Coeficientes de transmissão térmica de elementos opacos da envolvente dos edifícios
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- Lídia Soares Leão
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1 Coeficientes de transmissão térmica de elementos opacos da envolvente dos edifícios Valores por defeito para aplicação do previsto no Despacho n.º E/2013 relativo às regras de simplificação a utilizar nos edifícios sujeitos a grandes intervenções, bem como existentes Este documento constitui um dos anexos de uma publicação a editar pelo LNEC que visa permitir a quantificação expedita de soluções construtivas (paredes) sobre as quais se desconhece a respectiva constituição. Destinase a ser utilizado por Peritos Qualificados (PQs) do SCE em contexto de avaliação do desempenho energético de imóveis para certificação energética. Como é natural nestas circunstâncias, os valores apresentados têm, em geral, uma razoável margem de segurança. Os PQs apenas devem recorrer aos mesmos depois de aplicarem o previsto no despacho acima referido ou seja, na ausência de informação que melhor traduza a a realidade existente. Para informações sobre a publicação completa, contactar o LNEC.
2 QUADRO II.1 PAREDE DE CANTARIA PAREDES SIMPLES Espessura da alvenaria 0,20 0,40 0,60 0,80 1,00 3,7 2,9 2,4 2,1 1,8 O quadro II.1 poderá ser utilizado no caso de paredes de cantaria (pedra aparelhada aparente) quando não seja possível identificar, ou se desconheça, o tipo de pedra utilizada. Caso contrário, devem ser utilizados os quadros apresentados no Anexo I. Sendo mais facilmente identificada a pedra de basalto, nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira será preferível utilizar os correspondentes coeficientes de transmissão térmica indicados no Anexo I.
3 QUADRO II.2 PAREDE REBOCADA (ANTERIOR A 1960) PAREDES SIMPLES Espessura da alvenaria (*) 0,30 0,60 0,90 1,20 2,4 1,8 1,4 1,2 * A espessura da alvenaria indicada não inclui quaisquer revestimentos. Em geral, a espessura total das paredes revestidas corresponde, consoante o tipo de alvenaria, ao valor indicado no quadro acrescentado de 30 a 100 mm. O quadro II.2 poderá ser utilizado nos seguintes casos (paredes anteriores a 1960): paredes de alvenaria ordinária, quando não seja possível identificar, ou se desconheça, o tipo de pedra utilizada; paredes de alvenaria composta de tijolo (maciço ou perfurado), quando não seja possível identificar a sua natureza (devido aos rebocos existentes); paredes de taipa ou de adobe quando não seja possível identificar a respectiva natureza (devido aos rebocos existentes). Caso contrário, quando seja possível identificar, directa ou indirectamente, o tipo de parede, devem ser utilizados os quadros relevantes apresentados no Anexo I.
4 QUADRO II.3 PAREDE REBOCADA (POSTERIOR A 1960) PAREDES SIMPLES OU DUPLAS Espessura da alvenaria 0,18 a 0,20 0,23 a 0,29 0,30 0,35 1,7 1,3 1,1 0,96 * A espessura da alvenaria indicada inclui os revestimentos (espessura total). O quadro II.3 poderá ser utilizado nos seguintes casos (paredes posteriores a 1960): paredes simples (em geral com espessura total inferior a 0,29 m) de alvenaria simples, quando não seja possível identificar, ou se desconheça, o tipo de tijolo ou de bloco utilizado; paredes duplas (em geral com espessura total superior a 0,29 m), quando não seja possível identificar, ou se desconheça, quer o tipo de tijolo ou de bloco utilizado quer a espessura dos panos de alvenaria; nos valores indicados não se considera a contribuição de um eventual isolante térmico. Caso contrário, quando seja possível identificar, directa ou indirectamente, o tipo e a constituição da parede, devem ser utilizados os quadros relevantes apresentados na ITE 50.
5 QUADRO III PAVIMENTOS E COBERTURAS SOLUÇÃO Pavimentos (fluxo descendente) Pavimento Leve (1) 2,20 Pavimento Pesado (2) 3,10 Coberturas (fluxo ascendente) Cobertura Leve Inclinada (3) 3,80 Cobertura Pesada Inclinada (2) 3,40 Cobertura Pesada Horizontal (2) 2,60 (1) Pavimento de madeira do tipo barrotes e soalho sem tecto interior (2) Betão (3) Cobertura de madeira fortemente ventilada O quadro III poderá ser utilizado nos seguintes casos pavimentos, quando não seja possível identificar, ou se desconheça, o tipo de constituição do pavimento. Nos valores indicados não se considera a contribuição de um eventual isolante térmico; coberturas, quando não seja possível identificar, ou se desconheça, o tipo de constituição da solução. Nos valores indicados não se considera a contribuição de um eventual isolante térmico. para pavimentos ou coberturas em contacto com locais não aquecidos deverá ser efectuada a devida correcção das resistências superficiais; estes valores poderão ser considerados quando não é conhecida a solução construtiva em causa e enquanto não for lançada a publicação do LNEC com os coeficientes de transmissão térmica de soluções construtivas existentes.
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