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1 1 de 62 02/05/ :56 LEI Nº DE 12/12/1984 INSTITUI O CÓDIGO TRIBUTÁRIO DO MUNICÍPIO DE BRAGANÇA PAULISTA. A Câmara Municipal de Bragança Paulista aprovou e eu, Prefeito Municipal, sanciono e promulgo a seguinte Lei: Art. 1º - Esta lei institui o Código Tributário do Município de Bragança Paulista, obedecidos os mandamentos oriundos da Constituição Federal, do Código Tributário Nacional e demais leis complementares, das resoluções do Senado Federal e da legislação estadual nos limites de sua respectiva competência. LIVRO PRIMEIRO PARTE ESPECIAL - TRIBUTOS Art. 2º - Ficam instituídos os seguintes tributos: I - impostos a) Impostos sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana; b) Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza.. II - Taxas a) Taxas de Serviços Urbanos; 1 b) Taxas de Licença. III - CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA TÍTULO I DOS IMPOSTOS CAPÍTULO I DO IMPOSTO SOBRE A PROPRIEDADE PREDIAL TERRITORIAL URBANA SEÇÃO I DO FATO GERADOR Art. 3º - O fato gerador do imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana é a propriedade, o domínio útil ou a posse de bem imóvel, por natureza ou acessão física, localizada na zona urbana do Município. Parágrafo Único - O fato gerador do imposto ocorre, anualmente, no dia primeiro de janeiro de cada ano. Art. 4º - Considera-se zona urbana, para os efeitos deste imposto, a definida e delimitada em lei municipal onde existam pelo menos dois dos seguintes melhoramentos, construídos ou mantidos pelo Poder Público: I - meio fio ou calçamento, com canalização de águas pluviais; II - abastecimento de água; III - sistema de esgotos sanitários; IV - rede de iluminação pública, com ou sem posteamento, para distribuição familiar; V - escola primária ou posto de saúde a uma distância máxima de 3 (três) quilômetros do imóvel considerado. V - Escola de ensino fundamental ou unidade básica de saúde a uma distância máxima de 3 (três) quilômetros do imóvel considerado. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 1º - Consideram-se também zona urbana as áreas urbanizáveis ou de expansão urbana, constantes de loteamentos aprovados pelos órgãos competentes, destinados à habitação, à indústria ou ao comércio, mesmo que localizados fora das zonas definidas neste Artigo. 2º - O imposto incide também sobre o imóvel que seja utilizado como "sítio de recreio", ainda que localizados fora da zona urbana e no qual a eventual produção não se destine ao comércio.

2 2 de 62 02/05/ :56 3º - O imposto não incide sobre imóvel que seja comprovadamente utilizado em exploração extrativo-vegetal, agrícola, pecuária ou agro-industrial, independentemente de sua área, ainda que localizado na zona urbana. 3º - Não se sujeitam ao IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) os imóveis destinados, comprovadamente, à exploração agrícola, pecuária, extrativa, animal ou mineral ou agro-industrial, qualquer que seja a sua localização. (Acrescido pela Lei nº 2460/1989) Art. 5º - O bem imóvel, para os efeitos deste imposto, será classificado como terreno ou prédio. 1º - Considera-se terreno o bem imóvel: a) sem edificação; b) em que houver edificação interditada, condenada, em ruína ou em demolição; (Revogada pela Lei nº 2460/1989) c) em que houver construção paralisada ou em andamento; d) cuja construção seja de natureza temporária ou provisória ou que possa ser removida sem destruição, alteração ou modificação; 2º - Considera-se prédio o bem imóvel no qual exista edificação utilizável para habitação ou para exercício de qualquer atividade, seja qual for a sua denominação, forma ou destino, desde que não compreendidas nas situações do parágrafo anterior. 2º - Considera-se prédio o bem imóvel no qual exista edificação utilizável para habitação ou para exercício de qualquer atividade, seja qual for a sua denominação, forma ou destino. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 3º - Tratando-se de construções concluídas durante o exercício, o imposto sobre a propriedade predial será lançado a partir do exercício seguinte àquele em que seja expedido o habite-se, ou qualquer outro documento idôneo, expedido pela Prefeitura Municipal, que considere o prédio apto à moradia. (Redação dada pela Lei Complementar nº 67/1993) 3º - Tratando-se de construções concluídas durante o exercício, o imposto sobre a propriedade predial será lançado a partir do exercício seguinte àquele em que seja expedido o documento pela Prefeitura Municipal que considere o prédio apto para a sua ocupação. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Art. 6º - A incidência do imposto independe: I - do resultado financeiro da exploração econômica do bem imóvel; II - da legitimidade dos títulos de aquisição da propriedade, do domínio útil ou da posse do bem imóvel; III - do cumprimento de quaisquer exigências legais, regulamentares ou administrativas relativas ao bem imóvel. SEÇÃO II SUJEITO PASSIVO Art. 7º - Contribuinte do Imposto é o proprietário, o titular do domínio útil ou o possuidor a qualquer título do bem imóvel. Parágrafo Único - Respondem solidariamente pelo Imposto o titular do domínio pleno ou útil, o possuidor a qualquer título, o usufrutuário, os promitentes compradores imitidos na posse, os cessionários, os comodatários e os ocupantes a qualquer título do imóvel, ainda que pertencente a qualquer pessoa física ou jurídica, de direito público ou privado, isenta do Imposto ou a ele imune. SEÇÃO III BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTA Art. 8º - A base de cálculo do Imposto é o valor venal do imóvel. Art. 9º - O valor venal do bem imóvel será conhecido: I - tratando-se de prédios, pela multiplicação do valor do metro quadrado de cada tipo de edificação, pela metragem da construção, somando-se ao resultado o valor venal do terreno; I - tratando-se de prédios, pela multiplicação do valor do metro quadrado de cada tipo de edificação constante de Planta Genérica de Valores, pela metragem da construção, somando-se ao resultado o valor venal do terreno. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) II - tratando-se de terreno, pela multiplicação de sua área total, em metros quadrados, pelo valor do metro quadrado do terreno. II - tratando-se de terrenos, pela multiplicação do valor de sua área total, em metros quadrados, pelo valor do metro do terreno constante de Planta Genérica e Valores. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Parágrafo Único - Para apuração do valor venal do Terreno não serão levados em consideração os bens móveis neles mantidos em caráter permanente ou temporário, para efeito de utilização, exploração, embelezamento ou comodidade.

3 3 de 62 02/05/ :56 Art Os valores venais dos imóvel constarão em "planta genérica de valores" que será atualizada anualmente, decreto, antes do lançamento do imposto, levando-se em conta os equipamentos urbanos e melhorias decorrentes de obras públicas recebidos pela área onde se localizam, bem como os preços correntes no mercado. Art Os valores venais dos imóveis, para lançamento e cobrança do IPTU (Imposto sobre a Propriedade Territorial e Urbana), constarão em "Planta Genérica de Valores", que será atualizada, anualmente, antes do lançamento do imposto, até a variação do índice do IPC/FIPE (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas), ou outro índice que venha a substituí-lo e que estabeleça a mensuração da variação inflacionária ocorrida no período. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) Art Os valores venais dos imóveis, para lançamento e cobrança do imposto, constarão de Planta Genérica de Valores que será atualizada anualmente, antes do lançamento do imposto, pela Unidade Fiscal de Referência (UFIR), ou outro índice que vier a substituí-lo. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Art No cálculo do imposto, a alíquota a ser aplicada sobre o valor do imóvel será de: I - 1,2% (hum virgula dois por cento) em se tratando de prédio; II - 2,5% (dois e meio por cento) tratando-se de terreno. Parágrafo Único - A alíquota prevista neste Artigo referente a terreno será reduzida aos percentuais abaixo, aos lotes enquanto permanecerem na propriedade do loteador: (Acrescido pela Lei Complementar nº 95/1994) I - 1,5% (hum e meio por cento) no lançamento pertinente ao primeiro exercício após a aprovação, pela Prefeitura, de loteamentos novos; (Acrescido pela Lei Complementar nº 95/1994) II - 2,0% ( dois por cento ) no segundo ano posterior à aprovação, se a loteadora tiver cumprido integralmente o cronograma de obras relativo ao ano anterior, caso contrário prevalece o disposto no inciso II, deste Artigo. (Acrescido pela Lei Complementar nº 95/1994) SEÇÃO IV LANÇAMENTO Art O lançamento do imposto, a ser feito pela autoridade administrativa competente, será anual e distinto, um para cada imóvel ou unidade imobiliária independente, ainda que contíguo, levando-se em conta sua situação à época da ocorrência do lançamento e reger-se-á pela lei então vigente. 1º - O imposto sobre os imóveis urbanos será lançado em nome do contribuinte que constar no cadastro fiscal imobiliário ou no dele juntamente com o do adquirente cujo título não esteja registrado, se for o caso. 2º - O lançamento será procedido, na hipótese de condomínio, a, quando "pró-indiviso", em nome de um, de alguns ou de todos os co-proprietários, sendo que, nos dois primeiros casos, não haverá prejuízo da responsabilidade solidária, dos demais pelo pagamento do tributo ou quando "pró-diviso", em nome do proprietário, do titular do domínio útil ou do possuidor da unidade autônoma 3º - Tratando-se de imóvel que seja objeto de enfiteuse, usufruto ou fideicomisso, o lançamento será feito em nome do enfiteuta, usufrutuário ou do fideicomissário. Art O lançamento do imposto não implica no reconhecimento da legitimidade da propriedade, do domínio útil ou da posse do imóvel. Art O imposto deverá ser pago de uma só vez na forma e prazo estabelecidos por decreto. 1º - Fica facultado ao contribuinte optar pelo pagamento do valor anual lançado em até 10 (dez) parcelas mensais, iguais e sucessivas, incidindo sobre as mesma as variações das ORTN`s (Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional) vigentes à época da efetiva liquidação. 1º - fica facultado ao contribuinte optar pelo pagamento do valor anual lançado em até 10 (dez) parcelas mensais e sucessivas, corrigidas pela Unidade Fiscal de Referência (UFIR) ou outro índice que vier a substituí-lo. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 2º - O proprietário de um único imóvel com área construída de até 60m², (sessenta metros quadrados) e que nele resida, poderá efetuar o pagamento em até 03 (três) parcelas mensais e sucessivas, sem acréscimo. (Acrescido pela Lei nº 2393/1988) 2º - 0 proprietário de um único imóvel com área construída de até 70m² (setenta metros quadrados) e que nele resida, poderá efetuar o pagamento em até 04 (quatro) parcelas mensais e sucessivas sem acréscimo, nos prazos e na forma que dispuser Decreto do Executivo. (Redação dada pela Lei nº 2462/1989) 2º - o valor de cada parcela não poderá ser inferior a 15 (quinze) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS). (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 3º - Fica facultado ao contribuinte optar pelo pagamento do valor anual lançado em 10 (dez) parcelas mensais, iguais e sucessivas, incidindo sobre as mesmas as variações do B.T.N. (Bônus do Tesouro Nacional) vigentes à época da efetiva liquidação ou outro Índice substitutivo; (Acrescido pela Lei nº 2460/1989)

4 4 de 62 02/05/ :56 Art O pagamento das parcelas vincendas só poderá ser efetuado concomitantemente com o das vencidas. Art O pagamento das parcelas vincendas só poderá ser efetuado concomitantemente com as vencidas, exceto no caso de parcelamentos. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) SEÇÃO VI ISENÇÕES Art Fica isento do imposto o bem imóvel cedido gratuitamente para uso da União, do Estado ou do Município e suas autarquias. SEÇÃO VII INFRAÇÕES E PENALIDADES Art Serão punidas com multa de 50% (cinqüenta por cento) da Unidade Fiscal Municipal (UFM) vigentes à época da aplicação, as seguintes infrações: I - o não comparecimento do contribuinte à Prefeitura para solicitar a inscrição de imóvel no cadastro fiscal imobiliário ou a anotação de quaisquer alterações que possam afetar a base de cálculo, no prazo de 30 (trinta) dias a contar da data da ocorrência. Parágrafo Único - Multa de 100% (cem por cento) em caso de erro ou omissão dolosos, bem como falsidade nas informações fornecidas para inscrição ou alteração de dados cadastrais de imóveis. Art Constituem-se infrações: I - não inscrição do imóvel no Cadastro Imobiliário da Prefeitura, decorridos 30 (trinta) dias da notificação do proprietário. Penalidade: 3 UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente à época da infração; II - não comunicação de quaisquer alterações que possam afetar a base de cálculo do imposto. Penalidade: 3 UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente à época da infração; III - não comunicação de alterações de dados referentes ao nome do proprietário, titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer titulo, do imóvel, e da mudança de seu endereço (domicilio tributário) Penalidade: 3 UFM (Unidade Fiscal Municipal vigente à época da infração; IV - prestar falsas informações referentes a inscrição ou alteração de dados cadastrais de imóvel, inclusive no tangente ao domicilio tributário do sujeito passivo. Penalidade: 5 UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente à época da infração. Parágrafo Único - A aplicação das penalidades não dispensa o lançamento e cobrança do imposto devido. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) Art Constituem-se infrações: I - não inscrição do imóvel no Cadastro Imobiliário da Prefeitura, decorridos 30 (trinta) dias da notificação do proprietário. Penalidade: 10 (dez) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente no dia da infração; Penalidade: 150 (cento e cinqüenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS) - vigentes no dia da infração; (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) II - não comunicação de quaisquer alterações que possam afetar a base de cálculo do imposto; Penalidade: 10 (dez) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente no dia da infração; Penalidade: 150 (cento e cinqüenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS) - vigentes no dia da infração; (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) III - não comunicação de alterações de dados referentes ao nome do proprietário, titular do domínio útil ou possuidor, a qualquer titulo, do imóvel e, da mudança de seu domicílio tributário, após decorridos 30 (trinta) dias do fato que resultou na alteração: Penalidade: 10 (dez) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente no dia da infração; Penalidade: 150 (cento e cinqüenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS) - vigentes no dia da infração; (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) IV - prestar falsas informações referentes à inscrição ou alteração de dados cadastrais do imóvel, inclusive no tocante ao domicilio tributário do sujeito passivo: Penalidade: 20 (vinte) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente no dia da infração. Penalidade: 300 (trezentas) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS) - vigentes no dia da infração. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Parágrafo Único - A aplicação das penalidades não dispensa o lançamento e cobrança do imposto devido. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994)

5 5 de 62 02/05/ :56 CAPITULO II DO IMPOSTO SOBRE SERVIÇOS DE QUALQUER NATUREZA SEÇÃO I FATO GERADOR Art Fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Quaisquer Natureza é a prestação de serviços constantes da lista do Artigo 20º, por empresa ou profissional autônomo. Parágrafo Único - O fato gerador do imposto Se Configura independentemente: I - da existência de estabelecimento fixo; II - do resultado financeiro do exercício da atividade; III - do cumprimento de qualquer exigência legal ou regulamentar, sem prejuízo das penalidades cabíveis; IV - do pagamento ou não do preço do serviço no mesmo mês ou exercício. Art. 18 Fato gerador do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza é a prestação de serviços constantes da lista do artigo 20 desta Lei, por empresa ou profissional autônomo. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) Art. 18 O Imposto sobre Serviços de Qualquer Natureza (ISSQN), de competência do Município, tem como fato gerador a prestação de serviços constantes da lista do artigo 20, alterada pelo artigo 3º da Lei Complementar nº 400, de 29 de dezembro de 2003, realizada por empresa ou por profissional autônomo. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) 1º O fato gerador do imposto se configura independentemente: a) da existência de estabelecimento fixo; b) do resultado financeiro do exercício da atividade; c) do cumprimento de qualquer exigência legal ou regulamentar, sem prejuízo das penalidades cabíveis; d) do pagamento ou não do preço do serviço no mesmo mês ou exercício; e) de se constituir atividade preponderante do prestador; f) de se tratar de serviço prestados mediante a utilização de bens e serviços públicos explorados economicamente mediante autorização, permissão ou concessão, com pagamento de tarifa, preço ou pedágio pelo usuário final do serviço; g) da denominação dada ao serviço prestado. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 2º O imposto incide também sobre o serviço proveniente do exterior do país ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do país. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) Art Para os efeitos de incidência do imposto considera-se local da prestação do serviço: I - o do estabelecimento prestador do serviço ou, na falta de estabelecimento, o local do domicilio do prestador; II - o local da obra no caso de construção civil. Parágrafo Único - Caracterizam-se estabelecimentos para efeitos de incidência do Imposto os que, embora funciono mesmo local, ainda que idêntico o ramo de atividades, pertençam a diferentes pessoas físicas ou jurídicas e os que, elabora pertencentes à mesma pessoa física ou jurídica, tenham funcionamento em locais diversos. Art. 19 O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XX, quando o imposto será devido no local: (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) I - do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, na hipótese do 1º do artigo 1º e seus incisos desta Lei Complementar; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) II - da instalação dos andaimes, de palcos, de coberturas e outras estruturas, no caso dos serviços descritos no subitem 3.05 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) III - da execução da obra, no caso dos serviços descritos nos subitens 7.02 e 7.19; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) IV - da demolição, no caso dos serviços descritos no subitem 7.04 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) V - das edificações em geral, de estradas, de pontes, de portos e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.05 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) VI - da execução da varrição, da coleta, da remoção, da incineração, do tratamento, da reciclagem, da separação e da destinação final de lixo, dos rejeitos e outros resíduos quaisquer, no caso dos serviços descritos no subitem 7.09 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) VII - da execução, da limpeza, da manutenção e conservação de vias e dos logradouros públicos, dos imóveis, das chaminés, das piscinas, dos parques, dos jardins e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.10 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) VIII - da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de árvores, no caso dos serviços descritos no subitem 7.11 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) IX - do controle e do tratamento do efluente de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos, no caso dos serviços descritos no subitem 7.12 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) X - do florestamento, do reflorestamento, da semeadura, da adubação e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.16 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XI - da execução dos serviços de escoramento, contenção de encostas e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.17 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XII - da limpeza e da dragagem, no caso dos serviços descritos no subitem 7.18 da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XIII - onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos serviços descritos no subitem da lista do

6 6 de 62 02/05/ :56 Artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XIV - dos bens ou do domicílio das pessoas vigiados, segurados ou monitorados, no caso dos serviços descritos no subitem da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XV - do armazenamento, do depósito, da carga, da descarga, da arrumação e da guarda do bem, no caso dos serviços descritos no subitem da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XVI - da execução dos serviços de diversão, de lazer, de entretenimento e congêneres, no caso dos serviços descritos nos subitens do item 12, exceto o da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XVII - do município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XVIII - do estabelecimento do tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XIX - da feira, da exposição, do congresso ou congênere a que se referir o planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista do artigo 20 desta Lei; (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) XX - do porto, do aeroporto, do ferroporto, dos terminais rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista do artigo 20 desta Lei. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.04 da lista do artigo 20 desta Lei, considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada município em cujo território haja extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 2º No caso dos serviços a que se refere o subitem da lista do artigo 20 desta Lei, considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada município em cujo território haja extensão de rodovia explorada. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no local do estabelecimento prestador nos serviços executados em águas marítimas, excetuados os serviços descritos no subitem da lista do artigo 20 desta Lei. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) Art. 19 O serviço considera-se prestado e o imposto devido no local do estabelecimento prestador ou, na falta do estabelecimento, no local do domicílio do prestador, exceto nas hipóteses previstas nos incisos I a XX, quando o imposto será devido no local: (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) I - do estabelecimento do tomador ou intermediário do serviço ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, na hipótese do 2º do artigo 18; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) II - da instalação dos andaimes, de palcos, de coberturas e outras estruturas, no caso dos serviços descritos no subitem 3.05 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) III - da execução da obra, no caso dos serviços descritos nos subitens 7.02 e 7.19 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) IV - da demolição, no caso dos serviços descritos no subitem 7.04 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) V - das edificações em geral, estradas, pontes, portos e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.05 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) VI - da execução da varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final do lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer, no caso dos serviços descritos no subitem 7.09 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) VII - da execução da limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.10 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) VIII - da execução da decoração e jardinagem, do corte e poda de árvores, no caso dos serviços descritos no subitem 7.11 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) IX - do controle e tratamento do efluente de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos, no caso dos serviços descritos no subitem 7.12 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) X - do florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.16 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XI - da execução dos serviços de escoramento, contenção de encostas e congêneres, no caso dos serviços descritos no subitem 7.17 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XII - da limpeza e dragagem, no caso dos serviços descritos no subitem 7.18 da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XIII - onde o bem estiver guardado ou estacionado, no caso dos serviços descritos no subitem da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XIV - dos bens ou do domicílio das pessoas vigiadas, seguradas ou monitoradas, no caso dos serviços descritos no subitem da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004)

7 7 de 62 02/05/ :56 XV - do armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda do bem, no caso dos serviços descritos no subitem da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XVI - da execução dos serviços de diversão, lazer, entretenimento e congêneres, no caso dos serviços descritos nos subitens do item 12, exceto o subitem 12.13, da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XVII - do município onde está sendo executado o transporte, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XVIII - do estabelecimento tomador da mão-de-obra ou, na falta de estabelecimento, onde ele estiver domiciliado, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XIX - da feira, exposição, congresso ou congênere a que se referir o planejamento, organização e administração, no caso dos serviços descritos pelo subitem da lista de serviços do artigo 20; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) XX - do porto, aeroporto, ferroporto, terminal rodoviário, ferroviário ou metroviário, no caso dos serviços descritos pelo item 20 da lista de serviços do artigo 20. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) 1º No caso dos serviços a que se refere o subitem 3.04 da lista do artigo 20, considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto, na proporcionalidade da área do município em cujo território haja extensão de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza, objetos de locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) 2º No caso dos serviços a que se refere o subitem da lista do artigo 20, considera-se ocorrido o fato gerador e devido o imposto em cada município em cujo território haja extensão de rodovia explorada. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) 3º Considera-se ocorrido o fato gerador do imposto no local do estabelecimento prestador nos serviços executados em águas marítimas, excetuados os serviços descritos no subitem da lista de serviços do artigo 20. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) 4º Considera-se estabelecimento prestador o local onde o contribuinte desenvolva a atividade de prestar serviços, de modo permanente ou temporário, e que configure unidade econômica ou profissional, sendo irrelevantes para caracterizá-lo as denominações de sede, filial, agência, posto de atendimento, sucursal, escritório de representação ou contato ou quaisquer outras que venham a ser utilizadas. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) Art Sujeitam-se ao Imposto os serviços de: 1 - Médicos, Dentistas e Veterinários; 2 - Enfermeiros, Protéticos (prótese dentária), Obstretas, Ortópticos, Fonoaudiólogos, Psicólogos; 3 - Laboratório de Análises Clínicas e Eletricidade Médica; 4 - hospitais, Sanatórios, Ambulatórios, Prontos-socorros, Banco de Sangue, Casas de Saúde, Casas de Recuperação ou Repouso sob Orientações Médica;. 5 - Advogados ou Provisionados; 6 - Agentes da propriedade industrial; 7 - Agentes de propriedade artística ou literária; 8 - Peritos e Avaliadores; 9 - Tradutores e Intérpretes; 10 - Despachantes; 11 - Economistas; 12 - Contadores, Auditores, Guarda-Livros e Técnicos em Contabilidade; 13 - Organização, Programação, Planejamento, Assessoria, Processamento de Dados, Consultoria Técnica, Financeira ou Administrativa (exceto os serviços de assistência social prestados a terceiros e concernentes a ramo de indústria ou comércio explorados pelo prestador do serviço); 14 - Datilografia, estenografia, secretaria e expediente; 15 - Administradores de bens ou negócios, inclusive consórcios ou fundo mútuos para aquisição de bens (não abrangidos os serviços executados por instituições financeiras) ; 16 - Recrutamento, colocação ou fornecimento de mão de obra, inclusive por empregados do prestador de serviços ou por trabalhadores avulsos por ele contratados; 17 - Engenheiros, arquitetos, urbanistas; 18 - Projetistas, calculistas, desenhistas, técnicos; 19 - Execução, por administração, empreitada ou sub-empreita, de construção civil, de obras hidráulicas e outras obras semelhantes, inclusive serviços auxiliares ou complementares (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador do serviço, fora do local da prestação dos serviços, que ficam sujeitas ao I.C.M.); 20 - Demolição,- conservação e reparação de edifícios (inclusive elevadores nele instalados), estradas, pontes e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços, fora do local da prestação dos serviços, que ficam sujeitas ao I.C.M.); 21 - Limpeza de imóveis; 22 - Raspagem e lustração de assoalhos; 23 - Desinfeção e higienização; 24 - Lustração de bens móveis (quando o serviço for prestado a usuário final do objeto lustrado) ; 25 - Barbeiros, cabeleireiros, manicures, pedicures, tratamento de pele e outros serviços de salões de beleza; 26 - Banhos, duchas, massagens, ginástica e congêneres;

8 8 de 62 02/05/ : Transporte e comunicações, de natureza estritamente municipal; 28 - Diversões públicas: teatros, cinemas, circos, auditórios, parques de diversões, táxi-dancings e congêneres; exposições com cobrança de ingressos; bilhares, boliches ou outros jogos permitidos; bailes, "shows", festivais, recitais e congêneres; competições esportivas ou de destreza física ou intelectual, com participação do espectador, inclusive as realizadas em auditórios de estações de rádio ou televisão; execução de música, individualmente ou por conjunto; fornecimento de música mediante transmissão, por qualquer processo; 29 - Organização de festas; "buffet" (exceto o fornecimento de alimentos e bebidas, que ficam sujeitos ao I.C.M.) ; 30 - Agências de turismo, passeios e excursões, guias de turismo; 31 - Intermediação, inclusive corretagem, de bens móveis e imóveis, exceto os mencionados nos itens 58 e 59; 32 - Agenciamento e representação de qualquer natureza, não incluídos no item anterior e nos itens 58 e 59; 33 - Análises técnicas; 34 - Organização de feiras de amostras, congressos e congêneres; 35 - Propaganda e publicidade, inclusive planejamento de campanhas ou sistema de publicidade; elaboração de desenhos, textos e demais materiais publicitários; divulgação de textos, desenhos e outros materiais de publicidade, por qualquer meio; 36 - Armazéns gerais, armazéns frigoríficos e silos; carga, descarga, arrumação e guarda de bens, inclusive guarda móveis e serviços correlatos; 37 - Depósitos de qualquer natureza (exceto depósitos feitos em bancos ou outras instituições financeiras) ; 38 - Guarda e estacionamento de veículos; 39 - Hospedagem em hotéis, mansões e congêneres (o valor da alimentação, quando incluído no preço da diária ou mensalidade, fica sujeito ao imposto sobre serviços); 40 - Lubrificação, limpeza e revisão de máquinas aparelhos equipamentos (quando a revisão implicar em conserto ou substituição de peças, aplica-se o disposto no item 41) ; 41 - Conserto e restauração de quaisquer objetos (exclusive, em qualquer caso, o fornecimento de peças e partes de máquinas e aparelhos, cujo valor fica sujeito ao imposto de circulação de mercadoria); 42 - Recondicionamento de motores (o valor das peças fornecidas pelo prestador do serviço fica sujeito ao imposto de circulação de mercadorias) Pintura (exceto os serviços relacionados com imóveis) de objetos não destinados à comercialização ou industrialização; 44 - Ensino de qualquer grau ou natureza; 45 - Alfaiates, modistas, costureiras, prestados ao usuário final, quando o material, salvo o de aviamento, seja fornecido pelo usuário; 46 - Tinturaria e lavanderia; 47 - Beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento, galvanoplastia, acondicionamento e operações similares, de objetos não destinados à comercialização; 48 - Instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos prestados ao usuário final do serviço, exclusivamente com material por ele fornecido (excetua-se a prestação do serviço ao poder público, a autarquias, a empresas concessionárias de produção de energia elétrica) ; 49 - Colocação de tapetes e cortinas, com material fornecido pelo usuário final do serviço; 50 - Estúdios fotográficos e cinematográficos, inclusive revelação, ampliação, cópia e reprodução; estúdios de gravação de "video-tapes" para televisão; estúdios fonográficos e de gravação de sons e ruídos, inclusive dublagem e "mixagem" sonora; 51 - Cópia de documentos e outros papéis, plantas e desenhos, por qualquer processo não incluído no item anterior Locação de bens móveis; 53 - Composição gráfica, clicheria, zincografia, litografia e fotolitografia; 54 - Guarda, tratamento e adestramento de animais; 55 - Florestamento e reflorestamento Paisagismo e decoração (exceto o material fornecido para execução, que fica sujeito ao I.C.M.); 57 - Recauchutagem ou regeneração de pneumáticos; 58 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de câmbio e de seguros 59 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de títulos quaisquer (exceto os serviços executados por instituições financeiras, sociedades distribuidoras de títulos e valores e sociedades de corretores, regularmente autorizadas a funcionar); 60 - Encadernação de livros e revistas; 61 - Aerofotogrametria; 62 - Cobranças, inclusive de direitos autorais; 63 - Distribuição de filmes cinematográficos e de "vídeo tapes ; 64 - Distribuição e venda de bilhetes de loteria 65 - Empresas funerárias; 66 - Taxidermista. Art Sujeitam-se ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza os serviços de: 01 - Médicos, inclusive análises clínicas, eletricidade médica, radioterapia, ultra-sonografia, radiologia, tomografia e congêneres; 02 - Hospitais, clínicas, sanatórios, laboratórios de análises, ambulatórios, prontos - socorros, manicômios, casas de saúde, de repouso e de recuperação e congêneres; 03 - Bancos de sangue, leite, pele, olhos, sêmen e congêneres; 04 - Enfermeiros, obstetras, ortópticos, fonoaudiólogos, protéticos (prótese dentária); 05 - Assistência médica e congêneres previstos nos (tens 1,2 e 3 desta lista prestados através de planos de medicina de grupo, convênios, inclusive com empresas para assistência a empregados; 06 - Planos de saúde, prestados por empresa que não esteja incluída no (tem 5 desta lista e que se cumpram através de serviços prestados por terceiros, contratados pela empresa ou apenas pagos por esta, mediante indicação do beneficiário do plano;

9 9 de 62 02/05/ : (em branco) 08 - Médicos Veterinários; Hospitais veterinários, clínicas veterinárias e congêneres; 10 - Guarda, tratamento, adestramento, adestramento, embeleza. mento, alojamento e congêneres, relativos a animais; 11 - Barbeiros, cabeleireiros, manicuros, pedicuros, tratamento de pele, depilação e congêneres; 12 - Banhos, duchas, sauna, massagens, ginásticas e congêneres; 13 - Varrição, coleta, remoção e incineração de lixo; 14 - Limpeza e dragagem de portos, rios e canais; 15 - Limpeza, manutenção e conservação de imóveis, inclusive vias públicas, parques e jardins; 16 - Desinfeção, imunização, higienização, desratização e congêneres; 17 - Controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e de agentes físicos e biológicos; 18 - Incineração de resíduos quaisquer; 19 - Limpeza de chaminés; 20 - Saneamento ambiental e congêneres; 21 - Assistência técnica; 22 - Assessoria ou consultoria de qualquer natureza, não contida em outros (tens desta lista, organização, - programação, planejamento, assessorias, processamento de dados, consultoria técnica, financeira ou administrativa; (Vide Aliquota diferenciada estabelecida em 1% na Lei Complementar nº 170/1998) 23 - Planejamento, coordenação, programação ou organização técnica financeira ou administrativa; 24 - Análises, inclusive de sistemas, exames, pesquisas e informações coleta e processamento de dados de qualquer natureza; 25 - Contabilidade, auditoria, guarda - livros, técnicos em contabilidade e congêneres; 26 - Per(cias, laudos, exames técnicos e análises técnicas; 27 - Traduções e interpretações; 28 - Avaliação de bens; 29 - Datilografia, estenografia, expediente, secretaria em geral e congêneres; Projetos, cálculos e desenhos técnicos de qualquer natureza; 31 - Aerofotogrametria (inclusive interpretação), mapeamento e topografia; 32 - Execução, por administração empreitada ou subempreitada, de construção civil, de obras hidráulicas e outras obras semelhantes e respectiva engenharia consultiva, inclusive serviços auxiliares ou complementares (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços, fora do local da prestação dos serviços, que ficam sujeitos ao ICM); 33 - Demolição; 34 - Reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços fora do local da prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICM); 35 - Pesquisa, perfuração, cimentação, perfilagem, estimulação e outros serviços relacionados com a exploração e exploração de petróleo e gás natural; 36 - Florestamento e reflorestamento; 37 - Escoramento e contenção de encostas e serviços congêneres; 38 - Paisagismo, jardinagem e decoração (exceto o fornecimento de mercadorias, que fica sujeito ao ICM); 39 - Raspagem, calafetação, polimento, lustração de pisos, paredes e divisórias; 40 - Ensino, instrução, treinamento, avaliação de conhecimentos, de qualquer grau ou natureza; 41 - Planejamento, organização e administração de feiras, exposições, congressos e congêneres; 42 - Organização de festas e recepções: buffet (exceto o fornecimento de alimentação e bebidas, que fica sujeito ao ICM); 43 - Administração de tens e negócios de terceiros e de consórcio; 44 - Administração de fundos mútuos (exceto a realizada por instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central); 45 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de câmbio, de seguros e de planos de previdência privada; 46 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de títulos quais quer (exceto os serviços executados por instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central); 47 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de direitos da propriedade industrial, artística ou literária; 48 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de contratos de franquia (franchise) e de faturação (factoring) (excetuam os serviços prestados por instituições autorizadas a funcionar pelo. Banco Central); Agenciamento, organização, promoção e execução de programas de turismo, passeios excursões, guias de turismo e congêneres; 50 - Agenciamento, corretagem ou intermediação de bens móveis e imóveis não abrangidos nos (itens 45,46,47 e 48); 51 - Despachantes; 52 - Agentes de propriedade industrial; 53 - Agentes da propriedade artística ou literária; 54 - Leilão; 55 - Regulação de sinistros cobertos por contratos de seguros inspeção e avaliação de riscos para cobertura de contratos de seguros; prevenção e gerência de riscos seguráveis, prestados por quem não seja o próprio segurado ou companhia de seguro; 56 - Armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda de bens de qualquer espécie (exceto depósitos feitos em instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central); 57 - Guarda e estacionamento de veículos automotores terrestres; 58 - Vigilância ou segurança de pessoas e bens; 59 - Transporte, coleta, remessa ou entrega de bens ou valores dentro do território do Município; 60 - Diversões públicas: a) cinemas, "táxi dancing" e congêneres; b) bilhares, boliches, corridas de animais e outros jogos; c) exposições, com cobrança de ingresso; d) bailes, shows, festivais, recitais e congêneres, inclusive espetáculos que seja também transmitidos, mediante compra de direitos para tanto, pela televisão, ou pelo rádio; e) jogos eletrônicos;

10 10 de 62 02/05/ :56 f) competições esportivas ou de destreza física ou intelectual, com ou sem a participação do espectador, inclusive a venda de direitos à transmissão pelo rádio ou pela televisão; g) execução de música, individualmente ou por conjuntos; 61 - Distribuição e venda de bilhetes de loteria, cartões, Pules ou cupons de apostas, sorteios ou prêmios; 62 - Fornecimento de música, mediante transmissão por qualquer Processo, para vias públicas ou ambientes fechados (exceto transmissões radiofônicas ou de televisão); 63 - Gravação e distribuição de filmes e vídeo-tapes 64 - Fonografia ou gravação de sons ou ruídos, inclusive trucagem, dublagem e mixagem sonora; 65 - Fotografia - e cinematografia, inclusive revelação, ampliação, cópias, reproduções e trucagem; 66 - Produção, para terceiros, mediante ou sem encomenda prévia, de espetáculos, entrevistas e congêneres; 67 - colocação de tapetes e cortinas, com material fornecido pelo usuário final do serviço; 68 - Lubrificação, limpeza e revisão de máquinas, veículos, aparelhos e equipamentos (exceto o fornecimento de peças e partes, que fica sujeito ao ICM); 69 - conserto, restauração, manutenção e conservação de máquinas, veículos, motores e elevadores ou de qualquer objeto (exceto o fornecimento de peças e partes, que ficam sujeitos ao ICM); 70 - Recondicionamento de motores (o valor das peças fornecidas pelo prestador de serviço fica sujeito ao ICM); 71 - Recauchutagem ou regeneração de pneus para o usuário final; 72 - Recondicionamento, acondicionamento, pintura, beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento, galvanoplastia, anodização, corte, recorte, polimento, plastificação e congêneres, de objetos não destinados à industrialização ou comercialização; 73 - Lustração de bens móveis quando o serviço for prestado para usuário final do objeto lustrado; 74 - Instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, prestados ao usuário final do serviço, exclusivamente do material por ele fornecido; 75 - Montagem industrial, prestada ao usuário final do serviço, exclusivamente com material por ele fornecido; cópia, ou reprodução, por quaisquer processos, de documentos e outros papéis, plantas ou desenhos; 77 - composição gráfica, fotocomposição, clicheria, zincografia, litografia e fotolitografia; 78 - Colocação de molduras e afins, encadernação, gravação e douração de livros, revistas e congêneres; Locação de bens móveis, inclusive arrendamento mercantil; 80 - Funerais; 81 - Alfaiataria e costura, quando o material for fornecido pelo usuário final, exceto aviamento; 82 - Tinturaria e Lavanderia; 83 - Taxidermia; 84 - Recrutamento, agenciamento, seleção, colocação ou fornecimento de mão - de obra, mesmo em caráter temporário, inclusive por empregados do serviço ou por trabalhadores avulsos por ele contratados; 85 - Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais materiais publicitários (exceto sua impressão, reprodução ou fabricação); 86 - Veiculação e divulgação de textos, desenhos e outros materiais de publicidade, por qualquer meio (exceto em jornais, periódicos, rádios e televisão); 87 - Serviços portuários e aeroportuários; utilização de porto ou aeroporto; atracação; capatazia; armazenagem interna, externa e especial; suprimento de água, serviços acessórios; movimentação de mercadoria fora do cais; 88 - Advogados; 89 - Engenheiros, arquitetos, urbanistas, agrônomos; 90 - Dentistas; 91 - Economistas; 92 - Psicólogos; 93 - Assistentes Sociais; 94 - Relações Públicas; 95 - Cobranças e recebimentos por conta de terceiros, inclusive direitos autorais, protestos de títulos, sustação de protestos, devolução de títulos não pagos, manutenção de títulos vencidos, fornecimentos de posição de cobrança ou recebimento e outros serviços correlatos da cobrança ou recebimento (este (tem abrange também os serviços prestados por instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central); 96 - Instituições financeiras autorizadas a funcionar pelo Banco Central: fornecimento de talão de cheques; emissão de cheques administrativos, transferência de fundos; devolução de cheques; sustação de pagamento de cheques; ordens de pagamento e de créditos por qualquer meio; emissão e renovação de cartão magnético; consultas em terminais eletrônicos; pagamentos por conta de terceiros, inclusive os feitos fora do estabelecimento; elaboração de ficha cadastral; aluguel de cofres, fornecimento de segunda via de avisos de lançamento de extrato de contas; emissão de carnês (neste item não está abrangido o ressarcimento, a instituições financeiras, de gastos com portes do correio, telegramas, telex e teleprocessamento, necessários à prestação dos serviços); 97 - Transporte de natureza estritamente municipal; 98 - Comunicações telefônicas de um para outro aparelho dentro do mesmo Município; 99 - Hospedagem em hotéis, motéis, pensões e congêneres (o valor da alimentação, quando incluído no preço da diária, fica sujeito ao imposto sobre serviço); Distribuição de bens de terceiros em representação de qualquer natureza. (Redação dada pela Lei nº 2223/1987) Exploração de rodovia mediante cobrança de preço dos usuários, envolvendo execução de serviços de conservação, manutenção, melhoramentos para adequação de capacidade e segurança de trânsito, operação, monitoração, assistência aos usuários e outros definidos em contratos, atos de concessão ou de permissão ou em normas oficiais. (Acrescido pela Lei Complementar nº 310/2000) Parágrafo Único - Consideram-se também sujeitos ao imposto os serviços que, por sua natureza e características, assemelhem-se a qualquer um dos que compõem cada item deste Artigo e desde que não compreendidos na competência tributária da União ou dos Estados. Art. 20 Sujeitam-se ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza os serviços de: 1 - Serviços de informática e congêneres: Análise e desenvolvimento de sistemas; Programação; Processamento de dados e congêneres;

11 11 de 62 02/05/ : Elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos; Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; Assessoria e consultoria em informática; Suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados; Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas. 2 - Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza: Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza. 3 - Serviços prestados mediante locação, cessão de direito de uso e congêneres: Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda; Exploração de salões de festas, centro de convenções, escritórios virtuais, stands, quadras esportivas, estádios, ginásios, auditórios, casas de espetáculos, parques de diversões, canchas e congêneres, para realização de eventos ou negócios de qualquer natureza; Locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não, de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza; Cessão de andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário. 4 - Serviços de saúde, assistência médica e congêneres: Medicina e biomedicina; Análises clínicas, patologia, eletricidade médica, radioterapia, quimioterapia, ultra-sonografia, ressonância magnética, radiologia, tomografia e congêneres; Hospitais, clínicas, laboratórios, sanatórios, manicômios, casas de saúde, prontos-socorros, ambulatórios e congêneres; Instrumentação cirúrgica; Acupuntura; Enfermagem, inclusive serviços auxiliares; Serviços farmacêuticos; Terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia; Terapias de qualquer espécie destinadas ao tratamento físico, orgânico e mental; Nutrição; Obstetrícia; Odontologia; Ortóptica; Próteses sob encomenda; Psicanálise; Psicologia; Casas de repouso e de recuperação, creches, asilos e congêneres; Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres; Bancos de sangue, leite, pele, olhos, óvulos, sêmen e congêneres; Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie; Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel e congêneres; Planos de medicina de grupo ou individual e convênios para prestação de assistência médica, hospitalar, odontológica e congêneres; Outros planos de saúde que se cumpram através de serviços de terceiros contratados, credenciados, cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano mediante indicação do beneficiário. 5 - Serviços de medicina e assistência veterinária e congêneres: Medicina veterinária e zootecnia; Hospitais, clínicas, ambulatórios, prontos-socorros e congêneres, na área veterinária; Laboratórios de análise na área veterinária; Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres; Bancos de sangue e de órgãos e congêneres; Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie; Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel e congêneres; Guarda, tratamento, amestramento, embelezamento, alojamento e congêneres; Planos de atendimento e assistência médico-veterinária. 6 - Serviços de cuidados pessoais, estética, atividades físicas e congêneres: Barbearia, cabeleireiros, manicuros, pedicuros e congêneres; Esteticistas, tratamento de pele, depilação e congêneres; Banhos, duchas, sauna, massagens e congêneres; Ginástica, dança, esportes, natação, artes marciais e demais atividades físicas; Centros de emagrecimento, spa e congêneres. 7 - Serviços relativos a engenharia, arquitetura, geologia, urbanismo, construção civil, manutenção, limpeza, meio ambiente, saneamento e congêneres: Engenharia, agronomia, agrimensura, arquitetura, geologia, urbanismo, paisagismo e congêneres; Execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes, inclusive sondagem, perfuração de poços, escavação, drenagem e irrigação, terraplanagem, pavimentação, concretagem e a instalação e montagem de produtos, peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS); Elaboração de planos diretores, estudos de viabilidade, estudos organizacionais e outros, relacionados com obras e serviços de engenharia; elaboração de anteprojetos, projetos básicos e projetos executivos para trabalhos de engenharia; Demolição; Reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços, fora do local da prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS); Colocação e instalação de tapetes, carpetes, assoalhos, cortinas, revestimentos de parede, vidros, divisórias, placas de gesso e congêneres, com material fornecido pelo tomador do serviço; Recuperação, raspagem, polimento e lustração de pisos e congêneres;

12 12 de 62 02/05/ : Calafetação; Varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer; Limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres; Decoração e jardinagem, inclusive corte e poda de árvores; Controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos; Dedetização, desinfecção, desinsetização, imunização, higienização, desratização, pulverização e congêneres; Florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e congêneres; Escoramento, contenção de encostas e serviços congêneres; Limpeza e dragagem de rios, portos, canais, baías, lagos, lagoas, represas, açudes e congêneres; Acompanhamento e fiscalização da execução de obras de engenharia, arquitetura e urbanismo; Aerofotogrametria (inclusive interpretação), cartografia, mapeamento, levantamentos topográficos, batimétricos, geográficos, geodésicos, geológicos, geofísicos e congêneres; Pesquisa, perfuração, cimentação, mergulho, perfilagem, concretação, testemunhagem, pescaria, estimulação e outros serviços relacionados com a exploração e explotação de petróleo, gás natural e de outros recursos minerais; Nucleação e bombardeamento de nuvens e congêneres. 8 - Serviços de educação, ensino, orientação pedagógica e educacional, instrução, treinamento e avaliação pessoal de qualquer grau ou natureza: Ensino regular pré-escolar, fundamental, médio e superior; Instrução, treinamento, orientação pedagógica e educacional, avaliação de conhecimentos de qualquer natureza. 9 - Serviços relativos a hospedagem, turismo, viagens e congêneres: Hospedagem de qualquer natureza em hotéis, apart-service condominiais, flat, apart-hotéis, hotéis residência, residence-service, suite service, hotelaria marítima, motéis, pensões e congêneres; ocupação por temporada com fornecimento de serviço (o valor da alimentação e gorjeta, quando incluído no preço da diária, fica sujeito ao Imposto Sobre Serviços); Agenciamento, organização, promoção, intermediação e execução de programas de turismo, passeios, viagens, excursões, hospedagens e congêneres; Guias de turismo Serviços de intermediação e congêneres: Agenciamento, corretagem ou intermediação de câmbio, de seguros, de cartões de crédito, de planos de saúde e de planos de previdência privada; Agenciamento, corretagem ou intermediação de títulos em geral, valores mobiliários e contratos quaisquer; Agenciamento, corretagem ou intermediação de direitos de propriedade industrial, artística ou literária; Agenciamento, corretagem ou intermediação de contratos de arrendamento mercantil (leasing), de franquia (franchising) e de faturização (factoring) ; Agenciamento, corretagem ou intermediação de bens móveis ou imóveis, não abrangidos em outros itens ou subitens, inclusive aqueles realizados no âmbito de Bolsas de Mercadorias e Futuros, por quaisquer meios; Agenciamento marítimo; Agenciamento de notícias; Agenciamento de publicidade e propaganda, inclusive o agenciamento de veiculação por quaisquer meios; Representação de qualquer natureza, inclusive comercial; Distribuição de bens de terceiros Serviços de guarda, estacionamento, armazenamento, vigilância e congêneres: Guarda e estacionamento de veículos terrestres automotores, de aeronaves e de embarcações; Vigilância, segurança ou monitoramento de bens e pessoas; Escolta, inclusive de veículos e cargas; Armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda de bens de qualquer espécie Serviços de diversões, lazer, entretenimento e congêneres: Espetáculos teatrais; Exibições cinematográficas; Espetáculos circenses; Programas de auditório; Parques de diversões, centros de lazer e congêneres; Boates, taxi-dancing e congêneres; Shows, ballet, danças, desfiles, bailes, óperas, concertos, recitais, festivais e congêneres; Feiras, exposições, congressos e congêneres; Bilhares, boliches e diversões eletrônicas ou não; Corridas e competições de animais; Competições esportivas ou de destreza física ou intelectual, com ou sem a participação do espectador; Execução de música; Produção, mediante ou sem encomenda prévia, de eventos, espetáculos, entrevistas, shows, ballet, danças, desfiles, bailes, teatros, óperas, concertos, recitais, festivais e congêneres; Fornecimento de música para ambientes fechados ou não, mediante transmissão por qualquer processo; Desfiles de blocos carnavalescos ou folclóricos, trios elétricos e congêneres; Exibição de filmes, entrevistas, musicais, espetáculos, shows, concertos, desfiles, óperas, competições esportivas, de destreza intelectual ou congêneres; Recreação e animação, inclusive em festas e eventos de qualquer natureza Serviços relativos a fonografia, fotografia, cinematografia e reprografia: Fonografia ou gravação de sons, inclusive trucagem, dublagem, mixagem e congêneres; Fotografia e cinematografia, inclusive revelação, ampliação, cópia, reprodução, trucagem e congêneres; Reprografia, microfilmagem e digitalização; Composição gráfica, fotocomposição, clicheria, zincografia, litografia, fotolitografia Serviços relativos a bens de terceiros: Lubrificação, limpeza, lustração, revisão, carga e recarga, conserto, restauração, blindagem, manutenção e conservação de máquinas, veículos, aparelhos, equipamentos, motores, elevadores ou de qualquer objeto (exceto

13 13 de 62 02/05/ :56 peças e partes empregadas, que ficam sujeitas ao ICMS); Assistência técnica; Recondicionamento de motores (exceto peças e partes empregadas, que ficam sujeitas ao ICMS); Recauchutagem ou regeneração de pneus; Restauração, recondicionamento, acondicionamento, pintura, beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento, galvanoplastia, anodização, corte, recorte, polimento, plastificação e congêneres, de objetos quaisquer; Instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, inclusive montagem industrial, prestados ao usuário final, exclusivamente com material por ele fornecido; Colocação de molduras e congêneres; Encadernação, gravação e douração de livros, revistas e congêneres; Alfaiataria e costura, quando o material for fornecido pelo usuário final, exceto aviamento; Tinturaria e lavanderia; Tapeçaria e reforma de estofamentos em geral; Funilaria e lanternagem; Carpintaria e serralheria Serviços relacionados ao setor bancário ou financeiro, inclusive aqueles prestados por instituições financeiras autorizadas a funcionar pela União ou por quem de direito: Administração de fundos quaisquer, de consórcio, de cartão de crédito ou débito e congêneres, de carteira de clientes, de cheques pré-datados e congêneres; Abertura de contas em geral, inclusive conta-corrente, conta de investimentos e aplicação e caderneta de poupança, no País e no exterior, bem como a manutenção das referidas contas ativas e inativas; Locação e manutenção de cofres particulares, de terminais eletrônicos, de terminais de atendimento e de bens e equipamentos em geral; Fornecimento ou emissão de atestados em geral, inclusive atestado de idoneidade, atestado de capacidade financeira e congêneres; Cadastro, elaboração de ficha cadastral, renovação cadastral e congêneres, inclusão ou exclusão no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos - CCF ou em quaisquer outros bancos cadastrais; Emissão, reemissão e fornecimento de avisos, comprovantes e documentos em geral; abono de firmas; coleta e entrega de documentos, bens e valores; comunicação com outra agência ou com a administração central; licenciamento eletrônico de veículos; transferência de veículos; agenciamento fiduciário ou depositário; devolução de bens em custódia; Acesso, movimentação, atendimento e consulta a contas em geral, por qualquer meio ou processo, inclusive por telefone, fac-símile, internet e telex, acesso a terminais de atendimento, inclusive vinte e quatro horas; acesso a outro banco e a rede compartilhada; fornecimento de saldo, extrato e demais informações relativas a contas em geral, por qualquer meio ou processo; Emissão, reemissão, alteração, cessão, substituição, cancelamento e registro de contrato de crédito; estudo, análise e avaliação de operações de crédito; emissão, concessão, alteração ou contratação de aval, fiança, anuência e congêneres; serviços relativos a abertura de crédito, para quaisquer fins; Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens, inclusive cessão de direitos e obrigações, substituição de garantia, alteração, cancelamento e registro de contrato, e demais serviços relacionados ao arrendamento mercantil (leasing) ; Serviços relacionados a cobranças, recebimentos ou pagamentos em geral, de títulos quaisquer, de contas ou carnês, de câmbio, de tributos e por conta de terceiros, inclusive os efetuados por meio eletrônico, automático ou por máquinas de atendimento; fornecimento de posição de cobrança, recebimento ou pagamento; emissão de carnês, fichas de compensação, impressos e documentos em geral; Devolução de títulos, protesto de títulos, sustação de protesto, manutenção de títulos, reapresentação de títulos, e demais serviços a eles relacionados; Custódia em geral, inclusive de títulos e valores mobiliários; Serviços relacionados a operações de câmbio em geral, edição, alteração, prorrogação, cancelamento e baixa de contrato de câmbio; emissão de registro de exportação ou de crédito; cobrança ou depósito no exterior; emissão, fornecimento e cancelamento de cheques de viagem; fornecimento, transferência, cancelamento e demais serviços relativos a carta de crédito de importação, exportação e garantias recebidas; envio e recebimento de mensagens em geral relacionadas a operações de câmbio; Fornecimento, emissão, reemissão, renovação e manutenção de cartão magnético, cartão de crédito, cartão de débito, cartão salário e congêneres; Compensação de cheques e títulos quaisquer; serviços relacionados a depósito, inclusive depósito identificado, a saque de contas quaisquer, por qualquer meio ou processo, inclusive em terminais eletrônicos e de atendimento; Emissão, reemissão, liquidação, alteração, cancelamento e baixa de ordens de pagamento, ordens de crédito e similares, por qualquer meio ou processo; serviços relacionados à transferência de valores, dados, fundos, pagamentos e similares, inclusive entre contas em geral; Emissão, fornecimento, devolução, sustação, cancelamento e oposição de cheques quaisquer, avulso ou por talão; Serviços relacionados a crédito imobiliário, avaliação e vistoria de imóvel ou obra, análise técnica e jurídica, emissão, reemissão, alteração, transferência e renegociação de contrato, emissão e reemissão do termo de quitação e demais serviços relacionados a crédito imobiliário Serviços de transporte de natureza municipal: Serviços de transporte de natureza municipal Serviços de apoio técnico, administrativo, jurídico, contábil, comercial e congêneres: Assessoria ou consultoria de qualquer natureza, não contida em outros itens desta lista; análise, exame, pesquisa, coleta, compilação e fornecimento de dados e informações de qualquer natureza, inclusive cadastro e similares; Datilografia, digitação, estenografia, expediente, secretaria em geral, resposta audível, redação, edição, interpretação, revisão, tradução, apoio e infra-estrutura administrativa e congêneres; Planejamento, coordenação, programação ou organização técnica, financeira ou administrativa; Recrutamento, agenciamento, seleção e colocação de mão-de-obra; Fornecimento de mão-de-obra, mesmo em caráter temporário, inclusive de empregados ou trabalhadores, avulsos ou temporários, contratados pelo prestador de serviço;

14 14 de 62 02/05/ : Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais materiais publicitários; Franquia (franchising); Perícias, laudos, exames técnicos e análises técnicas; Planejamento, organização e administração de feiras, exposições, congressos e congêneres; Organização de festas e recepções; bufê (exceto o fornecimento de alimentação e bebidas, que fica sujeito ao ICMS); Administração em geral, inclusive de bens e negócios de terceiros; Leilão e congêneres; Advocacia; Arbitragem de qualquer espécie, inclusive jurídica; Auditoria; Análise de Organização e Métodos; Atuária e cálculos técnicos de qualquer natureza; Contabilidade, inclusive serviços técnicos e auxiliares; Consultoria e assessoria econômica ou financeira; Estatística; Cobrança em geral; Assessoria, análise, avaliação, atendimento, consulta, cadastro, seleção, gerenciamento de informações, administração de contas a receber ou a pagar e em geral, relacionados a operações de faturização (factoring); Apresentação de palestras, conferências, seminários e congêneres Serviços de regulação de sinistros vinculados a contratos de seguros; inspeção e avaliação de riscos para cobertura de contratos de seguros; prevenção e gerência de riscos seguráveis e congêneres: Serviços de regulação de sinistros vinculados a contratos de seguros; inspeção e avaliação de riscos para cobertura de contratos de seguros; prevenção e gerência de riscos seguráveis e congêneres Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria, bingos, cartões, pules ou cupons de apostas, sorteios, prêmios, inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e congêneres: Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria, bingos, cartões, pules ou cupons de apostas, sorteios, prêmios, inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e congêneres Serviços portuários, aeroportuários, ferroportuários, de terminais rodoviários, ferroviários e metroviários: Serviços portuários, ferroportuários, utilização de porto, movimentação de passageiros, reboque de embarcações, rebocador escoteiro, atracação, desatracação, serviços de praticagem, capatazia, armazenagem de qualquer natureza, serviços acessórios, movimentação de mercadorias, serviços de apoio marítimo, de movimentação ao largo, serviços de armadores, estiva, conferência, logística e congêneres; Serviços aeroportuários, utilização de aeroporto, movimentação de passageiros, armazenagem de qualquer natureza, capatazia, movimentação de aeronaves, serviços de apoio aeroportuários, serviços acessórios, movimentação de mercadorias, logística e congêneres; Serviços de terminais rodoviários, ferroviários, metroviários, movimentação de passageiros, mercadorias, inclusive suas operações, logística e congêneres Serviços de registros públicos, cartorários e notariais: Serviços de registros públicos, cartorários e notariais Serviços de exploração de rodovia: Serviços de exploração de rodovia mediante cobrança de preço ou pedágio dos usuários, envolvendo execução de serviços de conservação, manutenção, melhoramentos para adequação de capacidade e segurança de trânsito, operação, monitoração, assistência aos usuários e outros serviços definidos em contratos, atos de concessão ou de permissão ou em normas oficiais Serviços de programação e comunicação visual, desenho industrial e congêneres: Serviços de programação e comunicação visual, desenho industrial e congêneres Serviços de chaveiros, confecção de carimbos, placas, sinalização visual, banners, adesivos e congêneres: Serviços de chaveiros, confecção de carimbos, placas, sinalização visual, banners, adesivos e congêneres Serviços funerários: Funerais, inclusive fornecimento de caixão, urna ou esquifes; aluguel de capela; transporte do corpo cadavérico; fornecimento de flores, coroas e outros paramentos; desembaraço de certidão de óbito; fornecimento de véu, essa e outros adornos; embalsamento, embelezamento, conservação ou restauração de cadáveres; Cremação de corpos e partes de corpos cadavéricos; Planos ou convênio funerários; Manutenção e conservação de jazigos e cemitérios Serviços de coleta, remessa ou entrega de correspondências, documentos, objetos, bens ou valores, inclusive pelos correios e suas agências franqueadas; courrier e congêneres: Serviços de coleta, remessa ou entrega de correspondências, documentos, objetos, bens ou valores, inclusive pelos correios e suas agências franqueadas; courrier e congêneres Serviços de assistência social: Serviços de assistência social Serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza: Serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza Serviços de biblioteconomia: Serviços de biblioteconomia Serviços de biologia, biotecnologia e química: Serviços de biologia, biotecnologia e química Serviços técnicos em edificações, eletrônica, eletrotécnica, mecânica, telecomunicações e congêneres: Serviços técnicos em edificações, eletrônica, eletrotécnica, mecânica, telecomunicações e congêneres Serviços de desenhos técnicos: Serviços de desenhos técnicos Serviços de desembaraço aduaneiro, comissários, despachantes e congêneres: Serviços de desembaraço aduaneiro, comissários, despachantes e congêneres Serviços de investigações particulares, detetives e congêneres: Serviços de investigações particulares, detetives e congêneres Serviços de reportagem, assessoria de imprensa, jornalismo e relações públicas:

15 15 de 62 02/05/ : Serviços de reportagem, assessoria de imprensa, jornalismo e relações públicas Serviços de meteorologia: Serviços de meteorologia Serviços de artistas, atletas, modelos e manequins: Serviços de artistas, atletas, modelos e manequins Serviços de museologia: Serviços de museologia Serviços de ourivesaria e lapidação: Serviços de ourivesaria e lapidação (quando o material for fornecido pelo tomador do serviço) Serviços relativos a obras de arte sob encomenda: Obras de arte sob encomenda. Art. 20 Sujeitam-se ao Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza os serviços de: 1 - Serviços de informática e congêneres: Análise e desenvolvimento de sistemas; Programação; Processamento de dados e congêneres; Elaboração de programas de computadores, inclusive de jogos eletrônicos; Licenciamento ou cessão de direito de uso de programas de computação; Assessoria e consultoria em informática; Suporte técnico em informática, inclusive instalação, configuração e manutenção de programas de computação e bancos de dados; Planejamento, confecção, manutenção e atualização de páginas eletrônicas. 2 - Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza: Serviços de pesquisas e desenvolvimento de qualquer natureza. 3 - Serviços prestados mediante locação, cessão de direito de uso e congêneres: Cessão de direito de uso de marcas e de sinais de propaganda; Exploração de salões de festas, centro de convenções, escritórios virtuais, stands, quadras esportivas, estádios, ginásios, auditórios, casas de espetáculos, parques de diversões, canchas e congêneres, para realização de eventos ou negócios de qualquer natureza; Locação, sublocação, arrendamento, direito de passagem ou permissão de uso, compartilhado ou não, de ferrovia, rodovia, postes, cabos, dutos e condutos de qualquer natureza; Cessão de andaimes, palcos, coberturas e outras estruturas de uso temporário. 4 - Serviços de saúde, assistência médica e congêneres: Medicina e biomedicina; Análises clínicas, patologia, eletricidade médica, radioterapia, quimioterapia, ultra-sonografia, ressonância magnética, radiologia, tomografia e congêneres; Hospitais, clínicas, laboratórios, sanatórios, manicômios, casas de saúde, prontos-socorros, ambulatórios e congêneres; Instrumentação cirúrgica; Acupuntura; Enfermagem, inclusive serviços auxiliares; Serviços farmacêuticos; Terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia; Terapias de qualquer espécie destinadas ao tratamento físico, orgânico e mental; Nutrição; Obstetrícia; Odontologia; Ortóptica; Próteses sob encomenda; Psicanálise; Psicologia; Casas de repouso e de recuperação, creches, asilos e congêneres; Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres; Bancos de sangue, leite, pele, olhos, óvulos, sêmen e congêneres; Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie; Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel e congêneres; Planos de medicina de grupo ou individual e convênios para prestação de assistência médica, hospitalar, odontológica e congêneres; Outros planos de saúde que se cumpram através de serviços de terceiros contratados, credenciados, cooperados ou apenas pagos pelo operador do plano mediante indicação do beneficiário. 5 - Serviços de medicina e assistência veterinária e congêneres: Medicina veterinária e zootecnia; Hospitais, clínicas, ambulatórios, prontos-socorros e congêneres, na área veterinária; Laboratórios de análise na área veterinária; Inseminação artificial, fertilização in vitro e congêneres; Bancos de sangue e de órgãos e congêneres; Coleta de sangue, leite, tecidos, sêmen, órgãos e materiais biológicos de qualquer espécie; Unidade de atendimento, assistência ou tratamento móvel e congêneres; Guarda, tratamento, amestramento, embelezamento, alojamento e congêneres; Planos de atendimento e assistência médico-veterinária. 6 - Serviços de cuidados pessoais, estética, atividades físicas e congêneres:

16 16 de 62 02/05/ : Barbearia, cabeleireiros, manicuros, pedicuros e congêneres; Esteticistas, tratamento de pele, depilação e congêneres; Banhos, duchas, sauna, massagens e congêneres; Ginástica, dança, esportes, natação, artes marciais e demais atividades físicas; Centros de emagrecimento, spa e congêneres. 7 - Serviços relativos a engenharia, arquitetura, geologia, urbanismo, construção civil, manutenção, limpeza, meio ambiente, saneamento e congêneres: Engenharia, agronomia, agrimensura, arquitetura, geologia, urbanismo, paisagismo e congêneres; Execução, por administração, empreitada ou subempreitada, de obras de construção civil, hidráulica ou elétrica e de outras obras semelhantes, inclusive sondagem, perfuração de poços, escavação, drenagem e irrigação, terraplanagem, pavimentação, concretagem e a instalação e montagem de produtos, peças e equipamentos (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador de serviços fora do local da prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS); Elaboração de planos diretores, estudos de viabilidade, estudos organizacionais e outros, relacionados com obras e serviços de engenharia; elaboração de anteprojetos, projetos básicos e projetos executivos para trabalhos de engenharia; Demolição; Reparação, conservação e reforma de edifícios, estradas, pontes, portos e congêneres (exceto o fornecimento de mercadorias produzidas pelo prestador dos serviços fora do local da prestação dos serviços, que fica sujeito ao ICMS); Colocação e instalação de tapetes, carpetes, assoalhos, cortinas, revestimentos de parede, vidros, divisórias, placas de gesso e congêneres, com material fornecido pelo tomador do serviço; Recuperação, raspagem, polimento e lustração de pisos e congêneres; Calafetação; Varrição, coleta, remoção, incineração, tratamento, reciclagem, separação e destinação final de lixo, rejeitos e outros resíduos quaisquer; Limpeza, manutenção e conservação de vias e logradouros públicos, imóveis, chaminés, piscinas, parques, jardins e congêneres; Decoração e jardinagem, inclusive corte e poda de árvores; Controle e tratamento de efluentes de qualquer natureza e de agentes físicos, químicos e biológicos; Dedetização, desinfecção, desinsetização, imunização, higienização, desratização, pulverização e congêneres; Florestamento, reflorestamento, semeadura, adubação e congêneres; Escoramento, contenção de encostas e serviços congêneres; Limpeza e dragagem de rios, portos, canais, baías, lagos, lagoas, represas, açudes e congêneres; Acompanhamento e fiscalização da execução de obras de engenharia, arquitetura e urbanismo; Aerofotogrametria (inclusive interpretação), cartografia, mapeamento, levantamentos topográficos, batimétricos, geográficos, geodésicos, geológicos, geofísicos e congêneres; Pesquisa, perfuração, cimentação, mergulho, perfilagem, concretação, testemunhagem, pescaria, estimulação e outros serviços relacionados com a exploração e explotação de petróleo, gás natural e de outros recursos minerais; Nucleação e bombardeamento de nuvens e congêneres. 8 - Serviços de educação, ensino, orientação pedagógica e educacional, instrução, treinamento e avaliação pessoal de qualquer grau ou natureza: Ensino regular pré-escolar, fundamental, médio e superior; Instrução, treinamento, orientação pedagógica e educacional, avaliação de conhecimentos de qualquer natureza. 9 - Serviços relativos a hospedagem, turismo, viagens e congêneres: Hospedagem de qualquer natureza em hotéis, apart-service condominiais, flat, apart-hotéis, hotéis residência, residence-service, suite service, hotelaria marítima, motéis, pensões e congêneres; ocupação por temporada com fornecimento de serviço (o valor da alimentação e gorjeta, quando incluído no preço da diária, fica sujeito ao Imposto Sobre Serviços); Agenciamento, organização, promoção, intermediação e execução de programas de turismo, passeios, viagens, excursões, hospedagens e congêneres; Guias de turismo Serviços de intermediação e congêneres: Agenciamento, corretagem ou intermediação de câmbio, de seguros, de cartões de crédito, de planos de saúde e de planos de previdência privada; Agenciamento, corretagem ou intermediação de títulos em geral, valores mobiliários e contratos quaisquer; Agenciamento, corretagem ou intermediação de direitos de propriedade industrial, artística ou literária; Agenciamento, corretagem ou intermediação de contratos de arrendamento mercantil (leasing), de franquia (franchising) e de faturização (factoring); Agenciamento, corretagem ou intermediação de bens móveis ou imóveis, não abrangidos em outros itens ou subitens, inclusive aqueles realizados no âmbito de Bolsas de Mercadorias e Futuros, por quaisquer meios; Agenciamento marítimo; Agenciamento de notícias; Agenciamento de publicidade e propaganda, inclusive o agenciamento de veiculação por quaisquer meios; Representação de qualquer natureza, inclusive comercial; Distribuição de bens de terceiros Serviços de guarda, estacionamento, armazenamento, vigilância e congêneres: Guarda e estacionamento de veículos terrestres automotores, de aeronaves e de embarcações; Vigilância, segurança ou monitoramento de bens e pessoas; Escolta, inclusive de veículos e cargas; Armazenamento, depósito, carga, descarga, arrumação e guarda de bens de qualquer espécie.

17 17 de 62 02/05/ : Serviços de diversões, lazer, entretenimento e congêneres: Espetáculos teatrais; Exibições cinematográficas; Espetáculos circenses; Programas de auditório; Parques de diversões, centros de lazer e congêneres; Boates, taxi-dancing e congêneres; Shows, ballet, danças, desfiles, bailes, óperas, concertos, recitais, festivais e congêneres; Feiras, exposições, congressos e congêneres; Bilhares, boliches e diversões eletrônicas ou não; Corridas e competições de animais; Competições esportivas ou de destreza física ou intelectual, com ou sem a participação do espectador; Execução de música; Produção, mediante ou sem encomenda prévia, de eventos, espetáculos, entrevistas, shows, ballet, danças, desfiles, bailes, teatros, óperas, concertos, recitais, festivais e congêneres; Fornecimento de música para ambientes fechados ou não, mediante transmissão por qualquer processo; Desfiles de blocos carnavalescos ou folclóricos, trios elétricos e congêneres; Exibição de filmes, entrevistas, musicais, espetáculos, shows, concertos, desfiles, óperas, competições esportivas, de destreza intelectual ou congêneres; Recreação e animação, inclusive em festas e eventos de qualquer natureza Serviços relativos a fonografia, fotografia, cinematografia e reprografia: Fonografia ou gravação de sons, inclusive trucagem, dublagem, mixagem e congêneres; Fotografia e cinematografia, inclusive revelação, ampliação, cópia, reprodução, trucagem e congêneres; Reprografia, microfilmagem e digitalização; Composição gráfica, fotocomposição, clicheria, zincografia, litografia, fotolitografia Serviços relativos a bens de terceiros: Lubrificação, limpeza, lustração, revisão, carga e recarga, conserto, restauração, blindagem, manutenção e conservação de máquinas, veículos, aparelhos, equipamentos, motores, elevadores ou de qualquer objeto (exceto peças e partes empregadas, que ficam sujeitas ao ICMS); Assistência técnica; Recondicionamento de motores (exceto peças e partes empregadas, que ficam sujeitas ao ICMS); Recauchutagem ou regeneração de pneus; Restauração, recondicionamento, acondicionamento, pintura, beneficiamento, lavagem, secagem, tingimento, galvanoplastia, anodização, corte, recorte, polimento, plastificação e congêneres, de objetos quaisquer; Instalação e montagem de aparelhos, máquinas e equipamentos, inclusive montagem industrial, prestados ao usuário final, exclusivamente com material por ele fornecido; Colocação de molduras e congêneres; Encadernação, gravação e douração de livros, revistas e congêneres; Alfaiataria e costura, quando o material for fornecido pelo usuário final, exceto aviamento; Tinturaria e lavanderia; Tapeçaria e reforma de estofamentos em geral; Funilaria e lanternagem; Carpintaria e serralheria Serviços relacionados ao setor bancário ou financeiro, inclusive aqueles prestados por instituições financeiras autorizadas a funcionar pela União ou por quem de direito: Administração de fundos quaisquer, de consórcio, de cartão de crédito ou débito e congêneres, de carteira de clientes, de cheques pré-datados e congêneres; Abertura de contas em geral, inclusive conta corrente, conta de investimentos e aplicação e caderneta de poupança, no País e no exterior, bem como a manutenção das referidas contas ativas e inativas; Locação e manutenção de cofres particulares, de terminais eletrônicos, de terminais de atendimento e de bens e equipamentos em geral; Fornecimento ou emissão de atestados em geral, inclusive atestado de idoneidade, atestado de capacidade financeira e congêneres; Cadastro, elaboração de ficha cadastral, renovação cadastral e congêneres, inclusão ou exclusão no Cadastro de Emitentes de Cheques sem Fundos - CCF ou em quaisquer outros bancos cadastrais; Emissão, reemissão e fornecimento de avisos, comprovantes e documentos em geral; abono de firmas; coleta e entrega de documentos, bens e valores; comunicação com outra agência ou com a administração central; licenciamento eletrônico de veículos; transferência de veículos; agenciamento fiduciário ou depositário; devolução de bens em custódia; Acesso, movimentação, atendimento e consulta a contas em geral, por qualquer meio ou processo, inclusive por telefone, fac-símile, internet e telex, acesso a terminais de atendimento, inclusive vinte e quatro horas; acesso a outro banco e a rede compartilhada; fornecimento de saldo, extrato e demais informações relativas a contas em geral, por qualquer meio ou processo; Emissão, reemissão, alteração, cessão, substituição, cancelamento e registro de contrato de crédito; estudo, análise e avaliação de operações de crédito; emissão, concessão, alteração ou contratação de aval, fiança, anuência e congêneres; serviços relativos a abertura de crédito, para quaisquer fins; Arrendamento mercantil (leasing) de quaisquer bens, inclusive cessão de direitos e obrigações, substituição de garantia, alteração, cancelamento e registro de contrato, e demais serviços relacionados ao arrendamento mercantil (leasing); Serviços relacionados a cobranças, recebimentos ou pagamentos em geral, de títulos quaisquer, de contas ou carnês, de câmbio, de tributos e por conta de terceiros, inclusive os efetuados por meio eletrônico, automático ou por máquinas de atendimento; fornecimento de posição de cobrança, recebimento ou pagamento; emissão de carnês, fichas de compensação, impressos e documentos em geral; Devolução de títulos, protesto de títulos, sustação de protesto, manutenção de títulos, reapresentação de

18 18 de 62 02/05/ :56 títulos, e demais serviços a eles relacionados; Custódia em geral, inclusive de títulos e valores mobiliários; Serviços relacionados a operações de câmbio em geral, edição, alteração, prorrogação, cancelamento e baixa de contrato de câmbio; emissão de registro de exportação ou de crédito; cobrança ou depósito no exterior; emissão, fornecimento e cancelamento de cheques de viagem; fornecimento, transferência, cancelamento e demais serviços relativos a carta de crédito de importação, exportação e garantias recebidas; envio e recebimento de mensagens em geral relacionadas a operações de câmbio; Fornecimento, emissão, reemissão, renovação e manutenção de cartão magnético, cartão de crédito, cartão de débito, cartão-salário e congêneres; Compensação de cheques e títulos quaisquer; serviços relacionados a depósito, inclusive depósito identificado, a saque de contas quaisquer, por qualquer meio ou processo, inclusive em terminais eletrônicos e de atendimento; Emissão, reemissão, liquidação, alteração, cancelamento e baixa de ordens de pagamento, ordens de crédito e similares, por qualquer meio ou processo; serviços relacionados à transferência de valores, dados, fundos, pagamentos e similares, inclusive entre contas em geral; Emissão, fornecimento, devolução, sustação, cancelamento e oposição de cheques quaisquer, avulso ou por talão; Serviços relacionados a crédito imobiliário, avaliação e vistoria de imóvel ou obra, análise técnica e jurídica, emissão, reemissão, alteração, transferência e renegociação de contrato, emissão e reemissão do termo de quitação e demais serviços relacionados a crédito imobiliário Serviços de transporte de natureza municipal: Serviços de transporte de natureza municipal Serviços de apoio técnico, administrativo, jurídico, contábil, comercial e congêneres: Assessoria ou consultoria de qualquer natureza, não contida em outros itens desta lista; análise, exame, pesquisa, coleta, compilação e fornecimento de dados e informações de qualquer natureza, inclusive cadastro e similares; Datilografia, digitação, estenografia, expediente, secretaria em geral, resposta audível, redação, edição, interpretação, revisão, tradução, apoio e infra-estrutura administrativa e congêneres; Planejamento, coordenação, programação ou organização técnica, financeira ou administrativa; Recrutamento, agenciamento, seleção e colocação de mão-de-obra; Fornecimento de mão-de-obra, mesmo em caráter temporário, inclusive de empregados ou trabalhadores, avulsos ou temporários, contratados pelo prestador de serviço; Propaganda e publicidade, inclusive promoção de vendas, planejamento de campanhas ou sistemas de publicidade, elaboração de desenhos, textos e demais materiais publicitários; Franquia (franchising); Perícias, laudos, exames técnicos e análises técnicas; Planejamento, organização e administração de feiras, exposições, congressos e congêneres; Organização de festas e recepções; bufê (exceto o fornecimento de alimentação e bebidas, que fica sujeito ao ICMS); Administração em geral, inclusive de bens e negócios de terceiros; Leilão e congêneres; Advocacia; Arbitragem de qualquer espécie, inclusive jurídica; Auditoria; Análise de Organização e Métodos; Atuária e cálculos técnicos de qualquer natureza; Contabilidade, inclusive serviços técnicos e auxiliares; Consultoria e assessoria econômica ou financeira; Estatística; Cobrança em geral; Assessoria, análise, avaliação, atendimento, consulta, cadastro, seleção, gerenciamento de informações, administração de contas a receber ou a pagar e em geral, relacionados a operações de faturização (factoring); Apresentação de palestras, conferências, seminários e congêneres Serviços de regulação de sinistros vinculados a contratos de seguros; inspeção e avaliação de riscos para cobertura de contratos de seguros; prevenção e gerência de riscos seguráveis e congêneres: Serviços de regulação de sinistros vinculados a contratos de seguros; inspeção e avaliação de riscos para cobertura de contratos de seguros; prevenção e gerência de riscos seguráveis e congêneres Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria, bingos, cartões, pules ou cupons de apostas, sorteios, prêmios, inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e congêneres: Serviços de distribuição e venda de bilhetes e demais produtos de loteria, bingos, cartões, pules ou cupons de apostas, sorteios, prêmios, inclusive os decorrentes de títulos de capitalização e congêneres Serviços portuários, aeroportuários, ferroportuários, de terminais rodoviários, ferroviários e metroviários: Serviços portuários, ferroportuários, utilização de porto, movimentação de passageiros, reboque de embarcações, rebocador escoteiro, atracação, desatracação, serviços de praticagem, capatazia, armazenagem de qualquer natureza, serviços acessórios, movimentação de mercadorias, serviços de apoio marítimo, de movimentação ao largo, serviços de armadores, estiva, conferência, logística e congêneres; Serviços aeroportuários, utilização de aeroporto, movimentação de passageiros, armazenagem de qualquer natureza, capatazia, movimentação de aeronaves, serviços de apoio aeroportuários, serviços acessórios, movimentação de mercadorias, logística e congêneres; Serviços de terminais rodoviários, ferroviários, metroviários, movimentação de passageiros, mercadorias, inclusive suas operações, logística e congêneres Serviços de registros públicos, cartorários e notariais:

19 19 de 62 02/05/ : Serviços de registros públicos, cartorários e notariais Serviços de exploração de rodovia: Serviços de exploração de rodovia mediante cobrança de preço ou pedágio dos usuários, envolvendo execução de serviços de conservação, manutenção, melhoramentos para adequação de capacidade e segurança de trânsito, operação, monitoração, assistência aos usuários e outros serviços definidos em contratos, atos de concessão ou de permissão ou em normas oficiais Serviços de programação e comunicação visual, desenho industrial e congêneres: Serviços de programação e comunicação visual, desenho industrial e congêneres Serviços de chaveiros, confecção de carimbos, placas, sinalização visual, banners, adesivos e congêneres: Serviços de chaveiros, confecção de carimbos, placas, sinalização visual, banners, adesivos e congêneres Serviços funerários: Funerais, inclusive fornecimento de caixão, urna ou esquifes; aluguel de capela; transporte do corpo cadavérico; fornecimento de flores, coroas e outros paramentos; desembaraço de certidão de óbito; fornecimento de véu, essa e outros adornos; embalsamento, embelezamento, conservação ou restauração de cadáveres; Cremação de corpos e partes de corpos cadavéricos; Planos ou convênio funerários; Manutenção e conservação de jazigos e cemitérios Serviços de coleta, remessa ou entrega de correspondências, documentos, objetos, bens ou valores, inclusive pelos correios e suas agências franqueadas; courrier e congêneres: Serviços de coleta, remessa ou entrega de correspondências, documentos, objetos, bens ou valores, inclusive pelos correios e suas agências franqueadas; courrier e congêneres Serviços de assistência social: Serviços de assistência social Serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza: Serviços de avaliação de bens e serviços de qualquer natureza Serviços de biblioteconomia: Serviços de biblioteconomia Serviços de biologia, biotecnologia e química: Serviços de biologia, biotecnologia e química Serviços técnicos em edificações, eletrônica, eletrotécnica, mecânica, telecomunicações e congêneres: Serviços técnicos em edificações, eletrônica, eletrotécnica, mecânica, telecomunicações e congêneres Serviços de desenhos técnicos: Serviços de desenhos técnicos Serviços de desembaraço aduaneiro, comissários, despachantes e congêneres: Serviços de desembaraço aduaneiro, comissários, despachantes e congêneres Serviços de investigações particulares, detetives e congêneres: Serviços de investigações particulares, detetives e congêneres Serviços de reportagem, assessoria de imprensa, jornalismo e relações públicas: Serviços de reportagem, assessoria de imprensa, jornalismo e relações públicas Serviços de meteorologia: Serviços de meteorologia Serviços de artistas, atletas, modelos e manequins: Serviços de artistas, atletas, modelos e manequins Serviços de museologia: Serviços de museologia Serviços de ourivesaria e lapidação: Serviços de ourivesaria e lapidação (quando o material for fornecido pelo tomador do serviço) Serviços relativos a obras de arte sob encomenda: Obras de arte sob encomenda. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) Parágrafo Único - Consideram-se também sujeitos ao imposto os serviços que, por sua natureza e características, assemelhem-se a qualquer um dos que compõem cada item deste artigo e desde que não compreendidos na competência tributária da União ou dos Estados. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) SEÇÃO II SUJEITO PASSIVO, Art Contribuinte do imposto é o prestador do serviço especificado na lista constante do Artigo 20º.

20 20 de 62 02/05/ :56 Parágrafo Único - Não são contribuintes os que prestem serviços em relação de emprego, os trabalhadores avulsos, os diretores e membros consultivos ou fiscal de sociedades. Art O contribuinte do imposto é o prestador do serviço especificado na lista constante do Artigo 20. 1º - Não são considerados contribuintes: I - os que prestem serviços com relação de empregos; II - os trabalhadores avulsos; III - os diretores e membros de conselho consultivo ou fiscal de sociedades. 2º - Incluem-se entre os contribuintes do imposto os órgãos da Administração Pública, as Empresas Públicas, as Sociedades de Economia Mista e outras entidades que explorem atividade econômica de prestação de serviços, não vinculadas às suas atividades essenciais. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Art Será responsável pela retenção e recolhimento do Imposto todo aquele que, mesmo incluído nos regimes de imunidade ou isenção, se utilizar de serviços de terceiros, quando: I - o prestador do serviço for empresa ou profissional autônomo sujeito a[lançamento mensal ou anual e não emitir nota fiscal ou outro documento permitido contendo, no mínimo, nome ou razão social, endereço e número de inscrição no cadastro fiscal de contribuintes; II - o serviço for prestado em caráter pessoal e o prestador, profissional autônomo ou sociedade de profissionais não apresentar comprovante de inscrição no cadastro municipal competente; III - o prestador do serviço alegar imunidade ou isenção e não comprová-la. Parágrafo Único - A fonte pagadora dará ao prestador do serviço o comprovante da retenção a que se refere este Artigo, o qual lhe servira de comprovante de pagamento do Imposto. Art. 22 Será responsável pela retenção e recolhimento do imposto todo aquele que, mesmo incluído nos regimes de imunidade ou isenção, se utilizar de serviços de terceiros, quando: I - o prestador do serviço for empresa ou profissional autônomo sujeito a lançamento mensal ou anual e não emitir nota fiscal ou outro documento permitido contendo, no mínimo, nome ou razão social, endereço e número de inscrição no cadastro fiscal de contribuintes; II - o serviço for prestado em caráter pessoal e o prestador, profissional autônomo ou sociedade de profissionais não apresentar comprovante de inscrição no cadastro municipal competente; III - o prestador do serviço alegar imunidade ou isenção e não comprová-la. 1º A fonte pagadora dará ao prestador do serviço o comprovante da retenção a que se refere este artigo, o qual lhe servira de comprovante de pagamento do imposto. 2º Considerar-se-á como responsável pelo recolhimento do imposto devido o tomador ou intermediário de serviço proveniente do exterior do país ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do país. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 3º São também considerados responsáveis pelo crédito tributário, em caráter supletivo, estando obrigados ao recolhimento integral do imposto devido, multa e acréscimos legais, independentemente de ter sido efetuada sua retenção na fonte: I - o tomador ou intermediário de serviços provenientes do exterior do País ou cuja prestação se tenha iniciado no exterior do País; II - a pessoa jurídica, ainda que imune ou isenta, tomadora ou intermediária dos serviços descritos nos subitens 3.05, 7.02, 7.04, 7.05, 7.09, 7.10, 7.12, 7.16, 7.17, 7.19, 11.02, e (Acrescido pela Lei Complementar nº 453/2004) Art Nas hipóteses do Artigo anterior, a fonte retentora recolherá o montante retido, até o 10º (décimo) dia útil do mês seguinte ao da retenção, através de guias próprias, mencionando no verso o nome, o endereço e a atividade do prestador do serviço. SEÇÃO III DA BASE DE CÁLCULO E DA ALÍQUOTA Art A base de cálculo do Imposto é o preço do serviço. 1º - Preço do serviço é o valor pecuniário a ele correspondente, sem qualquer deduções seja a que título for, salvo as previstas na lista de serviço constante no Artigo 20º, da competência da União e do Estado. 2º - Será deduzida da base de cálculo o valor das subempreitadas já tributadas pelo Imposto. 3º Não integrarão a base de cálculo do imposto da empresa prestadora de trabalho temporário os valores relacionados a salários e encargos sociais e trabalhistas. (Acrescido pela Lei Complementar nº 264/2000) 4º Para fins do disposto no parágrafo anterior, considera-se como empresa prestadora de trabalho temporário, nos termos da Lei nº 6.019, de 03 de janeiro de 1974, a pessoa física ou jurídica urbana, cuja atividade consiste em colocar à disposição de outras empresas, temporariamente, trabalhadores, devidamente qualificados, por elas remunerados e assistidos. (Acrescido pela Lei Complementar nº 264/2000) 5º Na prestação do serviço a que se refere o item 101 da lista do artigo 20, o imposto é calculado sobre a

21 21 de 62 02/05/ :56 parcela do preço correspondente à proporção direta da parcela da extensão da rodovia explorada, no território do município, ou da metade da extensão de ponte que una dois municípios. (Acrescido pela Lei Complementar nº 310/2000) 6º Para efeito do disposto no parágrafo anterior, considera-se rodovia explorada o trecho limitado pelos pontos eqüidistantes entre cada posto de cobrança de pedágio ou entre o mais próximo deles e o ponto inicial ou terminal da rodovia. (Acrescido pela Lei Complementar nº 310/2000) Art. 24 A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 1º Preço do serviço é o valor pecuniário a ele correspondente, sem quaisquer deduções, seja a que título for, salvo as previstas na lista de serviço constante no artigo 20, da competência da União e do Estado. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 1º Preço do serviço é o valor pecuniário a ele correspondente, com as deduções previstas na lista de serviços constante do artigo 20, de competência da União e do Estado, bem como as demais isenções consignadas neste código. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) 2º Será deduzido da base de cálculo o valor das subempreitadas já tributadas pelo imposto. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 3º Quando os serviços descritos pelo subitem 3.04 constante da lista do artigo 20 desta Lei forem prestados no território de mais de um município, a base de cálculo será proporcional, conforme o caso, à extensão da ferrovia, rodovia, dutos e condutos de qualquer natureza, cabos de qualquer natureza, ou ao número de postes, existentes em cada município. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) 4º Não se incluem na base de cálculo do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza: I - o valor dos materiais fornecidos pelo prestador dos serviços previstos nos itens 7.02 e 7.05 da lista de serviços constante do artigo 20 desta Lei. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) a) para fins deste item considera-se material fornecido pelo prestador de serviço aquele que permanecer incorporado à obra após a sua conclusão, desde que a aquisição, pelo prestador, seja comprovada por meio de documento fiscal idôneo. (Acrescida pela Lei Complementar nº 453/2004) 5º Na hipótese da prestação de serviço por empresa ou prestadores de serviços a ela equiparados, enquadrados em mais de uma atividade na lista constante no artigo 20, o imposto será calculado com base no preço do serviço, e de acordo com as diversas incidências e alíquotas. (Acrescido pela Lei Complementar nº 453/2004) Art Quando os serviços a que se referem os itens 1, 2, 3, 5, 6, 11, 12 e 17 da lista de serviços foram prestados por sociedades, estas ficarão sujeitas ao imposto, que será calculado em relação a cada profissional habilitado, sócio, empregado ou não, que preste serviços em nome da sociedade, embora assumindo responsabilidade pessoal, nos termos da lei aplicável. Art Quando os serviços a que se referem os itens 1, 4, 8, 25, 52, 88, 89, 90, 91 e 92 da lista constante do Artigo 20º desta lei, forem prestados por sociedades, essas ficarão sujeitas ao imposto que será calculado em relação a cada profissional habilitado, sócio, empregado ou não, que preste serviços em nome da sociedade, embora assumindo responsabilidade pessoal, nos termos da Lei aplicável. (Redação dada pela Lei nº 2223/1987) Parágrafo Único - O disposto neste Artigo não se aplica às sociedade em que exista: I - sócio não habilitado ao exercício da atividade corresponde aos serviços prestados pela sociedade; II - sócio pessoa jurídica. Art. 25 Quando os serviços a que se referem os itens 1, 2, 3, 5, 6, 11, 12 e 17 constantes do artigo 20 desta Lei forem prestados por sociedades, estas ficarão sujeitas ao imposto, que será calculado em relação a cada profissional habilitado, sócio, empregado ou não, que preste serviços em nome da sociedade, embora assumindo responsabilidade pessoal, nos termos da lei aplicável. Parágrafo Único - O disposto neste artigo não se aplica às sociedades em que exista: I - sócio não habilitado ao exercício da atividade correspondente aos serviços prestados pela sociedade; II - sócio pessoa jurídica. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) (Revogado pela Lei Complementar nº 453/2004) Art As sociedades constituídas em desacordo com o Artigo anterior ficarão sujeitas ao pagamento do Imposto, calculado sobre o preço do serviço. Parágrafo Único - Na hipótese da prestação da serviço por empresas ou prestadores de serviços a ela equiparados, enquadrados em mais de uma atividade na lista consta no Artigo 20º, o Imposto será calculado com base no preço, do serviço, de acordo com as diversas incidências e alíquotas no Artigo 2º, O contribuinte deverá manter escrituração que permita diferenciar as receitas específicas das várias atividades, sob pena de o Imposto ser calculado na forma mais onerosa. (Revogado pela Lei Complementar nº 453/2004) Art O contribuinte deverá manter escrituração que permita diferenciar as receitas específicas das várias atividades, sob pena de o Imposto ser calculado na forma mais onerosa. Art Na hipótese do preço do serviço não serdes de logo conhecido, será adotado o que eqüivaler ao vigente no marcado de trabalho local, sem prejuízo da exigibilidade do Imposto, sobre qualquer diferença de preço posteriormente apurada. Parágrafo Único - Nos casos de declaração de preços notoriamente inferiores aos vigentes no mercado, o órgão fazendário, sem prejuízo das penalidades cabíveis, poderá:

22 22 de 62 02/05/ :56 I - apurá-los, diante dos dados ou elementos em poder do sujeito passivo; II - arbitrá-los, Art Proceder-se-á ao arbitramento para apuração do preço sempre que: I - o contribuinte não possuir livros fiscais de utilização obrigatória ou não se encontre com a escrituração atualizada; II - o sujeito passivo não apresente documento de arrecadação ou não efetue o pagamento no prazo legal; III - ocorrer fraude ou sonegação de dados julgados indispensáveis ao lançamento; IV - sejam omissas ou não ofereçam fé as declarações, os esclarecimentos prestados ou os documentos expedidos pelo sujeito passivo. Parágrafo Único - Nas hipóteses previstas neste Artigo, a base de cálculo será arbitrada, levando-se em conta, no mínimo, a soma dos seguintes valores mensais: I - das matérias primas, combustíveis e outros materiais consumidos ou aplicados;, II - dos salários pagos, honorários e retiradas de Diretores, proprietários, sócio ou gerentes; III - do aluguel do imóvel e das máquinas ou equipamentos ou, quando próprios, do preço vigente no mercado imobiliário; IV - das despesas com água, energia elétrica, telefone e outros encargos. Art O enquadramento do contribuinte no regime de estimativa poderá, a critério da Administração, ser feito individualmente, por categoria de estabelecimento ou setor de atividade, podendo, a seu critério e a qualquer tempo, suspender a aplicação do sistema ou reajustar o valor estimado, se for o caso. Art Ficam estabelecidas as seguintes alíquotas: I - Profissionais autônomos habilitados: a) de nível superior: 300% (trezentos por cento) do valor de referência [UFM) vigente.ã época do lançamento, calculado anualmente; b) de nível médio: 200%(duzentos por cento) do valor de referência vigente à época do lançamento, calculado anualmente; c) outros profissionais autônomos: 50% (cinqüenta por cento) do Valor de Referência (UFM) vigente à época do lançamento, calculado anualmente. a) de nível superior: 8 (oito) UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente à época do lançamento, efetuado anualmente; b) de nível médio: 5 (cinco) UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente à época do lançamento, efetuado anualmente; c) outros profissionais: 2,5 (duas e meia) UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente à época do lançamento, efetuado anualmente. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) a) de nível superior: 12 (doze) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente à época do lançamento, efetuado anualmente; b) de nível médio: 6 (seis) UFM (Unidade Fiscal Municipal, vigente à época do lançamento, efetuado anualmente; c) outros profissionais: 3 (três) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente à época do lançamento, efetuado anualmente. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) II - Das empresas juridicamente constituídas será cobrada a alíquota de 4% (quatro por cento) sobre o preço do serviço. II - Das empresas juridicamente constituídas será cobrada a alíquota de 4% (quatro por cento) sobre o preço do serviço, sendo obrigatória a emissão da nota fiscal respectiva. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) Art Ficam estabelecidas as seguintes alíquotas: I - Profissionais Autônomos a) Nível superior (cento e oitenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS); b) Nível médio - 90 (noventa) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS); c) Outros níveis - 45 (quarenta e cinco) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS). II - Das empresas juridicamente constituídas serão cobradas as seguintes alíquotas dos serviços: a) 3% (três por cento) para os serviços previstos nos itens 01 ao ao 59, 60 - "a" "b" "c" "d" "f e "g" - 61 ao ao 100 b) 4% (quatro por cento) para os serviços previstos nos itens "e". b) 4% (quatro por cento) para os serviços previstos nos itens 46, 71, 72, 96, 60 "e" e 101. (Redação dada pela Lei Complementar nº 310/2000) 1º - É obrigatória a emissão de nota fiscal pela prestação de serviços. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Art. 31 Ficam estabelecidas as seguintes alíquotas: I - Profissionais autônomos: a) Nível superior: 180 (cento e oitenta) Unidades de Valor Municipal (UVAMs); b) Nível médio: 90 (noventa) Unidades de Valor Municipal (UVAMs);

23 23 de 62 02/05/ :56 c) Outros níveis: 45 (quarenta e cinco) Unidades de Valor Municipal (UVAMs). II - Das empresas juridicamente constituídas serão cobradas as seguintes alíquotas dos serviços: a) 3% (três por cento) para os serviços previstos nos itens 1 ao 1.03, 1.05 ao 10.01, ao 14.03, ao e 16 ao 40.01; b) 4% (quatro por cento) para os serviços previstos nos itens 1.04, 10.02, 14.04, e do 15 ao a) 3% (três por cento) para os serviços previstos nos itens 1 ao 10.01, ao 14.03, ao 14.13, 16 ao 17.06, ao 17.22, ao e 23 ao 40.01; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) b) 4% (quatro por cento) para os serviços previstos nos itens 10.02, e 14.05; (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) c) 5% (cinco por cento) para os serviços previstos nos itens 15, 17.08, e 22. (Redação dada pela Lei Complementar nº 453/2004) Parágrafo Único - É obrigatória a emissão de nota fiscal pela prestação de serviços. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) SEÇÃO IV DO LANÇAMENTO E DA ARRECADAÇÃO. Art O lançamento do Imposto far-se-á: I - anualmente com relação às atividades referidas no Artigo 25º e letras "a", "b", e "c" do item I do ART. 31; II - mensalmente com relação às atividades referidas no item II do Artigo 31º. III - retido na fonte quando do pagamento a empreiteiras e a terceiros não inscritos no cadastro mobiliário na condição de contribuintes do imposto, contratados pelo Município para execução de obras de construção civil. (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) IV - retido na fonte sobre os pagamentos efetuados pelos serviços contratados de pedreiros, serventes, carpinteiros e assemelhados, caso esses não comprovem suas condições de autônomos ou de vínculo empregatício com a empreiteira responsável pela execução da obra, na construção civil superior a 70m² (setenta metros quadrados), pelo proprietário da obra, e a Prefeitura deverá notificar o proprietário do imóvel sobre o presente dispositivo, por ocasião de apresentação ou aprovação da planta, mediante aplicação de tabela de valores a ser regulamentada por decreto do Poder Executivo. (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) Art Os contribuintes subordinados ao lançamento por homologação deverão recolher por meio de guia preenchida pelo próprio contribuinte (auto lançamento) de acordo com modelo adotado pelo órgão fazendário. Art. 33 Os contribuintes subordinados ao lançamento por homologação deverão recolher por meio de guia preenchida pelo próprio contribuinte (auto-lançamento), de acordo com modelo adotado pelo órgão fazendário. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) Art Nos casos previstos no Artigo 25º e letras "a", "b", e "c" do item I do Artigo 31º o Imposto será lançado anualmente, de ofício, em nome do contribuinte e deverá ser recolhido de uma só vez ou em até 3 (três) parcelas, a critério do órgão fazendário, nos prazos indicados nos avisos de lançamento. Art Nos casos previstos no Artigo 25º e letras "a", "b" e "c", do item I, do Artigo 31º, o Imposto será lançado anualmente, de oficio, em nome do contribuinte e deverá ser recolhido de uma só vez ou em até 04 (quatro) parcelas, atualizadas monetariamente pela variação do B.T.N. (Bônus do Tesouro Nacional) ou de outro Índice substitutivo, à época do efetivo pagamento, conforme dispuser Decreto do Executivo. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) Art Nos casos previstos no Artigo 25º e letras "a", "b" e "c" do item I do Artigo 31º, o imposto será lançado, de ofício, em nome do contribuinte e deverá ser recolhido de uma só vez ou em até 04 (quatro) parcelas, atualizadas pela Unidade Fiscal de Referência (UFIR) ou outro índice que vier a substituí-lo, não podendo, cada parcela, ser inferior a 15 (quinze) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS). (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Parágrafo Único - O contribuinte que venha a iniciar a prestação de serviços no curso do exercício financeiro e esteja sujeito ao recolhimento anual, terá seu tributo lançado dividindo-se a alíquota correspondente por 12 (doze) e somados tantos avos quanto forem os meses de atividade, computando-se o mês do início por inteiro. Art. 34 Nos casos previstos no artigo 25 e letras "a", "b" e "c" do item I do artigo 31, o imposto será lançado, de ofício, em nome do contribuinte e deverá ser recolhido de uma só vez ou em até 04 (quatro) parcelas, atualizadas pela Unidade de Valor Municipal (UVAM) ou outro índice que vier a substituí-la, não podendo, cada parcela, ser inferior a 15 (quinze) Unidades de Valor Municipal (UVAMs). Parágrafo Único - O contribuinte que venha a iniciar a prestação de serviços no curso do exercício financeiro e esteja sujeito ao recolhimento anual terá seu tributo lançado dividindo-se a alíquota correspondente por 12 (doze) e somados tantos avos quanto forem os meses de atividade, computando-se o mês do início por inteiro. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) Art Os contribuintes sujeitos ao lançamento por homologação deverão efetuar o recolhimento previsto no

24 24 de 62 02/05/ :56 Artigo 33º até o 10º (décimo) dia útil do mês subsequente ao vencido, a que se trate de atividade iniciada no decorrer do período. Art Quando o volume, natureza ou modalidade da prestação do serviço aconselhar tratamento "fiscal mais adequado, a sua base de cálculo poderá ser fixada por estimativa, a critério do órgão fazendário municipal que, para apuração do valor, levará em consideração I - o tempo de duração e/ou a natureza específica da atividade; II - o preço corrente do serviço; III - o local onde se estabelece o contribuinte. Parágrafo Único - O órgão fazendário poderá rever os valores estimados, a qualquer tempo, reajustando as parcelas vincendas do Imposto, levando-se em conta que o volume, a modalidade ou preço dos serviços tenham-se alterado de forma substancial. Art No caso de diversões públicas e outros cujo preço seja cobrado mediante bilhetes ou ingressos, o Imposto se recolhido antecipadamente, com base no valor total dos mesmo, preenchendo-se formulário próprio ou, em caso excepcional, no próprio local, através de fiscais credenciados para recebimento, com base no valor dos ingressos ou bilhetes vendidos. Art Quando o contribuinte pretender provar com documentação hábil, a critério da Fazenda Municipal, a inexistência de resultado econômico, por não ter prestado serviços tributáveis pelo Município, deverá apresentar o competente documento de arrecadação, dentro do prazo previsto para recolhimento. Art Em casos de encerramento de atividades no decurso do exercício financeiro, o imposto será devido até a data do encerramento. Parágrafo Único - Em se tratando de atividade sujeita ao lançamento de oficio, o Imposto será devido proporcionalmente aos meses trabalhados, na forma do Artigo 35º, computando-se o da solicitação da baixa por inteiro. SEÇÃO V ISENÇÕES Art São isentos do Imposto: I - a execução, por administração ou empreitada, de obras hidráulicas ou de construção civil contratadas com a União, Estado, Distrito Federal e Municípios, autarquias e empresas concessionárias de serviços públicos, assim como as respectivas sub empreitadas; (Revogado pela Lei nº 2460/1989) II - as casas de caridade, as sociedades de socorro e estabelecimentos de assistência social saiu finalidade lucrativa; III - as pessoas físicas, cuja receita bruta anual, não ultrapasse a 12 (doze) salários mínimos vigentes e desde que a prestação de serviços ocorra: IV - em seus domicílios, sem qualquer reclame ou propaganda e sem empregados, não se considerando como tais os filhos e o cônjuge; V - sem estabelecimento fixo: VI - os engraxates ambulantes e lavadeiras; VII - os espetáculo ou festivais promovidos por entidades de fins culturais e assistenciais, cuja renda se destine às suas próprias finalidades;. VIII - os espetáculos promovidos por amadores. Parágrafo Único - Os serviços de engenharia a que se refere o item I deste Artigo são os seguintes: I - elaboração de planos diretores, estudos de viabilidade, organizacionais, anteprojetos, projetos básicos, projetos executivos para obras e outros relacionados com serviços de engenharia; II - fiscalização e supervisão de obras. (Revogado pela Lei nº 2460/1989) Art. 40 São isentos do imposto: I - as casas de caridade, as sociedades de socorro e estabelecimentos de assistência social sem finalidade lucrativa; II - as pessoas físicas, cuja receita bruta anual não ultrapasse a 12 (doze) salários mínimos vigentes e desde que a prestação de serviços ocorra: a) em seus domicílios, sem qualquer reclame ou propaganda e sem empregados, não se considerando como tais os filhos e o cônjuge; b) sem estabelecimento fixo. III - os engraxates, ambulantes e lavadeiras; IV - os espetáculos ou festivais promovidos por entidades de fins culturais e assistenciais, cuja renda se destine às suas próprias finalidades;. V - os espetáculos promovidos por amadores. Parágrafo Único - O imposto não incide sobre:

25 25 de 62 02/05/ :56 I - as exportações de serviços para o exterior do país, exceto aqueles desenvolvidos no Brasil, cujo resultado aqui se verifique, ainda que o pagamento seja feito por residente no exterior; II - a prestação de serviços em relação de emprego, dos trabalhadores avulsos, dos diretores e membros de conselho consultivo ou de conselho fiscal de sociedades e fundações, bem como dos sócios-gerentes e dos gerentes delegados, desde que sem remuneração; III - o valor intermediado no mercado de títulos e valores mobiliários, o valor dos depósitos bancários, o principal, juros e acréscimos moratórios relativos a operações de crédito realizadas por instituições financeiras. (Redação dada pela Lei Complementar nº 400/2003) SEÇÃO VI INFRAÇÕES E PENALIDADES Art As infrações das disposições deste capítulo serão punidas com multa de importância igual a 1 (uma) Unidade Fiscal Municipal (UFM) nos casos de: a) não comparecimento ao cadastro municipal para solicitar inscrição de atividades econômicas ou anotações de operações ocorridas; b) inscrição ou comunicação de alterações, inclusive de encerramento, após o prazo de 30 (trinta) dias da ocorrência do fato; c) aceita ou recusa de exibição de livros, notas ou documentos fiscais; d) falta de emissão de nota fiscal ou outro documento admitido pela Administração; e) sonegação de documentos para apuração do preço dos serviços e embaraços ou impedimento à fiscalização; f) falta de livros fiscais; g) falta de escrituração do imposto devido; h) dados incorretos na escrita fiscal ou documentos fiscais; i) falta do número de inscrição no cadastro municipal nos documentos fiscais; j) falta, omissão ou falsidade nas declarações de dados; l) não retenção do imposto devido; m) recolhimento aos cofres municipais não efetuado no prazo previsto, de imposto retido pelos contratantes de serviço. Art Constituem-se infrações às disposições deste Capitulo: a) não comparecimento ao cadastro municipal para solicitar inscrição de atividades econômicas ou anotações de operações ocorridas; b) inscrição ou comunicação de alterações, inclusive de encerramento, após o prazo de 30 (trinta) dias da ocorrência do fato; c) falta ou recusa de exibição de livros, notas ou documentos fiscais; d) falta de emissão de nota fiscal ou outro documento admitido pela Administração; e) sonegação de documentos para apuração do preço dos serviços e embaraços ou impedimento à fiscalização; f) falta de livros fiscais; g) falta de escrituração do imposto devido; h) dados incorretos na escrita fiscal ou documentos fiscais; i) falta do número de inscrição no cadastro municipal nos documentos fiscais; j) falta, omissão ou falsidade nas declarações de dados; l) não retenção do imposto devido; m) recolhimento aos cofres municipais não efetuados no Prazo previsto, de imposto retido pelos contratantes de serviço. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 1º - Às infrações previstas nas alíneas "a", "c", "d", "e", "f", "g", "1" e "m", será cominada multa de 05 (cinco) UFM (Unidade Fiscal Municipal); (Acrescido pela Lei nº 2460/1989) 1º - Às infrações previstas nas alíneas "a", " c", " d", "e ", " f ", "g", " j ", "l", e "m", será cominada multa de 20 (vinte) UFM (Unidade Fiscal Municipal). (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 1º - Às infrações previstas nas alíneas "a", ""c", "d", "e", "f", "g", "j", "i" e "m" será cominada multa de 300 (trezentas) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS); (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 2º - Às infrações previstas nas alíneas "b", "h" e "1", será cominada multa de 03 (três) UFM (Unidade Fiscal Municipal); (Acrescido pela Lei nº 2460/1989) 2º - Às infrações previstas nas alíneas "b", "h" e "i", será cominada multa de 10 (dez) UFM (Unidade Fiscal Municipal). (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 2º - Às infrações previstas nas alíneas "b`, "h" e "i", será cominada multa de 150 (cento o cinqüenta) Unidades Fiscais (UFIRS); (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 3º - A aplicação da penalidade não isenta o infrator do pagamento do imposto eventualmente apurado nem impede a administração de praticar outros atos necessários à correção da falta cometida. (Acrescido pela Lei nº 2460/1989) 3º - A aplicação da penalidade não isenta o infrator do pagamento do Imposto eventualmente apurado, nem impede a administração de praticar outros atos necessários à correção da falta cometida. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994)

26 26 de 62 02/05/ :56 4º - Além da penalidade incidente, a não comunicação do encerramento da atividade no prazo previsto na alínea "b" do "caput" deste Artigo, acarretará a baixa de ofício da inscrição pela Prefeitura, uma vez constatado o fato pelo órgão competente. (Acrescido pela Lei Complementar nº 95/1994) Art As infrações das hipóteses do Artigo anterior poderão sujeitar o infrator, além da multa pecuniária, a regime especial de fiscalização. 1º - O regime especial da fiscalização consiste: I - na observância, pelo infrator, de quaisquer deveres acessórios exigidos com fundamento anatos administrativos; II - na fixação, por arbitramento ou estimativa, dos dados relevantes para a tributação, que tenham sido inexatos ou omitidos. 2º - Cessará o regime de que cuida este Artigo, quando o infrator houver regularizado sua situação e isso for reconhecido pelo órgão fazendário. 3º - falta de pagamento do imposto, quando apurada em Levantamento Fiscal - multa de 60% (sessenta por cento), calculada sobre o valor do imposto não recolhido; (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) 4º - falta de pagamento do imposto, quando o documento fiscal, relativo à respectiva prestação do serviço tiver sido emitido mas não escriturado regularmente no livro de registro - multa de 100% (cem por cento), do valor do imposto não recolhido; (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) 5º - falta de pagamento do imposto, ainda que o documento fiscal relativo à prestação do serviço tiver sido emitido e devidamente escriturado no livro de registro - multa de 40% (quarenta por cento), do valor do imposto não recolhido; (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) 6º - falta de pagamento do imposto, em hipótese não prevista nas alíneas anteriores, que caracterizem fraude - multa de 150% (cento e cinqüenta por cento), do valor do imposto não recolhido. (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) Art O contribuinte deverá, obrigatória e antecipadamente, comunicar ao órgão fazendário a confecção de talões de notas fiscais de prestação de serviços, sob pena de multa correspondente a 03 (três) Unidades Fiscais Municipais (U.F.M.s), vigentes à época da lavratura do auto de infração. Art O Contribuinte deverá, obrigatória e antecipadamente, solicitar ao órgão fazendário autorização para confecção de talões de notas fiscais de prestação de serviços, sob pena de multa correspondente a 1 (uma) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente à época da lavratura do auto de infração, por talão confeccionado. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) Art o contribuinte deverá, obrigatória e antecipadamente, solicitara ao Órgão fazendário competente, autorização para a confecção de talões de notas fiscais de prestação de serviços, sob pena de incorrer em multa correspondente a 5 (cinco) UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente no dia da lavratura do auto de infração, por talão confeccionado. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) Art O contribuinte deverá obrigatória e antecipadamente solicitar ao órgão fazendário competente autorização para a confecção de talões de notas fiscais de prestação de serviços, sob pena de incorrer em multa correspondente a 75 (setenta e cinco) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS), vigentes no dia da lavratura do auto de infração, por talão confeccionado. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 1º - Aplica-se em dobro a pena prevista neste Artigo à empresa gráfica que confeccionar talões sem a respectiva autorização; (Acrescido pela Lei nº 2460/1989) 2º - O número da autorização prevista neste Artigo será impresso, obrigatoriamente, em todas as vias de notas fiscais dos talões confeccionados, sob pena de apreensão ou inutilização desses documentos, sem prejuízo da aplicação das multas previstas no "caput" e no 1º. (Acrescido pela Lei nº 2460/1989) 3º - Os livros ou as planilhas informatizadas de prestação de serviços, deverão ser, obrigatoriamente, apresentados ao órgão competente da Prefeitura Municipal, a fim de que sejam abertos e encerrados, sob pena de incorrer em multa correspondente a 5 (cinco) UFM Unidade Fiscal Municipal, relativa à falta de qualquer um destes procedimentos. (Acrescido pela Lei Complementar nº 95/1994) 3º - Os livros ou as planilhas informatizadas de prestação de serviços deverão ser, obrigatoriamente, apresentados ao órgão competente da Prefeitura Municipal a fim de que sejam abertos e encerrados, sob pena de incorrer em multa correspondente a 75 (setenta e cinco) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS) que será aplicada à falta de qualquer um desses procedimentos. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 4º - Ao ser solicitada a baixa da inscrição, a pessoa física ou jurídica deverá apresentar à Prefeitura os talões de notas fiscais de prestação de serviços que não foram utilizados, para que os mesmos sejam cancelados. (Acrescido pela Lei Complementar nº 95/1994) TÍTULO II DAS TAXAS, CAPÍTULO 1 DA TAXA DE SERVIÇOS URBANOS

27 27 de 62 02/05/ :56 SEÇÃO I FATO GERADOR Art O fato gerador da taxa de serviços urbanos é a utilização, efetiva ou potencial, dos serviços públicos específicos e divisíveis, prestados pelo Município ou colocados à disposição dos contribuintes. Parágrafo Único - São taxas de serviços urbanos e de: I - coleta de lixo; II - varrição de vias públicas; (Revogado pela Lei Complementar nº 194/1998) III - limpeza e conservação de vias públicas; (Revogado pela Lei Complementar nº 194/1998) IV - iluminação pública: a) Entende-se por serviço de coleta de lixo a remoção periódica do lixo proveniente de imóvel edificado ou não, cuja quantidade não exceda a 100 (cem) litros. b) Entende-se pôr serviços de varrição de vias públicas a varrição propriamente dita e a remoção dos detritos em recipientes destinados à esse fim; (Revogado pela Lei Complementar nº 194/1998) c) Entende-se por serviço de limpeza e conservação de vias públicas a reparação e manutenção de vias, que visem melhorar ou manter as condições de utilização das mesmas, quais sejam, capinação, lavagem e irrigação, restauração de guias e sarjetas, cascalhamento, conservação de vias pavimentadas ou não e outros; (Revogado pela Lei Complementar nº 194/1998) d) Entende-se como iluminação pública, o serviço de fornecimento de iluminação das vias públicas. (Revogado pela Lei nº 2351/1988) SEÇÃO II SUJEITO PASSIVO Art Contribuinte da taxa é o proprietário, titular do domínio útil ou possuidor a qualquer título, de imóvel situado em local onde o Município mantenha os serviços referidos no Artigo anterior. SEÇÃO III DA BASE DE CÁLCULO Art A base de cálculo da taxa é o custo do serviço, entendido como tal o valor das despesas efetivas realizadas para sua prestação no exercício anterior, de 20% (vinte por cento) a título de planejamento e administração, corrigido monetariamente, nos termos da legislação federal específica, à época do lançamento. Art. 46 A base de cálculo da taxa é o custo do serviço, entendido como tal o valor das despesas efetivamente realizadas para sua prestação no exercício anterior, acrescidas de 15% (quinze por cento) a título de planejamento e administração, corrigido monetariamente nos termos da legislação federal específica à época do lançamento. (Redação dada pela Lei Complementar nº 255/2000) 1º - Apurado o valor a que se refere este Artigo, será o mesmo dividido pela soma total dos metros lineares das testadas principais dos imóveis beneficiados com o serviço correspondente, conhecendo-se assim o valor unitário do metro linear. 2º - Conhecido o valor unitário, será o mesmo multiplicado pelo número de metros lineares da testada principal de cada imóvel. 3º - Quando o imóvel possuir mais de uma frente, tomar-se-á, para efeito da base de cálculo das taxas, apenas a testada principal. 4º - Tratando-se de apartamentos ou de quaisquer outras unidades autônomas em edifício de condomínio vertical, reputar-se-á como testada de cada um deles a metade da testada principal do edifício. (Redação dada pela Lei nº 2462/1989) SEÇÃO IV LANÇAMENTO Art A taxa será lançada anualmente, em nome do contribuinte, com base nos dados do cadastro fiscal imobiliário. Parágrafo Único - As taxas de serviços podem ser lançadas isoladamente ou em conjunto com outros tributos, se possível, mas dos avisos-recibos constarão, obrigatoriamente, os elementos distintos de cada tributo e os respectivos valores. SEÇÃO V

28 28 de 62 02/05/ :56 ARRECADAÇÃO Art As taxas deverão ser pagas na forma dos Artigos 14º e seu Parágrafo Único e 15º, juntamente com o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. Art As taxas de serviços urbanos deverão ser pagas na forma dos Artigos 14º e seus parágrafos e 15º, juntamente com o imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana. (Redação dada pela Lei nº 2393/1988) CAPÍTULO II TAXA DE CONSERVAÇÃO DE RODOVIAS MUNICIPAIS SEÇÃO I DO FATO GERADOR Art Fato gerador da taxa é a utilização, efetiva ou potencial, dos serviços de conservação de rodovias municipais prestados pelo Município ao contribuinte ou colocados à sua disposição. Parágrafo Único - Entende-se por serviço de conservação de rodovias municipais, os que visem manter ou melhorar as condições de utilização desses locais, quais sejam: I - Raspagem do leito carroçável com o uso de máquinas ou ferramentas; II - sustentação e fixação de encostas laterais a remoção de barreiras; III - desobstrução, aterros de reparação e serviços correlatos;. IV - conservação e manutenção de pontes e cascalhamento do leito; V - melhoramento ou manutenção de "mata burros", acostamentos, sinalização e serviços similares. (Revogado pela Lei nº 2351/1988, Restaurado pela Lei Complementar nº 94/1994 e Revogado novamente pela Lei Complementar nº 110/1995) SEÇÃO II SUJEITO PASSIVO Art Contribuinte da taxa é o proprietário, o titular do domínio útil ou do possuidor, a qualquer título, das propriedades rurais existentes no Município, sejam elas marginais ou afastadas das estradas. (Revogado pela Lei nº 2351/1988, Restaurado pela Lei Complementar nº 94/1994 e Revogado novamente pela Lei Complementar nº 110/1995) SEÇÃO III BASE DE CÁLCULO Art A base de cálculo da taxa é o custo do serviço, entendido como tal o valor das despesas efetivamente realizadas para sua prestação no exercício anterior, acrescido de 20% (vinte por cento) a título de planejamento e administração, corrigido monetariamente, nos termos da legislação federal específica, à época do lançamento. Parágrafo Único - Apurado o valor a que se refere este Artigo, será o mesmo dividido pelo número de propriedades rurais existentes no Município. (Revogado pela Lei nº 2351/1988, Restaurado pela Lei Complementar nº 94/1994 e Revogado novamente pela Lei Complementar nº 110/1995) Art A base de cálculo da Taxa é o custo do serviço, entendido como tal o valor das despesas efetivamente realizadas para sua prestação no exercício anterior, acrescido de 20% (vinte por cento) a titulo de planejamento e administração, corrigido monetariamente de acordo com os índices vigentes à época do lançamento. (Redação dada pela Lei Complementar nº 94/1994) (Revogado pela Lei nº 2351/1988, Restaurado pela Lei Complementar nº 94/1994 e Revogado novamente pela Lei Complementar nº 110/1995) SEÇÃO IV LANÇAMENTO Art A taxa será lançada anualmente em nome do contribuinte, com base nos dados do cadastro imobiliário. (Revogado pela Lei nº 2351/1988, Restaurado pela Lei Complementar nº 94/1994 e Revogado novamente pela Lei Complementar nº 110/1995) SEÇÃO V ARRECADAÇÃO Art A taxa deverá ser paga de uma só vez na forma e prazo estabelecidos por decreto. 1º - Fica facultado ao contribuinte optar pelo pagamento do valor anual lançado, em parcelas iguais e sucessivas, a sarem fixadas por decreto, incidindo sobre as mesmas as variações das ORTN vigentes à época da efetiva liquidação. 2º - O Poder Executivo poderá conceder descontos de até 40% (quarenta por cento) do valor anual lançado, a fim de alcançar o equilíbrio de justiça tributária, mediante critérios a serem fixados por decreto e levando-se em consideração a potencialidade de uso das rodovias municipais. (Revogado pela Lei nº 2351/1988, Restaurado pela Lei Complementar nº 94/1994 e Revogado novamente pela Lei Complementar nº 110/1995)

29 29 de 62 02/05/ :56 Art A Taxa deverá ser paga de uma só vez na forma e prazo estabelecidos por decreto. 1º - Fica facultado ao contribuinte optar pelo pagamento do valor anual lançado em parcelas iguais e sucessivas, incidindo sobre as mesmas a variação da UFM (Unidade Fiscal Municipal) vigente. 2º - 0 Poder Executivo poderá conceder descontos de até 30% (trinta por cento) do valor anual lançado, a fim de alcançar o equilíbrio de justiça tributária, mediante critérios a serem fixados por decreto e levando-se em consideração a potencialidade de uso das rodovias municipais e a distância do imóvel da zona urbana. (Redação dada pela Lei Complementar nº 94/1994) (Revogado pela Lei nº 2351/1988, Restaurado pela Lei Complementar nº 94/1994 e Revogado novamente pela Lei Complementar nº 110/1995) CAPÍTULO III TAXA DE LICENÇA. SEÇÃO I DO FATO GERADOR Art O fato gerador da taxa é o exercício retjular do poder de polícia administrativa do Município, mediante atualização de diligências, exames, inspeções, vistorias e outros atos administrativos. Parágrafo Único - Considera-se exercício. do poder da polícia a atividade da Administração Pública que, limitando ou disciplinando direito, interesse ou liberdade, regula a prática de ato ou abstenção de fato, em razão de interesse público concernente à segurança, a higiene, a ordem, aos costumes, a tranqüilidade publica ou respeito à propriedade, aos direitos individuais ou coletivos ou ao exercício de atividade econômica dependentes de concessão ou autorização do Poder Público, no território do Município. I - Estão sujeitas à prévia licença: a) a localização e/ou funcionamento de estabelecimento; b) veiculação de publicidade em geral; c) funcionamento de estabelecimento em horário especial; d) comércio eventual ou ambulante; e) execução de obras particulares; f) ocupação de área em vias e logradouros públicos e) comércio móvel f) execução de obras particulares g) ocupação de área em vias e logradouros públicos h) feiras - livres. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) II - A licença não poderá ser concedida por período) superior a um ano; III - Em relação à localização e/ou funcionamento de estabelecimentos: a) haverá incidência da taxa independentemente da concessão da licença; b) a licença abrange, quando do primeiro licenciamento a localização e o funcionamento e nos exercícios posteriores, o funcionamento; c) haverá incidência de nova taxa no mesmo exercício quando ocorrerem quaisquer das seguintes alterações: 1. mudança de firma ou razão social; 2. mudança nas características do estabelecimento; 3. mudança no ramo de atividade; 4. mudança de local do estabelecimento. d) as licenças relativas à localização e/ou funcionamento somente serão válidas para o exercício em que forem concedidas. e) o feirante inscrito em mais de uma feira livre ficará sujeito a apenas uma licença anual. (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) IV - Em relação à veiculação de publicidade: a) não se consideram publicidade as expressivas indicativas; b) as licenças somente serão válidas para o exercício em que forem concedidas. V - Em relação ao funcionamento de estabelecimento em horário especial. a) as licenças somente serão válidas para o período solicitado. VI - Em relação ao comércio eventual ou ambulante as licenças serão válidas para o exercício em que foram concedidas ou pelo período solicitado, quando for o caso. VII - Em relação à execução de obras particulares, quando não houver disposição em contrário em legislação específica: a) a licença será cancelada se a sua execução não for concluída no prazo concedido no alvará; b) a licença poderá ser prorrogada, à requerimento do interessado, se insuficiente para execução do projeto o prazo concedido no alvará;

30 30 de 62 02/05/ :56 VIII - Em relação à ocupação de áreas em vias e logradouros públicos, as licenças somente serão validas pelo período solicitado. SEÇÃO II SUJEITO PASSIVO Art O contribuinte da taxa é a pessoa, física ou jurídica, que veicula a publicidade, que solicita a licença, que explora o estabelecimento, ou seja, todos aqueles que exerçam atividades sujeitas a licenciamento e/ou fiscalização do Poder Público, nos termos do Artigo 54º. SEÇÃO III BASE DE CÁLCULO E ALÍQUOTA Art A base de cálculo das taxas é o custo estimado da atividade despendida com o exercício regular do poder de polícia do Município. Parágrafo Único - O cálculo das taxas de licença será procedido com base nas tabelas que acompanham cada espécie tributaria a seguir, levando em conta os períodos, critérios e alíquotas nelas indicados. SEÇÃO IV INSCRIÇÃO È LANÇAMENTO Art Ao requerer a licença o contribuinte fornecera à Prefeitura os elementos e informações necessárias à sua inscrição no cadastro fiscal. Parágrafo Único - O contribuinte deve comunicar à Prefeitura, dentro de 20 (vinte) dias úteis, para fins de atualização cadastral, as seguintes ocorrências relativas a seu estabelecimento. I - alteração da razão social ou do ramo de atividade; II - alterações físicas do estabelecimento. Art As taxas de licença podem ser lançadas isoladamente ou em conjunto com outros tributos, se possível, mas dos avisos-recibos constarão, obrigatoriamente, os elementos distintos de cada tributo e os respectivos valores. SEÇÃO V ARRECADAÇÃO Art As taxas de licença serão arrecadadas antes do início das atividades ou da prática dos atos sujeitos ao poder de polícia administrativa do Município, mediante guia preenchida pelo órgão da receita municipal. Parágrafo Único - As taxas de licença serão recolhidas de uma só vez, não se admitindo seu parcelamento. Parágrafo Único - As taxas de licença serão recolhidas uma só vez, ou parceladas, na forma e prazo por Decreto do Executivo. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) SEÇÃO VI ISENÇÕES Art São isentos do pagamento de taxas de licença: I - os vendedores ambulantes de jornais e revistas; II - os engraxates ambulantes; III - os que tiverem mais de 60 (sessenta) anos de idade e que caracterizem-se como pessoa sem recursos, mediante comprovação; IV - os cegos ou mutilados; V - os vendedores de artesanato doméstico e arte popular, de sua fabricação, sem auxílio de empregados ; VI - as construções de muros e passeios; VII - a publicidade com dizeres indicativos relativas a: a) hospitais, casas de saúde e congêneres, fazendas ou chácaras, engenheiros, arquitetos ou profissionais responsáveis pelo projeto ou execução de obras, quando nos locais destas;

31 31 de 62 02/05/ :56 b) propaganda eleitoral, política, atividade sindical, culto religioso e atividade do Poder Público;. VIII - divertimentos explorados que se localizem no interior de casas de diversões; IX - bens negociados por empresas, localizados no interior de estabelecimentos comerciais, industriais e de prestação de serviços; X - placas de até 40 x 15 cm, colocadas nos vestíbulos dos edifícios, nas portas de consultório e residências quando seja para identificar profissionais liberais; SEÇÃO VII INFRAÇÕES E PENALIDADES Art As infrações serão punidas com as seguintes penalidades,. I - multa de 50% (cinqüenta por cento) da Unidade Fiscal Municipal (UFM) no caso da não comunicação ao fisco, dentro do prazo de 20 (vinte) dias, a contar da ocorrência do fato, da alteração da razão social, do ramo de atividade e das alterações físicas sofridas pelo estabelecimento; II - multa de 100% (cem por. cento) da Unidade Fiscal Municipal (UFM) pelo exercício de qualquer atividade sujeita à taxa, sem a respectiva licença; III - suspensão da licença, pelo prazo de 30 (trinta) dias, no caso de reincidência; IV - cassação da licença, a qualquer tempo, quando deixarem de existir as condições exigidas para a sua concessão; quando deixarem de ser cumpridas dentro do prazo, as intimações expedidas pelo fisco, ou quando a atividade for exercida de maneira a contrariar o interesse público no que diz respeito à segurança, à saúde, à ordem e aos bons costumes. Art As infrações a este Capitulo, serão punidas com as seguintes penalidades: I - multa de 10 (dez) UFM (Unidade Fiscal Municipal), no caso de não comunicação ao fisco, dentro do prazo de 30 (trinta) dias, a contar da ocorrência do fato, da alteração da razão social, do ramo de atividade, das alterações físicas sofridas pelo estabelecimento, bem como do encerramento da atividade; I - multa de 150 (cento e cinqüenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS), no caso de não comunicação ao fisco, dentro do prazo de 30 (trinta) dias a contar da ocorrência do fato, da alteração da razão social, do ramo de atividade e das alterações físicas sofridas pelo estabelecimento, bem como do encerramento da atividade; (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) II - multa de 25 (vinte e cinco) UFM (Unidade Fiscal Municipal), pelo exercício de qualquer atividade, sem a respectiva licença, além do fechamento sumário do estabelecimento, após prévio processo administrativo com direito à ampla defesa do infrator; II - multa de 380 (trezentas e oitenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS), pelo exercício de qualquer atividade, sem a respectiva licença, além do fechamento sumário do estabelecimento, após prévio processo administrativo com direito à ampla defesa do infrator; (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) III - suspensão da licença, pelo prazo máximo de 30 (trinta) dias, no caso de reincidência, além da aplicação da penalidade correspondente; (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) IV - cassação da licença, após prévio procedimento administrativo com direito à ampla defesa ao infrator, quando deixarem de existir as condições exigidas para a sua concessão; quando deixarem de ser cumpridas dentro do prazo, as intimações expedidas pelo fisco ou quando a atividade for exercida de maneira a contrariar o interesse público no que diz respeito à segurança, à saúde, á ordem e aos bons costumes, além da aplicação de multa correspondente a 25 (vinte e cinco) UFM (Unidade Fiscal Municipal). (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) IV - cassação da licença, após prévio procedimento administrativo com direito à ampla defesa ao infrator, quando deixarem de existir as condições exigidas para a sua concessão; quando deixarem de ser cumpridas dentro do prazo as intimações expedidas pelo fisco, ou quando a atividade for exercida de maneira a contrariar o interesse público no que diz respeito à saúde, à ordem e aos bons costumes; além da aplicação de multa a 380 (trezentas e oitenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS). (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) SEÇÃO VIII TAXA DE LOCALIZAÇÃO E/OU FUNCIONAMENTO Art Qualquer pessoa, física ou jurídica, que se dedique a indústria, a produção agropecuária, ao comércio, à operações financeiras, à prestação de serviços ou à atividades similares, em caráter permanente ou temporário, só poderá instalar-se e iniciar suas atividades mediante prévia licença da Prefeitura e pagamento da taxa correspondente. 1º - As licenças serão concedidas sob forma de alvará, que deverá ser afixado em local visível e de fácil acesso à fiscalização. 2º - A taxa de licença de localização e/ou funcionamento também é devida pelos depósitos fechados destinados à guarda de mercadorias. Art Nos exercícios subsequentes ao da localização, as pessoa físicas ou jurídicas, constante do Artigo 62º,

32 32 de 62 02/05/ :56 estarão sujeitas à taxa, pelo efetivo exercício do poder da policia administrativa, no sentido de verificar se as condições que legitimaram sua concessão inicial não sofreram alterações. Parágrafo Único - Nenhum estabelecimento poderá prosseguir na prática de suas atividades sem estar de posse do alvará expedido em função deste Artigo. Art A taxa de localização e/ou funcionamento será devida de acordo com as seguintes tabelas: NATUREZA DA ATIVIDADE ALÍQUOTAS PERCENTUAIS ========================================== ========= =========== sobre a Unidade Fiscal Municipal (UFM) 01. INDÚSTRIA localização funcionamento até 10 empregados 100% 50% de 11 a 20 empregados 120% 60% de 21 a 50 empregados 160% 80% de 51a 100 empregados 200% 100% de 101a 150 empregados 250% 125% de 151 a 200 empregados 300% 150% de 201a 300 empregados 400% 200% de 301 a 400 empregados 500% 250% de 401a 500 empregados 600% 300% acima de 500; para cada empregado 1% 0,5% 02: PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA até 10 empregados 100% 50% de 11 a 20 empregados 150% 75% acima de 20, para cada empregado 1% 0,5% 03. COMÉRCIO E FIRMAS PRESTAD. DE SERVIÇO de 0 a 1 empregados 50% 25% de 2 a 5 empregados 100% 50% de 6 a 8 empregados 150% 75% de 9 a 15 empregados 200% 100% de 16 a 30 empregados 300% 150% de 31 a 50 empregados 400% 200% acima de 50, por cada empregado 1% 0,5% 04. ESTABELECIMENTOS BANCÁRIOS,DE CRÉDITO, 800% 400% FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO, DE CÂMBIO DE SEGUROS, DE CAPITALIZAÇÃO E SIMILARES 05. SOCIEDADE CIVIS a) de nível superior - médicos, advogados, 250% 125% engenheiros, economistas, arquitetos, ve- terinários, urbanistas, dentistas etc. b) de nível médio - técnicos em contabili- 180% 90% dade,eletrônica,prótese,enfermagem, guarda -livros é técnicos em geral 06. ENSINO DE QUALQUER GRAU OU NATUREZA 100% 50% 07. HOTÉIS, MOTÉIS, PENSÕES OU CONGÊNERES 200% 100% 08. POSTOS DE SERVIÇOS, ABASTECIMENTO OU 200% 100%

33 33 de 62 02/05/ :56 SIMILAR 09. DEPÓSITOS FECHADOS 150% 75% 10. PROFISSIONAIS AUTÔNOMOS a) nível superior 30% 15% b) nível médio 20% 10% c) outros autônomos 10% 5% 11. LABORATÓRIO DE ANÁLISES CLÍNICAS E E- 200% 100% LETRICIDADE MÉDICA 12. HOSPITAIS, SANATÓRIOS, AMBULATÓRIOS, 300% 150% PRONTOS-SOCORROS, CASAS DE SAÚDE E CONGÊ- NERES 13. FEIRANTES. ocupação de até 2 metros lineares de via pública a) por ano 100% 50% b) por mês 20% 10% acima de 2 metros, por metro ou fração a) por ano 30% 15% b) por mês 10% 5% 14. DIVERSÕES PÚBLICAS. I - bailes ou similares, cinemas e teatros 120% 60% a) por mês 20% 10% b) por dia 5% 2,5% II - circos, parques de diversão, rinques 250% 125% de patinação, tobogãs e similares a) por mês 50% 25% b) por dia 10% 5% III - bilhares, boliches, bochas, malhas e 100% 50% outros jogos de mesa, cancha ou Pista a) por mês 20% 10% b) por dia 5% 2,55% IV - exposições, feiras de mestras, quer- 100% 50% messes e similares a) por mês 20% 10% b) por dia 5% 2,5% V - clube e associações recreativas 100% 50% a) por mês 20% 10% VI - restaurantes dançantes,"boites","dri- 300% 150% ve-in", cabarés e similares a) por Mós 80% 40% b) por dia 10% 5% VII - quaisquer espetáculos ou diversões 200% 100% não incluídas nas alíneas anteriores a) por mês 40% 20%

34 34 de 62 02/05/ :56 b) por dia 10% 5% Art A Taxa de Localização e/ou Funcionamento será devida de acordo com a seguinte tabela: (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) NATUREZA DA QUANTIDADE ATIVIDADE DE U.F.M. ======================================== =========== ========== Unidade Fiscal Municipal 01. INDÚSTRIA LOCALIZAÇÃO FUNCIONAMENTO Até 10 empregados de 11 a 20 empregados de 21 a 50 empregados de 51 a 100 empregados de 101 a 150 empregados de 151 a 200 empregados de 201 a 300 empregados de 301 a 400 empregados de 401 a 500 empregados Acima de 500 empregados,para cada empre- 0,12 0,12 gado 02. PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA Até 10 empregados de 11 a 20 empregados Acima de 20, para cada empregado 0,60 0, COMÉRCIO E FIRMAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS de 0 a 1 empregado de 2 a 5 empregados de 6 a 8 empregados de 9 a 15 empregados de 16 a 30 empregados de 31 a 50 empregados Acima de 50, para cada empregado 0,70 0, INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS a) Bancos ou similares b) Estabelecimentos de crédito, financi amento e investimentos, câmbio, de segu- ros, de capitalização e similares 05. SOCIEDADES CIVIS a) de nível superior - médicos,advogados engenheiros, economistas,arquitetos, ve- terinários, urbanistas, dentistas, etc. b) de nível médio - técnicos em contabi lidade, eletrônica, prótese, enfermagem,

35 35 de 62 02/05/ :56 guarda-livros e técnicos em geral 06. ENSINO DE QUALQUER GRAU OU NATUREZA a) Pré-escola b) 1º e 2º graus c) Superior d) outras escolas RAMO DE HOTELARIA E CONGÊNERES a) Hotéis e Apart-hotéis b) Motéis c) Pensões ou Congêneres POSTOS DE SERVIÇOS, ABASTECIMENTO OU SIMILARES a) Postos de Gasolina b) Distribuidora de Gás SUPERMERCAD.,COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS, DEPÓSITOS FECHADOS SIMILARES COM OU SEM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS a) Depósitos Fechados b) Supermercados c) Mini-mercados d) Concessionária de Veículos e) Comércio de Veículos f) Atacadistas em Geral PROFISSIONAIS AUTÔNOMOS a) de Nível Superior b) de Nível Médio c) outros Autônomos LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS E ELETRICIDADE MÉDICA 12. HOSPITAIS, SANATÓRIOS, AMBULATÓRIOS, PRONTOS-SOCORROS, CASAS DE SAÚDE E CON- GÊNERES 13. FEIRANTES 1. PRODUTOS ALIMENTÍCIOS EM GERAL OUTROS PRODUTOS EM GERAL DIVERSÕES PÚBLICAS I - bailes ou similar.,cinemas e teatros a) por ano b) por dia II - circos, parques de diversão,rinques de patinação, tobogãs e similares a) por dia III - clubes e associações recreativas a) por ano IV - "boites", "drive-in", cabarés e si- milares a) por ano b) por dia V - quaisquer espetáculos ou diversões não incluídas nos incisos anteriores a) por ano b) por dia (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994)

36 36 de 62 02/05/ :56 Art A Taxa de Localização e/ou Funcionamento será devida de acordo com a seguinte tabela: NATUREZA DA ATIVIDADE QUANTIDADE DE UFIRS LOCALIZAÇÃO FUNCIONAMENTO ===================================================== =========== ============= 01 - INDÚSTRIA até 10 empregados de 11 a de 21 a de 51 a de 101 a de 151 a de 201 a de 301 a de 401 a mais de 500 p/pessoa 1,79 1, PRODUÇÃO AGROPECUÁRIA até 10 empregados de 11 a Acima de 20 p/ pessoa 8,96 8, COMÉRCIO/PRESTAÇÃO SERVIÇOS de 00 a 01 empregados de 02 a 05 empregados de 06 a 08 empregados de 09 a 15 empregados de 16 a 30 empregados de 31 a 50 empregados acima de 50 p/ pessoa 10,44 10, INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS a) Bancos e Similares b) Estabelecimentos de crédito, financiamento e investimento, câmbio, de seguros, de captação e similares SOCIEDADES CIVIS a) Nível Superior b) Nível Médio ENSINO a) Pré-escola b) 1º e 2º graus c) Superior d) Outras escolas HOTELARIA E CONGÊNERES

37 37 de 62 02/05/ :56 a) Hotéis e Apart-Hotéis b) Motéis c) Pensões e Congêneres POSTOS DE SERVIÇOS OU ABASTECIMENTOS E SIMILARES a) Posto de Gasolina b) Distribuidora de gás SUPERMERCADOS, COMÉRCIO DE AUTOMÓVEIS, DEPÓSITOS FECHADOS E SIMILARES COM OU SEM PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS a) Depósitos Fechados b) Supermercados c) Mini-mercados d) Concessionária de veículos e) Comércio de veículos f) Atacadistas em geral PROFISSIONAIS AUTÔNOMOS a) Nível superior b) Nível médio c) Outros níveis LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS E ELETRICIDADE MÉDICA HOSPITAIS, SANATÓRIOS, AMBULATÓRIOS PRONTOS SOCORROS, CASAS DE SAÚDE E CONGÊNERES FEIRANTES a) Produtos hortifrutigranjeiros b) Outros produtos DIVERSÕES PÚBLICAS a) Bailes ou similares, cinemas e teatros por ano por dia b) Circos, parques de diversões,rinques de patinação, tobogãs e similares por dia c) Clubes I) De Futebol amador II) De Futebol profissional III) Recreativos: a) até 1000 associados b) a partir de 1001 associados d) Boates, cabarés, drive - in, danceterias e/ou similares por ano e) Outros espetáculos de diversões públicas não incluídos acima por ano

38 38 de 62 02/05/ :56 (Redação dada pela Lei Complementar nº 1º No caso de circos, mencionados na alínea `b` do item 14 deste artigo, é vedada, sob pena de responsabilidade funcional, a concessão de alvará de funcionamento ou de localização àqueles que utilizem animais em seus espetáculos. (Acrescido pela Lei Complementar nº 620/2008 e renumerado pela Lei Complementar nº 639/2009) 2º No caso de parques de diversões, mencionados na alínea "b" do item 14 deste artigo, a concessão do alvará de funcionamento ou de localização fica ainda condicionada à apresentação de contrato de seguro contra danos pessoais causados por seus equipamentos a terceiros, cuja cobertura deverá prever indenizações por morte, invalidez permanente e despesas de assistência médica e suplementares, em valores fixados em regulamento. (Acrescido pela Lei Complementar nº 639/2009) SEÇÃO IX TAXA DE LICENÇA PARA PUBLICIDADE Art O fato gerador da taxa é a exploração ou utilização dos meios de publicidade em vias e logradouros públicos do Município, bem como em qualquer local de acesso público. 1º - A taxa é devida pelo contribuinte que explore ou se utilize há publicidade própria ou de terceiros, fixada em local visível, em locais públicos ou de acesso público, com ou sem cobrança de ingressos. 2º - O contribuinte da taxa é a pessoa física ou jurídica que tenha solicitado a competente. licença ou, no caso de lançamento "ex-offício", quem, direta ou indiretamente, venha a se beneficiar com a publicidade. 3º - É irrelevante para os efeitos tributários o meio ou a forma utilizados para transmissão da publicidade. (Revogado pela Lei nº 2351/1988) Art A taxa será calculada de acordo coma seguinte tabela: ESPÉCIE DE PUBLICIDADE ALÍQUOTAS PERCENTUAIS sobre a Unidade Fiscal Municipal (UFM) DIA MÊS ANO ========================================== === === ==== 1. Letrito, escrita ou gravura a) até 1 m2 2% 10% 30% b) acima de 1m²,mais 20% da Unidade Fiscal Munic.,(UFM) por metro quadrado ou fração Publicidade de terceiros, afixada na 2% 10% 30% parte externa ou interna de estabelecimen- tos, por interessado na publicidade ou por estabelecimento Sonora 5% 30% 150% Em veículo, na parte interna ou externa 3% 20% 120% por anunciante Em folheto, por dia 3% 15% 50% Projetada 5% 40% 150% Publicid. através de luminosos ou ilu- isento minados Quaisquer outras atividades não especi- 5% 30% 150% ficadas nos itens anteriores (Revogado pela Lei nº 2351/1988) SEÇÃO X TAXA DE FUNCIONAMENTO DE ESTABELECIMENTO EM HORÁRIO ESPECIAL Art O fato gerador da taxa é a concessão da licença para funcionamento de estabelecimento fora do horário normal. 1º - Considera-se horário especial o período correspondente aos domingos e feriados, em qualquer horário, e, nos dias úteis, das 18:00 às 11:00 horas. 2º - A licença para funcionamento em horário especial, não autoriza a inobservância da Consolidação das Leis do Trabalho ou qualquer outra lei em vigência. 3º - É obrigatória a fixação do alvará da licença em local visível e acessível à fiscalização, que servirá como comprovante do pagamento da taxa. 4º - Não estão sujeitos ao pagamento da taxa, os estabelecimentos considerados como de utilidade pública, tais como: hospitais, postos de serviços, abastecimentos, impressão e distribuição de jornais, serviços de guincho,

39 39 de 62 02/05/ :56 funerárias, borracharias e outros que, a critério do órgão fazendário, sejam entendidos como tal. (Revogado pela Lei nº 2351/1988 e Restaurado pela Lei Complementar nº 95/1994) Art O fato gerador da Taxa é a concessão de prévia licença extraordinária para funcionamento de estabelecimento fora do horário normal, outorgada sempre a título precário. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 1º - A Licença para funcionamento em Horário Especial poderá ser concedida, após prévio exame do pedido pela autoridade administrativa competente que analisará os aspectos necessários para a abertura do estabelecimento fora do horário normal, levando sempre em conta, o interesse e o sossego público, bem como se o local onde se situa o estabelecimento é compatível para o exercício da atividade no horário solicitado. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 2º - Considera-se horário especial o funcionamento estabelecimento no período correspondente as 18:00 e 8:00 horas. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 3º - O alvará da licença é válido para o exercício em que foi solicitado, devendo ser renovado anualmente, sendo obrigatória a sua afixação em local visível e acessível à fiscalização, o qual servirá como comprovante do pagamento da taxa. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 4º - Estão sujeitos ao pagamento da Taxa de Funcionamento em Horário Especial os Bares, Lanchonetes, Restaurantes e Restaurantes Dançantes com ou sem cobrança de "couvert artístico", ingresso ou consumação mínima, bem como as casas noturnas em geral. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 4º - Estão sujeitos ao pagamento da Taxa de Funcionamento em Horário Especial os Bares, Lanchonetes, Restaurantes, Restaurantes Dançantes, com ou sem cobrança de couvert artístico, ingresso ou consumação mínima, as casas noturnas em geral, o comércio ambulante e o comércio móvel. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: ALÍQUOTAS PERCENTUAIS sobre a Unidade Fiscal Municipal (UFM) PERÍODO DIA MÊS ANO ================================= ====== ======= ======= I - Domingos e feriados 5% 15% 60% II - das 18:00 às 22:00 horas 3% 10% 30% III - das 22:00 às 08:00 horas 3% 10% 30% Parágrafo Único - Ocorrendo mais de um período de funcionamento, estes serão tributados pela alíquota maior: (Revogado pela Lei nº 2351/1988 e Restaurado pela Lei Complementar nº 95/1994) Art A Taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: PERÍODO ALÍQUOTA EM QUANTIDADE UFM (Unidade Fiscal Municipal) I - das 18:00 às 22:00 horas 10 II - das 18:00 às 24:00 horas 20 Art A Taxa será calculada da seguinte forma: PERÍODO...QUANTIDADE DE UFIRS I - após as 24h (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) III - das 18:00 às 04:00 horas 40 (UFM) IV - das 18:00 às 08:00 horas 60 (UFM) (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) SEÇÃO XI TAXA DE LICENÇA PARA O EXERCÍCIO DO COMÉRCIO EVENTUAL OU AMBULANTE SEÇÃO XI DA TAXA DE LICENÇA PARA O EXERCÍCIO DO COMÉRCIO AMBULANTE, EVENTUAL OU MÓVEL (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Art O fato gerador da taxa é o exercício de comércio eventual ou ambulante. 1º - Comércio ambulante é o exercido individualmente, sem estabelecimento, instalações ou localização fixa. 2º - Comércio eventual é o exercido em determinadas épocas do ano, em caráter esporádico ou temporário. Art O fato gerador da Taxa é o exercício de comércio eventual ou ambulante. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994)

40 40 de 62 02/05/ :56 Art O fato gerador da Taxa é a concessão de licença para o exercício do comércio ambulante, eventual ou móvel. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 1º - Comércio ambulante é aquele exercido por pessoa física ou jurídica, que transporta consigo a mercadoria que é vendida a varejo, sem estabelecimento, instalações ou localização fixa, diretamente aos consumidores. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 2º - Comércio eventual é aquele exercido por pessoa física ou jurídica, somente em determinadas épocas do ano em caráter esporádico ou temporário.(redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 3º - Em relação ao comércio eventual ou ambulante as licenças serão válidas para o exercício em que forem concedidas ou pelo período solicitado, quando for o caso. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 3º - Comércio móvel é aquele exercido por pessoa física ou jurídica, que transporta consigo a mercadoria, utilizando-se de veículo com locomoção motora, vendida a varejo, sem estabelecimento, instalações ou localização fixa, diretamente aos consumidores. (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) 4º - Em relação ao comércio ambulante, eventual ou móvel, as licenças serão válidas para o exercício em que forem concedidas ou pelo período solicitado, quando for o caso. (Acrescido pela Lei Complementar nº 162/1997) Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: ALÍQUOTAS PERCENTUAIS sobre a Unidade Fiscal Municipal (UFM) Produtos comercializados DIA MÊS ANO ======================== ====== ======= ======= 1. Produtos alimentares 2% 20% 60% Outros produtos 3% 30% 100% ALÍQUOTAS PERCENTUAIS sobre a -UFM PRODUTOS COMERCIALIZADOS Dia Mês Ano ======================== === === ==== 1 - Produtos Alimentares 10% 50% 100% Outros Produtos 30% 90% 150% (Redação dada pela Lei nº 2223/1987) Art As taxas de comércio ambulante ou eventual serão calculadas de acordo com o disposto abaixo: I - PARA O COMÉRCIO AMBULANTE PRODUTOS COMERCIALIZADOS ANO a) produtos alimentícios...05 b) outros produtos...07 II - PARA O COMÉRCIO EVENTUAL PRODUTOS COMERCIALIZADOS DIA a) produtos alimentícios...05 b) outros produtos...10 (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) Art As taxas de comércio ambulante, eventual ou móvel, serão calculadas de acordo com o disposto abaixo: TIPO DE COMÉRCIO...QUANTIDADE DE UFIRS ANUAL I - COMÉRCIO AMBULANTE Produtos Comercializados a) Alimentícios...75 b) Outros produtos II - COMÉRCIO MÓVEL Produtos Comercializados

41 41 de 62 02/05/ :56 a) Alimentícios b) Outros produtos III - COMÉRCIO EVENTUAL Produtos Comercializados a) Alimentícios b) Outros produtos (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) SEÇÃO XII TAXAS DE LICENÇA PARA EXECUÇÃO DE OBRAS PARTICULARES. Art O fato gerador da taxa é a concessão de licença, à pessoa física ou jurídica, que queira construir, reconstruir, reformar, reparar, acrescer ou demolir edifícios, casas, edículas, muros, grades, guias e sarjetas, assim como proceder ao parcelamento do solo urbano, à colocação de tapumes ou andaimes e quaisquer outras obras em imóveis. Parágrafo Único - Não estão sujeitas ao pagamento da taxa: I - limpeza ou pintura, externa ou interna de imóveis; II - canteiros de obras; III - construção de passeios e de muros para fechamento de terrenos. Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: ALÍQUOTAS PERCENTUAIS sobre a Unidade Fiscal OBRAS Municipal (UFM) ========================================== ====================== 1.a) Edifício de uso residencial, para ha- bitação e respect. construção complementar até 70 m2 20% acima de 70 até 250 m2 40% acima de 250 m2 60% b) Edifício para fins indust. e respectiva construção complementar até 250 m2 30% acima de 250 m2 60% c) Edifício para uso comercial,misto e ou- tros fins. até 70 m2 40% acima de 70 m2 60% a) Fossa, poço, toldo, marquise ou outra 10% pequena cobertura móvel por unidade b) Execução, colocação ou remoção de bomba de gasolina, chaminé ou reservatório, en- terrado ou elevado, parafuso, não residen- cial por unidade 20% c) Rebaixamento de guia por unidade 5% d) Demolição até 70 m2 10% acima de 70 m2 20% e) Tapumes e andaimes por unidade 10% f) Serviços não especificados por unidade 10% a) Loteamento,em qualquer zona de áreas, excetuando-se as destinadas a logradouros públicos, vielas e sistema de recreio por m2 0,05% b) Desmembramento de áreas até metros, por m2 0,1% acima de metros por m2 0,1%

42 42 de 62 02/05/ :56 acima de metros, por m2 0,07% Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: ALÍQUOTAS...PERCENTUAIS OBRAS sobre a Unidade Fiscal Municipal - UFM 1. Edifícios em geral e respectiva construção complementar, por metro quadrado...1% 2,a) Fossa e poço, por unidade...20% b) Toldo,marquise ou outra pequena cobertura móvel,por unidade.40% c) Execução,colocação ou remoção de bomba ou reserv.. de combust., chaminé ou reservatório enterrado ou elevado,para uso não residencial, por unidade...100% d) Rebaixamento de guia, por metro linear...10% e ) Demolição, por metro quadrado...0,6% f) Tapumes e andaimes, por unidade...50% g) Serviços não específicos, por unidade...20% 3,a) Loteamento, em qualquer zona, computadas apenas as áreas dos lotes - por metro quadrado...0,05% b) Desmembramento ou Unificação de áreas: - até metros quadrados, por metro quadrado...0,2% - acima de metros quadrados, por metro quadrado...0,1% - acima de metros quadrados, por metro quadrado...0,07% (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: OBRAS...QUANTIDADE DE UFIRS 1 - Edifícios em geral e respectiva construção complementar por metro quadrado...0,3 2 - Fossa e poço por unidade...5,0 3 - Toldo, marquise ou outra pequena cobertura móvel por unidade...6,0 4 - Execução, colocação ou remoção de bomba ou reservatório de combustível, chaminé ou reservatório enterrado ou elevado por unidade...15,0 5 - Rebaixamento de guia por metro linear...5,0 6 - Demolição por metro quadrado...0,2 7 - Tapumes e andaimes até 10 ml - por ml...7,0 acima de 10 ml - por ml...2,0 8 - Loteamentos, em qualquer zona, computadas apenas as áreas dos lotes por metro quadrado...0, Desmembramento ou unificação até 500 m² - por m²...0,3 de 501m² até 5.000m² - por m²...0,25 acima de 5.000m² - por m²...0,20 (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) SEÇÃO XIII TAXA PARA OCUPAÇÃO DE ÁREAS EM VIAS E LOGRADOUROS PÚBLICOS Art O fato gerador da taxa é a fiscalização a que se submete qualquer pessoa que pretenda ocupar o solo nas vias ou logradouros públicos, mediante instalação provisória de qualquer bem móvel removível, bem como o estacionamento de veículos de qualquer categoria, nos locais permitidos pela Prefeitura. Parágrafo Único - Sem prejuízo da multa devida, a Prefeitura apreenderá e removerá para seus depósitos qualquer objeto ou mercadoria deixados em local não permitido ou colocado em vias e logradouros públicos, sem o prévio pagamento da taxa.. Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela:

43 43 de 62 02/05/ :56 ALÍQUOTAS PERCENTUAIS sobre a Unidade Fiscal Municipal (UFM) DIA MÊS ANO ================================= ====== ======= ======= 1. FEIRAS LIVRES a) produtos hortifrutigranjeiros 2% 8% 80% por metro linear b) cereais, secos e molhados,pro- 2% 8% 80% dutos alimentares industrializa- dos ou não e similares c) outros produtos em geral 6% 22% 230% ESTACIONAM. DE QUALQUER CATE- GORIA a) Taxi I - Praças Raul Leme, José Boni- 25% fácio e Princesa Izabel - Por veículo II - demais pontos por veículo 20% b) Veículo de carga - por unidade 25% c) Tração Animal - cada 10% d) Outros - por unidade 30% TRANSFERÊNCIA DE PERMISSÃO DE 250% ALVARÁ DE ESTACIONAM. DE AUTO DE ALUGUEL BANCAS DE JORNAIS E REVISTAS 100% (PADRONIZADAS) - por banca DEMAIS USOS DAS VIAS E LOGRA- 150% DOUROS PÚBLICOS NÃO RELACIONADOS NESTA TABELA, DESDE QUE AUTORIZ. Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: ESPECIFICAÇÃO ALÍQUOTAS PERCENTUAIS sobre a Unidade Fiscal Municipal (U.F.M.) Por dia Por mês Por ano ============================================= ======= ======= ======= 1. FEIRAS LIVRES a) produtos hortifrutigranjeiros 8% 15% 150% - por metro linear b) cereais, secos e molhados,produtos alimen- tares industrializados ou não e similares - por metro linear 8% 15% 150% c) outros produtos em geral 70% 800% (Alteração dada pela Lei Complementar nº 36 - por metro linear 20% 300% 2000% ESTACIONAMENTO DE QUALQUER CATEGORIA a) Táxi - Praças Raul Leme, José Bonifácio e Princesa Isabel - por veículo 200% II - Demais pontos

44 44 de 62 02/05/ : por veículo 160% b) Veículo Automotor de carga - por veículo 200% c) Veículo com tração animal, de carroça - Por veículo 50% d) Outros - por unidade 150% TRANSFERÊNCIA DE PERMISSÃO DE ALVARÁ DE 1500% ESTACIONAMENTO DE AUTO DE ALUGUEL OU DE VEÍ- CULO DE CARGA BANCAS DE JORNAIS E REVIST.(Padronizadas) 500% - por banca DEMAIS USOS DAS VIAS E LOGRADOUROS PÚBLI- 150% 3000% COS NÃO RELACIONADOS NESTA TABELA, DESDE QUE AUTORIZADOS (Redação dada pela Lei Complementar nº 11/1990) Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: ESPECIFICAÇÃO QUANTIDADE DE U.F.M POR DIA POR MÊS POR ANO ======================================== ======= ======= ======= 1. FEIRAS LIVRES a) Feiras Livres que tenham acima de 50 (cinqüenta) bancas I - produtos hortifrutigranjeiros - por metro linear 0,25 0,50 2, II - cereais, secos e molhados, produtos alimentares industrializ. ou não e simi- lares - por metro linear 0,25 0,50 2, III - outros produtos em geral - por metro linear 0, b) Feiras livres que tenham menos de 50 (cinqüenta) bancas I - produtos hortifrutigranjeiros 0,10 0, por metro linear II - cereais, secos e molhados, produtos alimentares industrializados ou não e similares por metro linear 0,10 0, III - outros produtos em geral 0,25 0,50 2,5 - por metro linear ESTACIONAMENTO DE QUALQUER CATEGORIA a) TAXI I - Praças Raúl Leme, José Bonifácio e Lavapés - por veículo II - Demais pontos - por veículo b)veículo AUTOMOT. DE CARGA PARA ALUGUEL - por veículo:

45 45 de 62 02/05/ :56 a) Caminhão 05 b) camionete, Pick-Up e Furgão 03 c) OUTROS - por unidade TRANSFERÊNCIA DE PERMISSÃO DE ALVARÁ DE ESTACIONAMENTO DE AUTO DE ALUGUEL OU DE VEÍCULO DE CARGA PARA ALUGUEL - por transferência BANCAS DE JORNAIS E REVISTAS - por unidade DEMAIS USOS DAS VIAS E LOGRADOUROS 0, PÚBLICOS NÃO RELACIONADOS NESTA TABELA, DESDE QUE AUTORIZADOS (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) Art A taxa será calculada de acordo com a seguinte tabela: ESPECIFICAÇÃO...QUANTIDADE EM UFIRS POR ANO 1 - FEIRAS LIVRES a) Produtos hortifrutigranjeiros e gêneros de primeira necessidade até 50 bancas - por metro linear...20,0 acima de 50 bancas - por metro linear...40,0 b) Outros produtos até 50 bancas - por metro linear...70,0 acima de 50 bancas - por metro linear...100,0 2) ESTACIONAMENTO QUALQUER CATEGORIA a) Táxis Praças Raul Leme, José Bonifácio e Lavapés - por veículo...75,0 demais pontos - por veículo...45,0 b) Aluguel de Cargas por veículo b-1) Caminhão...75,0 b.2) Camionete, "pick up", furgão...45,0 c) Outros veículos por unidade...75,0 3) TRANSFERÊNCIA DE PERMISSÃO DE ALVARÁ DE FUNCIONAMENTO DE AUTO DE ALUGUEL OU DE VEÍCULO DE CARGA DE ALUGUEL por transferência, devida também na permuta...460,0 4) BANCAS DE JORNAIS OU REVISTAS por unidade...120,0 5) DEMAIS USOS DAS VIAS E LOGRADOUROS PÚBLICOS NÃO RELACIONADOS NESTA TABELA, DESDE QUE AUTORIZADOS por unidade...400,0 6) TRANSFERÊNCIAS DE PERMISSÃO DE USO DAS VIAS PÚBLICAS E DEMAIS LOGRADOUROS PÚBLICOS por transferência, devida também na permuta...100,0 (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) TÍTULO III DA CONTRIBUIÇÃO DE MELHORIA CAPÍTULO ÚNICO SEÇÃO I DO FATO GERADOR Art O fato gerador é o benefício trazido ao imóvel pela execução de obras públicas. Art A contribuição de melhoria tem como fato gerador a realização de obra pública. (Redação dada pela Lei nº 2393/1988) SEÇÃO II SUJEITO PASSIVO Art Contribuinte é o proprietário, o titular do domínio útil ou o possuidor, a qualquer titulo, de imóveis beneficiados por obras públicas.

46 46 de 62 02/05/ :56 SEÇÃO III BASE DE CÁLCULO Art A base de cálculo da contribuição é o custo global das obras. Parágrafo Único - Considera-se como custo global das obras, além das normais para sua execução, as despesas com estudos, projetos, fiscalização, desapropriações, administração, financiamento e seus encargos e outras de praxe. SEÇÃO IV LANÇAMENTO Art A determinação da contribuição far-se-á rateando-se o custo parcial ou total das obras, entre todos os imóveis beneficiados, proporcionalmente às suas testadas. Art Para lançamento da contribuição de melhoria, a repartição competente fará publicar, através de edital, em conjunto ou separadamente, os seguintes elementos: I - memorial descritivo do projeto II - orçamento do custo da obra; III - determinação da parcela do custo de obra a ser financiada pela contribuição; IV - delimitação da zona beneficiada com a relação dos imóveis nela compreendidos; V - plano de rateio entre os imóveis beneficiados. 1º - O proprietário terá o prazo de 30 (trinta) dias, a contar da publicação, para impugnar quaisquer dos elementos acima referidos, cabendo ao impugnante o ônus da prova. 2º - A impugnação deverá ser dirigida ao órgão fazendário da Prefeitura, através de petição fundamentada que servirá para o inicio do processo administrativo fiscal e não tem direito suspensivo da cobrança e nem de sua execução. Art Executada a obra na sua totalidade ou em parte suficiente para beneficiar determinados imóveis, de modo a justificar o inicio da cobrança da contribuição, proceder-se-á ao lançamento referente a esses imóveis. 1º - A notificação do lançamento, diretamente ou por edital, conterá: I - identificação do contribuinte, valor da contribuição de melhoria a cobrar e os elementos que integram o cálculo; II - prazos para pagamento de uma só vez ou parceladamente e respectivos locais de pagamento; III - prazos para reclamação. 2º - Dentro do prazo que lhe for concedido na notificação de lançamento, não inferior a 30 (trinta) dias, o contribuinte poderá apresentar reclamação por escrito contra: 2º - Dentro do prazo que lhe for concedido na notificação de lançamento, não inferior a 15 (quinze) dias, o contribuinte poderá apresentar reclamação por escrito contra: (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) I - erro na localização ou na área territorial do imóvel; II - valor da contribuição de melhoria; III - número de prestações. 3º - Os lançamentos serão feitos em nome dos respectivos titulares dos imóveis beneficiados ou nos que constar um no cadastro fiscal da Prefeitura. 4º - Os bens indivisos serão lançados em nome de qualquer um dos titulares, a quem caberá o direito de exigir dos demais as parcelas que lhes couberem. SEÇÃO V DO PAGAMENTO Art A contribuição poderá ser paga de uma só vez ou parceladamente, de acordo com os seguintes critérios: I - pagamento de uma só vez até 30 (trinta) dias a contar da notificação do lançamento; I - de uma só vez; (Redação dada pela Lei nº 2460/1989)

47 47 de 62 02/05/ :56 II - em até 4 (quatro) parcelas mensais sem acréscimo; (Acrescido pela Lei Complementar nº 4/1990) II - o pagamento parcelado vencerá juros de i% (um por cento) ao mês e as parcelas terão seus valores convertidos em número de Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional (ORTN) e serão quitadas pelo valor dos índices vigentes à época dos pagamentos. III - em parcelas, com valores convertidos em B.T.N. (Bônus do Tesouro Nacional) ou outro Índice substitutivo, atualizados pelo valor vigente à época do pagamento, incidindo juros de 1% (um por cento) ao mês. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) (Renumerado pela Lei Complementar nº 4/1990) III - em parcelas mensais, convertidas em Unidades Fiscais de Referência (UFIRS), ou outro índice que vier substitui-la, atualizados pelo valor vigente à época do pagamento, incidindo juros de 1% (um por cento) ao mês. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Parágrafo Único - Ficam excluídos da reincidência da contribuição os imóveis de propriedade do Poder Publico, exceto os prometidos à venda e os submetidos ao regime de enfiteuse, aforamento ou concessão de uso. LIVRO SEGUNDO PARTE GERAL TÍTULO I DAS NORMAS GERAIS CAPÍTULO I LEGISLAÇÃO TRIBUTARIA Art A expressão "legislação tributaria" compreende as leis, decretos e normas que versem, no todo ou em parte, sobre tributos de competência do Município e relações jurídicas a ele pertinentes. Art Nenhum tributo será exigido ou aumentado sem que a lei o estabeleça, nem cobrado, em cada exercício, sem que a lei que o houver instituído ou aumentado esteja em vigor antes do início do exercício financeiro. 1º - A lei tributária entra em vigor na data de sua publicação. 2º - Somente no primeiro dia do exercício seguinte àquele em que forem publicados, haverá incidência dos dispositivos de lei que: I - instituam ou majorem tributos; II - definam, quais as hipóteses de incidências; III - extinguem ou reduzam isenções, salvo se dispuser de maneira mais favorável ao contribuinte. TÍTULO II DA OBRIGAÇÃO TRIBUTARIA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art A obrigação tributária é principal ou acessória. 1º - A obrigação tributária principal a que surge com ocorrência de fato definido como fato gerador e tem por objeto o pagamento de tributo ou de penalidade pecuniária, extinguindo-se juntamente com o crédito dela decorrente. 2º - A obrigação tributária acessória é a que decorre da legislação tributária e tem por objeto a prática ou abstenção de atos nela previstos, no interesse do lançamento, da cobrança e da fiscalização. 3º - A obrigação tributaria acessória, pelo simples fato de sua inobservância, converte-se em principal, relativamente à penalidade pecuniária. CAPÍTULO II DO PATO GERADOR Art O fato gerador da obrigação principal é a situação definida em lei como necessária e suficiente para a sua ocorrência. Parágrafo Único - O fato gerador da obrigação tributaria é qualquer situação que, na forma da legislação, imponha a prática ou abstenção de ato que não configure a obrigação principal.

48 48 de 62 02/05/ :56 CAPÍTULO III DO SUJEITO ATIVO Art Sujeito ativo é o Município, pessoa jurídica de direito público, titular da competência para arrecadar e fiscalizar os tributos especificados na legislação tributaria. CAPÍTULO IV SEÇÃO I DO SUJEITO PASSIVO. Art Sujeito passivo da obrigação principal é a pessoa física ou jurídica obrigada ao paramento do tributo ou penalidade pecuniária. 1º - O sujeito passivo da obrigação tributaria será considerado: I - contribuinte, quando tiver relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; II - responsável, quando sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorrer de disposições expressas nesta lei. Art São pessoalmente responsáveis: I - o adquirente, pelos débitos relativos a bem imóvel existentes à data da transferência, salvo quando conste do instrumento prova de plena quitação, limitada esta responsabilidade, aos casos de arrematação em hasta pública, ao montante do respectivo preço. II - o espólio, pelos débitos tributários do "de cujus" existentes à data da abertura da sucessão; III - o sucessor a qualquer título e cônjuges meeiros, pelos débitos tributários do "de cujus", existentes à data da partilha ou adjudicação, limitada a responsabilidade ao montante do quinhão, do legado ou da meação. SEÇÃO II RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS E SUCESSORES Art A pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação de outra ou em outra, é responsável pelos tributos devidos, até a data do ato, pelas pessoas jurídicas fusionadas, transformadas ou incorporadas. 1º - O disposto neste Artigo aplica-se aos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado, quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente ou seu espólio, sob a mesma ou outra razão social, denominação ou ainda sob firma individual. 2º - A pessoa física ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, a qualquer título, estabelecimento comercial, industrial ou profissional e confirmar a respectiva exploração sob a mesma ou outra razão social, denominação ou sob firma individual, responde pelos débitos tributários relativos ao estabelecimento adquirido, devidos até a data do respectivo ato. 3º - Respondem solidariamente com o contribuinte, pelo não cumprimento da obrigação principal, os que intervierem ou forem omissos, nos atos por que forem responsáveis: I - os pais, pelos tributos devidos por seus filhos menores; II - os tutores e curadores, pelos tributos devidos pelos seus tutelados ou curatelados; III - os administradores de bens de terceiros, dos tributos devidos por estes; IV - o inventariante, pelos débitos tributários do espólio; V - o síndico e o comissário, pelos débitos tributários da massa falida ou do concordatário; VI - os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles ou perante eles, em razão do seu ofício; VII - os sócios, no caso de liquidação de sociedade de pessoas. 4º - Ao disposto no 3º aplicam-se apenas as penalidades de caráter moratório. Art São pessoalmente responsáveis pelos débitos correspondentes às obrigações tributarias resultantes de atos praticados com excesso de poder ou infração de lei, contrato social ou estatuto: I - as pessoas referidas no Artigo anterior;

49 49 de 62 02/05/ :56 II - os mandatários, os prepostos e empregados; III - os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. Art O sujeito passivo, quando convocado na forma desta lei, fica obrigado a prestar as declarações solicitadas pela autoridade administrativa e quando esta julgá-las insuficientes ou imprecisas, poderá exigir que sejam completadas ou esclarecidas. Parágrafo Único - Feita a conjugação, terá o contribuinte o prazo de 20 (vinte) dias para prestar os esclarecimentos solicitados, pessoalmente ou por via postal, sob pena de que se proceda ao lançamento de ofício, sem prejuízo da aplicação das penalidades legais cabíveis. SEÇÃO III DO DOMICÍLIO TRIBUTÁRIO Art Considera-se domicílio tributário do contribuinte ou responsável por obrigação tributaria: I - tratando-se de pessoa física, o lugar onde habitualmente reside e, não sendo este conhecido, o lugar onde se encontre a sede principal de suas atividades ou negócios; II - tratando-se de pessoa jurídica de direito privado, o local de qualquer um de seus estabelecimentos, de preferência a matriz; III - tratando-se de pessoa jurídica de direito público, o local da sede de qualquer de suas repartições administrativas. 1º - O domicílio tributário será consignado nas petições, requerimentos, declarações, guias e outros documentos que o contribuinte dirija ou deva apresentar à Fazenda Municipal. 2º - Os inscritos como contribuintes deverão comunicar toda mudança de domicílio no prazo máximo de 30 (trinta) dias, contados á partir da ocorrência. CAPÍTULO V DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DO LANÇAMENTO Art O lançamento do tributo independe: I - da validade jurídica dos atos efetivamente praticados pelos contribuintes, responsáveis ou terceiros, bem como da natureza de seu objeto ou dos seus efeitos; II - dos efeitos dos fatos efetivamente ocorridos. Art O contribuinte será notificado do 1.afiçamento.do tributo no domicílio tributário, na sua pessoa, na de seu familiar, representante ou preposto. 1º - Quando o município permitir que o contribuinte eleja o domicílio tributário fora do seu território, a notificação far-se-á por via postal com aviso de. recebimento (AR). 2º - A notificação far-se-á por edital na impossibilidade da entrega do aviso respectivo ou no caso de recusa de seu recebimento. 3º - Será de 30 (trinta) dias, contados a partir da data da notificação, o prazo mínimo para pagamento e máximo para impugnação do lançamento, se outro prazo não for estipulado pela legislação tributária. 3º - Será de 15 (quinze) dias, contados a partir da data da notificação, o prazo mínimo para pagamento e máximo para impugnação do lançamento, se outro prazo não for estipulado pela legislação tributária. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 4º - A notificação de 1 conterá: I - o endereço do imóvel; II - nome do sujeito passivo e seu domicílio tributário; a denominação do tributo e o exercício a que se refere; III - o valor do tributo e o prazo para requerimento; IV - comprovante de recebimento pelo contribuinte, que será destacado com retorno ao órgão fiscal. Art Compete, privativamente, à autoridade administrativa constituir o crédito tributário pelo lançamento, assim entendido o procedimento administrativo tendente a verificar a ocorrência da hipótese de incidência da obrigação correspondente, determinar: a matéria tributável, calcular o montante do tributo devido, identificar o

50 50 de 62 02/05/ :56 sujeito passivo e sendo o caso, propor a aplicação da penalidade cabível. 1º - O recolhimento não importa em quitação total do crédito fiscal, valendo o recibo somente como prova de pagamento da importância nele referida ficando o contribuinte, neste cano, obrigado a satisfazer qualquer diferença que venha a ser apurada posteriormente, sob pena de regular inscrição em dívida ativa. 2º - O pagamento não exclui para o sujeito passivo a obrigação de satisfazer quaisquer outras exigências formuladas pela Fazenda Municipal, desde que previamente notificado. 3º - A atividade administrativa de lançamento é vinculada e obrigatória sob pena de responsabilidade funcional 4º - Autoridade administrativa, para os fins deste Artigo, é a definida como tal na lei de organização administrativa e seu regulamento. CAPÍTULO VI SUSPENSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO. Art Suspendem a exigibilidade do crédito tributário. I - a moratória, cuja concessão será objeto de lei especial; II - o depósito do montante integral da obrigação tributária, a partir da data em que seja efetuado, expontânea. ou judicialmente; III - A impugnação, reclamação ou recurso apresentado em processo administrativo, bem como a liminar concedida em mandado de segurança, independentemente de prévio depósito. 1º - A suspensão da exigibilidade do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dos competentes da obrigação ou dela decorrentes. 2º - Os efeitos suspensivos cessam pela extinção ou exclusão do crédito tributário, pela decisão administrativa desfavorável no todo ou em parte:, ao sujeito passivo e pela cassação da medida liminar concedida em mandado de segurança. CAPÍTULO VII EXTINÇÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I MODALIDADE DE EXTINÇÃO Art Extinguem o crédito tributário: I - o pagamento; II - a compensação; III - a transação; IV - a remissão; V - a prescrição e a decadência; VI - a conversão de depósito em renda; VII - o pagamento antecipado e a homologação do lançamento nos termos do Artigo 33º; VIII - a consignação em pagamento, quando procedente; IX - a decisão administrativa irreformável, assim entendida a definitiva na órbita administrativa. SEÇÃO II DO PAGAMENTO Art O pagamento será efetuado em dinheiro ou em cheque. 1º - O crédito pago por cheque somente se considera extinto com o resgate deste pelo sacado. 2º - Todo pagamento de tributos deverá ser efetuado em órgão arrecadador municipal ou em estabelecimento de crédito autorizado pela Administração, sob pena de nulidade. 3º - Portanto do Prefeito Municipal poderá ser concedido desconto de até 20% (vinte por cento) sobre o valor do tributo, quando recolhido integralmente no prazo que for fixado. (Acrescido pela Lei nº 2460/1989)

51 51 de 62 02/05/ :56 4º - O Poder Executivo poderá assinar contratos ou convênios com estabelecimentos de crédito com sede, agências ou escritórios no Município, para recebimento de tributos. (Acrescido pela Lei nº 2460/1989) Art Qualquer tributo não pago até a data de seu vencimento, sofrerá a incidência das variações das ORTN vigor da época do efetivo pagamento, acrescido da multa de (vinte por cento) e juros moratórios à razão de 1% (um por cento) ao mês. 1º - Por ato do Prefeito Municipal poderá ser concedido desconto de até 20% (vinte por cento) sobre o valor de tributos, quando recolhidos integral e antecipadamente, até a data do vencimento. 2º - O Poder Executivo poderá assinar contratos ou convênios com estabelecimentos de crédito com sede, agências ou escritórios no Município, para recebimento de tributos. Art O Tributo não pago até a data do seu vencimento, acrescido de multa de 20% (vinte por cento), será atualizado quinzenalmente e monetáriamente pela variação do B.T.N. (Bônus do Tesouro Nacional), ou de outro índice substitutivo, incidindo ainda juros moratórios de 1% (um por cento) ao mês sobre o valor atualizado. Parágrafo Único - Os Índices da atualização prevista neste Artigo constarão de Tabela Prática editada pelo Executivo. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) Art Os créditos não pagos até a data de seu vencimento ficam acrescidos de multa variável, conforme percentuais abaixo fixados, e serão atualizados monetariamente pela variação do IPC/FIPE ou outro índice equivalente que venha a substituí-lo, incidindo juros moratórios à razão de 1% (um por cento) ao mês, a partir do mês imediato ao do vencimento sobre o valor integral do crédito, assim considerado o valor original acrescido de multa atualizado monetariamente. I - multa de 5% (cinco por cento) sobre os valores pagos entre o 1º e o 10º dia, após o vencimento do tributo; II - multa de 10% (dez por cento) sobre os valores pagos entre o 11º e o 20º dia, após o vencimento do tributo; III - multa de 15% (quinze por cento) sobre os valores pagos entre o 21º e o 30º, após o vencimento do tributo; IV - multa de 20% (vinte por cento) sobre os valores pagos após o 30º dia, após o vencimento do tributo. (Revogado pela Lei Complementar nº 136/1996) Art Os créditos não pagos até a data de seu vencimento ficam acrescidos da multa de 2% (dois por cento) e serão atualizados monetariamente pela variação do IPC/FIPE ou outro índice equivalente que venha a substitui-lo, incidindo juros moratórios à razão de1% (um por cento) ao mês, a partir do mês imediato ao do vencimento, sobre o valor integral do crédito, assim considerado o valor original acrescido de multa e atualizado monetariamente. (Redação dada pela Lei Complementar nº 136/1996) 1º - Os índices de atualização prevista neste artigo constarão de Tabela Prática editada pelo Executivo. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 2º - Os créditos a que se refere este Artigo, após a devida atualização e acrescido das cominações legais, poderão ser parcelados em até 12 (doze) meses através de parcelas mensais, sucessivas e iguais, com exceção da contribuição de melhoria que poderá ser parcelada em até 24 (vinte e quatro) meses, observados os requisitos e formas legais. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) Art Os recolhimentos de débitos para com a Fazenda Municipal efetuados com atraso serão acrescidos de multa moratória calculada à taxa de 0,33% (trinta e três centésimos por cento), por dia de atraso. (Redação dada pela Lei Complementar nº 150/1997) 1º - A multa de mora que trata este Artigo será calculada a partir do primeiro dia subsequente ao do vencimento do prazo para o pagamento do débito. (Redação dada pela Lei Complementar nº 150/1997) 2º - O percentual de multa a ser aplicado fica limitado a 20% (vinte por cento). (Redação dada pela Lei Complementar nº 150/1997) 3º - Sobre os débitos a que se refere este Artigo incidirão juros de mora calculados à taxa de 1% (um por cento) ao mês ou fração, até a data do efetivo pagamento, além da atualização monetária na forma da legislação pertinente. (Redação dada pela Lei Complementar nº 150/1997) 4º - Os índices de atualização constarão da Tabela Prática editada pelo Executivo. (Redação dada pela Lei Complementar nº 150/1997) 5º - Os créditos a que se refere este Artigo, após a devida atualização e acrescidos das cominações legais, poderão ser parcelados em até 12 (doze) meses através de parcelas mensais, sucessivas e iguais, com exceção da contribuição de melhoria que poderá ser parcelada em até 24 (vinte e quatro) meses, observados os requisitos e formas legais. (Redação dada pela Lei Complementar nº 150/1997) 5º - Os créditos a que se refere este artigo, após a devida atualização e acrescidos das cominações legais, poderão ser parcelados, assim como os da contribuição de melhoria, em até 24 (vinte e quatro) meses através de parcelas mensais, sucessivas e iguais, observados os requisitos e formas legais. (Redação dada pela Lei Complementar nº 235/1999) 5º Os créditos a que se refere este artigo, após a devida atualização e acrescidos das cominações legais, poderão ser parcelados, assim como os da contribuição de melhoria, em até 36 (trinta e seis) meses, através de parcelas mensais, sucessivas e iguais, observados os requisitos e formas legais. (Redação dada pela Lei Complementar nº 304/2000) Art. 99 A - O recolhimento de débitos para com a Fazenda Municipal, efetuado com atraso, relativo aos tributos lançados a partir de 2001, serão acrescidos de multa moratória de 0,20% ao dia, limitada a 5%. (Acrescido pela Lei Complementar nº 304/2000)

52 52 de 62 02/05/ :56 SEÇÃO III. DA RESTITUIÇÃO Art O sujeito passivo terá direito à restituição total ou parcial das importâncias pagas a título de tributos, nos seguintes casos: I - recolhimento de tributo indevido ou maior que o devido, em face da legislação tributaria ou da natureza ou circunstâncias materiais do fato operador efetivamente ocorrida; II - erro na identificação do sujeito passivo, na determinação da alíquota, no cálculo do débito ou na elaboração ou conferência de qualquer documento relativo ao pagamento; III - reforma, anulação ou revogação de decisão condenatória. Art O direito de pleitear a restituição extingue-se com o decurso do prazo de 5 (cinco) anos, contados: I - nas hipótese dos incisos I e II do ART. 100, da data da extinção do crédito tributário: II - na hipótese do inciso III do ART. 100, da data em que se tornar definitiva a decisão administrativa ou passar em julgado a decisão judicial que tenha reformado, revogado ou rescindido a decisão condenatória ou que a tenha anulado. Parágrafo Único - Prescreve em 2 (dois) anos a ação anulatória da decisão administrativa. Art O pedido de restituição será feito à autoridade administrativa através de requerimento, da parte interessada, que apresentará prova de pagamento e as razões ilegalidade ou irregularidade. 1º - A restituição total ou do tributo dá lugar à restituição, na mesma proporção, dos juros de mora e das penalidade pecuniárias, salvo as referentes a infrações de caráter formal não prejudicadas pela causa da restituição. 1º - Sobre o valor a ser restituído incidirá correção monetária calculada da data do recolhimento indevido à da efetiva restituição, acrescendo-se juros de 6% (seis por cento) ao ano. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 2º - A importância será restituída dentro do prazo máximo de 30 (trinta) dias a contar da decisão final que deferiu o pedido, sendo que a restituição fora deste prazo implicará em atualização monetária e incidência de juros não capitalizáveis, à razão de 1% (um por cento) ao mês. 2º - O mesmo principio do parágrafo anterior aplica-se no caso da restituição se referir a multa. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 3º - A autoridade administrativa poderá determinar que a restituição se processe através de compensação. (Renumerado pela Lei nº 2460/1989) SEÇÃO IV DA COMPENSAÇÃO Art Fica o Poder Executivo autorizado a compensar, a seu critério, créditos tributários com créditos líquidos e certos, vencidos ou vincendos, do sujeito passivo contra a Fazenda Municipal, mediante estipulação de condições e garantias para cada caso. Parágrafo Único - Sendo vincendo o crédito do sujeito passivo, seu montante será reduzido, a título de juros, de 1% (um por cento) por mês que decorrer entre a data da compensação e a do vencimento. SEÇÃO V DA TRANSAÇÃO Art Fica o prefeito Municipal autorizado a efetuar transação entre os sujeitos ativo e passivo da obrigação tributária, mediante concessões mútuas, que importe em terminação de litígio e conseqüente extinção do crédito tributário, desde que ocorra ao menos uma das seguintes condições: I - o litígio tenha como fundamento obrigação tributaria cujo --`valor seja inferior a 5 (cinco) Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional (ORTN), vigentes à época da transação; I - o litígio tenha como fundamento obrigação tributária cujo valor seja inferior a 5 (cinco) UFM (Unidade Fiscal Municipal), vigente à época da transação; (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) I - o litígio tenha como fundamento obrigação tributária cujo valor seja inferior a 75 (setenta e cinco) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS), vigente à época da transação. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) II - quando a demora na solução do litígio seja onerosa para o município.

53 53 de 62 02/05/ :56 SEÇÃO VI DA REMISSÃO Art Fica o Prefeito Municipal autorizado a conceder, por despacho fundamentado, remissão total ou parcial do crédito tributário, atendendo: I - à situação econômica do sujeito passivo; II - ao erro ou ignorância escusáveis do sujeito passivo, quanto à matéria de fato; III - ao fato de ser a importância do crédito tributário inferior à 20% (vinte por cento da Unidade Fiscal Municipal (UFM) ; III - ao fato de ser a importância do crédito tributário inferior à 5,0 (cinco) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS). (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) IV - às considerações de equidade, em relação com as características pessoais ou materiais do caso; 1º - A concessão referida neste antigo não gera direito adquirido e será revogada de ofício sempre que se apure que o beneficiário não satisfazia ou deixou de satisfazer as condições ou não cumprida ou deixou de cumprir os requisitos necessários à sua obtenção, sem prejuízo da aplicação das penalidades cabíveis, nos casos de dolo ou simulação do beneficiário. (Renumerado pela Lei Complementar nº 613/2008) 2º A tramitação dos procedimentos administrativos objetivando a concessão referida neste artigo será de, no máximo, 120 (cento e vinte) dias, podendo, excepcionalmente, ser esse prazo prorrogado por até mais 60 (sessenta) dias, desde que devidamente justificado. (Acrescido pela Lei Complementar nº 613/2008) SEÇÃO VII DA PRESCRIÇÃO Art O direito de a Fazenda Pública Municipal constituir o crédito tributário extingue-se após 5 (cinco) anos, contados, I - do primeiro dia do exercício seguinte àquele em que o lançamento poderia ter sido efetuado; II - na data em que se tornar definitiva a decisão que houver anulado por vício formal, o lançamento anteriormente.efetuado; Parágrafo Único - O direito a que se refere este ART. extingue-se definitivamente com o decurso do prazo nele previsto, contado da data em que tenha sido iniciada a constituição do crédito tributário pela notificação, ao sujeito passivo, de qualquer medida preparatória indispensável ao lançamento. Art A ação para cobrança do crédito tributário prescreve em 5 (cinco) anos, contados da data de sua constituição definitiva. Parágrafo Único - A prescrição se interpõe na forma da legislação federal pertinente. CAPÍTULO VIII EXCLUSÃO DO CRÉDITO TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art Excluem o crédito tributário: I - a isenção; II - a anistia. Parágrafo Único - A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído, ou dela conseqüentes. SEÇÃO II ISENÇÃO Art A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para sua concessão, os tributos a que se aij.iicae, sendo o caso, o prazo de sua duração. Art A isenção não é extensiva às taxas e à contribuição de melhoria e aos tributos instituídos

54 54 de 62 02/05/ :56 posteriormente à sua concessão, salvo disposição de lei em contrário. Art A isenção, salvo se concedida por prazo certo ou em função de determinadas condições, pode ser revogada ou modificada por lei a qualquer tempo, observado o disposto no inciso III 2º do ART. 83. Art A isenção, quando não concedida em caráter geral, e efetivada, em cada caso, por despacho da autoridade administrativa, em requerimento com o qual o interessado faça prova do preenchimento das condições e do cumprimento dos requisitos em lei ou contrato para concessão. 1º - Tratando-se de tributo lançado por período certo de tempo, o despacho referido neste ART. será renovado antes da expiração de cada período, cessando automaticamente os seus atentos a partir do primeiro dia do período para o qual o interessado deixar de promover a continuidade do reconhecimento da isenção. 2º - O despacho referido neste ART., não gera direito adquirido, aplicando-se quando cabível, o disposto no PARÁGRAFO ÚNICO do ART SEÇÃO III ANISTIA Art A anistia abrange apenas as infrações cometidas anteriormente à vigência da lei que a concede, não se aplicando: I - aos atos qualificados em lei como crimes ou contravenções e aos que, mesmo sem essa qualificação, sejam praticados com dolo, fraude ou simulação pelo sujeito passivo ou por terceiro em nome daquele;. II - salvo disposições em contrário, as infrações resultantes de conluio entre duas ou mais pessoas naturais ou jurídicas. Art A anistia pode ser concedida em caráter geral ou limitadamente: I - às infrações da legislação relativa a determinado tributo; II - às infrações punidas com penalidades pecuniárias até determinado montante, conjugados ou não com penalidades de outra natureza; III - sob condição do pagamento de tributo no prazo fixado pela lei que a conceder, ou cuja fixação seja atribuída pela mesma lei à autoridade administrativa, Art A anistia, quando não concedida em caráter geral, é efetivada na forma do ART. 112º. Parágrafo Único - O despacho referido neste ART. não gera direito adquirido, aplicando-se, quando cabível, o disposto no inciso III do 2º do Artigo 83º. CAPÍTULO IX INFRAÇÕES E PENALIDADES Art Constitui infração toda e qualquer ação ou omissão, voluntária ou não, que importe em inobservância por parte de pessoa física ou jurídica, às disposições da legislação tributária. Art O contribuinte ou responsável poderá apresentar denúncia espontânea de infração, ficando excluída a respectiva penalidade, desde que a falta seja corrigida imediatamente ou, se for o caso, efetuado o pagamento do tributo devido, atualizado e com os acréscimos legais cabíveis, ou depositada a importância arbitrada pela autoridade administrativa quando o montante do tributo dependa de apuração. 1º - Não se considera espontânea a denuncia apresentada após o início de qualquer procedimento administrativo ou medida de fiscalização relacionados com a infração. 2º - A apresentação de documentos obrigatórios à Administração não importa em denuncia espontânea, para os fins do disposto neste Artigo.. Art Independente dos limites estabelecidos nesta lei, a reincidência em infração da mesma natureza partir-se-á com multa em dobro e, a cada nova reincidência, aplicar-se-á esta pena acrescida de 30% (trinta por cento) de seu valor. Art Punir-se-á: I - com multa de 100% (cem por cento) da Unidade Fiscal Municipal (UFM) quaisquer pessoas, independentemente de cargo, oficio ou função, ministério, atividade ou profissão, que embaraçarem, ilidirem ou dificultarem a ação da Fazenda Municipal. II - com multa de 100%. (cem por cento) da Unidade Fiscal Municipal (UFM) quaisquer pessoas físicas ou jurídicas que infringirem dispositivo da legislação tributaria do Município para os quais não tenham sido especificadas as penalidades própria; Art Punir-se-á: I - com multa de 10 (dez) UFM (Unidade Fiscal Municipal) qualquer pessoa, independentemente de cargo, ofício ou

55 55 de 62 02/05/ :56 função, ministério, atividade ou profissão, que embaraçarem, ilidirem ou dificultarem a ação da Fazenda Municipal; II - com multa de 10 (dez) UFM (Unidade Fiscal Municipal) quaisquer pessoas físicas ou jurídicas que infringirem dispositivo da legislação tributaria do Município para o qual não tenha sido especificada penalidade própria. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) Art Punir-se-á: I - com multa de 150 (cento e cinqüenta) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS), qualquer pessoa, independentemente de cargo ofício ou função, ministério, atividade ou profissão, que embaraçarem, iludirem ou dificultarem a ação da Fazenda Municipal; II - com multa de 200 (duzentas) Unidades Fiscais de Referência (UFIRS) quaisquer pessoas físicas ou jurídicas que infringirem dispositivo da legislação tributária do Município, para o qual não tenha sido especificada penalidade própria. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) Parágrafo Único - Consideram-se, além das já mencionadas, infrações fiscais, a prática pelo sujeito passivo ou por terceiro em benefício daquele, dos seguintes atos: I - prestar declaração falsa ou omitir, total ou parcialmente, informação que deva ser produzida à agentes do fisco, com intenção de eximir-se do pagamento e tributo e quaisquer outros adicionais devidos por lei; II - inserir elementos inexatos ou omitir rendimentos ou operações de qualquer natureza em documentos ou livros exigidos, com intenção de exonerar-se do pagamento de tributos devidos à Fazenda Municipal; III - alterar faturas e quaisquer documentos relativos a operações tributáveis com o propósito de fraude; IV - fornecer ou emitir documentos graciosos ou majorar despesas com o objetivo de obter redução de tributos devidos. TÍTULO III ADMINISTRAÇÃO TRIBUTÁRIA CAPÍTULO I FISCALIZAÇÃO Art Compete à unidade administrativa de finanças a fiscalização do cumprimento da legislação tributária que se aplica às pessoas naturais ou jurídicas, contribuintes ou não, inclusive às que gozem de imunidade ou isenção. 1º - Para os efeitos da legislação tributária, não tem aplicação quaisquer disposições legais excludentes ou limitativas do direito de examinar mercadorias, livros, arquivos, documentos, papéis e efeitos comerciais ou fiscais, dos comerciantes, industriais ou produtores, ou da obrigação destes de exibi-los. 2º - Os livros obrigatórios de escrituração comercial e fiscal e os comprovantes dos lançamentos neles efetuados serão conservados até que ocorra a prescrição dos créditos tributários decorrentes das operações a que se refiram. 3º - A autoridade administrativa que proceder ou presidir a quaisquer diligências de fiscalização lavrará os termos necessários para que se documente o início do procedimento na forma da legislação aplicável, que fixará prazo máximo para conclusão daquelas. 4º - Os termos a que se refere o parágrafo anterior serão lavrados, sempre que possível, em um dos livros fiscais exibidos; quando lavrados em separado deles se entregará, à pessoa sujeita à fiscalização, cópia autenticada pela autoridade administrativa. Art Mediante intimação escrita, são obrigados a prestar à autoridade administrativa todas as informações de que disponham com relação aos bens, negócios ou atividades de terceiros: I - os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício; II - os bancos, casas bancárias, Caixas Econômicas e demais instituições financeiras; III - as empresas de administração de bens; IV - corretores, leiloeiros e despachantes legais; V - os inventariantes;. VI - os síndicos, comissários e liquidatários; VII - quaisquer outras entidades ou pessoas que a lei designe, em razão.de seu cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão. Parágrafo Único - A obrigação prevista neste ART. não abrange a prestação de informações quanto à fatos sobre os quais o informante esteja legalmente obrigado a observar segredo em razão de cargo, ofício, função, ministério, atividade ou profissão. Art Sem prejuízo do disposto na legislação criminal, é vedada a divulgação, para qualquer fim, por parte da

56 56 de 62 02/05/ :56 Fazenda Pública ou de seus funcionários, de qualquer informação, obtida em razão do ofício, sobre a situação econômica ou financeira dos sujeitos passivos ou de terceiros e sobre a natureza e o estado de seus negócios ou atividades. Parágrafo Único - Excetuam-se do disposto neste ART., unicamente, os casos previstos no ART. seguinte e os de requisição regular da autoridade judiciária no interesse da justiça. Art Fica o Poder Executivo autorizado a celebrar convênios com as Fazendas Públicas da União e do Estado, que estabeleça, em caráter geral ou específico, formas de prestação mútua de assistência para fiscalização dos tributos respectivo e permuta de informações. CAPÍTULO II CONSULTA Art Ao contribuinte ou responsável ò assegurei do o direito de consulta sobre interpretação e aplicação de legislação tributária municipal, desde que protocolada antes do início da ação fiscal e com obediência às normas adiante estabelecidas. 1º - A consulta será formulada através de petição dirigida a unidade administrativa de finanças, com a apresentação clara e precisa de todos os elementos indispensáveis ao atendimento da situação de fato e com a indicação dos dispositivos legais aplicados, instruída, se necessário, com documentos. 2º - Nenhum procedimento fiscal será promovido contra o sujeito passivo, em relação à espécie consultada, durante a tramitação da consulta, que não poderá exceder a 30 (trinta) dias e que não terá efeito suspensivo da cobrança do tributo, nem das atualizações e penalidades cabíveis. 3º - O consciente poderá evitar oneração sobre o débito mediante o prévio depósito administrativo das importâncias que, se indevidas, serão restituídas dentro do prazo de 30 (trinta) dias, contados dá notificação da resposta; 4º - Da resposta caberá pedido de reconsideração no prazo de 10 (dez) dias da notificação, se baseado em novas alegações. Art Não produzirá efeito a consulta formulada: I - em desacordo com o 1º do Artigo 124º. II - quando o fato já tiver sido objeto de decisão anterior, salvo se modificadas por entendimento posterior diverso em casos análogos; III - quando o fato estiver definido ou declarado em disposição literal na lei tributária; IV - quando não descrever exatamente a hipótese a que se referir ou não contiver elementos cimos à solução, salvo se a inexatidão ou a omissão for executável pela autoridade administrativa. Parágrafo Único - Nos casos previstos neste Artigo a consulta será declarada ineficaz e determinado o seu arquivamento. CAPITULO III DÍVIDA ATIVA Art Constitui Dívida Ativa da Fazenda Pública Municipal aquela definida como tributária ou não tributária na Lei nº 4.320, de 17 de março de 1.964, com as alterações posteriores, que estatui normas gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços do Município. 1º - Considera-se Dívida ativa da Fazenda Pública qualquer valor, cuja cobrança seja atribuída por lei ao município. 2º - A Divida Ativa da Fazenda Pública Municipal, compreendendo a tributária e a não - tributária, abrange atualização monetária, juros e multa de mora e demais encargos previstos em lei ou contrato. 3º - A inscrição, que se constitui no ate de contrate administrativo da legalidade, será feita pelo Órgão da Fazenda competente para apurar a liquidez e certeza do crédito e suspenderá a prescrição, para todos os efeitos de direito, por 180 (cento e oitenta) dias ou até a distribuição da execução fiscal, se esta ocorrer antes de findo aquele prazo. 4º - Para todos os efeitos considera-se inscrita a divida registrada em livros próprios na repartição competente da Prefeitura. 5º - O termo de inscrição da Dívida Ativa, autenticado pela autoridade competente, deverá conter: I - o nome do devedor, dos co-responsáveis e sempre que conhecido, o domicílio ou residência de um e de outros; II - o valor originário de divida, bem como o termo inicial e a forma de calcular os juros de mora e demais

57 57 de 62 02/05/ :56 encargos previstos em contrato ou em lei; III - a origem, a natureza e o fundamento legal ou contratual da dívida; IV - a indicação, se for o caso, de estar a dívida sujeita à atualização monetária, bem como o respectivo fundamento legal e o termo inicial para o calculo; V - a data e o número da inscrição no Registro da Dívida Ativa, e VI - o número do processo administrativo ou do auto de infração, se neles estiver apurado o valor da dívida. 6º - A certidão de Dívida Ativa conterá os elementos do termo de inscrição e será autenticada pela autoridade competente. 7º - Encerrado o exercício financeiro, o órgão fazendário competente providenciará, imediatamente, a inscrição dos créditos em Dívida Ativa, por contribuinte, acrescentando-se aos mesmos a multa de 20% (vinte por cento) prevista no ART º - vencido o prazo para o pagamento, o órgão fazendário competente providenciará imediatamente a inscrição dos créditos em Dívida Ativa, por contribuinte, acrescentando-se aos mesmos a multa de 0,33% (trinta e três centésimos por cento) por dia de atraso, até o limite de 20% (vinte por cento), conforme previsto no Artigo 99º. (Redação dada pela Lei Complementar nº 162/1997) 8º - Independentemente do término do exercício financeiro, os créditos não pagos em tempo hábil, poderão ser inscritos no livro próprio da Dívida Ativa. 9º - O termo de inscrição e a certidão da Dívida Ativa poderão ser preparados e numerados por processo manual, mecânico ou eletrônico Encaminhada a certidão da Dívida Ativa para cobrança judicial, cessará a competência do órgão fazendário para agir ou decidir quanto a ela cumprindo-lhe, entretanto, prestar as informações solicitadas pelo órgão encarregado da execução e pelas autoridades judiciárias. Art Os créditos inscritos na Dívida Ativa, ajuizados ou não, poderão ser liquidados parceladamente em até 12 (doze) prestações mensais e sucessivas, computados multa,juros de mora e correção na forma do Artigo 99º. Art Os créditos inscritos em Divida Ativa, ajuizados ou não, poderão ser objeto de acordo para pagamento parcelado nos termos do Artigo 99º. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) 1º - O não pagamento de 2 (duas) prestações sucessivas no tempo avençado implicará no cancelamento do benefício. 2º - Não será concedido novo parcelamento aos contribuintes que tiverem parcelamento cancelado por falta de pagamento, 3º - O parcelamento será concedido mediante requerimento, no qual o contribuinte ou seu representante confesse a dívida em caráter irretratável e irrevogável e preencha formulário a ser elaborado pelo órgão fazendário. 4º - Compete à Fazenda Pública baixar normas sobre o recolhimento da Dívida Ativa, em Juízo ou fora dele, e aprovar, inclusive, os modelos de documentos de arrecadação. CAPÍTULO IV CERTIDÕES NEGATIVAS Art A prova de quitação de tributo será feita por certidão negativa, mediante requerimento do interessado, que contenha todas as informações necessárias à identificação de sua pessoa, domicílio fiscal e ramo de negócio ou atividade e indique o período à que se refere o pedido. 1º - A certidão negativa será sempre expedida nos termos em que tenha sido requerida e será fornecida dentro de 10 (dez) dias da entrada do requerimento na repartição. 2º - Tem os mesmos efeitos da certidão negativa a que ressalvar a existência de crédito: I - não vencidos; II - em curso e cobrança executiva em que tenha sido efetuada a penhora; III - cuja exigibilidade esteja suspensa. 3º - A expedição da certidão negativa não impede a cobrança de crédito anterior, posteriormente apurado. 4º - A certidão negativa expedida com dolo ou fraude, que contenha erro contra a Fazenda Pública Municipal, responsabiliza pessoalmente o funcionário que a expedir, pelo crédito tributário corrido acréscimo de juros de mora, além de não excluir a responsabilidade criminal e funcional que no caso lhe couber e extensiva a quantos colaborarem por ação ou omissão, no erro. 5º - Para fins de aprovação de projetos de loteamento ou desmembramento, concessão de serviços, aprovação de

58 58 de 62 02/05/ :56 plantas, apresentação de propostas em licitação, será exigido do interessado a certidão negativa, salvo nos casos em que possa haver compensação, na forma do Artigo 103º. CAPÍTULO V PROCEDIMENTO FISCAL TRIBUTÁRIO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art O procedimento tributário terá início com I - a notificação do lançamento nas formas previstas neste Código; II - a lavratura do auto de infração; III - a lavratura de termo de apreensão de livros ou documentos fiscais, Parágrafo Único - A impugnação instaura a fase contraditória do procedimento. Art Verificando-se omissão não doloso de pagamento de tributos ou qualquer infração de lei ou regulamento, de que possa resultar evasão de receita, será expedida contra o infrator notificação preliminar para que, no prazo de 08 (oito) dias regularize a situação. Art Verificando-se omissão não dolosa de pagamento de tributos de que possa resultar evasão de receita, será expedida contra o infrator notificação preliminar para que, no prazo de 08 (oito) dias, regularize a situação. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 1º - Esgotado o prazo, sem que o infrator tenha regularizado a situação perante o fisco, lavrar-se-á auto de infração. 2º - Lavrar-se-á igualmente, auto de infração quando o contribuinte se recusar a tomar conhecimento da notificação preliminar. SEÇÃO II AUTO DE INFRAÇÃO Art As ações ou omissões que contrariem o disposto na legislação tributaria serão, através da fiscalização, objeto de autuação com fim de determinar o responsável pela infração verificada, o dano causado ao Município e seu respectivo valor, aplicar ao infrator a pena correspondente e proceder-se, quando for o caso, no sentido de obter o ressarcimento do referido dano Art O auto de infração será lavrado pela autoridade fiscal competente e deverá conter: I - o local, a data e a hora da lavratura; II - o nome, o endereço do infrator e de seu estabelecimento, com a respectiva inscrição, quando houver; III - a descrição clara e precisa do fato que constitui a infração e, se necessário, as circunstâncias pertinentes; IV - a citação expressa do dispositivo legal infringido e do que define a infração e comine a respectiva penalidade; V - a referência a documentos que sirvam de base à lavratura do auto;. VI - a intimação para apresentação de defesa do tributo, com os acréscimos legais ou penalidades, dentro do prazo de 20 (vinte) dias; VII - a assinatura do agente autuante e a indicação de seu cargo ou função; VIII - a assinatura do autuado ou infrator ou a menção da circunstância de que não pode ou se recusou a assinar. 1º - As incorreções ou omissões verificadas no auto de infração não constituem motivo de nulidade do processo, desde que do mesmo constem elementos suficientes para determinar a infração e o infrator, 2º - Havendo reformulação ou alteração do auto de infração, será devolvido ao contribuinte autuado o prazo de defesa. 3º - A assinatura do autuado no auto não implicará, em nenhuma hipótese, em confissão da falta argüida e nem sua recusa agravará a infração ou anulará o auto. 4º - Além de pessoalmente, na forma do inciso VIII deste ART., o autuado poderá ser da lavratura do auto de infração por via postal com aviso de recebimento (AR) ou por edital.

59 59 de 62 02/05/ :56 5º - Conformando-se o autuado com o auto de infração, e desde que efetue o pagamento das importâncias da respectiva intimação, dentro do prazo de 20 (vinte) dias contados da respectiva lavratura, o valor das multas, exceto a moratória, será reduzido em 50% (cinqüenta por cento). SEÇÃO III TERMO DE APREENSÃO Art Poderão ser apreendidos bens móveis, inclusive mercadorias existentes em poder do contribuinte ou de terceiros desde que constituam prova de infração da legislação tributária. 1º - A apreensão pode compreender livros ou documentos quando constituam prova de fraude, simulação,. adulteração ou falsificação. 2º - A apreensão será objeto de lavratura de termo próprio, contendo a descrição dos bens ou documentos apreendidos, com indicação do lugar onde ficarem depositados e o nome do depositário, se for o caso, além dos demais elementos indispensáveis à identificação do contribuinte, descrição clara e precisa do fato. 3º - A restituição dos documentos e bens apreendidos será feita mediante recibo e contra depósito das quantias exigidas. 4º - Os documentos apreendidos poderão, a requerimento do autuado, ser-lhe devolvidos, ficando no processo cópia de inteiro teor ou da parte que deva fazer prova, caso o original não seja indispensável à este fim. 5º - Lavrado o auto de infração ou o termo de apreensão, por esses mesmos documentos será o sujeito passivo incidindo, na forma do 4º do ART. 132, a recolher o débito, cumprir o que lhe for determinado ou apresentar defesa. SEÇÃO IV DEFESA Art O sujeito passivo poderá contestar a exigência fiscal independentemente de prévio depósito, dentro do prazo de 20 (vinte) dias contados da intimação do auto de infração ou do termo de apreensão, mediante defesa por escrito, alegando toda a matéria que entender útil e juntando os documentos comprobatórios das razões apresentadas. 1º - O sujeito passivo poderá, conformando-se com parte dos termos da autuação recolher os valores relativos à essa parte ou cumprir o que for determinado pela autoridade fiscal, contestando o restante. 2º - A defesa será dirigida à autoridade administrativa, constará de petição datada e assinada pelo sujeito passivo ou seu representante e deverá ser acompanhada de todos os elementos que lhe servirem de base. 3º - Anexada a defesa, será o processo encaminhado ao funcionário autuante ou seu substituto para que, no prazo de 10 (dez) dias, prorrogáveis critério da autoridade administrativa, se manifeste sobre as razões oferecidas. 4º - Na hipótese de auto de infração, conformando-se o autuado com o despacho da autoridade administrativa e desde que efetue o pagamento das importâncias exigidas dentro do prazo para interposição de recurso, o valor das multas será reduzido em 50% (cinqüenta por cento) e o procedimento tributário arquivado. 5º - Aplicam-se à defesa, no que couberem as normas relativas à impugnação. SEÇÃO V DILIGÊNCIAS Art A autoridade administrativa determinará de ofício ou a requerimento do sujeito passivo, em qualquer instância, a realização de perícias e outras diligências, quando as entender necessárias, fixando-lhes prazo e indeferirá as que considerar prescindíveis, impraticáveis ou protelatórias. 1º - A autoridade administrativa determinará o agente fiscal ou o perito devidamente qualificado para realização de diligências. 2º - O sujeito passivo poderá participar das diligências, pessoalmente ou através de seu representante legal, e as alegações que fizer serão juntadas ao processo para apreciação no julgamento. 4º - Às diligências serão realizadas no prazo máximo de 30 (trinta) dias prorrogáveis, a critério da autoridade administrativa e suspenderão o curso dos demais prazos processuais. SEÇÃO VI IMPUGNAÇÃO Art A impugnação, que deverá ser apresentada no prazo de 30 (trinta) dias contados da notificação, terá

60 60 de 62 02/05/ :56 efeito suspensivo da exigência e instaurará a fase contraditória do procedimento. (Repristinado pela Lei Complementar nº 60/1992) Art A impugnação, que deverá ser apresentada no prazo de 15 (quinze) dias contados da notificação, terá efeito suspensivo da exigência e instaurará a fase contraditória do procedimento. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 1º - A impugnação do lançamento mencionar: I - a autoridade julgadora a quem é dirigida; II - a qualificação do interessado e o endereço para intimações; III - os motivos de fato e de direito em que se fundamenta; IV - as diligências que o sujeito passivo pretenda sejam efetuadas, desde que justificadas as suas razões; V - o objetivo visado. 2º - Na hipótese da impugnação ser julgada improcedente, os tributos e penalidades impugnados serão atualizados monetariamente e acrescidos de multa e juros de mora, a partir da data dos respectivos vencimentos, quando cabíveis. 2º - Após o julgamento de primeira instância, o contribuinte será notificado para que: I - no prazo de 10 (dez) dias efetue o recolhimento do valor original devido, com o desconto legal, no caso de procedência total ou parcial do recurso; II - recolha o valor original, sem o desconto, no mesmo prazo do inciso anterior, caso o recurso seja improcedente; III - saiba que, após decorrido o prazo dos incisos I e II, os créditos serão atualizados e acrescidos de multa e juros de mora, a partir dos respectivos vencimentos, podendo ser pagos na forma lançada no carnê, desde que liquide as parcelas vencidas. (Redação dada pela Lei Complementar nº 239/1999) 3º - O sujeito passivo poderá evitar a aplicação dos acréscimos na forma do anterior, desde que efetue o prévio depósito da quantia total exigida. 4º - Julgada improcedente a impugnação, o sujeito passivo arcará com as despesas processuais que houver. 5º - Julgadas procedente a impugnação, serão restituídas ao sujeito passivo, dentro do prazo de 30 (trinta) dias contados do despacho ou decisão, as importâncias depositadas, atualizadas monetariamente a partir da data do depósito. (Repristinado pela Lei Complementar nº 60/1992) 5º - Julgada procedente a impugnação, serão restituídas ao sujeito passivo, dentro do prazo de 15 (quinze) dias contados do despacho ou decisão, as importâncias depositadas, atualizadas monetariamente a partir da data do depósito. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) 6º - O impugnador será notificado do despacho no próprio processo mediante assinatura ou por via postal com AR ou ainda por edital, quando se encontrar em lugar incerto ou ignorado. SEÇÃO VII PRIMEIRA INSTÂNCIA ADMINISTRATIVA Art As impugnações de lançamento e as defesas de autos de infração e de termos de apreensão serão decididos, em primeira instância administrativa, pela autoridade julgadora que deverá ser um servidor especialmente designado pelo Prefeito Municipal. 1º - A autoridade julgadora lerá o prazo de 60 (sessenta) dias para instrução do processo contados da data do recebimento da impugnação ou defesa. 2º - A interposição de impugnação, defesa ou recurso independe de garantia de instância. 3º - Findo o prazo para produção de prova ou perdendo o direito de apresentar defesa, a autoridade julgadora proferirá decisão no prazo de 20 (vinte) dias. 4º - Se não se considerar possuidora de todas as informações necessárias à sua decisão, a autoridade julgadora poderá converter a decisão em diligência e determinar a produção de novas provas. 5º - Não sendo proferida decisão no prazo legal, nem convertida a mesma em diligência, poderá a parte interpor recurso voluntário como se fora julgado procedente o auto de infração ou improcedente a impugnação contra o lançamento, cessando com a interposição do recurso, a jurisdição da autoridade de primeira instância. 6º - As inexatidões materiais devidas a lapso manifesto e os erros de escrita ou de cálculo existentes na decisão, poderão ser corrigidos de ofício ou a pedido do interessado no próprio processo.

61 61 de 62 02/05/ :56 7º - Sempre que a decisão exonerar o sujeito passivo de quaisquer obrigações que não corrigidas monetariamente sejam de valor superior à 5 (cinco) vezes a Unidade Fiscal Municipal (UFM), a autoridade julgadora recorrerá de ofício à segunda instância sob pena de responsabilidade. SEÇÃO VIII SEGUNDA INSTÂNCIA ADMINISTRATIVA Art Das decisões de primeira instância caberá recurso para instância superior: I - voluntário, quando requerido pelo sujeito passivo no prazo de 20 (vinte) dias á contar da notificação da decisão quando a ele contrária no todo ou em parte; I - voluntário, quando interposto pelo sujeito passivo no prazo de 10 (dez) dias a contar da notificação da decisão, quando a ele contrária no todo ou em parte; (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) II - de ofício, a ser obrigatoriamente interposto pela autoridade julgadora na própria decisão, nos casos do 7º do ART. anterior. 1º - O recurso terá efeito suspensivo. 2º - Enquanto não interposto o recurso de ofício a decisão não produzirá efeitos. Art A decisão, na segunda instância administrativa, será proferida no prazo máximo de 40 (quarenta) dias, contados da data do recebimento do processo, aplicando-se para a notificação, em ambas as instâncias, o disposto no 6º do Art º - É vedado em uma só petição recursos referentes a mais de uma decisão, ainda que versem sobre o mesmo assunto e alcancem o mesmo contribuinte, salvo quando proferidas em um único processo fiscal. 2º - A segunda instância administrativa será representada pelo Conselho Municipal de Justiça Tributária composto de no mínimo, 3 (três) membros, nomeados pelo Poder Executivo. 3º - O recurso voluntário poderá ser impetrado independente de garantia de instância. DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS Art São definitivas as decisões de qualquer instância, uma vez esgotado o prazo legal para, interposição do recurso, salvo se sujeito a recurso de ofício. 1º - Todos os atos relativos à matéria fiscal serão praticados dentro dos prazos fixados na legislação tributária. 2º - Os prazos serão contínuos, excluído do seu, contado o dia do início e incluindo o do vencimento. 3º - Os prazos somente se iniciam ou vencer em dia de expediente normal da Prefeitura ou estabelecimento de crédito, prorrogando-se, se necessário, até o primeiro dia útil seguinte. Art Não se tomará qualquer medida contra o contribuinte que tenha agido ou pago tributo de acordo com a decisão administrativa ou judicial transitada em julgado, mesmo quando posteriormente modificada. Parágrafo Único - O responsável por loteamento fica obrigado a apresentar à Administração: I - título de propriedade da área loteada; II - planta completa do loteamento contendo, em escala que permita a sua anotação, os logradouros, quadras, lotes, área total e área cedida ao patrimônio municipal; III - mensalmente, comunicar as alterações realizadas, contendo os dados indicativos dos adquirentes e das unidades adquiridas. (Revogado pela Lei nº 2460/1989) Art Para execução da legislação tributaria, a Administração manterá Cadastro Imobiliário e Cadastro Mobiliário. 1º - Toda pessoa física ou jurídica sujeita a obrigação tributária deverá inscrever-se no cadastro fiscal municipal., bem como comunicar todas e quaisquer alterações que vier a ocorrer. 2º - O não cumprimento do disposto no parágrafo anterior implicará no cadastramento de oficio pela autoridade competente, sem prejuízo das penalidades cabíveis. DISPOSIÇÕES FINAIS Art O valor de referência em vigor no Município será atualizado automaticamente, mediante a aplicação dos coeficientes estabelecidos pela legislação federal, respeitada a legislação tributária quanto à sua aplicação. Art O valor da U.F.M. (Unidade Fiscal Municipal) corresponderá ao Maior Valor de Referência (MVR) estabelecido pelo Governo Federal, ou outro Índice que vier a substituí-lo. (Redação dada pela Lei nº 2460/1989) Art Fica instituída a UNIDADE FISCAL MUNICIPAL - UFM, como medida de valor e parâmetro de atualização monetária para tributos e preços públicos municipais, cujo valor para o mês de dezembro de 1994 é de R$ 10,09 (dez

62 62 de 62 02/05/ :56 reais e nove centavos) Parágrafo Único - A expressão monetária da Unidade Fiscal Municipal (UFM) será alterada pela variação da Unidade Fiscal de Referência (UFIR), nos mesmos índices e prazos da legislação vigente à época. (Redação dada pela Lei Complementar nº 95/1994) (Extinto pela Lei Complementar nº 111/1995) Art O Poder Executivo poderá expedir decretos regulamentando as normas constantes deste Código. Art Para serviços cuja natureza não comporte cobrança de taxas, serão estabelecidos pelo Executivo, preços públicos, não submetidos à disciplina jurídica dos tributos. Art A impugnação administrativa ou judicial de um ou mais tributos não suspende o prazo para pagamento dos demais, ainda que lançados no mesmo carne. Art Esta lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário, especialmente as leis nº 1.650, de 06 de dezembro de e nº 1.931, de 26 de Outubro de e terá eficácia a partir de 1º de janeiro de 1985.

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