort, Heapsort, Shell sort, Radix sort, Gnome sort, Count sort, Bucket sort, Cocktail sort, Timsort e Quick sort
17 Exemplo: Seleção (Simples) n= Algoritmo: Selecione o menor item do vetor. Troque-o com o item da primeira posição do vetor. Repita essas duas operações com os n 1 itens restantes, depois com os n 2 itens, até que reste apenas um elemento.
18 Exemplo: Seleção (Simples) Análise Comparações entre chaves e movimentações de registros: A atribuição min = j é executada em média n log n vezes, Knuth (1973).
19 Exemplo: Seleção (Simples) Vantagens: Custo linear no tamanho da entrada para o número de movimentos de registros. É muito interessante para arquivos pequenos. Desvantagens: O fato de o arquivo já estar ordenado não ajuda em nada, pois o custo continua quadrático. O algoritmo não é estável.
20 Exemplo: Inserção (Simples) n= Algoritmo: Em cada passo a partir de i=2 faça: Selecione o i-ésimo item da sequência fonte. Coloque-o no lugar apropriado na sequência destino de acordo com o critério de ordenação.
21 Exemplo: Inserção (Simples) Análise Seja C (n) a função que conta o número de comparações. No laço mais interno, na i-ésima iteração, o valor de C i é:
22 Atividade Implementar o algoritmo de ordenação por Seleção (Select sort) e o por Inserção (Insert sort); Entregar dia 05/03.
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