TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO

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1 DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL, ARQUITECTURA E GEORECURSOS SECÇÃO DE CONSTRUÇÃO GUIÃO DA DISCIPLINA DE TECNOLOGIA DA CONSTRUÇÃO Mestrado Integrado em Arquitectura 2012/2013-2º Semestre DOCENTES Prof. João Gomes Ferreira (responsável) Prof. José Dinis Silvestre

2 1. INTRODUÇÃO Este texto constitui um guião que procura sistematizar e orientar o estudo dos alunos nas diferentes temáticas leccionadas na disciplina de Tecnologia da Construção do Mestrado Integrado em Arquitectura do Instituto Superior Técnico. Esta disciplina tem como objectivo ensinar aos alunos os vários tipos de tecnologias de construção necessárias à execução de um edifício, desde a sua estrutura até aos acabamentos. A matéria é composta pelos seguintes capítulos: Capítulo 1 - Aspectos gerais da construção Capítulo 2 - Técnicas de demolição Capítulo 3 - Contenções periféricas Capítulo 4 - Fundações directas Capítulo 5 - Fundações profundas Capítulo 6 - Drenagens e impermeabilizações Capítulo 7 - Estruturas de edifícios de betão armado Capítulo 8 - Soluções não tradicionais de pavimentos e escadas Capítulo 9 - Paredes divisórias Capítulo 10 - Coberturas de edifícios Capítulo 11 - Revestimentos de paredes Capítulo 12 - Revestimentos de pisos 1

3 2. PROGRAMA DAS AULAS Os conteúdos das aulas deverão obedecer à programação seguinte, com as adaptações tornadas necessárias em função do decurso do semestre. Aula teórica Tema 1ª Aula Apresentação. Aspectos gerais da construção. 2ª Aula Fundações directas - teoria 3ª Aula Fundações directas - execução de sapatas e ensoleiramentos 4ª Aula Estacas moldadas 5ª Aula Estacas moldadas 6ª Aula Estacas cravadas 7ª Aula Estacas cravadas 8ª Aula Pegões e barretas 9ª Aula Micro estacas 10ª Aula Paredes de Berlim e Munique 11ª Aula Paredes de Berlim e Munique 12ª Aula Processo de execução de paredes de Berlim e de Munique 13ª Aula Paredes moldadas 14ª Aula Paredes moldadas - processo construtivo 15ª Aula Cortinas de estacas moldadas 16ª Aula Estacas-prancha 17ª Aula Drenagem de escavações 18ª Aula Estruturas betonadas in situ 19ª Aula Estruturas betonadas in situ 20ª Aula Estruturas betonadas in situ 21ª Aula Estruturas betonadas in situ 22ª Aula Estruturas prefabricadas 23ª Aula Estruturas prefabricadas Aula prática Tema Apresentação. Regras sobre o funcionamento da disciplina. 1ª Aula Formação dos grupos do trabalho prático. Técnicas de demolição. 2ª Aula Técnicas de demolição 3ª Aula Paredes 4ª Aula Execução de paredes de alvenaria 5ª Aula Revestimentos de paredes / Acompanhamento dos trabalhos 6ª Aula Revestimentos de paredes 7ª Aula Revestimentos de pisos 8ª Aula Revestimentos de coberturas inclinadas 9ª Aula Revestimentos de coberturas em terraço 10ª Aula Drenagem e impermeabilização de caves. 11ª Aula Apresentação dos trabalhos de grupo 12ª Aula Apresentação dos trabalhos de grupo 2

4 Dia Teóricas Práticas T1 Práticas T2 Notas 11-Fev-13 segunda-feira 12-Fev-13 terça-feira 13-Fev-13 quarta-feira Relâmpago 14-Fev-13 quinta-feira AT Relâmpago 15-Fev-13 sexta-feira AT AP Relâmpago 16-Fev-13 sábado 17-Fev-13 domingo 18-Fev-13 segunda-feira AP Relâmpago 19-Fev-13 terça-feira Relâmpago 20-Fev-13 quarta-feira 21-Fev-13 quinta-feira AT1 22-Fev-13 sexta-feira AT2 AP1 23-Fev-13 sábado 24-Fev-13 domingo 25-Fev-13 segunda-feira AP1 26-Fev-13 terça-feira 27-Fev-13 quarta-feira 28-Fev-13 quinta-feira AT3 01-Mar-13 sexta-feira AT4 AP2 02-Mar-13 sábado 03-Mar-13 domingo 04-Mar-13 segunda-feira AP2 05-Mar-13 terça-feira 06-Mar-13 quarta-feira 07-Mar-13 quinta-feira AT5 08-Mar-13 sexta-feira AT6 AP3 09-Mar-13 sábado 10-Mar-13 domingo 11-Mar-13 segunda-feira AP3 12-Mar-13 terça-feira 13-Mar-13 quarta-feira 14-Mar-13 quinta-feira AT7 15-Mar-13 sexta-feira AT8 AP4 16-Mar-13 sábado 17-Mar-13 domingo 18-Mar-13 segunda-feira AP4 19-Mar-13 terça-feira 20-Mar-13 quarta-feira 21-Mar-13 quinta-feira AT9 22-Mar-13 sexta-feira AT10 AP5 23-Mar-13 sábado 24-Mar-13 domingo 25-Mar-13 segunda-feira AP5 26-Mar-13 terça-feira 27-Mar-13 quarta-feira Férias Páscoa 28-Mar-13 quinta-feira Férias Páscoa 29-Mar-13 sexta-feira Férias Páscoa 30-Mar-13 sábado 31-Mar-13 domingo 01-Abr-13 segunda-feira Férias Páscoa 02-Abr-13 terça-feira Férias / Veneza 03-Abr-13 quarta-feira Veneza 3

5 Dia Teóricas Práticas T1 Práticas T2 Notas 04-Abr-13 quinta-feira AT Veneza 05-Abr-13 sexta-feira AT AP Veneza 06-Abr-13 sábado Veneza 07-Abr-13 domingo Veneza 08-Abr-13 segunda-feira AP6 09-Abr-13 terça-feira 10-Abr-13 quarta-feira 11-Abr-13 quinta-feira AT11 12-Abr-13 sexta-feira AT12 AP6 13-Abr-13 sábado 14-Abr-13 domingo 15-Abr-13 segunda-feira AP7 16-Abr-13 terça-feira 17-Abr-13 quarta-feira 18-Abr-13 quinta-feira AT13 19-Abr-13 sexta-feira AT14 AP7 20-Abr-13 sábado 21-Abr-13 domingo 22-Abr-13 segunda-feira AP8 23-Abr-13 terça-feira 24-Abr-13 quarta-feira 25-Abr-13 quinta-feira 26-Abr-13 sexta-feira AT15 AP8 27-Abr-13 sábado 28-Abr-13 domingo 29-Abr-13 segunda-feira AP9 30-Abr-13 terça-feira 01-Mai-13 quarta-feira 02-Mai-13 quinta-feira AT16 03-Mai-13 sexta-feira AT17 AP9 04-Mai-13 sábado 05-Mai-13 domingo 06-Mai-13 segunda-feira AP10 07-Mai-13 terça-feira 08-Mai-13 quarta-feira 09-Mai-13 quinta-feira AT18 10-Mai-13 sexta-feira AT19 AP10 11-Mai-13 sábado 12-Mai-13 domingo 13-Mai-13 segunda-feira AP11 - tg 14-Mai-13 terça-feira 15-Mai-13 quarta-feira 16-Mai-13 quinta-feira AT20 17-Mai-13 sexta-feira AT21 AP11 - tg 18-Mai-13 sábado 19-Mai-13 domingo 20-Mai-13 segunda-feira AP12 - tg 21-Mai-13 terça-feira 22-Mai-13 quarta-feira 23-Mai-13 quinta-feira AT22 24-Mai-13 sexta-feira AT23 AP12 - tg Final semestre 4

6 3. ACOMPANHAMENTO DE OBRAS Pretende-se que os alunos acompanhem, durante o semestre, obras em curso na zona de Lisboa, realizando pelo menos 3 visitas de estudo. Pretende-se que nessas visitas os alunos descrevam e justifiquem detalhadamente as principais actividades em curso. Será atribuída uma obra a cada grupo, podendo os grupos, em alternativa, escolher obras através de contactos próprios. A lista de obras oferecida é disponibilizada na página da disciplina no Fenix. Os alunos inscrevem-se, nas aulas práticas, para as obras seleccionadas. Caso o grupo pretenda acompanhar uma obra da sua escolha, deverá indicá-lo ao docente das aulas práticas. Cada grupo deverá apresentar um relatório final de acompanhamento da obra ao longo do semestre, de acordo com as regras à frente definidas. Instruções para as visitas: Nas visitas os alunos deverão: - Contactar o director de obra (ou a fiscalização) de modo a acordar a primeira visita; - Deslocar-se à obra pelo menos 3 vezes durante o semestre, em períodos a acordar com o director de obra; - Levar capacete, colete reflector e calçado apropriado; - Ser acompanhados por técnicos da obra nas eventuais deslocações no interior desta; - Respeitar todas as instruções de segurança que lhes forem transmitidas em obra. Qualquer desobediência implica o imediato cancelamento das visitas ao grupo em causa. - Levar cartão do Seguro Escolar. 5

7 4. MATERIAL DIDÁCTICO Serão disponibilizados aos alunos, em formato digital, as apresentações das aulas. Estão já editados textos complementares sobre o processo construtivo de alguns elementos de construção, tais como: Técnicas de demolição de edifícios correntes; Paredes tipo Berlim; Cortinas de estacas-prancha; Cortinas de estacas moldadas; Paredes moldadas Paredes tipo Munique; Pregagens; Ancoragens; Entivações provisórias; Muros de suporte de betão armado; Muros de gravidade correntes; Muros de suporte especiais; Fundações directas correntes; Ensoleiramentos gerais e grelhas de fundação; Poços ou pegões; Estacas moldadas no terreno; Estacas cravadas; Micro-estacas; Barretas; Drenagem de escavações; Drenagem de pisos enterrados; Impermeabilização de pisos enterrados; Execução de estruturas de betão armado; Cofragens tradicionais; Sistemas racionalizados de cofragens; Soluções não tradicionais de escadas; Pavimentos aligeirados de vigotas pré-esforçadas; Pavimentos aligeirados de pranchas vazadas; Pavimentos pré-fabricados com pré-lajes; Paredes de alvenaria de pedra natural; Paredes de alvenaria de tijolo de barro vermelho; 6

8 Classificação das coberturas inclinadas e respectivos revestimentos; Coberturas em telha cerâmica; Coberturas com revestimento metálico; Isolamento térmico de coberturas em edifícios correntes; Exigências funcionais das coberturas inclinadas em edifícios correntes; Rebocos tradicionais; Rebocos monocamada. Espera-se num futuro próximo alargar o número dos textos complementares de modo a cobrir, progressivamente, todos os temas leccionados. Estes textos podem ser consultados na biblioteca do DECivil. 7

9 5. AVALIAÇÃO DE CONHECIMENTOS Metodologia A avaliação na disciplina é feita através de um exame final escrito e de um trabalho de grupo. O exame escrito incide sobre a matéria das aulas, da bibliografia e das visitas a obras. O trabalho de grupo consiste na elaboração e apresentação oral de um relatório sobre as visitas de estudo (mínimo 3 visitas) efectuadas a obras (cada grupo acompanha uma obra ao longo do semestre). Regras 1. Exames Exame sem consulta, com duração prevista de 2 horas. Duas datas de exame (1ª e 2ª épocas), podendo-se comparecer a ambas, contando a melhor classificação obtida. Para aprovação na disciplina é necessário obter aprovação no exame escrito (nota mínima de 9.5 valores). 2. Trabalhos de grupo Grupos compostos preferencialmente (e no máximo) por 3 pessoas. Relatório final com um máximo de 15 páginas de texto (excluindo fotografias e figuras). Relatório entregue em suporte digital e apresentado oralmente por todos os elementos do grupo nas últimas aulas práticas do semestre. Data de entrega a definir nas aulas. A apresentação tem a duração de 15 minutos, nos quais podem ser exibidas fotografias, imagens, texto, vídeos, etc (recomendados cerca de 15 diapositivos), que deverão também ser entregues (em geral, ficheiro tipo PowerPoint). Para aprovação na disciplina é necessário obter aprovação no trabalho de grupo (nota mínima de 9.5 valores). 3. Determinação da nota final Nota do Exame = 50% da nota final (nota mínima de 9.5 valores) Trabalho de Grupo = 50% da nota final (nota mínima de 9.5 valores) 8

10 6. PROGRAMA DETALHADO DA DISCIPLINA Capítulo 1: Aspectos gerais da construção A. Fases de um empreendimento 1. Objectivos da construção 2. Sector da construção 3. A indústria da construção na economia nacional 4. Empresas de construção 5. Problemas da indústria da construção 6. Evolução dos mercados 7. Inovação na indústria da construção 8. O futuro B. Bibliografia de base BRANCO, F. (1998) Introdução à Execução de Empreendimentos. IST, Lisboa. 9

11 Capítulo 2: Técnicas de demolição A. Síntese dos processos de demolição 1. Demolição com base em equipamento mecânico; 1.1. Demolição por meio de choques, tracção ou percussão; Martelos de percussão (pneumáticos ou electropneumáticos); Elementos de grande massa (bola, pilão); Equipamento mecânico de médio ou grande porte (escavadoras, pá de arrasto, lanças de demolição, tesouras de demolição); Tracção por meio de cabos; 1.2. Demolição com base na expansão de elementos; Cavilhas mecânicas; Cunhas; Êmbolos hidráulicos; 2. Demolição por processos térmicos; 2.1. Lança de oxigénio; 2.2. Combustão de pó de ferro e alumínio; 2.3. Combustão de plasma; 2.4. Laser; 3. Demolição com base em explosivos ou expansões químicas; 3.1. Por meio de explosivos; 3.2. Por expansão de gás; 3.3. Por expansão de cal viva; 4. Demolição por processo abrasivos; 4.1. Ferramentas diamantadas (discos, brocas, caroteadoras e outros); 4.2. Jacto de água a alta pressão; 4.3. Jacto de areia; 5. Demolição por processos eléctricos; 5.1. Aquecimento das armaduras por efeito de Joule; 5.2. Electo-fractura (correntes de alta frequência); 5.3. Aquecimento induzido por um material ferromagnético; 5.4. Descargas de arco entre eléctrodos de grafite; 10

12 5.5. Microondas; 6. Demolição por meio de produtos químicos; 6.1. Processo electroquímico (expansão das armaduras). B. Aspectos particulares a ter em consideração 1. Segurança dos operários; 2. Segurança das construções vizinhas; 3. Segurança do público; 4. Reconhecimento detalhado da edificação a demolir e edificações vizinhas; 5. Autorizações necessárias das entidades competentes; 6. Factores que condicionam a selecção do processo de demolição. C. Bibliografia de base BRITO, Jorge de (1999). Técnicas de Demolição de Edifícios Correntes. Licenciatura em Engenharia Civil, Cadeira de Processos de Construção, IST, Lisboa. D. Bibliografia complementar ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA (1958). Regulamento de Segurança no Trabalho de Construção Civil. Decreto-Lei n.º Diário da República n.º 175 de 11/8/58, Lisboa. BRITISH STANDARDS INSTITUTION (1982). Code Practice for Demolition. BS 6187: 1982, London. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1982). Les Techniques de Démolition des Ouvrages en Béton. Note d`information technique n.º 144, Bruxelles. 11

13 Capítulo 3: Contenções periféricas A. Tipos 1. Muros de suporte; 2. Paredes de contenção. B. Processos de melhoria dos solos 1. Processos de melhoria dos terrenos de fundação; 1.1. Substituição; 1.2. Compactação in-situ; 1.3. Pré-carga; 1.4. Injecções; 1.5. Tratamentos térmicos; 1.6. Vibroflutuação; 1.7. Estacas de brita; 1.8. Compactação dinâmica. C. Classificação dos muros de suporte 1. Muros de gravidade; 2. Muros de betão armado; 3. Muro de gabiões; 4. Muros engradados; 5. Terra armada; 6. Muro de contenção com geotêxtil. D. Classificação das paredes de contenção 1. Paredes moldadas; 2. Paredes tipo Berlim e Munique; 3. Cortinas de estacas; 3.1. Estacas secantes; 3.2. Estacas tangentes; 3.3. Estacas espaçadas; 3.4. Estacas pranchas; 4. Pregagens. 12

14 E. Tópicos para estudo 1. Diferenciação, em termos do processo construtivo, dos vários tipos de contenções periféricas; 2. Influência das características geotécnicas do terreno no processo construtivo; 3. Influência do nível freático no processo construtivo; 4. Condicionamento das edificações vizinhas; 5. Processo de execução das ancoragens; 6. Ligações das contenções aos elementos estruturais; 7. Escavações; 7.1. Planeamento da execução; 7.2. Rampas de acesso; 7.3. Taludes. F. Bibliografia de base BRITO, Jorge de; FRANÇA, Paulo (1999). Paredes Tipo Munique e Berlim. Licenciatura em Engenharia Civil, Cadeira de Processos de Construção, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de; FRANÇA, Paulo (1999). Paredes Moldadas e Barretas. Licenciatura em Engenharia Civil, Cadeira de Processos de Construção, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de (1999). Cortinas de Estacas Moldadas. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de (1999). Pregagens. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de (1999). Muros de Suporte Especiais. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de (1999). Muros de Gravidade Correntes. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. CARRETO, Pires (1985). Problemática das Caves. 1º Simpósio Nacional de Materiais e Tecnologias na Construção de Edifícios - SIMATEC, Lisboa. SCHMITT, H. (1978). Excavaciones para Cimientos incluído em Tratado de Construcción. pp , Editorial Gustavo Gili, Barcelona. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1979). Ancoragens. Seminário S 217, Lisboa. MELO, Guedes de (1978). Paredes Moldadas. Seminário n.º 229, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. 13

15 G. Bibliografia complementar COELHO, Silvério (1996). Tecnologia das Fundações. Edições E.P.G.E., Lisboa. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1979). Procèdes de Fondations Profondes et D Infrastructure. Note d information technique n.º129, Bruxelles. ESTEVES, J. M. et al. (1982). Caracterização de Maciços Terrosos para Ensaios In-Situ. Seminário S 276, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. MINISTERIO DE OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES Y MEDIO AMBIENTE (1995). Contenciones incluído nas Normas Tecnológicas de la Edificación - Acondicionamiento del terreno, Cimentaciones. pp , Centro de Publicaciones, Secretaria General Técnica, Madrid. PEREIRA, Silva (1985). Escavações em Terrenos com Nível Freático Instalado: Processos de Bombagem de Água Subterrânea - Algumas Recomendações Práticas. 1º Simpósio Nacional de Materiais e Tecnologias na Construção de Edifícios - SIMATEC, Lisboa. 14

16 Capítulo 4: Fundações directas A. Classificação 1. Sapatas isoladas; 2. Sapatas contínuas; 3. Sapatas agrupadas; 4. Ensoleiramentos gerais (maciços, aligeirados, nervurados, c/ capitéis); 5. Grelhas de fundação. B. Processo construtivo 1. Preparação do terreno; 2. Escavação geral; 3. Implantação; 4. Escavação local; 5. Betão de limpeza; 6. Cofragem; 7. Armaduras; 8. Betonagem; 9. Cura e protecção do betão. C. Aspectos particulares a ter em consideração na execução 1. Preparação da execução; 2. Características geotécnicas do solo; 3. Afastamento de construções vizinhas; 4. Profundidade das fundações; 5. Recobrimento das armaduras; 6. Cofragem / Betonagem contra o terreno; 7. Compactação do betão; 8. Juntas de betonagem. D. Bibliografia de base BRITO, Jorge de; SANTOS, José Roberto (2000). Ensoleiramentos Gerais e Grelhas de Fundação. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. 15

17 RIBEIRO, J. P.; BEZELGA; Artur (1995). Fundações Directas Correntes. IST, Lisboa. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1968). Especificação LNEC E Fundações Directas Correntes. Lisboa. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1985). Fundações em Terrenos não Rochosos. Seminário S 208, Lisboa. E. Bibliografia complementar COELHO, Silvério (1996). Tecnologia das Fundações. Edições E.P.G.E., Lisboa. COUTINHO, A. Sousa (1988a). Fabrico e Propriedades do Betão - Volume I. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. COUTINHO, A. Sousa (1988b). Fabrico e Propriedades do Betão - Volume II. Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1978). Fondations - Cahier des charges. Bruxelles. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1983). Fondations de Maisons - Guide Pratique pour la Conception et l`exécution des Fondations de Constructions Petites et Moyennes. Bruxelles. ESTEVES, J. M. et al. (1982). Caracterização de Maciços Terrosos para Ensaios In-Situ. Seminário S 276, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. MINISTERIO DE OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES Y MEDIO AMBIENTE (1995). Zapatas incluído nas Normas Tecnológicas de la Edificación - Acondicionamiento del terreno, Cimentaciones. pp , Centro de Publicaciones, Secretaria General Técnica, Madrid. 16

18 Capítulo 5: Fundações profundas A. Classificação 1. Poços ou pegões; 2. Estacas; 3. Micro-estacas; 4. Barretas (de parede moldada). B. Tipos de estacas 1. Estacas cravadas (pré-fabricadas); 1.1. Aço; 1.2. Betão; 2. Estacas moldadas no terreno; 2.1. Com tubo moldador perdido; 2.2. Com tubo moldador recuperável; Com extracção do terreno; Sem extracção do terreno (tubo cravado); 2.3. Sem tubo moldador; Processo do trado contínuo; Processo com lamas bentoníticas. C. Tópicos para estudo 1. Diferenciação, em termos do processo construtivo, dos vários tipos de fundações profundas; 2. Influência das características geotécnicas do terreno no processo construtivo; 3. Influência do nível freático no processo construtivo; 4. Condicionamento das edificações vizinhas; 5. Profundidade de execução; 6. Verificação do monolitismo da estaca; 7. Saneamento da cabeça da estaca; 8. Ligação ao maciço de encabeçamento. 17

19 D. Bibliografia de base BRITO, Jorge de; SANTOS, José Roberto (1999). Poços ou Pegões. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de (1999). Estacas Cravadas. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de (1999). Micro-estacas. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia de Contenções e Fundações, IST, Lisboa. BRITO, Jorge de (1999). Estacas Moldadas no Terreno. Licenciatura em Engenharia Civil, Cadeira de Processos de Construção, IST, Lisboa. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1985). Fundações em Terrenos não Rochosos. Seminário S 208, Lisboa. SCHMITT, H. (1978). Cimentaciones Profundas incluído em Tratado de Construcción. pp , Editorial Gustavo Gili, Barcelona. CALGARO, J. A.; VIRGOLUEUX, M. (1987) Les Pieux en Place par Refoulement du Sol incluído em Project et Construction des Ponts - Généralités, Fondations Appuis, Ouvrages Courants. pp , Presses de l École Nationale des Ponts et Chaussées, Paris. CASTRO, Guy (1977). Acerca do Projecto de Fundações em Estacas de Betão Armado. Memória n.º 488, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. E. Bibliografia complementar COELHO, Silvério (1996). Tecnologia das fundações. Edições E.P.G.E., Lisboa. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1979). Procèdes de Fondations Profondes et D Infrastructure. Note d information technique n.º129, Bruxelles. ESTEVES, J. M. et al. (1982). Caracterização de Maciços Terroso para Ensaios In-Situ. Seminário S 276, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. MINISTERIO DE OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES Y MEDIO AMBIENTE (1995). Pilotes incluído nas Normas Tecnológicas de la Edificación - Acondicionamiento del terreno, Cimentaciones. pp , Centro de Publicaciones, Secretaria General Técnica, Madrid. 18

20 Capítulo 6: Drenagens e impermeabilizações A. Drenagens 1. Drenagem das escavações; 2. Drenagem das paredes periféricas; 3. Drenagem de pavimentos térreos; 4. Protecção das paredes contra a ascensão capilar. B. Impermeabilizações 1. Impermeabilização de paramentos enterrados; 2. Impermeabilização de pavimentos térreos; 3. Estanqueidade de juntas. C. Tópicos para estudo 1. A água no solo; 2. Rebaixamento do nível freático; 2.1. Captações directas; 2.2. Captações verticais; 2.3. Captações horizontais; 3. Materiais do sistema de protecção; 3.1. Inertes para filtros; 3.2. Produtos betuminosos; 3.3. Geossintéticos (geotêxteis, geomembranas); 3.4. Drenos; 4. Elementos de impermeabilização; 4.1. Argamassas de cimento; 4.2. Argamassas de cimentos com adjuvantes hidrófogos; 4.3. Argamassas à base de resinas sintéticas; 4.4. Emulsões betuminosas; 4.5. Argamassas betuminosas; 5. Sistemas de drenagem; 5.1. Princípios de execução; 5.2. Remates dos sistemas de drenagem com base em materiais sintéticos; 5.3. Protecção da zona superior da camada drenante sintética; 19

21 5.4. Continuidade do filtro sintético; 5.5. Evacuação da água recolhida da camada drenante; 5.6. Sistemas de drenagem com base em inertes naturais; 6. Influência do tipo de solo na solução de drenagem; 7. Sistemas de drenagem e impermeabilização para paredes de contenção; 8. Protecção das construções abaixo do nível freático; 9. Tipos de juntas nas construções enterradas. D. Bibliografia de base BRITO, Jorge de (1999). Drenagem de Escavações. Licenciatura em Engenharia Civil, Cadeira de Processos de Construção, IST, Lisboa. PEREIRA, Silva (1985). Escavações em Terrenos com Nível Freático Instalado: Processos de Bombagem de Água Subterrânea - Algumas Recomendações Práticas. 1º Simpósio Nacional de Materiais e Tecnologias na Construção de Edifícios - SIMATEC, Lisboa. MUTH, W. (1987). Impermeabilizações e Drenagens na Construção - Protecção Contra Água Freáticas. Tradução n.º 467, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION. Les Constructions Enterrées et Leur Protection. Note d information technique n.º 66, Bruxelles. E. Bibliografia complementar CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1993). Protection des Constructions Enterrées Contre l Infiltration des Eaux de Surface. Note d information technique n.º 190, Bruxelles. MINISTERIO DE OBRAS PUBLICAS, TRANSPORTES Y MEDIO AMBIENTE (1995). Drenajes incluído nas Normas Tecnológicas de la Edificación - Acondicionamiento del terreno, Cimentaciones. pp , Centro de Publicaciones, Secretaria General Técnica, Madrid. 20

22 Capítulo 7: Estruturas de edifícios de betão A. Elementos estruturais principais 1. Pilares; 2. Paredes resistentes; 3. Vigas; 4. Lajes (vigadas, fungiformes); 5. Escadas. B. Materiais constituintes 1. Cofragens; 2. Armaduras (ordinárias ou de pré-esforço); 3. Betão. C. Tópicos para estudo 1. Cofragens; 1.1. Elementos constituintes das cofragens; 1.2. Tipos de cofragens; 1.3. Fundamentos do dimensionamento; 1.4. Pormenorização de cofragens; 1.5. Execução das cofragens; 1.6. Regras de medição; 1.7. Especificações técnicas. 2. Armaduras; 2.1. Regras de dobragem dos varões; 2.2. Regras para a execução das armaduras; 2.3. Tipos de espaçadores de recobrimento; 2.4. Regras de medição; 2.5. Mapa de armaduras; 2.6. Especificações técnicas. 3. Betão; 3.1. Produção do betão; 3.2. Controlo do betão; 3.3. Transporte do betão; 3.4. Colocação do betão; 21

23 3.5. Processos de compactação do betão; 3.6. Sistemas de cura do betão; 3.7. Regras de medição; 3.8. Especificações técnicas. 4. Diferenciação do processo construtivo dos vários elementos estruturais. D. Bibliografia de base LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1976). Cofragens. Curso de Promoção Profissional CPP 501, Lisboa. CLEMENTE, Santos (1988). Cofragens Tradicionais de Madeira (Tabelas). Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. MATOS, Cantante; COSTA, Fernando (1985). Análise Geral dos Sistemas de Cofragens para Edifícios. 1º Simpósio Nacional de Materiais e Tecnologias na Construção de Edifícios - SIMATEC, Lisboa. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1973). Les Coffrages: Matériaux et Systèmes. Note d information technique n.º 100, Bruxelles. E. Bibliografia complementar MINISTERIO DE OBRAS PUBLICAS, TRANSPORTES Y MEDIO AMBIENTE (1995). Normas Tecnológicas de la Edificación - Estructuras. Centro de Publicaciones, Secretaria General Técnica, Madrid. BUREAU VERITAS (1995). Structures en Béton in Guide Veritas: Techniques de la Construction - Tome 1 - Gros Oeuvre. Partie IV. Editions du Moniteur, Paris. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1993). Ouvrages de Béton - Cahier Général des Charges Pour Travaux de Construction Privée. Fascicule 5. Centre Scientifique et Technique de la Construction, Bruxelles. 22

24 Capítulo 8: Soluções não tradicionais de pavimentos e escadas A. Soluções não tradicionais de pavimentos 1. Soluções à base de vigotas de betão pré-esforçado; 1.1. Com blocos vazados de betão; 1.2. Com blocos vazados de betão leve; 1.3. Com blocos maciços de betão leve; 1.4. Com blocos vazados cerâmicos; 2. Soluções à base de pranchas de betão pré-esforçado, moldadas sobre elementos cerâmicos; 3. Soluções à base de vigotas de betão armado; 3.1. Com blocos vazados de betão; 3.2. Com blocos vazados de betão leve; 3.3. Com blocos maciços de betão leve; 3.4. Com blocos vazados cerâmicos; 4. Soluções utilizando pranchas vazadas de betão pré-esforçado; 5. Soluções utilizando pranchas vazadas de betão armado; 6. Soluções utilizando pré-lajes. B. Soluções não tradicionais de escadas 1. Soluções à base de pré-fabricação em betão; 2. Escadas em madeira ou metálicas. C. Tópicos para estudo 1. Processo de fabrico dos elementos constituintes dos pavimentos; 2. Diferenciação do processo construtivo das várias soluções de pavimentos; 3. Comparação das vantagens e inconvenientes de cada solução; 4. Selecção dos tipo de pavimento em função de diferentes factores (isolamento, rapidez de execução, modelação estrutural e outros); 5. Os documentos de homologação como meio de garantir a qualidade das soluções não tradicionais (RGEU); 6. Fundamentos do dimensionamento das diferentes soluções de pavimentos; 7. Soluções de escadas pré-fabricadas; 8. Fundamentos do dimensionamento das escadas pré-fabricadas. 23

25 D. Bibliografia de base BRITO, Jorge de (1999). Soluções Não Tradicionais de Escadas. Licenciatura em Engenharia Civil, Cadeira de Processos de Construção, IST, Lisboa. SCHMITT, H. (1978). Vigas, Vigas en T y Forjados Nervados incluído em Tratado de Construcción. pp , Editorial Gustavo Gili, Barcelona. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (vários). Documento de homologação respectivo a cada solução de pavimento não tradicional. Lisboa. E. Bibliografia complementar CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DU BATIMENT (1970). Prescriptions Techniques Relative aux Dalles et Volées d Escalier. Document Technique Unifié n.º 21.3, Paris. 24

26 Capítulo 9: Paredes divisórias A. Classificação das paredes 1. Paredes resistente; 2. Parede de enchimento simples; 3. Parede de enchimento dupla. B. Materiais constituintes 1. Pedra; 2. Blocos de betão corrente; 3. Blocos de betão leve; 4. Blocos de betão celular; 5. Tijolos maciços de barro vermelho; 6. Tijolos de barro vermelho com furação horizontal; 7. Tijolos de barro vermelho com furação vertical (inferior a 50% da secção); 8. Painéis leves (gesso, gesso cartonado, alumínio, madeira entre outros); 9. Painéis pré-fabricados. C. Tópicos para estudo 1. Exigências funcionais de paredes; 2. Tipos e dimensões dos materiais normalizados para execução de alvenarias; 3. Processo construtivo dos vários tipos de alvenarias; 4. Comparação das vantagens e inconvenientes de cada solução; 5. Selecção dos tipo de parede de alvenaria em função de diferentes factores (isolamento, rapidez de execução, versatilidade e outros); 6. Execução das paredes duplas; 6.1. Caleira interior; 6.2. Travamento dos panos de alvenaria; 6.3. Ventilação da caixa de ar; 7. Isolamento térmico das paredes; 8. Ligações das alvenarias aos elementos estruturais; 9. Correcção térmica nas zonas dos elementos estruturais; 10. Execução de juntas nas alvenarias; Mastiques; 25

27 10.2. Empanques; Perfis diversos. D. Bibliografia de base BRITO, Jorge de (1999). Paredes de Alvenaria de Pedra Natural. Licenciatura em Engenharia Civil, Cadeira de Processos de Construção, IST, Lisboa. SANTOS, Luís. Paredes de Betão - Sua Integração na Construção Industrializada. ANES, Almeida. Paredes Pré-Fabricadas Pesadas. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1988). Paredes de Edifícios. Curso de Promoção Profissional CPP 510, Lisboa. SANTOS, C. Pina dos; PAIVA, J. Vasconcelos de (1986).Caracterização Térmica de Paredes de Alvenaria. Informação Técnica n.º 12, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. E. Bibliografia complementar SANTOS, C. Pina dos; MATIAS, Luís (2006) Coeficientes de Transmissão Térmica de Elementos da Envolvente dos Edifícios. Informação Técnica de Edifícios - ITE 50, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. 26

28 Capítulo 10: Coberturas de edifícios A. Classificação das coberturas quanto à pendente 1. Cobertura em terraço; 2. Cobertura inclinada (i > 8%). B. Tipos de cobertura em terraço 1. Terraços acessíveis; 2. Terraços de acessibilidade limitada; 3. Terraço não acessíveis; 4. Cobertura ajardinada. C. Elementos constituintes da cobertura 1. Estrutura da cobertura; 1.1. Descontínua: asnas, madres, ripas; 1.2. Contínua: lajes de betão armado, forros de madeira; 1.3. Revestimentos autoportantes: cascas de betão, cascas metálicas; 2. Revestimento da cobertura; 2.1. Dimensão pequena; Telha cerâmica; Telha de betão; Soletos de ardósia; Soletos de fibrocimento; 2.2. Dimensões médias; Chapas de fibrocimento; Chapas de zinco; Chapas de alumínio; Chapas de aço galvanizado Chapas de aço inoxidável; Chapas de plástico ; 2.3. Dimensões elevadas; Canaletes de fibrocimento; 3. Impermeabilização de terraços. 27

29 D. Constituição tipo de uma cobertura em terraço 1. Estrutura resistente; 2. Camada de forma; 3. Camada de isolamento térmico; 4. Suporte da impermeabilização; 5. Sistema de impermeabilização; 6. Revestimentos de protecção e de circulação; 7. Outras camadas eventuais (barreira para vapor, camada de difusão de vapor de água, camadas de regularização, camada anti-perfurante, camada de dessolidarização). E. Coberturas de grandes vãos 1. Estrutura diferenciada; 1.1. Estrutura: asnas, vigas, arcos; 1.2. Revestimento: Chapas metálicas, fibrocimento, chapas plásticas; 2. Estrutura indiferenciada; 2.1. Cascas; 2.2. Painéis; 2.3. Painéis plissados; 2.4. Elementos autoportantes metálicos. F. Tópicos para estudo 1. Diferenciação dos diferentes tipo de cobertura e respectivos processos construtivos; 2. Pendentes mínimas e máximas; 3. Ligações e sobreposições entre elementos; 4. Sistemas de isolamento térmico de coberturas; 5. Sistemas de impermeabilização para terraços; 6. Sistemas de fixação das coberturas inclinadas; 7. Execução de remates; 7.1. Elementos emergentes ou imergentes; 7.2. Beirados; 7.3. Platibandas; 7.4. Cumeeiras; 7.5. Caleiras; 28

30 7.6. Clarabóias; 7.7. Soleiras de vãos; 7.8. Dispositivos de drenagem das águas; 8. Ventilação das coberturas inclinadas; 9. Execução de juntas em terraços; 10. Execução do sistema de drenagem das águas pluviais; Pendentes; Caleiras; Algerozes; Ralos; Tubos de Queda. G. Bibliografia de base LOPES, Grandão (1995). Revestimentos de Impermeabilização de Coberturas em Terraço. Informação Técnica ITE 34, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. PAULO, Pedro; BRITO, Jorge de (2001). Classificação das Coberturas Inclinadas e Respectivos Revestimentos. Mestrado em Construção, Cadeira de Tecnologia da Construção de Edifícios, IST, Lisboa. APPLETON, João (1985). Coberturas de Grande Vão: Soluções, Perspectivas. 1º Simpósio Nacional de Materiais e Tecnologias na Construção de Edifícios - SIMATEC, Lisboa. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (vários). Documento de homologação respectivo a cada solução de revestimento não tradicional de cobertura. Lisboa. H. Bibliografia complementar LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1976). Coberturas de Edifícios. Curso de Promoção Profissional CPP 516, Lisboa. JAILLER, Michel (1993). Les Couvertures en Pente. Qualité Construction, Paris MINISTERIO DE OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES Y MEDIO AMBIENTE (1995). Normas Tecnológicas de la Edificación - Cubiertas. Centro de Publicaciones, Secretaria General Técnica, Madrid. PRUNIAUX, Georges (1992). Couvertures Toitures-Terrasses. Bureau Veritas, Editions du Moniteur, Paris. 29

31 SANTOS, C. Pina dos; PAIVA, J. Vasconcelos de (1990). Coeficientes de Transmissão Térmica de Elementos da Envolvente dos Edifícios. Informação Técnica ITE 28, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. 30

32 Capítulo 11: Revestimentos de paredes A. Classificação 1. Revestimentos de ligantes minerais com base em cimento e cal; 1.1. Rebocos tradicionais; 1.2. Rebocos não tradicionais; Rebocos monocamada; Rebocos pré-doseados para várias camadas; 2. Revestimentos de ligantes sintéticos para paramentos exteriores de paredes; 2.1. Revestimentos de acabamento; 2.2. Revestimentos de impermeabilização e estanqueidade; 3. Revestimentos de ligantes sintéticos para paramentos interiores de paredes; 4. Revestimentos e ligantes mistos com base em cimento e resina sintética para paramentos exteriores e interiores de paredes; 5. Revestimentos de ligantes minerais com base em gesso para paramentos interiores de paredes; 5.1. Revestimentos tradicionais com base em gesso; 5.2. Revestimentos não tradicionais com base em gesso; 6. Revestimentos cerâmicos; 6.1. Revestimentos cerâmicos colados; 6.2. Revestimentos cerâmicos fixados mecanicamente; 7. Revestimentos de pedra natural; 8. Outros revestimentos (papel, tecidos diversos, painéis metálicos ou fibra de vidro e outros). B. Tópicos para estudo 1. Descrição geral dos revestimentos de paredes; 2. Exigências funcionais de revestimentos de paredes; 3. Factores que condicionam a escolha do revestimento; 4. Processos de execução dos revestimentos mais correntes: reboco tradicional, reboco monocamada, revestimento de pedra natural; 5. Patologia dos revestimentos de parede; 31

33 6. Disposições particulares de execução: remates, juntas, ligação de suportes diferentes, etc.. C. Bibliografia de base RIBEIRO, J. P.; BEZELGA, Artur (1996). Rebocos Tradicionais. IST, Lisboa RODRIGUES, Paulina; BEZELGA, Artur (1996). Rebocos Monocamada. IST, Lisboa. LUCAS, Carvalho (1990). Exigências Funcionais de Revestimentos de Paredes, Informação Técnica ITE 25, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. LUCAS, Carvalho (1990). Classificação e Descrição Geral de Revestimentos para Paredes, Informação Técnica ITE 24, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, Lisboa. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1995). Revestimentos de Paredes, Curso de Especialização, Lisboa. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (vários). Documento de homologação respectivo a cada solução de revestimento não tradicional de parede. Lisboa. D. Bibliografia complementar DTU (1990). Enduits aux Mortiers de Ciments, de Chaux et de Mélange Plâtre et Chaux Aérienne, Document Technique Unifié n.º 26.1, Paris. 32

34 Capítulo 12: Revestimentos de pisos A. Classificação 1. Revestimentos de materiais minerais; 1.1. Revestimentos cerâmicos; 1.2. Revestimentos de pedra natural; 1.3. Revestimentos de betão ou argamassa; 2. Revestimentos de materiais lenhosos; 2.1. Parquetes de tacos; 2.2. Parquetes de mosaicos; 2.3. Parquetes com painéis; 2.4. Soalho; 2.5. Revestimentos de aglomerado de cortiça; 3. Revestimentos de materiais hidrocarbonados; 4. Revestimentos de materiais orgânicos (revestimentos plásticos e outros); 4.1. Revestimentos vinílicos ou de PVC; 4.2. Revestimentos de linóleo; 4.3. Revestimentos de elastómeros (borracha sintética ou natural); 4.4. Revestimentos de poliéster; 5. Revestimentos têxteis; 5.1. Revestimentos têxteis com pêlo; 5.2. Revestimentos têxteis sem pêlo; 6. Revestimentos de piso com características especiais; 6.1. Revestimentos sobre pisos aquecidos; 6.2. Pisos sobrelevados amovíveis; 6.3. Pisos para ginásios; 6.4. Pisos industriais. B. Tópicos para estudo 1. Descrição geral dos revestimentos de piso; 2. Exigências funcionais de revestimentos de piso; 3. Revestimentos de piso tradicionais; 4. Revestimentos de piso não tradicionais: Documentos de homologação; 5. Classificação UPEC; 6. Factores que condicionam a escolha do revestimento; 33

35 7. Disposições construtivas a observar na aplicação de alguns revestimentos; 8. Patologia mais correntes dos revestimentos de piso. C. Bibliografia de Base NASCIMENTO, Martins do (1985). Exigências Funcionais de Revestimentos de Pisos. Documento de Informação Técnica DIT 15, LNEC, Lisboa. NASCIMENTO, Martins do (1996). Classificação Funcional dos Revestimentos de Pisos e dos Locais. Classificação UPEC e GWS. Documento de Informação Técnica ITE 29, LNEC, Lisboa. HENN, Walter (1967). Le Revêtement des Sols. Dunod, Paris. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (vários). Documento de homologação respectivo a cada solução de revestimento não tradicional de piso. Lisboa. D. Bibliografia complementar BAYON, René (1979). Revêtements de sols. Eyrolles, Paris. CENTRE SCIENTIFIQUE ET TECHNIQUE DE LA CONSTRUCTION (1981). Travaux de Carrelage Pour Revêtements de Sols - Code de Bonne Pratique. Note d information technique n.º137, Bruxelles. LABORATÓRIO NACIONAL DE ENGENHARIA CIVIL (1985). Regras de Qualidade de Revestimentos de Piso. 1º Simpósio Nacional Materiais e Tecnologias na Construção de Edifícios - SIMATEC, Lisboa. 34

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