Aula 4 O Meio Aquático II
|
|
|
- Alícia Botelho Brás
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Aula 4 O Meio Aquático II Comportamento de lagos, Abastecimento, Tratamento, conservação e Reúso de água Comportamento dos Lagos Os lagos são sistemas aquáticos bastante distintos, pois: Regime de escoamento da água é muito lento; Sensível diferença de comportamento em relação aos rios e aos processos de poluição; Principais diferenças estão relacionadas aos mecanismos de transporte e degradação dos poluentes. 1
2 Comportamento dos Lagos Um dos fatores de grande relevância para os lagos refere-se ao fenômeno de estratificação térmica; Variação da temperatura do lago em função da profundidade; A diferença de temperatura afeta a densidade da água, resultando sobreposição de camadas de água; Estratificação Térmica dos Lagos Perfil de Temperatura de um Lago Estratificado 2
3 Conseqüências da Estratificação Redução da concentração de oxigênio dissolvido com a profundidade; Processos biológicos são afetados pela variação de temperatura e concentração de oxigênio; A região do hipolímnio pode tornar-se anaeróbia; Quando ocorre a homogeneização do lago, pode ocorrer a morte dos organismos aeróbios; Eutrofização A eutrofização processo associado ao aumento da concentração de nutrientes em corpos d água; Aumento da produtividade biológica, com proliferação de algas e outras plantas aquáticas; Processo natural dentro da sucessão ecológica dos ecossistemas transformação de lagos em ambientes terrestres; Passa a ser um problema quando ele é acelerado, principalmente em decorrência das atividades humanas; 3
4 EUTROFIZAÇÃO Microcystis Bloom de algas Cianobactéria Diatomácea EUTROFIZAÇÃO 4
5 Conseqüências da Eutrofização Excesso de Nutrientes Aumento da biomassa Redução da Aeração nos níveis inferiores Condições Anaeróbias Aumento de DBO Morte de Organismos Sensíveis Predomínio de Bactérias Anaeróbias e Facultativas no fundo do lago. Ocorrência de uma estreita camada superficial de algas e macrófitas 5
6 Medidas de Controle da Eutrofização Reduzir a carga de nutrientes lançados aos corpos d água; Retirada dos nutrientes por processos de tratamento; Redução do uso de fertilizantes; Recomposição de matas ciliares; Controle de drenagem urbana e de campos agrícolas; Remoção da biomassa vegetal dos corpos d água eutrofizados. Abastecimento de Água Visa garantir requisitos de qualidade exigidos para cada uso; Nem sempre, a água disponível na natureza apresenta qualidade adequada, para uso direto, ou está próxima dos centros de consumo; Adoção de um conjunto de medidas que possibilitem disponibilizar a água na quantidade e qualidade exigidas para uso. 6
7 Abastecimento de Água Atendimento urbano por rede geral de abastecimento de água em Fonte: ANA ( 2012) Partes Constituintes de um Sistema de Abastecimento de Água Manancial fonte de onde se retira a água; Captação estruturas e equipamentos para se retirar a água do manancial; Adução tubulações que conduzem a água da captação à unidade de tratamento ou desta para o reservatório; 7
8 Partes Constituintes de um Sistema de Abastecimento de Água Tratamento: conjunto de estruturas e equipamentos destinados à adequação da qualidade da água aos padrões estabelecidos; Reservatório de Distribuição: estrutura utilizada para armazenar água por períodos pré-determinados, visando atender a variação de demanda ; Rede de distribuição: conjunto de tubulações destinado à distribuição da água para os pontos de consumo. PARTES CONSTITUINTES DE UM SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA Manancial Captação Adutora de água bruta Estação elevatória de água bruta Estação de Tratamento de Água Adutora de água tratada Reservatório Rede de Distribuição 8
9 Requisitos Adicionais para o Sistema Público de Abastecimento A qualidade da água bruta deve ser compatível com os processos de tratamento economicamente disponíveis; É desejável que as características indicadoras de qualidade do manancial mantenham-se estáveis ao longo do tempo; O sistema deve ser projetado, construído, operado e mantido para criar condições de obter água de forma adequada e regular. Tratamento de Água para Fins Potáveis Capacidade do sistema: depende da população a ser atendida, com base em um horizonte de projeto (20 a 30 anos); deve-se levar em conta o aumento da população no período. A implantação do sistema pode ocorrer em etapas; Para se definir a capacidade da estação de tratamento leva-se em conta: população a ser atendida; consumo médio de água por pessoa; variações sazonais de consumo. 9
10 Consumo de Água para Algumas Atividades Doméstico Comércio e Indústria Bebida 2,5 L/hab.dia Escritórios 30 a 50 L / pes.dia Preparo de Alimentos 7,5 L/hab.dia Restaurantes 20 a 30 L/refeição Lavagem de utensílios 40 L/hab.dia Hotéis 250 a 500 L/hosp.dia Higiene Pessoal 60 L/hab.dia Hospitais 300 a 600 L/leito.dia Lavagem de Roupas 30 L/hab.dia Laticínios 15 a 20 L/Kg.prod Bacias Sanitárias 40 L/hab.dia Fábrica de Papel 400 a 600 L/Kg.papel Diversos 20 L/hab.dia Lavanderia 30 L/Kg.dia Fonte: Plínio Tomas, Previsão de Consumo de Água. Navegar Editora,
11 Sistemas de Tratamento O arranjo a ser utilizado irá depender do tipo de manancial selecionado e da qualidade da água captada no manancial; Água subterrânea: baixa concentração de sólidos em suspensão; presença de gases (H 2 S e CO 2 ) e metais dissolvidos (ferro). Água superficial (rios e lagos) maior concentração de sólidos em suspensão; baixa concentração de gases dissolvidos. Água Salobra ou Salina elevada concentração de sais dissolvidos Tratamento Convencional Envolve a combinação de operações e processos unitários: Aeração (no caso de água subterrânea) Coagulação e floculação; Sedimentação ou decantação; Filtração; Desinfecção; Fluoretação; Controle de Carbonatos. 11
12 Estação de Tratamento de Água Alto da Boa Vista Sistema Guarapiranga (SABESP) 12
13 Sistema Produtor de Água para a Região Metropolitana de São Paulo Sistema Disponibilidade no Manancial (m 3 /s) Capacidade da Estação (m 3 /s) Produção Out/02 a Set/03 População (milhões) Cantareira 31,1 33,0 31,7 8,8 Guarapiranga/Billi ngs 14,0 14,0 13,2 3,7 Alto Tietê 9,8 10,0 9,7 2,7 Rio Grande 4,8 4,2 4,7 1,2 Rio Claro 4,0 4,0 3,8 0,9 Alto Cotia 1,2 1,3 1,1 0,4 Baixo Cotia 0,9 1,1 0,9 0,3 Ribeirão da Estiva 0,1 0,1 0,1 0,02 Total 66,1 67,7 65,0 18,0 Tratamento Avançado Referem-se às técnicas de tratamento utilizadas para remoção de contaminantes que não são afetados pelo sistema convencional; Carvão ativado remoção de compostos orgânicos, metais e alguns gases; Separação por membranas remoção de substâncias que se encontram na forma coloidal ou dissolvidas na água; Troca iônica remoção de íons específicos, que se encontram dissolvidos na água. 13
14 Capacidade de Separação de Contaminantes do Sistema de Osmose Reversa Tratamento de Esgotos O termo esgoto é utilizado para designar os despejos resultantes do uso da água; Esgotos domésticos: provenientes de residências e edificações públicas e comerciais; constituído pelas águas de banho, excretas humanos, restos de alimentos, detergentes, etc. Efluentes Industriais: esgoto proveniente dos processos industriais; a sua composição depende do tipo de processo desenvolvido. 14
15 Partes Constituintes dos Sistemas de Esgotamento Sanitários Coletores: Coletor residencial ou predial Coletor secundário; Coletor tronco Interceptores; Emissário; Estações elevatórias; Estação de tratamento. Representação do Sistema de Coleta e Transporte de Esgotos 15
16 Coleta de Esgoto Atendimento urbano por rede coletora de esgotamento sanitário em Fonte: ANA ( 2012) Tratamento dos Esgotos Domésticos No caso dos esgotos domésticos são considerados como principais poluentes as substâncias consumidoras de oxigênio, os nutrientes e os organismos patogênicos; O processo de tratamento baseia-se no processo natural de autodepuração dos corpos d água (de forma otimizada); A presença de detritos e materiais flutuantes implica na utilização de processos preliminares, visando a remoção dos mesmos. 16
17 Etapas do Tratamento de Esgotos Tratamento preliminar: Visa a remoção de sólidos grosseiros e demais substâncias que podem danificar ou comprometer a operação dos componentes da estação; Tratamento Primário: Processos físicos para separação de partículas em suspensão e processos utilizados para tratamento e condicionamento do lodo gerado; Tratamento Secundário: É utilizado para degradar a matéria orgânica presente nos esgotos; Tratamento Avançado ou Terciário: São utilizados para a remoção de contaminantes que não são afetados pelos sistemas anteriores tais como nutrientes e substâncias tóxicas. Representação do Processo de Tratamento de Esgotos 17
18 Vista Aérea da Estação de Tratamento de Esgotos de Barueri Vista Aérea da Estação de Tratamento de Esgotos do ABC 18
19 Vista Aérea da Estação de Tratamento de Esgotos do Parque Novo Mundo Vista Aérea da Estação de Tratamento de Esgotos de São Miguel 19
20 Vista Aérea da Estação de Tratamento de Esgotos de Suzano Sistema de Tratamento de Esgotos Projeto Tietê Sistema Capacidade de Projeto (m 3 /s) Vazão Atual (m 3 /s) ABC 3,0 1,3 Barueri 9,5 7,0 Parque Novo Mundo 2,5 1,2 São Miguel 1,5 0,5 Suzano 1,5 1,0 Total 18,0 11,0 Fonte: 20
21 Condição para 2025 Demanda de água prevista 81,0 m 3 /s; Disponibilidade inferida 83,4 m 3 /s; Déficit em relação à ,3 m 3 /s; Geração de esgotos (1) 55,1 m 3 /s; Capacidade de tratamento (2) 18,0 m 3 /s; Índice de tratamento (2) 32,7%; Principais conseqüências: Contaminação dos mananciais Redução da disponibilidade de água na região. (1) Mantendo-se as perdas em 15%; (2) Não havendo investimento em coleta e tratamento de esgotos Racionalização do Uso e Reúso da Água Demanda x Disponibilidade = Conflitos 21
22 Escassez de Água A escassez não é um fenômeno típico de regiões com baixa disponibilidade; Regiões altamente urbanizadas também enfrentam este problema: Demanda excessiva de água; Poluição dos recursos hídricos disponíveis. Escassez de Água Devido às Condições Climáticas 22
23 Escassez Devido à Demanda Excessiva e Poluição dos Corpos D água Distribuição da população e disponibilidade hídrica por região (2010) 23
24 Fonte: ANA (2012) Bacias Hidrográficas do Estado de São Paulo 24
25 Relação entre demanda e disponibilidade hídrica na região hidrográfica Paraná Relação entre demanda e disponibilidade hídrica na região hidrográfica Atlântico Nordeste Oriental Fonte: ANA (2012) 25
26 Estratégias para a Minimização dos Conflitos pelo Uso da Água Quais os instrumentos de que dispomos? Uso racional da água (reduzir perdas e desperdícios); Reuso (direto ou indireto). Como estes instrumentos estão relacionados? A busca pelo uso racional da água resulta em benefícios que vão desde a produção, até o tratamento dos efluentes; A prática de Reuso também pode resultar em benefícios, porém pode ser limitada. Tecnologias para a viabilização destes conceitos já existem. Basta saber utilizá-las. Racionalização do Uso da Água Está entre os princípios básicos do desenvolvimento sustentável; Requer a mudança de hábitos e costumes; Pode ser aplicada a qualquer atividade humana; 26
27 Reúso de Água A menos que exista excesso, nenhuma água de boa qualidade deve ser utilizada em aplicações que tolerem água com padrão de qualidade inferior Conselho Econômico e Social das Nações Unidas, 1958 Reúso da Água Muitas aplicações nas quais a água é utilizada toleram um grau de qualidade inferior ao da água potável; Lavagem de pisos e ruas; Descarga de sanitários; Irrigação de áreas verdes; Processos industriais diversos; Combate a incêndio; Paisagismo. Para estes casos, o reúso de efluentes se torna uma opção. 27
28 Formas Potenciais para o Reúso da Água Aplicação da Prática de Reúso Deve ser devidamente planejado; A água de reúso deve atender aos requisitos de qualidade exigidos para cada aplicação; No caso da utilização de esgotos tratados deve-se prever o uso de barreiras para proteção da saúde dos operadores e usuários; Muitos compostos não são afetados pelos sistemas de tratamento mais comumente utilizados. 28
29 Prof. Mierzwa 29
Uso Racional e Reúso da Água
Escola Politécnica da USP PHD - 2548 Uso Racional e Reúso da Água NECESSIDADES E DESAFIOS Apresentação: José Carlos Mierzwa [email protected] http://www.usp.br/cirra [email protected] Programa do Curso 1 - A necessidade
Qualidade da Água em Rios e Lagos Urbanos
Escola Politécnica da Universidade de São Paulo Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária PHD 2537 Água em Ambientes Urbanos Qualidade da Água em Rios e Lagos Urbanos Novembro 2008 Felipe Carvalho
Esgoto Doméstico: Sistemas de Tratamento
Esgoto Doméstico: Sistemas de Tratamento TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Saneamento Ambiental Prof: Thiago Edwiges 2 INTRODUÇÃO Qual o objetivo do tratamento? Qual o nível de tratamento almejado? Qual o
SAAE Serviço autônomo de Água e Esgoto. Sistemas de Tratamento de Esgoto
SAAE Serviço autônomo de Água e Esgoto Sistemas de Tratamento de Esgoto Aracruz, junho de 2006 1 1. Tecnologias de tratamento O tratamento biológico é a forma mais eficiente de remoção da matéria orgânica
Aula 5: Química das Águas Parte 3b
Química Ambiental- 1 semestre 2016 Aula 5: Química das Águas Parte 3b Purificação de águas:tratamento de esgoto Taimara Polidoro Ferreira Departamento de Química- UFJF Importância do tratamento de esgoto
Inovações tecnológicas para tratamento e reúso de água: Enfrentando os desafios do Século XXI
Inovações tecnológicas para tratamento e reúso de água: Enfrentando os desafios do Século XXI José Carlos Mierzwa [email protected] Aracajú, 09 de Dezembro de 2015 Resumo da apresentação Histórico dos problemas
Aula 5: Química das Águas Parte 3b
Universidade Federal de Juiz de Fora Departamento de Química Aula 5: Química das Águas Parte 3b Purificação de águas: tratamento de esgotos Vinícius da Silva Carvalho 1 Na última aula... Tratamento de
CONCEITOS GERAIS E CONCEPÇÃO DE ETEs
CONCEITOS GERAIS E CONCEPÇÃO DE ETEs PHA 3413 Tratamento de Esgoto Sanitário ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E AMBIENTAL Prof. Tit. Roque Passos Piveli Prof. Dr. Theo Syrto
Sistema Cantareira: RMSP e PCJ escassez hídrica (muita gente: 20 milhões de pessoas só na RMSP e pouca água)
Sistema Cantareira: RMSP e PCJ escassez hídrica (muita gente: 20 milhões de pessoas só na RMSP e pouca água) Franco da Rocha Bragança Paulista Mairiporã Nazaré Paulista Piracaia São Paulo Escassez hídrica:
Saneamento I. João Karlos Locastro contato:
1 ÁGUA 2 3 Saneamento I João Karlos Locastro contato: [email protected] 4 Objetivos Projeto; Legislação; Atuação Profissional - Prestação de serviços - Concursos públicos 5 Ementa Saneamento
Tratamento de esgotos na Região Metropolitana de São Paulo. Seminário Saneamento na Rede Rio de Janeiro 19/05/2010
Tratamento de esgotos na Região Metropolitana de São Paulo Seminário Saneamento na Rede Rio de Janeiro 19/05/2010 Índice de Atendimento Sabesp Abastecimento de Água 1994 95% 2001 100% 2010 Final de 2010
Saneamento Ambiental I. Aula 20 O Sistema de Esgoto Sanitário
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 20 O Sistema de Esgoto Sanitário Profª Heloise G. Knapik 1 Primeiro módulo: Dimensionamento de redes de distribuição de água
Esgoto Doméstico: Coleta e Transporte
Esgoto Doméstico: Coleta e Transporte TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Saneamento Ambiental Prof: Thiago Edwiges 2 INTRODUÇÃO Destinação final inadequada dos esgotos Doenças; Poluição e contaminação do solo
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO
UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS - UFPEL CENTRO DE ENGENHARIAS - CENG DISCIPLINA: SISTEMAS URBANOS DE ÁGUA E ESGOTO CAPTAÇÃO DE ÁGUA Prof. Hugo Alexandre Soares Guedes E-mail: [email protected] Website:
Tratamento de Água: Generalidades Aeração
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tratamento de Água: Generalidades Aeração DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: [email protected] Água para
AMBIENTAL MS. Transparência e Tecnologia a Serviço do Mundo
AMBIENTAL MS Transparência e Tecnologia a Serviço do Mundo AMBIENTALMS Estudos, Serviços e Projetos Especiais A Ambiental MS, do Grupo Metalsinter, é uma empresa de Engenharia e Consultoria, prestadora
APLICAÇÕES DE MEMBRANAS DE ULTRAFILTRAÇÃO E MBR SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES
APLICAÇÕES DE MEMBRANAS DE ULTRAFILTRAÇÃO E MBR SOLUÇÕES TECNOLÓGICAS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES 16º ENCONTRO TÉCNICO DE ALTO NÍVEL : REÚSO DE ÁGUA SÃO PAULO, SP - 7 e 8 de Novembro de 2016 Associação
Aula 21 Sistemas individuais de tratamento de esgotos
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Sistemas Prediais Hidráulico Sanitários Aula 21 Sistemas individuais de tratamento de esgotos Profª Heloise G. Knapik 1 Tratamento individual de esgoto doméstico
Ambientes de água doce. Esses se dividem em ambientes: -Lóticos: água corrente -Lênticos: água parada
Bruno de Ávila Sbampato Ambientes de água doce Esses se dividem em ambientes: -Lóticos: água corrente -Lênticos: água parada Eutrofização O processo se inicia devido ao excesso de nutrientes no corpo
Saneamento Ambiental I. Aula 15 Flotação e Filtração
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 15 Flotação e Filtração Profª Heloise G. Knapik 1 Conteúdo Módulo 2 Parâmetros de qualidade de água - Potabilização Coagulação
Uso Racional da Água
PHD - Departamento de Engenharia Hidráulica e Sanitária PHD 2537 - Água em Ambientes Urbanos Uso Racional da Água Prof. Kamel Zahed Filho Afonso Mariutti Chebib Luiz Dal Sochio Junior Luiz Fernando Simone
CONCEITOS FUNDAMENTAIS
CONCEITOS FUNDAMENTAIS José Antonio Tosta dos Reis Departamento de Engenharia Ambiental Universidade Federal do Espírito Santo A palavra HIDROLOGIA é originada das palavras gregas HYDOR (que significa
Aula 4: Química das Águas Parte 3a
Química Ambiental- 1 semestre 2016 Aula 4: Química das Águas Parte 3a Purificação de águas:tratamento de Água para abastecimento Taimara Polidoro Ferreira Departamento de Química- UFJF Importância da água
Química das Águas - parte 3
QUÍMICA AMBIENTAL Química das Águas - parte 3 Purificação de águas -Tratamento de água para abastecimento - Tratamento de esgoto Prof. Rafael Sousa Departamento de Química UFJF 2º período de 2014 INTRODUÇÃO
Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa
Aspectos Higiênicos da Água Prof. Jean Berg Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa na natureza
TIPO DE REATORES
TRATAMENTO ANAERÓBIO DE ESGOTOS TIPO DE REATORES FUNDAMENTOS TEÓRICOS Estágios da Digestão Anaeróbia Bactérias Acidificadoras (Facultativas) Matéria Orgânica Complexa Ácidos Orgânicos Voláteis CH 4 +
Poluentes aquáticos. Poluição da água
Água doce disponível para consumo humano e animal As águas dos lagos, rios, represas e as águas subterrâneas são considerados "água disponível para consumo humano. Estas correspondem a 22,4% do total da
Saneamento Ambiental I TH018
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I TH018 Aula 01 Apresentação da Disciplina Profª Heloise G. Knapik 1 Apresentação Docente Professor: Heloise Garcia Knapik Formação:
16 Tratamento e disposição de lodos
16 Tratamento e disposição de lodos 16.1 Produção de lodo de uma ETE Lagoas de estabilização Grandes áreas acumulação pequena de lodo Lagoas aeradas Lagoas de sedimentação Acumulação por 1 a 2 anos necessidade
CARACTERIZAÇÃO QUALITATIVA DO ESGOTO
Sistema de Esgotamento Sanitário e Pluvial CARACTERIZAÇÃO QUALITATIVA DO ESGOTO Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental Universidade Federal de Minas Gerais Caracterização do esgoto doméstico
CÂMARA MUNICIPAL DE CONTAGEM
P R O M U L G A Ç Ã O D E L E I Faço saber que a Câmara Municipal de Contagem aprovou e eu promulgo e faço publicar, nos termos do 8º do art. 80 da Lei Orgânica do Município de Contagem, de 20 de março
3.6 LEOPOLDINA Sistema Existente de Abastecimento de Água
3.6 LEOPOLDINA O sistema de abastecimento público de água em Leopoldina é operado e mantido pela Companhia de Saneamento de Minas Gerais - COPASA, empresa de âmbito estadual, através do sistema operacional
Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco
Profa. Margarita Ma. Dueñas Orozco [email protected] FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE RONDÔNIA UNIR CAMPUS DE JI-PARANÁ DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AMBIENTAL MANANCIAL É toda fonte de água utilizada
RECUPERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS LACUSTRES
RECUPERAÇÃO DE ECOSSISTEMAS LACUSTRES CONSIDERAÇÕES GERAIS # Somente a eliminação de todas as fontes externas de nutrientes não é o suficiente para que ecossistemas lacustres, em adiantado estágio de eutrofização
CC54Z - Hidrologia. Definições, aspectos gerais e o ciclo hidrológico. Universidade Tecnológica Federal do Paraná
Universidade Tecnológica Federal do Paraná CC54Z - Hidrologia Definições, aspectos gerais e o ciclo hidrológico Prof. Fernando Andrade Curitiba, 2014 Objetivos da aula Definir hidrologia e engenharia hidrológica
GESTÃO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS DO AEROPORTO INTERNACIONAL DO RIO DE JANEIRO - GALEÃO. Pedro Masiero Jr.
18 de agosto de 2010, Rio de Janeiro GESTÃO SUSTENTÁVEL DOS RECURSOS HÍDRICOS DO AEROPORTO INTERNACIONAL DO RIO DE JANEIRO - GALEÃO. Pedro Masiero Jr. O Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro Dados
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA EM SANEAMENTO BÁSICOB. Prof. Dr. Sidney Seckler Ferreira Filho
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA APLICAÇÕES DO DIÓXIDO DE CLORO EM SANEAMENTO BÁSICOB Prof. Dr. Sidney Seckler Ferreira Filho Introdução SUMÁRIO Concepção de
G A N A I N D S O L U Ç Õ E S A M B I E N T A I S C A T Á L O G O D E P R O D U T O S
S O L U Ç Õ E S A M B I E N T A I S C A T Á L O G O D E P R O D U T O S ETE - ESTAÇÕES DE TRATAMENTO PARA ESGOTO As Estações de tratamento para esgoto da Ganaind possuem alto padrão e rigorosidade na fabricação,
I-158 AUTOMATIZAÇÃO DA DOSAGEM DE SULFATO DE ALUMÍNIO NA ETA I DE BRUMADO COM UTILIZAÇÃO DE BOMBA DOSADORA E PH- METRO ON-LINE.
I-158 AUTOMATIZAÇÃO DA DOSAGEM DE SULFATO DE ALUMÍNIO NA ETA I DE BRUMADO COM UTILIZAÇÃO DE BOMBA DOSADORA E PH- METRO ON-LINE. Luiz Boaventura da Cruz e Silva (1) Químico bacharel graduado pela Universidade
CHORUME DE ATERRO NÃO É ESGOTO PRECISA DE TRATAMENTO ADEQUADO
CHORUME DE ATERRO NÃO É ESGOTO PRECISA DE TRATAMENTO ADEQUADO ambientelegal.com.br/chorume-de-aterro-nao-e-esgoto-precisa-de-tratamento-adequado/ Co-tratamento de chorume dos aterros sanitários em estações
QUALIDADE DAS ÁGUAS EM PARQUES AQUÍCOLAS. Dra. Rachel Magalhães Santeiro INCISA Instituto Superior de Ciências da Saúde
QUALIDADE DAS ÁGUAS EM PARQUES AQUÍCOLAS Dra. Rachel Magalhães Santeiro INCISA Instituto Superior de Ciências da Saúde Desenvolvimento da aqüicultura estudos limnológicos manejo para manutenção de alta
O gerenciamento dos recursos hídricos nas grandes cidades: Um olhar sobre a RMRJ
PRÉ-ENCOB, Rio de Janeiro (FIRJAN), 30 de agosto de 2011: A Importância do Uso Racional das Águas e o Fator Água nas Regiões Metropolitanas O gerenciamento dos recursos hídricos nas grandes cidades: Um
Quem Somos. Localizada em Brasília, a empresa dispõe de toda a estrutura necessária para atender seus clientes em todo o território nacional.
Quem Somos A empresa vem se consolidando no mercado brasileiro de forma concisa e progressiva, oferecendo soluções de alta qualidade, funcionalidade e tecnologia. Formada por uma equipe de profissionais
Tratamento de resíduos
Tratamento de resíduos Resíduo: Um resíduo é qualquer substância ou objecto de que o ser humano pretende desfazer-se por não lhe reconhecer utilidade. Prioridades a seguir no tratamento de resíduos sólidos:
TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA. Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013
TERMO DE COOPERAÇÃO TÉCNICA Nº. 016/ 2012 CREA/MG E FUNASA Setembro/2013 S Capacitação de Técnicos e Gestores para Elaboração do Plano Municipal de Saneamento Básico Módulo I Infraestrutura de Abastecimento
Pressão antropogénica sobre o ciclo da água
O CICLO DA ÁGUA Pressão antropogénica sobre o ciclo da água 2. Poluição difusa 3. Poluição urbana 1. Rega 8. Barragens 7. Erosão do solo 4. Poluição industrial 5. Redução das zonas húmidas Adaptado de:
10 Estações de Tratamento de Água. TH028 - Saneamento Ambiental I 1
10 Estações de Tratamento de Água TH028 - Saneamento Ambiental I 1 10.1 - Introdução Água potável à disposição dos consumidores: De forma contínua Quantidade adequada Pressão adequada Qualidade adequada
Painel: GESTÃO TÉCNICA E OPERACIONAL. Título da Palestra: CASE GALEÃO/REUSO. Palestrante: MARCELO STEPHANES
I ENCONTRO DAS S 13 a 15 de maio de 2009 - Campo Grande MS Realização: SINTERCON Painel: GESTÃO TÉCNICA E OPERACIONAL Título da Palestra: CASE GALEÃO/REUSO Palestrante: MARCELO STEPHANES Empresa: CDN SERVIÇOS
Tratamento de Água e Esgoto
Tratamento de Água e Esgoto Água tratada não é estéril Floculação; - remoção de matéria orgânica coloidal; - remoção de vírus e bactérias. Decantação/Filtração; - leitos de 33 a 132 cm de areia - carvão
CONHEÇA O CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA QUE VOCÊ CONSOME
CONHEÇA O CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA QUE VOCÊ CONSOME O SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgoto da cidade de Governador Valadares-MG, é uma Autarquia Municipal, criada pela Lei Municipal Nº276 de 01/09/1952,
www. ecologic.eco.br
www.ecologic.eco.br EMPRESA A ECOLOGIC É UMA EMPRESA ESPECIALIZADA NO DESENVOLVIMENTO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO E REÚSO DE ÁGUA E EFLUENTES. EFICIÊNCIA BENEFÍCIO SATISFAÇÃO IMPLANTAÇÃO
II BARREIRA DE CONTENÇÃO PARA ALGAS DO GENERO MICROCYSTIS SP. Pós-Graduação (Didática do Ensino Superior)- Faculdades São Judas Tadeu 1991
22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina II-245 - BARREIRA DE CONTENÇÃO PARA ALGAS DO GENERO MICROCYSTIS SP Osmar Rivelino* - Formação
Microbiologia do Ambiente. Sistemas aquáticos
Microbiologia do Ambiente Sistemas aquáticos Ciclo da Água Precipitaçã o Evaporaçã o Infiltração Escorrênci a Classificação das águas Águas atmosféricas Águas superficiais doces Águas subterrâneas Águas
A Crise Hídrica no Estado de São Paulo Políticas Públicas e Programas para Conservação de Água
Workshop ZCAS/MONÇÃO Cachoeira Paulista, 20 a 22/07/2015 A Crise Hídrica no Estado de São Paulo Políticas Públicas e Programas para Conservação de Água Américo de Oliveira Sampaio Coordenador de Saneamento
Aproveitamento de água de chuva Cristelle Meneghel Nanúbia Barreto Orides Golyjeswski Rafael Bueno
Aproveitamento de água de chuva Cristelle Meneghel Nanúbia Barreto Orides Golyjeswski Rafael Bueno 1 IMPORTÂNCIA Água doce: recurso limitado ONU (2015): escassez de água afetará dois terços da população
ÁGUA. Profa. Dra. Susana Segura Muñoz EERP/USP 1
ÁGUA Profa. Dra. Susana Segura Muñoz EERP/USP 1 A água é um recurso esgotável? 5 Situação dos recursos hídricos no Brasil Aquífero Bauru Aquífero Guarani Aquífero Tubarão Aquífero Taubate Aquífero
Sistema de Abastecimento de Água - SAA. João Karlos Locastro contato:
1 Sistema de Abastecimento de Água - SAA João Karlos Locastro contato: [email protected] 2 Sistema de Abastecimento Definição: De acordo com a NBR 12211/92 trata-se de um conjunto de obras,
Ecossistemas Biomas Ciclos Biogeoquímicos Alteração da qualidade das águas. Prof. Ms. Alonso Goes Guimarães
Ecossistemas Biomas Ciclos Biogeoquímicos Alteração da qualidade das águas Poluição Ambiental Águas Prof. Ms. Alonso Goes Guimarães Ecossistemas Segundo Braga et al (2005): Sistema estável; Equilibrado;
CONHEÇA O CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA QUE VOCÊ CONSOME
CONHEÇA O CONTROLE DE QUALIDADE DA ÁGUA QUE VOCÊ CONSOME O SAAE Serviço Autônomo de Água e Esgoto da cidade de Governador Valadares-MG, é uma Autarquia Municipal, criada pela Lei Municipal Nº276 de 01/09/1952,
Dr. Joel Avruch Goldenfum Professor Adjunto IPH/UFRGS
RE ÁGUAS PLUVIAIS Dr. Joel Avruch Goldenfum Professor Adjunto IPH/UFRGS A Terra é Azul! Reservas Globais de Água Oceanos 0,008% Mares internos (salg) 97,40% 1,98% 0,60% Gelo e neve Água subterrânea 0,0072%
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL DISCIPLINA Código: ENS 5160 Nome: Tratamento de Águas de Abastecimento Carga Horária: 108 horas/aula
INTRODUÇÃO À QUALIDADE DAS ÁGUAS E AO TRATAMENTO DE ESGOTOS
INTRODUÇÃO À QUALIDADE DAS ÁGUAS E AO TRATAMENTO DE ESGOTOS Nádia Maria Moreira e Silva [email protected] Prof. Dr. Nivaldo dos Santos [email protected] RESUMO: A água é um dos compostos inorgânicos
Aula 4: Química das Águas
QUI 106 Química Analítica Ambiental (2017/1) Departamento de Química UFJF www.ufjf.br/baccan Aula 4: Química das Águas Purificação de águas a) tratamento de água para abastecimento b) tratamento de esgotos
PRODUTOS ESPECIALIZADOS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS E DOMÉSTICOS
Ecobac Biotecnologia Ltda. PRODUTOS ESPECIALIZADOS PARA TRATAMENTO DE EFLUENTES INDUSTRIAIS E DOMÉSTICOS Abril 2007 BIOTECNOLOGIA APLICADA A biotecnologia, nascida com Pasteur no século XIX, é o estudo
Do esgoto à água tratada: qual o caminho? Ana Mata. Lisete Epifâneo
Do esgoto à água tratada: qual o caminho? Ana Mata Lisete Epifâneo Casa da Baía, janeiro 2014 1 CICLO URBANO DA ÁGUA 2 CICLO URBANO DA ÁGUA Sistema de Água Residual Urbanas Rede em baixa Rede em alta Edifícios
Saneamento Ambiental I. Aula 22 O Sistema de Esgoto Sanitário: cálculo de vazões e dimensionamento
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 22 O Sistema de Esgoto Sanitário: cálculo de vazões e dimensionamento Profª Heloise G. Knapik 1 Tratamento de Esgotos Dimensionamento
Contaminação das águas subterrâneas
Contaminação das águas subterrâneas i Infiltração de efluentes, irrigação de efluentes líquidos i Depósito de resíduos i Acidentes i Vazamentos em áreas de estocagem e dentro de processos produtivos i
Relatório Anual de Qualidade da Água -2012
Relatório Anual de Qualidade da Água -2012 Com o objetivo de atender ao Decreto Federal nº 5.440/05 que estabelece os procedimentos para a divulgação de informações ao consumidor sobre a qualidade da água
PÓS CRISE : REÚSO DE ÁGUA É UMA REALIDADE EM SÃO PAULO?
CIRRA / IRCWR PÓS CRISE : REÚSO DE ÁGUA É UMA REALIDADE EM SÃO PAULO? IVANILDO HESPANHOL 18/10/2016 23:15 5 ATIVIDADES BÁSICAS DO CIRRA SÍNTESE DE MEMBRANAS PLANAS DE MICRO E ULTRAFILTRAÇÃO SÍNTESE
Química Ambiental. Química das Águas - Parte 3 Purificação de águas - Tratamento de água para abastecimento - Tratamento de esgoto.
Departamento de Química UFJF L/O/G/O Química Ambiental Química das Águas - Parte 3 Purificação de águas - Tratamento de água para abastecimento - Tratamento de esgoto Agatha Lopes 2 semestre 2016 A Constituição
Características Ecológicas dos Açudes (Reservatórios) do Semi-Árido
Características Ecológicas dos Açudes (Reservatórios) do Semi-Árido Reservatórios ocupam hoje cerca de 600.000 km 2 de águas represadas em todo o planeta. A construção de reservatórios tem origem muito
Tratamento de Água para Abastecimento
Tratamento de Água para Abastecimento Prof. Dr. Jean Carlo Alanis Sistemas de Tratamento São constituídos por unidades de captação, adução, tratamento, reservação e distribuição; Para cada tipo de água
Incinerados Reduzir Reutilizar Reciclar. com produzindo. contaminação. sanitários. Aterros. céu aberto. Lixeira a
64 BioDesafios 12 ọ Ano Guia do Professor 5 Mapa de conceitos Eliminar materiais sólidos Degradação dos recursos pode ser minimizada através de Tratamento de resíduos Águas residuais Resíduos sólidos Política
www. ecologic.eco.br
www.ecologic.eco.br EMPRESA A ECOLOGIC É UMA EMPRESA ESPECIALIZADA NO DESENVOLVIMENTO, IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DE SISTEMAS DE TRATAMENTO E REÚSO DE ÁGUA E EFLUENTES. EFICIÊNCIA BENEFÍCIO SATISFAÇÃO IMPLANTAÇÃO
TECNOLOGIAS DE REÚSO E REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA
REALIZAÇÃO TECNOLOGIAS DE REÚSO E REAPROVEITAMENTO DE ÁGUA APOIO PROGRAMAS DE CONSERVAÇÃO E REÚSO O que leva à busca pelo reúso? Crise hídrica Escassez e deterioração da qualidade da água dos mananciais
Paul Anthony Woodhead e David Charles Meissner Centroprojekt do Brasil Outubro 2008
A aplicação do sistema de lodos ativados de baixa carga combinado com um seletor aeróbico para atender aos rigorosos padrões de emissão de efluentes tratados na indústria de papel e celulose. Paul Anthony
Saneamento Ambiental I. Aula 12 Parâmetros de Qualidade de Água - Potabilização
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 12 Parâmetros de Qualidade de Água - Potabilização Profª Heloise G. Knapik 1 Primeiro módulo: Dimensionamento de redes de
8/14/2011. Conceito de solos. Levantamentos de solos. Processos pedogenéticos. Fatores pedogenéticos
O SOLO NOS ECOSSISTEMAS (FLORESTAIS) Prof. J.Miguel Reichert (Prof. Ricardo Dalmolin) 1. O solo nos ecossistemas florestais 1.1. Funções gerais e ambientais do solo 1.2. O solo florestal Conceito de solos
DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS
UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DE ALIMENTOS CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE ALIMENTOS GLOSSÁRIO Danilo José P. da Silva Série Sistema de Gestão Ambiental Viçosa-MG/Janeiro/2011 Glossário
Curso: Controle Ambiental Disciplina: SUAE Sistemas urbanos de Água e esgoto Professor: Leonardo Hoinask
1 Curso: Controle Ambiental Disciplina: SUAE Sistemas urbanos de Água e esgoto Professor: Leonardo Hoinask DIMENSIONAMENTO DE UMA FOSSA SÉPTICA Luana Magnani Nathália Capra Rath Thayná Hack 1. O QUE É
4 Reciclagem do lodo para utilização final na agricultura
24 4 Reciclagem do lodo para utilização final na agricultura A reciclagem agrícola tem proporcionado inúmeros benefícios tanto para o homem quanto a natureza, logo a reciclagem transforma um simples resíduo
FIME. Basicamente, uma instalação FiME é composta por alguma combinação entre a: a pré-filtração dinâmica, Pré filtração grosseira. a filtração lenta.
FIME Para o uso eficiente da filtração rápida, é necessário o pré-tratamento da água bruta com coagulação química, podendo ou não haver a floculação e decantação ou flotação, dependendo da qualidade da
Ciências do Ambiente
Universidade Federal do Paraná Engenharia Civil Ciências do Ambiente Aula 24 O meio aquático III: Parâmetros hidrológicos, estratificação térmica, eutrofização e índices de qualidade de água Prof.ª Heloise
WORKSHOP SÃO JOSÉ DOS CAMPOS MESA REDONDA O DESAFIO DO TRATAMENTO DE EFLUENTES LIQUIDOS
WORKSHOP SÃO JOSÉ DOS CAMPOS MESA REDONDA O DESAFIO DO TRATAMENTO DE EFLUENTES LIQUIDOS Eng. Elso Vitoratto [email protected] TABELA Variação da composição do lixiviado para 25 aterros
AVALIAÇÃO DA ÁGUA DO RESERVATÓRIO POÇÕES EM MONTEIRO/PB: USO PARA ABASTECIMENTO HUMANO E CONSTRUÇÃO CIVIL
AVALIAÇÃO DA ÁGUA DO RESERVATÓRIO POÇÕES EM MONTEIRO/PB: USO PARA ABASTECIMENTO HUMANO E CONSTRUÇÃO CIVIL Whelson Oliveira de BRITO 1, Keliana Dantas SANTOS 1, Ricardo Alves dos SANTOS 1, Hildegardes Pereira
13 Sistemas de lodos ativados
13 Sistemas de lodos ativados Processo biológico que envolve massa ativada de microrganismo em suspensão capazes de estabilizar o esgoto em ambiente aeróbio. Inglaterra, 1914 http://meioambientedjc.blogspot.com.br/2011/10/ete-tratamento-secundario.html
Caracterização físico-química de efluente de indústria de laticínios tratado por sistema de lagoas de estabilização
Bento Gonçalves RS, Brasil, 9 a 31 de Outubro de 8 Caracterização físico-química de efluente de indústria de laticínios tratado por sistema de lagoas de estabilização Anelise Sertoli Lopes Gil 1, Jaqueline
Biologia 10 Questões [Difícil]
Biologia 10 Questões [Difícil] 01 - (EFEI MG) Para tentar acabar com a poluição causada pelo lançamento de esgotos, pesquisadores desenvolveram um reator biológico capaz de tratar esgoto doméstico e efluentes
