Processo de Coagulação/Floculação
|
|
|
- Maria de Belem de Mendonça Desconhecida
- 8 Há anos
- Visualizações:
Transcrição
1 Processo de Coagulação/Floculação Projeto FEUP MIEA102_02 Catarina Cacheira, Maria Francisca, Miguel Costa, Pedro Faria, João Pedro e Margarida Varandas
2 Objetivos Remoção da turvação e da cor da água; Determinar ph ótimo para o processo. Avaliar o efeito da adição do floculante no processo de coagulação/floculação. Fig. 1 Gobelés em Jar Test Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 2
3 Poluição da Água "Um curso de água considera-se poluído logo que a composição ou estado da água são direta ou indiretamente modificados pela atividade humana, de tal maneira que a água se presta menos facilmente às utilizações que teria no seu estado natural" Fig. 2 Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 3
4 Poluição da Água Atividades industriais Agricultura Tratamento nas ETAR e ETA Substâncias inorgânicas, nitratos e metais pesados Fig. 3 - ETA Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 4
5 Coagulação As partículas coloidais são neutralizadas e aglutinadas em partículas de maiores dimensões Sulfato de Alumínio (Al 2 (SO 4 ) 3.14H 2 O) Fig. 4 Efluente com coagulante Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 5
6 Floculação Agregação de partículas neutralizadas na fase da coagulação, formando-se flocos Magnafloc 155 Fig. 5 Comparação de efluentes Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 6
7 Esquema 1 Coagulação/Floculação Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 7
8 Atividade Laboratorial - Material Efluente de uma tinturaria Solução de 50 g/l de Al2(SO4)3.14H2O Soluções de H2SO4 com concentrações 1:1, 1,0N e 0,1N Soluções de NaOH de 0,1N e 1,0N Solução de 0,5 g/l de Magnafloc 155 Jar Test Medidores de ph Fig. 6 Material Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 8
9 Procedimento 500mL de efluente inicial com coloração Adição do coagulante Al2(SO4)3.14H2O Determinação do ph ótimo Observação dos resultados (avaliação dos parâmetros e TOC) Determinação da dosagem de coagulante ótima (equipa 1) Adição de floculante Realização de um ensaio nas condições ótimas Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 9
10 Valores de ph obtidos Gobelé ph ( apenas c/ coagulante ) ph ( c/ coagulante e acertos ) Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 10
11 Resultados Obtidos ph Velocidade de Sedimentação Turvação Tamanho dos Flocos 3.96 Menor Muito Turvo Pequeno 5.05 Menor Muito Turvo Pequeno 6.01 Média Muito Turvo Pequeno 7.01 Média Alguma Turvação Médio 7.98 Alta Alguma Turvação Médio/Grande 9.01 Alta Pouca Turvação Grande Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 11
12 Variação com e sem floculante Velocidade de Sedimentação Turvação Tamanho dos Flocos c/ floculante Alta Quase límpida Grande s/ floculante Média Alguma Turvação Médio Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 12
13 Condições óptimas referentes ao processo de coagulação e floculação Velocidade de ph Turvação Tamanho dos Flocos Sedimentação 9 Alta Quase límpida Grande Fig. 7 Efluente de ph 9 Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 13
14 Absorvância Efluente Absorvância Inicial Após processo de Coagulação Após processo de Coagulação/Floculação Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 14
15 Resultados Eficiência da cor removida = 1 Abs.Inicial x 100 Abs.Final Eficiência da cor removida (s/ floculante) = 93 % Eficiência da cor removida (c/ floculante) = 100 % Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 15
16 Resultados de TOC TOC Inicial 46,20 mg/l TOC Final 27,35 mg/l Percentagem de TOC Removida = 1 TOC Inicial TOC Final 100 A percentagem de TOC removida foi de 41% Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 16
17 Fig. 8 - Amostra Inicial Fig. 9 - Efluente Tratado Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 17
18 Conclusão Quanto maior o ph da solução, maior o tamanho dos flocos; Quanto maior o tamanho dos flocos, maior o grau de sedimentação/deposição; Maior o grau de sedimentação/deposição, maior a transparência da água (pureza); A remoção da cor é maior na presença do floculante Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 18
19 Obrigado pela atenção Processo de Coagulação/Floculação - FEUP 19
FEUP Ensaio Laboratorial de Coagulação e Floculação Aplicação ao efluente de uma Tinturaria
I Página I de 23 Página II de 23 "Nós esquecemo-nos que o ciclo da água e o ciclo da vida são um." - Jacques-Yves Cousteau O principal objetivo do ensaio laboratorial foi remover a cor do efluente assim
ALTERNATIVA DE TRATAMENTO DO LODO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA ETA QUEIMA PÉ NO MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA/MT.
ALTERNATIVA DE TRATAMENTO DO LODO DA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA ETA QUEIMA PÉ NO MUNICÍPIO DE TANGARÁ DA SERRA/MT. CAMPOS, Flaviane de Morais. UFMT [email protected] GONÇALVES, Edu Rodolfo. SAMAE
UTILIZAÇÃO DE RESÍDUO DE DECANTADOR DE ETA COMO AUXILIAR DE FLOCULAÇÃO
UTILIZAÇÃO DE RESÍDUO DE DECANTADOR DE ETA COMO AUXILIAR DE FLOCULAÇÃO Leonora M. de SOUZA ( 1 ); Paulo S. SCALIZE ( 2 ) RESUMO As estações de tratamento de água (ETAs) podem gerar impactos negativos ao
Processo de COAGULAÇÃO-FLOCULAÇÃO
Mestrado Integrado de Engenharia do Ambiente Processo de COAGULAÇÃO-FLOCULAÇÃO # Projecto FEUP # Ano Lectivo 2012/2013 Grupo MIEA102_02: Catarina Seabra Cacheira João Pedro Sousa Santos José Pedro Neto
I DIAGRAMA DE COAGULAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DE MISTURAS PARA ÁGUA COM TURBIDEZ ELEVADA UTILIZANDO CLORETO DE POLIALUMÍNIO
I-079 - DIAGRAMA DE COAGULAÇÃO E OTIMIZAÇÃO DE MISTURAS PARA ÁGUA COM TURBIDEZ ELEVADA UTILIZANDO CLORETO DE POLIALUMÍNIO Paulo Marcos Faria Maciel (1) Engenheiro Ambiental pela Universidade Federal de
Jar Test. Júlia da Rosa Baumgartner, Kevin Felippe de Souza, Larissa Vala, Nelson Augustinho Paludo Neto, Pierre Michel de Oliveira Lima
Jar Test Júlia da Rosa Baumgartner, Kevin Felippe de Souza, Larissa Vala, Nelson Augustinho Paludo Neto, Pierre Michel de Oliveira Lima Turma C - Grupo 07 EMB5006 Química Tecnológica 2013/2 CEM/UFSC -
6 Metodologia experimental
6 Metodologia experimental 6.1 Geração de efluentes e plano de amostragem As amostras de efluente foram cedidas por uma empresa petroquímica situada no município de Duque de Caxias, RJ. O efluente foi
TRATAMENTO FISÍCO-QUÍMICO DE EFLUENTES COM AUXÍLIO DE PRODUTO NATURAL (QUIABO PÓ)
TRATAMENTO FISÍCO-QUÍMICO DE EFLUENTES COM AUXÍLIO DE PRODUTO NATURAL (QUIABO PÓ) José Francisco de Souza (1) Técnico em tratamento de Água SANEMAT / Agência Municipal de Serviços de Saneamento. Desenvolve
ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DO COAGULANTE TANINO NA REMOÇÃO DA COR, TURBIDEZ e DQO DO EFLUENTE TEXTIL DE UMA LAVANDERIA INDUSTRIAL.
ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DO COAGULANTE TANINO NA REMOÇÃO DA COR, TURBIDEZ e DQO DO EFLUENTE TEXTIL DE UMA LAVANDERIA INDUSTRIAL. A P. C. SOUZA 1 ; E.A. M. SOUZA 1 ;N. C. PEREIRA 2 1 Universidade Tecnológica
ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DO COAGULANTE POLICLORETO DE ALUMÍNIO (PAC) NA REMOÇÃO DA COR, TURBIDEZ E DQO DE EFLUENTE DE LAVANDERIA TEXTIL.
ANÁLISE DA UTILIZAÇÃO DO COAGULANTE POLICLORETO DE ALUMÍNIO (PAC) NA REMOÇÃO DA COR, TURBIDEZ E DQO DE EFLUENTE DE LAVANDERIA TEXTIL. A P. C. SOUZA 1 ; E.A. M. SOUZA 1 ;N. C. PEREIRA 2 11 Universidade
ESTUDO DE TRATABILIDADE DA ÁGUA DO CÓRREGO DOS MAYRINK, MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG
ESTUDO DE TRATABILIDADE DA ÁGUA DO CÓRREGO DOS MAYRINK, MUNICÍPIO DE PONTE NOVA - MG Ed Carlo Rosa Paiva (1) Professor Assistente do Departamento de Engenharia Civil da UFG, Campus Catalão. Doutor em Engenharia
PREPARAÇÃO DE UM AUXILIAR DE FLOCULAÇÃO INORGÂNICO A PARTIR DA MODIFICAÇÃO DE ZEÓLITA COM Fe(III)
PREPARAÇÃO DE UM AUXILIAR DE FLOCULAÇÃO INORGÂNICO A PARTIR DA MODIFICAÇÃO DE ZEÓLITA COM Fe(III) Andréia de A. Martins 1 (PG)*, Letícia K. Sebastiany 1 (PG), José Daniel R. Campos 1 (PQ) *e-mail: [email protected]
THUANNE BRAÚLIO HENNIG 1,2*, ARLINDO CRISTIANO FELIPPE 1,2
RECICLAGEM DO ALUMÍNIO ATRAVÉS DA SÍNTESE DO ALÚMEN E OTIMIZAÇÃO DE SEU USO COMO UM NOVO COAGULANTE NA ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA DO MUNICÍPIO DE PALMITOS-SC THUANNE BRAÚLIO HENNIG 1,2*, ARLINDO CRISTIANO
TÍTULO: O USO DE COAGULANTES ORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE ÁGUA COMO FORMA DE GERAR CONHECIMENTO NA ÁREA DE QUÍMICA
Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: O USO DE COAGULANTES ORGÂNICOS NO TRATAMENTO DE ÁGUA COMO FORMA DE GERAR CONHECIMENTO NA ÁREA
Tratamento da Água. João Karlos Locastro contato:
1 Tratamento da Água João Karlos Locastro contato: [email protected] 2 Vazão 3 Informações pertinentes - A água bruta pode conter compostos como: partículas coloidais, substâncias húmicas e
APLICAÇÃO DA CINETICA DE SEGUNDA E TERCEIRA ORDEM DO CLORETO FÉRRICO PARA OBTENÇÃO DE ÁGUA POTAVÉL
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 PLICÇÃO D CINETIC DE SEGUND E TERCEIR ORDEM DO CLORETO FÉRRICO PR OBTENÇÃO DE ÁGU POTVÉL Joseane D. P.Theodoro 1, Grasiele S. Madrona 1, Paulo S. Theodoro
22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental
22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina II- 201 USO POTENCIAL DE BIOPOLÍMEROS DE ORIGEM VEGETAL NA DESCOLORIZAÇÃO DE EFLUENTE
Estudo da Arte da Coagulação. Nome(s) do(s) Autor(es) Francisco Oliveira Rinaldo Lima
Estudo da Arte da Coagulação Nome(s) do(s) Autor(es) Francisco Oliveira Rinaldo Lima Curriculum- Autores Francisco Silva Oliveira Escola técnica de Saneamento SENAI CETIND Lauro de Freitas- Bahia. Técnico
SEDIMENTAÇÃO EM EFLUENTE DE INDÚSTRIA DE PESCADO UTILIZANDO QUITOSANA COMO AGENTE COAGULANTE
SEDIMENTAÇÃO EM EFLUENTE DE INDÚSTRIA DE PESCADO UTILIZANDO QUITOSANA COMO AGENTE COAGULANTE Lademir Luiz Beal (1) Engenheiro Químico pela Fundação Universidade de Rio Grande. Mestre em Recursos Hídricos
OTIMIZAÇÃO DA DOSAGEM DE COAGULANTE NAS ETAS DE VIÇOSA-MG
OTIMIZAÇÃO DA DOSAGEM DE COAGULANTE NAS ETAS DE VIÇOSA-MG Henrique Freitas Santana (1) Chefe do Setor de Qualidade e Tratamento do SAAE de Viçosa-MG, Mestre em Bioquímica e Imunologia pela Universidade
Classificação e distribuição dos sólidos em função do tamanho
UNIVERSIDADE FEDERAL DE OURO PRETO DECIV DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL Tratamento de Água: Coagulação DISCIPLINA: SANEAMENTO PROF. CARLOS EDUARDO F MELLO e-mail: [email protected] Sólidos Presentes
ESTUDO DA SEDIMENTAÇÃO PARA O TRATAMENTO DE ÁGUA DE PROCESSO DE INDÚSTRIA BENEFICIADORA DE ARROZ
ESTUDO DA SEDIMENTAÇÃO PARA O TRATAMENTO DE ÁGUA DE PROCESSO DE INDÚSTRIA BENEFICIADORA DE ARROZ C. O. MEDEIROS 1, R. R. LIMA 1, R. A. MARTINS 1, K. L. BUENO 1, J. V. DIEL 2, L. M. RODRIGUES 1, T. R. SOUZA
VIABILIDADE TÉCNICA DA REGENERAÇÃO DE COAGULANTE POR VIA ÁCIDA A PARTIR DO LODO DA ETA DE UMA INDÚSTRIA DE CORANTES
VIABILIDADE TÉCNICA DA REGENERAÇÃO DE COAGULANTE POR VIA ÁCIDA A PARTIR DO LODO DA ETA DE UMA INDÚSTRIA DE CORANTES A. B. SOUZA 1, R. MEIRELLES Jr 2, M.F. MENDES 3 e C.S.S. PEREIRA 4 1 Universidade Severino
Tratar os efluentes significa reduzir seu potencial poluidor através de processos físicos, químicos ou biológicos, adaptando-os aos padrões
Tratamento de água e efluentes: do convencional ao sistema avançado O papel das membranas PARTE 1 TRATAMENTO FÍSICO QUÍMICO CONVENCIONAL Profa. Dr. ElisângelaMoraes 02 de dezembro de 2010 TRATAMENTO DE
I AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DOS COAGULANTES SULFATO FÉRRICO E CLORETO FÉRRICO NA TRATABILIDADE DE ÁGUAS NATURAIS
I-046 - AVALIAÇÃO DO COMPORTAMENTO DOS COAGULANTES SULFATO FÉRRICO E CLORETO FÉRRICO NA TRATABILIDADE DE ÁGUAS NATURAIS Márcio José Ishida Cipriani (1) Engenheiro Civil pela Escola Politécnica da USP.
Uso do chico -magro e do cacau como auxiliares de floculação
Uso do chico -magro e do cacau como auxiliares de floculação Fátima Santos Maria 1, Muller de Abreu Lima Guilherme 2, Francisco de Souza José 3 1 Bióloga na Sanemat, desde 1.979 2 Eng. Químico na Sanemat,
ESTUDO DE PRÉ-TRATAMENTO DE ÁGUA DO MAR PARA OSMOSE INVERSA EM USINAS TERMELÉTRICAS
ESTUDO DE PRÉ-TRATAMENTO DE ÁGUA DO MAR PARA OSMOSE INVERSA EM USINAS TERMELÉTRICAS A. A. HERINGER 1, M. ROSA 1, L. D. XAVIER 1, N. O. SANTOS 2 e L. YOKOYAMA 1 1 Universidade Federal do Rio de Janeiro,
FIGURA 12 - Segundo ensaio de sedimentação
49 ALTURA (cm) 45 40 35 30 25 20 15 10 5 0 0 20 40 60 80 100 120 140 160 180 TEMPO (minutos) FIGURA 12 - Segundo ensaio de sedimentação O material sedimentou em uma altura de 16,5 cm (800 ml), observa-se
Saneamento Ambiental I. Aula 15 Flotação e Filtração
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 15 Flotação e Filtração Profª Heloise G. Knapik 1 Conteúdo Módulo 2 Parâmetros de qualidade de água - Potabilização Coagulação
Aula 4: Química das Águas Parte 3a
Química Ambiental- 1 semestre 2016 Aula 4: Química das Águas Parte 3a Purificação de águas:tratamento de Água para abastecimento Taimara Polidoro Ferreira Departamento de Química- UFJF Importância da água
OTIMIZAÇÃO DE PARÂMETROS QUÍMICOS NA COAGULAÇÃO/FLOCULAÇÃO EM ÁGUA DE ABASTECIMENTO HUMANO
OTIMIZAÇÃO DE PARÂMETROS QUÍMICOS NA COAGULAÇÃO/FLOCULAÇÃO EM ÁGUA DE ABASTECIMENTO HUMANO Dayane de Andrade LIMA (1); Neucivânia Moreira da SILVA (2) Jarbas Rodrigues CHAVES (3); Renata Chastinet BRAGA
05/06/2012. Petróleo e Gás Prof. Sabrina
Petróleo e Gás Prof. Sabrina 1 2 3 4 5 6 7 8 TRATAMENTO DE ÁGUAS Petróleo e Gás Prof. Sabrina 9 10 FLUXOGRAMA DA ETA- ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DE ÁGUA 11 12 Oxidação Oxidar os metais presentes na água, principalmente
I ESTUDO COMPARATIVO DO USO DA CAL HIDRATADA NA COAGULAÇÃO COM CLORETO FÉRRICO E SULFATO DE ALUMÍNIO EM ÁGUAS NATURAIS DE BAIXA ALCALINIDADE
I-134 - ESTUDO COMPARATIVO DO USO DA CAL HIDRATADA NA COAGULAÇÃO COM CLORETO FÉRRICO E SULFATO DE ALUMÍNIO EM ÁGUAS NATURAIS DE BAIXA ALCALINIDADE Valderice Pereira Alves Baydum (1) Engenheira Ambiental
COAGULAÇÃO. P r o f a. M A R G A R I T A Mª. D U E Ñ A S O R O Z C O m a r g a r i t a. u n i g m a i l. c o m
COAGULAÇÃO P r o f a. M A R G A R I T A Mª. D U E Ñ A S O R O Z C O m a r g a r i t a. u n i r @ g m a i l. c o m INTRODUÇÃO Processos de tratamento de água CLARIFICAÇÃO Remoção de sólidos DESINFECÇÃO
Saneamento Ambiental I. Aula 12 Parâmetros de Qualidade de Água - Potabilização
Universidade Federal do Paraná Engenharia Ambiental Saneamento Ambiental I Aula 12 Parâmetros de Qualidade de Água - Potabilização Profª Heloise G. Knapik 1 Primeiro módulo: Dimensionamento de redes de
2 a Lista de exercícios Processamento Mineral II
2 a Lista de exercícios Processamento Mineral II 1) Definir coagulação, floculação e aglomeração. 2) Como os polímeros podem ser classificados? 3) Quais são os fatores que afetam a eficiência da floculação?
AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO COAGULANTE TANFLOC NO TRATAMENTO DE EFLUENTE GERADO DE INDÚSTRIA LÁCTICA
AVALIAÇÃO DA EFICIÊNCIA DO COAGULANTE TANFLOC NO TRATAMENTO DE EFLUENTE GERADO DE INDÚSTRIA LÁCTICA EVALUATION OF TANFLOC COAGULANT EFFICIENCY IN TREATMENT OF EFFLUENTS GENERATED FROM DAIRY INDUSTRY Amanda
USO DO SEDIMENTADOR LAMELADO APLICADOS AO TRATAMENTO DE EFLUENTE DA INDÚSTRIA DE TINTAS RESUMO
USO DO SEDIMENTADOR LAMELADO APLICADOS AO TRATAMENTO DE EFLUENTE DA INDÚSTRIA DE TINTAS W. T. VIEIRA 1, R. GABRIEL 1, S. H. V. DE CARVALHO 1, J. I. SOLETTI 1 1 Universidade Federal de Alagoas, Centro de
USO DA CINETICA DE ORDEM ZERO E PRIMEIRA ORDEM DO CLORETO FERRICO PARA PURIFICAÇÃO DE ÁGUA
25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 USO DA CINETICA DE ORDEM ZERO E PRIMEIRA ORDEM DO CLORETO FERRICO PARA PURIFICAÇÃO DE ÁGUA Joseane D. P.Theodoro 1, Grasiele S. Madrona 1, Paulo S. Theodoro
Avaliação da Etapa de Tratamento Físico-Químico da Água do Mar com Vistas à Dessalinização Para Uso em Usinas Termoelétricas
Avaliação da Etapa de Tratamento Físico-Químico da Água do Mar com Vistas à Dessalinização Para Uso em Usinas Termoelétricas A.L. SOUZA 1, G.T. RIBEIRO 2, L.D. XAVIER 3, L. YOKOYAMA 4, N.O. SANTOS 5, V.R.
AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES ÓTIMAS PARA TRATAMENTO FÍSICO- QUÍMICO DE EFLUENTE DE LAVANDERIA
AVALIAÇÃO DAS CONDIÇÕES ÓTIMAS PARA TRATAMENTO FÍSICO- QUÍMICO DE EFLUENTE DE LAVANDERIA Keila Roberta Ferreira Oliveira Dassan 1 *; Bruno Ervolino Montanhez 2 ; Carlos Nobuyoshi Ide 3 ; Edvaldo Henrique
III ANÁLISE DE REMOÇÃO DE COR E TURBIDEZ EM LIXIVIADO ATRAVÉS DE COAGULAÇÃO COM BIOCAGULANTE A BASE DE MORINGA
III-144 - ANÁLISE DE REMOÇÃO DE COR E TURBIDEZ EM LIXIVIADO ATRAVÉS DE COAGULAÇÃO COM BIOCAGULANTE A BASE DE MORINGA Nycolle Nailde de Oliveira Bezerra Aluna de Graduação em Engenharia Química pela Universidade
Coagulantes nas Estações de Tratamento de Água de Campinas: Vantagens do uso do PAC Engº Sinezio Ap. de Toledo - SANASA Campinas
Coagulantes nas Estações de Tratamento de Água de Campinas: Vantagens do uso do PAC Engº Sinezio Ap. de Toledo - SANASA Campinas Americana, 21 de Fevereiro de 2019 Engº Sinézio Ap. de Toledo Coordenador
CARACTERIZAÇÃO E TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO DE EFLUENTE DE INDUSTRIA DE BENEFICIAMENTO DE ARROZ DA REGIÃO SUL DE SANTA CATARINA
CARACTERIZAÇÃO E TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO DE EFLUENTE DE INDUSTRIA DE BENEFICIAMENTO DE ARROZ DA REGIÃO SUL DE SANTA CATARINA Ivan Nicoletti Ferari 1, Aline Fernandes 1, Marcelo Hemkemeier 2 1 Centro
TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO DE EFLUENTE DE INDÚSTRIA CERÂMICA VISANDO REUSO PARA UMIDIFICAÇÃO DA ARGILA
3º Workshop Universidade de São Paulo POLI - USP TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO DE EFLUENTE DE INDÚSTRIA CERÂMICA VISANDO REUSO PARA UMIDIFICAÇÃO DA ARGILA PHYSICO-CHEMICAL TREATMENT OF CERAMIC FLOOR EFFLUENT
II DESCOLORIZAÇÃO DE EFLUENTE DE INDÚSTRIA TÊXTIL UTILIZANDO COAGULANTE NATURAL (MORINGA OLEIFERA E QUITOSANA)
II-113 - DESCOLORIZAÇÃO DE EFLUENTE DE INDÚSTRIA TÊXTIL UTILIZANDO COAGULANTE NATURAL (MORINGA OLEIFERA E QUITOSANA) Fernando José Araújo da Silva (1) Engenheiro Civil, Universidade de Fortaleza UNIFOR.
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA PHD SANEAMENTO I. Floculação
ESCOLA POLITÉCNICA DA USP DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA HIDRÁULICA E SANITÁRIA PHD 2411 - SANEAMENTO I Floculação Prof. Dr. Roque Passos Piveli Prof. Dr. Sidney Seckler Ferreira Filho PHD-2411 Saneamento
5 MATERIAIS E MÉTODOS
- 93-5 MATERIAIS E MÉTODOS 5.1. Preparação da emulsão sintética Para preparar um litro de emulsão sintética misturaram-se 3g de óleo lubrificante Shell Talpa 30 e água destilada, através de um misturador
Rua Nereu Ramos, 580, Centro, São Lourenço do Oeste CEP FONE (0xx)
RELATÓRIO ANUAL DE QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA CASAN - COMPANHIA CATARINENSE DE ÁGUAS E SANEAMENTO AGÊNCIA DE SÃO LOURENÇO DO OESTE SAA São Lourenço Unidade I CNPJ 82 508 433/0123-95 Responsável legal:
Tratamento Físico-Químico por Coagulação de Efluente Laboratorial
https://eventos.utfpr.edu.br//sicite/sicite2017/index Tratamento Físico-Químico por Coagulação de Efluente Laboratorial RESUMO Jean Carlos Petry [email protected] Universidade Tecnológica Federal
II-145 ESTUDO DE TRATAMENTO DOS EFLUENTES DE UMA FÁBRICA DE PAPEL PARA IMPRIMIR VISANDO O REUSO POR FLOTAÇÃO E SEDIMENTAÇÃO
II-145 ESTUDO DE TRATAMENTO DOS EFLUENTES DE UMA FÁBRICA DE PAPEL PARA IMPRIMIR VISANDO O REUSO POR FLOTAÇÃO E SEDIMENTAÇÃO Ricardo Nagamine Costanzi (1) Docente da Universidade Estadual do Oeste do Paraná,
Escritório Central: Rua Leandro Longo, s/n Centro CEP: Rio dos Cedros SC Fone: (47)
RELATORIO ANUAL DE QUALIDADE DA ÁGUA DISTRIBUÍDA CASAN - COMPANHIA CATARINENSE DE ÁGUAS E SANEAMENTO AGÊNCIA DE RIO DOS CEDROS Responsável legal: Diretor Presidente Valter Gallina As informações complementares
TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO DAS ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE UMA INDÚSTRIA DE PAPEL UTILIZANDO-SE A FLOTAÇÃO POR AR DISSOLVIDO
TRATAMENTO FÍSICO-QUÍMICO DAS ÁGUAS RESIDUÁRIAS DE UMA INDÚSTRIA DE PAPEL UTILIZANDO-SE A FLOTAÇÃO POR AR DISSOLVIDO Márcio Rogério Azevedo Lima (1) Bacharel em Química pelo Departamento de Química da
TRATAMENTO DE EFLUENTE DA INDÚSTRIA TÊXTIL POR COAGULAÇÃO E FLOCULAÇÃO UTILIZANDO COAGULANTES NATURAIS
TRATAMENTO DE EFLUENTE DA INDÚSTRIA TÊXTIL POR COAGULAÇÃO E FLOCULAÇÃO UTILIZANDO COAGULANTES NATURAIS Osorio Moreira Couto Junior 1 ([email protected]) Ana Paula Ströher 1 Maria Angélica Simões Dornellas
PROCESSO DE TRATAMENTO
PROCESSO DE TRATAMENTO Consiste em separar a parte líquida da parte sólida do esgoto, e tratar cada uma delas separadamente, reduzindo ao máximo a carga poluidora, de forma que elas possam ser dispostas
Janaina Conversani Botari UEM Universidade Estadual de Maringá Umuarama Paraná, Brasil
Avaliação da eficiência da fécula de batata como coagulante natural e como polímero auxiliar de coagulação nos consórcios com cloreto férrico e policloreto de alumínio Efficiency evaluation of potato starch
USO DE COAGULA TES ATURAIS O TRATAME TO DE ÁGUAS DO RIO EGRO-AM
USO DE COAGULA TES ATURAIS O TRATAME TO DE ÁGUAS DO RIO EGRO-AM Edilene Cristina Pereira SARGENTINI (PG) 1 Edivan Silva RODRIGUES (PIBIC) 2 ; Ézio SARGENTINI JUNIOR 2 1 Universidade do Estado do Amazonas
Tratamento físico-químico de efluentes de indústria alimentícia de doces
NuTECCA IFSP Itapetininga Tratamento físico-químico de efluentes de indústria alimentícia de doces Physico-chemical treatment of candy industrial effluents Aline Hanny Peralta 1 Danielle Martins Cassiano
Titulo do Trabalho APLICAÇÃO DO COAGULANTE TANINO NO TRATAMENTO DA VINHAÇA EM ph NEUTRO
Titulo do Trabalho APLICAÇÃO DO COAGULANTE TANINO NO TRATAMENTO DA VINHAÇA EM ph NEUTRO Nome do Autor (a) Principal Vitor Amigo Vive Nome (s) do Coautor (a) (s) Maria Cristina Rizk, Pedro Miguel Alves
Uso do Quiabo como Auxiliar de Floculação
Uso do Quiabo como Auxiliar de Floculação de Souza 1 José Francisco, de Abreu Lima 2 Guilherme Muller 1 Técnico em Tratamento de Água na Sanemat, desde 1.975 2 Eng. Químico na Sanemat, dede 1.975 Professor
Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa
Aspectos Higiênicos da Água Prof. Jean Berg Funções e Importância da Água Regulação Térmica Manutenção dos fluidos e eletrólitos corpóreos Reações fisiológicas e metabólicas do organismo Escassa na natureza
I PARÂMETROS DE PROJETO DE UNIDADES DE FLOCULAÇÃO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA A PARTIR DE ENSAIOS EM EQUIPAMENTOS DE JARTESTE
22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina I-175 - PARÂMETROS DE PROJETO DE UNIDADES DE FLOCULAÇÃO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ÁGUA
O USO DE ESPESSADORES DE LAMELAS NA RECUPERAÇÃO DE ÁGUA DE PROCESSO NA MINERAÇÃO
O USO DE ESPESSADORES DE LAMELAS NA RECUPERAÇÃO DE ÁGUA DE PROCESSO NA MINERAÇÃO Ivo Takeshi Asatsuma (1), Eduardo Salles Campos (2) (1) Prominer Projetos S/C Ltda./ (2) CDC Equipamentos Industriais Ltda.
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL
UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CENTRO TECNOLÓGICO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL DISCIPLINA Código: ENS 5160 Nome: Tratamento de Águas de Abastecimento Carga Horária: 108 horas/aula
