Apalavra inglesa para viveiro é
|
|
|
- João Vítor das Neves Mendonça
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1
2 02
3 Mudas: a base da Citricultura Sanidade do pomar começa no viveiro Apalavra inglesa para viveiro é nursery, que também significa berçário. Nada mais adequado: é nos viveiros que a citricultura tem seu berço, onde são produzidas as mudas que irão garantir, no futuro, um parque citrícola saudável e produtivo. Consciente de que muda sadia é uma das condições para evitar a disseminação de pragas e doenças, o Fundecitrus a partir de 1997, passou a orientar viveiristas e citricultores sobre a tecnologia adequada para produção de mudas e atuar na inspeção de viveiros. Desde então, cada viveiro de São Paulo e sul do Triângulo Mineiro passa, bimestralmente, por rigorosa fiscalização. Esse trabalho já evitou, por exemplo, que milhões de mudas contaminadas com cancro cítrico fosse para o campo, o que disseminaria ainda mais a doença. 03
4 Ambiente protegido é norma legal Desde 1999 a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo vem editando normas legais para produção de mudas cítricas. Com o surgimento da morte súbita dos citros (MSC) aumentou o rigor nas medidas para garantir a segurança da sanidade do parque citrícola. O objetivo é tornar obrigatória a aplicação da tecnologia mais moderna e mais eficaz. Veja as principais normas: obrigatoriedade de produzir mudas e porta-enxertos em ambiente telado; a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo só registra viveiros telados; uso obrigatório de tela de malha com abertura de, no máximo, 0,87 mm x 0,30 mm, em viveiros e no transporte de mudas; proibição de trânsito de mudas, borbulhas e porta-enxertos para fora da região contaminada pela morte súbita dos citros; mudas produzidas em outros Estados, e destinadas ao plantio no Estado de São Paulo deverão conter, obrigatoriamente, permissão de trânsito, emitida pela entidade de Defesa Sanitária Vegetal do Estado de Origem e Autorização de entrada, emitida pela Coordenadoria de Defesa Agropecuária - CDA; as punições incluem a proibição de comercialização de mudas até sua apreensão e destruição, além de multa. A garantia da citricultura nacional forte e saudável é ter viveiros que seguem todas as normas técnicas para a produção de mudas e que são submetidos a constantes inspeções de órgãos oficiais. 04
5 Mudas fiscalizadas e certificadas A s portarias 15 e 16 da Coordenadoria de Defesa Agropecuária (CDA), editadas em 15 de outubro de 2003, definem as condições para que a muda seja certificada ou fiscalizada. Muda fiscalizada - aquela produzida de acordo com as normas, sob a supervisão da Entidade Fiscalizadora e responsabilidade do próprio produtor, por meio do Responsável Técnico. Muda certificada - aquela produzida de acordo com as normas e responsabilidade conjunta da Coorde nadoria de Defesa Agropecuária (CDA), por meio de Engenheiro Agrônomo designado, e do próprio produtor, por meio do Responsável Técnico. Lote de mudas cítricas certificadas Citricultura brasileira é referência mundial Pelas razões apresentadas neste manual é possível afirmar, sem qualquer erro, que o Estado de São Paulo é referência mundial na produção de mudas cítricas. O sistema de produção e as normas fitossanitárias, que visam proteger a sanidade do maior parque citrícola do mundo, estão servindo de modelo para que outros estados e países desenvolvam seus próprios sistemas. Especialistas do exterior visitam os viveiros paulistas para conhecer de perto as conquistas alcançadas por governo, produtores, pesquisadores e indústria. 05
6 Planta sadia tem origem O sucesso na produção da muda e de seu desenvolvimento no pomar está baseado no conjunto de condições de como ela é trabalhada no viveiro e no campo. Este manual apresenta as recomendações técnicas que o viveirista deve seguir para desenvolver uma boa produção. Aplicá-las corretamente é um primeiro passo no caminho do sucesso. Semente Asanidade é fundamental na escolha da semente. Por isso, ela deve ter origem comprovada e ser comprada de entidades ou organizações reconhecidas e registradas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento. A portaria estadual estabelece que as sementes para produção de portaenxertos devem ser submetidas a tratamento térmico a 52 ºC durante 10 minutos. Porta-enxerto Os porta-enxertos (cavalinhos) devem ser formados em tubetes, bandejas ou embalagens definitivas. Se comprar o produto de terceiro, deve exigir nota fiscal que comprove a caracterização do vendedor, a origem e a variedade do cavalinho. Na fase final, o enxerto e o portaenxerto devem constituir uma haste única, ereta e vertical, tolerando um desvio de no máximo 15 graus. 06
7 Borbulha Como as sementes e os portaenxertos, as borbulhas devem ser procedentes de instituições reconheci das e registradas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Borbulha é um pedaço de casca da planta matriz e que tem uma gema capaz de produzir a planta cítrica original. É conveniente conhecer o potencial genético da planta matriz, para avaliar sanidade, produtividade e longevidade. Substrato deve estar, de preferência, em big bags Água e substrato Mudas e porta-enxertos podem ser contaminados pelo fungo Phytophthora, causador da gomose e que pode vir pela água ou pelo substrato. Por isso, é importante tratar a água do viveiro. Na compra do substrato, prefira os em big bags ou em caminhõescaçamba desinfestados com cobre e amônia quaternária. O substrato deve ter boa porosidade e ser isento de plantas daninhas. Cuidados adicionais Olocal de recebimento, armazenagem e manuseio do substrato deve estar separado do resto do viveiro, ser pavimentado e protegido. Os funcionários que manuseiam substrato devem usar botas plásticas ou de borracha, e instruídos a não circularem pela propriedade. 07
8 Formação do viveiro Com as normas emitidas pela Secretaria de Agricultura e Abastecimento, a instalação de viveiros e a produção de mudas passam a ser uma atividade com gran des exigências técnicas e operacionais. Tudo está condicionado a registros e fiscalização realizados pela Secretaria. Habilitação e projeto técnico Aprimeira exigência para que um viveirista exerça a atividade no Estado é estar habilitado, com registro na Secretaria de Agricultura e Abastecimento. O viveiro deve ter um projeto técnico, elaborado por engenheiro agrônomo habilitado no Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (Crea), a ser apresentado à Secretaria. O projeto deve informar a quantidade e variedade de mudas e porta-enxertos a serem produzidos e quais suas combinações. Projeto deve informar quantidade e variedade de mudas produzidas Localização Oterreno onde será construído o viveiro deve ter boa drenagem e terraplenagem perfeita para impedir a entrada de águas invasoras no ambiente. O viveiro deve estar distante de qual quer planta cítrica a pelo menos 20 m. É necessário haver quebra-vento e cerca-viva a 20 m do local. A área deve ser acessível para as inspeções e estar sempre livre de detritos vegetais. 08
9 Estrutura Seguir esses itens é fundamental para aprovar o projeto técnico: a construção deve ser comprida, estreita e disposta, no seu comprimento, no sentido leste-oeste; pé direito mínimo de 4 m; a cobertura plástica deve ter espessura de 150 µ (micra); ambiente protegido com tela antia fídica, com malha de 0,87 x 0,30 mm; as bancadas ficam a 30 cm do solo; as muretas laterais devem ter 40 cm de altura, contra águas invasoras; bancadas 30 cm pedilúvio pé direito 4 metros 40 cm os carreadores centrais e entre as bancadas devem ser pavimentados; deve haver um ambiente separado do viveiro, para manuseio de substrato; a água deve, preferencialmente, ser de poço semi-artesiano. Caso seja forçoso usar outra fonte, a água deve receber 10 gramas de cloro para cada mil litros; corredores entre as bancadas com piso, com camada de pedra britada ou material similar, com um mínimo de 5 cm de espessura. Antecâmara Oacesso ao viveiro é feito por uma antecâmara de no mínimo 1m 2 e com piso. Na entrada deve haver um pedilúvio, para desinfestação de calçados, contendo amônia quaternária e cobre, e recipiente para lavagem das mãos com digluconato de clorhexidina. É preciso um vestiário para trabalhadores e visitantes, roupas apropriadas e botas de borracha ou plástico. 09
10 Como fazer o plantio da muda Aprogramação do plantio é fundamental, a começar mesmo pela entrega das mudas. Por isso, o cictricultor deve pedir ao viveirista que realize a entrega das mudas apenas quando estiver prepara do para o plantio imediato, evitando a estocagem, que é prejudicial à planta. 1. Caso as raízes da muda estejam enoveladas no fundo da sacola, é recomendável cortar 3 cm a partir da base. 2. O substrato deve estar sempre molhado, mas não encharcado. 3. A cova onde a muda será plantada deve estar úmida, para facilitar o pegamento. Regue bem após o plantio. Investimento para 20 anos O volume de produção do pomar, a qualidade dos frutos e a longevidade das árvores dependem da escolha da muda. Se o citricultor não encontrar a muda ideal, é melhor esperar. É preciso ter em mente que o investimento em pomar deve durar mais de 20 anos. O retorno será tanto maior quanto melhores forem as características genéticas levadas ao campo pelas mudas. 1.Corte de 3 cm 2.Substrato úmido 3.Rega da cova 10
11 11
12 Centros de Apoio Fitossanitário Centro de Apoio de Araraquara Av. Dr. Adhemar Pereira de Barros Cx. Postal 391 CEP Araraquara - SP Fone: (16) Centro de Apoio de Araras R. da Consolação Jardim Belvedere CEP Araras - SP Fone: (19) / Centro de Apoio de Bebedouro R. Antonio Alves de Toledo CEP Bebedouro - SP Fone: (17) / Centro de Apoio de Buritama R. Agostinho Gambera, 679 Centro CEP Buritama - SP Fone: (18) / Centro de Apoio de Frutal R. Afrânio Peixoto Alto Boa Vista CEP Frutal - MG Fone: (34) Centro de Apoio de Guarantã R. Manoel da Silva Pardal CEP Guarantã - SP Fone: (14) / Centro de Apoio de Icém Av. Simpliciano Custódio da Silveira CEP Icém - SP Fone: (17) / Centro de Apoio de Itapetininga Av. José Santana de Oliveira - 91 Vila Nova CEP Itapetininga - SP Fone: (15) / Centro de Apoio de Itápolis R. Bernardino de Campos CEP Itápolis - SP Fone: (16) / Centro de Apoio de Jales R Centro CEP Jales - SP Fone: (17) / Centro de Apoio de José Bonifácio R. 9 de Julho, 2145 CEP José Bonifácio - SP Fone: (17) Centro de Apoio de Mirandópolis R. Rui Barbosa, 1087 CEP Mirandópolis - SP Fone: (18) Centro de Apoio de Olímpia R. Gen. Osório CEP Olímpia - SP Fone: (17) / Centro de Apoio de Votuporanga R. Maximiliano Lui Bairro do Café CEP Votuporanga - SP Fone: (17) / Ligue grátis
Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola. (14)
Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola [email protected] (14) 3769-1153 Engº Agrº M.Sc. Roberto Salva MsC, Universidade Estadual Julio Mesquita Fº - Jaboticabal, 2004; Especialização
PRODUÇÃO DE MUDAS ALÉM DA CERTIFICAÇÃO, O EXEMPLO DO CITROS.
XXXVIII Congresso Paulista de Fitopatologia PRODUÇÃO DE MUDAS ALÉM DA CERTIFICAÇÃO, O EXEMPLO DO CITROS. Christiano Cesar Dibbern Graf Diretor Presidente Citrograf Mudas FEVEREIRO/2015 HISTÓRICO DO SISTEMA
CVC. É comum o citricultor confundir os sintomas da CVC com deficiência de zinco ou sarampo.
CVC A Clorose Variegada dos Citros (CVC), conhecida como amarelinho, é uma doença causada pela bactéria Xylella fastidiosa, que atinge todas as variedades comerciais de citros. Restrita ao xilema (tecido
secundários e as raízes e radicelas definham e apodrecem. Com o sistema radicular menor, não há absorção de nutrientes e água na copa da planta.
MSC A Morte Súbita dos Citros (MSC) é uma doença destrutiva e representa uma ameaça potencial para a citricultura paulista e nacional porque afeta laranjeiras doces e tangerinas Cravo e Ponkan enxertadas
Portaria IDARON nº 558 DE 08/01/2016
Portaria IDARON nº 558 DE 08/01/2016 Norma Estadual - Rondônia Publicado no DOE em 19 jan 2016 Aprovar os requisitos fitossanitários para a produção, o comércio, entrada, o trânsito, armazenamento e utilização
V ENCONTRO NACIONAL SOBRE SUBSTRATO PARA PLANTAS Irrigação e Fertirrigação em ambientes protegidos Ilhéus,Bahia,12 a 15 de setembro de 2006
V ENCONTRO NACIONAL SOBRE SUBSTRATO PARA PLANTAS Irrigação e Fertirrigação em ambientes protegidos Ilhéus,Bahia,12 a 15 de setembro de 2006 PRODUÇÃO DE MUDAS CITRICAS EM SUBSTRATO NO ESTADO DE SP: Um exemplo
VIVECITRUS E A PRODUÇÃO DE MUDAS CERTIFICADAS
OUTROS VIVECITRUS E A PRODUÇÃO DE MUDAS CERTIFICADAS CHRISTIANO CÉSAR DIBBERN GRAF (1) RESUMO Quase um século se completa após a instalação do primeiro viveiro de citros organizado no Estado de São Paulo,
Plantio dos porta-enxertos em 14 de Novembro de 2000
Plantio dos porta-enxertos em 14 de Novembro de 2000 O solo virgem, livre de doenças, em uma área a mais de 400 m de pomares, é muito bem preparado e todos os nutrientes necessários para um ótimo desenvolvimento
PORTA-ENXERTOS E MUDAS PARA POMARES DE CITROS
PORTA-ENXERTOS E MUDAS PARA POMARES DE CITROS IMPLANTAÇÃO DO POMAR Seleção e Cuidados com mudas MUDAS DE BOA PROCEDÊNCIA VIVEIROS CREDENCIADOS MUDAS COM QUALIDADE FITOSSANITÁRIA PREFERIR MUDAS ENVASADAS
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 26, DE 4 DE JUNHO DE 2018
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 26, DE 4 DE JUNHO DE 2018 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO DOU de
VIVEIRO COMERCIAL DO BRASIL
Responsabilidade, produtividade, sanidade, segurança, tecnologia, consciência e atenção são palavras de ordem para a manutenção da competitividade do setor. Não há mais espaço para amadorismos, imediatismos
SMR Cancro Cítrico São Paulo COORDENADORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA. Eng. Agr. DSc. Marlon Peres da Silva
SMR Cancro Cítrico São Paulo COORDENADORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA Eng. Agr. DSc. Marlon Peres da Silva Temas Abordados 1. Instrução Normativa nº 37, de 05/09/2016 (MAPA); 2. Capítulo IV Área Sob Sistema
JARDIM CLONAL (exclusivamente para produção de MODELO DE REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO DE PLANTAS FORNECEDORAS DE MATERIAL DE PROPAGA-
IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTOR DE MUDAS TEEFONE: CREA Nº/VISTO: TEEFONE: ANEXO I MODELO DE REQUERIMENTO DE INSCRIÇÃO DE PLANTAS FORNECEDORAS DE MATERIAL DE PROPAGA- ÇÃO O Produtor de Mudas, abaixo identificado,
Planejamento e Instalação de Pomares
Universidade Federal do Vale do São Francisco Campus de Ciências Agrárias Curso de Engenharia Agronômica Disciplina: Fruticultura I Planejamento e Instalação de Pomares Docente responsável: Prof. Dr. Ítalo
1 Instrução Normativa nº. 01 de 15 de dezembro de Seção 1. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO
TEMÁRIO: 1 Instrução Normativa nº. 01 de 15 de dezembro de 1998. Seção 1. MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E DO ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº. 1, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1998. O Ministro
ANEXO I. NORMAS PARA A PRODUÇÃO DE SEMENTES E DE MUDAS DE SERINGUEIRA (Hevea spp.) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES
ANEXO I NORMAS PARA A PRODUÇÃO DE SEMENTES E DE MUDAS DE SERINGUEIRA (Hevea spp.) CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o As Normas de que trata este Anexo têm como objetivo estabelecer as exigências
Aprimorando o tripé de controle do HLB
Aprimorando o tripé de controle do HLB Controle do vetor Renato Beozzo Bassanezi À espera da solução definitiva... Não preciso me mexer, daqui a pouco já teremos a planta de citros imune ao HLB Produção
Considerações sobre a situação do cancro cítrico e a mudança da legislação que regula o controle da doença em São Paulo
Considerações sobre a situação do cancro cítrico e a mudança da legislação que regula o controle da doença em São Paulo Franklin Behlau CANCRO CÍTRICO: NOVA ABORDAGEM Desfolha Lesões em frutos Queda de
Construção de um "silo secador
Construção de um "silo secador Ao decidir por finalizar a secagem durante o armazenamento ou secagem em silo e que a construção seja realizada na fazenda, um passo muito importante é a escolha do local.
MÉTODOS DE ENXERTIA PARA A GRAVIOLEIRA EM RIO BRANCO-ACRE
ISSN 0104-9038 Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Centro de Pesquisa Agroflorestal do Acre Ministério da Agricultura e do Abastecimento BR-364, km 14 (Rio Branco/Porto Velho), Caixa Postal 392,
DIFUSÃO DO GREENING EM POMARES DE BEBEDOURO. Antonio Tubelis. **
1 INTRODUÇÃO. DIFUSÃO DO GREENING EM POMARES DE BEBEDOURO. Antonio Tubelis. ** O controle do inseto vetor e a erradicação de plantas com Greening não estão sendo suficientes para deterem a difusão da doença
NORMAS PARA INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTO DE PROCESSAMENTO MÍNIMO NO ESTADO DE SÃO PAULO
NORMAS PARA INSPEÇÃO EM ESTABELECIMENTO DE PROCESSAMENTO MÍNIMO NO ESTADO DE SÃO PAULO Eng o. Agr o. Paulo Fernando de Brito Defesa Sanitária Vegetal Secretaria de Agricultura e Abastecimento Coordenadoria
REESTIMATIVA DE SAFRA DE LARANJA E DESAFIOS DA CITRICULTURA NO ESTADO DE SP E TRIÂNGULO MINEIRO. Antonio Juliano Ayres Gerente Geral
REESTIMATIVA DE SAFRA DE LARANJA E DESAFIOS DA CITRICULTURA NO ESTADO DE SP E TRIÂNGULO MINEIRO Antonio Juliano Ayres Gerente Geral - Perfil da Citricultura - Reestimativa de Safra - Cenário da Citricultura
Planejamento e instalação de pomares
Universidade Federal de Rondônia Curso de Agronomia Fruticultura I Planejamento e instalação de pomares Emanuel Maia [email protected] www.lahorta.acagea.net Perguntas iniciais O que plantar? Qual o mercado?
PORTARIA AGED Nº 638, DE
PORTARIA AGED Nº 638, DE 19-08-2011 DOE 23-08-2011 O DIRETOR GERAL DA AGÊNCIA ESTADUAL DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO MARANHÃO AGED-MA, no uso de suas atribuições legais, com base na Lei nº 7.734, de 19 de
Pulverização Aérea CARTILHA EXPLICATIVA
Pulverização Aérea CARTILHA EXPLICATIVA 1 A modernização da agricultura mundial O crescimento na demanda mundial de alimentos trouxe um novo desafio para a agricultura. A necessidade de evoluir na produtividade
AÇÃO DA DESINFESTAÇÃO DE SUBSTRATOS COMERCIAIS SOBRE A EMERGÊNCIA E DESENVOLVIMENTO DE PORTA-ENXERTOS CÍTRICOS INTRODUÇÃO
1 AÇÃO DA DESINFESTAÇÃO DE SUBSTRATOS COMERCIAIS SOBRE A EMERGÊNCIA E DESENVOLVIMENTO DE PORTA-ENXERTOS CÍTRICOS SANDRA RIETH 1, WAGNER SOARES², MARINA BACK 3, GIL VICENTE LOUROSA 3, PAULO VITOR DUTRA
1. Escolhendo o local certo para o plantio.
Além de ser uma atitude que contribui com o meio ambiente, plantar uma árvore requer alguns cuidados. Assim, para que o plantio ocorra da maneira correta é preciso pensar no espaço disponível, no tamanho
CULTIVO PROTEGIDO EM PROPRIEDADES RURAIS
CULTIVO PROTEGIDO EM PROPRIEDADES RURAIS 1. Tema Produção e Qualidade 2. Subtema Mapeamento e Melhoria de Processos 3. Categoria de serviço Acesso a Serviço Tecnológico 4. Tipo de serviço / instrumento
ARBORIZAÇÃO E PAISAGISMO
INSTITUTO DEFEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS - IFAM ARBORIZAÇÃO E PAISAGISMO Iane Barroncas Gomes Engenheira Floresta, M.Sc. 1 PRODUÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES ORNAMENTAIS 2 Importância
LEGISLAÇÃO PARA COLETA DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS NATIVAS
LEGISLAÇÃO PARA COLETA DE SEMENTES E PRODUÇÃO DE MUDAS NATIVAS Bárbara França Dantas Pesquisadora da Embrapa Semiárido De acordo com FERNANDA YONEYA (O Estado de São Paulo de 21 de setembro de 2011), mesmo
Marlene Soranso Engenheira Agrônoma
AGÊNCIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DO PARANÁ DIRETORIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA GERÊNCIA DE SANIDADE VEGETAL CURSO PARA HABILITAÇÃO DE RESPONSÁVEIS TÉCNICOS PARA CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE ORIGEM CULTURA
Planejamento e implantação de pomares
Plano de aula Planejamento e implantação de pomares Planejamento e implantação de pomares Agosto 2017 Planejamento de pomares Fatores a serem considerados no planejamento de um pomar Aspectos técnicos
1º As mudas de que trata o caput deverão ser formadas a partir de sementes de uma das seguintes categorias:
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 35, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição
Dimensionamento de viveiros. Iane Barroncas Gomes Engenheira Florestal, M.Sc. IFAM-CITA
Dimensionamento de viveiros Iane Barroncas Gomes Engenheira Florestal, M.Sc. IFAM-CITA Conteúdo Conteúdo: Conceito de viveiro Tipos de viveiros Planejamento da instalação de um viveiro Local ideal Estruturas
Pragas Quarentenárias haverá sustentabilidade para citricultura?
III Simpósio sobre Fitossanidade em Citros UNESP, Jaboticabal/SP Pragas Quarentenárias haverá sustentabilidade para citricultura? Rita Lourenço Fiscal Federal Agropecuário Praga Quarentenária NIMF 5 Uma
SISTEMAS DE CONDUÇÃO E PODA DA MACIEIRA (PIM)
SISTEMAS DE CONDUÇÃO E PODA DA MACIEIRA (PIM) Área temática Poda Obrigatórias Proceder à condução e poda para o equilíbrio entre a atividade vegetativa e a produção regular em macieira; A altura da planta
MUDAS SEM DOENÇAS: PREVENÇÃO E PROTEÇÃO. Evelyn Araujo Conqualy Consultoria Recife - PE Out/2017
MUDAS SEM DOENÇAS: PREVENÇÃO E PROTEÇÃO Evelyn Araujo Conqualy Consultoria Recife - PE Out/2017 GEOGRAFIA DA HORTICULTURA Fonte: ABCSEM, 2017. Muda : papel fundamental na obtenção de uma planta bem formada
Plantas de dias curtos: Camarosa, Per Cinque e Festival. Plantas de dias neutros: Albion, San Andreas, Portolas e Aromas.
O cultivo em substrato geralmente é desenvolvido sob estufas que protegem as plantas do efeito direto das chuvas. O tipo de estufa mais utilizado apresenta apenas a cobertura plástica, propor- cionando
FISCALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA PRESTADORAS DE SERVIÇO NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS
FISCALIZAÇÃO DAS EMPRESAS DE AVIAÇÃO AGRÍCOLA PRESTADORAS DE SERVIÇO NA APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS Eng. Agr. Maristela Neves da Conceição SAA/CDA CFICS EDA/Registro Secretaria de Agricultura e Abastecimento
Procedimentos e LEGISLAÇÃO RENASEM
Procedimentos e LEGISLAÇÃO RENASEM (1) LEI 10.711/2003 (2) DECRETO 5.153/2004 (3) INSTRUÇÃO NORMATIVA 24/2005 (mudas / geral) (4) INSTRUÇÃO NORMATIVA 56/2011 (espécies florestais) (5) INSTRUÇÃO NORMATIVA
CIRCULAR TÉCNICA. Vazio sanitário do algodoeiro em Mato Grosso: principais pontos da Instrução Normativa 001/2016 do INDEA-MT
CIRCULAR TÉCNICA Nº24 / 2016 Julho de 2016 Publicação periódica de difusão científica e tecnológica editada pelo Instituto Mato-grossense do Algodão (IMAmt) e dirigida a profissionais envolvidos com o
Issáo Ishimura Eng. Agr., Dr., PqC da Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento em Agricultura Ecológica /APTA
PRODUÇÃO DE MUDAS DE LOURO E SEU PLANTIO Issáo Ishimura Eng. Agr., Dr., PqC da Unidade de Pesquisa e Desenvolvimento em Agricultura Ecológica /APTA [email protected] Sebastião Wilson Tivelli Eng. Agr.,PhD.,
Solarizador Modelo PESAGRO RIO
1 Solarizador Modelo PESAGRO RIO (Informe Técnico 32, ISSN 0101-3769) Marco Antonio de Almeida Leal Introdução As doenças de solo constituem um dos principais problemas para a maioria das culturas, pois
MUDAS EM SACOLINHAS DE TNT(AGROPOTE) SÃO BOA OPÇÃO PARA GRANDES PLANTIOS DE CAFÉ. Matiello, Almeida, Aguiar, Josino e Araujo
MUDAS EM SACOLINHAS DE TNT(AGROPOTE) SÃO BOA OPÇÃO PARA GRANDES PLANTIOS DE CAFÉ Matiello, Almeida, Aguiar, Josino e Araujo Justificativas As mudas de café, em sua grande maioria,vem sendo formadas em
PRODUÇÃO DE MUDAS DE VIDEIRA
Universidade de São Paulo Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz ESALQ/USP HISTÓRIA DA PRODUÇÃO DE MUDAS DE VIDEIRA PRODUÇÃO DE MUDAS DE VIDEIRA - Método de estaquia - Europa: filoxera (praga do
MANEJO DA IRRIGAÇÃO DOS CITROS PARA
MANEJO DA IRRIGAÇÃO DOS CITROS PARA PRODUÇÃO DE MUDAS Engº Agrº, Dr. Flávio Bussmeyer Arruda PqC Instituto Agronômico, IAC V Simpósio de Citricultura Irrigada Bebedouro, SP 3 a 4 de outubro de 2007 Colaboradores:
NORMA INTERNACIONAL DE MEDIDA FITOSSANITÁRIA - NIMF N. 15, DA FAO. CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES
NORMA INTERNACIONAL DE MEDIDA FITOSSANITÁRIA - NIMF N. 15, DA FAO. CERTIFICAÇÃO FITOSSANITÁRIA DE EMBALAGENS E SUPORTES DE MADEIRA. ALTERAÇÕES DA LEGISLAÇÃO FITOSSANITÁRIA BRASILEIRA A Norma Internacional
Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade
MANUAL DE PLANTIO Semente Caiçara Ltda. A força da qualidade Temos à pronta entrega a quantidade que você necessita. As sementes são inspecionadas, beneficiadas, mantendo-se assim, ao longo dos anos, o
Olericultura. A Cultura da Abobrinha (Cucurbita pepo) Família Cucurbitácea
1 de 5 10/16/aaaa 11:56 Olericultura A Cultura da Abobrinha (Cucurbita pepo) Família Cucurbitácea Nome Cultura da Abobrinha Produto Informação Tecnológica Data Julho - 2001 Preço - Linha Olericultura Resenha
PIRÂMIDE DE HORTALIÇAS: UMA ALTERNATIVA DE HORTA DOMÉSTICA. Goede, Júlia Eduarda 1 ; Odelli, Fernanda 2 ;
PIRÂMIDE DE HORTALIÇAS: UMA ALTERNATIVA DE HORTA DOMÉSTICA Goede, Júlia Eduarda 1 ; Odelli, Fernanda 2 ; 1 Instituto Federal Catarinense, Rio do Sul/SC; 2 Instituto Federal Catarinense, Rio do Sul/SC INTRODUÇÃO
Sistema Laminar Médio. Ecotelhado
Sistema Laminar Médio Sistema Laminar Médio Objetivo O Sistema Laminar Médio tem como objetivo proporcionar a laje plana, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio
Porta-enxertos Produção de mudas de citros
Plano de aula Produção de mudas de citros Produção de mudas de citros Agosto 2017 Sementes Estaquia/Alporquia Enxertia Roteiro da produção Muda padrão e Certificação de mudas Influências recíprocas Por
SISTEMA HIDROMODULAR
SISTEMA HIDROMODULAR O Sistema Hidromodular tem como objetivo proporcionar a laje, uma cobertura vegetada para conforto térmico do ambiente interno e maior convívio com a natureza. Este sistema se caracteriza
MUDAS DE CAFÉ EM SACOLINHAS DE TNT(AGROPOTE) SOBRE FUNDO TELADO. Matiello, Almeida, Aguiar, Josino e Araujo.
MUDAS DE CAFÉ EM SACOLINHAS DE TNT(AGROPOTE) SOBRE FUNDO TELADO Matiello, Almeida, Aguiar, Josino e Araujo. Justificativas Nos projetos de cafeicultura empresarial, vem sendo introduzido o uso de mudas
Hortaliças Minimamente Processadas
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Agroindústria de Alimentos Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Hortaliças Minimamente Processadas Carlos Alexandre Oliveira Gomes André
ANEXO I ANEXO II RELATÓRIO ANUAL DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE MUDAS DE ESPÉCIES FLORESTAIS ANEXO III
* Saldo = produção do ano - (comercializada + plantio próprio + outros destinos) ANEXO I Produtor: RELATÓRIO ANUAL DE PRODUÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE SEMENTES DE ESPÉCIES FLORE S TA I S Ano de produção:
PORTARIA INDEA Nº 02, DE
PORTARIA INDEA Nº 02, DE 05-01-2018 DOE 05-01-2017 Altera, inclui e revoga alínea, incisos, parágrafos e artigos da Portaria Conjunta SEDRAF/INDEA-MT Nº 003/2014 de 06 de fevereiro de 2014. O PRESIDENTE
90 dias antes do plantio.
INTRODU~AO o cultivo da mandioca exerce grande importancia social e econ6mica no estado do Piauf, onde sac plantados 133.859 ha e produzidas 1.854.840t de rafzes. Cultivada principalmente por pequenos
Como identificar o Cancro europeu das pomáceas
Como identificar o Cancro europeu das pomáceas O cancro europeu das pomáceas, também conhecido como cancro de néctria, é uma importante doença da macieira na maioria dos países onde ela ocorre. É causada
Mogno Africano Khaya ivorensis, senegalensis e anthoteca. (43)
Mogno Africano Khaya ivorensis, senegalensis e anthoteca www.ibflorestas.org.br [email protected] (43) 3324-7551 Mogno Substrato Africano Principais Florestal espécies Khaya ivorensis Khaya senegalensis
Manejo. Broca. Rizoma. Manejo. Bananeira. da broca do rizoma da
Manejo Manejo da broca do rizoma da Bananeira Broca Rizoma Broca-do-rizoma Adulto e Larvas Broca-do-rizoma Cosmopolites sordidus (Germ.) (Coleoptera: Curculionidae) Foto: Nilton F. Sanches Adulto: besouro
Passo-a-passo Sementeira - Bandeja de Isopor
44 Passo-a-passo Sementeira - Bandeja de Isopor Materiais necessários: Nesta etapa é necessário utilizar materiais de excelente qualidade, é o início de todo processo. Material necessário:.01 bandeja de
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO
ELEMENTOS DE ARQUITETURA E URBANISMO REPRESENTAÇÃO DE PROJETOS DE ARQUITETURA Faculdade de Tecnologia e Ciências - FTC Unidade Vitória da Conquista BA Colegiado de Engenharia Civil Prof. Philipe do Prado
Manual Groasis Waterboxx para legumes
Manual Groasis Waterboxx para legumes 1. Use uma estufa de acordo com o desenho como se mostra na figura abaixo, com a possibilidade de ventilar os lados e com uma tela/sombra dupla de cor branca no topo
PRODUCAO DE MUDAS DE ESPÉCIES FRUTIFERAS DO CERRADO
PRODUCAO DE MUDAS DE ESPÉCIES FRUTIFERAS DO CERRADO Alfredo Penzo de Barros 1 ; Norton Hayd Rego 2 ; Aluisio Pereira da Luz 3 ; Aliston Flàvio de Souza 3 ; Nivaldo Liuzzi Gomes 4 ; Bruno Jacobson 5. 1
Prof. Lucas Amaral de Melo Departamento de Ciências Florestais UFLA. Produção de mudas florestais de eucalipto
Prof. Lucas Amaral de Melo Departamento de Ciências Florestais UFLA Produção de mudas florestais de eucalipto Distribuição da área de plantios florestais no Brasil por gênero. ABRAF (2013). Distribuição
PREFEITURA MUNICIPAL DE JUÍNA MT SECRETARIA MUNICIPAL DE AGRICULTURA, MINERAÇÃO E MEIO AMBIENTE SAMMA
Palestra: Como fazer uma horta Ildamir Teixeira de Faria/Diretor de Meio Ambiente SAMMA; Roselaine Mezz/Estudante de agropecuária IFMT/Estagiaria SAMMA; PREFEITURA MUNICIPAL DE JUÍNA MT SECRETARIA MUNICIPAL
AGRÁRIA MANUAL PARA ARMAZENAGEM DE PRODUTOS AGRÁRIA MALTE DISTRIBUIDORES/ REPRESENTANTES MANGMA0 12 ÍNDICE 1 IDENTIFICAÇÃO OBJETIVOS...
ÍNDICE 1 IDENTIFICAÇÃO... 2 2 OBJETIVOS... 2 3 ABRANGÊNCIA... 2 4 PUBLICO ALVO PARA DIVULGAÇÃO... 2 5 FORMA DE DIVULGAÇÃO... 3 6 TERMOS E DEFINIÇÕES... 3 7 NORMAS CORRELATAS... 3 8 DISPOSIÇÕES GERAIS...
Art. 1º Fica Aprovada a Norma Técnica para a utilização da Permissão de Trânsito de Vegetais PTV desta Instrução Normativa.
MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 28, DE 24 DE AGOSTO DE 2016 DOU de 25/08/2016 (nº 164, Seção 1, pág. 6) O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA,
O papel do citricultor no combate ao Greening. Cícero Augusto Massari
O papel do citricultor no combate ao Greening Cícero Augusto Massari Os envolvidos Inseto vetor Greening bactéria hospedeiro Infecção e evolução dos sintomas Doença de evolução rápida em plantas jovens
SISTEMA JARDIM DE PAREDE MAMUTE
SISTEMA JARDIM DE PAREDE MAMUTE O jardim de parede Mamute é formado por floreiras, especialmente projetadas para reservar água e repassar o excedente ao vaso de baixo, por gravidade, até o último recipiente
Linha Horta Familiar e Jardim
Saco de Plantação para vaso de vime Sacola de polipropileno preto com furos laterais para permitir a drenagem de água sem perda de terra. 38 x 38 x 48 cm (pack 4 unidades) 68 x 33 x 28 cm (pack 2 unidades)
PORTFÓLIO DE PRODUTOS
PORTFÓLIO DE PRODUTOS SAFRA 2018 / 2019 EDITORIAL Para um resultado especial, você precisa de uma semente especialíssima. A safra 18/19 está chegando e vem repleta de dificuldades, desafios e oportunidades.
LCE 306 Meteorologia Agrícola. Importância Agroecológica dos Ventos. Aula # 13. Prof. Paulo Cesar Sentelhas Prof. Luiz Roberto Angelocci
LCE 306 Meteorologia Agrícola Prof. Paulo Cesar Sentelhas Prof. Luiz Roberto Angelocci Aula # 13 Importância Agroecológica dos Ventos Uso de Quebra-Ventos Naturais e Artificiais ESALQ/USP 2012 Os ventos
Produção de mudas de bananeira para plantação direta
Publicado en TECA (http://teca.fao.org) Produção de mudas de bananeira para plantação direta RESUMEN: Foi adaptado pela Fundación Hondureña de Investigación Agrícola (FHIA) e é aplicável nos locais onde
Uso da Técnica da Solarização como Alternativa para o Preparo do Solo ou Substrato para Produção de Mudas Isentas de Patógenos de Solo
Uso da Técnica da Solarização como Alternativa para o Preparo do Solo ou Substrato para Produção de Mudas Isentas de Patógenos de Solo Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária Embrapa Mandioca e Fruticultura
TÍTULO: AVALIAÇÃO DE MUDAS DE COFFEA ARABICA PRODUZIDAS EM DIFERENTES RECIPIENTES
TÍTULO: AVALIAÇÃO DE MUDAS DE COFFEA ARABICA PRODUZIDAS EM DIFERENTES RECIPIENTES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS EXATAS E DA TERRA SUBÁREA: CIÊNCIAS AGRÁRIAS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO DO PLANALTO
Capítulo 5. Controle de Plantas Daninhas no Cultivo do Milho Verde 5.1. Introdução
Capítulo 5. Controle de Plantas Daninhas no Cultivo do Milho Verde 5.1. Introdução Definidas inicialmente, em 1912, como plantas fora do lugar (Harlan e Wet, 1965), as plantas daninhas apresentam substancial
