LAUDO ERGONÔMICO Nº 11/2016

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1 Florianópolis, 20 de junho de LAUDO ERGONÔMICO Nº 11/2016 IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA Razão Social: Nome fantasia: Atlas Indústria de Eletrodomésticos Ltda. Atlas CNAE / CNPJ: CNPJ /000 Natureza Jurídica: Endereço: Sociedade Empresária Limitada Rodovia BR 158, sem número. CEP: Cidade: Estado: Pato Branco Paraná

2 2 SUMÁRIO 1. TÍTULO 2. IDENTIFICAÇÃO DO SOLICITANTE CONSULTOR/ERGONOMISTA MOTIVO DA ANÁLISE SETORES SUBMETIDOS À ANÁLISE - ESTUDO ERGONÔMICO REFERÊNCIAS PARA A ANÁLISE ESTUDO ERGONÔMICO OBJETIVO DIRETRIZ RESPONSABILIDADES DESENVOLVIMENTO SETOR DE EXPEDIÇÃO 05 I. PERFIL FÍSICO FUNCIONAL 06 II. PERFIL DA CARGA BIOMECÂNICA 11 III. PERFIL DA CARGA FÍSICA DE TRABALHO 17 IV. PONTOS DE VERIFICAÇÃO ERGONÔMICA SETOR MONTAGEM 25 I. PERFIL FÍSICO FUNCIONAL 25 I. PERFIL DA CARGA BIOMECÂNICA 33 II. PERFIL DA CARGA FÍSICA DE TRABALHO 40 III. PONTOS DE VERIFICAÇÃO ERGONÔMICA ENCERRAMENTO 54

3 3 1. TÍTULO Estudo e análise de boas práticas ergonômicas 2. IDENTIFICAÇÃO DO SOLICITANTE Sra. Eliane Sutil Dall Oglio Supervisora de Recursos Humanos 3. CONSULTOR/ERGONOMISTA Ricardo W. das Chagas Lucas Mestre em Ciências do Movimento Humano/UDESC Especialista em Ergonomia/UFSC CREFITO F - CBO: MOTIVO DA ANÁLISE Gestão da Saúde Ocupacional 5. SETORES SUBMETIDOS À ANÁLISE - ESTUDO ERGONÔMICO Expedição Montagem 6. REFERÊNCIAS PARA A ANÁLISE ESTUDO ERGONÔMICO NR 17 Portaria no 3214/78 MTbE; OMS (Organização Mundial da Saúde); OIT (Organização Internacional do Trabalho); FUNDACENTRO - Fundação Jorge Duprat Figueiredo / Seg. e Med. do Trabalho, Pontos de Verificação Ergonômica preparados pela ILO International Labour Office em colaboração com a International Ergonomics Association; CIF (Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde) da OMS (Organização Mundial de Saúde).

4 4 7. OBJETIVO Diagnóstico e prevenção dos riscos inerentes à NR 17, através do levantamento de hipóteses e predições oriundas da AET - Análise Ergonômica do Trabalho com foco no Pontos de Verificação Ergonômica, sem ferir o exposto pelo PPRA e PCMSO. A meta é permitir ao contratante a preservação e a promoçao da saúde dos trabalhadores pela melhoria das suas condições laborais. 8. DIRETRIZ O estudo ergonômico está normatizado na NR 17 da Portaria 3.214/78 (revista pela Portaria 3.751/90). Articula-se com as demais Normas Regulamentadoras, principalmente a NR 7 PCMSO e NR 9 PPRA, estendendo aos aspectos relacionados com o levantamento, transporte e descarga de materiais, com o mobiliário, equipamentos, condições ambientais do posto de trabalho e à própria organização do trabalho, conforme cita: [...] Para avaliar a adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores, cabe ao empregador realizar a análise ergonômica do trabalho conforme estabelecido nesta Norma Regulamentadora [...]. 9. RESPONSABILIDADES O Consultor se responsabiliza pela disponibilização de equipe técnica especializada na execução da Análise Ergonômica do Trabalho, elaboração do Laudo e indicação de possíveis melhorias e correções necessárias. Os resultados obtidos na presente Análise Ergonômica do Trabalho e suas recomendações são de caráter diagnóstico e sugestivo, respectivamente. É responsabilidade da direção da empresa contratante, através de pessoal técnico especializado (conforme NR 4) ou contratado, a implementação das alterações, indicadas no Caderno de Engargos relativo ao estudo ergonômico, e se recomenda dar ciência à CIPA, para que esta possa atuar na divulgação e participação do programa de intervenção ergonômica.

5 5 10. DESENVOLVIMENTO O estudo ergonômico foi desenvolvido em cada setor demandado, passando pelos seguintes pontos de análise: I. Perfil físico funcional geral II. Perfil da Carga Biomecânica Gesto Motor III. Perfil da Carga Metabólica Carga Física IV. Análise dos Pontos de Verificação Ergonômica 10.1 SETOR EXPEDIÇÃO E ESTOQUE Tarefa Trabalho Prescrito: Atividade Trabalho Efetivo: Expedição e estocagem de fogões Retirada manual de fogões embalados de esteira rolante proveniente da Montagem Acondicionamento em empilhadeiras de tração manual Deslocamento para estocagem Acondicionamento manual no estoque Acondicionamento em empilhadeiras de tração manual Deslocamento para área de expedição Acondicionamento manual em caçambas de caminhões.

6 6 I. PERFIL FÍSICO FUNCIONAL DOS COLABORADORES CONTEXTO - De acordo com a OMS Organização Mundial de Saúde, e com o Colégio Americano de Medicina Esportiva (1998), a boa condição física (aptidão física) possui relação direta com a qualidade de vida dos indivíduos, refletindo positivamente na produtividade laboral e de atividades de vida diária. Desta forma, a análise das valências físicas que mais se relacionam com a qualidade de vida do trabalhador, corrobora para a busca da excelência na saúde ocupacional, onde a identificação precoce de déficits nestas valências é fundamental, e de acordo com o que determina a legislação trabalhista brasileira. Analisados: Total do setor: Percentual de analisados: Gênero: Mediana da Idade: Itens Analisados: 62 (sessenta e dois) colaboradores 66 (sessenta e seis) colaboradores 94% (noventa e quatro) 100% masculino 30 anos 1. Perfil Físico Funcional Geral, contemplando: a) Perfil da Força Muscular de Preensão; b) Perfil da Flexibilidade Geral; c) Perfil do Risco Cardíaco.

7 7 Gráfico 01. Perfil físico funcional geral do setor expedição e estoque. O critério de definição de perfil físico funcional anormal foi baseado na existência de pelo meno 01 (um) parâmetro relacionado às seguintes análises contempladas: Força de preensão manual masculina abaixo de 48 kgf e feminina abaixo de 26 kgf. Incapacidade de alcançar manualmente a ponta dos pés com os joelhos estendidos Perímetro da cintura abdominal acima de 50% da medida da estatura. Índice de Massa Corporal acima de 25.

8 8 Gráfico 02. Perfil da força de preensão manual do setor expedição e estoque. Para a determinação deste perfil foi utilizado o método da coleta da força de preensão em kgf (quilogramas-força) por Dinanometria de Preensão utilizando o Dinamômetro digital da marca CAMRY. Figura 01. Dinamômetro Manual CAMRY. Como referência de normalidade foram utilizados os parâmetros do TSN. Handgrip Strength Test, presente na rede mundial de computadores, com

9 9 acesso atualizado 05 de junho de 2016, disponível no link Os escores foram estatisticamente determinados pela mediana na população analisada, já que a análise da média pode gerar discrepância em razão de alguns valores apresentarem magnitudes muito elevadas ou muito baixas. Gráfico 03. Perfil da flexibilidade geral do setor expedição e estoque. Para a determinação deste perfil foi utilizado o método da inclinação do tronco anteriormente, denominado dedos ao solo. É realizado com os joelhos estendidos, buscando as pontas dos dedos dos pés, com as pontas das mãos. O teste se baseou nas referências do ACSM Colégio Americano de Medicina Esportiva, em diretrizes específicas para os testes de esforços e sua prescrição.

10 10 Figura 02. Teste de Flexibilidade Geral. A análise foi qualitativa, sendo considerado baixa flexibilidade o fato do colaborador não atingir o parâmetro estipulado, independentemente do que o colaborador referir por não ter sido positivo na testagem. Gráfico 04. Perfil do risco cardíaco do setor expedição e estoque.

11 11 Para a determinação deste perfil foi utilizado o método da coleta do perímetro (medida) da cintura abdominal, utilizando o cálculo da relação Cintura-estatura preconizado por Ashwell (2010). Para a mensuração foi utilizada fita métrica inextensível, sendo aplicada na região anatômica do tóxax/abdomen possuidora da menor comprimento, detetado visualmente ou por palpação. Figura 03. Mensuração do perímetro abdominal. O escore de normalidade, foi verificado pela relação entre a estatura dos analisados e a medida da cintura, ambos e centímetros. Foram considerados como apresentando perfil de risco todos os que possuíram a medida da cintura com valor maior que a metade da sua estatura. II. PERFIL DA CARGA BIOMECÂNICA GESTO MOTOR CONTEXTO - A análise biomecânica do ser humano é feita com os objetivos de minimizar ou, mesmo, eliminar os problemas causados pela má postura ou pela aplicação excessiva de forças, evitar desperdício energético, obter maior eficiência e determinar a força máxima suportável, entre outros (Alves, 2004).

12 12 De acordo com Iida (2005) a biomecânica ocupacional, uma das ciências ligadas à ergonomia, estuda os movimentos corporais e forças relacionadas ao trabalho. Assim, preocupa-se com as interações físicas do trabalhador, com seu posto de trabalho, máquinas, ferramentas e materiais, visando reduzir os riscos de distúrbios musculoesqueléticos. Figura 04. Amplitude dos movimentos e a relação de risco biomecânico. A figura acima demonstra como o estado ótimo do movimento laboral cursa por uma amplitude que possui o menor risco biomecânico, quando compreendido normalmente no terço médio das amplitudes dos movimentos articulares (Cerda, 2009). Para a determinação qualitativa dos movimentos que se encontravam em amplitude de risco, a estudo procedeu a filmagem de todo o ciclo de trabalho de cada etapa das atividades do setor (cinemetria), com câmera digital, Modelo Canon SX400IS MP, referenciando os valores normais pela Cinesiologia Clinica de Brunnstrom (1997).

13 13 O desenvolvimento do estudo do gesto laboral de risco, cursou com amostragem direcionada para a análise de todos os padrões de movimento, e foram detectados os que se apresentavam acima do terço médio de seu arco normal de movimento. A) ATIVIDADE RETIRADA DE FOGÕES DO TRILHO Figura 05. Movimento de abdução de ambos complexos articulares do ombro. Movimento de Abdução do complexo articular do ombro: Amplitude total normal: de 0 a 180. Amplitude laboral sem risco: de 60 a 120. Amplitude máxima encontrada 135.

14 14 Figura 06. Movimento de extensão de ambos complexos articulares do cotovelo. Movimento de flexo/extensão do complexo articular do cotovelo: Amplitude total normal: de 0 a 145. Amplitude laboral sem risco: de 48 a 96. Amplitude máxima encontrada 0. Figura 07. Movimento de extensão de ambos complexos articulares do punho.

15 15 Movimento de extensão do complexo articular do punho: Amplitude total normal: de 0 a 70. Amplitude laboral sem risco: de 23 a 46. Amplitude máxima encontrada 70. B) ATIVIDADE TRANSPORTE E ARMAZENAMENTO Figura 08. Movimento de rotação medial que acontece em ambos complexos articulares do ombro. Movimento de rotação medial do complexo articular do ombro: Amplitude total normal: de 0 a 90. Amplitude laboral sem risco: de 30 a 60. Amplitude máxima encontrada 90.

16 16 Figura 09. Movimento de pronação do cotovelo e flexão do punho que aconteceem nos complexos articulares de ambos membros superiores. Movimento de pronação do complexo articular do cotovelo: Amplitude total normal: de 0 a 90. Amplitude laboral sem risco: de 30 a 60. Amplitude máxima encontrada 90. Movimento de flexão do complexo articular do punho: Amplitude total normal: de 0 a 90. Amplitude laboral sem risco: de 30 a 60. Amplitude máxima encontrada 90.

17 17 C) ATIVIDADE TRANSPORTE E EMBARQUE Esta atividade apresenta os mesmos movimentos de risco da atividade A e da atividade B, tendo em vista a mesmo ser caracterizada pela somatória das duas. III. PERFIL DE CARGA METABÓLICA CARGA FÍSICA DE TRABALHO CONTEXTO - De acordo com Fiedler (2007), a avaliação da carga física de trabalho foi o primeiro problema tratado pela fisiologia do trabalho e continua sendo uma questão central para a maioria dos trabalhadores do mundo, inclusive para os que trabalham em setores mais modernos e com esforços físicos menores. A frequência cardíaca é um importante indicador para avaliar a carga física de trabalho, devido aos conhecimentos adquiridos a respeito de seu significado fisiológico a respeito do gasto calórico e sua facilidade de registrá-la (Edholm, 1968). Apud (1989) estabeleceu que o limite de carga máxima no trabalho pode ser calculado com base na frequência cardíaca do trabalho (FCT) ou pela carga cardiovascular (CCV), que ele considera ser por volta de 40% do intervalo entre o repouso e a máxima frequência cardíaca do trabalhador. Para o estudo da determinação da carga metabólica laboral foi utilizado o Método de APUD (1989), que emprega a monitorização contínua da frequência cardíaca através de emissor de frequência cardíaca anexado ao tórax e pulseira receptora no punho. Para a captação foi utilizado o Modelo FT1 da Empresa Polar.

18 18 Figura 10. Movimento de pronação do cotovelo e flexão do punho que aconteceem nos complexos articulares de ambos membros superiores. O equipamento captou a FCR (frequência cardíaca de repouso) pré atividade, e a captou a FCT (frequência cardíaca de trabalho) da amostra de colaboradores de cada atividade, durante um período médio de 15 (quinze) minutos, caracterizados como efetivo trabalho, sem pausas. Tendo em vista todos os colaboradores do setor apresentarem gênero masculino, foi calculada a FCM (frequência cardíaca máxima) através da fórmula de Tanaka (2001) representada como: FCM (frequência cardíaca máxima para homens) = 208 (0,7 x idade) Foi calculada a FCL (frequência cardíaca limite) determinada por Apud (1989), representada como: FCL = [0,4 x (FCM FCR)] + FCR

19 19 Por amostra tendenciosa do consultor, foram coletadas e calculadas as médias das FC (frequências cardíacas) e dados de 03 (três) colaboradores, representando cada atividade do setor, necessários à análise da carga física pelo método proposto, apresentando os seguintes parâmetros: Média da idade 25 anos Média da FCR (frequência cardíaca de repouso) 85 bpm Média da FCT (frequência cardíaca de trabalho) 112 bpm Média da FCM (frequência cardíaca máxima) 191 bpm Média da FCL (frequência cardíaca limite) 128 bpm Equiparando o resultado do cálculo da carga metabólica com o referenciado pela CIF Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, da OMS Organização Mundial da Saúde, foi encontrado uma condição metabólica qualificada como GRAVE e quantificada em 63%, conforme imagem abaixo: Figura 11. Equiparação da carga metabólica do Método APUD (1098) com a CIF. Sem a equiparação com a CIF, e utilizando a classificação de carga de trabalho de APUD (1997) a carga metabólica analisada se apresenta como PESADA.

20 20 O mesmo autor referencia que um trabalho de FC média inferior a 75 bpm é muito LEVE, de 76 a 100 bpm é MEDIANAMENTE PESADO, de 101 a 125 bpm é PESADO e de 126 a 150 bpm é EXTREMAMENTE PESADO. IV. ANÁLISE DOS PONTOS DE VERIFICAÇÃO ERGONÔMICA CONTEXTO De acordo com a OIT Organização Internacional do Trabalho e a IEA Associação Internacional de Ergonomia, para aplicar as melhorias nos locais de trabalho, os pontos de verificação oferecem uma série de diretrizes baseadas em vários princípios fundamentais, entre os quais se incluem: I. As soluções imediatas precisam, para ser levadas a efeito, do envolvimento ativo dos empregados, e o apoio dos trabalhadores deve ser estimulado; II. O trabalho em grupo é uma vantagem para planificar e aplicar melhorias práticas; III. O uso do material e dos peritos locais disponíveis traz muitas vantagens; IV. Uma atuação em muitas direções pode assegurar que as melhorias permaneçam com o tempo; e V. Para realizar melhorias são necessários programas de ação contínua. No estudo os pontos de verificação ergonômicas considerados em não conformidades receberam escores quantitativos e qualitativos por equiparação com a CIF Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Apresentamos abaixo o quadro das verificações relevantes ao setor, com as respectivas pontuações:

21 21 A) MANIPULAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS Total de pontos de análise: 21 (vinte e um) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 14% LEVE Pontos deficitários: Vias de transporte desocupadas e sinalizadas Figura 12. Obstrução das vias Manter as passagens e os corredores com largura suficiente para permitir um transporte de mão dupla.

22 22 Figura 13. Obstrução de corredor. Piso molhado. Providenciar alças, asas ou bons pontos de preensão em todos os pacotes e caixas. Figura 14. Ausência de ponto de preensão. Má pega.

23 23 Ao transportar uma carga por uma distância curta, estendera a carga simetricamente sobre os dois ombros para proporcionar equilíbrio e reduzir esforço. Figura 15. Transporte inadequado sobre a cabeça. B) MELHORIA DO DESIGN DO POSTO DE TRABALHO Total de pontos de análise: 15 (quinze) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 7% LEVE Pontos deficitários: Providenciar cadeiras ou banquetas para que ocasionalmente se sentem os trabalhadores que executam suas tarefas de pé.

24 24 Figura 16. Ausência de banquetas.

25 SETOR MONTAGEM Tarefa Trabalho Prescrito: Atividade Trabalho Efetivo de todos os modelos de fogões Montagem dos fogões Montagem de partes de peças integrantes dos segmentos dos fogões Montagem das partes macro dos fogões Testagem do funcionamento das chamas Inspeção final Embalagem. I. PERFIL FÍSICO FUNCIONAL DOS COLABORADORES CONTEXTO - De acordo com a OMS Organização Mundial de Saúde, e com o Colégio Americano de Medicina Esportiva (1998), a boa condição física (aptidão física) possui relação direta com a qualidade de vida dos indivíduos, refletindo positivamente na produtividade laboral e de atividades de vida diária. Desta forma, a análise das valências físicas que mais se relacionam com a qualidade de vida do trabalhador, corrobora para a busca da excelência na saúde ocupacional, onde a identificação precoce de déficits nestas valências é fundamental, e de acordo com o que determina a legislação trabalhista brasileira. Analisados: Total do setor: Percentual de analisados: Gênero: Mediana da Idade: 137 (cento e trinta e sete) colaboradores 573 (quinhentos e setenta e três) colaboradores 24% (vinte e quatro) 99 (noventa e nove) Masculino 38 (trinta e oito) - Feminino 27 anos Masculino

26 26 Itens Analisados: 30 anos - Feminino 1. Perfil Físico Funcional Geral, contemplando: a) Perfil da Força Muscular de Preensão; b) Perfil da Flexibilidade Geral; c) Perfil do Risco Cardíaco. Gráfico 01. Perfil físico funcional geral do setor montagem - Masculino.

27 27 Gráfico 02. Perfil físico funcional geral do setor montagem - Feminino. O critério de definição de perfil físico funcional anormal foi baseado na existência de pelo meno 01 (um) parâmetro relacionado às seguintes análises contempladas: Força de preensão manual masculina abaixo de 48 kgf e feminina abaixo de 26 kgf. Incapacidade de alcançar manualmente a ponta dos pés com os joelhos estendidos Perímetro da cintura abdominal acima de 50% da medida da estatura. Índice de Massa Corporal acima de 25.

28 28 Gráfico 03. Perfil da força de preensão manual do setor montagem - Masculino. Gráfico 04. Perfil da força de preensão manual do setor montagem - Feminino. Para a determinação deste perfil foi utilizado o método da coleta da força de preensão em kgf (quilogramas-força) por Dinanometria de Preensão utilizando o Dinamômetro digital da marca CAMRY.

29 29 Figura 01. Dinamômetro Manual CAMRY. Como referência de normalidade foram utilizados os parâmetros do TSN. Handgrip Strength Test, presente na rede mundial de computadores, com acesso atualizado 05 de junho de 2016, disponível no link Os escores foram estatisticamente determinados pela mediana na população analisada, já que a análise da média pode gerar discrepância em razão de alguns valores apresentarem magnitudes muito elevadas ou muito baixas.

30 30 Gráfico 05. Perfil da flexibilidade geral do setor montagem - Masculino Gráfico 06. Perfil da flexibilidade geral do setor montagem - Feminino Para a determinação deste perfil foi utilizado o método da inclinação do tronco anteriormente, denominado dedos ao solo. É realizado com os joelhos estendidos, buscando as pontas dos dedos dos pés, com as pontas das mãos.

31 31 O teste se baseou nas referências do ACSM Colégio Americano de Medicina Esportiva, em diretrizes específicas para os testes de esforços e sua prescrição. Figura 02. Teste de Flexibilidade Geral. A análise foi qualitativa, sendo considerado baixa flexibilidade o fato do colaborador não atingir o parâmetro estipulado, independentemente do que o colaborador referir por não ter sido positivo na testagem.

32 32 Gráfico 07. Perfil do risco cardíaco do setor montagem. Masculino Gráfico 08. Perfil do risco cardíaco do setor montagem. Feminino Para a determinação deste perfil foi utilizado o método da coleta do perímetro (medida) da cintura abdominal, utilizando o cálculo da relação Cintura-estatura preconizado por Ashwell (2010).

33 33 Para a mensuração foi utilizada fita métrica inextensível, sendo aplicada na região anatômica do tóxax/abdomen possuidora da menor comprimento, detetado visualmente ou por palpação. Figura 03. Mensuração do perímetro abdominal. O escore de normalidade, foi verificado pela relação entre a estatura dos analisados e a medida da cintura, ambos e centímetros. Foram considerados como apresentando perfil de risco todos os que possuíram a medida da cintura com valor maior que a metade da sua estatura. II. PERFIL DA CARGA BIOMECÂNICA GESTO MOTOR CONTEXTO - A análise biomecânica do ser humano é feita com os objetivos de minimizar ou, mesmo, eliminar os problemas causados pela má postura ou pela aplicação excessiva de forças, evitar desperdício energético, obter maior eficiência e determinar a força máxima suportável, entre outros (Alves, 2004). De acordo com Iida (2005) a biomecânica ocupacional, uma das ciências ligadas à ergonomia, estuda os movimentos corporais e forças relacionadas ao trabalho. Assim, preocupa-se com as interações físicas do

34 34 trabalhador, com seu posto de trabalho, máquinas, ferramentas e materiais, visando reduzir os riscos de distúrbios musculoesqueléticos. Figura 04. Amplitude dos movimentos e a relação de risco biomecânico. A figura acima demonstra como o estado ótimo do movimento laboral cursa por uma amplitude que possui o menor risco biomecânico, quando compreendido normalmente no terço médio das amplitudes dos movimentos articulares (Cerda, 2009). Para a determinação qualitativa dos movimentos que se encontravam em amplitude de risco, a estudo procedeu a filmagem de todo o ciclo de trabalho de cada etapa das atividades do setor (cinemetria), com câmera digital, Modelo Canon SX400IS MP, referenciando os valores normais pela Cinesiologia Clinica de Brunnstrom (1997), por amostragem tendenciosa. Os movimentos de risco foram identificados, e foram quantificados e qualificados por equiparação à CIF Classificação Internacional de

35 35 Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, da OMS Organização Mundial da Saúde, em relação à amostra, conforme representação esquemática abaixo: Esquema 01. Referencias qualitativos e quantitativos para equiparação à CIF. O desenvolvimento do estudo do gesto laboral de risco, cursou com amostragem direcionada para a análise de todos os padrões de movimento, de um total de 91 (noventa e uma) atividades, e foram detectados os que se apresentavam acima do terço médio de seu arco normal de movimento, compondo o quantitativo conforme quadro abaixo: COMPLEXO ARTICULAR MOVIMENTOS DE RISCO QUANTIFICAÇÃO CIF QUALIFICAÇÃO CIF Cervical Flexão 38% Moderado Ombro Dir. Rotação Med. 45% Moderado Ombro Esq. Rotação Med. 32% Moderado Cotovelo Dir. Cotovelo Esq. Punho Direito Extensão Supinação Pronação Extensão Supinação Extensão Flexão Desvio Radial Desvio Ulnar 39% 14% 7% 27% 15% 8% 11% 7% 43% Moderado Leve Leve Moderado Leve Leve Leve Leve Moderado Punho Esq. Extensão Flexão Desvio Ulnar 11% 8% 23% Leve Leve Leve Lombar Flexão 11% Leve Quadro 01. Percentual de movimentos de risco máximo em relação ao total de atividades.

36 36 Amostras de imagens relevantes, representativas dos movimentos de risco do setor, referenciando a atividade executada: Figura 05. Movimento de flexão da coluna cervical na atividade de prémontagem (encaixar e parafusar vidro). Movimento de flexão da coluna cervical: Amplitude total normal: de 0 a 65. Amplitude laboral sem risco: de 22 a 43. Amplitude máxima encontrada 65.

37 37 Figura 06. Movimento de rotação medial do complexos articular do ombro direito na atividade de pré-montagem (encaixar e parafusar vidro). Movimento de rotação medial do complexo articular do ombro direito: Amplitude total normal: de 0 a 90. Amplitude laboral sem risco: de 30 a 60. Amplitude máxima encontrada 90.

38 38 Figura 07. Movimento de rotação medial do complexo articular do ombro esquerdo na atividade de pré-montagem (pré montagem da dobradiça). Movimento de rotação medial do complexo articular do ombro esquerdo: Amplitude total normal: de 0 a 90. Amplitude laboral sem risco: de 30 a 60. Amplitude máxima encontrada 90.

39 39 Figura 08. Movimento de extensão do complexo articular do cotovelo esquerdo na atividade de encaixe da porta. Movimento de flexo/extensão do complexo articular do cotovelo esquerdo: Amplitude total normal: de 0 a 145. Amplitude laboral sem risco: de 48 a 96. Amplitude máxima encontrada -10.

40 40 Figura 09. Movimento de desvio ulnar do complexo articular do punho direito na atividade de parafusar o queimador. Movimento de desvio ulnar do complexo articular do punho direito: Amplitude total normal: de 0 a 20. Amplitude laboral sem risco: de 6 a 13. Amplitude máxima encontrada 20. III. PERFIL DE CARGA METABÓLICA CARGA FÍSICA DE TRABALHO CONTEXTO - De acordo com Fiedler (2007), a avaliação da carga física de trabalho foi o primeiro problema tratado pela fisiologia do trabalho e continua sendo uma questão central para a maioria dos trabalhadores do mundo, inclusive para os que trabalham em setores mais modernos e com esforços físicos menores. A frequência cardíaca é um importante indicador para avaliar a carga física de trabalho, devido aos conhecimentos adquiridos a respeito de seu

41 41 significado fisiológico a respeito do gasto calórico e sua facilidade de registrá-la (Edholm, 1968). Apud (1989) estabeleceu que o limite de carga máxima no trabalho pode ser calculado com base na frequência cardíaca do trabalho (FCT) ou pela carga cardiovascular (CCV), que ele considera ser por volta de 40% do intervalo entre o repouso e a máxima frequência cardíaca do trabalhador. Para o estudo da determinação da carga metabólica laboral foi utilizado o Método de APUD (1989), que emprega a monitorização contínua da frequência cardíaca através de emissor de frequência cardíaca anexado ao tórax e pulseira receptora no punho. Para a captação foi utilizado o Modelo FT1 da Empresa Polar. Figura 10. Movimento de pronação do cotovelo e flexão do punho que aconteceem nos complexos articulares de ambos membros superiores. O equipamento captou a FCR (frequência cardíaca de repouso) pré atividade, e a captou a FCT (frequência cardíaca de trabalho) da amostra de colaboradores de cada atividade, durante um período médio de 15 (quinze) minutos, caracterizados como efetivo trabalho, sem pausas.

42 42 Tendo em vista todos os colaboradores do setor apresentarem gênero masculino, foi calculada a FCM (frequência cardíaca máxima) através da fórmula de Tanaka (2001) representada como: FCM (frequência cardíaca máxima para homens) = 208 (0,7 x idade) Foi calculada a FCL (frequência cardíaca limite) determinada por Apud (1989), representada como: FCL = [0,4 x (FCM FCR)] + FCR Por amostra tendenciosa do consultor, foram coletadas e calculadas as médias das FC (frequências cardíacas) e dados de 09 (nove) colaboradores, representando atividades relevantes à pesquisa ergonômica do setor, necessários à análise da carga física pelo método proposto, apresentando os seguintes parâmetros: Média da idade 25 anos Média da FCR (frequência cardíaca de repouso) 79 bpm Média da FCT (frequência cardíaca de trabalho) 91 bpm Média da FCM (frequência cardíaca máxima) 191 bpm Média da FCL (frequência cardíaca limite) 124 bpm Equiparando o resultado do cálculo da carga metabólica com o referenciado pela CIF Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde, da OMS Organização Mundial da Saúde, foi encontrado uma condição metabólica qualificada como MODERADA e quantificada em 25%, conforme imagem abaixo:

43 43 Figura 11. Equiparação da carga metabólica do Método APUD (1098) com a CIF. Sem a equiparação com a CIF, e utilizando a classificação de carga de trabalho de APUD (1997) a carga metabólica analisada se apresenta como muito LEVE. O mesmo autor referencia que um trabalho de FC média inferior a 75 bpm é muito LEVE, de 76 a 100 bpm é MEDIANAMENTE PESADO, de 101 a 125 bpm é PESADO e de 126 a 150 bpm é EXTREMAMENTE PESADO. IV. ANÁLISE DOS PONTOS DE VERIFICAÇÃO ERGONÔMICA CONTEXTO De acordo com a OIT Organização Internacional do Trabalho e a IEA Associação Internacional de Ergonomia, para aplicar as melhorias nos locais de trabalho, os pontos de verificação oferecem uma série de diretrizes baseadas em vários princípios fundamentais, entre os quais se incluem: I. As soluções imediatas precisam, para ser levadas a efeito, do II. envolvimento ativo dos empregados, e o apoio dos trabalhadores deve ser estimulado; O trabalho em grupo é uma vantagem para planificar e aplicar melhorias práticas;

44 44 III. O uso do material e dos peritos locais disponíveis traz muitas vantagens; IV. Uma atuação em muitas direções pode assegurar que as melhorias permaneçam com o tempo; e V. Para realizar melhorias são necessários programas de ação contínua. No estudo os pontos de verificação ergonômicas considerados em não conformidades receberam escores quantitativos e qualitativos por equiparação com a CIF Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde. Apresentamos abaixo o quadro das verificações relevantes ao setor, com as respectivas pontuações: A) MANIPULAÇÃO E ARMAZENAGEM DE MATERIAIS Total de pontos de análise: 21 (vinte e um) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 48% MODERADA Pontos deficitários: Vias de transporte desocupadas e sinalizadas

45 45 Figura 12. Obstrução em via de transporte. Manter as passagens e os corredores com largura suficiente para permitir um transporte de mão dupla. Figura 13. Obstrução e falta de sinalização de mão dupla. Assegurar-se de que a superfície das vias de transporte seja uniforme, antiderrapante e desimpedida de obstáculos.

46 46 Figura 14. Piso escorregadio (molhado) e com obstrução. Melhorar a disposição da área de trabalho de forma que seja mínima a necessidade de mover materiais. Figura 15. Disposição diversa na área de trabalho. Em vez de transportar cargas pesadas, repartir o peso em pacotes menores e mais leves, em recipientes ou em bandejas.

47 47 Figura 16. Disposição diversa na área de trabalho. Eliminar ou reduzir as diferenças de nível quando os materiais forem removidos à mão. Figura 17. Discrepância em nivel. Erguer e baixar os materiais devagar, diante do corpo, sem realizar torções nem inclinações profundas.

48 48 Figura 18. Componente torcional no tronco. Ao transportar uma carga por uma distância curta, estender a carga simetricamente sobre os dois ombros para proporcionar equilíbrio e reduzir esforço. Figura 19. Translado inadequado.

49 49 B) MELHORIA DO DESIGN DO POSTO DE TRABALHO Total de pontos de análise: 15 (quinze) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 33% MODERADA Pontos deficitários: Ajustar a altura de operação para cada trabalhador, situando-a no nível dos cotovelos ou um pouco mais baixa. Figura 20. Bancadas não ajustáveis. Assegurar-se de que os trabalhadores mais baixos possam alcançar os controles e materiais com uma postura natural. Certificar-se de que os trabalhadores mais altos tenham bastante espaço para mover com comodidade as pernas e o corpo. Providenciar cadeiras ou banquetas para que ocasionalmente se sentem os trabalhadores que executam suas tarefas de pé.

50 50 Figura 21. Banqueta inapropriada. C) ILUMINAÇÃO Total de pontos de análise: 10 (dez) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 30% MODERADA Pontos deficitários: Redistribuir os pontos de luz ou dotá-los de um quebra-luz apropriado para eliminar a iluminação direta. Eliminar as superfícies brilhantes do campo de visão do trabalhador. Escolher um fundo apropriado à tarefa visual para realizar trabalhos que requeiram uma atenção contínua e importante.

51 51 Figura 22. Fundo inapropriado para visualização do teste de chama. D) COMODIDADE E BEM-ESTAR Total de pontos de análise: 05 (cinco) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 20% LEVE Pontos deficitários: Designar responsabilidades para a arrumação e a limpeza diárias.

52 52 Figura 23. Piso com resíduos aparentes e molhado. Figura 24. Resíduos (fuligem) aparentes em equipamento.

53 53 Figura 25. Ambiente inapropriado. E) EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO PESSOAL Total de pontos de análise: 08 (oito) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 38% MODERADA Pontos deficitários: Assegurar o uso habitual do equipamento de proteção pessoal mediante as instruções e o treinamento adequados e períodos de experiência para a adaptação. Assegurar-se de que todos utilizem os equipamentos de proteção pessoal quando eles forem necessários. Providenciar recursos para a limpeza e a manutenção regular dos equipamentos de proteção pessoal.

54 54 F) ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO Total de pontos de análise: 21 (vinte e um) QUANTIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES QUALIFICAÇÃO DAS NÃO CONFORMIDADES 14% LEVE Pontos deficitários: Envolver os trabalhadores na planificação de seu trabalho diário. Premiar os trabalhadores por sua colaboração na melhoria da produtividade e do local de trabalho. Levar em consideração as habilidades dos trabalhadores e suas preferências na hora de designar os postos de trabalho. 1. CONSIDERAÇÕES FINAIS - ENCERRAMENTO Quaisquer alterações que venham a ocorrer nas atividades, planta física, número de colaboradores, mudança na organização do trabalho ou em equipamentos exigirão pareceres ergonômicos subsequentes, sem ferimento ao atual documento. Este Laudo Ergonômico foi digitado num total de 54 (cinquenta e quatro) páginas, com rúbrica em cada página e datado e assinado pelo Consultor na última página.. 20 de junho de Ricardo Wallace das Chagas Lucas CREFITO F CBO

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