Aprimorando o tripé de controle do HLB
|
|
|
- Emanuel Fialho Carreira
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aprimorando o tripé de controle do HLB Controle do vetor Renato Beozzo Bassanezi
2 À espera da solução definitiva... Não preciso me mexer, daqui a pouco já teremos a planta de citros imune ao HLB
3 Produção (Milhões de caixas) À espera da solução definitiva Produção de Laranja no Estado da Flórida Antes do HLB Após o HLB
4 Produção média do quinquênio (Milhões de caixas) Arregaçando as mangas e mantendo o foco ,0 Produção de Laranja 329,3 330,2 341,9 Eliminação de plantas doentes Controle regional do vetor Mudas sadias ,2 210,8 SP+MG FL ,7 124, / / / / / / / /15 Antes do HLB Após o HLB
5 Tripé de controle do HLB Controle do vetor
6 1ª Base do Tripé: Plantio de Mudas Sadias Muda sadia e de qualidade é o alicerce para uma citricultura saudável e produtiva Produção de mudas em viveiros certificados Norma estadual de São Paulo CDA n.5 03/02/ Exclusivo para a produção de cítros - Distância mínima de 20 m de pomares comerciais - Tela anti-afídica com malha de 0,87 x 0,30 mm, sem furos e rasgos - Cobertura plástica impermeável, sem furos e rasgos - Antecâmara - Acesso permitido apenas para pessoal autorizado - Desinfestação de calçados, mãos e ferramentas para enxertia e poda - Espaço de 50 cm entre bancada e tela - Sementes para produção de porta-enxertos oriundas de plantas matrizes registradas na CDA - Termoterapia de sementes - Porta-enxertos de viveiros registrados na CDA - Gemas para enxertia de plantas matrizes certificadas e registradas na CDA Instrução Normativa Federal n.53 16/10/ Produção obrigatória em viveiro protegido em áreas com HLB (SP, MG, PR) - Indexação anual de plantas matrizes para HLB
7 Dispersão constante e à longa distância do Psilídeo Busca constante por brotações Re-infestação diária do pomar com controle por psilídeos de pomares sem controle Dispersão regional (Não há pomar isolado e outras culturas não são barreiras) Vários Kilômetros
8 % dos psilídeos observados Efeito de borda Na migração, o psilídeo se concentra nas primeiras plantas da divisa da propriedade Pulverizações não evitam totalmente novas infecções Distância da borda R.B. Bassanezi
9 1ª Base do Tripé: Plantio de Mudas Sadias Uma vez que a muda vai para o campo ela fica exposta à infecção É preciso dar condições para que a muda cresça e se torne produtiva sem infecção É preciso planejar o plantio e a renovação de pomares para melhor enfrentar o que vem pela frente : Perda de plantas (principalmente na faixa de borda) Controle mais frequente (principalmente na faixa de borda) Menor longevidade produtiva
10 Planejamento do Plantio e Renovação Quanto mais distante de pomares com HLB maior a chance de formar o pomar Escolha da área de plantio Região de baixa incidência Longe de pomares sem manejo Área com manejo regional
11 Planejamento do Plantio e Renovação Tamanho da área plantada Quanto menor o pomar... Maior área de borda em relação à área total Mais afetados pelas fontes externas de vetor Mais difícil o controle do HLB 3000 m 100 m 100 m 3000 m 500 m 100 m 100 m 500 m 1000 m 100 m 100 m 1000 m Área total = 25 ha Área de borda = 16 ha (64%) Área total = 100 ha Área de borda = 36 ha (36%) Área total = 900 ha Área de borda = 59 ha (6,5%)
12 Planejamento do Plantio e Renovação Renovação em bloco Evita talhões novos ao lado de talhões mais velhos
13 Planejamento do Plantio e Renovação Forma da propriedade Quanto mais descontínuo e estreito for o pomar... Maior área de borda em relação à área total Mais afetados pelas fontes externas de vetor Mais difícil o controle do HLB Pomar contínuo e largo Pomar descontínuo e estreito
14 Planejamento do Plantio e Renovação Forma dos talhões Quanto mais descontínuo e estreito for o talhão... Maior área de borda em relação à área total Mais afetados pelas fontes externas de vetor Mais difícil o controle do HLB Talhões quadrados e grandes Talhões retangulares e pequenos
15 Plantas por hectare Planejamento do Plantio e Renovação Adensamento Manutenção de stand Antecipação da produção Efeito de barreira Densidade de Plantio < Ano de plantio Fonte: Inventário de árvores do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro Fundecitrus Março/2015
16 Planejamento do Plantio e Renovação Direção de plantio da faixa de borda em relação à divisa Maior facilidade da operação de pulverização da faixa de borda em plantios paralelos Perpendicular Paralelo
17 Planejamento do Plantio e Renovação Direção de plantio da faixa de borda em relação à divisa Menor penetração dos psilídeos externos em plantios paralelos (Efeito de barreira) Perpendicular Paralelo Perpendicular
18 Planejamento do Plantio e Renovação Escapar da fase mais suscetível dos citros com o mínimo de perdas Muda com pernada* Mulching (refletivo)* Irrigação/Nutrição*
19 Porcentagem da copa com sintomas de HLB Nutrição e HLB Uma boa nutrição é fundamental ter para se ter uma boa produção e qualidade de fruta Nutrição não evita que a planta se torne doente Jan11 Jan12 Jan13 Jan14 Jan15 Plantas com HLB não são curadas pela nutrição adicional Plantas com HLB mal nutridas respondem à fertilização adicional nas partes não doentes Plantas com HLB bem nutridas não respondem à fertilização adicional Plantas bem nutridas demoram pouco mais para sucumbir ao HLB, mas ainda têm progresso dos sintomas e queda de produção Produção Relativa entre Plantas Doentes e Sadias (%)
20 Miranda et al (em avaliação) Cuidados Adicionais nas Bordas Deve-se evitar a penetração do psilídeo para o interior da propriedade Mulching refletivo* Uso de plantas iscas (murta podada com inseticida sistêmico)* Pulverizações mais frequentes Plantio paralelo à divisa Replantio das plantas erradicadas Adensamento Cerca de murta
21 2ª Base do Tripé: Eliminação de Plantas Doentes Plantas doentes são fontes de bactérias que podem ser levadas para plantas sadias pelos psilídeos Instrução Normativa Federal n.53, 16/10/ Inspeções - mínimo de 4 por ano (Citricultor) - Eliminação de plantas com sintomas (Citricultor) - Relatórios semestrais das atividades de inspeção e eliminação (Citricultor - ~90%) - Fiscalização das atividades dos citricultores (Secretaria de Agricultura - CDA) Comunicação da fiscalização e croqui dos talhões da propriedade Três talhões por propriedade são sorteados e inspecionados Se houver plantas sintomáticas todos os talhões são inspecionados O agente da CDA marca todas as plantas com sintomas de HLB O agrônomo da CDA avalia o cumprimento da Normativa 53 pelo citricultor CDA emite informe oficial da inspeção visual CDA coleta amostras de 10% das plantas suspeitas por talhão Centro de Citricultura faz todos os testes de laboratório e emite laudo oficial - Eliminação de plantas doentes pela CDA: Se existirem amostras PCR+, Eliminação de todas as plantas com sintomas se a incidência for = ou <28%; ou Eliminação de todas as plantas do talhão se a incidência for >28%
22 Diferença acumulada de produção (caixas/ha) Diferença acumulada de produção (caixas/ha) 2ª Base do Tripé: Eliminação de Plantas Doentes No curto e médio prazo a manutenção de plantas doentes em pomares adultos pode ser até economicamente viável, mas no longo prazo causará: Aumento da dificuldade de renovação de pomares Piora na qualidade da fruta Maior dependência aos inseticidas (resistência e resíduo) Maior pressão sobre futuras variedades resistentes Diferença de produção acumulada Controle do vetor + Erradicação de plantas vs Controle do vetor Pomar de 4 anos Pomar de 8 anos Short term (5 years) Medium term (10 years) Long term (20 years) Short term (5 years) Medium term (10 years) Long term (20 years) % initial incidence 1% initial incidence 10% initial incidence Neves & Bassanezi (IRCHLB 2015) 0.1% initial incidence 1% initial incidence 10% initial incidence
23 Inspeções para Plantas Doentes Conhecer a evolução da doença no pomar é essencial para a tomada de decisão de controle Treinamento, reciclagem e auditoria da equipe (precisa de PCR?) Para supressão da doença: Todos os talhões A partir do segundo ano de plantio Mínimo de 6x por ano A pé até 3 m de altura pl/dia Efic % Plataforma acima de 3 m de altura 4000 pl/dia Efic %
24 Inspeções para Plantas Doentes Porcentagem de plantas com sintomas de HLB encontradas por mês em relação ao total encontrado Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez *Média de 24 propriedades de 2005 a 2011 Bassanezi et al. (ICC 2012)
25 Eliminação de Plantas Hospedeiras Poucas plantas de citros e Murraya em pomares abandonados, quintais e áreas urbanas são suficientes para gerar altas populações de psilídeos infectivos para contaminar os pomares comerciais
26 3ª Base do Tripé: Controle do Psilídeo Não se deve permitir que o psilídeo infectivo tenha chance de se alimentar nas plantas sadias Tolerância ZERO Antes do plantio: Sistêmicos 1 a 5 dias antes de sair do viveiro
27 Controle do Psilídeo Não se deve permitir que o psilídeo infectivo tenha chance de se alimentar nas plantas sadias 0 a 3 anos: 3-4 aplicações de sistêmicos no fluxo vegetativo Inseticidas de contato conforme monitoramento Acima de 3 anos: Inseticidas de contato conforme monitoramento ml/m 3 copa
28 Monitoramento do Psilídeo Saber quando e onde o psilídeo está no pomar é essencial para a tomada de decisão de controle Armadilhas adesivas amarelas (1 a cada 200 m) Troca a cada 14 dias Terço superior da copa Parte externa da copa Voltada para fora do talhão Se forem observados ovos e ninfas nos brotos, houve falhas no controle do psilídeo Visual em brotos 1% das plantas e 3 por planta
29 Monitoramento do Psilídeo Preferência em talhões: da periferia da propriedade próximos de pomares sem controle próximos de fontes de luz com plantas brotando (jovens, irrigadas, podadas) próximos a matas com plantas cítricas fora da propriedade Porcentagem de psilídeos capturados por mês em relação ao total encontrado A partir do plantio e a cada 7 dias Maior ocorrência nas épocas de maior vegetação (agosto a janeiro) Jan Fev Mar Abr Mai Jun Jul Ago Set Out Nov Dez *Média de 4 propriedades de 2005 a 2011 em 3 municípios
30 Monitoramento do Psilídeo Treinamento, reciclagem e auditoria da equipe Leitura de armadilhas em local mais apropriado Leonardo (MasterCitrus 2014)
31 Controle do Psilídeo Baixa participação ou sincronia dos citricultores no controle regional do psilídeo favorece a reinfestação dos talhões tratados, com maior chance de novas infecções A incidência de HLB é função do controle local e regional da doença
32 Controle do Psilídeo Alta participação ou sincronia dos citricultores no controle regional do psilídeo desfavorece a reinfestação dos talhões tratados, com menor chance de novas infecções A incidência de HLB é função do controle local e regional da doença
33 Organização dos Citricultores Sem a organização dos citricultores não se conseguirá controlar o HLB A cooperação entre citricultores é essencial para o controle do HLB Sindicatos Associações Cooperativas Parcerias Grupos de manejo regional Ações entre vizinhos
34 Plantas com HLB erradicadas Controle Regional do HLB Não se deve permitir que o psilídeo se alimente e crie em plantas doentes e migrem para os pomares Controle interno (local) Controle externo à propriedade (nas plantas da vizinhança) Erradicação de plantas doentes nos vizinhos Pulverização de plantas nos vizinhos Liberação de Tamarixia radiata em áreas sem inseticida Apenas manejo interno do HLB Manejo interno + externo do HLB % de erradicação anual 0,20% 1,04% 1,54% 0,51%
35 Controle Regional do HLB Não se deve permitir que o psilídeo se alimente e crie em plantas doentes e migrem para os pomares Estabelecimento e coordenação de grupos voluntários para controle simultâneo do vetor em áreas extensas
36 Identificação de usuário Seleção da região Seleção do tipo de mapa, propriedade e região, e período a ser visualizado Mapa com zoom e full screen Área restrita aos participantes Seleção exportação Alerta Clima para região selecionada Seleção do índice de psilídeo Visualização dos detalhes das 3 últimas coletas de psilídeo Proporção de plantas em cada estádio vegetativo Gráfico com os dados de vegetação e psilídeo dos últimos 6 meses Mensagens sobre Alertas, Eventos, Palestras
37
38
39
40
41
42 Renato B. Bassanezi
CURSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE HLB
CURSO DE GESTÃO ESTRATÉGICA DE HLB OBJETIVOS Fornecer subsídios aos citricultores para tomadas de decisão sobre o manejo do HLB Auxiliar na coleta e no gerenciamento de dados relativos à população de psilídeo
REESTIMATIVA DE SAFRA DE LARANJA E DESAFIOS DA CITRICULTURA NO ESTADO DE SP E TRIÂNGULO MINEIRO. Antonio Juliano Ayres Gerente Geral
REESTIMATIVA DE SAFRA DE LARANJA E DESAFIOS DA CITRICULTURA NO ESTADO DE SP E TRIÂNGULO MINEIRO Antonio Juliano Ayres Gerente Geral - Perfil da Citricultura - Reestimativa de Safra - Cenário da Citricultura
COMPETITIVIDADE DA CITRICULTURA DE SÃO PAULO E FLÓRIDA FRENTE AO HLB. Antonio Juliano Ayres Gerente Geral
COMPETITIVIDADE DA CITRICULTURA DE SÃO PAULO E FLÓRIDA FRENTE AO HLB Antonio Juliano Ayres Gerente Geral DISTRIBUIÇÃO DE HLB NO MUNDO FLÓRIDA CHINA ÁFRICA DO SUL PRODUTIVIDADE NO MUNDO NA PRESENÇA DO HLB
Epidemiologia do HLB, Manejo Regional e Alerta Fitossanitário
Epidemiologia do HLB, Manejo Regional e Alerta Fitossanitário Renato Beozzo Bassanezi [email protected] Doença altamente destrutiva Sem cura Rápida disseminação Rápido progresso dos sintomas
Considerações sobre a situação do cancro cítrico e a mudança da legislação que regula o controle da doença em São Paulo
Considerações sobre a situação do cancro cítrico e a mudança da legislação que regula o controle da doença em São Paulo Franklin Behlau CANCRO CÍTRICO: NOVA ABORDAGEM Desfolha Lesões em frutos Queda de
MANUAL DE PSILÍDEO Diaphorina citri MEDIDAS ESSENCIAIS DE CONTROLE
MANUAL DE PSILÍDEO Diaphorina citri MEDIDAS ESSENCIAIS DE CONTROLE 1 2 FUNDECITRUS I PSILÍDEO Diaphorina citri MEDIDAS ESSENCIAIS DE CONTROLE PSILÍDEO Diaphorina citri O psilídeo Diaphorina citri é o inseto
13/08/2012. Pedro Takao Yamamoto Departamento de Entomologia e Acarologia ESALQ/USP O Vetor O Patógeno. A Doença. até metade dos anos 60
Patossistema Pedro Takao Yamamoto Departamento de Entomologia e Acarologia ESALQ/USP O Vetor O Patógeno A Doença 1. Eliminação de plantas doentes Manejo do Greening % de Talhões Contaminados 60,0 50,0
Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola. (14)
Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola [email protected] (14) 3769-1153 Engº Agrº M.Sc. Roberto Salva MsC, Universidade Estadual Julio Mesquita Fº - Jaboticabal, 2004; Especialização
Novas informações sobre controle químico do psilídeo em pomares cítricos
Novas informações sobre controle químico do psilídeo em pomares cítricos Marcelo Pedreira de Miranda Pesquisador Científico / Coordenador Entomologia Fundecitrus Manejo do psilídeo em São Paulo Medidas
Manejo Integrado do HLB Engº Agrº MSc. Rodrigo Sousa Sassi
Inserir Imagem da Fazenda Manejo Integrado do HLB Engº Agrº MSc. Rodrigo Sousa Sassi HLB Manejo 5) Controle Biológico 1) Inspeção de Plantas e Armadilhas 2) Pulverização Terrestre e Aérea 4) Monitoramento
Dr. Marcelo Pedreira de Miranda Pesquisador científico
Dr. Marcelo Pedreira de Miranda Pesquisador científico 2004 2016 Monitoramento Psilídeos por armadilha 28/04/07 27/06/07 26/08/07 25/10/07 24/12/07 22/02/08 22/04/08 21/06/08 20/08/08 19/10/08 18/12/08
EPIDEMIOLOGIA DA CLOROSE VARIEGADA DOS CITROS
EPIDEMIOLOGIA DA CLOROSE VARIEGADA DOS CITROS A. BERGAMIN FILHO FONTE: BLOG LARANJA DOCE PRIMEIRA DETECÇÃO E PRIMEIRA EPIDEMIA CVC MG CLOROSE VARIEGADA DOS CITROS SP K. MATSUOKA - UFV MACAUBAL 1988 COLINA
Brotação e controle de psilídeo. Silvio Lopes Hermes Teixeira Juan Cifuentes-Arenas
Brotação e controle de psilídeo Silvio Lopes Hermes Teixeira Juan Cifuentes-Arenas Cinturão citrícola Laranjas e outras laranjas Lima ácida e limões Tangerinas Porcentagem de plantas sintomáticas Incidência
CVC. É comum o citricultor confundir os sintomas da CVC com deficiência de zinco ou sarampo.
CVC A Clorose Variegada dos Citros (CVC), conhecida como amarelinho, é uma doença causada pela bactéria Xylella fastidiosa, que atinge todas as variedades comerciais de citros. Restrita ao xilema (tecido
Monitoramento de voos de Diaphorina citri
Monitoramento de voos de Diaphorina citri João R. S. Lopes (Dept. Entomologia e Acarologia, ESALQ/USP) Equipe: Mayerli Tatiana Borbon Cortes (ESALQ/USP), Arthur F. Tomaseto e Marcelo P. Miranda (Fundecitrus)
Tamarixia radiata INIMIGO NATURAL DO PSILÍDEO ASIÁTICO DOS CITROS
Tamarixia radiata INIMIGO NATURAL DO PSILÍDEO ASIÁTICO DOS CITROS A DOENÇA HLB O HLB (Huanglongbing) ou greening é a doença mais importante para a citricultura e ocorre em todas as espécies de citros,
Diaphorina citri. Os ovos são colocados em brotações novas Apresentam forma alongada e afilada na extremidade e coloração amarelo-alaranjado.
Diaphorina citri O psilídeo Diaphorina citri é o inseto vetor das bactérias que causam o grenning (Huanglongbing/HLB), a principal doença que afeta a citricultura do estado de São Paulo. Ele vive em plantas
PROGRESSO DA SEVERIDADE DOS SINTOMAS DE HLB EM LARANJEIRAS ADULTAS E IMPACTO NA PRODUÇÃO. Renato B. Bassanezi
PROGRESSO DA SEVERIDADE DOS SINTOMAS DE HLB EM LARANJEIRAS ADULTAS E IMPACTO NA PRODUÇÃO Renato B. Bassanezi HLB - FATOR LIMITANTE PARA PRODUÇÃO DE CITROS Não tem cura Não tem variedades resistentes Rápida
Progresso Espacial e Temporal do HLB em dez anos de São Paulo. Renato Beozzo Bassanezi [email protected]
Progresso Espacial e Temporal do HLB em dez anos de São Paulo Renato Beozzo Bassanezi [email protected] HLB em São Paulo, Minas Gerais e Paraná SP - 290 municípios PR 89 municípios MG 20 municípios
Convivendo com o huanglongbing: visão do setor produtivo
Convivendo com o huanglongbing: visão do setor produtivo Fernando Eduardo Amado Tersi 1* RESUMO O trabalho tem como objetivo mostrar as bases do manejo de huanglongbing (HLB, exgreening) adotadas pela
PRODUÇÃO DE MUDAS ALÉM DA CERTIFICAÇÃO, O EXEMPLO DO CITROS.
XXXVIII Congresso Paulista de Fitopatologia PRODUÇÃO DE MUDAS ALÉM DA CERTIFICAÇÃO, O EXEMPLO DO CITROS. Christiano Cesar Dibbern Graf Diretor Presidente Citrograf Mudas FEVEREIRO/2015 HISTÓRICO DO SISTEMA
DIFUSÃO DO GREENING EM POMARES DE BEBEDOURO. Antonio Tubelis. **
1 INTRODUÇÃO. DIFUSÃO DO GREENING EM POMARES DE BEBEDOURO. Antonio Tubelis. ** O controle do inseto vetor e a erradicação de plantas com Greening não estão sendo suficientes para deterem a difusão da doença
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl Acum 14 set/11 15
Reconheça o psilídeo
Diaphorina citri O psilídeo Diaphorina citri é o inseto que transmite as bactérias associadas ao grenning (Huanglongbing/HLB), uma das principais doenças que afetam a citricultura. De origem asiática,
Controle. Controle erradicação 01/10/2015 PARTE 2. O cancro cítrico e seu controle. Controle. Estratégias. Franklin Behlau, PhD. Minador dos citros
PARTE 2 O cancro cítrico e seu controle, PhD Aula MasterCitrus Estratégias MANEJO INTEGRADO ERRADICAÇÃO SUPRESSÃO Minador dos citros Até 1999 Raio de de 30 m 1 0,5 % 1999 a 2009: baseada na incidência
39ª Semana da Citricultura
39ª Semana da Citricultura A utilização de Murraya koenigii como planta isca visando o manejo do psilídeo Diaphorina citri Junho 2017 Vitor Hugo Beloti Doutorando Entomologia ESALQ/USP Roteiro Introdução;
É possível utilizar planta-isca para manejo do psilídeo em citros?
40ª Semana da Citricultura 44ª Expocitros 49º Dia do Citricultor 4 a 8 de junho de 2018 É possível utilizar planta-isca para manejo do psilídeo em citros? Junho/2018 Pedro Takao Yamamoto USP/ESALQ Eliminação
HLB βiomαth Rede Sentinela do HLB em Áreas Indenes
HLB βiomαth Rede Sentinela do HLB em Áreas Indenes Francisco F. Laranjeira Eduardo Chumbinho de Andrade Embrapa Mandioca e Fruticultura 2008/ 09: Discussões para a estruturação de uma rede; Embrapa (UDs),
DEMONSTRATIVO DE CÁLCULO DE APOSENTADORIA - FORMAÇÃO DE CAPITAL E ESGOTAMENTO DAS CONTRIBUIÇÕES
Página 1 de 28 Atualização: da poupança jun/81 1 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00 26.708,00-0,000% - 26.708,00 26.708,00 26.708,00 jul/81 2 133.540,00 15,78 10,00% 13.354,00 10,00% 13.354,00
Adensamento de plantio na citricultura
Adensamento de plantio na citricultura Prof. Dr. Evandro Henrique Schinor DBPVA/CCA/UFSCar 12º Dia do porta-enxerto Vantagens do adensamento de plantio em citros - Promove maior cobertura do solo e diminui
PRÓ-TRANSPORTE - MOBILIDADE URBANA - PAC COPA 2014 - CT 318.931-88/10
AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE Simpl Acum Simpl Acum jul/10 a jun/11 jul/11 12 13 (%) (%) (%) (%) 1.72.380,00 0,00 0,00 0,00 361.00,00 22,96 22,96 1/11 AMPLIAÇÃO DA CENTRAL DE ago/11 Simpl Acum Simpl Acum Simpl
DATA DIA DIAS DO FRAÇÃO DATA DATA HORA DA INÍCIO DO ANO JULIANA SIDERAL T.U. SEMANA DO ANO TRÓPICO 2450000+ 2460000+
CALENDÁRIO, 2015 7 A JAN. 0 QUARTA -1-0.0018 7022.5 3750.3 1 QUINTA 0 +0.0009 7023.5 3751.3 2 SEXTA 1 +0.0037 7024.5 3752.3 3 SÁBADO 2 +0.0064 7025.5 3753.3 4 DOMINGO 3 +0.0091 7026.5 3754.3 5 SEGUNDA
Leprose dos citros: foco no controle do ácaro vetor
doenças Redução de danos Leprose dos citros: foco no controle do ácaro vetor Renato Beozzo Bassanezi * Heraldo Negri/Usp Esalq A leprose dos citros é um complexo que envolve o agente causal da doença Citrus
SITUAÇÃO ATUAL DAS PRAGAS EXÓTICAS DO EUCALIPTO
unesp 16a. Reunião Técnica PROTEF Nov/2010 SITUAÇÃO ATUAL DAS PRAGAS EXÓTICAS DO EUCALIPTO Carlos F. Wilcken FCA/UNESP - Botucatu Percevejo bronzeado do eucalipto 2008 Detecção no Brasil (SP e RS) 2009
Ocorrência de grilos em plantios de eucalipto no Paraná
Ocorrência de grilos em plantios de eucalipto no Paraná Leonardo R. Barbosa [email protected] 10 Novembro 2010 16ª Reunião Técnica do PROTEF - Manejo de Pragas e Doenças Florestais - Região Subtropical
MANEJO DE IRRIGAÇÃO REGINA CÉLIA DE MATOS PIRES FLÁVIO B. ARRUDA. Instituto Agronômico (IAC) Bebedouro 2003
I SIMPÓSIO SIO DE CITRICULTURA IRRIGADA MANEJO DE IRRIGAÇÃO REGINA CÉLIA DE MATOS PIRES FLÁVIO B. ARRUDA Instituto Agronômico (IAC) Bebedouro 2003 MANEJO DAS IRRIGAÇÕES - Maximizar a produção e a qualidade,
O Clima e o desenvolvimento dos citros
O Clima e o desenvolvimento dos citros Flórida 2010 Glauco de Souza Rolim Centro de Ecofisiologia e Biofísica IAC [email protected] [email protected] VII Simpósio de Citricultura Irrigada,16 de setembro
DELEGACIA REGIONAL TRIBUTÁRIA DE
Fatores válidos para recolhimento em 01/08/2016 JANEIRO 3,3714 3,2396 3,0166 2,8566 2,6932 2,5122 2,3076 2,1551 1,9790 1,8411 1,7203 1,5947 FEVEREIRO 3,3614 3,2158 3,0021 2,8464 2,6807 2,4939 2,2968 2,1429
Tamarixia radiata como componente do manejo do HLB. José Roberto Postali Parra Departamento de Entomologia e Acarologia, ESALQ/USP
Tamarixia radiata como componente do manejo do HLB José Roberto Postali Parra Departamento de Entomologia e Acarologia, ESALQ/USP São anos de estudos e pesquisas e que chegaram ao Agricultor. Equipe que
Avanços no conhecimento sobre a interação plantapatógeno
Avanços no conhecimento sobre a interação plantapatógeno que impactaram o controle da CVC Silvio Aparecido Lopes Depto. Pesquisa e Desenvolvimento - Fundecitrus Pesquisador Manejo da CVC Plantio de mudas
Uso da poda na citricultura moderna
Eng. Agr. MSc. Décio Joaquim Campo Consultoria/GTACC 41ª Semana da Citricultura 45ª Expocitros e 50 Dia do Citricultor 3 a 6 de junho de 2019 Campo Consultoria, Serviços e Treinamento Agrícola Fone: (14)
Como controlar a pinta preta com redução de custos
36ª Semana da Citricultura Cordeirópolis, 04 de junho de 2014 Como controlar a pinta preta com redução de custos Dr. Geraldo J. Silva Junior Pesquisador Dpto de Pesquisa e Desenvolvimento G. J. Silva Junior
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-46/12
JANEIRO 2,7899 2,6581 2,4351 2,2751 2,1117 1,9307 1,7261 1,5736 1,3975 1,2596 1,1388 1,0132 FEVEREIRO 2,7799 2,6343 2,4206 2,2649 2,0992 1,9124 1,7153 1,5614 1,3860 1,2496 1,1288 1,0032 MARÇO 2,7699 2,6010
Manejo dos ácaros do gênero Brevipalpus em citros e cafeeiro
Manejo dos ácaros do gênero Brevipalpus em citros e cafeeiro Brevipalpus phoenicis era uma espécie associada com a transmissão de viroses em citros, café, maracujá e plantas ornamentais. Pesquisas recentes
GDOC INTERESSADO CPF/CNPJ PLACA
Fatores válidos para recolhimento em 01/02/2017 JANEIRO 3,4634 3,3316 3,1086 2,9486 2,7852 2,6042 2,3996 2,2471 2,0710 1,9331 1,8123 1,6867 FEVEREIRO 3,4534 3,3078 3,0941 2,9384 2,7727 2,5859 2,3888 2,2349
ESTIMATIVA DA SAFRA DE LARANJA 2018/19 DO CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/SUDOESTE MINEIRO CENÁRIO EM MAIO/2018
ESTIMATIVA DA SAFRA DE LARANJA 08/9 DO CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/SUDOESTE MINEIRO CENÁRIO EM MAIO/08 A estimativa da safra de laranja 08/9 publicada em 09 de maio de 08 pelo Fundecitrus
MONITORAMENTO E CONTROLE DO BICUDO DA CANA-DE-AÇÚCAR, Sphenophorus levis.
MONITORAMENTO E CONTROLE DO BICUDO DA CANA-DE-AÇÚCAR, Sphenophorus levis. Eng.Agrº. Luiz Carlos de Almeida Eng.Agrº. Luís Gustavo de Almeida [email protected] Especialista em Tecnologia Agroindustrial
Erros e acertos. no controle da pinta preta dos citros. Dr. Geraldo J. Silva Junior Pesquisador Dpto de Pesquisa e Desenvolvimento
Erros e acertos no controle da pinta preta dos citros 37ª Semana da Citricultura Cordeirópolis, 27 de maio de 2015 Dr. Geraldo J. Silva Junior Pesquisador Dpto de Pesquisa e Desenvolvimento G. J. Silva
ANAIS DO II SIMPÓSIO
ANAIS DO II SIMPÓSIO MASTERCITRUS ARARAQUARA SETEMBRO/2014 ISSN 2357-7967 1 ANAIS DE RESUMOS 05 de setembro de 2014 Araraquara, SP ORGANIZADORES Franklin Behlau Geraldo José da Silva Junior Marcelo Pedreira
ESTIMATIVA DA SAFRA DE LARANJA 2017/18 DO CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/SUDOESTE MINEIRO CENÁRIO EM MAIO/2017
ESTIMATIVA DA SAFRA DE LARANJA 07/8 DO CINTURÃO CITRÍCOLA DE SÃO PAULO E TRIÂNGULO/SUDOESTE MINEIRO CENÁRIO EM MAIO/07 A estimativa da safra de laranja 07/8 publicada em 0 de maio de 07 pelo Fundecitrus
PROTEGIDO CONTRA O INIMIGO. Plantio e manejo diferenciados na borda ajudam a diminuir a entrada de psilídeo e de HLB no pomar
ANO VIII I Nº 40 I FEVEREIRO DE 2017 I WWW.FUNDECITRUS.COM.BR PROTEGIDO CONTRA O INIMIGO Plantio e manejo diferenciados na borda ajudam a diminuir a entrada de psilídeo e de HLB no pomar EDITORIAL CADEIA
7. Manejo de pragas. compreende as principais causadoras de danos na citricultura do Rio Grande do Sul. Mosca-das-frutas sul-americana
Tecnologias para Produção de Citros na Propriedade de Base Familiar 63 7. Manejo de pragas Dori Edson Nava A cultura dos citros possui no Brasil mais de 50 espécies de artrópodes-praga, das quais pelo
Leandro Aparecido Fukuda / Tel.:
Leandro Aparecido Fukuda [email protected] / [email protected] Tel.: 17 8125-6429 GTACC Farmatac - Bebedouro Assistência técnica, Auditoria e Consultoria. Pesquisa de eficiência de insumos e técnicas
Implantação do Pomar Cítrico Preventivo ao Cancro Cítrico.
Implantação do Pomar Cítrico Preventivo ao Cancro Cítrico. Marco Valério Ribeiro Engenheiro Agrônomo Consultor GTACC/ CITRI - Paraná Contato (55) 44 9974 1838/ 8819 6329 3423 6851 [email protected]
Princípios e desafios do plantio adensado
Princípios e desafios do plantio adensado Leandro A. Fukuda Farm Assistência Técnica S/S LTDA. www.farmatac.com.br Celular: (17) 981256429 [email protected] Pensamento O maior ignorante é aquele
Manejo do Percevejo Bronzeado nas Áreas da Plantar
ISimpósio Sobre Pragas da Cultura do Eucalipto Diretoria Técnica Departamento de Pesquisa & Desenvolvimento Florestal Proteção Florestal Manejo do Percevejo Bronzeado nas Áreas da Plantar Maio 2014 ISimpósio
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS
Data Moeda Valor Vista Descrição Taxa US$ 07-Jul-00 Real 0,5816 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,81 14-Jul-00 Real 0,5938 Sem frete - PIS/COFINS (3,65%) NPR 1,8 21-Jul-00 Real 0,6493 Sem frete - PIS/COFINS
MOSCA-DA-CARAMBOLA E GREENING. ANÁLISE BENEFÍCIO-CUSTO DOS PROGRAMAS DE ERRADICAÇÃO
MOSCA-DA-CARAMBOLA E GREENING. ANÁLISE BENEFÍCIO-CUSTO DOS PROGRAMAS DE ERRADICAÇÃO Sílvia Helena G. de Miranda Prof. ESALQ-USP Pesquisadora CEPEA/ESALQ Contato: [email protected] II Workshop Ameaças Fitossanitárias
secundários e as raízes e radicelas definham e apodrecem. Com o sistema radicular menor, não há absorção de nutrientes e água na copa da planta.
MSC A Morte Súbita dos Citros (MSC) é uma doença destrutiva e representa uma ameaça potencial para a citricultura paulista e nacional porque afeta laranjeiras doces e tangerinas Cravo e Ponkan enxertadas
SAFRA 2014/15 ORIENTAÇÕES DO PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DA BAHIA
SAFRA 2014/15 ORIENTAÇÕES DO PROGRAMA FITOSSANITÁRIO DA BAHIA Revisão de 16/06/2014 Programa baseado no Manejo Integrado de Pragas MIP 1. Controle Cultural Delimitação do vazio sanitário, calendário de
Apalavra inglesa para viveiro é
02 Mudas: a base da Citricultura Sanidade do pomar começa no viveiro Apalavra inglesa para viveiro é nursery, que também significa berçário. Nada mais adequado: é nos viveiros que a citricultura tem seu
Perspectivas para a Tecnologia na Agricultura e Desenvolvimento de Novas Variedades de Cana de Açúcar
Perspectivas para a Tecnologia na Agricultura e Desenvolvimento de Novas Variedades de Cana de Açúcar Federico Tripodi Diretor de Negócios de Cana de Açúcar Set/2014 Monsanto no Mundo Quem Somos Europa,
CRESCIMENTO DE CLONES DE
CRESCIMENTO DE CLONES DE Eucalyptus EM FUNÇÃO DA DOSE E FONTE DE BORO UTILIZADA Parceria RR Agroflorestal e VM Claudemir Buona 1 ; Ronaldo Luiz Vaz de A. Silveira 1 ; Hélder Bolognani 2 e Maurício Manoel
Cigarrinhas CIGARRINHAS > MONITORAMENTO
Cigarrinhas As cigarrinhas são insetos sugadores que se alimentam em vários tecidos vegetais, principalmente no sistema vascular dos citros. Da ordem Hemíptera, elas se dividem em mais de 70 espécies,
TABELA PRÁTICA PARA CÁLCULO DOS JUROS DE MORA ICMS ANEXA AO COMUNICADO DA-87/12
JANEIRO 2,8451 2,7133 2,4903 2,3303 2,1669 1,9859 1,7813 1,6288 1,4527 1,3148 1,1940 1,0684 FEVEREIRO 2,8351 2,6895 2,4758 2,3201 2,1544 1,9676 1,7705 1,6166 1,4412 1,3048 1,1840 1,0584 MARÇO 2,8251 2,6562
V ENCONTRO NACIONAL SOBRE SUBSTRATO PARA PLANTAS Irrigação e Fertirrigação em ambientes protegidos Ilhéus,Bahia,12 a 15 de setembro de 2006
V ENCONTRO NACIONAL SOBRE SUBSTRATO PARA PLANTAS Irrigação e Fertirrigação em ambientes protegidos Ilhéus,Bahia,12 a 15 de setembro de 2006 PRODUÇÃO DE MUDAS CITRICAS EM SUBSTRATO NO ESTADO DE SP: Um exemplo
PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE
PRINCÍPIOS GERAIS DE CONTROLE PRINCÍPIOS WHETZEL. Exclusão. Erradicação. Proteção. Imunização. Terapia * Evasão * Regulação MODALIDADES DE CONTROLE. Controle Cultural. Controle Genético. Controle Físico.
Atualizado em 30/06/2014. Prof. Associado, Dr. Paulo Sergio Torres Brioso (http://lattes.cnpq.br/ )
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO INSTITUTO DE BIOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENTOMOLOGIA E FITOPATOLOGIA ÁREA DE FITOPATOLOGIA IB 237 (PATOLOGIA FLORESTAL) Atualizado em 30/06/2014 Prof. Associado,
Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO
Veracel Celulose S/A Programa de Monitoramento Hidrológico em Microbacias Período: 2006 a 2009 RESUMO EXECUTIVO Alcançar e manter índices ótimos de produtividade florestal é o objetivo principal do manejo
FUNDO DE DEFESA DA CITRICULTURA MESTRADO PROFISSIONAL EM CONTROLE DE DOENÇAS E PRAGAS DOS CITROS MONICA BERNARDO NEVES
FUNDO DE DEFESA DA CITRICULTURA MESTRADO PROFISSIONAL EM CONTROLE DE DOENÇAS E PRAGAS DOS CITROS MONICA BERNARDO NEVES Simulação do impacto do Huanglongbing na produção de pomares cítricos sob diferentes
CONTROLE QUÍMICO DO PSILÍDEO (Diaphorina citri)
CONTROLE QUÍMICO DO PSILÍDEO (Diaphorina citri) Danilo Franco Eng. Agr. M.Sc. Consultor Farmatac/GTACC [email protected] [email protected] (17) 8125 6400 AGRADECIMENTOS FARMATAC EECB ESTAGIÁRIOS
