Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Computação

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1 Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia de Computação Universidade Federal de Itajubá Campus de Itabira 1

2 Universidade Federal de Itajubá UNIFEI Campus de Itabira Unidade I Rua São Paulo, Bairro Amazonas Itabira/MG - CEP Telefone: (31) Campus de Itabira Unidade II Rua Irmã Ivone Drummond, Distrito Industrial II Itabira-MG, CEP: Telefone: (31) Dagoberto Alves de Almeida Reitor [email protected] (0XX35) Paulo Sizuo Waki Vice-Reitor [email protected] (0XX35) Egon Luiz Müller Júnior Pró-Reitor de Graduação [email protected] (0XX35) Carlos Eduardo Sanches da Silva Pró-Reitor de Pesquisa e Pós-Graduação [email protected] (0XX35) José Wanderley Marangon Lima Pró-Reitor de Cultura e Extensão Universitária [email protected] (0XX35) Marcel Fernando da Costa Parentoni Diretor do Campus Itabira [email protected] (0XX31) Frederico Oliveira Passos Diretor Acadêmico do Campus Itabira [email protected] (0XX31) Fernando Afonso Santos Coordenador do Curso de Engenharia da Computação Campus Itabira [email protected] (0XX31)

3 ÍNDICE 1. Introdução Justificativa Objetivo Geral Perfil do Egresso Políticas Acadêmicas Requisitos Legais e Normativos Fundamentos Didático-Pedagógicos e Metodológicos Infraestrutura Perfil Docente

4 1. Introdução O curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI, no campus de Itabira, iniciou seus trabalhos juntamente com os estudos de implantação do campus de Itabira pela portaria N 553 do Ministério de Educação e Cultura (MEC) de 26 de junho de 2007, baseada no Decreto N de 24 de abril de Esses trabalhos incluíram a definição de um Convênio de Cooperação Técnica e Financeira inédito firmado entre a mineradora Vale, a Prefeitura de Itabira e a UNIFEI. Inicialmente, a responsabilidade da criação do curso foi atribuída ao Instituto de Engenharia de Sistemas e Tecnologia da Informação, que oferece o curso de Engenharia de Computação, no campus de Itajubá. Além disso, o Instituto é especializado nas áreas de Automação Industrial, Microeletrônica, Processamento de Alto Desempenho, Engenharia de Sistemas e de Computação, Sistemas Digitais, Eletrônica de Potência, Controle Industrial e Telecomunicações. Pelo seu contexto histórico, o curso de Engenharia de Computação da UNIFEI foi proposto com enfoque no desenvolvimento de hardwares e de softwares destinados a contemplar as áreas de sistemas de computação, automação industrial, processamento digital de sinais e telemática. No entanto, este curso vem sofrendo alterações ao longo dos anos para atender a Lei das Diretrizes e Bases da Educação no Brasil e a Proposta de Diretrizes Curriculares de Cursos da Área de Computação e Informática e propiciar a formação de profissionais altamente qualificados. Em face ao crescimento tecnológico nos últimos anos de sistemas de computação, a importância de um curso de Engenharia de Computação se auto justifica não somente para uma região, mas para um país. Hoje, pode-se dizer que os sistemas computacionais atuam nas mais diversas áreas de uma forma direta ou indireta. Aqueles países que não fizerem investimentos na formação de mão de obra especializada em sistemas computacionais estarão renunciando o desenvolvimento tecnológico, econômico e até mesmo social. Historicamente, a UNIFEI tem como princípio contribuir efetivamente para o desenvolvimento municipal, regional e nacional. A criação do curso de Engenharia de Computação, na cidade de Itabira, passa a contribuir para a formação de profissionais especializados em uma área do saber considerada estratégica no desenvolvimento de qualquer nação. No que se refere à postura institucional, o curso de Engenharia de Computação vem de encontro ao Projeto Pedagógico Institucional; e enquadra-se no processo natural de evolução da Universidade rumo a uma Instituição de Ensino Superior mais produtiva, mais eficiente e de amplo espectro de atuação, tal como determina as suas principais diretrizes. 1.1 Perfil do Curso Nome: Engenharia de Computação Regime letivo: Semestral Duração mínima recomendada: 10 semestres (5 anos) Tempo de Integralização: mínimo de 4,5 anos e máximo de 9 anos Tempo máximo permitido para trancamento do curso: 2 anos Número total de Vagas ao ano: 50 Número de turma por ano de ingresso: 1 4

5 Turno: Integral Ato de criação: 5ª resolução do conselho Universitário, de 12/05/2008 Grau conferido: Engenheiro de Computação Local da Oferta: Campus de Itabira-MG Forma de Ingresso: Estabelecido anualmente em edital de processo seletivo (pelo SISU Sistema de Seleção Unificada, do MEC) Coordenador do Curso: Professor Dr. Fernando Afonso Santos Carga Horária total: 3862h 1.2 Forma de Acesso ao Curso O curso está aberto à admissão de candidatos que tenham concluído o ensino médio, ou equivalente, e que tenha sido classificado em processo seletivo de admissão. Criado em 2008, o curso de Engenharia de Computação da UNIFEI, Campus Itabira, teve como forma de primeiro acesso ao curso, o processo seletivo Vestibular. Esse processo seletivo aconteceu em julho de As atividades do curso tiveram início no segundo semestre de Em 2009 não aconteceu nenhum processo seletivo para o curso uma vez que o processo de implantação do Campus Avançado de Itabira estava ainda em processo inicial. A partir de 2010, para o curso de Engenharia de Computação - Campus Itabira, a UNIFEI utilizou como processo de seleção o Sistema de Seleção Unificada - SISU, do MEC, que utiliza como instrumento de avaliação o Exame Nacional do Ensino Médio - ENEM. Todas as vagas iniciais para o curso de Engenharia de Computação - Campus Itabira estão programadas para preenchimento, exclusivamente pelo Sistema de Seleção Unificada - SISU. O edital de seleção anualmente é disponibilizado no site da UNIFEI: No caso de vagas remanescentes, por meio de edital preparado pela Coordenação de Processos Seletivos da UNIFEI, semestralmente são publicadas as vagas a serem preenchidas por processos de transferência interna (entre cursos do mesmo campus), de transferência facultativa (entre instituições brasileiras de ensino superior) e para portadores de diploma de curso superior. Para essas vagas, o processo acontece apenas para alunos que já concluíram, pelo menos, um ano no curso de origem. Havendo vagas remanescentes, o edital de seleção é disponibilizado no site da UNIFEI: A UNIFEI também é participante do programa PEC-G (Programa de Estudante de Convênio - Graduação). Caso haja interessados, o curso poderá receber os alunos amparados pelo PEC-G. É permitido também o acesso através de transferência, na forma da lei ou de outros países, por meio de convênio ou de acordo cultural. 1.3 Núcleo Docente Estruturante Conforme consta no Parecer 4/2010, expedido pela CONAES, o Núcleo Docente Estruturante NDE foi criado com o intuito de qualificar o envolvimento docente no processo de concepção e consolidação de um curso de graduação. Diferentemente do Colegiado do Curso, o NDE não será um órgão deliberativo, mas sim servirá como um ambiente para fomentar discussões acerca das atividades pedagógicas e acadêmicas associadas ao curso. O NDE deverá assegurar que as atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão associadas ao curso sejam adequadamente realizadas. 5

6 A RESOLUÇÃO No 01/10 da CONAES normatiza o NDE de um curso de graduação. O NDE deve constitui-se de um grupo de docentes, com atribuições acadêmicas de acompanhamento, atuante no processo de concepção, consolidação e contínua atualização do Projeto Pedagógico do Curso - PPC. O NDE deve ser constituído por membros do corpo docente do curso, que exerçam liderança acadêmica no âmbito do mesmo, percebida na produção de conhecimentos na área, no desenvolvimento do ensino, e em outras dimensões entendidas como importantes pela instituição, e que atuem sobre o desenvolvimento do curso. Ainda de acordo com o CONAES, as atribuições do NDE são: 1. contribuir para a consolidação do perfil profissional do egresso do curso; 2. zelar pela integração curricular interdisciplinar entre as diferentes atividades de ensino constantes no currículo; 3. indicar formas de incentivo ao desenvolvimento de linhas de pesquisa e extensão, oriundas de necessidades da graduação, de exigências do mercado de trabalho e afinadas com as políticas públicas relativas à área de conhecimento do curso 4. zelar pelo cumprimento das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Graduação O NDE do curso de Engenharia de Computação da UNIFEI - campus Itabira procura agregar professores de diferentes áreas de conhecimento, de modo a tornarem as discussões acerca dos assuntos relacionados ao curso mais abrangentes, envolvendo diferentes pontos de vista. Desta forma, existem professores cuja atuação se destaca tanto na área de software quanto hardware. Todos eles têm regime de trabalho de tempo integral e estão diretamente associados ao curso de Engenharia da Computação. Entre eles, existem alguns que possuem como titulação máxima o mestrado, enquanto outros possuem o doutorado. Assim, o Núcleo Docente Estruturante do curso de Engenharia de Computação está assim constituído: Prof. Walter Aoiama Nagai; Prof. Carlos Henrique da Silveira; Profa. Fernanda Rodrigues da Silva; Prof. Maurício Khenaifes; Prof. Caio Franca Merelim Magalhães Titulação e formação acadêmica do NDE: Prof. Walter Aoiama Nagai: Possui graduação em Bacharelado Em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (1997) e mestrado em Ciências da Computação e Matemática Computacional pela Universidade de São Paulo (2000). Atualmente é professor Assistente, nível 2 da Universidade Federal de Itajubá - Campus Itabira. Tem experiência em diversas áreas e temas de Ciência da Computação e como interesse de estudos: desenvolvimento de aplicativos móveis, aplicativos Web, práticas e metodologias ativas de aprendizagem e modelagem ágil de software. Já orientou mais de 30 trabalhos de conclusão de curso e participou em mais de 40 bancas de avaliação de trabalhos de conclusão de curso. Maiores detalhes de 6

7 sua participação acadêmica podem ser encontrados no CV Lattes: Prof. Carlos Henrique da Silveira: Possui graduação incompleta em Ciências Biológicas ( ) e graduação completa em Ciência da Computação ( ), ambas pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Doutorou-se em Bioinformática, também pela UFMG (2008). Teve sua tese eleita a melhor do programa em Workshop de Tem um perfil interdisciplinar, com experiência de mercado e acadêmica. No mercado, foi Gerente de TI pela RM Sistemas ( ), Assessor de TI da Inspetoria Madre Mazzarello ( ), Sócio-Gerente e Fundador da Polygonus Ltda ( ). No ensino, atuou como Professor Assistente na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC-MG e Professor Adjunto na Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI. Foi professor adjunto III, do Departamento de Biotecnologia, Centro de Biotecnologia - CBiotec, na Universidade Federal da Paraíba - UFPB. Retornou à UNIFEI - Campus de Itabira, no final de Na pesquisa, tem experiência acadêmica na área de Bioinformática, com ênfase em Bioinformática Estrutural, Quimioinformática e Nanobioinformática. Na extensão, atuou na pós-graduação lato sensu em Engenharia Web da UNIFEI - Campus de Itajubá. Administrativamente, foi chefe interino do Departamento de Matemática e Computação - UNIFEI - Campus de Itajubá, membro do colegiado e NDE do curso de Ciência da Computação, na UNIFEI - Campus de Itajubá, e coordenador do curso de Engenharia da Computação, UNIFEI - Campus de Itabira. Assessor de TI - CBiotec/UFPB, membro do NDE do curso de Biotecnologia/UFPB. Profa. Fernanda Rodrigues da Silva: Possui graduação em Engenharia Elétrica pela Fundação Educacional de Barretos (1998), mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo (2002) e doutorado em Engenharia Elétrica pela Universidade de São Paulo (2007). Atualmente é docente da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) Campus Itabira. Tem experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Sistemas de Telecomunicações, atuando principalmente nos seguintes temas: Espectrômetro, Ressoador Bridged Loop-Gap (BLGR), Ressonância Paramagnética Eletrônica (RPE). Professora universitária desde 2007, lecionou disciplinas nos cursos de Superior de Tecnologia em Telecomunicações, Superior de Tecnologia em Mecatrônica, Engenharia de Computação, Engenharia Elétrica e Engenharia de Controle e Automação. Atuou também como Coordenadora de Trabalho Final de Graduação da Engenharia de Computação e atualmente como Coordenadora Geral dos Laboratórios de Engenharia de Computação da UNIFEI- Campus Itabira. Prof. Maurício Khenaifes: Possui graduação em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Itajubá (1998) e mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (2006). Foi professor de engenharia elétrica - FACULDADES LOGATTI, INTESP, UNIP e UNIBAN, coordenou o setor de Qualidade de Energia na CAIUÁ/Grupo REDE, foi engenheiro eletricista na OHMS Construções Elétricas LTDA, trabalhou como fiscal das concessionárias de energia pela Agência Reguladora de Saneamento e Energia do Estado de São Paulo, através do convênio com a ANEEL e lecionou no IFSP - Instituto Federal de São Paulo. Atualmente trabalha como Professor Assistente concursado na Universidade Federal de Itajubá, campus Itabira. Tem experiência na área de Engenharia Elétrica, com ênfase em Eletrotécnica, Eletrônica e Computação. Prof. Caio Franca Merelim Magalhães: Possui graduação em Física pela Universidade Federal de Minas Gerais (2006), mestrado em Física pela Universidade Federal de Minas Gerais (2008) e doutorado em Física pela Universidade Federal de 7

8 Minas Gerais (2013). Atuação como professor no CEFET-MG de 04/2012 a 07/2013 e na Unifei desde 07/ Colegiado de curso Compete ao Colegiado as atividades de planejamento, controle e acompanhamento de cada curso de graduação. É um órgão de caráter deliberativo que age em consonância com o NDE a fim de assegurar que as atividades associadas ao curso de graduação sejam conduzidas adequadamente. De acordo com as normas da UNIFEI, cada Colegiado deve ser composto por no mínimo quatro e no máximo dez membros, sendo que destes 70% sejam docentes responsáveis por disciplinas que caracterizam a atuação profissional do graduado. Além disto, pelo menos um membro do Colegiado deve pertencer ao corpo discente do curso. Seguindo estas premissas, o Colegiado do curso de Engenharia da Computação da UNIFEI - campus Itabira tem a seguinte composição: Presidente do Colegiado: Professor Fernando Afonso Santos (coordenador do curso) Professores da área específica do curso: Professor Juliano Almeida Monte-mor (coordenador adjunto) Professor Paulo José Lage de Alvarenga Professor João Lucas Silva Professor Fernanda Rodrigues da Silva Professor Rafael Francisco dos Santos (suplente) Professores da área básica: Professor Priscilla Chantal Duarte Silva Professor Caio Franca Merelim Magalhães (suplente) Representantes dos discentes: Henrique Samensari Borges Bruno Ranieri de Moraes Galvão (suplente) O Colegiado reúne-se ordinariamente duas vezes por semestre e extraordinariamente, sempre que for convocado por seu presidente ou pelo menos um terço dos seus membros. A UNIFEI estabelece norma específica para funcionamento de colegiado de curso (Aprovada pelo CEPEAd em 05/03/ o Resolução 4a Reunião Ordinária). 1.5 Coordenador de Curso A atuação do coordenador do curso obedece ao que estabelece o Regimento Geral da UNIFEI. Conforme artigo 111, compete ao coordenador do curso: Convocar e presidir as reuniões do Colegiado, com direito, somente, ao voto de qualidade; Representar o Colegiado de Curso; Elaborar o projeto pedagógico do curso e submetê-lo ao Colegiado de Curso; Providenciar os planos de ensino de todas as disciplinas do Curso; Supervisionar o funcionamento do curso; Zelar pela qualidade do ensino do curso; 8

9 Encaminhar para apreciação do Colegiado proposta de alterações no regulamento do curso, propostas de convênios e projetos e propostas de criação, alteração ou extinção de disciplinas do curso; Tomar medidas necessárias para a divulgação do curso; Verificar o cumprimento do conteúdo programático e da carga horária das disciplinas do curso; Participar da elaboração do calendário escolar do curso; Propor os horários de aulas de cada período letivo e encaminhá-lo para apreciação da Câmara de Graduação; Comunicar aos órgãos competentes qualquer irregularidade no funcionamento do curso e solicitar as correções necessárias; Atuar junto aos Diretores de Unidades Acadêmicas na definição de nomes de docentes que atuarão no curso; Suscitar a apresentação de temas e coordenar as atividades relacionadas aos trabalhos de conclusão de curso; Coordenar o programa de estágio de formação profissional; Promover reuniões de planejamento do curso; Orientar os alunos do Curso na matrícula e na organização e seleção de suas atividades curriculares; Solicitar aos professores a divulgação dos resultados de todas as avaliações e frequência nas disciplinas, conforme o calendário escolar; Submeter ao Colegiado de Curso os nomes de membros de Comissões Examinadoras de trabalhos de conclusão de curso e de outras formas de atividades; Designar relator ou comissão para estudo de matéria a ser submetida ao Colegiado; Decidir sobre assuntos da rotina administrativa do curso; Exercer outras atribuições inerentes ao cargo. Ainda conforme o Regimento Geral da UNIFEI: O Coordenador de curso é sempre um docente, que é eleito pelo colegiado do curso para ocupar o cargo (art. 72 e 110); Para ser Coordenador, o docente deve ter mais de 2 anos no exercício do magistério na UNIFEI (art. 88); Cada curso tem um coordenador (art. 92); A presidência do Colegiado de Curso cabe ao Coordenador (art. 109). Para a fase inicial da implantação do Campus Itabira, o docente nomeado para ser o coordenador do curso de Engenharia de Computação, foi nomeado um docente da mesma área, porém lotado no campus de Itajubá. A atuação do coordenador do curso tem sido intensa em atividades como a organização do projeto pedagógico do curso, tomada de decisões referentes a formação do quadro de docentes e até mesmo arranjo do espaço físico e infra estrutura para atendimento às demandas do curso. A atuação do coordenador vem sendo decisiva nas tomadas de decisões para que a implantação do curso se consolide Histórico da coordenação do curso Para o processo inicial da criação e implantação do curso de Engenharia de Computação em Itabira, foi nomeado um docente da mesma área, porém lotado no Campus de Itajubá. Coube a este docente todas as tarefas relacionadas à implantação do curso, incluindo-se o Projeto Pedagógico do Curso e a definição de áreas para concurso de docentes. Este docente foi o Professor Enzo Seraphim, nomeado o primeiro coordenador do curso de Engenharia da Computação. 9

10 O professor Enzo Seraphim possui graduação em Tecnologia Em Processamento de Dados pelo Centro Universitário de Rio Preto (1997), mestrado em Ciências da Computação e Matemática Computacional pela Universidade de São Paulo (2000) e doutorado em Ciências da Computação e Matemática Computacional pela Universidade de São Paulo (2006). Atualmente é professor adjunto II da Universidade Federal de Itajubá. Tem experiência na área de Engenharia e Ciência da Computação, com ênfase em Banco de Dados. Currículo completo: A partir do início do ano de 2011 a coordenação do curso foi assumida pelo professor Carlos Henrique da Silveira, docente lotado no campus Itabira. O Professor Carlos Henrique da Silveira possui graduação incompleta em Ciências Biológicas ( ) e graduação completa em Ciência da Computação ( ), ambos pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. Doutorou-se em Bioinformática, também pela UFMG (2008). Teve sua tese eleita a melhor do programa em Workshop de Tem um perfil interdisciplinar, com experiência de mercado e acadêmica. No mercado, foi Gerente de TI pela RM Sistemas ( ), Assessor de TI da Inspetoria Madre Mazzarello ( ), Sócio-Gerente e Fundador da Polygonus Ltda ( ). No ensino, atuou como Professor Assistente I na Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais - PUC-MG, onde lecionou disciplinas como: Sistemas Distribuídos, Linguagem de Programação, Interface Humano-Máquina, no curso de graduação em Sistemas de Informação. Foi professor adjunto I do Departamento de Matemática e Computação - DMC, do Instituto de Ciências Exatas - ICE, da Universidade Federal de Itajubá - UNIFEI, concursado na área de Redes de Computadores e Sistemas Operacionais ( ), onde trabalhou com diversas disciplinas para os cursos de Ciência da Computação, Sistemas de Informação e várias Engenharias. Atualmente, é professor adjunto II dessa mesma universidade, mas agora lotado no novo campus avançado de Itabira- MG, integrando o corpo de docentes do curso de Engenharia da Computação. Na pesquisa, tem experiência acadêmica na área de Bioinformática, com ênfase em Bioinformática Estrutural, Quimioinformática e Nanobioinformática, atuando principalmente nos seguintes temas: Modelagem Computacional de Biomoléculas e Nanomateriais Bioativos, Integração de Banco de Dados Biológicos, Mineração de Dados Biológicos, Simulações de Dinâmica Molecular, Relação Sequência-Estrutura em Proteínas, Prospecção de Alvos Biomoleculares Terapêuticos, Moléculas ou Nanoestruturas Biomiméticas Drogáveis, Redes Interatômicas e Inter-resíduos em Proteínas. Na extensão, atuou na pós-graduação latu sensu em Engenharia Web da UNIFEI campus Itajubá, orientando alunos e sendo responsável pela disciplina Web Estática I (HTML, XML, CSS e Javascript). Administrativamente, já foi chefe interino do DMC e membro do colegiado do curso de Ciência da Computação, na UNIFEI - campus de Itajubá-MG. É o atual coordenador do curso de Engenharia da Computação, UNIFEI - campus avançado de Itabira-MG. Currículo completo: No início do ano de 2013, com o fim do mandato do professor Carlos Silveira como coordenador, este foi substituído pelo professor Rodrigo Aparecido da Silva Braga, também pertencente ao quadro de docentes permanentes da Unifei - campus Itabira. O professor Rodrigo Aparecido da Silva Braga possui graduação em Engenharia de Computação pela Universidade Federal de Itajubá (2004) e mestrado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Itajubá (2007). Já atuou como consultor em empresas do setor privado e instrutor em treinamentos na área de 10

11 programação e tecnologia da informação. Tem experiência na área de Engenharia Computação, com ênfase em desenvolvimento de sistemas embarcados e integração de hardware e software. Atuou como pesquisador em projetos de desenvolvimento de aplicações para monitoramento de redes de computadores. Atualmente é Professor Assistente II da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira. Currículo completo: Em junho de 2014 a coordenação do curso foi alterada pela última vez. O professor Rodrigo Braga foi substituído pelo professor Fernando Afonso Santos, que é o atual coordenador do curso. O Professor Fernando Afonso Santos possui graduação em Ciência da Computação ( ) pela Universidade Federal de Viçosa - UFV. Obteve os títulos de mestre e doutor em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, Departamento de Ciência da Computação, respectivamente nos anos de 2009 e Trabalhou como Engenheiro de Software no Synergia (empresa asssociada ao Departamento de Ciência da Computação da UFMG) no ano de No período de 2008 a 2009 também atuou como professor da Fundação Comunitária de Ensino Superior de Itabira - FUNCESI, lecionando disciplinas para o curso de Sistemas de Informação. Em 2010 ingressou na UNIFEI - campus Itabira, ocupando atualmente o cargo de professor Adjunto. É responsável por lecionar disciplinas de programação para o curso de Engenharia da Computação e demais cursos Engenharias. Na pesquisa, tem experiência na área de Ciência da Computação com ênfase em Pesquisa Operacional e Matemática da Computação, atuando principalmente na solução de problemas combinatórios associados a logística, especialmente em Problemas de Roteamento de Veículos. Participa de projetos de pesquisa fomentados pelo CNPq em parceria com o Departamento de Ciência da Computação da UFMG. Currículo completo: Pelo regimento geral da UNIFEI, os coordenadores devem pertencer ao quadro de servidores lotados no quadro de pessoal Universidade Federal de Itajubá e são docentes em regime de dedicação exclusiva. 2. Justificativa Em face ao crescimento tecnológico dos sistemas de computação visto nos últimos anos, a importância de um curso de Engenharia da Computação justifica-se não somente para uma região, mas para um país. Atualmente, pode-se dizer que os sistemas computacionais atuam nas mais diversas áreas de uma forma direta ou indireta. Os requisitos destes sistemas fazem com que sua implementação seja cada vez mais complexa. Por este motivo, a criação do curso de Engenharia da Computação, além de formar profissionais capacitados para atender as demandas computacionais de um mercado ainda contribui em uma área do saber considerada estratégica no desenvolvimento de qualquer nação. Historicamente, a Universidade Federal de Itajubá tem como princípio contribuir efetivamente para o desenvolvimento municipal, regional e nacional. A criação do curso de Engenharia de Computação, na cidade de Itabira, passa a contribuir para a formação de profissionais especializados em uma área do saber considerada estratégica no desenvolvimento de qualquer nação. No que se refere à postura institucional da Universidade Federal de Itajubá, o curso de Engenharia da Computação vem de encontro com as inquietações que ora 11

12 nos assolam; e enquadra-se no processo natural de evolução da nossa Universidade rumo a uma Instituição de Ensino Superior mais produtiva, eficiente e de amplo espectro de atuação, tal como determina as suas principais diretrizes. 2.1 Missão Promover a formação continuada de profissionais para atuarem na área de Engenharia de Computação, conforme as diretrizes do MEC e em consonância com a missão da Universidade Federal de Itajubá, que é a de gerar, sistematizar, aplicar e difundir conhecimento, ampliando e aprofundando a formação de cidadãos e profissionais qualificados, e contribuir para o desenvolvimento sustentável do país, visando à melhoria da qualidade da vida. 3. Objetivo Geral O curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira tem, por objetivo, a formação de recursos humanos para o desenvolvimento científico e tecnológico da computação (hardware e software), assim como, para a aplicação das tecnologias relacionadas a computação nos interesses da sociedade, de modo a atender as suas necessidades. 3.1 específicos Preparar profissionais qualificados para atuarem nas áreas pertinentes à Engenharia de Computação, com competências e habilidades condizentes à sua atuação profissional, a saber: Domínio de conhecimentos técnicos: A formação de um Engenheiro de Computação tem que ser fundamentada em sólidos conhecimentos tanto de áreas específicas como de áreas correlatas. Deve-se lembrar que esse profissional é, antes de tudo, um engenheiro e deve ser capacitado para aplicar a matemática, a física, a ciência da computação e as tecnologias modernas em soluções computacionais eficientes, seguras e confiáveis, que sejam importantes para o bem estar e a segurança da sociedade. Habilidade na resolução de problemas: Os egressos do curso de Engenharia de Computação devem ter uma sólida experiência na identificação, formulação e resolução de problemas de engenharia em uma variada gama de circunstâncias. Devem saber desenvolver e/ou utilizar metodologias e técnicas relevantes para planejar, projetar e analisar sistemas, produtos e processos, que envolvam software, hardware e que integram ambos. Capacidade de avaliação: Um engenheiro da computação deve ter a capacidade não só de projetar e conduzir experimentos, mas também de interpretar resultados, assim como, avaliar criticamente a viabilidade econômica, a operação e a manutenção de sistemas e de projetos de Engenharia de Computação. Em um contexto social e ambiental, o engenheiro da computação deve ter ainda a capacidade de avaliar o impacto das atividades pertinentes à engenharia da computação. Facilidade de interação e comunicação: O Engenheiro de Computação tem que ser um profissional altamente qualificado para atuar, muitas vezes em equipe, com outros profissionais da área de 12

13 computação e de outras áreas. Para isso, é imprescindível que esse profissional tenha facilidade para interagir com as pessoas e para se comunicar adequadamente. Competência para participar e gerenciar projetos: É muito importante que o engenheiro da computação tenha disposição para participar de forma ativa e efetiva nas ações pertinentes à engenharia da computação, assim como, capacidade para coordenar, supervisionar e gerenciar projetos e serviços de engenharia como, por exemplo, a operação e a manutenção de sistemas associados à computação. Atitude de responsabilidade: O curso de Engenheira de Computação deve atuar de modo a formar profissionais com ética e cientes das suas responsabilidades profissionais e sociais. Esse profissional não pode perder de vista que sempre deve utilizar seus conhecimentos para o bem estar da humanidade. Desenvolvimento do autoaperfeiçoamento: É fundamental que os egressos dos cursos de Engenharia de Computação estejam em permanente busca de atualização técnica e profissional. Portanto, é necessário que o Engenheiro de Computação desenvolva, durante a sua formação acadêmica, habilidades para a pesquisa e autoaprendizagem. 4. Perfil do Egresso O curso de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira visa formar um profissional qualificado com capacidades técnicas para: Utilizar os seus conhecimentos de matemática, física, ciência da computação e de tecnologias modernas, nas diferentes áreas aplicadas, que necessitem soluções pertinentes à engenharia da computação e que sejam eficientes, seguras, confiáveis e de relevância à sociedade; Identificar, formular e resolver problemas de engenharia que envolvam hardware, software ou a integração de ambos, para uma variada gama de aplicações; Desenvolver e/ou utilizar metodologias e técnicas relevantes para planejar, projetar, desenvolver, testar e analisar sistemas, produtos e processos, que envolvam software, hardware e que integrem ambos; Tirar proveito das tecnologias já estabelecidas ou desenvolver novas técnicas, para projetar e conduzir experimentos, assim como, interpretar seus resultados; Avaliar criticamente a viabilidade econômica, a operação e a manutenção de sistemas e de projetos de Engenharia de Computação; Interagir com o ambiente em que produtos e serviços pertinentes à engenharia da computação operam ou irão operar; Atuar com afinidade e de forma expressiva com profissionais de outras áreas de engenharia, especialmente daquelas áreas relacionadas à engenharia elétrica; Poder se especializar através de cursos de pós-graduação. Do ponto de vista ético-social os egressos do curso de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Itajubá são preparados para: Avaliar o impacto das atividades pertinentes à engenharia da computação no contexto social e ambiental; 13

14 Atuar em equipes com outros profissionais da área de computação e/ou de outras áreas; Interagir com pessoas de diferentes áreas e se comunicar eficientemente; Participar com disposição, de forma ativa e efetiva nas questões pertinentes à engenharia da computação; Coordenar, supervisionar e gerenciar projetos e serviços pertinentes à engenharia da computação como, por exemplo, a operação e a manutenção de sistemas que combinam hardware e software; Atuar com ética e consciência de suas responsabilidades profissionais e sociais; Utilizar os seus conhecimentos sempre para o bem estar da humanidade; Permanentemente buscar atualização técnica e profissional, visando o autoaprimoramento e o incentivo a novos desafios; Atuar na pesquisa de tecnologias relacionadas à computação; Acompanhar a evolução da computação e de novas tecnologias. Espera-se que o egresso do curso de Engenharia da Computação da UNIFEI - campus Itabira se forme um cidadão que contribuirá para a construção de uma sociedade de respeito e igualdade étnico-racial e que utilizará de sua profissão e da ciência como meios de valorização da vida, sua diversidade e preservação do meio ambiente. 4.1 Área de Atuação e Mercado de Trabalho A formação de um Engenheiro de Computação vai dos fundamentos da engenharia à Ciência da Computação, passando pelas técnicas em hardware, software e aplicações da Informática. Esse perfil habilita o engenheiro da computação a atuar em várias áreas onde a computação se faz presente, seja no nível de hardware, de software ou onde haja a integração de hardware e software. Devido ao processo global de informatização, o Engenheiro de Computação atualmente dispõe de várias frentes de trabalho como, por exemplo, em empresas que produzem computadores e/ou softwares ou em empresas que façam uso dos recursos da informática em pequena, média ou larga escala. Existe ainda a possibilidade de atuação até mesmo nas universidades, além das indústrias de processos, grupos financeiros e centros de pesquisa e de desenvolvimento. Os Engenheiros de Computação podem atuar nos campos da Informática, de sistemas computacionais e de sistemas de informação, sistemas eletroeletrônicos, circuitos impressos e integrados, sistemas embarcados, telecomunicação e redes, infraestrutura de TI, Data Centers, computação de alto desempenho, entre outros. Quanto ao mercado, cabe ressaltar que o campus Itabira possuir localização privilegiada tendo em um raio de 136 km unidades de nove das principais indústrias com sede em Minas Gerais segundo o XVI Ranking Mercado Comum de Empresas Mineiras , conforme pode ser visto na Tabela 1. Em todas estas empresas existe uma grande demanda por mão de obra especializada em serviços prestados por Engenheiros de Computação. Portanto, a formação dos alunos apresentará um impacto positivo com o aprimoramento desta mão de obra. Por outro lado, este fato também auxilia a qualificação da formação dos alunos no campus Itabira, pois facilita a execução de estágios e desenvolvimento de trabalhos de conclusão de cursos. 14

15 Nome da Empresa Receita Líquida 2011 (R$ Bilhões) Localização de Unidade em MG Distância em km de Itabira Vale S.A. 110,1 Itabira - ArcelorMittal Brasil 17,3 João Monlevade 30 S.A. Gerdau Açominas 26,3 Barão de Cocais 63 S.A. Banco BMG S.A. 3,92 Belo Horizonte 108 Cemig S.A. 12,8 Belo Horizonte 108 MRV Engenharia S.A. 4,1 Belo Horizonte 108 Usiminas Usinas 13,5 Belo Horizonte / 108 Sider. M.G. S.A. Ipatinga Samarco Mineração 7,1 Mariana 135 S.A. Fiat Automóveis S.A. 21,4 Betim 136 Tabela 1: Empresas de elevado aporte financeiro em Itabira e região. 5. Políticas Institucionais 5.1 Políticas de Ensino Por se tratar de uma instituição de ensino público federal, a UNIFEI cumpre os requisitos legais vigentes: Constituição Federal, Lei de Diretrizes e Bases da Educação, Sistema Nacional de Avaliação, Diretrizes Curriculares Nacionais e seus desdobramentos e regulamentos internos. Em primeiro lugar, cabe cumprir o que estabelece a Constituição Federal - CF, que determina que a educação é direito de todos que deve ser assegurado pelo Estado. Além disto, há também os princípios sobre os quais o ensino é ministrado e, principalmente, a indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão por ser uma Universidade. Os temas abordados na CF são replicados e detalhados na Lei 9394, de 1996, que estabelece as diretrizes e bases de educação Nacional (LDBN). As diretrizes e princípios, pedagógicos e administrativos, da Universidade baseiam-se, portanto, na LDBN. Criado pela Lei n , de 14 de abril de 2004, o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES) é formado por três componentes principais: a avaliação das instituições, dos cursos e do desempenho dos estudantes. Avalia os aspectos que associados ao ensino, pesquisa, extensão, responsabilidade social, desempenho dos alunos, gestão da instituição, corpo docente e instalações físicas. A UNIFEI é 15

16 submetida a estes processos de avaliação pelas comissões externas tanto nos processos de credenciamento quanto de reconhecimento de cursos conforme cronograma estabelecidos pelo Ministério da Educação. Além disto, a UNIFEI também realiza seus próprios processos de avaliação interna e de auto-avaliação. Ainda conforme cronograma, os alunos participam do ENADE. Os processos de credenciamento institucional e reconhecimento de cursos, bem como as renovações desses processos estão detalhados na Portaria Normativa 40, de dezembro de 2007, reeditada em No que se refere às Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação das Relações Étnico-Raciais e para o Ensino de História e Cultura Afro-Brasileira e Indígena (Lei n de 10/03/2008; Resolução CNE/CP N 01 de 17 de junho de 2004) e às Políticas de Educação Ambiental (Lei nº 9.795, de 27 de abril de 1999 e Decreto Nº de 25 de junho de 2002), a UNIFEI vem a buscando medidas para implementação dessas políticas. Algumas ações, sob a forma de realização de eventos e projetos, já se encontram em andamento. Mesmo que não consiga envolver a totalidade dos alunos, pelas restrições impostas pelo número de docentes e espaço físico, algumas ações nessas direções já foram realizadas e fazem parte das atividades anuais da Universidade. O processo seletivo para o preenchimento das vagas iniciais para os cursos de graduação da UNIFEI cumpre o que estabelece a Lei 12711/12, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais. Nos termos do artigo oitavo dessa lei, a UNIFEI iniciou em 2013 o processo de reserva de vagas àqueles estudantes que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. Em 2016 será atingida a garantia de reserva de 50 por cento das vagas iniciais reservadas a estes estudantes. Internamente, os cursos de graduação da UNIFEI cumprem ao que é estabelecido pela Norma para os Programas de Formação em Graduação, aprovado pelo Conselho de Ensino Pesquisa Extensão e Administração da UNIFEI em Os detalhamentos do funcionamento dos cursos de graduação e sua respectiva estrutura curricular são definidos pelos Colegiados de Cursos em consonância com o Núcleo Docente Estruturante. 16

17 5.2 Comunicação da IES com a Comunidade Interna e Externa A Secretaria de Comunicação (SECOM), órgão executivo da UNIFEI, subordinada diretamente à Reitoria, é responsável por coordenar, fiscalizar e superintender todas as atividades referentes à comunicação institucional interna e externa. Entre os objetivos da Secretaria está promover, de maneira eficaz, a comunicação entre a Universidade e seus públicos de interesse, de maneira integrada, sinérgica e dinâmica. Tendo como diretrizes a ética, o comprometimento, o respeito e a transparência em prol da própria instituição. É competência da SECOM informar às comunidades interna e externa sobre a produção científica e cultural, bem como os atos administrativos da UNIFEI, através da editoração e divulgação eletrônica do Boletim Interno Semanal BIS. Para a realização das atividades da secretaria são utilizados: listas de divulgação interna de s; Redes Sociais Digitais; Canais em sites de compartilhamento de vídeos; a Rádio Universitária e o BIS Publicação semanal oficial da instituição. Uma função importante desempenhada pela SECOM é a divulgação institucional feita para atrair estudantes a se tornar parte do corpo discente. Esta divulgação é feita diretamente nas escolas da região, com convites para visitas à universidade e com a participação em feiras e eventos. As políticas aplicadas pela Secretaria são: permitir que sociedade se expresse com a universidade; estabelecer novos veículos de comunicação que permitam transparência entre a instituição e seus públicos; manter contato direto e um bom relacionamento com a imprensa local e regional, garantindo o espaço da universidade na mídia. Para a realização das atividades de comunicação externa da secretaria são utilizados, prioritariamente, o Portal Oficial da Universidade; Redes Sociais Digitais; Canais em sites de compartilhamento de vídeos e a Rádio Universitária. 17

18 5.3 Programa de Atendimento aos Estudantes O Núcleo Pedagógico da Universidade Federal de Itajubá, Campus Itabira, integrante da estrutura organizacional da Diretoria Acadêmica, é responsável, entre outras funções, pelo atendimento ao discente no que se refere às demandas acadêmicas. Responsabiliza-se, em harmonia com a Coordenação de Curso, pela orientação ao discente quanto às normas de graduação, critérios de aprovação, programa de assistência estudantil, estágios curriculares e projetos acadêmicos, como o Programa de Educação Tutorial (PET) entre outros. Como política de atendimento ao discente, baseia-se nos princípios da transparência, clareza e publicidade das informações e configura-se como espaço de escuta e acolhimento para que sejam realizados os encaminhamentos necessários à resolução das demandas estudantis. Demandas que se relacionam à vida acadêmica tais como atendimento psicológico, médico, e demais serviços sociais e pedagógicos, que visam proporcionar a permanência, com sucesso, do estudante na instituição. Compete ao Núcleo Pedagógico prestar atendimento aos pais e responsáveis sobre rendimento dos alunos, orientando-os acerca das atividades acadêmicas e enfatizando a importância da presença familiar para o bom desenvolvimento acadêmico do estudante. Por meio de entrevistas e conversas com a família são traçadas ações que buscam minorar as dificuldades de permanência na instituição bem como estratégias para a melhoria do processo de ensino-aprendizagem. Dessa forma, portanto, este grupo de trabalho posiciona-se, no Campus de Itabira, como mediador da relação professor-aluno-conhecimento, em busca da melhoria do desempenho acadêmico, do bem-estar e da autonomia intelectual do educando. Por fim, destaca-se que o Núcleo Pedagógico é um espaço que busca integrar discentes, docentes e técnico-administrativos para a promoção de ações que permitam a indissociação das atividades de ensino, pesquisa e extensão, apoiando os eventos de divulgação da Universidade, Encontros da Universidade Empreendedora, Recepção dos Ingressantes, Programa de Projeto Pedagógico do Curso de Engenharia da Computação UNIFEI - Campus Itabira. Educação Tutorial, permitindo assim a aproximação do aluno com a comunidade local e com as demandas da sociedade na qual está inserida. O Núcleo é composto por duas Pedagogas e duas Técnicas de Assuntos Educacionais. No campus Itabira também existe uma Assistente Social, responsável pela operacionalização do Programa de Assistência Estudantil na instituição. Para os 18

19 atendimentos especializados, como serviços de psicologia e médicos, o Campus de Itabira conta com a cooperação da Prefeitura Municipal de Itabira para a disponibilização desses profissionais e, também, daqueles lotados no Campus Itajubá. Outra política de atendimento ao discente é o programa de Assistência Estudantil da UNIFEI, que segue as diretrizes estabelecidas pelo Programa Nacional de Assistência Estudantil - PNAES. São objetivos do PNAES: - Democratizar as condições de permanência dos jovens na educação superior pública federal; - Minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais na permanência e conclusão da educação superior; - Reduzir as taxas de retenção e evasão; - Contribuir para a promoção da inclusão social pela educação. Além dos objetivos acima elencados, esse programa visa a atender alunos em situação de vulnerabilidade socioeconômica, regularmente matriculados nos cursos presenciais de Graduação nos Campi de Itajubá e Itabira. Conforme classificação socioeconômica, os alunos selecionados podem receber um auxílio financeiro, por meio da Bolsa Auxílio Permanência e Alimentação. 5.4 Políticas e Ações de Acompanhamento aos Egressos Nas dez dimensões avaliativas contempladas pelo SINAES, a nona dimensão faz referência a Políticas de atendimento aos estudantes, devendo ser considerada a inserção profissional dos egressos e a participação dos egressos na vida da instituição. O egresso enfrenta no seu cotidiano de trabalho situações complexas, que o levam a confrontar as competências desenvolvidas, durante o curso, com as requeridas no exercício profissional. Com esta experiência, o egresso é capaz avaliar a adequação da estrutura pedagógica do curso que foi vivenciado, com os aspectos intervenientes no processo de formação acadêmica. Neste contexto, a UNIFEI, tem como política desenvolver um permanente e produtivo relacionamento com seus egressos como fonte de informação, divulgação, avaliação e financiamento de suas atividades e resultados acadêmicos. Pois, as informações provenientes destes podem apoiar as ações e decisões acadêmicas e estratégicas da UNIFEI. 19

20 O relacionamento da UNIFEI com seus ex-alunos ocorre de forma concreta há muito tempo. A mais remota referência sobre a Associação dos Diplomados foi encontrada na Revista Eletrotécnica de abril de 1938, editada pelo Diretório Acadêmico do Instituto Eletrotécnico de Itajubá (IEI). A Associação dos Ex-Alunos, tem como finalidade de congregar os egressos da instituição, procurando manter seu espírito e suas tradições, fortalecendo os vínculos entre ex-alunos e Universidade. Atualmente, além da Associação dos Diplomados da Universidade Federal de Itajubá (AD-UNIFEI) Nacional, existem as regionais da Baixada Santista; Belo Horizonte; Brasília; Campinas; Campo Grande; Curitiba; Florianópolis; Itajubá; Macaé; Manaus; Mogi das Cruzes; Poços de Caldas; Rio de Janeiro; Salvador; São Paulo; Vale do Paraíba; Vitória e Volta Redonda. Estas associações têm por objetivo fazer um mapeamento dos ex-alunos no cenário profissional. A Associação dos Diplomados objetiva monitorar a inserção no mercado de trabalho, detectando os sucessos e as dificuldades enfrentadas na carreira profissional, o fomento à educação continuada com os cursos oferecidos pelas fundações de apoio e a divulgação de oportunidades de trabalho, mantendo-se, assim, um canal de comunicação eficaz com o ex-aluno da UNIFEI. Buscando manter aberto um canal de comunicação e continuar a relação iniciada durante o curso, a UNIFEI procura ampliar o acompanhamento das atividades desenvolvidas pelos seus egressos. Iniciativas pontuais e descentralizadas também podem ser observadas em alguns departamentos que realizam este acompanhamento, por meio das coordenações de cursos que mantém aberto o contato com o ex-aluno, por meio de sites ou divulgando as atividades acadêmicas do curso e permitindo que os egressos possam interagir com os professores. A Diretoria de Prospecção Acadêmica e Profissional tem como meta a criação de um sistema informatizado de acompanhamento de egressos. Este sistema permitirá buscar informações sobre as atividades desenvolvidas pelos egressos no mercado de trabalho e disponibilizar informações sobre cursos de extensão e outras atividades oferecidas pela UNIFEI. Ao acompanhar o sucesso e a dificuldade dos profissionais aqui formados, a UNIFEI busca direcionar seus projetos de formação continuada às necessidades dos profissionais de cada área. Esse mesmo sistema poderá receber contribuições dos egressos para a melhoria das matrizes curriculares. Além disso, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação tem feito o acompanhamento de seus titulados, mestres e doutores, utilizando a base eletrônica 20

21 de dados (ex.: Plataforma Lattes CNPq) para coleta e posterior apresentação, divulgação e analise de informações atualizadas dos egressos visando o grau de inserção de seus programas de pós-graduação. da Diretoria de Prospecção Acadêmica e Profissional: Atualização continuada das estruturas curriculares dos cursos de graduação, em conjunto com os Núcleos docentes Estruturantes de cada Programa de Formação; Celebrar convênios com empresas tendo como embaixadores os egressos; Formação continuada atualizada atendendo as necessidades do mercado. 6. Requisitos Legais e Normativos 6.1 Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-raciais e para o ensino de História e Cultura Afro-brasileira, Africana e Indígena. As ações que contemplam a Educação das Relações Étnico-Raciais e o tratamento de questões/temáticas relacionadas aos afrodescendentes, na Universidade Federal de Itajubá são concretizadas através de disciplinas, eventos e seminários. Dessa forma, procura-se abordar a temática, não apenas numa perspectiva disciplinar, mas transdisciplinar, abordando-a tanto nas disciplinas referentes à Cidadania e Responsabilidade Social, Ciência, tecnologia e Sociedade, por exemplo, quanto através de grupos de trabalho, como os PET's e diversos eventos, seminários e mini-cursos, eventos que envolvem comunidade interna e externa. Com o objetivo de desenvolver conteúdos, competências, atitudes e valores, a UNIFEI promove um seminário temático anual: o Seminário de Inclusão. Ele tem como objetivo a ressignificação do olhar sobre as interfaces inclusivas de pessoas com necessidades educacionais especiais, relações étnico-raciais e questões de gênero, tem como objetivo fomentar discussões sobre os seguintes temas: Direitos Humanos e Sociais, questão étnico-racial, questão de gênero, pessoas com necessidades educacionais especiais. A partir das atividades propostas, os participantes podem consolidar um olhar ressignificado acerca dos temas abordados. No campus de Itajubá, o aluno pode ainda cumprir como disciplinas obrigatória, optativa ou eletiva as disciplinas Diversidade e Inclusão I e Diversidade e Inclusão II. 21

22 - Diversidade e Inclusão I - com 32 horas/aula e a seguinte ementa: Exclusão Social: As noções de Discriminação, Preconceito e Estereótipos. Inclusão Social: Valores, Democracia e Direitos Humanos. A dialética inclusão/exclusão nas dimensões de raça-etnia, classe / condição social, gênero e aspecto físico. - Diversidade e Inclusão II - com 32 horas/aula e seguinte ementa: Estudo das deficiências, desde a evolução do conceito, passando pelos diversos tipos de comprometimentos apresentados nos diferentes quadros de desenvolvimento. Trabalho do professor junto às pessoas com necessidades especiais, no que diz respeito à inclusão social e escolar. 6.2 Políticas de Educação Ambiental Com intuito de induzir e fortalecer a conscientização ambiental em seus alunos, a UNIFEI promove eventos periódicos relacionados ao assunto. Mais especificamente, são realizados dois eventos anuais: SEMEAR (Seminário de Meio Ambiente e Energias Renováveis): promovido pelo Instituto de Recursos Naturais da Universidade Federal de Itajubá (IRN/UNIFEI), juntamente com a Secretaria de Meio Ambiente da Prefeitura Municipal de Itajubá. O evento visa contribuir para discussão, integração e intercâmbio entre alunos de graduação e pós-graduação com a comunidade de Itajubá e região. Veja o link Jornada de Iniciação Científica, Tecnológica e de Inovação em que trabalhos de Iniciação Científica, inclusive na área de Educação Ambiental, onde são apresentados trabalhos associados à educação Ambiental através dos alunos do curso de Engenharia Ambiental. Além da participação em eventos, no campus Itabira, ainda existe a disciplina Ciência do Ambiente, obrigatória para os nove cursos de engenharia do campus. Esta disciplina tem carga-horária de 64 horas/aula e a seguinte ementa: Fundamentos de Ecologia. Poluição Ambiental: água, ar, solo. Tecnologias de controle de poluição. Gestão ambiental. Legislação ambiental. Avaliação de impactos ambientais. 6.3 Diretrizes Nacionais para a Educação em Direitos Humanos A Educação para Direitos Humanos é abordada numa perspectiva disciplinar e transdisciplinar. No campus Itabira, está inserida nas ementas das disciplinas relativas 22

23 à Cidadania e Responsabilidade Social, Ciência, Tecnologia e Sociedade, mas também é abordado nas diversas atividades de extensão e grupos de trabalho, como os PET's. 7. Fundamentos Didático-Pedagógicos e Metodológicos Os princípios didático-metodológicos do curso têm por base as diretrizes do Plano de Desenvolvimento Institucional e do Projeto Pedagógico Institucional da Universidade Federal de Itajubá. A prática docente alicerça-se no respeito à pluralidade de concepções pedagógicas e na autonomia do docente para o planejamento didático, desde que atendidas as diretrizes prevista neste PPC. Os conteúdos programáticos serão desenvolvidos com base em metodologias que favoreçam o trabalho em equipe; a (re) construção coletiva e colaborativa do conhecimento; a resolução de problemas de forma crítica, sustentável e socialmente relevante; a utilização inventiva das tecnologias de informação e comunicação; relação dialógica entre teoria e prática, realçando a aplicabilidade das propostas de intervenção na sociedade. Para alcançar os objetivos propostos neste PPC, portanto, será preciso o desenvolvimento de uma prática pedagógica que privilegie atividades próximas dos problemas colocados pela sociedade atual, fugindo assim de uma metodologia de ensino livresca, baseada na transmissão de informação e na reprodução acrítica do saber instituído. A busca pela integração entre a teoria e prática é contemplada principalmente em atividades de laboratório, realização de visitas técnicas, além de realização de projetos que têm como escopo problemas presentes na realidade. Além disso a articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão é realizada também por meio da proposição de atividades complementares, inclusive como requisito para conclusão do curso. Este PPC reconhece que tanto a produção do conhecimento, quanto sua multiplicação e aplicação precisam atender às questões da contemporaneidade e precisam ter como foco a melhoria da qualidade de vida e bem estar social. Assim, a valorização das atividades do corpo discente visa promover o seu desenvolvimento técnico e social, contribuindo para a formação do egresso apresentada. Em resumo, elencamos os seguintes princípios norteadores para o curso de Engenharia de Computação da UNIFEI: - O compromisso ético com a solução de problemas sociais relacionados à Engenharia de Computação; - O desenvolvimento de conhecimentos alicerçados em uma ótica interdisciplinar com ênfase na aplicação de tecnologias para o equacionamento de questões sociais e ambientais; - A aliança entre as atividades de ensino, pesquisa e extensão para uma formação que permita ao egresso uma visão holística do campo de trabalho em que poderá atuar; - Formação técnica de excelência que permita a seus egressos adquirir a segurança para atuar com a responsabilidade e ética que a profissão de engenharia requer. Uma vez que a instituição se encontra inserida numa realidade social diversificada, faz-se necessário compreender as condições e os condicionantes desta, 23

24 de modo a definir o que deve ser objeto de estudo em seus currículos tanto quanto o modo e a profundidade com os quais os conhecimentos serão abordados. Nessa perspectiva, propõe-se o seguinte: - A relação teoria e prática deverá ser entendida como eixo articulador da produção do conhecimento na dinâmica do currículo; o desenvolvimento da autonomia do aluno relaciona-se com os processos de construção e reconstrução do conhecimento; - A pesquisa deve ser incorporada ao processo de aprendizagem do aluno, visando à modificação da sua atitude diante do mundo; - O aluno deve ser instigado a formular e resolver problemas possibilitando, desta forma, o desenvolvimento da sua capacidade de pesquisa; - A prática e a ampliação dos conhecimentos adquiridos, mediante experiências em espaços e momentos de formação externos, como cursos extracurriculares, seminários, feiras, atividades culturais, farão parte dos processos formativos do aluno, na medida em que sua formação não se restringe à sala de aula; - O processo de formação profissional deve estar comprometido com a ética e com o desenvolvimento humano; - O currículo, de processo avaliativo constante, pensado de forma a promover a formação do aluno que saiba buscar alternativas, que tenha capacidade de avaliação e de intervenção no mundo. Sabe-se que a formação de uma proposta política pedagógica é dinâmica e representa um desafio constante que direciona e impulsiona a busca pelo alcance do fazer pedagógico pleno no processo de ensino e aprendizagem. 7.1 Sistemas de Avaliação Avaliação do Discente Em todas as atividades do curso de Engenharia da Computação a avaliação dos alunos se dará mediante os critérios de avaliação, conforme Resolução 218 de 27/10/2010, da Universidade Federal de Itajubá. A avaliação do processo de aprendizagem individual de cada disciplina é descrito no plano de ensino. Os docentes são incentivados a diversificarem o processo avaliativo. O curso de Engenharia da Computação tem quatro tipos de componentes curriculares: Disciplinas (regulares, optativas e eletivas), Trabalho Final de Graduação, Estágio Supervisionado e as Atividades Complementares. As regras para verificação do rendimento escolar destes componentes também estão estabelecidas na Norma de Graduação. O sistema de avaliação do processo de ensino aprendizagem dos alunos do curso de Engenharia da Computação está regulamentado por essa mesma Norma. A verificação do rendimento escolar será feita por componente curricular, abrangendo os aspectos de frequência e aproveitamento, ambos eliminatórios. É de responsabilidade dos docentes a verificação do rendimento escolar e frequência acadêmica. Entende-se por frequência acadêmica o comparecimento às atividades didáticas de cada componente curricular. Será considerado aprovado em frequência o aluno que obtiver pelo menos 75% de assiduidade nas atividades teóricas e práticas. Nos componentes curriculares é obrigatória a proposição de atividades de avaliação. A forma, a quantidade e o valor relativo das atividades de avaliação constarão obrigatoriamente dos planos de ensino. Os lançamentos de notas dos componentes curriculares serão definidos como: 24

25 - Tipo M: no qual as notas serão bimestrais. A Média das Notas será calculada por meio de média aritmética; - Tipo N: no qual haverá uma única nota no período. Essas definições serão estabelecidas pelos Colegiados de Cursos, com acordo para os componentes curriculares comuns entre os vários cursos. Para TFG e Estágio Supervisionado, o lançamento de notas seguirá o Tipo N. Para aprovação nos componentes curriculares, o aluno deverá obter Média das Notas igual ou superior a 60, além da frequência mínima prevista. O aluno que obtiver Média das Notas inferior a 60, e a frequência mínima exigida, terá direito a uma nota de Exame, para disciplina com lançamento de notas do tipo M. Para ser aprovado com Exame, o aluno deverá obter média aritmética igual ou superior a 60. Para efeito de classificação do aluno, durante o curso, serão calculados, ao final de cada período, coeficientes de desempenho acadêmico conforme segue: (i) coeficiente de desempenho acadêmico do período, calculado pela média ponderada das médias obtidas nas disciplinas constantes da estrutura curricular, cursadas no período, tendo como peso as respectivas cargas horárias totais; (ii) coeficiente de desempenho acadêmico geral, calculado pela média ponderada das médias obtidas nas disciplinas cursadas constantes da estrutura curricular, tendo como peso as respectivas cargas horárias totais; (iii) para o Trabalho Final de Graduação (TFG) e o Estágio Supervisionado, o lançamento de notas seguirá o Tipo N Sistema de Avaliação do Projeto de Curso A avaliação do curso de Engenharia da Computação ocorrerá, tanto interna quanto externamente, conforme prevê o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (SINAES), criado pela lei nº de 14 de abril de 2004, caracterizada por instrumentos quantitativos e qualitativos do processo ensino aprendizagem. Esse duplo processo avaliativo tem como objetivo geral a formação e o desenvolvimento de um projeto acadêmico baseado nos princípios da democracia, autonomia, pertinência e responsabilidade social. A formulação inicial e a revisão periódica desse projeto são de responsabilidade do Núcleo Docente Estruturante (NDE) do curso de Engenharia de Computação, constituído por docentes, mestres e doutores, com experiência nas áreas do curso Avaliação Externa à Universidade Conforme calendário de avaliação nacional de cursos, os alunos participarão do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (ENADE). Este exame integra o SINAES e tem como objetivo aferir o rendimento dos alunos dos cursos de graduação em relação aos conteúdos, habilidades e competências do profissional a ser formado. O resultado da avaliação externa será utilizado como parâmetro e metas para o aprimoramento do curso. Os alunos matriculados no curso de Engenharia da Computação no campus Itabira ainda não participaram de nenhum ciclo do ENADE. A primeira participação está prevista para novembro de

26 7.1.4 Avaliação Interna à Universidade a) Comissão Própria de Avaliação (CPA) O acompanhamento do curso dar-se-á através de avaliações e autoavaliações fornecidas pela Comissão Própria de Avaliação (CPA) da UNIFEI e pelos resultados advindos do ENADE. A CPA da UNIFEI tem como atribuição conduzir os processos de avaliação internos da instituição, sistematizar e prestar as informações solicitadas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). Uma vez instalada, a CPA tem como um de seus objetivos articular discentes, docentes, técnicos administrativos e diretores em um trabalho de avaliação contínua da atividade acadêmica, administrativa e pedagógica da Instituição. A coordenação do curso de Engenharia da Computação optou por fazer uso de seus mecanismos e informações por ela coletadas para o acompanhamento e a avaliação do curso. A proposta de avaliação da CPA visa definir os caminhos de uma autoavaliação da instituição pelo exercício da avaliação participativa. As avaliações da CPA são feitas tomando por princípio as dimensões já estabelecidas em legislação: 01) Missão e o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI); 02) Política para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação e a extensão; 03) Responsabilidade social da instituição; 04) Comunicação com a sociedade; 05) Políticas de pessoal; 06) Organização e gestão da instituição; 07) Infraestrutura física; 08) Planejamento e avaliação; 09) Políticas de atendimento aos estudantes e 10) Sustentabilidade financeira. Compõem a metodologia da CPA atividades de sensibilização, visando obter grande número de adesões ao processo, aplicação de questionários, análise dos dados obtidos, elaboração de relatório e divulgação. O ciclo de avaliações é anual e realizado por meio de questionário eletrônico, disponibilizado no site da Universidade e processamento das informações obtidas pelos membros da CPA. No processo de autoavaliação institucional, são abordadas questões referentes a: aspectos da coordenação de curso (disponibilidade do coordenador, seu reconhecimento na instituição, seu relacionamento com o corpo docente e discente bem como sua competência na resolução de problemas); projeto pedagógico do curso (seu desenvolvimento, formação integral do aluno, excelência da formação profissional, atendimento à demanda do mercado, metodologias e recursos utilizados, atividades práticas, consonância do curso com as expectativas do aluno); disciplinas do curso e os respectivos docentes (apresentação do plano de ensino, desenvolvimento do conteúdo, promoção de ambiente adequado à aprendizagem, mecanismos de avaliação, relacionamento professor-aluno etc.). O relatório final do período avaliado é disponibilizado a todos os segmentos (docentes, servidores técnico-administrativos, discentes, ex-alunos e comunidade externa) e também encaminhado para o INEP/MEC. As avaliações de itens específicos relacionados ao curso são encaminhadas, pela CPA, ao coordenador do curso. Cabe ao Colegiado analisar os resultados da avaliação e estabelecer diretrizes, ou consolidá-las, conforme o resultado da avaliação Avaliação do Docente A CPA é responsável pelo estabelecimento e acompanhamento de políticas de valoração e avaliação do corpo docente, conforme parâmetros dos SINAES. 26

27 7.2 Implementação das políticas institucionais constantes do Plano de Desenvolvimento Institucional PDI, no âmbito do curso O Projeto Pedagógico da Unifei advém de um momento no qual a Universidade revê suas funções e delineia suas possibilidades frente às mudanças científicotecnológicas, sócio-políticas e econômico-culturais que caracterizam e modificam a dinâmica mundial, interferindo na própria realidade da Sociedade Brasileira, em particular. Para além das funções de Formação e de Geração e Aplicação do Conhecimento, a UNIFEI deve atuar de modo a ser considerada, também uma Universidade Intelectual, que exercerá a reflexão crítica sobre temas relevantes das realidades interna, local, regional, nacional e internacional; uma Universidade Social, que tratará de questões sociais relevantes, tanto da nossa comunidade interna como da sociedade que nos é mais próxima; Uma Universidade Cultural, que privilegiará e valorizará os talentos da Universidade; uma Universidade Empreendedora, que abordará questões como o intra-empreendedorismo e a formação de empreendedores sociais e empreendedores empresários, uma Universidade Agente de Desenvolvimento, que terá a responsabilidade de colocar o conhecimento existente ou gerado na nossa instituição a serviço do desenvolvimento sócio-econômico-cultural do nosso município, região e país. Como uma extensão natural desta vocação, a UNIFEI deve expandir e passar a atuar de fato, como verdadeiro agente do desenvolvimento local e regional, participando de forma substantiva, para o processo de interiorização do desenvolvimento sócio-econômico-cultural, de que tanto o país precisa. Diretamente ligada a essa vocação, a UNIFEI incluiu em seu Projeto de Desenvolvimento Institucional políticas de expansão Universitária. Sendo a UNIFEI uma instituição pública federal, ela está sujeita às políticas estabelecidas pelo Ministério da Educação. Dando prosseguimento a uma política de expansão capaz de oferecer um atendimento mais amplo e diversificado à demanda nacional e, sobretudo, regional de formação de profissionais da área tecnológica, em 2008 foi possível dar início ao projeto de expansão com o inicio da implantação do campus de Itabira. O projeto de expansão é fruto de parceria pioneira entre a Universidade Federal de Itajubá, governo local (Prefeitura Municipal), setor privado (empresa VALE) e Ministério da Educação (MEC) e consiste na criação de um campus da UNIFEI em Itabira que, inicialmente, oferta 9 cursos de graduação, entre eles, o de Engenharia da Computação. A UNIFEI está ciente dos novos modelos pedagógicos e que as novas concepções de hardwares e softwares dedicados têm ocorrido, principalmente, em países desenvolvidos. Entretanto, sabe-se que cada vez mais, aplicações em áreas afins têm sido compartilhadas também por países emergentes. Por isso, esta forte tendência é a principal razão da criação do seu curso de Engenharia da Computação no campus Itabira. Em face ao recente crescimento tecnológico de sistemas de computação, a importância desse curso se auto justifica não somente para uma região, mas para um país. Os países que não investirem na formação de mão de obra especializada em sistemas computacionais estarão renunciando o desenvolvimento. Como consta em seu projeto pedagógico, a UNIFEI sempre chamou para si a responsabilidade de contribuir efetivamente para o desenvolvimento municipal, regional e nacional. A criação desse curso de Engenharia de Computação, além de 27

28 preencher uma grande lacuna dentre as áreas de atuação da própria Universidade, passa a contribuir para a formação de profissionais especializados em uma área considerada estratégica no desenvolvimento de qualquer nação. No que se refere a postura institucional, o curso de Engenharia da Computação vem ao encontro das inquietações que ora nos assolam; e enquadra-se no processo natural de evolução da nossa Universidade rumo a uma Instituição de Ensino Superior mais produtiva, mais eficiente e de amplo espectro de atuação, tal como determina as suas principais diretrizes. 7.3 Estrutura Curricular A estrutura curricular do curso de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira toma por base a formação de um profissional com capacidade para atuar em áreas onde a computação se faz presente no nível de hardware, software ou que integram ambos. Para isso, o curso se fundamenta tanto em disciplinas da área de Engenharia Elétrica como em disciplinas da área de Ciência da Computação. Com consequência há a necessidade de que o núcleo de conteúdos profissionalizantes do curso seja suficientemente amplo. As disciplinas da área de Engenharia Elétrica, principalmente eletrônica, buscam a formação do profissional nos moldes da engenharia, com capacidade para desenvolver e utilizar sistemas computadorizados. Enquanto, as disciplinas da área de Ciência da Computação buscam suprir esse profissional com conhecimentos, de modo que ele possa aplicar eficientemente a computação nos sistemas computadorizados desenvolvidos e nos utilizados na solução de problemas. A integração entre hardware e software é obtida através de disciplinas que agregam os conhecimentos fundamentais associados a programação e eletrônica. Essas disciplinas de certa forma coroam a formação do Engenheiro da Computação permitindo que ele atue em qualquer uma destas duas áreas ou em sua interface. Os princípios metodológicos do curso têm por base as diretrizes do Projeto Pedagógico Institucional da Universidade Federal de Itajubá. A busca pela integração entre teoria e prática é contemplada principalmente em atividades de laboratório. A articulação entre o ensino, a pesquisa e a extensão se busca através de atividades complementares até mesmo de cunho obrigatório. A valorização das atividades do corpo discente visa promover o seu desenvolvimento técnico e/ou social. O conteúdo do curso de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Itajubá está dividido nos cinco núcleos especificados abaixo: Núcleo de conteúdos básicos. Núcleo de conteúdos específicos. Núcleo de conteúdos profissionalizantes. Núcleo de conteúdos optativos. Núcleo de conteúdos complementares Várias disciplinas que integram os núcleos do curso de Engenharia de Computação são amparadas por atividades laboratoriais, onde predominam a coletividade e os trabalhos e projetos em grupos. Isso sem menosprezar a relevância da elaboração, confecção e apresentação de relatórios. 28

29 De um modo geral, as disciplinas do curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá buscam, mediante os seus planos de ensino, não somente a formação técnica; como também a formação ético-social do graduando. Buscando um maior dinamismo na formação de profissionais, o curso de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Itajubá é estruturado em nove períodos letivos, sendo que, o último período é destinado principalmente às atividades do núcleo de conteúdos complementares. Isso vem permitir que a integralização do curso seja feita em 4 (quatro) anos e meio Núcleo de conteúdos básicos O núcleo de conteúdos básicos visa dar aos egressos sólidos conhecimentos nas áreas comuns a todas as engenharias. Pela sua tradição, a Universidade Federal de Itajubá enfatiza esse núcleo, por considerar que a formação básica de um profissional é a sua sustentação para acompanhar quaisquer evoluções tecnológicas e sociais Núcleo de conteúdos específicos O núcleo de conteúdos específicos se constitui em extensões e aprofundamentos dos conteúdos do núcleo de conteúdos profissionalizante. No caso específico do curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá, a especialização do egresso se dá por disciplinas relacionadas às áreas de sistemas digitais e Ciência da Computação. Atualmente o vínculo entre universidades brasileiras e, principalmente, entre universidades brasileiras e estrangeiras, vem propiciando a formação de um profissional mais qualificado, para enfrentar um mercado globalizado cada vez mais competitivo, e com visão mais abrangente no que diz respeito a outras realidades que aquelas encontradas em seu meio de origem. Em um contexto mais amplo, as interações entre universidades não somente atuam na formação técnica do profissional como, principalmente, em sua formação social. Devido a estas vantagens de caráter técnico e social advindas das parcerias existentes entre outras universidades, que no curso de Engenharia da Computação é possível que até 50% (cinquenta por cento) da carga horária referente ao núcleo de conteúdos específicos seja cursada em outras universidades (brasileiras e/ou estrangeiras) conveniadas com a Universidade Federal de Itajubá, podendo até mesmo ser substituída por outras disciplinas pertinentes à Engenharia de Computação. Compete ao Colegiado do Curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira, autorizar que uma ou mais disciplinas do núcleo de conteúdos específicos sejam cursadas em outra instituição conveniada com a Universidade Federal de Itajubá. Compete também autorizar que a carga horária resultante de disciplinas do núcleo de conteúdos específicos, seja substituída pela carga horária resultante de disciplinas, pertinentes a engenharia da computação, da instituição conveniada Núcleo de conteúdos profissionalizantes O núcleo de conteúdos profissionalizantes tem por objetivo dar aos egressos os fundamentos técnicos básicos de hardware e software, que irão caracterizar a sua formação profissional. Esse núcleo é composto pelos dois conjuntos de disciplinas 29

30 obrigatórias especificados a seguir. O primeiro conjunto é formado por disciplinas relacionadas à formação profissional básica em Hardware. O segundo conjunto é formado por disciplinas relacionadas aos fundamentos em Software. Pela origem do curso de Engenharia de Computação e a tradição da Universidade Federal de Itajubá na formação de profissionais em áreas da engenharia, o curso de Engenharia de Computação se preocupa na formação de profissionais que tenham uma forte afinidade para trabalhar, principalmente, nas áreas relacionadas à hardware. As disciplinas relacionadas aos fundamentos em software, proporcionaram aos graduandos o embasamento necessário para o seu desenvolvimento em áreas pertinentes à Ciência da Computação e a aplicação da computação nas áreas relacionadas à engenharia Núcleo de conteúdos optativos O núcleo de conteúdos eletivos consiste em um conjunto de disciplinas destinadas a complementar a especialização e/ou formação profissional do egresso, conforme suas aptidões e interesses. Para a integralização do curso de Engenharia de Computação, é necessário perfazer, no mínimo, 64 (sessenta e quatro) horas-aula em disciplinas relacionadas a esse núcleo. O núcleo de conteúdos específicos do curso de Engenharia de Computação vem permitir, mediante autorização do seu Colegiado, que a carga horária pertinente ao núcleo de conteúdos eletivos seja cursada em outras universidades (brasileiras e/ou estrangeiras) conveniadas com a Universidade Federal de Itajubá Núcleo de conteúdos complementares Este núcleo visa propiciar ao graduando a interação direta com atividades profissionais, atividades de pesquisa e atividades em áreas que promovam o seu desenvolvimento técnico e/ou social. A interação do graduando com atividades profissionais é estimulada através da realização obrigatória de um ou mais estágio curricular supervisionado. Portanto, para a integralização do curso de Engenharia de Computação é necessário realizar, a partir do 8º período, um mínimo de 160 (cento e sessenta) horas em atividades de estágio curricular supervisionado. As atividades do estágio devem necessariamente proporcionar ao graduando o uso dos conhecimentos adquiridos no curso e o treinamento para exercer atividades pertinentes a um engenheiro de computação. Como alternativa, até 40% (quarenta por cento) dessa carga horária pode ser substituída pela correspondente carga horária de disciplinas do núcleo de conteúdos eletivos, ou cumprida através de projetos ou serviços de interesse da sociedade, que envolvam atividades pertinentes à Engenharia de Computação e que sejam aprovados pelo Colegiado do Curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira. As atividades de pesquisa são estimuladas mediante a realização obrigatória de um trabalho de conclusão de curso (Projeto Final de Graduação), que poderá ser realizado também a partir do 8º período de integralização do curso. 30

31 A interação do graduando com atividades em áreas que promovam o seu desenvolvimento técnico e/ou social é instigada através da realização de uma ou mais Atividades Complementares. O elenco de atividades a seguir descreve todas as possíveis Atividades Complementares do curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira. Projetos institucionais. Trabalhos de iniciação científica e/ou pesquisas. Disciplinas oferecidas pela Universidade Federal de Itajubá nas suas diferentes áreas do saber. Atuação como monitor de disciplina. Apresentação de artigos em congressos ou seminários. Participação em eventos científicos. Atuação em um dos órgãos colegiados da Universidade Federal de Itajubá relacionados a seguir: Conselho Universitário; Conselho de Ensino, Pesquisa, Extensão e Administração; Conselho de Curadores; Câmara de Graduação; Colegiado de Curso. Atuação em outros órgãos ou colegiados da Universidade Federal de Itajubá. Atuação na diretoria do Diretório Acadêmico da Universidade Federal de Itajubá. Atuação na diretoria de Centros Acadêmicos que compõem o Diretório Acadêmico da Universidade Federal de Itajubá. Atuação na Empresa-Júnior e/ou projetos relacionados à Universidade Federal de Itajubá que visam a incubação de empresas. Atuação como representante de turma. Representação, em eventos, da Universidade Federal de Itajubá e/ou do curso de Engenharia da Computação. Atuação na organização de eventos científicos relacionados à Universidade Federal de Itajubá. Atuação na organização de eventos que promovam a Universidade Federal de Itajubá na sociedade. Outras atividades que o Colegiado do Curso de Engenharia da Computação da Universidade Federal de Itajubá considerar pertinente. Para a integralização do curso de Engenharia da Computação é necessário que o graduando perfaça, no mínimo, 60 (sessenta) horas em Atividades Complementares que propiciem a sua interação em áreas que promovam o seu desenvolvimento técnico e/ou social. Para a devida formalização destas atividades é necessário que sejam apresentados documentos comprobatórios de sua realização. Além disto, estes documentos devem ser aprovados pelo Colegiado do Curso. 7.4 Organização dos componentes curriculares Na Tabela 2 são apresentados os componentes curriculares correspondentes aos núcleos de conteúdos básicos, profissionalizantes e específicos do curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal de Itajubá - campus Itabira. Para cada coluna, apresenta-se um período letivo do curso e suas respectivas componentes curriculares regulares. A seguir, nas Tabelas 3, 4 e 5 são apresentadas informações detalhadas sobre a distribuição dos componentes curriculares e também dos conteúdos complementares do curso. 31

32 1 Período 2 Período 3 Período 4 Período 5 Período 6 Período 7 Período 8 Período 9 Período Demais Componentes Sigla BAC001 ECO010 BAC022 BAC023 BAC024 ECO018 ECA004 EAM002 ECO034 Nome da disciplina Ciência, Tecnologia e Sociedade Algoritmos e estrutura de dados I Matemática IV Matemática V Matemática VI Modelagem e Analise de Sistemas Dinâmicos Sistemas de Controle Clássico Ciências do Ambiente Computação gráfica e PDI Sigla BAC002 BAC006 BAC014 BAC010 ELT010 ELT035 ELT017 ECA007 ECA012 TFG Nome da disciplin a Comunicaçã o e Expressão Eletricidad e Engenharia de Fluidos Engenharia de Sólidos Eletrônica Analógica II Microprocessad o- res Circuitos Integrados Digitais Automação e Supervisão de Processos I Inteligência Artificial Sigla BAC003 BAC019 BAC021 FIS002 ELT012 ECO032 ELT038 EPR022 ECO036 Disciplinas Optativas Trabalho Final de Graduação Nome da disciplina Desenho Aplicado Matemátic a I Matemática III Eletromagneti s- mo I Eletrônica Digital I Engenharia de Software Sistemas de Comunicação Gestão de projetos Sistemas Paralelos e Distribuídos Sigla BAC004 BAC009 BAC011 ELT009 ECO031 ELT036 BAC013 ECO033 BAC016 Estágio Supervisionado Nome da disciplina Informática Química Estatística Eletrônica Analógica I Banco de Dados Circuitos Integrados Analógicos Cidadania e Responsabilida de Social Sistemas embarcados Economia e Administraçã o Atividades Complementar es Sigla BAC000 BAC007 ECO030 ECO026 ECO015 ELT013 BAC025 ECO021 ECO037 Nome da disciplina Matemática 0 Física Programaçã o Orientada a Objetos Teoria da computação Arquitetura de Computadore s Eletrônica Digital II Metodologia da Pesquisa Científica Sigla ESS006 BAC020 ECO029 ECO027 FIS003 ECA023 ECO020 Redes de Computadore s Interface humanocomputador Nome da disciplina Princípios de saúde e segurança Matemátic a II Algoritmos e estrutura de dados II Projeto e análise de algoritmos Eletromagneti s-mo II Processamento Digital de Sinais Sistemas Operacionais Tabela 2 - Quadro dos Componentes Curriculares do Curso de Engenharia de Computação 32

33 Distribuição das Disciplinas Horas-aula (55 ) Horas (60 ) Disciplinas Conteúdos Básicos (36% da carga horária total) Obrigatórias Exatas Obrigatórias Humanas Conteúdos Específicos (35% da carga horária total) Obrigatórias Hardware Obrigatórias Software Conteúdos Profissionalizantes (18% da carga horária total) Obrigatórias Hardware Obrigatórias Software Conteúdos Optativos (3% da carga horária total) Software ou Hardware Sub-total Tabela 3 - Resumo da carga horária das componentes curriculares Distribuição dos Conteúdos Complementares Horas-aula (55 ) Horas (60 ) Complementares Trabalho Final de Graduação (3% da carga horária total) Estágio Supervisionado (4% da carga horária total) Atividades de Complementação (1% da carga horária total) Sub-total TOTAL Tabela 4 - Resumo da carga horária dos conteúdos complementares 33

34 Grandes Áreas de Concentração do Curso de Engenharia da Computação Elementos Curriculares Total Horas Porcentagem Exatas 1.129h 29,0% Software 968h 25,0% Hardware 1.085h 28,0% Outras Atividades 454h 12,0% Humanas 220h 6,0% Tabela 5 - Resumo de todas as atividades e carga horária total do curso 34

35 Disciplinas do Primeiro Período Período Código Disciplina 1º BAC000 Matemática Conjuntos Numéricos. Números reais. Polinômios. Funções. Funções polinomiais. Funções exponenciais e logarítmicas. Funções trigonométricas. Funções compostas. Limites e continuidade. Introdução aos recursos numéricos e computacionais. Trabalhar os conteúdos de conjutos numéricos, polinômios, funções, funções, limites de funções visando que os alunos adquiram a habilidade de: - Realizar operações com conjuntos, - Determinar domínio, imagem e gráfico de funções de uma variável Real; - Interpretar e resolver limites fundamentais e aplicá-los no estudo de continuidade de funções; BARROSO, Leônidas Conceição et al. Cálculo numérico: (com aplicações). 2 ed. São Paulo: Harbra (1987) DEMANA, Frankiln D. et al. Pré-cálculo. 2 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall (2013) BOULOS, Paulo. Introdução ao cálculo: volume 2: cálculo integral; séries. 2 ed. rev. São Paulo: Blucher (2012) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ELLIOT, M. Introdução ao Cálculo. 2. ed. Bookman, ISBN STEWART, J. Cálculo. 6. ed. Cengage Learning, v 1. ISBN IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar - Conjuntos, Funções. 8. ed. Saraiva, v 1. ISBN IEZZI, G.; MURAKAMI, C. Fundamentos de Matemática Elementar: Limites, Derivadas, Integrais. 5. ed. Atual, ISBN SAFIER, F. Pré-Cálculo. 6. ed. Bookman, v 8. (Col. Schaum). ISBN

36 Período Código Disciplina 1º BAC003 Desenho Aplicado Desenho geométrico. Desenho de projeções. Normas para projeções ortogonais. Normas para cotagem. Representação de cortes e secções de peças. Desenho em perspectiva. Módulos básicos do CAD. Geração de desenhos 2D através de primitivas geométricas. Funções básicas de edição. Noções de desenho 3D. Habilitar o aluno para o domínio das traçagens geométricas como solução para o desenho técnico assim como para a solução de problemas de engenharia; Desenvolver habilidade para a execução de desenhos técnicos projetivos; Desenvolver habilidades e competências para a leitura e interpretação de desenhos executados no 1º e 3º diedros; Desenvolver habilidades e competências para o uso de uma ferramenta computacional de CAD. FRENCH, T. E.; VIERCK, C. J. Desenho técnico e tecnologia gráfica. 8 ed. Globo, DEL MONACO, G.; RE, V. Desenho eletrotécnico e eletromecânico. Hemus, HARRINGTON, D. J. Desvendando o AutoCAD Pearson Makron Books, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MARSH, D. Applied geometry for computer graphics and CAD. 2. ed. Springer, ZEID, I. CAD/CAM theory and practice. Nova York: McGraw-Hill, SILVEIRA, S. J. da. Aprendendo AutoCad 2008: simples e rápido. Florianópolis: Visual Books, UBRIG, K.; KIEL, E.; DEHMLOW, M. Desenho eletrotécnico básico. EPU, CAMARGO, I. de; BOULOS, P.. Geometria analítica: um tratamento vetorial. 3. ed. Prentice Hall,

37 Período Código Disciplina 1º BAC004 Informática Conceitos Gerais. Tipos de Dados e Algoritmos. Organização de Programas. Programação Top Down. Programação Estruturada. Introdução à linguagem de Programação. Funções. Arranjos Unidimensionais e Multidimensionais. Estruturas Heterogêneas de Dados. Apontadores. Memória Dinâmica. Arquivos. Sequenciais e Aleatórios. Gráficos. Aplicar o raciocínio lógico na solução de problemas computacionais; Conhecer os conceitos básicos de algoritmos de programação; Conhecer as estruturas e funcionalidades de linguagens de programação procedural; Desenvolver algoritmos de programação; Programar utilizando a linguagem de programação C/C++. DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J. C++: como programar. 5. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, FARRER, H. et al. Programação estruturada de Algoritmos Estruturados. 3. Ed. LTC, 1999 ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V. de. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2. Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++: módulo Ed. Makron Books, MIZRAHI, V. V. Treinamento em Linguagem C++ - Módulo 2. 2 Ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, MANZANO, J. A. N. G.; OLIVEIRA, J. F. de. Algoritmos: lógica para desenvolvimento de programação de computadores. 10. Ed. São Paulo: Érica, FLAMIG, B. Turbo C++: um guia para auto-aprendizado. LTC, FARRER, H. et al. Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados. 3. Ed. Guanabara Dois,

38 Período Código Disciplina 1º BACI01 Ciência, Tecnologia e Sociedade Construção do conhecimento científico. Ciência e Tecnologia. Ferramentas e Processos. História da Tecnologia. Tecnologia e Sociedade: questões ecológicas, filosóficas e sociológicas. Criatividade e inovação tecnológica. Tecnologia e Empreendedorismo. Compreender o valor do capital humano no mundo tecnológico; criar senso crítico em relação ao desenvolvimento tecnológico e suas variadas dimensões; desenvolver a capacidade de diálogo e argumentação. Apresentar e discutir a estrutura universitária, a profissão e o curso de engenharia. HOLTZAPPLE, M. T.; REECE, W. D. Introdução à engenharia. LTC, BARROS NETO, B. de; SCARMINIO, I. S.; BRUNS, R. E. Como fazer experimentos: pesquisa e desenvolvimento na ciência e na indústria. 3. ed. Campinas: Unicamp, BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. P. Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos. Florianópolis: Edufsc, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CHAUI, M. Convite à filosofia. 14 ed. Ática, (2010). CHAUI, M. Filosofia. 2 ed. Ática, COTRIM, G. Fundamentos da filosofia: história e grandes temas. 16 ed. Saraiva, (2008). UNIVERSIDADE FEDERAL DE ITAJUBÁ. Programa de Incentivo à Inovação na UNIFEI (PII). Sebrae, BOTELHO, L. da S. Histórias de sucesso: empresas graduadas das incubadoras mineiras. Sebrae, v 2. 38

39 Período Código Disciplina 1º ESS006 Princípios de Saúde e Segurança Saúde e Segurança no Trabalho. Perigo e Risco. Técnicas de Análise de Risco e Medidas de Controle. Classificação dos Riscos. Acidentes de Trabalho e Perdas. Doenças Ocupacionais. Higiene Ocupacional e Toxicologia. Normas Regulamentadoras. Equipamentos de Proteção Coletiva (EPCs) e Individual (EPIs). Responsabilidades: PCMSO, SESMT, PPRA e CIPA. Procedimentos e Inspeções. Noções de Ergonomia. Adquirir conhecimentos acerca da diversidade dos contextos produtivos brasileiros, os acidentes de trabalho e as distintas formas de adoecimento; Capacitar o aluno acerca dos riscos ocupacionais nos ambientes de trabalho: os acidentes e as medidas de controle. Aprofundar conhecimentos sobre segurança nos diversos contextos produtivos, das normas técnicas (NBR da ABNT e NR s); Habilitar o aluno nas rotinas de trabalho e procedimentos. Riscos. Análise de Riscos. EPC e EPI. Apresentar e discutir as responsabilidades na gestão da saúde e segurança nos processos produtivos: PCMSO, SESMT, PPRA e CIPA; Capacitar o aluno nos conceitos de ergonomia: Tarefa x Atividade. Normas/Renormalizações. Variabilidade. ABRAHÃO, Júlia et al. Introdução à ergonomia: da prática à teoria (2009) MILLER JUNIOR, G. Tyler. Ciência ambiental. 11 ed. São Paulo: Cengage Learning (2008) MATTOS, Ubirajara Aluizio de Oliveira; MÁSCULO, Francisco Soares Higiene e segurança do trabalho. Rio de Janeiro: Elsevier (2011) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ASFAHL, C. R. Gestão de Segurança e de Saúde Ocupacional. São Paulo: Ernesto Reichmann, BATALHA, M. O. (Org.) Introdução à engenharia de produção. Rio de Janeiro: Elsevier, p IIDA, I. Ergonomia: projeto e produção. 2. ed. São Paulo: Edgard Blucher, p. 39

40 Disciplinas do Segundo Período Período Código Disciplina 2 BAC006 Eletricidade Natureza da Eletricidade. Lei de Ohm e potência. Circuitos série, paralelo e mistos. Leis de Kirchhoff. Análise de circuitos em corrente contínua. Fundamentos do eletromagnetismo: Capacitância, circuitos magnéticos, indutância, lei de Faraday-Lenz e perdas no ferro. Análise de circuitos em correntes alternadas. Circuitos trifásicos. Noções de transformadores, máquinas de indução, síncronas e de corrente contínua. Fundamentos de acionamentos elétricos. Compreender os princípios da eletricidade em corrente contínua e alternada, transformadores e máquinas elétricas. GUSSOW, Milton. Eletricidade básica. 2 edição. São Paulo: McGraw-Hill (2009) CAVALIN, Geraldo; CERVELIN, Severino. Instalações elétricas prediais: conforme norma NBR 5410: edição. São Paulo: Érica (2013) FITZGERALD, Arthur Eugene; KINGSLEY JUNIOR, Charles; UMANS, Stephen D.. Máquinas elétricas: com introdução à eletrônica de potência. 6 edição. Porto Alegre: Bookman (2008) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NILSSON, J. W.; RIEDEL, S. A. Circuitos elétricos. 8. ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2010 ORSINI, L. de Q.; CONSONNI, D. Curso de Circuitos Elétricos - Volume 1. 2 edição. Blucher, 2002 ORSINI, L. de Q.; CONSONNI, D. Curso de Circuitos Elétricos - Vol edição Blucher, 2002 ORSINI, L. de Q. Exercícios de Circuitos Elétricos. Blucher,

41 Período Código Disciplina 2 BAC007 Física Distribuições de erro. Algarismo significativo. Operações com algarismos significativos. Incerteza de medição. Erros sistemáticos e estatísticos. Propagação de incertezas. Tratamento estatístico da teoria de erros. Modelos e gráficos. Movimento unidimensional. Movimento bidimensional. Leis de Newton. Trabalho e energia. Conservação do momento linear. Colisões. Rotações e momento angular. -Possibilitar, através de fundamentação teórica-prática, a compreensão das leis e princípios da Física. -Auxiliar o raciocínio para a solução de situações-problema. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; JEARL W. Física I. 8. ed. LTC, v.1. VUOLO, J. H. Fundamentos da teoria dos erros. Edgard Blucher, TIPLER, P. A; MOSCA, G. Física: para cientistas e engenheiros : Mecânica, oscilações e ondas, termodinâmica. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, v.1. ISBN BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SERWAY, R. A.; JEWETT JUNIOR, J. W. Princípios de física: mecânica clássica Vol. 1. Cengage Learning, ALONSO, M.; FINN, E. J. Física: um curso universitário, mecânica Vol. 1. Edgard Blucher, FEYNMAN, R. P. S; LEIGHTON, R. B.; SANDS, M. L. Lições de física de Feynman: mecânica, radiação e calor Vol. 1. Bookman, HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 10. ed. Pearson Prentice Hall, NUSSENZVEIG, H. M.. Curso de física básica: mecânica. Vol. 1. Blucher,

42 Período Código Disciplina 2 BAC009 Química Matéria e formas de Medida. Estrutura eletrônica dos átomos. Periodicidade Química e o impacto sobre os materiais. Conceito de Mol. Ligação Química e o impacto nas propriedades de materiais. Propriedades dos líquidos sólidos e gases. Fórmulas, equações Químicas e estequiometria das Reações. Equilíbrio Químico. Ácidos e Bases. Cinética Química. Eletroquímica. Introdução a Química Orgânica. Óleos, Lubrificantes e Combustíveis. Polímeros e Macromoléculas. Introduzir os conceitos básicos da Química através do método científico e despertar a capacidade de raciocínio crítico a partir de observações experimentais. ATKINS, Peter; JONES, Loretta. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente. 3 edição. Porto Alegre: Bookman (2007) BROWN, Theodore L. et al. Química: ciência central. 9 edição. Rio de Janeiro: Pearson Prentice Hall (2007) CHANG, R. Química geral: conceitos essenciais. 4 edição. Editora McGraw-Hill (2006) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ATKINS, P. Princípios de química: questionando a vida moderna e o meio ambiente, Bookman, SHRIVER, D. F. et al. Química inorgânica. 4. Ed. Bookman, VOGEL, A. I. et al. Análise química quantitativa. 6. Ed. LTC, HARRIS, D. C. Análise química quantitativa. 7. Ed. LTC, KOTZ, J. C.; TREICHEL Jr., P. M. Química geral e reações químicas. 5. Ed. Pioneira Thomson Learning,

43 Período Código Disciplina 2 BAC019 Matemática I Derivadas, aplicações de derivadas, integrais, teoremas fundamentais do cálculo, aplicações de integrais e integração numérica. Compreender os conceitos do conteúdo programático, especialmente técnicas de cálculo analítico e numérico de derivadas e integrais de funções de uma váriável e suas aplicações. Desenvolver habilidades geométricas, algébricas e numéricas dos tópicos estudados, como ferramentas básicas de solução de problemas e dentro do contexto dos cursos de Engenharia. STEWART, James. Cálculo: volume 1. 7 edição. São Paulo: Cengage Learning (2013) STEWART, James. Cálculo: volume 2. 7 edição. São Paulo: Cengage Learning (2013) SANTOS, Nathan Moreira dos. Vetores e matrizes: uma introdução à álgebra linear. 4 edição. São Paulo: Thomson Learning, (2007) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6. Ed. São Paulo: Makron, ISBN THOMAS JUNIOR, G. B. et al. Cálculo. 11. ed. São Paulo: Addison-Wesley, v 1. ISBN LEITHOLD, L. O. Cálculo com Geometria Analítica. 3. Ed. Harbra, v 1. ISBN MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. LTC, v 1. ISBN AVILA, G. Introdução ao Cálculo. 1. Ed. LTC, ISBN

44 Período Código Disciplina 2 BAC020 Matemática II Matrizes e sistemas lineares, aplicações, vetores no plano e no espaço, espaço vetorial, subespaço, espaço Rn, autovalores e autovetores, transformações lineares, cônicas e quádricas. O curso propiciará ao aluno capacidade de dedução, raciocínio lógico e organizado e, ao término, ele será capaz de: - Reconhecer e aplicar os tópicos aplicados; - Dominar o conceito de vetores e suas aplicações; - Reconhecer e desenhar cônicas transladadase/ou rotacionadas; - Determinar autovalores e autovetores e suas aplicações; - Conectar as ferramentas de Geometria Analítica e Álgebra Linear às demais disciplinas dos Cursos de Engenharia. CAMARGO, Ivan de; BOULOS, Paulo, Geometria Analítica: Um tratamento vetorial. 3 edição. Editora Pearson Prentice Hall (2009) BOLDRINI, J. L. et. al, Álgebra Linear. 3 edição. Editora Harbra (1986) STEINBRUCH, Alfredo; WINTERLE, Paulo, Geometria analítica. 2 edição. Editora Pearson Makron Books (2006) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR WINTERLE, P.Vetores e Geometria Analítica.São Paulo. Pearson Makron Books, ISBN SANTOS, N. M. dos. Vetores e matrizes: Uma introdução à álgebra linear. 4. Ed. São Paulo: Thomson Learning, ISBN HOWARD, A. Álgebra Linear com Aplicações. 8. Ed. Bookman Companhia, ISBN LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. Harbra, v 1. ISBN STEWART, J. Cálculo. 6. ed. Cengage Learning, v 1. ISBN

45 Período Código Disciplina 2 ECO010 Algoritmos e Estruturas de Dados I Tipos abstratos de dados. Alocação dinâmica de memória. Listas lineares estáticas e dinâmicas. Fila e Pilha. Algoritmos de ordenação. Prover aos alunos estruturas de dados e algoritmos fundamentais envolvendo listas lineares estáticas e dinâmicas, explorando os conceitos de filas e pilhas, bem como uma visão geral e introdutória dos métodos clássicos de ordenação em memória principal. Em paralelo, capacitar o aluno no entendimento e uso correto de ponteiros. DROZDEK, A., Estrutura de Dados e Algoritmos em C, volume, Editora Cengage Learning, edição, (2009) DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J., C++: como programar, Editora Pearson Prentice Hall (2008) ZIVIANI, N., Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C, 3 edição, Editora Cengage Learning (2011) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR MIZRAHI, Victorine Viviane, Treinamento em Linguagem C : modulo 2, volume, Editora Makron Books, edição, (2007) CORMEN, T. H. et al, Algoritmos: teoria e prática, volume, Editora Elsevier, edição, (2002) FLAMIG, B., Turbo C : um guia para auto-aprendizado., Editora LTC, edição, (1992) FARRER, H. et al., Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados, volume, Editora Guanabara Dois, 3 ed edição, (2008) MONTENEGRO, F.; PACHECO, R., Orientação a objetos em C., Editora Ciência Moderna, (1994) 45

46 Disciplinas do Terceiro Período Período Código Disciplina 3 BAC022 MATEMÁTICA IV Equações diferenciais lineares de ordem um: Métodos Numéricos. Equações diferenciais de ordem dois: Métodos Numéricos. Soluções em série para equações lineares de ordem dois: Método de Frobenius, Métodos Numéricos. Equações diferenciais lineares de ordem maior que dois. Ao final do curso o aluno deverá ser capaz de identificar e resolver problemas que envolvam as técnicas para soluções de equações diferenciais lineares de ordem um e dois, sistemas de equações diferenciais lineares e problemas que envolvam expansão em séries de potências e métodos numéricos para a resolução de equações diferenciais de ordem um e ordem dois. O aluno também deverá ser capaz de identificar os principais modelos de equações diferencias, bem como exemplos, de equações diferenciais de ordem um e ordem dois. BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, (2010) GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, (2008) STEWART, James. Cálculo: volume 2. 7 edição. São Paulo: Cengage Learning (2013) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANNAN, J. R.; BOYCE, William E. Equações diferenciais: Uma Introdução a Métodos Modernos e Suas Aplicações. LTC, STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, 2010 DIACU, F. Introdução à Equações Diferenciais. 1. ed. LTC, 2004 APOSTOL, T. Cálculo. 3. edição. Editora Reverté, 2008 DE FIGUEIREDO, D. G.; NEVES, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. IMPA - Coleção Matemática Universitária,

47 Período Código Disciplina 3 BAC014 ENGENHARIA DE FLUIDOS Grandezas e conceitos fundamentais em Fenômenos de Transporte. Propriedades de uma substância pura. Trabalho e calor. Primeira lei da termodinâmica. Segunda lei da termodinâmica. Estática dos Fluidos. Equações da conservação da massa, da quantidade de movimento e da primeira lei da termodinâmica para um volume de controle. Escoamento incompressível de fluidos não viscosos. Análise dimensional e semelhança. Escoamento interno, viscoso e incompressível. Transferência de calor. Transferência de massa. A disciplina tem por objetivo ensinar e transferir conhecimento e tecnologia para execução de serviços relacionados à engenharia Elétrica, Ambiental, Computação e Materiais. Visa capacitar os alunos para serem profissionais competentes com capacidade de tomar decisões. BRUNETTI, Franco. Mecânica dos fluidos. 2 ed. rev. São Paulo: Pearson Prentice Hall (2013) HALLIDAY, David; RESNICK, Robert; WALKER, Jearl. Fundamentos da física: volume 2, gravitação, ondas e termodinâmica. 8 edição. Rio de Janeiro: LTC (2009) MORAN, Michael J. et al. Princípios de termodinâmica para engenharia. 7 edição. Rio de Janeiro: LTC (2013) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ÇENGEL, Y. A. ; BOLES, M. A. Termodinâmica. 5. ed. Mc Graw Hill, POTTER, M. C ; SCOTT, E. P. Ciências Térmicas. 1. ed. Thomson Pioneira, ÇENGEL, Y. A. Transferência de Calor e Massa. 3. ed. Mc Graw Hill Artmed, ISBN INCROPERA, F. P.; WITT, D. P. de. Fundamentos de Transferência de Calor e de Massa. 6. ed. LTC, WYKEN, G. J. V.; SONNTAG, R. E.; BORGNAKKE, C. Fundamentos da Termodinâmica. 7. ed. Edgard Blucher,

48 Período Código Disciplina 3 BACi21 MATEMÁTICA III Sequências e séries; derivadas parciais; coordenadas polares; integrais duplas. Compreender os conceitos do conteúdo programático: técnicas de cálculo analítico e numérico de derivadas e integrais de funções de varias variáveis e suas aplicações. Desenvolver habilidades: geométricas, algébricas e numéricas dos tópicos estudados, como ferramentas básicas de solução de problemas e dentro do contexto dos cursos de engenharia. STEWART, J. Cálculo. 6. ed. Cengage Learning, v 1. STEWART, J. Cálculo. 6. ed. Cengage Learning, v 2. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. LTC, v 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR THOMAS, G. B. Cálculo. 11. ed. Pearson Addison Wesley, v 1. THOMAS, G. B. Cálculo. 11. ed. Addison Wesley, v 2. FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo A: funções, limite, derivação, integração. 6. ed. Makron, GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. LTC, v 2. GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. LTC, v 3. 48

49 Período Código Disciplina 3 BAC011 ESTATÍSTICA Noções básicas de probabilidade. Variáveis aleatórias. Distribuições de probabilidade. Teoremas-limite. Introdução à estatística. Descrição, exploração e comparação de dados. Estimativas e tamanhos de amostras. Teste de hipóteses. Estatística paramétrica. Dominar os conhecimentos básicos de Estatística e Probabilidade, aplicando-os a situações rotineiras da Engenharia. Capacitar o aluno para o desenvolvimento de análise crítica, raciocínio lógico, compreensão de leitura técnica e de extrapolação de conhecimentos. Aprender como tratar estatisticamente os dados provenientes da área de trabalho. MAGALHÃES, Marcos Nascimento; LIMA, Antonio Carlos Pedroso de, Noções de probabilidade e estatística. 7 edição. Editora: São Paulo: Edusp (2010) MONTGOMERY, Douglas C.; RUNGER, George C., Estatística aplicada e probabilidade para engenheiros. 5 edição. Editora: Rio de Janeiro: LTC (2013) MORETTIN, Luiz Gonzaga, Estatística básica: Probabilidade e inferência. Editora Pearson Prentice Hall (2010) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TRIOLA, M. F. Introdução à estatística. 10. ed. LTC, MEYER, P. Probabilidade - Aplicações à Estatística. 2. Ed. LTC, ISBN MORETTIN, P. A.; BUSSAB, W. de O. Estatística Básica. 6. Ed. São Paulo: Saraiva, ISBN LEVINE, D. M. Estatística Teoria e Aplicações usando Microsoft Excel. 5. Ed. LTC, ISBN SILVA, N. N. Amostragem Probabilística. 1. Ed. São Paulo: Edusp

50 Período Código Disciplina 3 ECO030 PROGRAMAÇÃO ORIENTADA A OBJETOS Estudo de uma linguagem de programação orientada a objetos. Paradigma orientado a objetos: classes, objetos, encapsulamento, polimorfismo, herança, classes abstratas, interfaces, agregação e composição. Tipos primitivos de dados, estruturas da linguagem de programação orientada a objetos. Declarações, comandos de atribuição, condicionais e de repetição. Uso de coleções: Vector, List, Set. Arquitetura de sistemas Orientados a Objetos. Continuar o desenvolvimento do raciocínio lógico aplicado à solução de problemas computacionais usando técnicas de programação orientada a objetos. Introduzir conceitos mais avançados de desenvolvimento de algoritmos e novas estruturas de controle e de dados, além de mostrar uma arquitetura de desenvolvimento de software. Introduzir funcionalidades avançadas de uma linguagem de programação orientada a objetos. DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.. Java: como programar. 6 ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. ISBN ASCENCIO, Ana F. G.; CAMPOS, Edilene A. V. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. 2 ed. 4 reimpr. São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. ISBN DEITEL, Paul J.; DEITEL, Harvey M.. Ajax, rich internet applications e desenvolvimento web para programadores. São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. ISBN BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR HORSTMANN, Cay. Big Java. Bookman, p. ISBN X. ASCENCIO, Ana Fernanda Gomes; CAMPOS, Edilene Aparecida Veneruchi de. Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C++ e Java. São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. ISBN MIZRAHI, Victorine Viviane. Treinamento em Linguagem C++: modulo 2. 2 ed. 1 reimpr. São Paulo: Makron Books, p. ISBN SEBESTA, Robert W.. Conceitos de linguagens de programação. 5 ed. reimpr. Porto Alegre : Bookman, p. ISBN DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.. C++: como programar. 5 ed. reimpr. São Paulo: Pearson Prentice Hall, p. ISBN

51 Período Código Disciplina 3 ECO029 ALGORITMOS E ESTRUTURAS DE DADOS II Algoritmos e estruturas de pesquisa em memória primária: árvores Binárias, arvores AVL, arvores Preto-e-Vermelho; Heaps; Tabelas de dispersão (hash); Conjuntos; Mapas. Algoritmos e estruturas de pesquisa em memória secundária: árvores B e árvores B*. Processamento de cadeias de caracteres. Compressão de texto. Prover aos alunos o conhecimento em estruturas de dados e algoritmos fundamentais utilizados na pesquisa em memória primária e secundária. Prover também o conhecimento no processamento de cadeia de caracteres e compressão de texto. ZIVIANI, N., Projeto de Algoritmos com Implementações em Pascal e C., São Paulo: Thomson/Cengage Learning, 3 edição. (2011) DROZDEK, A., Estrutura de Dados e Algoritmos em C, volume, Editora São Paulo: Editora Cengage Learning (2009) CORMEN, Thomas H. et al., Algoritmos: teoria e prática., Editora Rio de Janeiro: Elsevier (2002) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR GOODRICH, Michael T.; TAMASSIA, Roberto., Projeto de algoritmos: fundamentos, análise e exemplos da internet, volume, Editora Porto Alegre: Bookman (2004) ZIVIANI, Nivio., Projeto de algoritmos: com implementação em Pascal e C, Editora São Paulo : Pioneira Thomson Learning, 2 edição (2004) MIZRAHI, V. V., Treinamento em Linguagem C : modulo 2, Editora São Paulo: Makron Books (2007) FLAMIG, B., Turbo C : um guia para auto-aprendizado, Editora Rio de Janeiro: LTC (1992) FARRER, H. et al., Programação estruturada de computadores: algoritmos estruturados., Editora Rio de Janeiro: Guanabara Dois, 3 edição (2008) 51

52 Disciplinas do Quarto Período Período Código Disciplina 4 BAC023 Matemática V Funções vetoriais. Integrais de linha. Integrais de Superfície. Teorema de Green. Teorema de Stokes e Teorema do Divergente. Ao final do curso o aluno será capaz de compreender o conceito de integrais triplas e suas possíveis aplicações, bem como trabalhar com integrais de linha ou de superfície sobre campos vetoriais. STEWART, James, Cálculo: volume 2. 6 edição. Editora Cengage Learning (2010) GUIDORIZZI, Hamilton Luiz. Um curso de cálculo: volume 3. 5 edição. Editora Rio de Janeiro: LTC (2008) THOMAS JUNIOR, George B.; WEIR, Maurice D.; HASS, Joel. Cálculo: volume edição. São Paulo: Pearson Education do Brasil (2012) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR APOSTOL, T. Cálculo. 3. ed. Reverté, v 2. ISBN LEITHOLD, L. O Cálculo com Geometria Analítica. 3. ed. Harbra, v 2. ISBN MUNEM, M. A.; FOULIS, D. J. Cálculo. LTC, v. 2. ISBN ÁVILA, G. Cálculo das Funções de múltiplas variáveis. 7. ed. LTC, v 3. ISBN FLEMMING, D. M.; GONÇALVES, M. B. Cálculo B: funções de várias variáveis, integrais múltiplas, integrais curvilíneas e de superfície. 2. ed. Pearson, ISBN

53 Período Código Disciplina 4 BAC010 Engenharia de Sólidos Sistemas de forças. Estática dos corpos rígidos. Centros de gravidade. Momento estático de áreas. Momentos e produtos de inércia. Propriedades Mecânicas dos Materiais. Carga Axial. Torção. Flexão. Cargas Combinadas. Análise de Tensões. Deformações. Esforços em vigas e cabos. Atrito. Sistemas de pontos materiais. Cinemática dos corpos rígidos. Dinâmica do movimento plano de corpos rígidos. Energia cinética dos corpos rígidos no movimento plano. Noções de dinâmica em três dimensões. O objetivo principal desta disciplina é fornecer ao estudante uma apresentação clara e completa da teoria de mecânica e aplicações à engenharia. HIBBELER, R. C. Estática: mecânica para engenharia. 10. ed. Pearson Prentice Hall, NUSSENZVEIG, H. M. Curso de física básica: mecânica. 4. ed. Blucher, v 1. HALLIDAY, D.; RESNICK, R.; WALKER, J. Fundamentos da física: mecânica. 8. ed. LTC, v 1. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BEER, F. P.; JOHNSTON Jr., E. R.; CLAUSEN, W. E. Mecânica vetorial para engenheiros: dinâmica. 7. ed. McGraw-Hill, BEER, F. P. et al. Mecânica vetorial para engenheiros: estática. 7. ed. McGraw-Hill, KITTEL, C. Introdução à física do estado sólido. 8. ed. LTC, HIBBELER, R. C. Resistência dos Materiais. 5. ed. Pearson Prentice Hall, SHAMES, I. H. Estática: mecânica para engenharia. 4. ed. Pearson, v 1. 53

54 Período Código Disciplina 4 FIS002 Eletromagnetismo I Campo Eletrostático. Potencial Eletrostático. Campo Magneto-estático. Lei de Ampère. Indução. Eletromagnética. Equações de Maxwell. Possibilitar, através de fundamentação teórica e prática, o entendimento das leis e princípios do Eletromagnetismo. Em paralelo, auxiliar o raciocínio para solução de problemas da área do Eletromagnetismo. HALLIDAY, D. ; RESNICK, R., Fundamentos da Física, volume 3, Editora LTC, 8ª edição (2009) TIPLER, F., Física para Cientistas e Engenheiros, Volume 2,, Editora LTC, 6ª edição (2009) SERWAY, R. ; JEWETT, J. W., Princípios de Física. Volume 3, Editora Editora CENGAGE (2008) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NOTARUS, B., Eletromagnetismo. Editora São Paulo. Pearson Education, 1a. edição, (2012) WENTWORTH, S. M.;, Eletromagnetismo Aplicado., volume, Editora BOOKMAN, 1a. edição, (2008) SADIKU, M. N. O., Elementos de Eletromagnetismo, Editora BOOKMAN, 3a. edição (2006) WENTWORTH, S. M., Fundamentos de Eletromagnetismo. Editora LTC, 1ª Ed edição, (2006) COSTA, E. M. M., Eletromagnetismo. Editora Rio de Janeiro. (2005) 54

55 Período Código Disciplina 4 ELT009 Eletrônica Analógica I Introdução aos Semicondutores: Cristais, Dopagem, Diodo de Junção, Polarizações, Correntes, Níveis de Energia, Teoria do Diodo: Curvas, Aproximações, Dados de Catálogos, Retas de carga; Circuitos a Diodos: Retificadores e Filtros, Multiplicadores de Tensão, Limitador, Deslocador; Diodo de Propósito Geral: O Diodo Zener, Schottky, Varicap, Optoeletrônicos, Outros Diodos, Transistores Bipolares: Polarização, Conexões EC, CC e BC, Curvas Características, Transistor chave, Transistor Fonte de Corrente; Circuitos de Polarização; Modelagem AC: Análise AC-DC, Operação a Pequeno Sinal, Resistência AC do diodo emissor; Amplificadores de Tensão: Amplificador EC, Ganho de Tensão, Análise por Superposição, Amplificador CC, Amplificador BC, Conexão Darlington, Seguidor de Zener, Tipos de Acoplamento entre Estágios; Amplificadores de Potência: A Reta de Carga ac e dc, Operação Classe A, Classe B, Classe C, O Seguidor de Emissor, Montagem Darlington, Operação Push- Pull, Regulador de Tensão. hecer os principais componentes semicondutores empregados na eletrônica básica CC e CA, seu funcionamento e aplicações. BOYLESTAD, R. L.; NASHELSKY, L., Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos, Editora Pearson, 8ª Edição (2004) SEDRA, A. S.; SMITH, K. C., Microeletrônica. Editora Pearson, 5ª Edição (2007) MALVINO, A. P.; BATES, D. J., Eletrônica. Editora McGraw Hill Brasil, 7ª Edição (2008) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR REZENDE, S. M., Materiais e Dispositivos Eletrônicos. Editora Livraria da Física, 1ª Edição (2004) MALVINO, A. P., Eletrônica. Editora Makron, 4ª Edição (1997) FLOYD, T. L.; BUCHLA, D. M., Electronics Fundamentals: Circuits, Devices & Applications. Editora Prentice Hall, 8ª Edição (2009) CATHEY, J. J., Dispositivos e Circuitos Eletrônicos. Editora Bookman Companhia, 2ª Edição (2003) TURNER, L. W., Circuitos e Dispositivos Eletrônicos, Editora Hemus, 1ª Edição (2004) 55

56 Período Código Disciplina 4 ECO026 Teoria da Computação Noções de Lógica. Conjuntos e funções. Relações. Técnicas de demonstração. Indução. Análise Combinatória. Linguagens Formais. Hierarquia de Chomsky. Autômatos de Estados Finito, Autômatos com Pilha, Máquinas de Turing. Computabilidade. Decidibilidade. Capacitar os discentes nos aspectos teóricos fundamentais da computação, possibilitando-lhes a compreensão formal de algoritmo, computabilidade e do problema de decisão, de modo a deixá-lo consciente das limitações da ciência da computação. HOPCROFT, John E.; ULLMAN, Jeffrey D.; MOTWANI, Rajeev, Introdução à teoria de autômatos, linguagens e computação, Editora Elsevier, Segunda edição, (2002) GERSTING, Judith L., Fundamentos matemáticos para a Ciência da Computação: um tratamento moderno de matemática discreta, Editora LTC, Quinta edição, (2008) LIPSCHUTZ, Seymour; LIPSON, Marc Lars, Teoria e problemas de matemática discreta, Editora Porto Alegre: Bookman, Segunda edição, (2008) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR LEWIS, Harry R.; PAPADIMITRIOU, Christos H., Elementos de teoria da computação, Editora Porto Alegre: Bookman, Segunda edição, (2008) SIPSER, Michael, Introdução à teoria da computação, Editora São Paulo: Thomson Learning, Segunda edição, (2007) RAMOS, Marcus Vinícius Midena; JOSÉ NETO, João; VEGA, Ítalo Santiago, Linguagens formais: teoria, modelagem e implementação, Editora Porto Alegre: Bookman (2009) MENEZES, Paulo Blauth, Matemática discreta para computação e informática, Editora Porto Alegre : Bookman (2008) GRAHAM, Ronald L.; KNUTH, Donald E.; PATASHNIK, Oren, Matemática concreta: fundamentos para a ciência da computação, Editora LTC, Segunda edição, (2008) 56

57 Período Código Disciplina 4 ECO027 Projeto e Análise de Algoritmos Técnicas de análise de algoritmos. Paradigmas de projeto de algoritmos. Grafos e algoritmos em grafos. Classes de problemas. Problemas NP-Completos. Capacitar os discentes a identificar e implementar soluções algorítmicas utilizando teorias das áreas de Projeto e Complexidade de Algoritmos e Teoria dos Grafos. Identificar e distinguir os principais paradigmas de projeto de algoritmos. Analisar o custo de utilização em relação a tempo e espaço de um algoritmo e identificar problemas de grande complexidade e alternativas para suas soluções. Thomas H. Cormen; Charles E. Leiserson; Ronald L. Rivest; Clifford Stein, Introduction to Algorithms, volume, Editora Prentice-Hall, Segunda edição, (2006) Thomas H. Cormen; Charles E. Leiserson; Ronald L. Rivest, Algoritmos: Teoria e Prática, volume, Editora Campus, Segunda edição, (2002) Nivio Ziviani, Projeto de Algoritmos com implementações em PASCAL e C, volume, Editora Cengage Learning, Terceira edição, (2011) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Nivio Ziviani, Projeto de Algoritmos com implementações em Java e C, volume, Editora Thomson (2006) Laira Vieira Toscani; Paulo A. S. Veloso, Complexidade de algoritmos: análise, projeto e métodos, Editora Bookman, Segunda edição, (2008) Paulo Oswaldo Boaventura Netto, Grafos: teoria, modelos, algoritmos, volume, Editora Edgard Blucher, Quarta edição, (2008) Paulo Feofiloff, Algoritmos: em linguagem C, volume, Editora Elsevier (2009) Robert Sedgewick; Kevin Wayne, Algorithms, volume, Editora Addison-Wesley, Quarta edição, (2011) Donald E. Knuth, The Art of Computer Programming, Volume 1: Fundamental Algorithms, Editora Addison-Wesley, Terceira edição, (1997) 57

58 Disciplinas do Quinto Período Período Código Disciplina 5 BAC024 Matemática VI Transformada de Fourier, transformada de Laplace, série de Fourier, equações diferenciais parciais e problemas de contorno e valor inicial. Estudar problemas de engenharia e transformá-las em um modelo matemático na forma de equações diferenciais com condição de contorno, então resolver as mesmas utilizando ferramentas matemáticas e numéricas básicas. BOYCE, W. E.; DIPRIMA, R. C. Equações diferenciais elementares e problemas de valores de contorno. 9. ed. Rio de Janeiro: LTC, DE FIGUEIREDO, D. G.; NEVES, A. F. Equações Diferenciais Aplicadas. IMPA, ISBN GUIDORIZZI, H. L. Um curso de cálculo. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, v 4. ISBN BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BRANNAN, J. R.; BOYCE, W. E. Equações Diferenciais: uma introdução a métodos modernos e suas aplicações. 1. ed. LTC, ISBN ZILL, D. G. Equações diferenciais: com aplicações em modelagem. Cengage Learning, ISBN STEWART, J. Cálculo. 6. ed. São Paulo: Cengage Learning, v 2. ISBN APOSTOL, T. Cálculo. 3. ed. Reverté, v 2. ISBN DE FIGUEIREDO, D. G. Análise de Fourier e Equações Diferenciais Parciais. IMPA, ISBN

59 Período Código Disciplina 5 ELT010 Eletrônica Analógica II Amplificadores de Potência: A Reta de Carga ac e dc, Operação Classe A, Operação Classe B, Operação Classe C, O Seguidor de Emissor, Montagem Darlington, Operação Push-Pull, Regulador de Tensão. Os Transistores a Efeito de Campo de Junção: Conceitos Básicos, Características do Dreno, A Transcondutância, Circuitos de Polarização. Os MOSFETS: MOSFET de Depleção, MOSFET de Enriquecimento, A Transcondutância, Circuitos de Polarização. Análise AC-DC Amplificadores a FETs. Amplificadores Diferenciais: Amplificador Diferencial, Análises dc e ac, Características de Entrada, Ganho a Modo Comum, Amplificadores Operacionais: O Amp Op 741, Amplificador Inversor, Amplificador Não-Inversor, Aplicações, Circuitos Lineares. Amplificador de Tensão Controlado por Tensão, Amplificador de Tensão Controlado por Corrente, Amplificador de Corrente Controlado por Tensão, Amplificador de Corrente Controlado por Corrente, Largura de Banda. Fontes de Alimentação Reguladas: Características de Alimentação, Reguladores Lineares, Noções de Fontes Chaveadas. Proporcionar ao aluno a aquisição de conhecimento necessário para o projeto, análise e identificação de erros em circuitos eletrônicos práticos. R. L. Boylestad, L. Nashelsky, Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos, volume, Editora Pearson - Prentice Hall, 8ª edição (2004) Adel Sedra, Kenneth Smith, Microeletrônica, volume, Editora Pearson Prentice-Hall, 4ª edição (1997) MALVINO, A.P, Eletrônica, volume Vol. 1 e Vol 2, Editora McGraw-Hill, edição (2005) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Thomas L Floyd, David Buchla, Electronics Fundamentals - Circuits Devices and Aplications, volume, Editora Pearson, 8ª edição (1998) Antônio Pertence Júnior, Eletrônica Analógica - Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos, volume, Editora Bookman Companhia, 3ª edição (2006) 59

60 REZENDE, Sérgio Machado, Materiais e Dispositivos Eletrônicos, volume, Editora Livraria da Física, 1a. edição (2004) CATHEY, JIMMIE J., Dispositivos e Circuitos Eletrônicos, volume, Editora BOOKMAN COMPANHIA ED, 2a. edição (2003) TURNER, L.W., Circuitos e Dispositivos Eletrônicos, volume, Editora HEMUS, 1a. edição (2004) 60

61 Período Código Disciplina 5 ELT012 Eletrônica Digital I Sistema de numeração; Bases numéricas; Aritmética Binária; Portas lógicas; Álgebra booleana; Mapas de Karnaugh; Famílias lógicas; Circuitos combinacionais: circuitos aritméticos, codificadores, decodificadores, multiplexadores, demultiplexadorse, comparadores; Introdução aos Latches e Flip-Flops. Tornar o aluno apto para analisar, projetar, simular e montar circuitos digitais, bem como identificar as tecnologias de eletrônica digital. IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G, Elementos de Eletrônica Digital. Editora Érica, 40ª Edição (2009) TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L., Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. Editora Prentice-Hall, 10ª Edição, (2007) FLOYD, Thomas L.; BUCHLA, David M., Electronics fundamentals: circuits, devices, and applications. 8 ed. Boston: Pearson Prentice Hall (2010) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SMITH, Kenneth C.; SEDRA Adel S., Microeletrônica. Editora Prentice Hall, 5a. edição (2007) BIGNELL, James W.; DONOVAN, R., Eletrônica Digital. Editora Cengage Learning (2010) MILOS, D. ERCEGOVAC, Lang.; TOMÁS, Jaime H. Moreno, Introdução aos Sistemas Digitais. Editora Bookman Companhia (2000) GARCIA, Paulo Alves; MARTINI, José S.C., Eletrônica Digital: Teoria e Laboratório, Editora Érica (2006) BOYLESTAD, Robert; NASHELSKY, Louis, Dispositivos Eletrônicos e Teoria de Circuitos, Editora Pearson Prentice Hall, 8a. edição, (2009) 61

62 Período Código Disciplina 5 ECO031 Banco de Dados Conceitos da tecnologia de banco de dados. Modelos de informacoes e dados. Arquiteturas de bancos de dados. Controles operacionais do banco de dados. Implementacao de bancos de dados. O objetivo desta disciplina e introduzir os principais conceitos referentes a area de Bancos de Dados, tais como: modelagem e projetos de bancos de dados; linguagens de consulta; sistemas gerenciadores de bancos de dados; e sistemas avancados de bancos de dados. Silberschatz, A; Korth, H. F.; Sudarshan S., Sistema de Banco de Dados, volume, Editora Elsevier, 5a edição, (2006) DATE, CRISH. J., Introdução a Sistemas de Bancos de Dados, volume, Editora Elsevier, edição, (2004) ELMASRI, Ramez; NAVATHE, Shamkant B, Sistemas de Banco de Dados, Editora Pearson Addison-Wesley, (2011) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PRICE, Jason, Oracle Database 11g SQL, Editora Bookman (2009) FEDYNICH, Jim; BESAW, Jenny; TOMLINSON, Mark, Oracle e Visual Basic: guia do desenvolvedor, Editora Makron Books (2001) BRYLA, Bob; LONEY, Kevin., Oracle Database 11g: manual do DBA, Editora Bookman (2009) WITTEN, Ian H.; FRANK, Eibe, Data mining: practical machine learning tools and techniques with Java implementations, Editora Morgan Kaufmann (2000) BNE-GAN, Itzik et al, Inside Microsoft SQL Server 2008: T-SQL querying, Editora Microsoft Press (2008) 62

63 Período Código Disciplina 5 ECO015 Arquitetura de Computadores Conceitos e tecnologia. Análise de desempenho. Instruções: linguagem de máquina. Aritmética para computadores. O processador. Pipelining. Organização de memória. Organização de sistemas de E/S. Apresentar aos alunos a estrutura e função dos componentes de um computador, apresentando, da forma mais completa possível, a natureza dos sistemas computacionais da atualidade. William Stallings, Arquitetura e organização de computadores, Editora Pearson, 8ª edição, (2010) John L. Hennessy e David A. Patterson, Arquitetura de computadores Uma abordagem Quantitativa, Editora Campus (2009) TANENBAUM, Andrew S., Organização estruturada de computadores. 5 edição. Editora Pearson Prentice Hall (2011) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Miles J. Murdocca e Vincent P. Heuring, Introdução à Arquitetura de Computadores, Editora Campus (2008) Raul Fernando Weber, Arquitetura de Computadores Pessoais, Editora Bookman (2001) 63

64 Período Código Disciplina 5 FIS003 Eletromagnetismo II Equação de onda e condições de contorno, Polarização Ondas eletromagnéticas no vácuo, Equação de onda para os campos, Ondas planas monocromáticas, Ondas eletromagnéticas na matéria, Propagação em meios lineares, Reflexão e transmissão Absorção e dispersão Ondas eletromagnéticas em meios absorvedores, Dependência da permissividade com a frequência, Ondas guiadas, O guia de onda retangular, A linha de transmissão coaxial, Cavidades ressonantes, Difração de Fresnel, Difração de Fraunhofer, Potenciais e campos, Transformações de calibre de Lorentz e calibre de Coulomb, Potenciais atrasados, Potenciais de Liénard-Wiechert, Radiaçao de dipolo elétrico e dipolo magnético, Radiaçao de fontes arbitrárias, Radiaçao de cargas pontuais, Potência irradiada por uma carga pontual, Reação de radiação, Espalhamento Seção de choque, Espalhamento Thomson, Espalhamento Rayleigh, Possibilitar, através de fundamentação teórica, o entendimento das leis e princípios do Eletromagnetismo e da Ótica. Em paralelo, auxiliar o raciocínio na resolução de problemas das áreas do Eletromagnetismo e da Ótica. D. Halliday, R. Resnick e J. Walker, Fundamentos de Física, volume 3 e 4, Editora LTC, 8a. edição, (2009) F. Tipler, Física para Cientistas e Engenheiros, volume 2 e 3, Editora LTC, 6a. edição, (2009) R. Serway e J.W. Jewett, Princípios de Física, volume 4, Editora Cengage, 3a. edição, (2008) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR B. Notarus, Eletromagnetismo, Editora Pearson, 1a. edição, (2012) S.M. Wentworth, Eletromagnetismo Aplicado, Editora Bookman, 1a. edição, (2008) M.N.O. Sadiku, Elementos de Eletromagnetismo, Editora Bookman (2006) S.M. Wentworth, Fundamentos de Eletromagnetismo, Editora LTC (2006) E.M.M. Costa, Eletromagnetismo, volume, Editora Starlin, 1a. edição (2005) 64

65 Disciplinas do Sexto Período Período Código Disciplina 6 ECA023 Processamento Digital de Sinais Transformada de Fourier de sinais discretos, transformada Z e sistemas lineares invariantes com o deslocamento. Processamento discreto de sinais analógicos e variação da taxa de amostragem. Análise de sistemas lineares invariantes com o deslocamento. Transformada discreta de Fourier e transformada rápida de Fourier. Estruturas de implementação de sistemas discretos. Técnicas de projeto de filtros digitais Entender o conceito de caracterização, projeto e implementação de filtros digitais, análise espectral de sinais usando DFT e desenvolvimento de algoritmos para processamento digital de sinais aplicados em sistemas de comunicação. OPPENHEIM A. V.; SCHAFER R. W., Discrete-Time Signal Processing, 3ª Edição, Editora Prentice Hall (2009) INGLE V. K.; PROAKIS J. G., Digital Signal Processing Using MATLAB, Editora Cengage Learning (2011) LATHI, B. P., Sinais e sistemas lineares. 2ª edição, Editora Bookman (2012) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SMITH S. W., The Scientist e Engineers Guide to Digital Signal Processing, Editora California Technical Publishing (1997) JUNIOR A. P., Eletrônica Analógica-Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos, 6ª Edição, Editora Bookman (2003) OPPENHEIM A. V.; WILLSKY, A. S., Signals and Systems, Editora Prentice Hall (1996) ANTONIOU A., Digital Filters Analysis, Design and Applications, Editora McGraw Hill (1993) LING W. L., Nonlinear Digital Filters Analysis and Applications, Editora Academic Press (2007) 65

66 Período Código Disciplina 6 ECO018 Modelagem e Análise de Sistemas Dinâmicos Equações dinâmicas de sistemas de engenharia. Representação e modelos: equações diferenciais, funções de transferência, variáveis de estado. Características dinâmicas. Respostas a entradas degrau, rampa, etc. Estabilidade. Simulações computacionais Estudar os principais conceitos de modelagem e análise de sistemas dinâmicos, observando os regimes transitório e permanente. Além disso, pretende-se trabalhar com os alunos os conceitos de análise de estabilidade e também a simulação de modelos por meio de softwares de simulação OGATA, K. Engenharia de Controle Moderno. 5ed. Pearson - Prentice Hall, SOUZA, A. C. Z. e PINHEIRO, C. M. Introdução à modelagem, análise e simulação de sistemas dinâmicos. Interciência, LATHI, B. P. Sinais e sistemas lineares. Bookman, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OPPENHEIM, A. V. e WILLSKY, A. S. Signals and Systems. 2 ed. Prentice Hall, MONTEIRO, L. H. A. Sistemas Dinâmicos. 2 ed. Livraria da Física, PPENHEIM, A. V., WILLSKY, A. S. e NAWAB, S. H. Sinais e Sistemas. Prentice Hall, AGUIRRE, L. A., Introdução à identificação de sistemas: técnicas lineares e nãolineares aplicadas a sistemas reais. 3 ed. Belo Horizonte: UFMG,

67 Período Código Disciplina 6 ECO032 Engenharia de Software Métodos e técnicas de desenvolvimento de sistemas orientados a objeto. Método Unified Process (UP) de desenvolvimento de sistemas. Modelagem de sistemas usando Unified Modelling Language (UML). Esta disciplina tem como principal objetivo fornecer os conhecimentos necessários a respeito de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Orientados a Objetos, utilizando a UML (Linguagem de Modelagem Unificada). MEDEIROS, Ernani Sales de., Desenvolvendo software com UML 2.0: definitivo, vol. 4, Editora São Paulo: Pearson Makron Books, edição, (2008) SOMMERVILLE, Ian. Tradução de Kalinka Oliveira e Ivan Bosnic, Engenharia de software.software engineering, volume, Editora São Paulo. Pearson Prentice Hall, 9ª edição, (2011) PRESSMAN, Roger S., Engenharia de software. Software engineering: a practitioner s approach., volume, Editora São Paulo: Pearson Makron Books, 3ª edição, (2009) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOMMERVILLE, Ian., Software engineering., Editora Boston: Pearson Addison- Wesley,, 9a. edição, (2011) PRESSMAN, Roger S.; LOWE, David., Engenharia web. Editora Rio de Janeiro: LTC (2009) KRUCHTEN, Philippe., Introdução ao RUP (Rational Unified Process). Editora Rio de Janeiro: Ciência Moderna, 2ª edição (2003) PAULA FILHO, Wilson de Pádua., Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões, Editora Rio de Janeiro: LTC, 3ª edição (2009) 67

68 Período Código Disciplina 6 ELT013 Eletrônica Digital II Linguagem de descrição de hardware(hdl): Introdução, Histórico, Tipos, Evolução, Estrutura básica da linguagem, Definição de variáveis, Tomada de decisão, etc., Síntese Lógica, Teste, Validação e Simulação; Dispositivos Lógicos Programáveis: Introdução, Tipos, Evolução, Famílias, Estrutura básica de um FPGA (CLB/LE, Roteamento - Switch Matrix, I/O Blocks Pinagem, Proteção, outros); Projeto de Circuitos Combinacionais: Multiplexadores, Demultiplexadores, Codificadores, Decodificadores; Máquinas de Estados (FSM): Máquinas de Mealy e Moore; Projeto de Hardware para FSM; Projeto de Circuitos Sequenciais: Projeto de registradores (registradores de deslocamentos e outros), Projeto de contadores (Síncronos e Assíncronos); Memórias semicondutoras: Introdução, Tipos e evolução, Caraterísticas, Estrutura interna e operação, Arranjos lógicos, Projetos para decodificação de endereçamento; Conversão A/D e D/A. Nesta disciplina temos como objetivo proporcionar ao aluno a aquisição de conhecimento necessário para o projeto, identificação de erros e análise em circuitos eletrônicos digitais. Permitir ao aluno a verificação prática dos conhecimentos obtidos e capacita-lo em projeto de circuitos digitais. Nesta capacitação pretendemos que ao término da disciplina o aluno seja capaz de: *Enteder, projetar e analisar o funcionameto de circuitos digitais. *Utilizar plataformas software para desenvolvimento de projetos digitais. *Conhecer e utilizar ambientes e sistemas de desenvolvimento de circuitos. *Testar e validar projetos digitais. *Conhecer e utilizar memórias semicondutoras e seus arranjos. *Conhecer o fluxo profissional de desenvolvimento de sistemas digitais. *Gerenciar o desenvolvimento circuitos digitais. Bignell, James. W.; Donovam, R.L., Eletrônica Digital: Lógica Combinacional, Editora Centage Learning (2009) TOCCI, Ronald J. Widmer, Neal S., Moss, Gregory L., Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. Editora Prentice-Hall, 10a Edição (2008) D. Amore, Roberto., VHDL - Descrição e Síntese de Circuitos Digitais, Editora LTC, 1a edição, (2010) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR IDOETA, I. V.; CAPUANO, F. G., Elementos de Eletrônica Digital, volume, Editora Érica (2009) WAGNER, Flávio Rech; REIS, André Inácio; RIBAS, Renato Perez., Fundamentos de circuitos digitais, Editora Bookman (2008) 68

69 MORENO ORDONEZ, Edward David; PENTEADO, Cesar Giacomini; SILVA, Alexandre César Rodrigues., Microcontroladores e FPGAs: aplicações em automação, Editora Novatec (2006) Sedra, Adel S.; Smith, Kenneth C., Microeletrônica, Editora Pearson Prentice Hall, 5a. edição, (2010) BOYLESTAD, Robert L.; NASHELSKY, Louis., Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos, Editora Pearson Prentice Hall, 8a. edição, (2009) 69

70 Período Código Disciplina 6 ELT035 Microprocessadores Histórico sobre microprocessadores; Microprocessador elementar; Unidades de controle e de operação; Barramentos; Ciclos de escrita e leitura de dados; Espaço de endereçamento; Interface com dispositivos periféricos e de memória; Modelo de programação; Modos de endereçamento; Formato de instruções; Código de máquina; Conjunto de registros de operação, sinalização e manipulação de dados; Ciclo de execução de instruções e tempo de execução; O microprocessador de MC6800; Conjunto de instruções; Tipos de dados; Classes de instruções; Manipulação do contexto de execução; Pilha; Subrotinas; Interrupções e sua manipulação; Temporização de atividades; Técnicas de manipulação de dados; Introdução aos microcontroladores; Família de microcontroladores de MC9S08; Aplicações práticas com a família MC9S08; Utilização de componentes periféricos. Fornecer ao aluno uma visão geral do funcionamento dos circuitos microprocessadores, contemplando os aspectos arquiteturais, de interface e operacionais comuns as suas principais famílias. Também capacitar o corpo discente quanto ao desenvolvimento de soluções eletrônicas e computacionais baseadas tanto na família de microprocessadores Motorola 6800 quanto na de microcontroladores Freescale MC09S08. MORENO ORDONEZ, Edward David; PENTEADO, Cesar Giacomini; SILVA, Alexandre César Rodrigues da. Microcontroladores e FPGAs: aplicações em automação. reimpr. São Paulo: Novatec (2006) PEREIRA, Fábio. Microcontroladores PIC: programação em C. 7 ed. 4 reimpr. São Paulo: Érica (2009) SOUZA, David José de. Desbravando o PIC: ampliado e atualizado para PIC 16F628A. 12 ed. São Paulo: Érica (2013) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR TOCCI, Ronald J.; WIDMER, Neal S.; MOSS, Gregory L., Sistemas digitais: princípios e aplicações, Editora Pearson Prentice Hall, 10a. edição (2008) IDOETA, Ivan Valeije; CAPUANO, Francisco Gabriel., Elementos de eletrônica digital, Editora Érica, 30a. edição, (2000) OLIVEIRA, André Schneider de; ANDRADE, Fernando Souza de., Sistemas embarcados: hardware e firmware na prática, Editora Érica (2006) 70

71 Período Código Disciplina 6 ELT036 Circuitos Integrados Analógicos Tecnologia de fabricação de circuitos integrados: Processos, Caracterização, Layout de circuitos integrados; Transistores MOS: Revisão (estrutura física, polarização, efeito de corpo, etc.); Amplificadores MOS em circuitos integrados: Fontes de corrente, Espelhos de corrente, Resposta em frequência, Amplificador cascode, Seguidor de fonte e de emissor; Amplificador MOS diferencial: Par diferencial MOS, Operação em pequenos sinais, Amplificador diferencial com carga ativa, Ganho de modo comum (CMRR), Resposta em frequência; Realimentação negativa: Propriedades da realimentação negativa, Problemas da estabilidade, Efeitos da realimentação negativa na resposta em frequência, Compensação em frequência; Ferramentas CAD: Design kits, Regras de projeto e verificação (DRC), Entrada e captura de esquemático, Simuladores elétricos e lógicos, Layout, floor-planning, roteamento e verificação (LVS). Nesta disciplina temos como objetivo proporcionar ao aluno a aquisição de conhecimento necessário para o projeto, identificação de erros e análise em circuitos integrados analógicos. Permitir ao aluno a verificação prática dos conhecimentos obtidos e capacita-lo em na área de projeto de circuitos. Pretendemos que ao término da disciplina o aluno seja capaz de: (i) Entender, projetar e analisar o funcionamento de circuitos integrados analógicos, (ii) Utilizar plataformas para desenvolvimento de projetos de circuitos integrados analógicos, (iii) Conhecer e utilizar ambientes e sistemas de desenvolvimento de circuitos, (iv) Testar e validar projetos de circuitos integrados analógicos, (v) Conhecer o fluxo profissional de desenvolvimento de circuitos integrados analógicos, (vi) Gerenciar o desenvolvimento circuitos integrados analógicos. Adel Sedra, Kenneth Smith, Microeletrônica, 5a edição, Oxford University Press (2004) FLOYD, Thomas L.; BUCHLA, David M., Electronics fundamentals: circuits, devices, and applications. 8 edição. Editora Pearson Prentice Hall (2010) Robert, Boylestad, Louis, Nashelsky, Dispositivos eletrônicos e teoria de circuitos, Pearson Prentice Hall (2009) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Paul R. Gray, Paul J. Hurst, Stephen H. Lewis, Robert G. Meyer, Analysis and Design of Analog Integrated Circuits, John Wiley & Sons (2001) Erik Brunvand, Digital VLSI Chip Design with Cadence and Synopsys CAD Tools, Addison-Wesley (2010) David Johns, Ken Martin, Analog Integrated Circuit Design, John Wiley & Sons (1997) 71

72 Neil Weste, David Harris, CMOS VLSI Design: A Circuits and Systems Perspective, Addison-Wesley (2011) J. M. Rabaey, A. C., B. Nikolic, Digital Integrated Circuits, Prentice Hall (2003) 72

73 Disciplinas do Sétimo Período Período Código Disciplina 7 ECA004 Sistemas de Controle Clássico Controladores básicos tipo: proporcional, integral, derivativo (PID), avanço e atraso de fase, controle em malha fechada: erro em regime permanente e rejeição a perturbações, resposta em frequência, diagramas de Bode e de Nyquist, critério de estabilidade de Nyquist, margens relativas de estabilidade: margem de Fase e margem de ganho, critério de estabilidade de Routh-Hurwitz, Relações entre Domínio da frequência e respostas no tempo. Compensação de sistemas de controle por métodos de Resposta em Frequência. Lugar das Raízes. Análise de estabilidade pelo Lugar das Raízes. Compensação de sistemas de controle através de técnicas do Lugar das Raízes. Alocação de Pólos. Observadores de Estado. Compensação por Alocação de Pólos e Observadores de Estado. Fornecer fundamentos teóricos e práticos em teoria de controle e projeto de controladores. Ao final do curso o aluno deverá estar apto a projetar controladores, para sistemas de controle em malha fechada, através de diferentes técnicas como lugar das raízes, resposta em freqüência e alocação de pólos. Além disto, o aluno será capaz de verificar o desempenho de sistemas de controle em malha fechada através de simulações e projetar controladores em um equipamento didático. 1. Katsuhiko Ogata, Engenharia de Controle Moderno, volume, Editora Pearson, Quarta edição, (2010) 2. Robert H. Bishop, Richard C. Dorf, Sistemas de Controle Modernos, volume, Editora LTC, 11a. Edição, (2009) 3. Hebert C. G. Teixeira, Mário Campos, Controles Típicos de Equipamentos e Processos Industriais, volume, Editora Edgard Blücher, Segunda edição, (2010) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Katsuhiko Ogata, System Dynamics, volume, Editora Prentice Hall, Quarta edição, (2003) Alan V. Oppenheim, Alan S. Willsky, Signals And Systems, volume, Editora Prentice Hall, Segunda edição, (1996) Claudio Garcia, Modelagem e Simulação de Processos Industriais e de Sistemas Eletromecânicos, volume, Editora EDUSP, Segunda edição, (2005) 73

74 A. C. Zambroni, C. A. Pinheiro, Introdução à Modelagem, Análise e Simulação de Sistemas Dinâmicos, volume, Editora Interciência, Primeira edição, (2005) Stephen J. Chapman, Programação em MATLAB para Engenheiros, volume, Editora Cengage, Primeira edição, (2003) 74

75 Período Código Disciplina 7 ELT017 Circuitos Integrados Digitais 80h 48h 32h Introdução: História. Transistores MOS. Lógica CMOS. Tecnologia de fábrica e layout de circuitos integrados. Particionamento de projetos. Projetos lógicos, de circuito e físico; -Circuitos Digitais MOS: Caracterização de circuitos lógicos. Estilos de projetos de sistemas digitais. Projeto e análise de desempenho do Inversor CMOS. Circuitos com portas CMOS. Circuitos com transistores de passagem. Circuitos dinâmicos; Subsistemas Matriciais (Memórias): Tipos e arquiteturas. Células RAM. Memórias ROM. Decodificadores de endereço. Memorias seriais (FIFO, Registradores de Deslocamento); Subsistemas de Proposito Especiais: Empacotamento. Potencia. Clock. PLLs. I/O; Metodologias de Projetos: Estrategias de projeto estruturado. Módulos de projeto. Fluxos de projeto. Sistemas econômicos, data sheets e documentação; Teste de Circuitos Integrados Digitais: Introdução. Verificação lógica. Teste pós-fabricação. Design for Testability. Boundary Scan; Linguagem de Descrição de Hardware; Ferramentas CAD. Nesta disciplina temos como objetivo proporcionar ao aluno a aquisição de conhecimento necessário para o projeto, identificação de erros e analise em circuitos integrados digitais. Permitir ao aluno a verificação pratica dos conhecimentos obtidos e capacitá-lo em na área de projeto de circuitos. Pretendemos que ao termino da disciplina o aluno seja capaz de: (i) Entender, projetar e analisar o funcionamento de circuitos integrados digitais; (ii) Utilizar plataformas para desenvolvimento de projetos de circuitos integrados digitais; (iii) Conhecer e utilizar ambientes e sistemas de desenvolvimento de digitais; (iv) Testar e validar projetos de circuitos integrados digitais; (v) Conhecer o fluxo profissional de desenvolvimento de circuitos integrados digitais; (vi) Gerenciar o desenvolvimento circuitos integrados digitais. Adel Secra, Kenneth Smith, Microeletronica, volume, Editora Pearson, 5a. Edição, (2007) J.M. Rabaey, A.C., B.Nikolic, Digital Integrated Circuits, volume, Editora Edition Prentice Hall, 2 edição, (2003) TOCCI, Ronald J. Widmer, Neal S., Moss, Gregory L., Sistemas Digitais: Princípios e Aplicações. Editora Prentice Hall, 10 edição (2008) 75

76 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Neil Weste, David Harris, CMOS VLSI Desgin: A Circuits and Systems Perspective, Editora Addison-Wesley, 4th edição, (2011) 2. Wayne Wolf, Modern VLSI Design: IP-Based Design, volume, Editora Prentice Hall, 4 Edition edição, (2009) 3.Behzad Razavi, Design of Analog CMOS Integrated Circuits, Editora Mc Graw Hill, (2000) 4.Paul R. Gray, Paul J. Hurst, Stephen H. Lewis & Robert G. Meyer, Analysis and Design of Analog Integrated Circuits, Editora John Wiley & Sons, 4 edição (2001) 5. David Johns & Ken Martin, Analog Integrated Circuit Design, volume, Editora John Wiley & Sons, edição, (1997) 76

77 Período Código Disciplina 7 ELT038 Sistemas de Comunicação 64h 48h 16h Revisão Analise de Fourier. Sistemas de comunicações. Modulação em amplitude. Modulação em ângulo. Modulação digital de portadora. Sistemas de comunicações digitais. Codificação digital de formas de onda. Transmissão digital em banda base. Modulação digital de portadora. Códigos de controle de erro. Modulação por espalhamento espectral. Entender os diversos tipos de modulação de ondas contínuas, aprendendo conceitos de transmissores e receptadores na faixa de rádio-frequência. Aprender conceitos da teoria da amostragem e multiplexação por divisão de tempo. Modulação por código de pulso e transmissão digital e banda base. Haykin S., Moher M., Sistemas de Comunicação, Editora Bookman, 4a. edição (2011) Gomes A., Telecomunicações: transmissão e recepção AM-FM, sistemas pulsados, Editora Erica (2013) NASCIMENTO, J. Telecomunicações. Editora Pearson Education do Brasil (2000) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Simon Haykin e Michael Moher, Juarez Nascimento. Telecomunicações, Editora Makron Books (2004) José Antônio Justino Ribeiro., Comunicações Ópticas Comunicações Ópticas, volume, Editora Érica, edição, (2003) HAYKIN, S. S.; VEEN, B., Sinais e sistemas, Editora Porto Alegre: Bookman, (2000) OPPENHEIM, Alan V.; WILLSKY, Alan S.; NAWAB, Syed Hamid., Sinais e Sistemas, volume, Editora Pearson Education do Brasil,, 2a. Edição, (2010) INGLE, Vinay K.; PROAKIS, John G., Digital signal processing using MATLAB: international student edition., Editora Thomson Learning, 2a. edição, (2007) 77

78 Período Código Disciplina 7 BAC013 Cidadania e Responsabilidade Social A dimensão humana e a construção do indivíduo. Subjetividade e Coletividade. Ética. Política, Instituições e Organizações. Definição e Princípios do Direito. Constituição de 1988: Princípios Fundamentais, Direitos e Deveres Individuais e Coletivos. Conceitos Básicos de Direito Administrativo. A sociedade contemporânea. Globalização e Sustentabilidade. Responsabilidade Social. Empreendedorismo Social. Este curso tem como objetivos desenvolver nos alunos um senso critico da realidade que os cercam, bem como construir dialogicamente habilidades e competências voltadas para uma compreensão do individuo enquanto futuro profissional e ente sociocultural. BOBBIO, N. O futuro da democracia. 4. ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, GEERTZ, C. A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar, LARAIA, R. Cultura: um conceito antropológico. 24. ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BERGER, P., LUCKMANN, T. A Construção Social da Realidade. Petrópolis: Vozes, COLLINS, R. Quatro Tradições Sociológicas. Petrópolis: Vozes, COMTE-SPONVILLE, A. O capitalismo é moral? Tradução de E. Brandão. São Paulo: Martins Fontes, GEERTZ, C. O saber local. Petrópolis: Vozes, VALLS, A. Da ética à bioética. Petrópolis: Vozes,

79 Período Código Disciplina 7 BAC025 Metodologia da Pesquisa Científica Introdução à Epistemologia. Técnicas de redação, relatórios técnico-científicos, fichamentos, análise crítica de textos científicos, busca sistemática da literatura científica, pesquisa na rede mundial de computadores, construção do trabalho científico, discussão e aplicação das normas da ABNT na produção de textos científicos. Diversas possibilidades metodológicas para a realização de pesquisa científica; métodos, técnicas e instrumentos de análise. Projeto de pesquisa, abordagens metodológicas, tipos e técnicas de pesquisa, coleta e análise de dados, validação, formatação e apresentação oral e escrita de trabalhos acadêmico-científicos e processo de orientação de trabalhos acadêmico-científicos. Apresentar ao aluno a formatação e a metodologia do trabalho científico, a fim de torná-lo apto à sua análise, estruturação e execução; estimular a pesquisa e a produção de conhecimentos científicos, desenvolvendo o raciocínio, a criticidade e a expressão do pensamento; habilitar o aluno a elaborar um projeto de Pesquisa Científica; preparar o aluno para redigir um texto científico; capacitar o aluno ao desenvolvimento de trabalhos de pesquisa científica, tanto no que se refere aos aspectos técnicos como nos aspectos práticos e compreender o papel da dimensão científica da Engenharia. CRESWELL, J. W. Projeto de Pesquisa: Métodos qualitativo, quantitativo e misto. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, SALOMON, D. V. Como fazer uma monografia. 12. ed. São Paulo: Martins Fontes, SAMPIERI, R. H.; COLLADO, C. F.; LUCIO, P. B. Metodologia de Pesquisa. 3. ed. São Paulo: Mc Graw Hill,

80 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR BREAKWLL, G. M. et al. Método de Pesquisa em Psicologia. 3. Ed. Porto Alegre: Artmed, ALVES, R. Filosofia da Ciência: Introdução ao jogo e suas regras. 12. Ed. São Paulo: Loyola, CHARMAZ, K. A Construção da Teoria Fundamentada: Guia Prático para Análise Qualitativa. Porto Alegre: Artmed, ESTEBAN, M.P.S. Pesquisa Qualitativa em Educação: Fundamentos e tradições. Porto Alegre: McGraw Hill, MIGUEL, P.A.C. (Coord.). Metodologia da Pesquisa em Engenharia de Produção e Gestão de Operações. Rio de Janeiro: Elsevier,

81 Período Código Disciplina 7 ECO020 Sistemas Operacionais Conceitos básicos. Introdução sobre tempo real. Processos e tarefas. Algoritmos clássicos de escalonamento. Escalonamento de tarefas periódicas. Escalonamento de tarefas aperiódicas. Comunicação e sincronismo. Gerência de memória. Sistemas de arquivos. Entrada/Saída. Compartilhamento de recursos. Políticas e mecanismos de gerenciamento de recursos. Proteção e segurança. Projeto e construção de sistemas operacionais. Estudar arquiteturas e mecanismos dos sistemas operacionais, colocando em evidência os principais problemas enfrentados na construção de um sistema operacional e as soluções empregadas. Dar ao aluno uma visão clara do sistema operacional, de suas possibilidades e limitações. TANENBAUM, A. S., WOODHULL, A. S., Sistemas Operacionais: Projeto e Implementação, Editora Bookman, 3ª edição, (2008) SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G., Sistemas Operacionais com Java, Editora Elsevier, 7ª edição, (2008) DEITEL, H. M.; DEITEL, P. J.; CHOFFNES, D. R., Sistemas Operacionais, Editora Pearson Prentice Hall, 3º edição, (2005) 81

82 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, R.; CARISSIMI, A.; TOSCANI. S., Sistemas Operacionais, volume, Editora Bookman, 4ª edição, (2010) MACHADO, F. B.; MAIA, L. P., Arquitetura de Sistemas Operacionais,, Editora LTC, 4ª edição, (2007) TANENBAUM, A. S., Sistemas Operacionais Modernos, volume, Editora Prentice Hall, 3ª edição, (2010) SILBERSCHATZ, A.; GALVIN, P. B.; GAGNE, G., Fundamentos de Sistemas Operacionais, Editora LTC, 8ª edição, (2010) LECHETA, R. R., Google Android: aprenda a criar aplicações para dispositivos móveis com o Android SDK, Editora Novatec, 2a. Edição, (2010) HOMAS, R.; YATES, J, Unix total: guia do usuário, volume, Editora McGraw-Hill (1989) OLIVEIRA, R.; FRAGA, J. S.; FARINES, J. M., Sistemas de Tempo Real, Editora IME- USP (2000) 82

83 Disciplinas do Oitavo Período Período Código Disciplina 8 EAM002 Ciências do Ambiente Fundamentos de Ecologia. Poluição Ambiental: água, ar, solo. Tecnologias de controle de poluição. Gestão ambiental. Legislação ambiental. Avaliação de impactos ambientais. -Dominar os principais conceitos e princípios fundamentais das ciências ambientais; -Tomar conhecimento, analisar e refletir sobre a importância das ciências ambientais para a formação do engenheiro; BRAGA el al. Introdução à Engenharia Ambiental. Pearson Prentice Hall: São Paulo, MOTTA. S. Introdução à Engenharia Ambiental. 4. ed. ABES, ODUM, E. P. Ecologia. Tradução Christopher J. Tribe e Ricardo Iglesias Rios. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CUNHA, S. B. da; GUERRA, A. J. T. (Org.). Avaliação e perícia ambiental. 11. ed. Rio de Janeiro: Bertrand, p. ISBN FOGLIATTI, M. C.; FILIPPO, S.; GOUDARD, B. Avaliação de impactos ambientais: aplicação aos sistemas de transporte. Rio de Janeiro: Interciência, VESILIND, P. A.; MORGAN, S. M.. Introdução à engenharia ambiental. 2. edição. São Paulo: Pearson Prentice Hall, xviii, 438 p. ISBN MILLER JUNIOR, G. T. Ciência ambiental. 11edição. Editora Cengage Learning, SHIGUNOV NETO, A; CAMPOS, L. M. de S.; SHIGUNOV, T. Fundamentos da gestão ambiental. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, xxi, 295 p. ISBN

84 Período Código Disciplina 8 ECA007 Automação e Supervisão de Processos I Comando e proteção baseada em relés eletromecânicos. Caracterização de processos Industriais, (em lote, contínuos, mistos). Controladores lógicos programáveis (CLP s). Linguagens de programação. Aplicações, sistemas comerciais, projetos. Softwares de supervisão: características e aplicações. Projetos de automação industrial. Segurança na concepção de projetos de automação. Aprender conceitos e componentes básicos de automação industrial e comandos elétricos. Aprender lógicas de programação e aplicações de controladores lógicos programáveis (CLP). Introdução ao desenvolvimento de interfaces através de sistemas supervisórios. Compreender e projetar sistemas automatizados. FRANCHI, C. M.; CAMARGO, V. L. A., Controladores Lógicos Programáveis - Sistemas Discretos, Editora Érica., 2ª Edição, (2009) SILVEIRA, P. R.; SANTOS, W. E., Automação e Controle Discreto, Editora Érica, 9ª Edição (1998) CASTRUCCI, P. L.; DE MORAES, C. C., Engenharia de Automação Industrial, Editora LTC, 2ª Edição (2007) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR PETRUZELLA, F. D., Programmable Logic Controllers, Editora Mcgraw-Hill, (2010) FONSECA, M. O., Aplicando a Norma IEC na Automação de Processos, Editora ISA PRESS, (2008) GEORGINI, M., Automação Aplicada - Descrição e Implementação de Sistemas Sequenciais, Editora Érica, 9ª Edição, (2007) NATALE, F., Automação Industrial - Série Brasileira de Tecnologia, Editora Érica, 10ª edição, (2008) BOLTON, W., Programmable Logic Controllers, Editora Butterworth-Heineman, 5ª Edição, (2009) 84

85 Período Código Disciplina 8 EPR022 Gestão de Projetos Gerência de projetos. Abertura e definição do escopo de um projeto. Planejamento de um projeto. Execução, acompanhamento e controle de um projeto. Revisão e avaliação de um projeto. Fechamento de um projeto. Metodologias, teóricas e ferramentas da gerencia de projetos. Modelo de gerenciamento de projeto do Project Management Institute. O objetivo desta disciplina é desenvolver no aluno o conhecimento a respeito do gerenciamento de projetos, desenvolvendo os conceitos de planejamento e acompanhamento dos projetos. KERZNER, H., Gestão de projetos: as melhores práticas, Editora Bookman, Porto Alegre, 2ª edição, (2006) PRESSMAN, R. S., Engenharia de software, Editora McGraw-Hill, São Paulo, 6ª edição, (2006) DINSMORE, P. C.; CABANIS-BREWIN, J., Manual de gerenciamento de projetos. The AMA handbook of project management, Editora Brasport, Rio de Janeiro, 4ª edição (2010) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR ROZENFELD, H. et al., Gestão de desenvolvimento de produtos: uma referência para a melhoria do processo, Editora Saraiva (2006) MENEZES, L. C. M., Gestão e projetos, Editora Atlas, São Paulo (2003) KEELING, R. Tradução: Cid Knipel Moreira, Gestão de projetos: uma abordagem global, Editora Saraiva, São Paulo, (2008) MUTO, C. A. et al., Gestão de programas e múltiplos projetos: do conceito a prática: guia do gerente de programas, Editora Brasport, Rio de Janeiro, (2008) DUFFY, M.. Tradução: Eduardo Lasserre, Gestão de projetos: arregimente os recursos, estabeleça prazos, monitore o orçamento, gere relatório, Editora Elsevier, Rio de Janeiro, 4ª edição, (2006) 85

86 Período Código Disciplina 8 ECO033 Sistemas Embarcados Conceitos gerais de computação embarcada. Programação de sistemas embarcados utilizando linguagem C; Tipos de dados e operações com bits. Diretivas de compilação e pré-compilação. Interrupções. Organização e arquitetura de programas para sistemas embarcados. Limitações de sistemas embarcados. Drivers. Capacitar os alunos em desenvolvimento e programação em dispositivos com sistemas embarcados, oferecendo meios de emulação, virtualização e de sistemas de tempo real. ZIVIANI, N., Projeto de algoritmos: com implementações em Pascal e C, Editora Cengage Leaning, São Paulo, (2011) ASCENCIO, A. F. G.; CAMPOS, E. A. V., Fundamentos da programação de computadores: algoritmos, Pascal, C/C e Java, volume 4, reimpr, Editora Pearson Prentice Hall, São Paulo, 2ª edição, (2010) NOERGAARD, T., Embedded systems architecture: a comprehensive guide for engineers and programmers, Editora Elservier, Nova York. BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIVEIRA, A. S.; ANDRADE, F. S., Sistemas embarcados: hardware e firmware na prática, Editora Érica (2006) STALLINGS, W., Arquitetura e organização de computadores, volume 2 reimp, Editora Pearson Prentice Hall (2011) TANENBAUM, A. S., Organização estruturada de computadores, Editora Pearson Prentice Hall (2011) HENNESSY, J. L.; PATTERSON, D. A., Arquitetura de computadores: uma abordagem quantitativa, Editora Elservier, Rio de Janeiro, 4ª edição (2008) HOHL, W., ARM assembly language: fundamentals and techniques, Editora CRC Press, Boca Raton, (2009) 86

87 Período Código Disciplina 8 ECO021 Redes de Computadores Introdução às redes de computadores. Introdução à teoria das filas. Arquitetura em camadas: Pilha Internet e Modelo ISO-OSI. Camada de Aplicação: modelo clienteservidor e P2P. Camada de Transporte. Camada de Rede: Redes de Circuitos Virtuais, Roteadores, Roteamento de Pacotes. Camada de Enlace. Projetos em Redes de Computadores. Planejamento e Gerência de Redes, Segurança e Autenticação. A disciplina busca possibilitar ao aluno ter uma visão ampla e panorâmica dos principais conceitos envolvendo redes de dados e dispositivos móveis, em especial a Internet. Tais conceitos abrangem as redes comutadas por pacotes, a arquitetura em camadas da pilha Internet, sempre com uma ênfase nos protocolos, modelos e algoritmos mais comumente utilizados no mundo real das redes de dados e dispositivos móveis. KUROSE, J. F, ROSS, K. W., Redes de Computadores e a Internet. Editora Pearson, São Paulo, 5ª edição, (2010) PETERSON, L. Et al., Redes de Computadores: uma Abordagem de Sistemas, Editora Campus, (2004) TANENBAUM, A. S., Redes de Computadores, Editora Campus, 4ª edição, (2003) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR OLIFER, N. OLIFER, V., Redes de Computadores: Princípios, Tecnologias e Protocolos para o Projeto de Redes, Editora LTC, (2008) STALLINGS, W., Criptografia e segurança de redes princípios e práticas: princípios e práticas, Editora Pearson Prentice Hall, São Paulo, 4ª edição, (2008) FOROUZAN, B. A., Comunicação de dados e redes de computadores, Editora Bookman, Porto Alegre, 3ª edição, (2008) BARRETT, D.; KING, T., Redes de Computadores, Editora LTC, (2010) TANENBAUM, A. S., Sistemas Distribuídos, Editora Prentice Hall, 2ª edição, (2007) 87

88 Disciplinas do Nono Período Período Código Disciplina 9 ECO034 Computação Gráfica e Processamento de Imagens Transformações geométricas em duas e três dimensões; Recorte e Visibilidade; Transformações Projetivas; Definição de Objetos e Cenas Tridimensionais; Modelos de Iluminação e Tonalização (shading); Texturas e Mapeamentos; Rasterização e Técnicas de anti-serrilhado (antialiasing); Percepção Visual Humana; Amostragem, realce, filtragem e restauração de imagens; Segmentação de imagens; Compressão e comunicação de imagens; Noções de visão computacional e reconhecimento de padrões. Apresentar os fundamentos, técnicas e instrumentos da Computação Gráfica e Processamento Digital de Imagens. Descrever técnicas para aquisição, transformação e análise de imagens por meio de computador e capacitar os discentes a desenvolver modelos e programas gráficos bidimensional e tridimensional. O cumprimento da disciplina busca dar ao aluno, ao final do semestre, condições de dominar os conceitos básicos dessas duas áreas, bem como dar uma visão geral e introdutória das áreas de Visão Computacional e Reconhecimento de Padrões. FOLEY, J. et al., Computer graphics: principles and practice. Addison-Wesley (1997) GONZALEZ, R.; WOODS, R., Processamento de imagens digitais. Blucher (2010) INGLE, Vinay K.; PROAKIS, John G.. Digital signal processing using MATLAB: international student edition. 2 edição. Editora Thomson Learning (2007) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR AZEVEDO, E.; CONCI, A., Computação gráfica: geração de imagens. Campus (2003) JAIN, A., Fundamentals of digital image processing. Editora Prentice Hall (1989) PEDRINI, H.; SCHWARTZ, W., Análise de Imagens Digitais: Princípios, Algoritmos e Aplicações. Editora Thomson Learning (2007) FORSYTH, D.; PONCE, J., Computer Vision - A Modern Approach. Prentice Hall (2003) MARANA, A.; BREGA, J., Técnicas e ferramentas de processamento de imagens digitais aplicações em realidade virtual e mista. Editora Canal 6 (2008) 88

89 Período Código Disciplina 9 ECO036 Sistemas Paralelos e Distribuídos Caracterização das arquiteturas paralelas e os níveis de paralelismo; Análise de desempenho de programas paralelos; Modelos de programação paralela de memória distribuída e compartilhada; Estudo dos conceitos básicos em sistemas distribuídos; Coordenação e sincronização em sistemas distribuídos; Persistência e sistemas de arquivos distribuídos; Compreender os princípios de comunicação em sistemas paralelos e distribuídos, bem como utilizar as tecnologias disponíveis nestes sistemas no desenvolvimento de softwares. TANENBAUM, A. S.; STEEN, M. V., Sistemas distribuídos: princípios e paradigmas. 2ª Edição, (2007) Couloris G., Dollimore, J., Kindeberg, T., Sistemas Distribuídos: Conceitos e Projeto. Editora Bookman, 4ª Edição (2007) DEITEL, Harvey M.; DEITEL, Paul J.. Java: como programar. 6 edição. Editora Pearson Prentice Hall (2008) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR Quinn, M., Parallel Computing: Theory and Practice.. McGraw-Hill, 2ª Edição (1993) Pacheco, P.; Kaufmann, M., Parallel Programming with MPI., 1ª Edição (1996) Jiang, Robert Manchek, Vaidyalingam S. Sunderam. Distributed Programming with Java. Editora MIT Press. (1999) 89

90 Período Código Disciplina 9 ECO037 Interface Humano-computador Interacao homem-maquina. Estilos de interface com o usuario. Dispositivos de entrada e saida. Uso da cor, de icones e de texto em interfaces graficas. Tecnicas interativas bi e tridimensional. Metodologia de projeto. Ferramentas. Oferecer ao aluno conhecimentos sobre: Os objetivos da Interação humanocomputador e os principais problemas envolvidos na produção de software. Metodologias e técnicas para o desenvolvimento de interfaces humano-computador. Conceitos e aspectos de interfaces humano-computador. PRESSMAN, Roger S., Engenharia de software. 6 ed. São Paulo: McGraw-Hill, 720 p. ISBN (2006) NIELSEN, Jakob; LORANGER, Hoa. Usabilidade na web: projetando websites com qualidade. Elsevier (2007) PAULA FILHO, Wilson de Pádua. Engenharia de software: fundamentos, métodos e padrões. 3 edição. Rio de Janeiro: LTC, 2009 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR SOMMERVILLE, Ian. Engenharia de software. 8ª edição. São Paulo: Pearson Addison- Wesley, xiv, 552 p. ISBN PADOVANI, Stephania; MOURA, Dinara. Navegação em hipermídia: uma abordagem centrada no usuário. Rio de Janeiro: Ciência Moderna, p. ISBN IIDA, Itiro. Ergonomia: projeto e produção. 2 edição. São Paulo: Edgard Blucher, xvi, 614 p. ISBN BUGAY, Edson Luiz. Hipermídia adaptativa: o modelo AHAM-MI. Florianópolis: Visual Books, p. ISBN X. 90

91 Período Código Disciplina 9 ECA012 Inteligência Artificial Introdução aos fundamentos e aplicações de Inteligência Artificial. Histórico e princípios de Inteligência Artificial. Representação do conhecimento. Estratégias de Busca. Cálculo de Predicados. Sistemas Especialistas. Tópicos em Inteligência Artificial: Computação Natural, Lógica Fuzzy, Redes Neurais Artificiais. A disciplina busca possibilitar ao aluno o entendimento de sistemas computacionais dentro de uma perspectiva da Inteligência Artificial e a familiarizar-se com as metodologias e técnicas de desenvolvimento de sistemas inteligentes. LUGER, George F., Artificial intelligence: structures and strategies for complex problem solving., volume, Editora Nova York: Springer, 6 ed. edição, (2009) RUSSELL, Stuart Jonathan; NORVING, Peter, Inteligência artificial. 2 edição, (2004) CARVALHO, André., Inteligência Artificial - Uma Abordagem de Aprendizado de Máquina, Editora LTC. (2011) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR NORVIG, Peter., Paradigms of artificial intelligence programming: case studies in common lisp., volume, Editora San Francisco: Morgan Kaufman Publishers, edição, (1992) HAYKIN, Simon. Redes neurais: princípios e prática. Editora Porto Alegre: Bookman, 2 edição, (2008) SIMÕES, Marcelo Godoy; SHAW, Ian S., Controle e modelagem fuzzy. Editora São Paulo: Blucher, 2 edição, (2007) LINDEN, Ricardo., Algoritmos Genéticos: uma importante ferramenta da inteligência computacional. Editora Rio de Janeiro: Brasport, 2 edição (2008) ROSA, João Luís Garcia., Fundamentos da Inteligência Artificial., Editora LTC (2011) 91

92 Período Código Disciplina 9 BAC016 Economia e Administração Natureza e método de economia. História do pensamento econômico. Microeconomia. Macroeconomia. Análise de sensibilidade. Projeto de Viabilidade Econômica. A organização e a administração da empresa. Teorias gerais da administração. Métodos de planejamento e controle. Gestão de pessoas. Gestão financeira. Contabilidade e balanço. Oferecer aos alunos os conceitos sobre as funções e as características básicas do administrador e das organizações. Desenvolver a visão integrada das organizações e da teoria geral da administração. CHIAVENATO, Idalberto. Introdução à teoria geral da administração: uma visão abrangente da moderna administração das organizações. 8 edição. Editora Elsevier (2011) BLANK, Leland; TARQUIN, Anthony. Engenharia econômica. 6 edição. Editora McGraw-Hill (2008) CHIAVENATO, Idalberto. Administração nos novos tempos. 2 edição. Editora Elsevier (2010) BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR CORNACHIONE JUNIOR, E. B. Informática aplicada às áreas de contabilidade, administração e economia. 3. ed. Atlas, LANZANA, A. E. T. Economia brasileira: fundamentos e atualidade. Atlas, PASSOS, C. R. M.; NOGAMI, O. Princípios de economia. Cengage Learning, FREZATTI, F. Gestão da viabilidade econômico-financeira dos projetos. Atlas, HEILBRONER, R. L. A história do pensamento econômico. 6. ed. Nova Cultural,

93 8. Infraestrutura Através da parceria pioneira entre governo local (PMI), setor privado (VALE), Ministério da Educação (MEC) e Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), encontrase em fase de implantação o campus de Itabira da UNIFEI, cujas atividades tiveram início em julho de 2008 com a realização de seu primeiro processo seletivo vestibular. O Convênio de Cooperação Técnica e Financeira, firmado entre a UNIFEI, a mineradora Vale e a Prefeitura Municipal de Itabira, assegura o funcionamento adequado do campus. Neste convênio, a Prefeitura Municipal de Itabira (PMI) é responsável por prover a infra-estrutura necessária ao funcionamento da Universidade e doá-las (terreno e benfeitorias) à universidade. A área já destinada e alocada ao Complexo Universitário possui aproximadamente m² junto ao Distrito Industrial II da cidade. A empresa de mineração VALE tem a responsabilidade de equipar o campus com os laboratórios e equipamentos necessários para atender as necessidades acadêmicas dos alunos, enquanto o MEC é responsável pelos recursos humanos, provendo recursos para manter o corpo docente e técnico-administrativo para o perfeito funcionamento do campus. Quanto ao corpo docente, nesta fase inicial, o campus de Itabira será composto por aproximadamente 160 professores, além de 96 servidores técnico-administrativos, atendendo a uma população universitária de cerca de alunos em cinco anos. Os servidores docentes e técnico-administrativos serão contratados de acordo com vagas disponibilizadas pelo MEC, por meio de concurso público. Atualmente as atividades do campus Itabira estão distribuídas em duas instalações: (i) a unidade central, que concentra maior parte da estrutura física do campus e (ii) o Parque Tecnológico de Itabira (Itec). A unidade central se localiza em uma área periférica da cidade. É composta por um prédio de 4.000m² e um conjunto de salas externas, que abrigam os laboratórios e grande parte da estrutura administrativa da universidade. No Itec estão localizadas algumas salas de aula e laboratórios. São destinados principalmente para receber os alunos ingressantes, devido a sua localização privilegiada, na região central da cidade. Além desta estrutura já disponível, está em fase final de construção na unidade central um prédio com área de m² para melhor atender a demanda de espaços físicos, sobretudo para a montagem de laboratórios didáticos. 8.1 Sala de professores e sala de reuniões As instalações não oferecem espaço construído suficiente para que cada docente ocupe um gabinete individual. Por isto, os professores são acomodados em salas coletivas. A maioria das salas comporta 5 professores e oferece computadores individuais com acesso à internet para cada professor e telefone com acesso externo liberado para realizar ligações tanto para telefones fixos quanto para celulares. Existe uma sala disponível para reunião de professores (e convidados) e também sala para video-conferência, onde são realizadas as reuniões envolvendo a estrutura administrativa da UNIFEI no campus sede, em Itajubá. 8.2 Salas de aula No total, o campus de Itabira conta com 20 salas de aula. Destas salas, 5 são localizadas no Itec e 15 são localizadas na Unidade central, todas elas com tamanho entre 60m² e 120m². Esta estrutura física é suficiente para acomodar todas as 93

94 disciplinas de graduação dos nove cursos de engenharia ao longo dos dias da semana. No entanto, eventualmente é necessário que algum horário seja alocado no período noturno. Após a construção do novo prédio na unidade central, espera-se que este problema seja resolvido, exceto para casos onde a alocação noturna for uma solução (por exemplo, para oferecer disciplinas de dependência e eliminar o conflito dos horários diurnos dos alunos). Todas estas salas são equipadas com ventiladores e projetores, que podem ser utilizados pelos professores e alunos. 8.3 Acesso dos alunos aos equipamentos de informática Os alunos têm acesso à internet no campus, via wireless. Em todas as salas de aula a internet pode ser acessada livremente. Além disto, em pontos do prédio central existem computadores portáteis disponíveis para a utilização dos alunos. Estes locais são destinados para estudos coletivos dos alunos e, consequentemente, há os computadores para acesso à internet. Além disto, os alunos também podem acessar os laboratórios de informática, desde que eles não estejam sendo utilizados por algum professor em aula. 8.4 Registros acadêmicos O controle da vida acadêmica do aluno é feito por um sistema computacional desenvolvido pela equipe do Departamento de Suporte à Informatica (DSI) da UNIFEI. O sistema funciona em rede e tem acessos diferenciados para: coordenador, aluno, professor, e servidores técnico-administrativos que ocupam cargos/funções específicas para gerenciarem o sistema. No Departamento de Registro Acadêmico da UNIFEI dão entrada e são arquivados os documentos indispensáveis ao controle da vida acadêmica do aluno. Esses documentos pertencem ao arquivo permanente da Universidade. 8.5 Biblioteca O material disponível na biblioteca é proposto principalmente para atender às bibliografias básicas e complementar associadas às disciplinas dos nove curso de engenharia disponíveis na UNIFEI - campus Itabira. São exemplares de livros e material multimídia que pode ser acessado pelo aluno para auxiliar durante os estudos nas disciplinas. Além dos materiais da biblioteca, esta também oferece um espaço tranquilo para estudos, que pode ser usado pelos alunos Acesso ao portal de Periódicos da CAPES Existem duas formas de acesso aos periódicos. Uma delas é através do site da biblioteca da UNIFEI - campus Itabira que contém uma lista de periódicos de interesse para as áreas afins aos nove cursos de engenharia do campus. Esta lista pode ser acessada através do endereço: Além desta, é possível também que os alunos acessem diretamento o portal de periódicos da CAPES, o que lhe proporciona acessar uma lista mais abrangente de periódicos. Para isto, basta acessar o endereço: 94

95 A Universidade Federal de Itajubá também mantém um convênio com o Portal Virtual UNIVERSITÁRIA que disponibiliza livros, no formato digital das editoras: Contexto, Ática, Scipione, Casa do Psicologo, Pearson, Grupo A e Menole. O acesso aos livros nesta biblioteca digital pode ser feito através do endereço: Laboratórios especializados O convênio firmado para viabilizar o projeto de expansão estabelece o comprometimento da Vale com o provimento dos equipamentos destinados aos laboratórios dos cursos, que são utilizados nas atividades de formação, geração e aplicação de conhecimento. Alguns destes laboratórios já encontram em funcionamento, distribuídos entre a unidade central do campus e o Itec, enquanto outros ainda se encontram em fase de aquisição. Entre os laboratórios em funcionamento no curso de Engenharia da Computação estão: 1. LabComp - Laboratório de Computadores Localização: Itec Disciplinas Atendidas: BAC004 (Informática), BAC003 (Desenho Aplicado) Descrição: Laboratório dedicado para atender aos alunos de todos os cursos em seu aprendizado de programação e desenho técnico. Esse espaço, em suas horas vagas, também fica disponível aos alunos para atividades acadêmicas gerais. 2. LabInf - Laboratório de Informática I Localização: Unidade Central Disciplinas Atendidas: ECO010 (Algoritmos e Estruturas de Dados I), ECO030 (Programação Orientada a Objetos), ECO031 (Banco de Dados), ECO020 (Sistemas Operacionais) e ECO036 (Sistemas Paralelos e Distribuídos). Descrição: Laboratório dedicado para atender aos alunos do curso de Engenharia da Computação em seu aprendizado de aulas práticas de um conjunto de disciplinas específicas. 3. Laboratório de Eletricidade Básica Localização: Itec Disciplina Atendida: BAC006 (Eletricidade) Descrição: Voltado para experiências e montagens práticas visando a solidificar os conceitos e fenômenos básicos de circuitos elétricos em geral. 4. Laboratório de Eletrônica Analógica e Eletrotécnica Geral Localização: Unidade Central Disciplinas Atendidas: ELT009 (Eletrônica Analógica I), ELT010 (Eletrônica Analógica II) Descrição: Laboratório voltado para experiências e montagens práticas visando solidificar os conceitos e fenômenos básicos envolvendo dispositivos eletrônicos analógicos e dispositivos eletrônicos digitais. Além disto, este laboratório atende a disciplina de Eletrotécnica Geral. 5. Laboratório de Eletrônica Digital e Robótica Localização: Unidade Central Disciplinas Atendidas: ELT012 (Eletrônica Digital I), ELT013 (Eletrônica Digital II) Descrição: Voltado para experiências e montagens práticas visando a solidificar os conceitos e fenômenos básicos envolvendo dispositivos eletrônicos digitais e robóticos. 95

96 6. Laboratório de Controle Localização: Unidade Central Disciplinas Atendidas: ECO018 (Modelagem e Análise de Sistemas Dinâmicos), ECA004 (Sistemas de Controle) Descrição: Laboratório para uso de softwares específicos para a prática de conceitos das disciplinas, especialmente o uso do sofware MatLab. 7. Laboratório de Automação e Acionamentos Localização: Unidade Central Disciplina Atendida: ECA019 (Automação Industrial) Descrição: Laboratório voltado para experiências e trabalhos práticos buscando a solificação de conceitos básicos de automação industrial e de comandos elétricos. 8. Laboratório de Ensaios Mecânicos Localização: Unidade Central Disciplina Atendidas: BAC010 (Engenharia de Sólidos) Descrição: Ensaio e caracterização de materiais com base no comportamento mecânico e de resistência dos materiais. 9. Laboratório de Fenômenos de Transporte Localização: Unidade Central Disciplina Atendidas: BAC014 (Engenharia de Fluidos) Descrição: Atende a disciplina de Engenharia de Fluidos. 10. Laboratório de Física Localização: Itec Disciplinas Atendidas: BAC007 (Física), FIS002 (Eletromagnetismo) Descrição: experimentos gerais na área de mecânica, eletromagnetismo, óptica, física moderna, ondulatória etc. 11. Laboratório de Química Localização: Unidade Central Disciplina Atendida: BAC009 (Química) Descrição: experimentos gerais em cinética, equilíbrio, eletroquímica, determinação qualitativa e quantitativa de elementos etc. 12. Laboratório de Microprocessadores e Telecomunicações Localização: Itec Disciplinas Atendidas: ELT035 (Microprocessadores), ECA023 (Processamento Digital de Sinais), ELT038 (Sistemas de Comunicação) Descrição: Laboratório com bancadas de computadores e vários kits didáticos de microprocessadores e microcontroladores, além de equipamentos de medição. 13. Laboratório de Circuitos Integrados Localização: Unidade Central Disciplinas Atendidas: ELT036 (Circuitos Integrados Analógicos), ELT017 (Circuitos Integrados Digitais) Descrição: Sistema PCB para impressão de circuitos, equipado com: ploter PCB, metalização de furos, máscaras e silk, ploter para máscara de solda, posicionadora SMD, forno de soldagem. 96

97 14. LabSmart Localização: Itec Disciplina Atendida: ECO033 (Sistemas Embarcados) Descrição: Laboratório para atender ao conteúdo de disciplinas associadas à programação de dispositivos móveis e embarcados. 15. LabRedes Localização: Itec Disciplina Atendida: ECO021 (Redes de Computadores) Descrição: Laboratório com equipamentos de comunicação de dados entre servidores, estações, roteadores, switchs. Além destes laboratórios em funcionamento, existem ainda outros laboratórios que devem entrar em operação assim que o novo prédio da unidade central estiver em funcionamento. Os recursos financeiros para a aquisição dos equipamentos destes laboratórios já foram disponibilizados pela Vale através do convênio de cooperação técnico-científica. Todos estes laboratório devem ser instalados até setembro de 2015, conforme consta neste convênio. Os laboratório que ainda serão instalados estão descritos abaixo: 16. Sistemas Embarcados Descrição: Laboratório com kits para construção e programação de robôs, além de kits educacionais para montagem de robôs legos mindstorm. 17. Inteligencia Artificial Descrição: laboratório com computadores e aplicativos específicos para o ensino de IA, entre IDEs, compiladores e interpretadores afeitos aos paradigmas imperativo, lógico e funcional. 18. Computação Gráfica e Interface Humano computador Descrição: Laboratório com equipamentos que permitam aos alunos aprofundar seus conhecimentos no desenvolvimento de aplicações gráficas. 19. Programação Paralela e Distribuída Descrição: Laboratório com um sistema computacional de processamento de alto desempenho, destinado ao ensino e desenvolvimento de sistemas paralelos e distribuídos, fornecendo suporte a projetos desenvolvidos por toda a comunidade acadêmica. 9. Perfil Docente O corpo docente do curso de Engenharia de Produção conta, atualmente, com os seguintes professores: Nome Aldo Peres Campos e Lopes Ana Carolina Oliveira Santos André Luís Riqueira Brandão Andreza de Sousa Andrada Bruno Zanotelli Felippe Caio Fernandes de Paula Claudia Akemi Izeki Dair José de Oliveira Titulação D M D D M D M D 97

98 Davidson Passos Mendes Eduardo Miguel da Silva Ernesto Soares de Freitas Neto Evandro Augusto de Morais Evandro Daniel Calderaro Cotrim Fabiana Costa Guedes Fernanda Rodrigues da Silva Fernando Afonso Santos Flavio Fontenelle Loque Gilberto Duarte Cuzzuol Gustavo Henrique Oliveira Salgado Gustavo Rodrigues de Morais Ivan Lucas Arantes James Lacerda Maia João Paulo Roquim Romanelli José Carlos de Lacerda Juliano de Almeida Monte Mor Mara Cristina da Silveira Coelho Márcio Martins Lage Júnior Márcio Tsuyoshi Yasuda Maria Elizabete Vilela Santiago Mauricio Werneck de Oliveira Mercês Coelho da Silva Milton Jose Zamboni Natália Cosse Batista Paulo Jose Lage Alvarenga Paulo Mohallem Guimaraes Priscilla Chantal Duarte Silva Rafael Francisco Dos Santos Renata dos Santos Ricardo Shitsuka Rodrigo Aparecido da Silva Braga Rogerio Fernandes Brito Ronara Cristina Bozi Dos Reis Rosimeire Aparecida Jeronimo Sandro Carvalho Izidoro Ulisses Pessin Camatta Walter Aoiama Nagai Wandré Nunes de Pinho Veloso M D D D D M M D M D M M M D D M M D D D M D D D M M D D M M D M D M D M M M M Todo o corpo docente do Curso de Engenharia da Computação é servidor pertencente ao quadro de pessoal da Universidade Federal de Itajubá, lotado no Campus de Itabira, sob o regime de dedicação exclusiva. Ao final da implantação do projeto expansão, a UNIFEI terá, no campus Itabira, 160 docentes e 96 técnicos administrativos. O quadro de pessoal ainda encontra-se em processo de formação. 98

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